De há muito o desembargador PEDRO GAGLIARDI vem sendo fustigado pelo Ministério Público, em particular pelo GAECO e grupo(s) do gênero, porque em sua brilhante carreira de magistrado ele jamais se curvou aos caprichos “ministeriais” e muito menos se acovardou frente a pressões, partissem de onde e de quem partissem.
E com essa forma de atuar – corajosa, idônea e intelectualmente correta – PEDRO GAGLIARDI coibiu muitos abusos e arbitrariedades praticados por membros do GAECO. E apenas para ficar em um exemplo, foi ele quem concedeu liminar em habeas corpus impetrado em favor de dois delegados e três investigadores do Denarc injusta, ilegal e arbitrariamente processados e presos em ação penal proposta por membros do GAECO – dentre os quais o promotor Arthur Lemos Pinto, hoje no GEDEC – perante a 31.ª Vara Criminal.
O engraçado é que as denúncias desse tipo oferecidas por promotores do GAECO, do GEDEC, ou “assemelados”, sempre são assinadas por três, quatro, ou até mais promotores, com o claro propósito de querer impressionar o juiz da causa, de que estão “correndo perigo”, “sofrendo ameças” etc.
No caso em questão, o juiz é o Dr. Rodolfo Pellizari, que não se impressiona com essas bobagens do Ministério Público e não tem medo de cara feia, muito menos de promotor de justiça.
E o final será certamente JUSTO, com a absolvição do desembargador e, consequentemente, com uma bela ação de indenização por danos morais por ele movida; não contra o Estado (como normalmente acontece), mas sim contra o Estado e contra as pessoas físicas desses promotores, tal como será proposta ação indenizatória pelos mencionados policiais, processados e já absolvidos por “inexistência de provas” pela 31.ª Vara Criminal, em r. sentença confirmada por unanimidade pelo E. Tribunal.
O ilustre e destemido radialista JOÃO ALKIMIN foi o primeiro a sair bravamente em defesa do amigo PEDRO GAGLIARDI, e acima de tudo em defesa do magistrado que merece e precisa ser respeitado, e agora se vê acompanhado de diversos outros profissionais independentes e corajosos, como é o caso do Dr. Daniel Bialski, voz de peso na advocacia paulista.
Nessas descabeladas investidas que esses “tipos” de promotores costumam fazer, mormente contra seus desafetos, fatos importantíssimos por vezes são escamoteados do público, que em última analise é quem paga o salário desses servidores.
Dentre os policiais civis a que me referi como processados, presos, julgados e absolvidos por “inexistência total de provas”, havia um, chamado Ismar, que quando de seu interrogatório na fase de investigação promovida pelo GAECO, “peitou” o promotor encarregado daquele procedimento.
Com a absolvição, Ismar, obviamente, tal qual, talvez, agora o desembargador PEDRO GAGLIARDI, ficou na “linha de tiro” do mencionado promotor, o qual, meses depois, em outro procedimento instaurado contra esse mesmo policial civil, “instigou” de tal maneira a mulher do policial, em depoimento prestado por esta e colhido ao arrepio da lei, que ela, uma jovem de pouco mais de 30 anos de idade, ao depois, certamente arrependida do que fizera contra o marido, “instigada” e “incentivada” que fora, atirou-se do 15.º andar do prédio em que vivia, levando consigo, para a morte, o filhinho do casal, de 6 anos de idade.
E por acaso alguém está investigando a atitude desse promotor?…
RONALDO TOVANI
NADA DE NOVIDADES, APENAS MUDAM OS PERSONAGENS, AS VEZES SE REPETE OS MESMOS PERSONAGENS NOS MESMOS PARTIDOS.
EM TODOS PARTIDOS POLÍTICOS DO BRASIL EXISTE A CORRUPÇÃO, CASO NÃO FOSSE ASSIM, NÃO HAVIA TANTO INVESTIMENTO EM CAMPANHAS ELEITORAIS E NÃO HAVIA TANTAS DISPUTAS PELAS CADEIRAS; CLARO QUE TUDO TEM RETORNO, POIS OS SALÁRIOS NÃO JUSTIFICAM. ISSO SÓ ACABARIA QUANDO POLÍTICOS LADRÕES SENTASSE NA CADEIRA ELÉTRICA, MAS, INFELIZMENTE SÃO ELES QUE FAZEM AS LEIS, SÃO FEITAS EM EXATA MEDIDA PARA PROTEGER ELES PRÓPRIO. ASSIM CAMINHA O BRASIL PARA A INVERSÃO DE VALORES E CONSEQUENTEMENTE PARA O AUMENTO DA CRIMINALIDADE E IMPUNIDADE.
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Trata-se do Ronaldo Tovani, Juiz que fez a sentença do ladrão de galinha em verso? Caso positivo foi muito falado na faculdade. Sendo possível posta a sentença ai para os flitadores conhecerem.
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…BIZU !!!……DECAP A PARTIR DE MARÇO VAI VOLTAR 5 EQUIPES (12X24 12X72) !!! SERÁ ???
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24/02/2013 07h00 – Atualizado em 24/02/2013 07h00
Deputados negociam ‘urgência urgentíssima’ para fim de 14º e 15º
Projeto aprovado em maio no Senado está parado em comissão da Câmara.
Presidente quer assinaturas para colocar proposta na pauta de votações..
Fabiano Costa
Do G1, em Brasília
6 comentários
Líderes das bancadas partidárias na Câmara negociam um acordo para colocar em votação, em caráter de “urgência urgentíssima”, o projeto aprovado em maio de 2012 pelo Senado que determina o fim dos 14º e 15º salários pagos todos os anos aos senadores e deputados federais. Desde que o Senado aprovou, a proposta está parada na Comissão de Finanças da Câmara.
O G1 ouviu 12 dos 24 partidos com representação na Câmara sobre o assunto. Das legendas consultadas, sete disseram que já fecharam questão a favor da extinção do benefício e apoiam o uso do caráter de urgência para apreciá-la: DEM, PC do B, PPS, PSB, PSDB, PSOL e PV. Juntas, essas siglas possuem 140 dos 512 deputados da Casa.
Já os líderes de PT, PMDB, PSD, PTB e PP, algumas das legendas mais numerosas da Câmara, informaram que suas bancadas ainda não discutiram o tema. Esses partidos somados reúnem 273 parlamentares.
Deputados no plenário da Câmara durante sessão no último dia 19 (Foto: Renato Araújo / Agência Câmara)
Na última terça-feira (19), durante reunião com as lideranças dos partidos, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) pediu que todos os líderes consultassem suas bancadas sobre o assunto e trouxessem as posições dos parlamentares no próximo encontro do colegiado, nesta terça (26), segundo informou a assessoria do deputado.
De acordo com assessores de Henrique Alves, o peemedebista estuda recolher assinaturas dos líderes para que a proposta aprovada no ano passado pelos senadores entre na pauta de votações da Câmara em caráter de “urgência urgentíssima”. Com esse carimbo, o projeto ficaria dispensado de tramitar na comissão de Finanças e Tributação e na de Constituição e Justiça (CCJ).
Maior partido da Casa, com 88 deputados, o PT é uma das siglas que ainda está indefinida sobre o fim do salário extra pago aos parlamentares nos meses de dezembro e fevereiro a título de ajuda de custo.
O vencimento mensal de deputados e senadores, sem contar benefícios como plano de saúde, passagens áreas e cota para gastos de gabinete (que cobre telefone, correspondências, transporte e outros itens) é de R$ 26.723,13. Somados, os dois subsídios adicionais acrescem R$ 53.446,26 aos contracheques dos parlamentares.
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Um dos vice-líderes do Partido dos Trabalhadores, o deputado Elvino Bohn Gass (RS) defende que seja decretado o fim do 14º e do 15º. Antes mesmo de a Câmara aprovar o projeto, o parlamentar petista já abriu mão, voluntariamente, dos salários adicionais.
“Eu devolvo os 14º e o 15º salários. Não estou recebendo. Sou contra esse benefício e defenderei que acabe. Como o PT do Senado já votou pelo fim desse auxílio, acredito que também defenderemos seu fim”, disse Bohn Gass.
À frente da segunda maior bancada da Câmara, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), não quis revelar sua posição sobre o assunto. Como os peemedebistas ainda não debateram o projeto, Cunha diz que sua opinião pessoal sobre o tema poderia ser interpretada como a posição da bancada. O líder peemedebista afirmou que o partido irá discutir a proposta nesta semana.
O único líder da Câmara ouvido pelo G1 que sinalizou resistência à aprovação do projeto foi o deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Ainda que o PTB não tenha se posicionado oficialmente sobre a matéria, ele disse que integrantes da sigla não veem com “simpatia” a proposta.
“Ninguém é simpático ao fim de direitos. É aquela velha história que dizia que reforma agrária é muito boa no terreno dos outros”, afirmou.
Segundo Arantes, os petebistas devem debater o assunto somente na próxima quarta (27), um dia após o prazo concedido pelo presidente da Casa para que os líderes se manifestem sobre o projeto.
Pressão oposicionista
Os partidos da oposição são os que mais têm pressionado Henrique Alves a colocar o fim do benefício em votação no plenário. Na reunião de líderes da última terça, PSOL, PSDB, DEM e PPS defenderam que os projetos que preveem a extinção do auxílio tenham prioridade de votação neste semestre.
“O fim dos 14º e 15º salários é uma matéria a ser aprovada imediatamente, para promover o reencontro entre o parlamento e a sociedade. Não é possível que as coisas que façam mal à sociedade não façam mal ao parlamento. Nenhum trabalhador tem direito a esse benefício. É um tema indefensável”, observou o líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP).
Para o deputado Ivan Valente (SP), que lidera a bancada do PSOL na Câmara, Henrique Alves tem de levar o projeto a plenário mesmo se não houver consenso em torno do tema. “Não há justificativa plausível para não votar. Essa questão já foi aprovada no Senado”, criticou.
Valente acredita que o presidente da Câmara irá se empenhar para que o projeto seja incluído rapidamente na pauta de votações. Na avaliação do líder do PSOL, o peemedebista pretende usar a proposta do fim dos salários adicionais para imprimir uma agenda positiva diante da opinião pública depois de ter sido alvo de uma série de denúncias de corrupção durante sua campanha para a presidência da Casa, em janeiro.
“Com a pressão a que estava sendo submetido, o presidente do Senado, Renan Calheiros, apresentou um pacote de medidas reestruturantes imediatamente após a sua posse. É possível que o Henrique [Alves] também esteja trabalhando com essa estratégia ao apoiar a votação do fim do 14º e do 15º”, analisou Ivan Valente.
Novela legislativa
De autoria da senadora licenciada Gleisi Hoffmann, atual ministra-chefe da Casa Civil, a proposta que prevê a extinção da ajuda de custo dos parlamentares está parada na Comissão de Finanças da Câmara desde maio do ano passado.
O texto já recebeu parecer favorável pela aprovação por parte do relator, deputado Afonso Florence (PT-BA), porém, ainda não foi votado na comissão.
Se tiver de seguir o trâmite normal do Legislativo, após o relatório de Florence ser apreciado pelos integrantes da comissão, o projeto ainda terá de ser submetido à análise da CCJ. O rito não prazo para ser concluído.
No entanto, a chancela dos líderes à rubrica de urgência representaria um atalho, levando a matéria diretamente para votação em plenário.
Para que isso ocorra, entretanto, é necessário aval de 257 dos 512 deputados federais, o equivalente à maioria absoluta da Casa. Ou, por outro lado, a assinatura de líderes de bancadas que, somados, representem esse número mínimo de parlamentares.
Se aprovado pelos deputados sem sofrer alterações, o projeto – chancelado pelo Senado em 2012 – segue direto para promulgação pelo presidente do Congresso, senador Renan Calheiros. Caso a Câmara altere o texto, será necessário que a proposta retorne ao Senado para análise dos parlamentares da Casa.
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Congresso seguirá desmoralizado sem reforma política, diz vice do Senado
Segundo homem mais importante da Casa, Jorge Viana (PT-AC) critica falta de união entre deputados e senadores para mudar imagem negativa
Nivaldo Souza – iG Brasília | 23/02/2013 17:25:10
O boné preto e a camiseta amarela destoavam da imagem tradicional do terno e gravata usado no plenário do Senado durante a semana. Mas foi assim, descontraído enquanto comia pastel na Feira do Guará, mercado popular de Brasília, que o senador Jorge Viana (PT-AC) foi abraçado neste sábado (23) por Marina Silva, que panfletava no local pela criação de seu partido.
O clima descontraído, após a passagem da conterrânea e ex-colega de PT, fez Viana esboçar seus argumentos de defesa por uma reforma política que elimine “os partidos de aluguel”. “Sem a reforma política, vamos ter a política se desmoralizando”, afirmou.
Leia também: Marina diz esperar “força para possível candidatura”
Vice-presidente do Senado, Viana avalia que existem muitos projetos dispersos falando em reforma política no Congresso, mas nenhum deles chamando as diferentes correntes políticas para debater mudanças. “Se a Câmara e o senado quiserem se encontrar com o interesse público, têm de fazer a reforma política”, diz.
“A reforma política não sai por causa do político”, afirma. O senador diz que a maioria dos colegas de Congresso não quer perder o fundo partidário para um modelo de financiamento público de campanha mais regulado. “Isso sempre deu certo para muitos, por que mudar?”, observa.
Segundo homem mais forte do Senado, Viana pode assumir a presidência da Casa no lugar de Rena Calheiros (PMDB), caso o Supremo Tribunal Federal (STF) aceite denúncia da Procuradoria-Geral da República contra ele pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e peculato .
Os mesmos crimes levaram Renan a renunciar a presidência em 2007. Na ocasião, a cadeira mais importante do Congresso foi ocupada pelo então senador Tião Viana (PT-AC), irmão do atual vice-presidente. À época, Jorge era governador do Acre. Agora, os papeis se inverteram e Tião vai buscar a reeleição no governo estadual em 2014.
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DERAM ASAS DE HARPIA A UMA LIBELULA, PORQUE ACREDITAVAM QUE SERIA UMA GRANDE E BELA BORBOLETA….ESQUECENDO-SE QUE TAMBEM PODERIA SER UM GRANDE MONSTRO….
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Mais outra sentença!!!!!
O Juiz Ronaldo Tovani, 31 anos, substituto da Comarca de Varginha,
ex-promotor
de justiça, concedeu liberdade provisória a Alceu da Costa (vulgo “Rolinha”),
preso em flagrante por ter furtado duas galinhas e ter perguntado ao
delegado:
“desde quando furto é crime neste Brasil de bandidos?” O magistrado lavrou
então sua sentença em versos. Na íntegra, abaixo, a “sábia” decisão:
No dia cinco de outubro
Do ano ainda fluente
Em Carmo da Cachoeira
Terra de boa gente
Ocorreu um fato inédito
Que me deixou descontente.
O jovem Alceu da Costa
Conhecido por “Rolinha”
Aproveitando a madrugada
Resolveu sair da linha
Subtraindo de outrem
Duas saborosas galinhas.
Apanhando um saco plástico
Que ali mesmo encontrou
O agente muito esperto
Escondeu o que furtou
Deixando o local do crime
Da maneira como entrou.
O senhor Gabriel Osório
Homem de muito tato
Notando que havia sido
A vítima do grave ato
Procurou a autoridade
Para relatar-lhe o fato.
Ante a notícia do crime
A polícia diligente
Tomou as dores de Osório
E formou seu contingente
Um cabo e dois soldados
E quem sabe até um tenente.
Assim é que o aparato
Da Polícia Militar
Atendendo a ordem expressa
Do Delegado titular
Não pensou em outra coisa
Senão em capturar.
E depois de algum trabalho
O larápio foi encontrado
Num bar foi capturado
Não esboçou reação
Sendo conduzido então
À frente do Delegado.
Perguntado pelo furto
Que havia cometido
Respondeu Alceu da Costa
Bastante extrovertido
Desde quando furto é crime
Neste Brasil de bandidos?
Ante tão forte argumento
Calou-se o delegado
Mas por dever do seu cargo
O flagrante foi lavrado
Recolhendo à cadeia
Aquele pobre coitado.
E hoje passado um mês
De ocorrida a prisão
Chega-me às mãos o inquérito
Que me parte o coração
Solto ou deixo preso
Esse mísero ladrão?
Soltá-lo é decisão
Que a nossa lei refuta
Pois todos sabem que a lei
É prá pobre, preto e puta…
Por isso peço a Deus
Que norteie minha conduta.
É muito justa a lição
Do pai destas Alterosas.
Não deve ficar na prisão
Quem furtou duas penosas,
Se lá também não estão presos
Pessoas bem mais charmosas.
Afinal não é tão grave
Aquilo que Alceu fez
Pois nunca foi do governo
Nem seqüestrou o Martinez
E muito menos do gás
Participou alguma vez.
Desta forma é que concedo
A esse homem da simplória
Com base no CPP
Liberdade provisória
Para que volte para casa
E passe a viver na glória.
Se virar homem honesto
E sair dessa sua trilha
Permaneça em Cachoeira
Ao lado de sua família
Devendo, se ao contrário,
Mudar-se para Brasília!!!
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