Salve Geral do PCC de 2 de abril 63

GUERRA, SE PUDER, POSTA ESTA CÓPIA DO SALVO DADO PELO PCC DETERMINANDO PARA QUE MATEM POLICIAIS, NÃO CONSEGUI FAZER A POSTAGEM DIRETA, ESSA CÓPIA VEIO PRA MIM ATRAVÉS DO  WHATS ZAP, DETECTADO POR ALGUMA FORÇA POLICIAL, PORÉM NÃO TRANSMITIU GERAL PARA CONHECIMENTO, SE FOR POSSÍVEL FAÇA COM QUE TORNE DE CONHECIMENTO DOS FLITADORES, ABÇ.CARLÃO (JACARÉ SEM DENTE)

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DIG de Santos prende quadrilha especializada em assaltar residências de veraneio no Guarujá 11

Presa quadrilha suspeita de assaltar residências em Guarujá

Entre os detidos estava uma doméstica, que furtou o controle do portão automático de um dos imóveis

BRUNO LIMA
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Bando foi preso quando se preparava para novo furto

Uma quadrilha suspeita de executar diversos assaltos a residência foi presa em Guarujá. O bando foi capturado na noite de segunda-feira (6), no Jardim Virgínia, enquanto se preparava para invadir uma casa no bairro. Durante a abordagem policial, houve perseguição e troca de tiros. Ninguém ficou ferido.

Dentre os presos está a empregada doméstica da moradia que seria invadida, Ivi Moreira de Souza, de 27 anos. Ela furtou o controle do portão automático do imóvel, enquanto era funcionária da casa, e passou informações sobre a rotina da família.

Os demais integrantes do grupo são os ajudantes gerais Daniel de Oliveira da Silva, de 23 anos, foragido da Penitenciária de Tremembé (SP); Daniel Souza dos Santos, de 20, namorado de Ivi; Sidney Leone Freitas da Silva, de 23, e o porteiro Caio Henrique Martins Charleaux, de 27.

Com a quadrilha, os agentes da DIG encontraram o controle do portão automático, dois revólveres municiados e uma arma de brinquedo, que estava no assoalho do carro usado pelo grupo, um Corsa verde, pertencente a Caio.

Na casa dos suspeitos foram apreendidos eletrodomésticos, telefones celulares, joias e roupas. Suspeita-se que os produtos tenham sido roubados em outras ações executadas pela quadrilha, em Guarujá.

Perseguição e tiros 

Ciente da onda de assaltos no Jardim Virgínia, policiais civis da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) se dividiram em quatro viaturas descaracterizadas para localizar e prender o bando.

Por volta das 19 horas, os agentes encontraram o Corsa ocupado pelos ajudantes gerais e o porteiro trafegando pela Rua Florença. Foi determinada a parada do veículo, mas, assustado, o bando ignorou a ordem e fugiu.

Durante a perseguição, sentado no banco do passageiro, Daniel Silva efetuou disparos contra os investigadores, que revidaram os tiros. Em alta velocidade, o grupo seguiu até o final da Rua 13, no Areião, quando se entregou.

Durante revista ao veículo, os policiais localizaram as armas e o controle automático da residência, localizada na Rua Florença. Em conversas com os donos do imóvel, foram informados que o controle ficava na lavanderia da casa e que podia ter sido furtado pela ex-doméstica, demitida há cerca de dois meses.

Levado para a DIG, o bando foi apresentado ao delegado Luis Ricardo de Lara Dias Júnior. Preocupada com a prisão do namorado, Ivi compareceu à delegacia e, questionada, admitiu que havia entregue o controle à quadrilha e passado informações sobre os horários da família.

Lara autuou todos nos crimes de roubo, homicídio qualificado e associação criminosa. Assim, Daniel da Silva, Daniel Souza, Sidney e Caio foram recolhidos à cadeia anexa ao 1º de Guarujá. Ivi foi encaminhada à cadeia feminina de São Vicente.

MP finge que investigará responsabilidade civil do Estado de São Paulo nos Crimes de Maio 26

MP investiga responsabilidade civil do Estado de São Paulo nos Crimes de Maio

Para as Mães de Maio, no entanto, ação é somente uma tentativa de demonstrar que o Ministério Público não foi omisso quando pediu o arquivamento de quase todas as investigações
por Rodrigo Gomes, da RBA publicado 07/04/2015 15:05, última modificação 07/04/2015 22:02
© CELSO PUPO/FOLHAPRESS
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São Paulo – O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Márcio Fernando Elias Rosa, anunciou na manhã de hoje (7) que a promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público (MP) paulista abriu inquérito para investigar a responsabilidade civil do estado de São Paulo sobre os 505 assassinatos ocorridos entre 12 e 20 de maio de 2006, durante ação para o restabelecimento da ordem realizada pelas polícias paulistas após os atentados cometidos pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), os chamados “crimes de maio”. O anúncio foi feito em audiência pública sobre a falta de investigação dos casos de 2006, na sede do MP, no centro de São Paulo.

“Esse processo foi baseado nos relatórios que vêm sendo produzidos e vamos instruí-lo também com as conclusões dessa audiência. Quem sabe podemos abrir uma ação coletiva”, explicou o procurador-geral. Se a ação for considerada procedente, vai obrigar o estado paulista a indenizar as vítimas ou familiares de vítimas decorrentes da violência policial daquela semana.

Um dos relatórios referidos por Elias Rosa é a recomendação da Comissão Especial Crimes de Maio, criada pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, de julho de 2013, para que a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo e o Ministério Público paulista reabrissem os casos, promovessem a busca dos desaparecidos e propusessem a indenização administrativa das famílias. Nenhuma das recomendações foi acatada.

A ação no entanto, não se relaciona com as investigações penais cobradas pelos familiares de vítimas. “A ação não prejudica ações individuais que tenham sido ajuizadas. Se for julgada procedente ela beneficia as demais causas no mesmo sentido”, afirmou Elias Roas. O MP vai solicitar à Defensoria Pública o que ela conseguiu produzir de materiais sobre o caso para anexar na ação coletiva.

A audiência foi convocada pelo Conselho Nacional do Ministério Público em 19 de março. Foram convidados o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o comandante-geral da Polícia Militar, Ricardo Gambaroni, e o delegado-geral da Polícia Civil, Youssef Abou Chahin, e representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do governo federal, entre outras autoridades. Nenhum representante do governo paulista compareceu ou enviou representante.

Para o coordenador do Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais do Conselho Nacional do Ministério Público, Jarbas Soares Júnior, é uma demonstração de descaso. “Convidamos o governo estadual, as polícias, o governo municipal, a Assembleia Legislativa. Não foi por falta de convite que alguma das instituições citadas não está presente”, ironizou.

No entanto, para a coordenadora do movimento de familiares de vítimas da violência do estado Mães de Maio, Débora Maria Silva, a ação anunciada é apenas para desviar a atenção do fato que o MP não cumpriu sua obrigação nas investigações dos crimes. “É uma tentativa de enxugar gelo. O MP já demonstrou sua incapacidade de investigar. Não tem mais o que esperar daqui, queremos a federalização dos ‘crimes de maio’”, defendeu.

As Mães de Maio reivindicam desde 2010 a federalização dos “crimes de maio”, que consistiria em a Polícia Federal e o Ministério Público Federal conduzirem as investigações. “O que aconteceu em São Paulo em 2006 foi crime de lesa-humanidade. Não poderia nunca ser arquivado. Não foram 453, como disse o governo paulista. Em uma semana se matou muito mais do que nos 21 anos de ditadura. Eu ainda enterrei meu filho. Mas muitas mães não os enterraram, eles foram parar em valas de indigentes, estão ‘desaparecidos’”, afirmou Débora.

A militante lembrou dos casos de seu filho, o gari Edson Rogério da Silva, morto em Santos, no dia 16 de maio de 2006, cujo corpo foi exumado, encontraram-se novas provas, mas o caso não foi reaberto. “Meu filho tinha um projétil nas costas. O laudo comprovou isso. Não está saindo da minha boca. Mas o Ministério Público pediu o arquivamento e o Judiciário aceitou. Eu clamo a vocês que não se pode mais ter omissão.”

Para ela, se tivesse havido uma investigação séria em 2006, com a consequente punição aos policiais que realizaram execuções, “não teríamos mães de maio enterrando filhos todos os 365 dias do ano”. “Os crimes de maio têm de ser apurados para que a polícia pare de matar”, completou Débora. O movimento denunciou o caso para a Corte de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 21 de março, e aguarda análise da entidade.

Até hoje, houve apenas uma ação penal referente aos “crimes de maio”, conforme relatou o representante do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), juiz Vítor Frederico Kümpel. “Além desta, dos casos ocorridos em 2006, o TJ-SP teve nove pedidos de indenização. Três foram julgados procedentes, cinco improcedentes e um está em grau de recurso. É muito pouco”, afirmou Kümpel, argumentando que a Justiça não pode ser responsabilizada pela falta de apuração dos crimes.

Tem de ficar claro que quem trabalha no inquérito é a polícia judiciária, o Ministério Público e a Defensoria. O Judiciário é inerte. Ele não pode ir atrás das investigações. Ele só pode receber. Quem arquiva é o MP. É ele quem tem poder sobre o inquérito. O máximo que o juiz pode fazer é pedir mais investigação ao MP”,explicou

Jogue seu Vade Mecum no LIXO | Luiz Flávio Gomes 16

Publicado em 7 de abr de 2015
http://www.aprendadireitopenal.com.br – Jogue seu Vade Mecum no lixo ou veja este vídeo. Nele eu explico algo que se você souber ganhará algumas questões extras em provas e concursos, ou ainda estará à frente em sua carreira profissional. É algo que poucos dão a devida atenção, mas extremamente simples de se praticar. Faça isso ou simplesmente jogue o seu Vade Mecum no lixo.

Major Olímpio, deixe o P ( erda ) D (e ) T ( empo ) – Major Olimpio contraria PDT, que é contra a redução da maioridade penal 29

Após reunião da executiva do PDT, que se colocou FRONTALMENTE contra a redução da maioridade penal, uma das principais bandeiras do Deputado, Major Olimpio diz que não fala mais pelo Partido e mantém suas convicções.

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O Major se elege por qualquer partido.

TEM PROPINA NOS CONTRATOS DE ARMAS ? – Pistolas Taurus apresentam defeitos no mundo inteiro…Policiais operacionais muito reclamam, mas não adotam quaisquer providências contra os fabricantes e contra os órgãos responsáveis pela seleção e aquisição do armamento 108

Armas da polícia têm falhas

Taurus fez recall de armamento das polícias Civil e Militar do Paraná em 2014, mas policiais ainda acusam problemas

  • Diego Ribeiro e Aniele Nascimento

Texto publicado na edição impressa de 01 de março de 2015

Fonte – GAZETA DO POVO

Defeitos registrados na principal arma usada pelas polícias do Paraná, a pistola Taurus PT 840, têm causado receio entre os agentes da segurança pública do estado. Tanto policiais civis quanto militares documentaram problemas recentes, que chegaram a causar recalls em 2014. Uma policial lotada no setor de relações públicas da Polícia Militar foi atingida por um disparo acidental quando deixou cair a arma, acabou ferida no fim do ano passado e se afastou do setor com atestado médico.

No Paraná, a empresa Forjas Taurus fez o recallde 1.200 armas da Polícia Civil em 2014, de acordo com a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições. Nenhum representante da PM quis falar com a reportagem sobre o caso e, apesar dos pedidos, a assessoria da corporação não informou quantas armas foram trocadas nos quartéis.

Outros policiais vivenciaram defeitos diferentes, como dupla alimentação, a chaminé, rajada (veja o que significa cada problema nesta página) e também a perda rápida de eficiência da mola que fica dentro do pente, peça fundamental para recarregar a arma. Embora pareça um tema específico, o assunto torna-se ainda mais relevante quando os gastos do Paraná com compras de armas são apresentadas.

Segundo o site Gestão do Dinheiro Público, entre 2011 e 2014, o Paraná gastou na Taurus R$ 14,9 milhões em compra de armamento (veja o quadro abaixo). Foram compradas mais de sete mil pistolas modelo PT 840, a que apresentou defeito, além de submetralhadoras do mesmo calibre.

Essas falhas também levantam a questão sobre qual a real qualidade dos equipamentos usados por policiais do estado e expõem o quão restrito é o mercado oficial de armas no país. O problema não é apenas paranaense. Em 2013, a Polícia Militar de São Paulo registrou os mesmos problemas e no Rio de Janeiro ocorreu recallsemelhante no ano passado.

A dificuldade de encontrar opções no mercado é tão grande que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição de mais de 50% do capital da empresa Forja Taurus, que era a principal fornecedora de armas das polícias brasileiras, uma das maiores fabricantes do mundo, pela a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC), que produz e comercializa munições no país. O fato foi revelado pelo jornal Valor Econômico na última semana de janeiro.

A única chance para melhorar o armamento das polícias brasileiras seria a importação. Mas, conforme já mostrou reportagem da Gazeta do Povo sobre a falta de munições para treinamentos da polícia em 2013, o recurso é regulamentado pelo Exército, que proíbe caso exista produto similar fabricado no país. Se autorizada, a importação de armas é sobretaxada em 150% do valor por não ser considerado produto essencial.

A empresa Forja Taurus foi procurada, mas informou que não se pronunciará “por questões contratuais”. A Secretaria da Segurança Pública preferiu não comentar o caso.

Vídeo revela defeitos em arma usada pela PM

A Gazeta do Povo teve acesso a dois vídeos de testes de pistola realizados pela Polícia Militar. Em um deles, por exemplo, o ferrolho da pistola cai. Um delegado da Polícia Civil, que falou sob a condição de anonimato, afirmou que a qualidade das pistolas é mediana e que as armas podem colocar em perigo policiais que estão nas ruas. “Teve um caso em que a pistola deu rajada”, diz. A rajada, que dispara dois ou três tiros com o policial apertando o gatilho uma só vez, pode gerar interpretação dúbia em um confronto.

Tecnicamente, o policial está preparado para dar dois tiros, o chamado disparo de defesa. Além disso, qualquer outro defeito durante um confronto, por exemplo, pode deixar o policial ainda mais vulnerável. No caso da Polícia Civil, o principal defeito registrado após recall é a perda de eficiência da mola que auxilia o recarregamento.

Esses problemas fazem com que alguns policiais, principalmente os das equipes de elite, usem pistolas Glock. “A diferença é da Ferrari para o Fusca”, diz um investigador. Como o estado não consegue encontrar uma arma de qualidade melhor no mercado interno, eles compram com recursos pessoais. “Tem muita gente que não confia no armamento fornecido pelo estado”, disse o delegado.

Enquanto os policiais têm usado essas armas, vários criminosos suspeitos de explodir caixas eletrônicos têm usado fuzis.

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Os oficiais do Exército deveriam tomar vergonha na cara e autorizar a importação de armas estrangeiras, pois  somente a livre concorrência é capaz de fortalecer a indústria nacional.

Enquanto Taurus e Imbel monopolizarem o fornecimento de armas para o estado,  jamais contaremos com produtos de excelente qualidade por preços competitivos.

No país da corrupção não é muito difícil crer que autoridades das forças armadas e autoridades policiais andam recebendo propina para aprovação de compras de grandes lotes desses armamentos de duvidosa qualidade.