Delegado Josenildo Belarmino de Moura Júnior, tragédia previsível por culpa do Estado 16

Tragédia policial expõe falhas na segurança pública

A morte do jovem delegado Josenildo Belarmino de Moura Júnior, ocorrida na última semana em São Paulo, é um triste reflexo do cenário de violência que assola nossa sociedade.

Mais do que isso, este episódio lança luz sobre graves falhas em nosso sistema de segurança pública que não podem mais ser ignoradas.

Com apenas 32 anos e sete meses no cargo, Josenildo tornou-se vítima de um crime que ele próprio deveria combater.

O fato de estar armado em seu momento de folga, longe de garantir sua segurança, acabou por selar seu trágico destino.

Esta circunstância nos obriga a questionar: estamos preparando adequadamente nossos agentes da lei para os perigos que enfrentam, dentro e fora de serviço?

É inegável que o porte de arma por policiais fora de serviço é um direito estabelecido.

No entanto, este incidente evidencia a urgente necessidade de uma discussão mais aprofundada sobre como e quando exercer tal direito.

 A formação de nossos policiais deve ir além das técnicas de combate ao crime, abrangendo também estratégias de autoproteção em situações cotidianas.

O governador Tarcísio de Freitas classificou o crime como “bárbaro” e prometeu que não ficará impune.

Porém, mais do que punição aos criminosos, a sociedade paulista – e brasileira – anseia por medidas concretas que previnam novas tragédias.

É imperativo que as autoridades competentes revisem os protocolos de segurança e aprimorem o treinamento oferecido aos agentes da lei.

Ademais, este lamentável episódio ressalta a urgência de políticas de segurança pública mais eficazes, especialmente em áreas com altos índices de criminalidade. A morte de um policial em seu tempo de lazer é um duro golpe na já frágil sensação de segurança da população.

A perda do delegado Josenildo não pode ser em vão.

Que sirva como um catalisador para mudanças significativas em nossas políticas de segurança, na formação de nossos policiais e na proteção de todos os cidadãos.

Só assim poderemos honrar sua memória e construir uma sociedade mais segura para todos.


7 – Não gaste dinheiro com armas, a ferramenta de trabalho fornecida pelo estado  é mais do que suficiente! Armamento particular ,  de regra , é fetiche  ou dependência psíquica de gente imatura e insegura.

8 –  Encerrado o horário de trabalho , desarme-se . Ser policial 24 horas por dia , além de mentira , não rende hora extra. Estatisticamente:  lhe renderá caixão!

9 – Aos jovens solteiros, não porte arma e funcional quando for para a balada. Bandido não identifica policial pelo cheiro ou características lombrosianas!

Um Comentário

  1. Bem a propósito tive a oportunidade de ver o quanto a Polícia Servil é pródiga em criar dificuldade quando se tenta obter um “direito ou benefício”!

    Quando trabalhei no prédio da DGP, no início dos anos 2000, é isso mesmo fui investigador de polícia, agora aposentado, para decepção de uns Horácios.

    Tive conhecimento que existia um estande de tiro no prédio da DGP.

    Pois bem, fui eu lá tentar usar aquela instalação, melhor seria nem ter tentado!

    Primeiro tinha que pedir autorização do chefe do setor, que iria pedir autorização para o “cabeça pensante”, que iria pedir autorização para o divisionário e finalmente o diretor, se não me engano seria o diretor do DAP!.

    E nem preciso dizer que as munições teriam que ser por minha conta, já que não afirmaram que não haveria munição para tal, ou seja, treino ou testar a funcionalidade da minha arma!

    Resumo da ópera, os Horácios que proliferam na PC são tantos que, não consegui utilizar tal estante de tiros, me sugeriram tentar usar o da Academia, nem preciso falar que agradeci de boca, mas pensando que todos aqueles inúteis poderiam enfiar tal estande bem no meio do …..

    Mas a vida é engraçada, passado algum tempo um dos Horácio que negaram o meu acesso ao tal estande veio trabalhar no meu setor e por óbvio tinha esquecido completamente da minha cara.

    Pois bem, não é que esse cara me convidou para ir no estande, eu fui, só para ver qual era!

    Só sei que esse sujeito consegui um monte de caixas de .40 e .38, testei todas as minhas armas, inclusive uma 12 que tenho!

    Pude notar o que não faltava era munição, mas só para os amigos e chegados, repito o cara tinha esquecido completamente de mim, que meses antes me garantiram não ter munição!

    Usei aquele estande uma única vez, imagino que se ainda existir devem continuar a criar as maiores dificuldades para um policial desconhecido fazer usos dele, mas para quem tiver a sorte ter algum conhecido as coisas são bem mais fáceis!

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  2. Eu diria que todo policial precisa ter rudimentos, pelo menos, de defesa pessoal e treinar isso constantemente. Uma arte marcial, é escolher a que mais se adapta e agrada. É um investimento, não um custo. Vai ensinar muita coisa sobre postura, conduta e a não depender tanto de uma arma de fogo na hora de uma situação.

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    • ate concordo contigo, mas o Estado deveria bancar ou no mínimo fazer convênios ou parcerias com academias e similares. Ou, dar um salário digno para compensar.

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      • seu chefe não te dá uma parte da recolha?? Se vc trabalha em decap e não ganha é mais burro do que eu pensava, você sabe que tem arrecadação você sabe que tem máquinas prostituição desmanchas na sua área não prende os caras, vê gente da chefia fazendo acerto toda hora, e não recebe por estar prevaricando, então você é muito burro, honesto tem que ser honesto em todas as formas em todos os lugares, não adianta ser hipócrita hipócrita só não ganha dinheiro mas convive com a corrupção plena

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      • Olha, faço um sacrifício financeiro considerável para treinar (academia e defesa pessoal). Eu me privo de muita coisa para isso. Não julgo quem não faz o mesmo porque não pode ou porque não quer, é uma escolha.

        Mas, como escrevi, vejo isso como investimento em mim mesmo, com benefício inclusive para minha atividade policial, e não como custo. Não pego e nunca peguei o que não é meu, e vivo de salário.

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  3. Região da Chácara Santo Antônio, Alexandre Dumas, Rua da Paz… Para o entorno, há duas delegacias e algumas cias.PM. Região de gente de rendimentos bem mais elevados e alvo da malandragem urbana. Já não estão vitimando mais o povão que não tem tempo de ficar o dia inteiro numa Delegacia. É a violência comum vitimando os próprios policiais no seu cotidiano fora da polícia (não é bico, não é fardado, não é no trajeto ida-volta). Se está assim, é porque nada foi feito antes…

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    • Meu falecido tio morava para baixo da São Nazario, perto do Sonda. Ia bastante lá. Lugar muito bonito, mas muito ermo, com ruas longas e largas, você vira alvo fácil.

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  4. Então, arma na firma é coisa séria. Tão sério que na ACADEPOL te ensinam a nunca sacar uma arma de fogo, tem até uma simulação com os alunos onde um marginal toma a arma do tira e mata o escrivão no DP. É que nem munição. Você recebe munição velha assina recibo e depois tem que devolver a munição de volta, se usar a munição vai pra corregedoria. É revoltante ver um jovem policial morrer assim, mas a justiça do Arquiteto não falha.

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    • a justiça do grande arquiteto já está funcionando, essa semana sai a lista da federal de quem lavava grana no banco do Cylkas, aí vc vai ver a justiça ser feita, inclusive nem nomearam a nova corregedora ou corregedor com medo de ser um que esteja na lista kkkkkkk, se preparem, vai sobrar vaga até de chefe de trem de metrô ok? Tem cardeais e muitos policiais ícones.

      vai ter um filme

      A FAZENDÁRIA 3

      ops a fazenda 3

      único lugar que estão dando risada mais parece que agora chegaram no centro financeiro da polícia, a fazenda vai dar muitossss frutos.

      pena não poder jogar a lista aqui mais aguardem essa semana que vem.

      beijinho a todos os honestos, ainda deve ter uns 50 na polícia rsrs

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  5. Caro pós-sábado, tive o desconforto de vê-lo dando entrevista, só carcaça e telhado, ou o que sobrou dele, totalmente branco, parecia que estava nevando, após décadas mamando na teta do DHPP, vc, um dinossauro da PC, até agora não retornou dando uma satisfação à família e à opinião pública sobre a autoria e prisão dos marginais que executaram, covardemente, esse jovem delegado que era seu subordinado.

    Sai da cova morto vivo e dá uma satisfação á opinião pública. Polícia não é só mamar não falso “classista”.

    Esperar o que? O policial, motorista particular dele, que o aguardava em frente á residência, se matou dentro da viatura, ele chamou outra para levá-lo ao hospital e foi embora trabalhar com outro motorista.

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