Arquivo mensal: dezembro 2014
Vaccarezza, o carrasco da PEC 300, é corrupto! 25
Cândido Vaccarezza, ex- líder do Governo na Câmara, aquele que fez de tudo para desfigurar a PEC 300, postergar sua votação, mentir descaradamente ao se vangloriar na campanha eleitoral como o defensor da PEC 300 e depois trair os profissionais de segurança pública, rasgando a fantasia, e se posicionando radicalmente contra a matéria: LADRÃO da Petrobras !
E por isso odeia as Polícias.
Pequena lista de corruptos do esquema Petrobrás 33
Fausto Macedo – Estadão
Ex-diretor citou em delação 28 políticos beneficiários de esquema na Petrobrás
Redação
Paulo Roberto Costa relata em 80 depoimentos relação que inclui ministro e ex-ministros da gestão Dilma Rousseff, governador, ex-governadores e parlamentares; são, ao todo, 10 nomes do PP, 8 do PT, 8 do PMDB, 1 do PSB e 1 do PSDB
Primeiro delator da Lava Jato, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa citou em 80 depoimentos que se estenderam por duas semanas, entre agosto e setembro, uma lista de 28 políticos – que inclui ministro e ex-ministros do governo Dilma Rousseff (PT), deputados, senadores, governador e ex-governadores.
O Estado obteve a lista completa dos citados. A relação inclui ainda parlamentares que integram a base aliada do Palácio do Planalto no Congresso como supostos beneficiários do esquema de corrupção e caixa 2 que se instalou na petrolífera entre 2004 e 2012.
Há nomes que até aqui ainda não haviam sido revelados, como o governador do Acre, Tião Viana (PT), reeleito em 2014, além dos deputados Vander Luiz dos Santos Loubet (PT-MS), Alexandre José dos Santos (PMDB-RJ), Luiz Fernando Faria (PP-MG) e José Otávio Germano (PP-RS). Entre os congressistas, ao todo foram mencionados sete senadores e onze deputados federais.
O perfil da lista reflete o consórcio partidário que mantinha Costa no cargo e contratos bilionários da estatal sob sua tutela – são 8 políticos do PMDB, 10 do PP, 8 do PT, 1 do PSB e 1 do PSDB. Alguns, segundo o ex-diretor de Abastecimento, recebiam repasses com frequência ou valores que chegaram a superar R$ 1 milhão – dinheiro que teria sido usado em campanhas eleitorais. Outros receberam esporadicamente – caso, segundo ele, do ex-senador Sérgio Guerra, que foi presidente nacional do PSDB e em 2009 teria pedido R$ 10 milhões para arquivar uma CPI da Petrobrás no Senado.
Sobre vários políticos, o ex-diretor da estatal apenas mencionou o nome. Não revelou valores que teriam sido distribuídos a eles ou a suas agremiações.
Foram citados os ex-governadores do Rio Sérgio Cabral (PMDB), do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) e de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) – que morreu em um acidente aéreo em 13 de agosto, durante campanha presidencial.
Primeiro escalão. A lista inclui também o ex-ministro Antonio Palocci (PT), que ocupou a Esplanada nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma; os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o atual ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, e ex-ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Mário Negromonte (Cidades).
Os 28 nomes são exclusivamente de políticos que teriam sido beneficiários dos negócios da diretoria de Costa. A Polícia Federal e a Procuradoria da República trabalham com outros nomes de políticos que se relacionavam com os ex-diretores da estatal Renato Duque (Serviços) e Internacional (Nestor Cerveró).
As revelações foram feitas em depoimentos prestados por Costa à força tarefa da Lava Jato e fazem parte do acordo de delação premiada firmado pelo ex-diretor com o Ministério Público Federal em troca de redução da pena. Desde que sua delação foi aceita pelo Supremo Tribunal Federal, ele cumpre prisão em regime domiciliar, no Rio.
Alguns nomes dessa lista também aparecem na relação fornecida pelo doleiro Alberto Youssef, que firmou acordo semelhante – ainda não homologado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve denunciar os envolvidos no esquema de desvios da estatal em fevereiro, quando tem início a nova legislatura (mais informações no texto abaixo).
A delação do ex-diretor da Petrobrás, já homologada pelo Supremo, estava com Janot desde novembro. Ele aguarda o teor do depoimento de Youssef para cruzar os nomes citados, o que deverá ser realizado até o início da próxima legislatura.
Foro. Na troca da composição do Congresso, alguns dos citados perdem foro privilegiado e passam a ser julgados pela Justiça de primeira instância. Por decisão do ministro Teori Zavascki, as investigações permanecem divididas entre a Suprema Corte e a Justiça Federal no Paraná, onde serão investigados os acusados que não têm mandato.
A lista de 28 nomes foi revelada por Costa exclusivamente no âmbito da delação premiada. Como são citados políticos com foro privilegiado, o caso foi parar no STF. Em depoimentos à primeira instância da Justiça Federal, o ex-diretor da Petrobrás não falou de políticos, mas citou que o PP, o PMDB e o PT recebiam de 1% a 3% sobre o valor dos contratos da estatal para abastecer caixa de campanha.
A investigação desvendou uma trama de repasses a políticos na estatal. A Lava Jato foi desencadeada em março e identificou a parceria de Costa com o doleiro Youssef. Na última fase da operação, deflagrada em 14 de novembro, foram presos os principais executivos e dirigentes das maiores empreiteiras do País, todos réus em ações penais por corrupção ativa, lavagem de dinheiro, crimes de cartel e fraudes a licitações. / FAUSTO MACEDO, RICARDO BRANDT, JULIA AFFONSO e FÁBIO FABRINI
Transcrito de o Estado de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.
Novo Código de Processo Civil – Principais mudanças 16
Novo CPC – Principais mudanças
Publicado por Rodrigo Zveibel Goncalves –
O Senado aprovou ontem o texto principal da reforma do Código de Processo Civil. As alterações tem como objetivo dar mais agilidade ao Judiciário. O texto ainda passará por sanção da presidente.
As principais alterações foram:
- Conciliação e Mediação: os Tribunais serão obrigados a criar centros para realização de audiências de conciliação. A audiência de conciliação poderá ser feita em mais de uma sessão e durante a instrução do processo o juiz poderá fazer nova tentativa de conciliação.
- Prazos: a contagem dos prazos será feita apenas em dias úteis e a pedido da OAB serão suspensos os prazos no fim de ano. Os prazos para Recursos serão de 15 dias e somente Embargos de Declaração terá prazo de 5 dias.
- Ordem Cronológica dos Processos: os juízes terão que seguir a ordem cronológica dos processos, evitando, assim, que algum seja esquecido. As prioridades já previstas em lei, como para idosos e portadores de doenças graves, foram mantidas.
- Respeito à jurisprudência: os juízes e tribunais serão obrigados a respeitar julgamentos do STF e STJ. O juiz também poderá arquivar o pedido que contraria a jurisprudência, antes mesmo de analisar.
- Multa: recursos protelatórios serão multados.
- Ações Repetitivas: foi criada uma ferramenta para dar a mesma decisão a milhares de ações iguais, por exemplo, planos de saúde, operadoras de telefonia, bancos, etc., dando mais celeridade aos processos na primeira instância.
- Ações Coletivas: casos que tratem do interesse de um grupo, como vizinhança ou ações de uma empresa, poderão ser convertidos em processo coletivo e a decisão valerá igualmente para todos.
- Posses: nas ocupações de terras e imóveis, o juiz, antes de analisar o pedido de reintegração de posse, deverá realizar audiência de conciliação.
- Ações de Família: guarda de filhos e divórcio terão uma tramitação especial, sempre privilegiando a tentativa de acordo. Poderão ser realizadas várias sessões de conciliação.
- Devedor: poderá ter o nome negativado se não cumprir decisão judicial.
- Os Atos Processuais: o juiz e as partes poderão acordar a respeito dos atos e procedimentos processuais, podendo alterar o tramite do processo.
- Honorários: regula os honorários de sucumbência. Serão devidos honorários advocatícios também na fase de recursos e cria tabela para causas contra o governo.
A expectativa é que as novas regras deem mais celeridade ao judiciário, acabando com o maior problema da Justiça Brasileira: a morosidade!
Futuro Coronel da PM é preso em flagrante por fazer “caixa dois” 43
Tenente é preso por posse de drogas, arma e munições
PM guardava no armário revolver, bombas de gás e balas de borracha
adriane.mendes@jcruzeiro.com.br
O tenente da Polícia Militar Márcio Lopes, 31 anos, foi preso em flagrante acusado de tráfico de drogas, posse de arma e peculato no início da noite de terça-feira, dentro do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I), onde trabalhava desde julho deste ano. Drogas, uma arma e munições, como bombas de gás e balas de borracha, foram encontradas dentro do seu armário, durante checagem de denúncias repassadas pela Corregedoria da instituição. O oficial está no presídio militar Romão Gomes, em São Paulo.
O comandante do 7º Batalhão, tenente-coronel Marco Antonio Ramos, disse ontem durante a coletiva de imprensa de que as denúncias repassadas há uma semana pela Corregedoria davam conta de que o tenente portava objetos ilícitos em seu ambiente de trabalho, sem demais especificações. Na terça-feira, por volta das 18h, quando o oficial entraria em serviço, três capitães se apresentaram e pediram para que ele abrisse seu armário, o que foi feito. Dentro havia 40 gramas de entorpecentes (maconha, crack e cocaína), em porções e frasconetes. Além disso havia um revólver calibre 32 de numeração suprimida, e algumas munições. O Cruzeiro do Sul apurou mais tarde que, além de cartuchos 12, havia cerca de dez granadas para operações de choque, mais conhecidas como bombas de gás, e balas de borracha. Numa vistoria no interior da viatura também teriam sido apreendidas mais balas de borracha.
De acordo com o tenente-coronel Ramos, Márcio Lopes não teria esboçado nenhuma reação e usou seu direito constitucional de falar somente em juízo. O flagrante pela posse de arma foi registrado, ainda na noite de terça-feira, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG), pelo fato de que tal crime é de competência da Justiça Comum. Já os crimes de tráfico de drogas e peculato serão apurados com base nos artigos 290 e 303 do Código Penal Militar. As penas são, respectivamente, de até cinco anos, e variável de três a 15 anos, ambas em regime fechado. O peculato está sendo apurado pelo fato de que toda munição precisa ser devolvida ao término de cada turno de trabalho, não podendo ficar em poder do policial. Além do julgamento pela Justiça Comum (posse de arma) e pela esfera militar (tráfico de drogas e peculato), o tenente Márcio Lopes também deverá sofrer no âmbito administrativo processo exoneratório, que pode determinar sua demissão ou expulsão. No caso de expulsão, há restrições até mesmo para participar de concursos públicos, além do fator moral.
Policial militar desde 2005, e oficial desde 2009 quando se formou pela Academia do Barro Branco, o tenente Márcio Lopes chegou ao 7º Batalhão em julho deste ano, transferido do 5º Batalhão da Polícia Rodoviária de Sorocaba.
O boicote e a agressividade da PM contra jornalistas pesaram na queda de Fernando Grella 30
Grella , ao contrário dos antecessores, será lembrado como um grande Secretário de Segurança.
Insustentável
A violência de Policiais Militares contra jornalistas , segundo o sindicato dos jornalistas, atingiu um nível insustentável. A gota d´água foi o episódio que envolveu o repórter do Jornal Lance!, Bruno Cassucci de Almeida, que após o jogo na Vila Belmiro, cidade de Santos, estava registrando a intervenção da PM em um confronto entre torcedores, quando foi abordado por um policial que o mandou deixar de fazer a cobertura.
Sob a mira de um revólver, recebeu uma revista agressiva, teve todas as imagens registradas apagadas e ainda foi agredido no rosto. Para piorar, momentos depois da agressão, um policial se colocou entre o jornalista e a parede, pegou uma bomba de efeito moral, puxou sua calça e colocou o artefato dentro dela em um ato, atitude que além de humilhante, pode ser classificada como tortura e maus-tratos.
Retaliação
Como os protestos e requerimentos formais dos jornalistas de nada adiantaram para modificar o procedimento da PM em relação aos profissionais que tentam dar cobertura a situações de conflitos como passeatas, briga de torcidas, invasões, reintegrações; etc. , a retaliação veio por meio da abordagem cada vez mais negativa dos órgãos policiais do estado e dos resultados cada vez piores da política de segurança do governador Geraldo Alckmin. Grande parcela dos profissionais de imprensa são sindicalizados; o sindicato é ligado a CUT, que é braço do PT.
Boicote
Por outro lado, Fernando Grella, mais afável com a Polícia Civil do que o antecessor para a qual concedia privilégios na visão turva e ciumenta de grupos de oficiais – há muito tempo vinha sendo flagrantemente boicotado pela Polícia Militar que , durante as eleições , se bandeou para o concorrente Skaff.
Enfim, governo novo, ano novo e vida nova!
Uma coisa é certa, Fernando Grella Vieira foi um Secretário que merece todo o respeito da Polícia Civil; não fez mais porque não pode .
Ao contrário dos antecessores, será historicamente lembrado por algumas conquistas das carreiras.
Deixará saudades!
Polícia de SP tem que se adaptar, diz novo secretário da Segurança Pública 70
Polícia de SP tem que se adaptar, diz novo secretário da Segurança Pública
18/12/2014 02h00
Uma das bandeiras do novo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, será a aplicação de penas mais duras para adolescentes que cometerem crimes graves.
Moraes diz que “a polícia tem que se adaptar” a uma nova lógica de roubos, que estão espalhados, e não concentrados só em bairros ricos.
| Fabio Braga/Folhapress | ||
![]() |
||
| O secretário Alexandre de Moraes, que defende pena mais dura para adolescentes infratores |
*
Leia trechos da entrevista dele à Folha:
Folha – O sr. é favorável ao aumento da internação de menores que cometerem crimes graves. Como poderá influenciar o Congresso?
Alexandre de Moraes – O projeto [elaborado em 2004 e apresentado a Alckmin] previa até dez anos de internação e, no caso de reincidência, até 15 anos. Hoje, o máximo permitido é três anos. Quando [o infrator] chegar a 18 anos, vai para o sistema prisional, mas para uma ala separada daqueles que foram condenados quando já eram maiores de idade. No ano passado, o governador fez uma revisão do projeto: o tempo máximo de internação passaria para oito anos. A fórmula do ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente] era boa, mas está ultrapassada.
Como fazer isso?
Isso é um trabalho político não só no Congresso, mas junto ao Ministério da Justiça. Eu tenho um bom relacionamento com o ministro José Eduardo [Cardozo]. Conseguindo que o ministério encampe, é mais fácil.
O sr. diz que os Estados podem criar leis próprias para a segurança. Que projetos acha interessantes para São Paulo?
Ministério Público e Judiciário têm que se envolver mais em segurança. É possível criar um sistema de inteligência ligando polícia, Ministério Público e Judiciário por meio de lei estadual. Um exemplo é a criação de varas especializadas só para [julgar] crime organizado, para dar resposta imediata à sociedade. É o crime organizado com o tráfico de drogas que giram todo o resto.
Quando o sr. diz crime organizado, refere-se ao PCC?
Eu uso crime organizado, eu não uso sigla.
O sr. já tem alguma proposta específica para tentar frear o aumento de roubos?
Preciso ver os dados [da secretaria]. Os dados que sei são os que a imprensa passa. Por que o crime contra o patrimônio aumentou? Porque aumentou o patrimônio. Isso é uma questão sociológica que não tem sido analisada. A partir do momento em que se colocam 30 milhões de pessoas na classe média, elas começam a consumir mais e viram alvo potencial de crimes contra o patrimônio. Tradicionalmente, o policiamento ostensivo contra roubos se faz nos bairros em que as pessoas têm condição melhor de vida. Hoje não dá para fazer essa lógica.
O Campo Limpo [periferia, na zona sul de São Paulo] é o distrito com mais roubos hoje.
Porque hoje as pessoas compraram celular, carro financiado, e o patrimônio está muito mais difuso. A polícia tem que se adaptar a essa situação, não dá mais para fazer aquela concentração [em bairros ricos]. Tem que ter uma adaptação.
–
RAIO-X
FORMAÇÃO
– Advogado, é graduado pela faculdade de direito da USP e doutor em direito do Estado. Livre-docência em Direito Constitucional pela USP
ATUAÇÃO
– Professor da faculdade de direito da USP, da Universidade Mackenzie, da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo e da Escola Paulista da Magistratura
– Promotor (1991-2002)
– Secretário de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania (2002-2005) – gestão Alckmin
– Membro do Conselho Nacional de Justiça (2005-2007)
– Secretário municipal de Transportes de São Paulo (2007-2010) – gestão Kassab
– Secretário municipal de Serviços de São Paulo (2009-2010) – gestão Kassab
André Dahmer sob ameaça de perder o cargo de delegado por supostas fraudes em licitações no DIPOL busca antecipar aposentadoria 28
Fica André, a Polícia Civil precisa de delegados como você!
Ainda é muito jovem para vestir o pijama.
Processo:
1048605-10.2014.8.26.0053
Classe:Mandado de Segurança
Área: Cível
Assunto:Aposentadoria
Distribuição:
Livre – 18/11/2014 às 18:25
14ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes
Juiz:
Randolfo Ferraz de Campos
Valor da ação:
R$ 1.000,00
Imptte: André Dahmer
| Petição Juntada Nº Protocolo: WFPA.14.70039732-2 Tipo da Petição: Petição Intermediária Data: 02/12/2014 11:21 |
||
| 02/12/2014 | Mandado Juntado | |
| 02/12/2014 | Mandado Juntado | |
| 27/11/2014 | Certidão de Publicação Expedida Relação :0276/2014 Data da Disponibilização: 27/11/2014 Data da Publicação: 28/11/2014 Número do Diário: Página: |
|
| 26/11/2014 | Remetido ao DJE Relação: 0276/2014 Teor do ato: Vistos. Defiro a liminar para o fim pleiteado (fls. 25, item “a)) e considerando o teor do art. 5º, XXXIII e XXXIV, da Lei Magna Federal, c.c. art. 114 da Lei Magna do Estado de São Paulo, pois há vários meses (março de 2013; fls. 41) solicitou a patte impetrante a emissão da certidão de tempo de contribuição com sua ratificação, sem resposta definitiva a seu respeito, fato este que lhe está a postergar eventual concessão da aposentadoria ou de abono de permanência com evidentes prejuízos de ordens variadas. A certidão deverá ser expedida e ratificada em até dez dias úteis. Notifique-se e intime-se para que se prestem informações no prazo legal e para cumprimento deste decisum, observadas as cautelas de praxe. Cientifique-se a FESP. Quanto ao pedido feito a fls. 26, item “a”, extingo o processo (primeiro, porque a SPPrev nem integra a relação processual por seu Diretor Presidente e segundo, porque ainda não há ato coator que lhe seja pertinente, sequer se tendo emitido ato administrativo contrário à aposentação da parte impetrante como por ela é postulada). Oportunamente, ao Ministério Público. |
Luiz Flávio Gomes – Ninguém pode ser perdoado sem que se restitua o “roubado” 5
Publicado por Luiz Flávio Gomes –
Uma das provas de que nossas instituições estão anquilosadas reside no fato de que o Brasil repatriou, até aqui, pouco mais de 1% do dinheiro dos cleptocratas “corruptos” que aqui conseguiram fazer fortuna, se apropriando do alheio, levando (ou lavando) seus recursos para bancos no exterior (bancos esses que fazem parte de toda a engrenagem da corrupção mundial, na medida em que coloca no mercado financeiro legalizado, dando aparência de licitude, aquilo que tem origem suja, criminosa). Os dados são do delegado Ricardo Andrade Saadi, o diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça, que coloca em dúvida a capacidade de o Brasil recuperar o dinheiro desviado e identificado na Operação Lava Jato no curto ou médio prazo (Estadão).
A “salvação [espiritual, como escreveu Padre Antonio Vieira; da nação, dir-se-ia em termos profanos e político-sociais] não será possível sem se perdoar o pecado e o pecado não pode ser perdoado sem que se restitua o roubado”. Que bom princípio seria (diante do escândalo da Petrobras), se começássemos por fazer com que tudo que foi roubado do patrimônio público fosse restituído pelos ladrões. Quem se enriquece indevidamente (se apropriando de bens alheios) deve ser privado do próprio. Concordo plenamente com o Papa Francisco quando disse que não basta “aos políticos, empresários e religiosos corruptos pedir perdão; eles devem ‘devolver’ à comunidade o que roubaram; os políticos corruptos, os empresários corruptos, os sacerdotes corruptos prejudicam os mais pobres; são os pobres que pagam as festas dos corruptos; são eles que pagam a conta”. E como pagam essa conta? Pagam, diz o papa, quando o dinheiro da corrupção faz com que falte aos pobres, por exemplo, hospitais e escolas dignas. Poderia ser mais claro (indaga o jornalista Juan Arias, doEl País)?

Com base nos viciados costumes sociais, políticos e mercantilistas tradicionais na nossa história, a sensação nítida que brilha como o sol do meio dia é a de que alguns donos do poder (plutocratas) concederam a si mesmos a liberdade impudica e despudorada para roubar impunemente (para praticar a cleptocracia). Por roubar, em sentido amplo, devemos compreender o corromper (e ser corrompido), o furtar, o extorquir, o parasitar, o se enriquecer ilicitamente etc. Em lugar da moral, prudência, moderação, trabalho, estudo, aplicação, dedicação e afinco (qualidades que constroem as boas e saudáveis sociedades), toda nossa história está paradigmaticamente marcada pela corrupção, temeridade, intemperança, ociosidade, ignorância, parasitismo, dissipação, ladroagem e degeneração.
Costumamos atribuir esses deploráveis vícios somente à política e aos políticos, porém, verdade seja dita, da arena política essas máculas saltaram também para as relações sociais (para a sociedade civil) e empresariais. Na verdade, há aqui um canal de dupla via, porque muitas vezes o desencadeador do malfeito é o particular ou a empresa, que acaba contagiando o mundo político (formando com ele uma simbiose maligna). De qualquer modo, não há como não reconhecer a singularidade cleptocrata do mundo político (feitas as ressalvas devidas), posto que autor privilegiado do extravasamento exuberante de todos os vícios citados, porque (ao longo da história) habituados à falsificação de atas e de urnas, à fraude da lei, às artificiosidades das chicanas judiciais, à traição dos amigos, à renegação dos princípios, ao rebaixamento dos níveis mínimos das posturas éticas, ao aviltamento dos costumes, resumindo toda a moral no triunfo e no bom êxito eleitoral, que se transformou de meio em fim (veja Jornal de Timon, de João Francisco Lisboa, p. 309-10).
Saiba mais
A cleptocracia indecorosa e degradante que assinala, tal como marca de ferro na testa, a vida política brasileira, irrigada pela infindável falta de escrúpulos de alguns mancomunados agentes econômicos e financeiros, conta com fronteiras cinzentas, surpreendendo a cada dia no avanço dos seus horizontes: os vícios e os crimes têm se multiplicado de uma forma espantosa e abominável, eliminando-se todo tipo de discernimento entre o lícito e o ilícito, entre o justo e o injusto, entre o moral e o imoral, tudo como fruto de um embotamento ético assaz preocupante. De vez em quando, particularmente quando o desvio do dinheiro público ganha dimensão estratosférica, quando se torna ostensivo ou abusivamente excessivo, o esquema adredemente planejado (de imunidade dos donos do poder) foge do controle. É nesse momento que as instituições brasileiras apresentam algum seletivo êxito (que acaba perdendo sua força inibitória quando visto no contexto geral da história).
Quando o malfeito é descoberto, toda a cumplicidade criminosa entre os partidos, os políticos, os altos executivos das empresas e o mundo empresarial-financeiro é posta em xeque. A moda do momento é romper o silêncio conivente por meio da delaçãopremiada que, de sobra, está sendo utilizada pelo poder punitivo para a restituição do dinheiro desviado (ou parte dele). Todos os seus resultados práticos são relevantes (quando produzidos dentro do Estado de Direito), mas especial atenção deve merecer a restituição do “roubado”. Quem se apropria do alheio deve ser privado do próprio (já dizia Beccaria, em 1764 – veja nosso livro Beccaria 250 anos, Saraiva -, que sinaliza e benfazeja a pena de empobrecimento como adequada para essas situações).
Quem desse tema também cuidou com acuidade invejável, no entanto, foi o Padre Antônio Vieira (1608-1697), autor de uma vastíssima obra moral-religiosa, de notável e distinguido cunho crítico. No seu festejado Sermão do Bom Ladrão, o autor nos deixou como legado um veemente discurso a respeito da ladroagem que grassava no Brasil do seu tempo (e que não se arrefeceu com o passar dos tempos). Para ele o ladrão que tem bens com que restituir o que roubou (como é o caso de todos aqueles que possuem contas bancárias na Suíça, por exemplo), toda a sua fé e toda a sua penitência não bastam para o salvar (espiritualmente), se não restituir. Recorda P. Antônio Vieira (segundo sua lógica moralista-religiosa) que nem mesmo Cristo, na cruz, prometeria o Paraíso ao ladrão sem que restituísse (podendo) o que surrupiou. Cristo, para Dimas, disse: Hoje serás comigo no Paraíso. Para Zaqueu afirmou: Hoje entrou a salvação nesta tua casa. A salvação do ladrão Dimas foi instantânea; a do larápio Zaqueu foi adiada. Qual a diferença?
P. Antônio Vieira explica: “Dimas era ladrão pobre e não tinha com que restituir o que roubara; Zaqueu era ladrão rico, e tinha muito com que restituir; Dimas era ladrão condenado, e se ele fora rico, claro está que não havia de chegar à forca; porém Zaqueu era ladrão tolerado, e a sua mesma riqueza era a imunidade que tinha para roubar sem castigo, e ainda sem culpa” (Sermão do Bom Ladrão, p. 27). Zaqueu somente foi perdoado quando prometeu restituir o roubado em quádruplo. Moral da história: “A salvação [do ladrão rico] não pode entrar [não pode acontecer] sem se perdoar o pecado, e o pecado não se pode perdoar sem se restituir o roubado”.
Como bem ponderou o Papa Francisco, já não é suficiente (aos católicos/crentes) pedir o perdão. É indispensável devolver o que foi “roubado”. Eu iria mais longe: além disso, ainda deveríamos tirar algo mais do corrupto, mais do que a devolução do “roubado”: temos que instituir a pena de empobrecimento que vai além da restituição (proporcional aos danos sociais causados para a comunidade). Por que a Justiça humana (civil) não faz isso? Por que não luta pelo empobrecimento do corrupto (incluindo muitos políticos) e dos corruptores (em geral agentes econômicos e financeiros)? Porque continuamos apegados a uma ideologia equivocada que acredita que a pena de prisão seja a solução para o problema de toda a criminalidade. Na verdade, acreditamos que cada crime merece um tipo de pena. No caso da corrupção, jamais a cadeia é a medida mais adequada (ressalvados casos de necessidade cautelar), sim, o empobrecimento (do corrupto e do corruptor).
O que está ocorrendo hoje? O corrupto e, eventualmente, o corruptor vão para a cadeia, cumpre um período de pena e saem ricos (com todas as suas contas na Suíça, que é o maior paraíso da lavagem de dinheiro no planeta). Juan Arias (no El País) escreveu: “o que os pobres [e os que não fazem parte da cleptocracia] mais criticam, é os condenados por corrupção nunca devolverem o que roubaram; os brasileiros são muito sensíveis a essa questão. Têm uma noção clara não só da forte impunidade vigente num país em que os corruptos são quase sempre absolvidos, mas também que aqueles que se apossaram ilicitamente do dinheiro público nunca serão destituídos de seus bens”. A quantidade de políticos presos nos últimos meses por corrupção ou desvio do dinheiro público para a compra de políticos venais é enorme (o prefeito de Veneza e outros 30 políticos, Berlusconi na Itália, vários políticos do PT no Brasil etc.). Mas isso não se traduz na quebra da crença generalizada de que os corruptos nunca (ou quase nunca) restituem o roubado.
Juan Arias (El País) completou: “O mundo de hoje necessita com urgência de vozes que falem sem diplomacia e com autoridade moral, como a do papa Francisco, capazes de interpretar não só a angústia daqueles que habitam o mundo da pobreza, que são metade da Humanidade, mas também os seus anseios por justiça, uma justiça que não discrimine, que se despoje de seu pecado de impunidade para os poderosos corruptos e que obrigue os que se enriqueceram ilegalmente a devolver o que não lhes pertence se quiserem ser absolvidos pela sociedade, que é o verdadeiro coração da política”.
P. S. Participe do nosso movimento fim da reeleição (veja fimdopoliticoprofissional. Com. Br). Baixe o formulário e colete assinaturas. Avante!
DG, DHPP e CORREGEDORIA não mudam! 23
Enviado em 17/12/2014 as 16:15 – medonhoDG, DHPP e CORREGEDORIA não mudam!
A princípio só definido que muda DECAP, DEIC e DEMACRO. Interior e outros cabides como DPPC, DAP, DIRD, etc, ainda não definidos.
Alexandre de Moraes já chega mostrando bom senso em não necessariamente ter que mudar o que está funcionando ou que pelo menos é o menos pior dos últimos 20 anos.
BOMBA – Youssef delatou delegados e oficiais da PM – O futuro Delegado Geral poderá estar na lista da Lava Jato 18
Já uma outra parte está mais tensa ainda com o que pode vir da delação premiada de Alberto Youssef.
Diante da apreensão de toda a contabilidade de suas operações ilícitas, ele entregou os nomes dos delegados e comandantes que lavavam dinheiro com ele.
Quando isso acontecer, pode ser que delegados e comandantes recém nomeados se vejam no alvo da operação Lava Jato. Não terão nem tempo de esquentar a cadeira.
Até lá muita gente não dormirá tranquila , nem festejará Natal e Ano Novo.
Todos correndo aos paraísos fiscais tentando esconder os milhões de dólares arrecadados em propinas e superfaturamento de licitações.
Quem viver verá!
DANÇA DAS CADEIRAS : quem será o futuro Delegado Geral e novos Diretores da Polícia Civil ? 86
Muda ou não muda ?
Façam as suas apostas!
Alckmin anuncia Alexandre de Moraes na Segurança Pública 31
Novo secretário de segurança de SP promete foco em redução de roubos
17/12/2014 09h50
O novo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quarta-feira (17) que os focos principais de sua gestão à frente da pasta serão a redução dos atuais índices de roubos e o combate ao crime organizado.
Em anúncio como novo titular da pasta, informação antecipada pela Folha, ele afirmou que pretende aumentar a interlocução da administração estadual com os governos federal e municipais na segurança pública e investir na área de inteligência policial.
“A maior interlocução das Polícias Militar e Civil com o Ministério Público e com o Poder Judiciário é importante para um combate efetivo ao crime organizado”, afirmou.
O novo secretário defendeu ainda que São Paulo tenha uma legislação própria na Segurança Pública. Segundo ele, a STF, em julgamento recente, abriu o precedente das Assembleias Legislativas legislaram sobre medidas relacionadas à área.
“Nós vamos apresentar ao governador [sugestão] para ele explorar essa possibilidade junto à Assembleia Legislativa de São Paulo para trazer um conjunto de mecanismos de combate à criminalidade, nos moldes do que foi feito na Europa”, disse.
Moraes também disse ser favorável ao veto pelo governador de projeto de lei, aprovado na Assembleia Legislativa, que proíbe o uso de bala de borracha pela Polícia Militar em manifestações populares.
Ele afirmou que o que deve ser coibido é o mau uso da bala de borracha e defendeu punição ao agente de segurança que utilizá-la de maneira equivocada.
” O tema em si é absolutamente legal. O que deve ser coibida é a má utilização da bala de borracha, assim como a má utilização da arma letal”, disse. “[A bala de borracha] é um instrumento de segurança pública que deve ser bem utilizado”, acrescentou.
Moraes foi secretário de Justiça de Alckmin no mandato anterior, indicado pelo então PFL. Também foi secretário municipal de São Paulo de Transportes e Serviços, na gestão de Gilberto Kassab, mas rompeu com o prefeito e deixou o DEM (partido que substituiu o PFL).
| Juca Varella – 11.nov.2013/Folhapress | ||
![]() |
||
| O novo secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes |
Ele faz parte de cota pessoal de Geraldo Alckmin. No caso do cartel do Metrô e da CPTM, defendeu o deputado Rodrigo Garcia (DEM), então secretário do Desenvolvimento Econômico.
Segundo interlocutores, Moraes estava inicialmente resistente a integrar o secretariado por causa das atividades com o escritório de advocacia.
De acordo com pessoas próximas ao governador, a boa relação de Alckmin e Moraes construída no período anterior se manteve mesmo com o ex-secretário fora do governo. O tucano costumava consultá-lo informalmente para assuntos jurídicos e relativos à segurança.
Na avaliação de interlocutores do governador, Alckmin tenta colocar na pasta alguém “mais dinâmico” que Grella.
A mudança teria como objetivo reduzir o número de roubos na cidade de São Paulo, que cresce há 17 meses na comparação com o ano passado.
O atual titular do cargo, Fernando Grella, confirmou que foi convidado para assumir a Secretaria da Justiça, mas disse que recusou a proposta. “Eu fui convidado, agradeci, mas vou retornar ao Ministério Público”, alegou Grella. Ele ainda disse garantir que os índices de roubos cairão a partir do mês que vem.
NOVO MANDATO
Essa é a sexta substituição anunciada por Alckmin para o secretariado de seu novo mandato.
Na semana passada, o governador definiu novos nomes para as pastas de Recursos Hídricos e Fazenda.
Na segunda (15), o tucano anunciou a recriação da Secretaria de Governo e a extinção da pasta de Gestão. Definiu também o retorno de Edson Aparecido, que trabalhou na campanha eleitoral, para a Casa Civil.
Seu vice-governador, Márcio França (PSB), foi anunciado secretário de Desenvolvimento nesta terça (16).
–
DANÇA DAS CADEIRAS EM SÃO PAULO
RECURSOS HÍDRICOS
- SAI: Mauro Arce
- ENTRA: Benedito Braga, presidente do Conselho Mundial das Águas e professor da USP
FAZENDA
- SAI: Andrea Calabi
- ENTRA: Renato Villela, ex-secretário da Fazenda do Rio de Janeiro na gestão Sérgio Cabral (PMDB)
GOVERNO (nova)
- ENTRA: Saulo de Castro, que ocupava a Casa Civil
CASA CIVIL
- SAI: Saulo de Castro
- ENTRA: Edson Aparecido, deputado federal do PSDB que ocupava a pasta antes das eleições
DESENVOLVIMENTO
- SAI: Nelson Baeta
- ENTRA: Márcio França (PSB), vice-governador a partir de 2015
SEGURANÇA PÚBLICA
- SAI: Fernando Grella
- ENTRA: Antonio de Moraes, ex-secretário municipal de Transportes na gestão Kassab (PSD)
Câmara aprova aposentadoria integral por invalidez a servidor 13
16/12/2014 19h02
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) uma proposta de mudança na Constituição para estabelecer que servidores públicos aposentados por invalidez terão direito ao benefício integral, independentemente do motivo.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) foi aprovada por unanimidade, com apoio de 398 deputado, e segue para análise do Senado.
Se for transformada em lei, a medida valerá para os servidores civis da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Para evitar uma derrota e impacto financeiro, o Palácio do Planalto mobilizou a base aliada para alterar o texto, evitando a interpretação da possibilidade de pagamento retroativo.
Atualmente, a Constituição prevê proporcionalidade ao tempo de contribuição na aposentadoria por invalidez em todos os casos, exceto no acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável prevista em lei, como hanseníase, paralisia irreversível e mal de Parkinson.
Pela proposta de autoria da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), a invalidez gerada por acidentes domésticos, por exemplo, permitirá ao servidor se aposentar com proventos integrais, calculados na forma da lei, em vez de proporcionalmente ao tempo de contribuição.
Assim, um servidor recém-ingresso que se aposentar por invalidez terá como base a remuneração atual, em vez da proporção das contribuições feitas à Previdência Social, seja o INSS ou o regime próprio.
A PEC estabelece que todo servidor público empossado antes de 31 de dezembro de 2003 receba seu salário integral caso se aposente por invalidez.
Os servidores que ingressaram a partir de 2004 no serviço público terão direito a proventos resultantes da média aritmética de 80% dos salários recebidos desde julho de 1994 – ainda que este período inclua trabalho no setor privado.
Estamos muito bem: Policiais civis roubam os cofres, policiais militares os caixas; os políticos todo o tesouro da nação 51
PMs são presos suspeitos de envolvimento com explosão de caixas
16/12/2014 05h47
Dois policiais militares e um homem foram presos sob suspeita de envolvimento com uma quadrilha que explodia e roubava caixas eletrônicos, em São Paulo, na noite de segunda-feira (15).
A investigação, que envolveu a Corregedoria da Polícia Militar e o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), começou em abril deste ano.
Segundo o Deic, os policiais presos monitoravam a comunicação do rádio da PM durante as ações da quadrilha e avisava os comparsas para que fugissem antes da chegada da polícia. A quadrilha também roubava casas.
Os dois policiais presos serão transferidos ao Presídio Romão Gomes. O terceiro suspeito preso será levado ao Centro de Detenção Provisória de Pinheiros.
A polícia investiga se outros policiais militares tem envolvimento com a quadrilha.









