Tiros que mataram professor em assalto partiram de bandidos 30

Publicado em 01/03/2014
A análise preliminar é do médico legista. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.uol.com.br .

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Edição de luís Evangelista

Um Comentário

  1. Quem atirou eu nao sei, mas eu sei que todo mundo do Decap se fudeu muito neste carnaval. Todos os carreiras jurídicas titulares fazendo ronda, suspenderam de maneira oculta o ponto facultativo, ou seja: policial na visão da cúpula tem mais que se fuder e acompanhar seus amigos na praia pelo facebook, ou quem sabe a patroa sozinha com os filhos longe de casa.

    Deus nos proteja dos “ricardoes”.

    Kkkkkkkkkkk

    Parabéns.

    E que venha a Páscoa, copa do mundo, Natal , ano novo.

    Churrasco agora só curtindo pelo facebook.

    Kkkkk

    Cada vez mais animado e entusiasmado para atender a população.

    É assim q se administra.

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  2. É, devem ser bandidos portugueses, pois se pegaram o professor para ser usado como escudo humano, eles iriam matar o cara para quê? Para poderem ser mortos mais rápido?

    Vou fingir que acredito nessa versão, do mesmo jeito que acredito que um dia o Governo irá valorizar os policiais civis!

    Bom Carnaval para todos!

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  3. CARREIRA JURÍDICA DE VERDADE MESMO É A DOS DEFENSORES PÚBLICOS QUE JÁ INICIAM COM 18 MIL.
    E É PRA SOLTAR BANDIDO PRA FERRAR UM POOUCO MAIS COM A SOCIEDADE

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  4. PAGO OS SINDICATOS PARA ME REPRESENTAREM E PRESSIONAR O GOVERNO, E NEM EM PLENO ANO DE COPA DO MUNDO E ELEIÇÕES, ESSES INCOMPETENTES FAZEM ISSO, É HORA DE AGIR, É HORA DE ENTRARMOS EM GREVE, É HORA DE POR ESSES SINDICATOS PARA TRABALHAR.

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  5. É, devem ser bandidos portugueses, pois se pegaram o professor para ser usado como escudo humano, eles iriam matar o cara para quê? Para poderem ser mortos mais rápido?

    Oxê, se o refém reagir eles metem bala mesmo, estranho seria se não matassem, no mais, pouco importa quem matou, vão colocar no cu da policia de qualquer jeito mesmo

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  6. A vítiam moreeu… quem matou? aculpra será da polícia, pela ação ou pela omissão…
    .
    é fato ! tem razão o pré comentarista !

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  7. boataria da conta que o diretor do decap não comera ovo de pascoa!!Ja vai tarde!!Com esse seu plano mirabolante!!Só acabou de arrombar a porta ja escancarada do decap

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  8. Caro colega Justo, essa estória é velha, já diziam que não comeria nozes no Natal passado. Passou da hora de colocar alguém aqui no Decap que tenha, além de competencia, peito prá fazer as coisas como devem ser feitas e não como seus superiores mandam fazer. Alguém que realmente conheça o Decap como ele está hoje, sabendo então de que forma irá consertá-lo, fazendo isso aqui funcionar de verdade , sem sobrecarregar gente e delegacias em benefício de outras. Ou contrata, ou desloca de outros departamentos, mas chegaaaaaaa!!!! Delegacias isoladas, fechadas à noite, feriado e finais de semana com dois colegas tomando conta de tudo que existe numa, arriscando a vida ou o emprego com uma responsabilidade dessa natureza , não dá!!! Existem delegacias que deveriam ser extintas, área pequena com baixa incidencia de crimes,com ou sem equipe, manter prá que??????

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  9. Depois da morte da família Pesseghini (marido e mulher PMs e as tias) pelo próprio filho e o consequente suicídio, dizer mais o quê? São Paulo é um estado independente dentro do Brasil.

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  10. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Senhores

    Alguém se lembra de uma moça chamada “SUZANE RICHTHOFEN??

    C.A.

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  11. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Pertencia a uma antiga família nobre da Alemanha: os von Richthofen. Sendo através de seu pai, seu ramo teria perdido muitas de suas posses e influência, em decorrência da queda do Império Alemão em 1918, e principalmente por causa da grande participação da sua nação na Primeira Guerra (1914-1918) e Segunda Guerra Mundiais (1939-1945). Mudou-se para o Brasil após um convite de trabalho.
    Corrupção[editar | editar código-fonte]
    O Ministério Público Estadual reabriu as investigações sobre o espólio e um possível enriquecimento ilícito de Manfred com as obras do Rodoanel. A investigação havia sido arquivada e foi reaberta no final de julho de 2006. Isso porque, o Ministério Público recebeu anonimamente documentos sobre a movimentação de uma empresa de engenharia em São Paulo, de nome M.A.V.R. Engenharia, registrada em nome de Manfred Albert von Richthofen. A sede da M.A.V.R. fica próxima à casa da família von Richthofen. A mesma documentação trouxe dois números de contas com depósitos em dinheiro na Europa. Manfred também foi diretor do Dersa, empresa do governo do estado de São Paulo responsável pelo Rodoanel, uma das maiores obras viárias dos últimos anos, naquele estado. A promotora Ana Maria Aiello, responsável pelas investigações, não quis revelar mais detalhes. O inquérito correu sob segredo de Justiça, mas foi arquivado por falta de provas. As contas em um banco suíço, com cerca de 30 milhões de euros pertencem a sua filha, Suzane.2 3
    Morte[editar | editar código-fonte]
    Manfred morreu no dia 31 de outubro de 2002 aos 49 anos de idade ao ser golpeado com uma barra de ferro pelo namorado de sua filha, Suzane, enquanto dormia. A esposa também foi morta na mesma ocasião, originando o Caso Richthofen. Ambos foram sepultados no dia 1 de novembro de 2002, no cemitério Redentor, na zona oeste de São Paulo.
    Família Richthofen[editar | editar código-fonte]
    Manfred conheceu Marísia Abdalla, estudante de medicina de ascendência portuguesa e libanesa, na década de 1970 na Universidade de São Paulo. O casal, descrito como muito discretos, tiveram dois filhos, Suzane Louise Von Richthofen (São Paulo, 4 de novembro de 1983) e Andreas Albert von Richthofen (São Paulo, 26 de abril de 1987). Foi divulgado amplamente na imprensa brasileira o fato de que Manfred era sobrinho-neto do piloto Manfred von Richthofen, mais conhecido como o Barão Vermelho. A famosa família aristocrata Richthofen da Alemanha possuiu vários membros ilustres em contexto mundial. Entre os parentes da família brasileira estão: Ferdinand von Richthofen (geógrafo, 1833-1905); Oswald von Richthofen (diplomata, 1847-1906); Else von Richthofen (cientista política, 1874-1973); Frieda von Richthofen (filosofa, 1879-1956); Manfred von Richthofen (aviador, 1892-1918); Lothar von Richthofen (aviador, 1894-1922); (Bolko von Richthofen (arqueologista, 1899-1983); Hermann von Richthofen (diplomata, 1933).4 5

    OS SENHORES LERAM DIREITINHO???

    C.A.

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  12. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Calma senhores, vivemos no mundo da AÇÃO e REAÇÃO….por enquanto, nós sofremos a ação…a reação vem…..
    O problema é quando….

    C.A.

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  13. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Alguém sabe explicar, como uma moça que nunca trabalhou pode possuir uma conta gorda destas?

    C.A.

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  14. Marcos Simões:

    CASO PESSEGHIINI

    Sanguinetti contesta versão da PM no caso dos Pesseghini
    “A lamentar que há um esforço de encerrar o caso, atribuindo culpa ao menor. Quais interesses seriam atendidos. Por quê?”

    O médico legista Sanguinetti, que contesta a versão da PM para o caso do assassinato da família Pesseghini.
    O médico legista George Sanguinetti teve acesso aos laudos da investigação do caso da família Pesseghini, do casal de PMs assassinados, e não acredita na versão da PM de São Paulo. Para Sanguinetti o filho do casal de Pms da família assassinada, Marcelo Pesseghini, não se matou, foi assassinado. Segundo ele disse à nossa reportagem, “nenhum elemento técnico permite atribuir autoria ao menor”, que é o que a PM afirma ter acontecido.

    Há problemas também nos laudos das outras vítimas, os pais de Marcelo, ambos da PM, além da avó e uma tia-avó. A conclusão do laudo das quatro vítimas diz que “ a hipótese mais plausível é a que o garoto matou a família e depois tenha cometido suicídio”. Sanguinetti aponta que “O laudo pericial deve ser conclusivo. Não pode constar como neste, nos parece, acreditamos e concluir com hipótese, que é uma possibilidade”.

    E diz, ainda, que “os laudos necroscópicos são falhos na confecção, desobedecem a metodologia, omitem a discussão, parte obrigatória do laudo ondo os peritos tecem considerações sobre oa achados, dos elementos que embasam a conclusão”.

    A mãe de Marcelo, Andreia Pesseghini, havia denunciado colegas por participação em roubos de caixas eletrônicos. Sanguinetti acredita que a polícia quer encerrar o caso. E aponta que a distensão na mão de Marcelo não pode ser atribuída a um tiro com uma ponto 40. “Isto não existe. É só ouvir instrutor de tiro, oficial,etc.”

    Para ele as lesões provam que Marcelo foi assassinado. “Aguardo o laudo do menor Marcelo para verificar se colocaram as lesões de defesa ou se omitiram. As lesões de defesa são provas de que foi vítima de homicídio.”

    E completa: “A lamentar que há um esforço de encerrar o caso, atribuindo culpa ao menor. Quais interesses seriam atendidos. Por quê?”

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  15. Marcos Simões:

    a “Corregedoria PM” calou o Tenente-coronel Wagner Dimas, logo depois da “coincidente” transferência do Capitão Fábio Paganotto (da 1ª Cia do mesmo Batalhão do Cb Andréia).

    Outro caso semelhante: a quem não interessava o retorno do Soldado Júlio César Lima do Nascimento ao CONDEPE?

    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=5&cad=rja&ved=0CEUQuAIwBA&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DH8Ij03w36KY&ei=c3sUU7e4Iof1kQf42YDYBQ&usg=AFQjCNFZ_MypFnEMKuFT_p7mTH111D8nbw

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  16. Valdir, mas que merda hein? A investigação era do DHPP, e qual foi a última vez que se viu laudo conclusivo? Se for julgar todo o laudo como sem validade porque o perito “acha” ou “existe possibilidade” nenhum laudo é válido, vamo fechar o IC então, o caso era facílimo, os 2 pms estavam bêbados, e as velhas cheias de conazepan, sem falar que o muleque ainda foi pra escola, não falou um A, e se matou muitas horas depois, com a mesma arma que matou a família, então o tal assassino matou todos menos o muleque, mandou ele ir dirigindo o carro da mãe até a escola de madrugada, fez ele dormir no carro e ir pra escola, e ainda voltar pra casa? Quem acredita numa basbaquice dessas só acredita por muito recalque ou muita paixão

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  17. VEJAM SÓ ISSO!

    PROVAVELMENTE SERIA O QUE ACONTECERIA SE O DELEGADO DE RIO CLARO TIVESSE PRENDIDO O TENENTE AGRESSOR!

    ESSE É O MEU PAÍS, ONDE SE AS POLÍCIA, QUE DEVERIAM NOS PROTEGER, NÃO SE ENTENDEM, IMAGINA A NOSSA SITUAÇÃO!

    SÓ DEUS MESMO!

    PM’s invadem delegacia para resgatar sargento preso por delegado no Acre
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    Data de publicação Domingo, 02 Março 2014 22:34

    Um sargento da Polícia Militar do Acre foi preso por um delegado da Polícia Civil, na noite deste sábado (1), por falso testemunho e desobediência, em Rio Branco. Para realizar o resgate do policial preso, ao menos 50 homens da PM e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) fortemente armados invadiram a Delegacia de Flagrantes (Defla) causando confusão no local.

    De acordo com o delegado da Polícia Civil, Leonardo Santa Bárbara, tudo começou quando um condutor sofreu um acidente de carro por volta das 15h30. Após receber atendimento médico, ele foi conduzido à delegacia por dirigir embriagado. O boletim de ocorrência foi registrado somente às 19h50. O sargento, que registrou a ocorrência, contou ao delegado que o conduzido foi oportunizado a fazer o bafômetro, mas se recusou a fazer o teste.

    “Eu perguntei ao sargento se ele teria o equipamento para realizar o teste e ele disse que sim. Então determinei que ele fizesse o bafômetro no conduzido naquele momento. O sargento disse que não iria fazer. Eu pedi para constarem no livro a recusa do policial em atender ao meu pedido e passei a fazer o procedimento do flagrante. Como autoridade policial, estava questionando sobre o ocorrido, ele se recusou e disse que não iria assinar. Então dei voz de prisão”, conta o delegado, que não especificou qual ação do PM preso caracterizou o crime de falso testemunho.

    02mar14-pm-ac-2Ao tomarem conhecimento do caso, policiais militares invadiram a delegacia. O tenente-coronel Márcio Alves, comandante da Companhia Estadual de Trânsito, foi apontado como o responsável pela invasão e resgate do PM preso. Imagens gravadas pelos próprios policiais mostram agressões e chutes no momento do resgate.

    O que pensam as autoridades

    O delegado de Polícia Civil, Alcino Júnior, qualificou o ato como ‘coorporativismo maléfico dentro da segurança pública’. “Infelizmente gera uma crise. A gente não pode esconder. Quebraram a delegacia. O coronel Márcio chegou em uma situação que estava sendo resolvida e determinou que o preso fosse retirado daqui. Os policiais militares estavam em maior número, inclusive com fuzis, e nós iremos tomar as medidas. Nós temos um foragido”, disse.

    Segundo Rafael Pimentel, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Acre, medidas judiciais serão tomadas. “O grupo, que deveria gerar segurança, traz a insegurança para dentro da delegacia. Dessa forma, a associação tomará tanto as medidas judiciais, como também atuará incisivamente para cobrar a punição e atuação do Estado nesse caso”.

    Os policiais militares e do Bope que participaram da confusão procuraram o comando geral da PM. Minutos depois, chegaram o comandante coronel José Anastácio e o secretário de Segurança Pública, Renir Graebner, que fizeram uma reunião a portas fechadas, para discutir o caso e decidir que providências serão tomadas.

    “Fizemos uma reunião imediata exatamente para resolver a situação. As instituições estão acima de qualquer desentendimento. A situação está superada e os fatos serão apurados e depois divulgados” afirmou o secretário de Segurança Pública Ildor Reni Graebner.

    Para o comandante geral da Policia Militar, cel José dos Reis Anastácio, apesar da confusão entre as instituições, não há crise. “Esses são fatos que não podem interferir nas instituições. Elas voltam a funcionar dentro da normalidade. As apurações continuam, o incidente já aconteceu. Não há crise. Nunca houve e nunca haverá. Esses casos são casos isolados que estão sendo apurados”, disse.

    Colaborou, Débora Ribeiro, da Tv Acre.

    G1

    DELEGADOS.com.br
    Revista da Defesa Social & Portal Nacional dos Delegados

    O seu comentário aguarda moderação.

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  18. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    A grande questão não é somente saber que o tiro deflagrado saiu da arma de um dos bandidos, mas sim saber quem ajudou ou possibilitou para que efetuassem este tiro.

    Será que partiu de um dos líderes deste tão famigerado PCC?

    Será que partiu de um destes iluminados que rejeitam e até postergam nova reforma no CP ou CPP Brasileiro?

    Será que partiu daqueles que assinaram a Lei do Desarmamento e que indiretamente falando, possibilitou e fragilizou a questão da autodefesa da vítima, gerando desta forma a certeza de uma não reação?

    Será que partiu dos emaranhados caminhos jurídicos de entendimentos subjetivos, que em nada condiz com a realidade brasileira?

    Será que partiu do famoso provérbio de Gerson?

    E,

    Será que partiu de Jesus Cristo?

    Caronte.

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  19. Comandante chegou a dizer – e depois desmentiu – que a cabo Andreia havia denunciado colegas por envolvimento em roubo a caixas eletrônicos

    Foto: Facebook / Reprodução

    O 18º Batalhão da Polícia Militar, onde trabalhava a cabo Andreia Bovo Pesseghini, 35 anos, – morta ao lado do marido, o filho, a mãe e uma tia entre domingo e segunda-feira em uma chacina que mobilizou a polícia paulista – tem um histórico de suspeitas de corrupção e grupos de extermínio.
    Na última quarta-feira, o comandante do batalhão, coronel Wagner Dimas, disse em entrevista à Rádio Bandeirantes que a cabo havia denunciado alguns colegas que estariam envolvidos com roubos a caixas eletrônicos, em São Paulo. Indicando que a autoria do crime poderia estar relacionada a algum tipo de vingança.

    Mais tarde, porém, o oficial voltou atrás na declaração e disse não haver qualquer denúncia sobre PMs envolvidos com os crimes e que a policial não fez qualquer menção a respeito. Wagner Dimas se justificou, dizendo “ter se perdido” durante a entrevista à emissora de rádio. Porém, esses não são os únicos casos suspeitos envolvendo o 18º Batalhão.

    Um relatório da Polícia Civil divulgado em março de 2011 responsabilizou dois grupos de extermínio formados por policiais militares por pelo menos 150 mortes na cidade de São Paulo entre 2006 e 2010. Entre as vítimas, 61% não tinha antecedentes criminais, sendo que 20% dos crimes teria sido motivado por vingança, 13% por abuso de autoridade, 13% pelo que o relatório chama de “limpeza” (como o assassinato de viciados em drogas), 15% por cobranças ligadas ao tráfico ou ao jogo ilegal e 39% “sem razão aparente”.

    A investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) acusa 50 PMs de formar e unir os grupos da zona leste e da zona norte (o “Matadores do 18″) para assumir o controle do tráfico de drogas e explorar jogos de azar. Os Matadores do 18 é apontado como uma milícia formada por policiais do batalhão no qual trabalhava Andreia.

    Casos suspeitos
    Em junho de 2011, dois PMs do batalhão foram acusados de assassinar um comerciante, em setembro de 2006, após ele se recusar a pagar propina aos policiais em São Paulo. A Polícia Civil concluiu que o soldado Pascoal dos Santos Lima e o 2º sargento Lelces André Pires de Moraes integravam o grupo Matadores do 18.

    O DHPP afirma que Alexandre Pereira da Silva foi morto porque se recusou a pagar pela proteção dos PMs a suas máquinas caça-níqueis. O soldado e o 2º sargento já estavam presos na época, por suspeita de participação no assassinato do coronel da Polícia Militar Hermínio Rodrigues. Segundo a polícia, a mesma arma usada para matar o comerciante foi usada na morte do oficial.

    Coronel executado
    O comandante do policiamento na zona norte de São Paulo, José Hermínio Rodrigues, foi morto a tiros quando passeava de bicicleta na avenida Engenheiro Caetano Álvares, em janeiro de 2008.

    Segundo as investigações, os policiais acusados da morte do oficial cometeram o crime após um dos indiciados, o soldado Pascoal dos Santos Lima, ter sido transferido do 18º batalhão para um setor administrativo após se envolver com frequências em ocorrências que terminavam em morte. No início desse ano, o Tribunal de Justiça Militar de São Paulo absolveu os acusados. Eles foram expulsos da corporação em setembro de 2012.

    Um exame balístico feito pela Polícia Científica mostrou que a pistola de calibre 380 usada no assassinato do coronel também foi utilizada em uma chacina que deixou seis mortos na Água Fria, zona norte de São Paulo, em junho de 2007.

    Chacina suspeita
    Uma reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em fevereiro de 2008 apontou que um exame de balística ligava a morte do coronel José Hermínio Rodrigues ao grupo de extermínio Matadores do 18. Os testes mostrara que a arma que foi usada para assassinar o coronel é a mesma usada em uma chacina que deixou seis mortos e um ferido em Água Fria, na zona norte da capital.

    A ligação já havia sido apontada por testemunhas, que acusavam policiais de terem participado das mortes em Água Fria, ocorrida no dia seguinte à morte de um soldado da PM em um assalto na região. As cápsulas de uma pistola calibre 380 utilizada no crime foi comparada com a usada na morte do coronel. As marcas que a arma deixou na cápsula da bala de cada caso se mostrou compatível.

    Irmãos executados
    Também em fevereiro de 2008 foram presos dois soldados do 18º batalhão, acusados de aproveitar ataques de uma facção criminosa para assassinar o soldado Odair José Lorenzi e a irmã dele, Rita de Cássia. Segundo as investigações, as vítimas foram mortas em uma emboscada, na Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte da capital, no dia 12 de junho de 2006. Para a polícia civil, a morte ocorreu por uma disputa entre policiais por um bico como segurança de um bingo.

    No dia do crime, os PMs acusados disseram que haviam sido vítimas de um ataque do Primeiro Comando da Capital (PCC), pouco antes do atentado aos dois irmãos.

    Amigos mortos após abordagem
    Policiais do 18º batalhão disseram que o pintor Charles Wagner Felício, 32 anos, e o amigo dele, Cleiton de Souza, 25, haviam praticado uma chacina, resistiram a prisão e foram mortos em um tiroteio no dia 24 de maio de 2007. Porém, segundo matéria publicada pelo Estado de S. Paulo, em 16 de fevereiro de 2008, pouco antes de morrer, os dois amigos usaram um celular para denunciar seus algozes.

    O pintor tirou duas fotos, uma dele mesmo, às 16h51, e a outra, um minuto depois, do amigo e guardou o celular na cueca. De acordo com as imagens, ambos estariam em um banco traseiro de um carro que parece ser uma Blazer, utilizada pela Força Tática da Polícia Militar. O fato que chamou a atenção da Polícia Civil, no entanto, foi o horário da chacina da qual os dois foram acusados: 20h10.

    ​Além das fotografias, uma testemunha viu quando os policiais do 18º batalhão prenderam a dupla. Segundo ela, a prisão aconteceu por volta de 15h30.

    Governador de São Paulo na época, José Serra (PSDB), chegou a admitir a existência de grupos de extermínio na polícia paulista. “ “Não admitimos esquadrões. Grupos de extermínio. Estamos combatendo. Não é uma tarefa fácil. Estamos trabalhando com muita firmeza nessa direção”, disse o então governador durante um evento oficial no litoral do Estado.

    Chacina em casa de PMs
    Apesar de informações sobre uma possível vingança contra a policial Andrea Pesseghini, a Polícia Civil de São Paulo trabalha com apenas uma linha de investigação, que aponta o filho do casal de PMs, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos,como o autor dos disparos.

    Segundo os laudos preliminares do Instituto de Criminalística, tudo leva a crer que o adolescente teria assassinado o pai, o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, a mãe, a cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 65 anos, e a tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, 55 anos.

    O delegado Itagiba Franco, do Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, afirmou que não tem dúvidas sobre a autoria da chacina. “Eu não tenho dúvidas (sobre a autoria do crime), mas vamos prosseguir normalmente no sentido de registrar todas as informações que chegaram, fazer comparações e chegar ao denominador comum de que esta linha que estamos seguindo é mais acertada”, falou o delegado, que deu detalhes da perícia complementar realizada na noite de ontem.

    “No local não tinha sangue nenhum, a não ser nos locais onde estavam os corpos”, disse Itagiba, atestando que não foram encontrados vestígios de um eventual sexto elemento na cena do crime.

    “Quero deixar claro que ele era um menino muito bem cuidado, ele foi sozinho de carro e dormiu no veículo. Será que os pais permitiriam que ele passasse a noite inteira fora, sendo que ele tomava uma série de remédios? Com certeza ele sabia que os pais já estavam mortos”, acrescentou o delegado.

    Apesar da conclusão apresentada pelo delegado, as investigações continuam e o inquérito continua aberto. Para Itagiba Franco, é preciso ter calma e serenidade para que nenhum erro seja cometido.

    FONTE: PGN-9 – Portal Geral de Notícias – 10/08/2013

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  20. O POLICIAL QUE COMETEU SUICÍDIO – ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO- NO BATALHÃO DA ROTA ERA O TENENTE RIVELLO. PROBLEMAS PESSOAIS FOI O MOTIVO ALEGADO PELOS COLEGAS DE FARDA.

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  21. Há algum tempo, venho dizendo que a maioria dos roubos aos caixas eletrônicos, têm pm’s envolvidos.

    Talvez não com mão de obra, mas com conivência/omissão/retardamento no comparecimento da rádio patrulha no local do fato.

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  22. Sobre o tenente que se matou, é só ler a ocorrência no RDO, nunca vi PM vacilar com a arma no quartel, ainda mais deixar ao alcance de suicida que acabara de ser desarmado. Tipo assim os caras chegaram no alojamento de oficiais, viram que o cara estava alterado, desarmaram ele e foram buscar socorro para ele, iam conduzi-lo para um hospital, mas o deixam sozinho, ele num passe de mágica, pega a arma de um dos tenentes que lá estavam, e que havia deixado em seu armário (ou o armário estava aberto, ou o que se suicidou tinha a chave ou senha daquele cadeado), o abriu, utilizou da arma para suicidio. Resultado residuográfico em todo muno…..Suicidio com arma de terceiro, pode até ser mas que é estranho é. Além do mais, instituições não aceitam ter suas honras maculadas, mais fácil detonar a honra do morto e manter a instituição limpa, o que realmente aconteceu, só os 4 sabem e um deles já se foi, ou seja, não fala mais……A história oficial vai ser suicidio, mesmo que o tenente tiver sido “suicidado”…..

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  23. Avatar de ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. ESTA PUTARIA DO INFELIZ ESCREVER UM COMENTÁRIO E SAIR COLANDO ALEATÓRIAMENTE, JÁ PASSOU DA HORA DE EXAURIR, SEJA CAPAZ, ESCREVA UM TEXTO PERTINENTE AO COMENTARIO, NÃO ENCHA O SACO DE TODOS COM A MESMA COISA O TEMPO INTEIRO.. disse:

    Será?

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  24. Agetel Calça Branca,

    Este comentário guarda semelhança com o que recentemente fiz, neste Blog, sob a forma de “recado” ao “marco polo”, quem inicialmente (ano passado) me solicitara “nome dos bois”, supondo, ao que imagino, que eu não os teria ou temeria revelá-los.
    Instituições “não aceitam” ter suas honras maculadas, concordo, porém, no caso da PMESP, existe aceitação tácita, mediante a malograda “Operação Abafa”. Pelo que se percebe da truculência, em comum – não importando a que estado brasileiro pertença essa força policial militarizada -, reitero que esse sistema se mostra insustentável, a cada dia, pela sucessão de “casos isolados”. Se, por exemplo, o professor executado em recente operação (cidade de Itamonte – MG) fosse primo do governador paulista, ou do mineiro, certamente esse “caso isolado” serviria de ponto de transição desse falido sistema. Digo falido do ponto de vista legal, ético, moral. Economicamente, nunca chegará à bancarrota. O preço da bala que matou o professor Silmar Madeira já estava embutido na conta que todos pagamos, antecipadamente. Na China, ao contrário, a família do sentenciado e condenado à pena de morte. No Brasil sobram empurrões, indiferença, enfim, o mais rude possível tratamento dos “seguranças” do sistema metroviário, pelo que se vê na cidade de São Paulo, onde faltou perspicácia e presença de espírito para a imediata prisão de possível esquizofrênico que empurrou a vítima nos trilhos, cujo braço foi amputado. Como se quem deveria entrar nos trilhos da legalidade não fosse o mesmo sistema falido de “segurança pública” cujos mandatários “não vêem” necessidade de políticas públicas intrínsecas à atividade policial, como implemento das ciclovias urbanas, cuja falta fez literalmente arrancado o braço de David Santos Souza, 21 anos de idade, na cidade de São Paulo, ano passado. Se o nome da vítima fosse David Alckmin…

    Enfim, retomando a semelhança deste com o outro comentário, não deveria existir esse “deixa pra lá” ou “deixa disso” em quaisquer setores da administração pública, exceto os casos legalmente passíveis de retratação. O fato em questão DEVE ser imparcialmente apurado, como outro qualquer, guardadas as peculiaridades. Torço para que o Delegado tenha as imagens desse entrevero, resultante em ofensas morais, agressões físicas, denunciação caluniosa e outros crimes.
    Cada instituição que cuide de mitigar as próprias mazelas, sem desencadear a “Operação Abafa”.
    Pelo que conheço da Polícia Militar paulista, cujo modus operandi serviria a todas as demais, o que se desperdiça de energia física, mental e espiritual nas PATIFARIAS pelos quais se escondem sujeiras sob o tapete, posso garantir que a sinceridade ficaria mais em conta, sob todos e quaisquer aspectos.
    Regra básica: sempre há um SAFADO de plantão com a frase na ponta da língua, quando da irrupção desses “casos isolados”, a mentir descaradamente, negando a existência de crise.

    Alguém com o sobrenome Alckmin entraria no metrô superlotado ou preferiria esperar (sem tomar canseira) o helicóptero no aeroporto para que paguemos a conta?
    Mudará esse truculento sistema militar pelo qual sobram afagos das Polícias Militares a Prefeitos Municipais que se omitem das políticas públicas, enquanto Delegados da Polícia Civil são tratados na base da truculência fardada?
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