“Sou mãe solteira de dois filhos, e já sou delegada há 10 anos. Acho que isso já diz tudo” 22

RJ: “sou totalmente capaz”, diz delegada após polêmica com colega

A delegada Monique Vidal assumiu como titular da 9ª DP após uma polêmica na Polícia Civil do Rio de Janeiro Foto: Reprodução

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André Naddeo
Direto do Rio de Janeiro

A partir desta terça-feira, a delegada Monique Vidal assume a função de titular da 9ª DP (Catete) da Polícia Civil no Rio de Janeiro. Por mais que ela não comente a polêmica em torno do ex-titular do posto, o também delegado Pedro Paulo Pontes Pinho – retirado do cargo pela chefe da Polícia Civil fluminense, delegada Martha Rocha, após fazer críticas, via Twitter, à atuação de mulheres na corporação -, Monique se diz completamente capaz para a nova responsabilidade que assume.

Não vou comentar as declarações dele, não faz sentido, mas o que eu posso dizer é que sou totalmente capaz. Sou mãe solteira de dois filhos, e já sou delegada há 10 anos. Acho que isso já diz tudo”, declarou, em entrevista ao Terra. Monique Vidal já atuou como titular da 12ª DP (Copacabana), 13ª DP (Ipanema), 28ª DP (Campinho), 17ª DP (São Cristóvão) e da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Destituído do cargo, Pontes Pinho foi para o Centro Integrado de Investigação Criminal, considerado a “geladeira” da Polícia Civil no Rio, com cargos mais administrativos. Ele ainda será investigado pela Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol) por utilizar a rede social durante o expediente.

O agora ex-titular da 9ª DP disse, na última segunda-feira, em três postagens consecutivas no microblog, que tinha “14 mulheres no meu efetivo, mas apenas uma, uma apenas, reúne talento coragem e disposição para encarar a atividade policial”, escreveu Pinho, que se identifica no perfil como “Polícia e Poesia”. “E essa uma, entre 14, jovem ainda, não tem nenhum homem que a supere. A mulher quando é boa no que faz ninguém supera, mas o contrário…”, completou.

Em nota oficial da corporação, a justificativa para a troca é que “o delegado tem dificuldades em gerir os recursos humanos que lhe são disponíveis”. O comunicado explica ainda que a chefe da Polícia Civil, Martha Rocha, escolheu pessoalmente o nome de Monique para o cargo por sua “trajetória como mulher policial”.

“Para ser um bom servidor público, o sexo independe. É preciso, sobretudo, dedicação. Em alguns casos de força, os homens nos superam, mas isso não me impede de fazer o meu melhor, assim como os meus colegas. Tem que ter vontade de trabalhar, afinco mesmo. Sou delegada desde 2003”, afirmou Monique Vidal, sem medo do novo desafio. “Missão dada é missão cumprida”, completou.

A delegada da Polícia Civil do Rio é figura conhecida da cúpula da segurança pública fluminense, principalmente por sua atuação em delegacias de bairros turísticos do Rio de Janeiro, como Copacabana e Ipanema, na zona sul do município. Trabalhadora árdua, também desperta atenção por sua beleza e vigor físico, a ponto de servir de inspiração para a personagem da atriz Giovanna Antonelli, na novela global Salve Jorge.

“Sou amiga da Glória (Perez, autora), que me consultou sobre a personagem. A gente conversa sobre ela”, conta Monique sobre Helô, delegada linha dura da ficção que tenta desvendar o tráfico de mulheres que centraliza a trama. “Ela já esteve comigo fazendo laboratório, tento ajudar”, complementa. Para o lugar de Monique Vidal, à frente da 12ª DP, assumiu o delegado José William.

Pedido de desculpas Em entrevista à rádio Globo do Rio de Janeiro, o delegado Pedro Paulo Pinho Pontes fez seu pedido de desculpas por toda a polêmica em que se viu envolvido. “Quero dizer às mulheres, especialmente às policiais, que tenho extrema admiração por elas. Peço desculpas mais uma vez, não foi minha intenção. As mulheres são tudo neste mundo, sem elas não somos ninguém e tenho extremo respeito por elas”, disse no programa de Roberto Canazio.

https://flitparalisante.wordpress.com/2013/01/22/como-fazer-inimigos-e-afastar-pessoas-diga-sempre-a-verdade/

fonte: TERRA

Um Comentário

  1. Besteira…
    Ele estava falando de vagabundos(as).
    Besteira.
    A Chefe da PC/RJ deveria buscar saber quem eram os vagabundos(as) e trocá-los (dar apoio para a autoridade, que conduz o DP) por gente que quisesse trabalhar, fosse do sexo masculino ou feminino.
    Mas preferiu deixar os vagabundos(as) quietos e fazer guerra dos sexos…

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  2. Pedido de desculpas Em entrevista à rádio Globo do Rio de Janeiro, o delegado Pedro Paulo Pinho Pontes fez seu pedido de desculpas por toda a polêmica em que se viu envolvido. “Quero dizer às mulheres, especialmente às policiais, que tenho extrema admiração por elas. Peço desculpas mais uma vez, não foi minha intenção. As mulheres são tudo neste mundo, sem elas não somos ninguém e tenho extremo respeito por elas”, disse no programa de Roberto Canazio.

    Agora é tarde…………… Não lhe conheço, mas na minha humilde opinião: como Escrivã de Polícia do Estado de São Paulo, “vc”, “v.sª” extrapolou…………….. Mas, sempre há tempo: ainda que limitado, para a reflexão e reparação dos erros cometidos: para que tudo volte para a situação, ainda que fictícia, de que está “tudo normal”. Afinal, nós policiais também temos obrigação de pelo menos amenizar o sofrimento da população que ainda acredita que existe “justiça” no Brasil.

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  3. Ditadura, nada mais que isso, ditadura civil. Expressou sua opinião e incomodou quem está no poder no momento, se ferrou. E ninguém se incomoda. Novela, futebol e BBB nesse povo otário.

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  4. E certo que ela vai dar um chou, se ta a dez anos na policia e porque e competente to aqui torcendo pra vc calar a boca de muitos criticos que ainda vivem no seculo 19 e acham as mulheres incapazes,e quanto estar solteira e porque nao precisa de nenhum homem pra te sustentar pois mulher de hoje e independente , livre e solta, va em frente pois alem de ser linda ainda e pulso forte……………….

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  5. Já tem gente querendo se casar com a majura carioca.
    Olha uma ideia boa pra Marilda:
    FAZER UM SITE DE RELACIONAMENTO DIRETO ENTRE MAJURAS DE SP COM AS MAJURAS DO RIO.
    Como elas ganham o dobro do salário de um delegado paulista, o casamento seria uma forma de resolver o problema financeiro do associado da ADPESP.
    E ÔNUS PARA OS COFRES DE NOSSO POBRE ESTADO.

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  6. VÃO LAVAR ROUPA, LOUÇAS E CUIDAR DOS FILHOS, POIS O MARIDÃO É QUEM SUSTENTA COM O DINHEIRO, CASA, ROUPASE ETC… MULHER DIZ QUE CARREGA FILHO NA BARRIGA POR NOVE MESES E ACHAM QUE É MUITO, O PAI CARREGA A ESPOSA E OS FILHOS NAS COSTA VIDA TODA E NÃO RECLAMA.

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  7. 23/01/2013 14h54 – Atualizado em 23/01/2013 16h09
    Assembleia de SP suspende licitação para compra de 150 carros novos
    Abertura de propostas das empresas estava marcado para esta quinta (24).
    Deputados estaduais decidiram reavaliar compra.
    Do G1 SP

    18 comentários

    Modelo Vectra Elite, comprado pela Assembleia
    de SP em 2011 (Foto: Divulgação)
    A Assembleia Legislativa de São Paulo suspendeu a licitação para compra de 150 veículos novos, segundo publicação no Diário Oficial desta quarta-feira (23) “para reavaliação do edital”. A abertura dos envelopes estava marcada para esta quinta-feira (24).

    O Ministério Público Estadual instaurou um procedimento preparatório de inquérito civil para apurar suposta irregularidade na licitação.

    Procurado pelo G1, o segundo vice-presidente da Assembleia, Aldo Demarchi (DEM) não se manifestou sobre a decisão até a publicação dessa reportagem.
    saiba mais
    Assembleia de SP abre licitação para compra de 150 veículos novos
    Assembleia de SP troca frota de veículos dos parlamentares
    Comprada em 2011 e composta por 150 Chevrolet Vectra Elite, a frota atual seria oferecida como parte do pagamento, no valor de R$ 4,7 milhões.
    O edital de compra suspenso exigia sedãs médios fabricados em 2013, com comprimento igual ou superior a 4,5 metros, quatro portas e três volumes, 110 na cor preta e 40 na cor cinza.
    Os carros dos parlamentares deveriam ter também motor 2.0, 150 cavalos ou mais de potência, câmbio automático, ar condicionado digital, som com toca-CD e MP3, direção assistida, vidro elétrico, air bag dianteiro e lateral, rodas com aros de liga leve, retrovisor com controle interno elétrico e película de proteção solar.
    Apesar das exigências específicas, a Assembleia afirmou após lançar o edital que existe mais de um modelo com capacidade para concorrer no processo licitatório. “Cumpre esclarecer que alguns itens exigidos no edital podem ser incluídos aos veículos como “opcionais” pelas montadoras interessadas em participar do certame”, informou a direção da Assembleia, em nota.
    Pneu duro
    A Assembleia decidiu renovar sua frota de veículos tomando por base reclamações dos próprios deputados sobre os gastos com manutenção da frota, cuja quilometragem já é elevada.

    O segundo vice-presidente da Assembleia, Aldo Demarchi (DEM) disse na época que houve “inúmeras reclamações de parlamentares no sentido de que os gastos com manutenção dos veículos atuais têm sido cada vez mais elevados, na medida em que os carros vão aumentando sua respectiva quilometragem, a qual, em sua grande maioria, já é bastante elevada, 70.000 km em média, sendo a maior delas de 160.000 km rodados”, afirmou
    O deputado esclareceu ainda que os itens mais citados nas reclamações são os pneus duros devido ao perfil atual, de 45, ser baixo e menos seguro e o alto consumo de combustível em virtude de o motor ser de 8 válvulas.
    Demarchi afirmou que os deputados estaduais precisam se deslocar até 700 quilômetros entre a capital e suas cidades de origem cumprindo funções de representação, para recolher reivindicações e ouvir reclamos e sugestões de seus eleitores.

    PROJETO QUE É BOM NÃO APROVAM QUASE NADA, EXCETO NOMES DE RUAS E VIADUTOS, NÃO INSTALAM CPIs, NÃO FISCALIZAM O GOVERNO E AINDA QUEREM VEÍCULOS ZERO KM PRA QUE? PARA PASSEAR?

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  8. Após deixar famíliar morar 17 anos em casa em fundo de delegacia, polícia prende moradores por furto de água no interior de São Paulo47
    José Bonato
    Do UOL, em Ribeirão Preto (SP) 23/01/201317h50

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    José Bonato/UOL

    O vendedor Rodrigo Fantacccini, 35, e balconista Débora Priscila Maggi, 30, estão sendo despejados de um terreno atrás da delegacia em Batatais (352 km de São Paulo)
    Uma família que vive com o consentimento de delegados há 17 anos numa área pública aos fundos da Delegacia Municipal de Polícia de Batatais (352 km de São Paulo) foi presa em flagrante sob a acusação de furto de água pelo novo delegado titular, que pedia a desocupação do imóvel desde setembro de 2012.

    A balconista Débora Priscila Maggi, 30, e a mãe dela, Ercilia, 49, dividiram na semana passada uma cela com seis mulheres na Cadeia Feminina de Franca (400 km de São Paulo) por 36 horas, o mesmo tempo em que o marido, vendedor Rodrigo Fantacccini, 35, permaneceu trancafiado em Batatais com oito presos acusados de homicídio e tráfico. As duas mulheres foram levadas algemadas de Batatais para Franca.

    O delegado Alan Bazalha Lopes caracterizou o flagrante como furto qualificado, em vez de simples, o que tirou dos réus o direito de pagar fiança e seguir em liberdade. Ele argumentou que houve concurso de mais de uma pessoa para a prática do suposto crime.

    Lopes também mandou recolher a um pátio uma moto e um Fiat da família, que estavam na área em que fica a casa, por “abandono de veículos em área pública”, e determinou o corte do fornecimento de água do imóvel.

    Antes de tomar as medidas, na semana passada, o delegado pressionava os moradores a sair do imóvel com notificações para prestar depoimento na delegacia, que fica cerca de 40 metros da casa. “Nós comparecemos a todas, esperamos por horas e depois fomos dispensados sem ser ouvidos”, afirmou Débora.

    Em outubro, o delegado mandou à família uma notificação extrajudicial de despejo para que saíssem da moradia em 15 dias, que não foi atendida. “Não temos para onde ir”, afirmou o vendedor.

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    Quando foram libertados, na quinta-feira (17) da semana passada, no habeas corpus de soltura dos acusados a juíza Laura Maniglia Puccinelli Diniz condicionou a liberdade provisória da balconista, do marido e da mãe à saída do imóvel em 15 dias.

    O advogado da família acusada de furto, André Baldochi, 26, ingressou com um habeas corpus preventivo no Tribunal de Justiça para evitar uma nova prisão dos seus clientes.

    “Se o tribunal acatar o pedido, eles poderão ficar no imóvel sem correr o risco de voltar à prisão. Aí, para sair, vai depender de uma ação de reintegração de posse da Procuradoria Geral do Estado”, afirmou o advogado. Segundo ele, o delegado alegou questões de segurança para pedir a desocupação do imóvel.

    A balconista Débora afirma que, no passado, delegados permitiram que a família morasse no imóvel em troca do trabalho do pai, que é serviços gerais. Ele cortava a grama e fazia reparos em encanamentos e fiação elétrica.

    Ele não foi preso porque deixou a casa após se separar da mãe dela.

    “Está sendo uma grande humilhação para nós. Estamos sem água, meus dois filhos têm de ficar na casa da minha sogra e estamos usando água de galão para escovar os dentes e outras necessidades. Não pagávamos o fornecimento porque nunca foi cobrado”, disse a balconista.

    O terreno onde Débora, a mãe, o marido e os filhos residem tem cerca de 200 metros quadrados. A casa possui dois quartos, sala, cozinha e é cercado por tela. A família afirma que precisaria de mais tempo para achar outro lugar para morar.

    A comissão de direitos humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Batatais afirmou que, caso receba uma reclamação formal, vai coletar depoimentos sobre o caso.

    “Vamos ouvir testemunhas e enviar o procedimento para a Corregedoria da Polícia, que vai dizer se houve ou não abuso de autoridade”, afirma Regina Leal, 50, presidente da entidade no município.

    Outro lado
    O delegado Lopes foi procurado pela reportagem para se manifestar, mas ele está em férias, segundo funcionários da delegacia.

    A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Segurança Pública de São Paulo afirmou, em nota, que “foi feito um flagrante conforme os preceitos legais”.

    Ainda de acordo com a nota, a Procuradoria Geral do Estado ingressou com uma reintegração de posse contra os moradores. O advogado Baldochi e a família negam a existência do pedido de reintegração.

    A assessoria de imprensa da Procuradoria Geral de Justiça informou à reportagem do UOL que iria pesquisar se existe ação relacionada à área que pertence ao Estado em Batatais. A resposta não foi enviada até as 17h desta quarta-feira (23).

    O promotor criminal Eduardo Pereira de Souza Gomes, que pode eventualmente denunciar os moradores por furto de água à Justiça, preferiu não comentar o assunto, que está em fase de inquérito na polícia.

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  9. simplesmente ele perdeu a chance de ficar calado, isso é coisa que se diz em uma rede aberta sr. competência as mulheres tem de sobra , parabéns as mulheres da policia civil rj

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  10. Queria ver a Dra. na lama da maré da Vila trocando com a “contenção”.
    Delegada de cartório sim…mas dentro da favela acho difícil.
    Para gente..Deus fez o mundo do jeito dele e nós estamos querendo mudar.

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  11. A única coisa que me surpreende na fala dessa Delegada é ter 10 anos de Polícia e ser Titular de Delegacia. Aqui em SP nem com apadrinhamento isso ocorre, só com 15, 20 anos de Polícia pelo menos. E quanto a fala do Delegado não achei preconceituosa, ele disse a verdade do que ocorre na Delegacia em que ele trabalhava. Em qualquer Delegacia hoje metade dos policiais não querem trabalhar, ou porque tem bico, ou porque estão cansados ou porque sempre foram vagabundos mesmo. Já trabalhei em plantão, chefia em Departamentos e é igual em todo lugar, só mudam os motivos pra não se trabalhar. E isso ocorre em todas as Carreiras sem exceção, já vi Delegado chutar ocorrência ou simplesmente dizer que não ia fazer, por preguiça, já vi chutar por medo de fazer. Já tive parceiro preguiçoso que também não queria fazer nada, só cuidar dos interesses particulares. Enfim, acho que esse Delegado foi mal interpretado.

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  12. GUERREIRO, a Dr com dez anos anos de delegada não sei se antes era tinha outra função na policia,
    o padrinho dela deve ser bem forte,em trinta anos de casa conheço varias autoridades que tem bem
    mais de vinte que ainda é primeira classe agora pra chegar a especial nem na expulsoria. e tem um monte que ainda é segunda classe e nem a primeira não vae.
    a não ser que no RIO a titularidade de dps sejam indicação politica sem importar a classe

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  13. Já atuou como titular da 12ª DP (Copacabana), 13ª DP (Ipanema), 28ª DP (Campinho), 17ª DP (São Cristóvão) e da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e agora o 9ª DP (Catete). 10 anos de Polícia.
    Mal saiu do probatório e assumiu como titular.

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  14. Meu Deus, vc tá sozinha porque quer! Vem trabalhar comigo gatinha, que eu vou te ensinar todos os meandros da Polícia Civil. Em São Paulo não tem gata assim.

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  15. 10 anos de polícia e já foi titular em vários DPs de ponta. Aqui em São Paulo, coitados dos tiozinhos, muitos ficam 20, 25 anos e nunca pegam um filé para comer. Estamos falidos.

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