VENDE-SE ESTA CASA ( em razão da roubalheira que saiu fora do controle do Estado ) 48

Enviado em 25/06/2012 as 15:38 – FOGO CONTRA FOGO TUPINIQUIM

Violência social versus violência policial

Fogo contra fogo versão nacional

Como os acontecimentos estão na mídia, o Ministério Público, em busca de holofote, vai designar dois promotores para acompanhar as investigações. Fazendo minhas, as palavras do SSP:  “Pura pirotecnia”

Estamos acompanhando com muita preocupação o incontestável aumento da criminalidade nos últimos dois ou três anos, em suas mais diversificadas modalidades (homicídios, roubos, furtos, latrocínios, arrastões, etc.), mesmo com o enorme esforço das autoridades públicas de segurança em tentarem, através de mapas, relatórios de inteligência e planilhas estatísticas de credibilidade duvidosa, demonstrar o contrário.

O que nos causa maior preocupação ainda, é ouvir dessas autoridades que o crime acontece pela vulnerabilidade dos imóveis comerciais, decorrente da omissão de seus proprietários que, sedentos por lucros, deixam de fazer investimentos em equipamentos eletrônicos de segurança, facilitando a empreitada criminosa, o que explicaria a série de arrastões em restaurantes no Estado. Atribuir ao particular a responsabilidade pela ineficiência pública é pegar pesado. Mais pesado do que a enorme carga tributária que pagam aos poderes públicos nas três esferas de governo para terem a mínima segurança pública necessária para trabalharem em paz

No mesmo diapasão, atribuem aos condomínios residenciais a culpa pelos arrastões de que são vítimas em razão de não selecionarem a contento os funcionários que vão trabalhar na portaria.

Nas residências roubadas em bairros nobres de São Paulo, entre os quais, o Morumbi, não faltam equipamentos eletrônicos de segurança patrimonial, porteiros treinados, ofendículas, ofensáculas e toda a parafernália de legítima defesa predisposta e mesmo assim, o que sobra são placas de “VENDE-SE ESTA CASA” em razão da roubalheira em residências que saiu fora do controle do Estado.

Afinal, será que é o cidadão o responsável por esse estado de coisas?

Ou será que é a má gestão na área de segurança pública?

Pesados investimentos em tecnologia da informação, com compras suspeitas de equipamentos de informática de qualidade e utilidade duvidosa, acrescido da criação de vários batalhões que redundaram em recorrentes aumentos no efetivo na PM, mais com a finalidade de estruturarem administrativamente as novas unidades do que aumentar a presença física de policiais no policiamento preventivo, não levou a nada, a não ser a promoção de centenas de oficiais a postos superiores. Investiu pesado em recursos humanos e materiais na PM e numa atuação mais violenta da polícia, de modo especial da Rota, no enfrentamento da criminalidade que comprovadamente não deu em nada. Violência social não se controla com violência policial, só faz recrudescer o problema.

Seu indisfarçável desapreço à polícia civil começa a apresentar seus reflexos. Crimes violentos que não foram evitados e abalaram a opinião pública, rapidamente, foram esclarecidos pela polícia civil a quem sempre deu as costas, como no caso da prisão de vários envolvidos nos arrastões a condomínios, restaurantes, no homicídio da jovem advogada no Ipiranga e no comentado caso do diretor executivo da Yoki.

Se para as autoridades de segurança pública, a vulnerabilidade dos imóveis facilita a atuação marginal, o mesmo se diga em relação à absoluta falta de policiamento nos logradouros públicos. Falar que o homicídio do diretor executivo da Yoki se deu por ineficiência do policiamento preventivo seria um absurdo pela passionalidade e circunstâncias do crime, o mesmo não podemos afirmar em relação ao latrocínio que vitimou a jovem advogada no Ipiranga. Duvido que praticassem o crime se avistassem alguma viatura, pelo menos nas ruas ou avenidas próximas ao local do fato.

O que adiantou a polícia civil esclarecer o crime? O prejuízo é eternamente irreversível.

O ideal é que jamais tivesse acontecido.

Senhor Governador e Senhor Secretário da Segurança Pública, sabemos da importância da Polícia Militar para o Estado de São Paulo em razão dos relevantes serviços que presta, mas muita coisa tem que ser repensada e modificada. Lugar de executivo de polícia é no policiamento preventivo ostensivo fardado e não na área administrativa, escondido atrás de computadores.

Grampolândia no sistema prisional, levanta um “positivo”, inventa que foi denúncia anônima, planeja e executa uma chacina patrocinada pelo poder público e depois repercute na imprensa que foi uma bem sucedida operação policial, a exemplo do Compre Bem, Castelinho, Estacionamento no Cangaíba, etc. O preço a ser pago por isso é o que estamos assistindo nos últimos dias, a execução de vários policiais militares com o mesmo modus operandi, ou seja, a traição, por emboscada, etc

Somos policiais vinte e quatro horas por dia, mas não estamos policiais o tempo todo. O marginal age de emboscada, estuda o comportamento da vítima e vai surpreendê-lo no momento em que estiver vulnerável.

Dispensamos “Santinho” com mensagem “Vá com Deus”. Queremos atitudes da cúpula da segurança pública que previnam e não provoquem de forma recorrente os mesmos acontecimentos já vividos anteriormente.

Do outro lado o Ministério Público se utilizando da Rede Globo, para no horário nobre do Fantástico, fazer propaganda institucional, no sentido de abocanhar a investigação criminal, tentando desmoralizar a polícia civil, desenterrando fatos antigos já investigados pela corregedoria, transformados em processos administrativos, aguardando o desfecho dos processos criminais, os quais não redundaram em condenações até agora, por conta da fraca atuação dos encarregados pela acusação em juízo, que a fundamentaram no confiável depoimento da MULHER DO TRAFICANTE. E ainda querem convencer os legisladores que sabem investigar. Cumpre ressaltar que a Corregedoria da Polícia Civil está diretamente subordinada ao Secretário de Segurança Pública que é um PROCURADOR DE  JUSTIÇA.

Para não dizer que sou parcial, essa vai para a polícia civil.

Após a boa intervenção do DG na Acadepol, privatizando os concursos e acabando com as comissões que se reuniam para receber horas-aulas sem tê-las ministrado, gostaria de saber por que tanto concurso para professor temporário, inclusive para  disciplinas que já possuem dois ou três professores? Quem são os integrantes das bancas? Em quantas bancas já figuraram nos concursos dos últimos dois anos? Vamos fazer uma auditoria nas planilhas de horas aulas para saber o porquê da atribuição de aulas dos cursos da academia geralmente aos mesmos professores?

Me ajuda aí, pô!

Um Comentário

  1. ESTÁ TUDO DOMINADO. QUEM MANDA É O PINTO. OS COMANDANTES DAS INSTITUIÇÕES CIVIL E MILITAR, ABAIXAM A CABEÇA, E MOSTRAM A BUNDA PRO PINTO, AÍ ENTÃO O PINTO ENTRA E ACABA COM TUDO. NÃO PRECISA FALAR MAIS NADA.

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  2. EU QUERIA QUE O PROMOTOR DE JUSTIÇA GANHASSE 5.000,00 REAIS POR MÊS PRA VER SE ELES E ELAS SERIAM TÃO HONESTOS ASSIM….
    CONVERSA FIADA RAPAZ!!
    SER HUMANO É TUDO PARECIDO…

    ESSE BANDO DE MAURICINHO E PATRICINHA FICA DE PALADINOS DA JUSTIÇA MAS NO FINAL DO MÊS GANHAM 16.000,00 LIQUIDO INICIAL…IMAGINEM EM DEZ ANOS DE TRABALHO! E TRABALHAM NO MÁXIMO 30 HORAS POR SEMANA…

    DENTRE AS CARREIRAS JURÍDICAS PROMOTOR DE JUSTIÇA É OQUE MENOS TRABALHA É A MAIS SOSSEGADA…

    JUIZ DE DIREITO E PROMOTOR DE JUSTIÇA TINHAM QUE TRABALHAR CINCO ANOS NOS PLANTÕES DAS DELEGACIAS DE POLÍCIA NO COMEÇO DA CARREIRA COMO O É NOS eSTADOS uNIDOS E EM ALGUNS PAÍSES DA EUROPA.

    AS REALIDADES DO NOSSO MUNDO PASSAM POR ALI!

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  3. 25/06/2012 às 16:52 | #37 Citar 21/06/2012 – 13h37
    Ataques à PM não têm ligação com facções, diz secretário
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    MARINA GAMA
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

    O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, afirmou que o ataque à base móvel da Polícia Militar na noite de quarta-feira (21) e os recentes assasinatos de PMs não são atos planejados por organizações criminosas.

    PM é morto a tiros dentro de academia de ginástica em SP
    Base da PM é atacada a tiros na zona leste de São Paulo

    Para o secretário os casos são fatos isolados. “Não há nenhuma ligação com facções criminosas. Nós temos absoluta certeza disso”, disse durante coletiva à imprensa no Palácio dos Bandeirantes.

    De acordo comandante-geral da PM, Roberval França, dos 47 policiais militares mortos em 2011, 21 ocorreram em serviço e 26 no horário de folga. Neste ano, o número de mortes já chegou a 33. Todos eles ocorreram fora do horário de trabalho.

    “Esses policiais morreram em horário de folga e em circunstâncias que não indicam de forma nenhuma uma relação com uma retaliação ou uma quadrilha”, afirmou França.

    De acordo com o comandante há uma tendência decrescente de mortes dos civis no Estado e um aumento no de policiais. “Quanto mais a polícia enfrentar o crime, mais os policiais estarão sujeitos a sofrerem reação armada dos criminosos”, disse.

    Na noite de ontem (21), um PM foi morto a tiros dentro de uma academia de ginástica na avenida Carneiro Ribeiro, no Jardim Vila Formosa, zona leste de São Paulo. Ele trabalhava no local como professor de artes marciais.

    Uma base móvel da PM também sofreu um ataque ontem na zona leste de São Paulo. Segundo a polícia, homens em uma moto passaram atirando contra a base que estava na avenida Luís Pires de Minas. Ninguém ficou ferido.

    E AGORA JOSÉ???? 25/06/2012 às 16:56 | #38 Citar 24/06/2012 – 20h06
    Quatro suspeitos de planejar ataques contra PMs são presos em SP
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    DE SÃO PAULO

    A polícia de São Paulo anunciou neste domingo a prisão de quatro homens na Vila Madalena, bairro boêmio da zona oeste de São Paulo, suspeitos de planejar ataques contra policiais. Mais cedo, a polícia disse que havia prendido um suspeito de matar um policial na zona sul.

    Polícia prende suspeito de matar PM em SP
    Criminosos atiram em carro da PM na Grande SP
    Bandidos serão identificados, diz comandante

    Segundo o delegado Jorge Carrasco, do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), eles estavam em um Monza e em uma Tucson roubados e percorriam ruas na Vila Madalena para “apontar” PMs que faziam “bico” de segurança privada e podiam ser mortos.

    No Monza foram presos os irmãos Adilson Almeida Santos, 32, e Adrilson, 31. O mais velho estava em liberdade condicional depois de ter ficado preso pela morte de um PM, em 2000. A reportagem não teve acesso a eles.

    E AGORA JOSÉ???? 25/06/2012 às 16:57 | #39 Citar No Monza foram presos os irmãos Adilson Almeida Santos, 32, e Adrilson, 31. O mais velho estava em liberdade condicional depois de ter ficado preso pela morte de um PM, em 2000. A reportagem não teve acesso a eles.
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  4. Por favor alguém sabe quanto custou a matéria no Fantástico ontem ?
    Que foi matéria paga, disto não tenho dúvida!!
    Uma forma de o Governador falar “Olha é por isto que não dou aumento a vocÊs!!”
    Bom a Globo deve desculpas para aqueles que vivem com seus próprios salários, ou seja a esmagadora maioria dos Policiais Civis.
    Mostrar matéria engavetada é fácil (os fatos ocorreram a tanto tempo que até as cicatrizes dos tiros do Advogado estão cicatrizadas).
    A minoria não pode pagar, por uma minoria que teima em denegrir a imagem desta Corporação Centenária.

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  5. ESSA EU NÃO ENTEDI.A SEGURANÇA PASSOU DO ESTADO PARA O CIDADÃO? QUER DIZER QUE A CULPA PELOS ALTOS INDICES DE CRIMINALIDADE É DO CIDADÃO. QUER DIZER QUE A IMCONPETENCIA EM GERIR A SEGURANÇA É DO POBRE CIDADÃO? QUE OS OFICIAIS DONOS DE SERVIÇOS DE SEGURANÇA E EMPRESARIOS DO RAMOS DE MONITORAMENTO ELETRONICO ACHAM QUE O CONTRIBUINTE DEVERIA GASTAR MAIS COM SEGURANÇA ELETRONICA?ORA, ATÉ QUE SERIA UMA BOA.PODERIAM ISENTAR OS CIDADÃO DE SÃO PAULO DE PAGAR TANTAS TAXAS E IMPOSTOS QUE EU NÃO ME IMPORTARIA DE PAGAR PELA SAÚDE, EDUCAÇÃO E ATÉ PELA SEGURANÇA, ALIAS JÁ O FAZEMOS DE UMA FORMA OU DE OUTRA. SERIA INTERESSANTE PODER SER ISENTO DE IMPOSTOS. PELO MENOS NÃO SERIAMOS ROUBADOS POR CERTOS GOVERNANTES DESTE BRASILZÃO.

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  6. Horário de Almoço :
    EU QUERIA QUE O PROMOTOR DE JUSTIÇA GANHASSE 5.000,00 REAIS POR MÊS PRA VER SE ELES E ELAS SERIAM TÃO HONESTOS ASSIM….
    CONVERSA FIADA RAPAZ!!
    SER HUMANO É TUDO PARECIDO…
    ESSE BANDO DE MAURICINHO E PATRICINHA FICA DE PALADINOS DA JUSTIÇA MAS NO FINAL DO MÊS GANHAM 16.000,00 LIQUIDO INICIAL…IMAGINEM EM DEZ ANOS DE TRABALHO! E TRABALHAM NO MÁXIMO 30 HORAS POR SEMANA…
    DENTRE AS CARREIRAS JURÍDICAS PROMOTOR DE JUSTIÇA É OQUE MENOS TRABALHA É A MAIS SOSSEGADA…
    JUIZ DE DIREITO E PROMOTOR DE JUSTIÇA TINHAM QUE TRABALHAR CINCO ANOS NOS PLANTÕES DAS DELEGACIAS DE POLÍCIA NO COMEÇO DA CARREIRA COMO O É NOS eSTADOS uNIDOS E EM ALGUNS PAÍSES DA EUROPA.
    AS REALIDADES DO NOSSO MUNDO PASSAM POR ALI!

    CÊ TÁ LOCO MEU!!! NÃO FALA ASSIM. ESSE PESSOAL É VAGABUNDO FUTEBOL CLUBE DESDE PEQUINININHO. VOCE FICA ASSUSTANDO ESSE POVO COM ESSE NEGOCIO….. COMO É MESMO O NOME….? AAAAHHHH TRABALHO! AGH! QUE NOJO, SÓ DE PENSAR JÁ FICO CANSADO……

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  7. Despreparo policial aumenta insegurança e deixa maioria dos crimes sem solução
    Por: Agência Pública
    Publicado em 25/06/2012, 09:50
    Última atualização às 09:48

    São Paulo – Aos 30 anos, Humberto Ramos é o que chamam de linha de frente da polícia civil paulista. Escrivão, trabalha no plantão policial com a arma na cintura no 49º Distrito, em São Mateus, o mais movimentado de São Paulo, e quiçá do Brasil. Desde janeiro até maio foram registradas nove mil ocorrências. Ali Humberto passa até mesmo as suas férias.
    “Vim para ajudar, tem muito serviço”, explicou. Naquele dia também estava ali para dar uma entrevista sobre o livro que está lançando, “Dê um novo poder ao policial”, o primeiro escrito por um policial brasileiro sobre neurolinguística, neurociências e as técnicas de Reid, processo desenvolvido pelo policial de Nova York, John Reid, que integra entrevista e interrogatório. É aí que o escrivão quer colocar o dedo. “A polícia não precisa usar a força desnecessária, basta usar o poder de persuasão. O verdadeiro poder policial está na habilidade de conquistar e influenciar pessoas”, diz ele, que garante querer ser escritor e palestrante “para melhorar a polícia brasileira”.
    Não é uma tarefa fácil. Segundo diagnóstico da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), traçada pelo Ministério Público, Conselho Nacional de Justiça e Ministério da Justiça com o objetivo de reduzir a impunidade dos crimes de homicídio no país, o treinamento técnico da polícia deve ser prioridade para melhorar a segurança pública. A Enasp realizou um mutirão nacional com as policiais estaduais para levantar os inqúeritos de homicídios não solucionados até 2007 – 135 mil – e conseguiu denunciar suspeitos em 19% dos casos. A porcentagem parece pequena, mas é grande quando comparada à média nacional de elucidação de homicídios: de 5 a 8%. Os mais de 90% restantes ficam sem solução.
    São 50 mil homicídios por ano no país, o maior do mundo em termos absolutos, segundo relatório da ONU de 2011, que colocou o Brasil no 3º lugar em violência na América Latina, e 26o do mundo. Desses, apenas 4 mil por ano têm seus autores presos, segundo estimativa de Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da pesquisa Mapas da Violência.
    CSI brasileiro
    A fragilidade das investigações policiais é regra do norte ao sul do país. Em Alagoas, o grupo de trabalho do Enasp descobriu o sumiço de mil dos 4.180 inquéritos instaurados entre 1990 e 2007 para apurar homicídios dolosos. No Rio Grande do Sul, o Relatório de Controle Externo da Atividade Policial, encaminhado à cúpula da Secretaria de Segurança Pública, constatou que delitos com “repercussão na imprensa” têm preferência nas delegacias da grande Porto Alegre, enquanto os demais permanecem parados. Em 2008, apenas 16% dos inquéritos tornavam-se processos judiciais em Porto Alegre. O restante era devolvido ou arquivado pelo Ministério Público por insuficiência de provas técnicas para denunciar os réus.
    E por que o Ministério Público devolve e arquiva tantos inquéritos? Porque em muitos casos as investigações são insuficientes ou incompletas, diz a promotora de Justiça da área criminal e professora doutora em Ciências Penais, Ana Luiza Almeida Ferro. Ela explica que o Ministério Público só pode apresentar denúncia para o juiz – abrindo assim um processo judicial – se houver suporte “testemunhal, pericial ou documental” que mostre que houve um crime e indícios que apontam para o suspeito. Senão, o processo será rejeitado pelo juiz.
    Em sua rotina de promotora, Ana Luiza raramente encontra inquéritos consistentes: “Enfrento esta realidade cotidianamente. Em expressiva parte dos casos, o inquérito chega incompleto, deficiente, sem provas suficientes para a formulação da denúncia e a fundamentação de uma futura condenação. Então o Ministério Público não tem outra escolha que não se manifestar pela devolução do inquérito à polícia para o cumprimento dessas necessárias diligências complementares. O Judiciário, de sua parte, nada pode fazer sem a denúncia. Se os inquéritos fossem mais fundamentados, menos incompletos, haveria maior rapidez”, diz.
    O vai-e-vem de inquéritos entre Ministério Público e polícia acaba facilitando a vida dos autores dos assassinatos. “A prescrição lhes favorece. Fica mais difícil localizar testemunhas. Vestígios se apagam. Provas esmaecem. Por outro lado, denunciar sem dispor de provas suficientes para tal e, sobretudo, para alicerçar uma futura condenação também interessa aos criminosos e àqueles que torcem pela impunidade”, reconhece Ana Luiza, para quem “a Justiça tardia e, pior, a impunidade são negações da democracia.”
    O sociólogo Michel Misse, coordenador do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da Universidade Federal do Rio de Janeiro, acredita que a divisão de funções entre Ministério Público e polícia civil entre investigação (feita pela polícia civil), e a denúncia (a cargo do MP, que é o titular da ação penal) é o principal problema: “É o chamado pingue-pongue, o vai e vem entre o delegado e o MP, um modo de o inquérito não ficar em lugar nenhum até que, passados meses e, em vários casos anos, ele venha a ser arquivado”.
    Segundo a Constituição, a investigação também é atribuição do MP. “Apenas no Brasil encontramos uma solução ambivalente na persecução criminal”, diz Misse. Em qualquer outro país, diz, a fase destinada a apurar se houve crime e a identificar o autor pode ser exclusiva da polícia ou do Ministério Público. Ou seja, o Ministério Público pode investigar e apresentar a denúncia e não apenas encampar o inquérito policial ou devolver ao delegado.
    A promotora Ana Luiza acredita que reforçar a capacidade de investigação da polícia também ajudaria a reduzir o “pingue-pongue” que favorece a impunidade: “Uma deficiência crônica, por exemplo, está na parte pericial, nos casos em que tal prova é exigida. E há casos complexos, particularmente aqueles que envolvem crimes do colarinho branco e de lavagem de dinheiro, além de atividades do crime organizado”, pondera.
    “Não podemos viver numa tragédia e achar normal”
    Apesar da ineficiência do sistema, os gastos do país em segurança atingem R$ 60 bilhões por ano. “Em relação ao PIB gastamos mais que a França e estamos no mesmo patamar da Alemanha”, compara Renato Sérgio de Lima, secretário-executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.“Só que o serviço é muito pior”, constata.
    Renato, como a maioria dos especialistas ouvidos pela Pública, acredita que é preciso pensar em um novo modelo de segurança pública no Brasil. Porque este que está aí “é caro e ineficiente, com altas taxas de violência”, diz. O maior problema, diz, é que “a polícia que temos não está voltada para o cidadão, está preparada para defender os interesses do Estado”.
    “Precisamos saber o que a gente quer”, afirma o secretário do Fórum. “O governo, o Estado tem que ter responsabilidade, não é só punir quem está na ponta. Tem que punir quem autoriza, quem delega poderes. Não podemos viver numa tragédia e achar normal, precisamos de política pública”.
    O relatório da Enasp enfatiza a necessidade de contratar mais peritos e obter mais equipamentos para os órgãos periciais de algumas regiões do país – a distribuição de recursos e expertising é bastante desigual, já que os Estados têm capacidade financeira e prioridades políticas diferentes. Mas dá maior ênfase à necessidade de treinamento dos que participam da elucidação dos crimes, de estimular a meritocracia na carreira policial e estabelecer o controle externo das investigações nos crimes de homicídio.
    Uma conclusão parecida à que chegou em seu dia-a-dia na polícia o escrivão Humberto, que investiu as economias dos nove anos de carreira em cursos de treinamento. Nos últimos dez anos, ele diz, os investimentos que viu na polícia civil paulista ficaram concentrados em armamentos e tecnologias digitais. “Nesse mesmo tempo quase nada foi aplicado em desenvolvimento humano”, lamenta.
    63% da população não confia na polícia
    A curva ascendente da violência acompanha a da impunidade. Entre 1992 e 2009, a taxa de homicídios cresceu 41% de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE em junho. Os números de 2009, os mais recentes, mostram uma média de 27,1 mortes para cada 100 mil habitantes. De acordo com parâmetros internacionais, a violência em um país pode ser considerada endêmica a partir de 10 mortes para cada 100 mil.
    Números que contribuem para a má imagem da polícia junto à população. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas realizada no primeiro trimestre de 2012 apontou que 63% da população de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal não confia na polícia. Conforme o levantamento, coordenado pela professora Luciana Gross Cunha, a população com renda inferior a dois salários mínimos (R$ 1.244) é a que mais desconfia dos policiais: 77% disseram-se “muito insatisfeitos” ou “um pouco insatisfeitos” com os policiais. “São as pessoas que sofrem mais discriminação e preconceito da polícia”, diz ela.
    São as mais frequentes vítimas da violência policial que fez o Conselho de Direitos Humanos da ONU pedir a extinção da PM e a Anistia Internacional denunciar a tortura como “método” de interrogatório nas delegacias paulistas e as execuções extrajudiciais praticadas por forças policiais.
    “Precisamos urgentemente discutir que tipo de polícia a gente tem”, diz a professora.
    As conclusões do relatório mais recente da Anistia Internacional convergem para a percepção da violência policial entre os mais pobres. A prática da tortura, afirma a entidade só joga mais lenha na fogueira; é usada nas ruas, em delegacias, presídios, centros de recolhimento de adolescentes “como meio de obter confissões, subjugar, humilhar e controlar pessoas sob detenção, ou com frequência cada vez maior, extorquir dinheiro ou servir aos interesses criminosos de policiais”.
    Como agravante, relata a Anistia, “a grande maioria das vítimas é composta de suspeitos criminais de baixa renda, com grau de instrução insuficiente, frequentemente de origem afro-brasileira ou indígena, setores da sociedade cujos direitos sempre foram ignorados no Brasil”.
    Já o Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu ao Brasil maiores esforços para “combater a atividade dos esquadrões da morte” (compostos por policiais civis e militares) e que trabalhe para “suprimir a Polícia Militar, acusada de numerosas execuções extrajudiciais”.
    O relatório também pediu que o Brasil garanta que “todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente”.
    Seguir essa recomendação significa mexer em outro ponto crítico do sistema de segurança pública: o corporativismo que substitui a rivalidade entre as polícias e departamentos policiais quando o réu é agente do sistema de segurança. No estado de São Paulo, por exemplo, a Secretaria de Segurança Pública determinou em abril de 2011 que mortes em confrontos com PMs fossem investigadas pelo departamento de homicídios da Polícia Civil. De lá para cá, nenhum policial foi punido. Dos 500 casos analisados, todos na região metropolitana, 40% foram esclarecidos e em nenhum deles constatou-se desvio de conduta, ou seja, em todos os casos os PMs teriam tido motivo para atirar.
    O que fez o relatório da Enasp incluir como medida a ser adotada imediatamente a “definição de parâmetros específicos para o controle externo nas investigações dos crimes de homicídio”.
    Armas que vão e voltam
    A corrupção também está entre os ingredientes que enfraquecem a segurança pública e multiplicam os homicídios. Armas de criminosos recolhidas pela polícia voltam a circular e o comércio ilegal de armas raramente é investigado, menos ainda punido. Policiais fazem bicos, aceitam propinas e vendem proteção para comerciantes, o que dá origem à formação de esquadrões da morte e à circulação ilegal de armas, como aponta o relatório da Anistia. Mais de 80% das armas apreendidas em situação ilegal é de fabricação brasileira, ou seja, foram comercializadas aqui.
    “O debate da segurança pública é frequentemente contaminado por considerações de ordem ideológica, impedindo a implementação de medidas importantes nessa seara. Falta a sensibilidade de entender que deve haver um equilíbrio entre o interesse da garantia dos direitos dos cidadãos (e dos investigados) e o interesse da segurança pública”, defende a promotora Ana Luiza.
    Junte-se a isso o apelo à força policial, a ideia de que “bandido não tem direitos humanos”, rotineiramente defendidos por uma parte da sociedade, também são vistos como fatores que enfraquecem a segurança pública de acordo com especialistas e estudiosos do tema.
    Em março de 2012, confrontado com os indíces de homícidio haviam aumentado 50% em comparação com o mês anterior, o coronel Josiel Freire, subsecretário de operações da secretaria de segurança de Brasília – cuja polícia é a mais bem paga do país –declarou à imprensa: “Quase 70% das vítimas de homicídios estão envolvidas com crime e tráfico. O transeunte mesmo não está sendo vítima”. É digno de nota que a declaração não tenha causado escândalo – e nem mesmo muitas críticas.
    Para o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, que há mais de uma década vem fazendo mapas de violência no Brasil, a situação da violência chegou a um ponto do que ele chama de pandemia. “É um problema estrutural, mais difícil de cuidar. A violência está incorporada”.
    “A identificação do brasileiro como ‘homem cordial’ não se sustenta mais”, lamenta ele.

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  8. PQP, o cara que escreveu esse texto é muito bom.

    A mais pura realidade, só não vê quem não quer.

    Ta tudo dominado.

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  9. 25/06/2012 18:47
    Da Tribuna
    Da redação

    Não vai funciona

    Olimpio Gomes (PDT) lamentou o assassinato de mais um policial. Dessa vez, no município da Praia Grande. Segundo o parlamentar, foram sete policiais executados desde o dia 30/5. Olimpio Gomes informou sobre comunicado do coronel Roberval Ferreira França, comandante-geral da Polícia Militar, aos agentes da segurança pública para que sejam cautelosos, principalmente nos momentos de folga. “Se é por vingança ou alguma facção, devo dizer ao mundo do crime que não vai funcionar. Vamos para cima de vocês. Não tentem enfrentar a polícia”, alertou o deputado. Olimpio disse ainda que seu depoimento não é uma ameaça, e sim o real sentimento do policial. (IR)

    Sonho

    A convenção do PMDB, que indicou no domingo, 24/6, o deputado federal Chalita como seu candidato oficial à prefeitura paulistana, foi o assunto tratado por Jooji Hato (PMDB). Segundo o deputado, o sonho do partido, do próprio parlamentar, de Chalita e dos paulistanos é transformar São Paulo numa cidade segura e com transporte rápido, onde a vida seja valorizada e o cidadão respeitado. (BC)

    Golpe em Fernando Lugo

    Carlos Giannazi (PSOL) manifestou repúdio em relação à destituição do ex-presidente do Paraguai, Fernando Lugo, decidida em rápido julgamento político. Para o deputado, a ação foi um golpe militar. “Fernando Lugo foi eleito democraticamente pelo voto popular do país, em processo de avanço das forças democráticas do Paraguai”, disse. Segundo Giannazi, o ex-presidente enfrentava grandes latifundiários e elites econômicas do país. O parlamentar fez apelo ao governo do Brasil para que tome providências em relação ao caso, manifeste seu repúdio e corte relações diplomáticas com o Paraguai. “Aconteceu lá e pode acontecer em vários outros países.”, comentou. (IR)

    Seres humanos de respeito

    Olimpio Gomes (PDT) disse ter ouvido com atenção a manifestação do comandante Roberval França, que se mostrou triste em relação às mortes de seus comandados e satisfeito sobre o sentimento da sociedade e de entidades representativas, que têm demonstrado solidariedade aos familiares dos policiais executados. Segundo o deputado, o comandante voltou a falar, dessa vez com tristeza, por não ter recebido nenhuma demonstração de solidariedade da Defensoria Pública e de entidades que lutam pelos direitos humanos. “Tenho certeza de que aqueles que lutam pelas pessoas entendem também as famílias dos policiais como seres humanos que merecem respeito”, afirmou. (IR)

    Repressão

    Carlos Giannazi (PSOL) disse que a segurança pública está à deriva e entrou em colapso, já que o governo estadual só investe na repressão aos movimentos sociais e aos pobres. “Aí, sim, o governo aciona a tropa de choque”, afirmou. O parlamentar esteve, na semana passada, na Faculdade de Direito da USP junto do deputado Adriano Diogo (PT) e Marco Aurélio (PT), onde houve iniciativa de ser entregue documento com denúncias contra o governador, o presidente do Tribunal de Justiça, o prefeito de São José dos Campos e a juíza responsável pela desocupação do Pinheirinho. (IR)

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  10. Escravão 007 :
    DR. GUERRA:
    PARA QUEM ACHA QUE ESCRIVÃO NÃO SABE INVESTIGAR:
    http://www.jornalouvidor.com.br/site/materias/santa_isabel/mulher_encontra_familia_apos_43_anos_de_procura/
    PUBLICA AÍ DOUTOR!
    PARABENS PARA O ESCRIBA!

    Escravão 007 :
    DR. GUERRA:
    PARA QUEM ACHA QUE ESCRIVÃO NÃO SABE INVESTIGAR:
    http://www.jornalouvidor.com.br/site/materias/santa_isabel/mulher_encontra_familia_apos_43_anos_de_procura/
    PUBLICA AÍ DOUTOR!
    PARABENS PARA O ESCRIBA!

    Parabéns ao escriba que deve ter usado o ALPHA para esse final feliz!

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  11. Faltam-me palavras para descrever a satisfação ao ler este artigo, o colega foi muito bem nas suas colocações, colocações estas que faria corar de vergonha a inútil da delegada rose, com minúscula mesmo que nunca em toda a sua vida e carreira fez ao menos um discurso parecida nas tribunas da assembleia legislativa, falou todo e um pouco mais, fez uma radiográfica completa do quadro de insegurança pública instalado no Estado de São Paulo desde a fatídica posse no Mário Covas que esteja queimando no inferno, a espera dos seus iguais do PSDBosta, o colega esta de parabéns.

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  12. Se prestaram atenção na matéria veiculada pela rede podre de televisão tentando enlamear a policia civil devem ter notado a foto que apresentaram do Fotocrim, ou seja, fornecida pela PM. Precisa desenhar?

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  13. Nova onda de ataques põe polícia de São Paulo em alerta total
    Patrulhamento foi reforçado em São Paulo após execução de sete PMs e outros ataques. Mais agentes estão nas ruas e a segurança foi reforçada na capital paulista

    Alexandre Dall´Ara – iG São Paulo | 25/06/2012 19:39:16 – Atualizada às 25/06/2012 20:05:30

    Texto:
    Após nova onda de ataques à polícia – que resultou em ao menos sete PMs executados – agentes que fazem o patrulhamento no Estado trabalham em alerta total. Mais policiais estão nas ruas e a segurança foi reforçada na capital paulista.

    As mortes: Trinta e nove policiais foram mortos fora de serviço neste ano, segundo PM

    “Não sei se é o PCC (Primeiro Comando da Capital), mas é possível que seja. Os boatos dizem que têm 50 policiais para morrer. Não são policiais marcados, é um número”, afirma um comandante da PM que pediu para não ser identificado.

    AE
    Blitz da polícia militar na região central de São Paulo. A atenção foi reforçada após recentes ataques
    Nesta segunda-feira, o iG percorreu diferentes regiões de São Paulo para saber como os agentes estão reagindo e trabalhando após os ataques que mataram pelo menos sete agentes em horário de folga desde o dia 30 de março, data em que policiais da Rota mataram durante uma ação seis suspeitos de integrar o PCC.

    Leia também: “Execução de PMs é retaliação ao trabalho da polícia,” diz diretor do DHPP

    No centro da cidade, em uma base de policiais no Brás, uma agente que não quis se identificar confirmou que o patrulhamento à noite é feito por um efetivo maior, mas não quis precisar quanto e justificou: “Você pode ser da facção. Qualquer um pode chegar aqui e perguntar. Não podemos dar endereços das bases. Tudo por uma questão de segurança”, afirmou.

    Outros ataques: Bandidos queimam ônibus e atacam base da PM em Diadema

    Alexandre Dall´Ara
    Base Móvel da PM em frente ao parque Trianon, na avenida Paulista
    A onda de ataques mudou a rotina por patrulhamentos na cidade. Os agentes estão em alerta mesmo em regiões onde não foram registrados atentados. “A orientação é para redobrar a atenção no horário de folga. Os casos aconteceram em horário de folga. Agora, quando há uma ocorrência, vai uma viatura para apoio, as viaturas não saem sozinhas”, diz o tenente Costa Lopes, que trabalha na base da PM do Parque Trianon, na região da avenida Paulista.

    O tenente-coronel José Luiz Campo, comandante do 7º Batalhão da PM, confirma que o trabalho policial foi reforçado e que os agentes estão trabalhando com armamento pesado. “Estamos em condição operacional de alerta. Pode acontecer dos agentes portarem armamento de calibre maior e também fazemos alguns bloqueios. Mas não estamos como em 2006 (ano do ataque do PCC). É preciso cuidado para não criarmos um monstro, mas não podemos deixar de ver o que está acontecendo”, diz.

    Segundo o tenente, o aumento no número de bloqueios policiais ocorridos durante o fim de semana ocorreu também por conta dos recente arrastões registrados na cidade. “Aqui estamos em um momento em que essa situação coincidiu com os casos de arrastão, por isso os bloqueios”.

    Alexandre Dall´Ara
    Motos da PM e carro da Guarda Civil em frente ao 8º Distrito Policial, no Brás, na região central da capital
    Na zona leste, onde ocorreu a maioria dos casos de execução de PMs, o sargento Eduardo, comandante do 8º Batallhão, que fica na região do Tatuapé, informa que recebeu uma base móvel extra. “Recebemos reforço com quatro policiais e armas de grosso calibre para o caso de enfrentamento. Se acontecer alguma coisa, estamos preparados”.

    Para aumentar o número de policiais nas ruas, agentes que trabalham dentro dos batalhões foram deslocados para o patrulhamento para aumentar a situação de segurança da população. “As pessoas da parte interna estão indo para o operacional para aumentar o efetivo”, diz o sargento.

    Os sete executados

    Sete mortes aconteceram desde 30 de maio. Seis delas nos últimos 12 dias, sendo que nos últimos quatro dias foram registrados quatro casos, um por dia. Veja abaixo quais foram os sete últimos executados, em uma sucessão de crimes considerada por Jorge Carlos Carrasco, diretor do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), uma “retaliação” dos criminosos ao trabalho da Polícia Militar.

    1) Edilson Avelino dos Santos, 37 anos
    30 de maio, às 7h30, no Guarujá
    Atingido por tiros na escola onde trabalha como zelador

    2) Valdir Inocêncio dos Santos, 39 anos
    12 de junho, em Guaianases
    Atingido por 20 tiros na porta de sua casa

    3) Domingos Antônio Aparecido Siqueira, 43 anos
    17 de junho, às 9h30, no Jardim Iguatemi
    Atingido por 6 disparos na porta de sua casa

    4) Vaner Dias, 44 anos
    20 de junho, às 20h45, na Vila Formosa
    Atingido por 4 disparos na academia onde era instrutor de artes marciais

    5) Paulo César Lopes Carvalho, 40 anos
    21 de junho, às 20h10, no Jardim Comercial
    Atingido por 9 disparos no supermercado

    6) Osmar Santos Ferreira, 31 anos
    22 de junho, 5h19, no Jardim Edda
    Atingido por 3 disparos no percurso entre sua casa e o trabalho

    7) Joaquim Cabral de Carvalho, 45 anos
    23 de junho, 6h15, em Ferraz de Vasconcelos
    Atingido por 5 disparos quando voltava para casa

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  14. NÃO HÁ SEGURANÇA PÚBLICA NESSE PAÍS QUE DARÁ JEITO NA CRIMINALIDADE. TEM QUE MUDAR MUITA COISA, A BANDIDAGEM PROLIFERA NUMA VELOCIDADE MUITO MAIOR E AINDA MAIS NUM ESTADO EM QUE A SEGURANÇA PÚBLICA É INEFICAZ. O BRASIL TEM UM MISTO DE TODAS ESSAS COISAS COMBINADO COM UM FAMIGERADO DIREITOS HUMANOS E POR AÍ VAI.

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  15. É ESTAMOS NUMA GUERRA CIVIL, TEMOS MEDO DE NOS IDENTIFICARMOS QUE SOMOS POLICIAIS ATÉ PARA OS NOSSOS FILHOS. QUE VERGONHA. AINDA DENIGREM A NOSSA IMAGEM ESCANCARADAMENTE NO BRASIL TODO. COMO SE NÃO HOUVESSE CORRUPÇÃO NESTE PAÍS.

    VERGONHA!!!!!!!!! MEU IDEAL DE UM MUNDO MELHOR, ESTÁ VIRANDO UM PESADELO!

    VERGONHA DOS SINDICATOS!!!!!!!

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  16. PARABENS À REDE GLOBO : REPORTAGENS COMO ESTA SÓ SERVEM PARA MOSTRAR QUE SEU IMPÉRIO ESTA CHEGANDO AO FIM… A POLÍCIA CIVIL DE SP A ALGUM TEMPO NÃO TEM DADO NOTICIA RUIM, PARA TRITEZA DO FERREIRA BINGULINHO.NO ENTANTO, NOSSA GLORIOSA PM TEM MOSTRADO SEU LADO PODRE QUE VAI DESDE ASSALTOS À CONDOMINIOS, EXECUÇÕES SUMÁRIAS, CAIXAS ELETRÔNICOS ETC.

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  17. Bom Dia!

    Senhoras e Senhores.

    Não é de hoje que ouvimos reportagens de crimes. Houve no passado alguns jornalistas que se ergueram e se elegeram para alguns cargos públicos ou se tornaram famosos a custa de boletins sobre a desgraça alheia.

    No passado em tantas rondas operacionais pelas circunscrições da cidade e, em atendimento em Delegacias de Polícia, tive a enorme satisfação de me deparar com alguns amigos repórteres, verdadeiros “tiranossauros”, que vagavam “noite adentram” a procura de ótimos furos de reportagens, inclusive, elogiados e publicados em primeiríssima página.

    Porém hoje o que vemos é uma fatalidade em termos jornalísticos. A priori, deveriam sim dar mais valor e ênfase ao trabalho policial e transmitir a verdade nua e crua a toda população no tocante aos fatos diários ao invés de, muitas vezes, alguns tomarem partidos ou maquiarem e talvez e somente assim, smj, por conveniência de alguém, mascarar a inércia e incompetência de alguns e de atuais cargos de confiança, que insistem em ostentar e acumular em suas enormes paredes de escritórios acarpetados, belíssimos certificados de vastos conhecimentos teóricos, que, para não perder a famosa “boquinha”, teima em ficar transformando a população em verdadeiros “ratos de laboratório” sem, contudo, serem punidos ao final pelo tamanho prejuízo moral, emocional, físico e monetário, tanto do cidadão como dos órgãos governamentais.

    Talvez também pelo comodismo do próprio povo sofrido e cansado por já terem simplesmente remado e nadado contra a maré e depois de tudo e de tantas mazelas e descasos e, por também já terem se deparado à frente com tantas barreiras inóspitas e, me atreveria até em dizer, muitas intransponíveis ao cidadão comum e, tendo e ficado incumbido somente para si, a parte ruim da coisa que é o puro e tão somente “custos” desta fatídica história e por fim, cansados e desanimados desta infinita guerra de nervos, entreguem a famosa “rapadura” para o já tão desacreditado futuro que pelo visto já vem se mostrando a tempos, imoral escuro e sem solução plausível ou lógico.

    Somente espero com a graça de Deus que ao final disto tudo, mesmo já termos sofrido inúmeras “baixas” e, sabendo também antecipadamente que somente nos coube a pior parte da contenda que é a função de “peões” deste nefasto jogo de xadrez, que nem o famoso e inigualável “Mequinho” atreve-se em jogá-lo e, ainda tenhamos alguma força de espírito para assimilar ou combater estes horrendos e inescrupulosos homens insaciáveis pelo poder.

    Caronte.

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  18. A insegurança pública existe em todos os estados da federação, isso não justifica a incompetência para administrar a de SP. Os problemas são muitos: 1-) As policiais deveriam ser separadas da política com isonomia ou pelo menos subordinadas a órgão não político; 2-) O legislativo que tem que mudar as leis (município, estado e federação) é fraco e não legisla a favor da população; 4-) O ECA é uma aberração; 5-) O brasileiro é comodista, ignorante e não sabe protestar contra quem de direito, é mais fácil fazê-lo somente quando precisa do referido serviço público; 6-) Agora há o PNDH-3 para acabar de vez com os nervos e paciência de qualquer pagador de impostos nesse país.

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  19. TERÇA-FEIRA, 26 DE JUNHO DE 2012

    ALESP 27/06/2012 INFORME NOSSO COODENADOR ESTADUAL FEIPOL/SE

    REUNIÃO DO DIA 27/06/2012 NA ALESP

    Colegas Escrivães e Investigadores:

    Como já é do conhecimento de todos, no dia 27 de junho, quarta-feira, o Grupo de Trabalho deverá se reunir, às 10 horas, na ALESP, para apresentar a proposta final que deverá ser submetida ao Sr. Governador. Pelo menos é isso que nos foi passado e estamos esperando.
    Ante tal expectativa, é de bom alvitre que haja um comparecimento significativo de colegas, para uma ação de presença. Até porque, seja qual for a proposta que vier a ser apresentada, deveremos nos posicionar a respeito.
    Caso haja qualquer alteração de última hora, comunicaremos a todos, através dos nossos sites.

    Até lá, um abraço a todos.

    Jarim Lopes Roseira
    Presidente da IPA e Diretor de Coordenação Estadual FEIPOL-SE São Paulo

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  20. E O SIPESP E AIPESP, SERA QUE AINDA EXISTEM. É INCRIVEL, NÃO SE PRONUNCIAM, NÃO SE POSICIONAM, PARA QAUE SER EM AFINAL?
    FUIIIIIIIII………………..

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  21. Gostaria de postar aqui um comentário dentre tudo aquilo que tenho acompanhado diuturnamente.
    Em primeiro lugar, os POLICIAIS CIVIS do Estado de São Paulo têm alguns inimigos já declarados, senão de forma explicita, ou velada. O PSDB é o grande inimigo da Policia Civil e de todos os servidores publicos de nosso Estado, seja de qual Secretaria pertencer. A REDE GLOBO é hiper inimiga da Policia Civil do Estado de São Paulo, assim como o DATENA, e nosso “amado” Secretário da Segurança Publica. Temos alguns aliados e dentre eles destaco a REDE RECORD de televisão.
    Então caros amigos, sejamos inteligentes neste momento tão delicado, vamos nos aproximar de quem realmente nos apóia e nos defende. Se cada servidor publico de SP seja de qual Secretaria for fizer campanha anti PSDB vamos extirpar esse partido que é um CANCER pra sociedade. Faça um trabalho de formiguinha que no final trará grandes resultados. Use o boca a boca, a internet, qualquer meio que seja para divulgar quão mal faz e fez esse partido para SP e para o Brasil.
    Tenham certeza que o Cerra não se elege para prefeitura e com certeza para 2014 teremos LULA para o Governo do Estado de São Paulo. É o fim da era PSDB…….o partido que massacra o funcionalimsmo, o partido fundador do PCC e o partido que está matando policiais e outros agentes. Jamais se esquecendo que a criminalidade hoje em SP é assustadora……………
    VAMOS NOS UNIR NESSA BATALHA E MOSTRAR PARA A SOCIEDADE QUE O PSDB DEVE SER EXTIRPADO DOS NOSSOS MEIOS………………………

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  22. 26/06/2012 18:10
    Da Tribuna
    Da Redação

    Educação
    Segundo Carlos Giannazi (PSOL), a Assembleia não possui autonomia: é o Palácio dos Bandeirantes que possui o poder da decisão em relação à aprovação dos projetos que tramitam na Casa. O deputado citou dois projetos de sua autoria que visam melhorias no ensino na rede estadual. São o PL 517/2007, que estabelece o número máximo de alunos por classe nas escolas estaduais, e o PL 7/2009, que limita o número de alunos em salas de ensino fundamental que tenham algum aluno com necessidades especiais. “É preciso melhorar a educação no Estado. Essa é a base para todas as outras áreas”, finalizou. (DA)

    Interesse
    Marco Aurélio (PT) argumentou que a falta de investimento em educação gera mais gastos em segurança pública, como a necessidade de construção de penitenciárias. “Na prisão, o número de pessoas que se recupera é mínimo”, disse. Nesse sentido, o parlamentar elogiou a premiação Prefeito Amigo da Criança, mantida pela fundação Abrinc, que neste ano foi concedida a 181 prefeitos. “Fico feliz porque o prefeito de Jacareí foi um dos premiados. É o reconhecimento do trabalho bem feito”, disse. O deputado ainda lamentou o fato de a oposição não conseguir aprovar projetos e nem implantar CPIs que não sejam de interesse do governo. (DA)

    Violência
    Jooji Hato (PMDB) analisou dados divulgados pelo comandante-geral da Polícia Militar, Roberval Ferreira França. Segundo as informações, desde o início do ano, 40 policiais foram assassinados. “Precisamos tirar as armas ilegais das ruas e diminuir a violência”, disse. O parlamentar defendeu a implantação de blitze do desarmamento em pontos estratégicos como maneira de prevenção. Jooji Hato afirmou que há muitos casos de impunidade no país e se posicionou de maneira contrária a saída de presos das penitenciárias em feriados. (DA)

    Famílias, escolas e igrejas
    Para o deputado Welson Gasparini (PSDB), três fatores influem na má condição da segurança pública. Para ele, as famílias não educam mais seus filhos para conviverem em sociedade; as escolas falham no ensino moral; e as igrejas perderam a força em relação à pregação do amor ao próximo e do respeito. “As escolas, igrejas e famílias precisam de uma sacudida para que sejam retomados os valores morais”, comentou. Para o deputado, os presídios também deveriam ser regionalizados. “É necessário que haja penitenciárias em toda cidade para os marginais do próprio município”, disse. (IR)

    Falência na segurança pública
    Carlos Giannazi (PSOL) considera que a segurança pública está em estado de falência, já que o governo do Estado não investe o necessário. Para ele, essa é a causa dos arrastões, assaltos, sequestros e violência em São Paulo. “Os salários dos profissionais de segurança pública não são suficientes. Peço a aprovação da PEC 300, que pode melhorar muito a segurança pública”, disse. Para Carlos Giannazi, quem faz a segurança do Estado são os servidores da área. Ele acredita em uma política com mais investimentos para a segurança. (IR)

    Estado despreparado
    Para João Antônio (PT), é impossível se ter paz social se a segurança pública não vai bem. Para o deputado, há ausência de forças maiores para combater o crime organizado. O parlamentar citou informou que obteve de policiais de que muitas viaturas não circulam porque não passam por manutenção, e que os próprios agentes, em alguns casos, têm de levar de suas casas equipamentos como computador e impressora para exercer suas funções. “Como enfrentar o crime organizado assim? O Estado está despreparado”. (IR)

    Despejados
    Luiz Carlos Gondim (PPS) se mostrou indignado com o processo de desapropriação das famílias de Poá para a construção do trecho leste do Rodoanel. Segundo ele, a concessionária SP Mar não estão pagando a indenização necessária aos moradores. “A empresa liga para eles, usa o nome do governador e diz que as famílias têm de sair em 30 dias. Os moradores estão apavorados”, informou. Para Luiz Carlos Gondim, a SP Mar está fazendo estrago em nome do governador do Estado. O parlamentar fez apelo para que a CDHU avalie o caso. (IR)

    Educação
    Carlos Giannazi (PSOL) comentou os assassinatos de policiais que aconteceram recentemente na capital. O deputado ressaltou que a luta em defesa da educação ajuda a resolver o problema da violência. “Ao melhorar a educação, conseguimos melhorar todas as outras áreas, pois todas dependem da implantação de uma educação de qualidade”, disse. Giannazi defendeu o cumprimento da Lei federal 1.1738/2008, que determina a jornada e o piso do magistério, e ainda pediu a valorização da categoria. Para o deputado, é necessário que o governo invista 10% do PIB em educação. “Esse valor já é insuficiente, mas 8%, como o governo oferece, não iremos tolerar”. (DA)

    Benefícios e Pinheirinho
    Marco Aurélio (PT) fez apelo para que seja derrubado o veto do PLC 33/2011, de sua autoria, que propõe que a falta do professor por motivo de óbito de familiares, não afete os benefícios por assiduidade. O parlamentar esteve na semana passada na Faculdade de Direito da USP para tratar dos danos que a desocupação do Pinheirinho causou aos moradores. Marco Aurélio informou que será encaminhado à Organização dos Estados Americanos (OEA) documento com denúncias contra os envolvidos na ação. (IR)

    Segurança
    Jooji Hato (PMDB) falou a respeito da saúde no Estado. O deputado citou alguns casos e analisou que a violência é responsável por consumir recursos e leitos dos hospitais. “O governo tem de tomar medidas. Investir em segurança preventiva poupará recursos da saúde”, disse. Para Jooji Hato, há pilares que sustentam a violência e precisam ser combatidos: bebidas alcoólicas, armas e drogas. O parlamentar comentou, também, a respeito dos conflitos entre torcidas organizadas. Ele defende a realização de blitze do desarmamento próximas aos estádios. (DA)

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  23. Pessoal, independente de nossos credos ou diferenças, vamos nos unir em oração pelo policial civil do Ger, Kuratomi, que se encontra em estado crítico, sendo um ótimo parceiro, digno pai de família e amigo exemplar!
    Se o Brasil se uniu em oração por um cantor que era pouco conhecido, resgatando-o da morte, vamos vibrar positivo, mandando acalento, esperança e suporte espiritual e físico ao colega e aos seus entes!
    Não custa nada fazermos um prece ou oração e de coração corroborarmos com a melhora do colega!
    Abs e fiquem tds com Deus!
    Se não fizermos nós nossos milagres pessoais, ninguem fará por nós, estamos verdadeiramente fodidos!

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  24. Um policial civil de 45 anos foi baleado no início da tarde desta terça-feira (26) no estacionamento de um shopping de São Caetano do Sul, no ABC. Segundo a polícia, dois criminosos em uma moto efetuaram os disparos. Ninguém havia sido preso até as 15h45.
    O crime aconteceu por volta das 14h30, no estabelecimento que fica na esquina da Avenida Goiás com a Rua Senador Roberto Simonsen, a cerca de 200 metros de uma delegacia. De acordo com a Prefeitura de São Caetano, o policial recebeu três tiros – um no rosto, outro no tórax e outro na mão.
    O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar os primeiros socorros à vítima. O homem foi levado para o Hospital Albert Sabin. Segundo a Prefeitura, por volta das 15h30, ele permanecia internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e seu quadro de saúde era grave, porém estável. O policial foi transferido para um hospital particular da capital paulista no final desta tarde.
    Não há informações sobre os suspeitos. O caso deverá ser investigado pela Delegacia Sede da Polícia Civil na cidade.

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  25. Enquanto um colega está em estado critico e torço para que ele melhore, o maldito do secretario da segurança tá em Buenos Aires para assistir o jogo do boca junior

    Isso é um estado de merda

    Façam o que fiz, denunciei para a CBN somos esquecidos,

    Caro colega, todo dia, para todas as partes que vão na delegacia, instigo a pessoa não votar no PSDB

    E amanhã haverá reunião na ALESP, olhei a agenda e nada consta

    Alguem pode dar uma luz

    Outra coisa, o estado finge que paga eu finjo que trabalho

    Ultimamente chego às 11h e saiu às 18h

    Foda-se os ips

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  26. 26/06/2012 – 22h29
    Mais um ônibus é incendiado no sétimo ataque a coletivos em SP
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    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

    Mais um ônibus foi incendiado em São Paulo, na noite desta terça-feira. Com este caso, já chega a sete o número de coletivos queimados nos últimos 13 dias na capital.

    PM morre em troca de tiros com criminosos em SP
    Quatro suspeitos de planejar ataques são presos
    Polícia prende suspeito de matar PM em SP
    Criminosos atiram em carro da PM na Grande SP
    Bandidos serão identificados, diz comandante

    De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, cerca de dez pessoas apedrejaram e queimaram um ônibus da empresa Sambaíba na avenida Antonelo da Messina, no Tremembé (zona norte de São Paulo). Não houve vítimas.

    Segundo uma das pessoas que ligaram para a PM, todas as dez pessoas que depredaram o coletivo eram menores de idade.

    OUTROS CASOS

    Na madrugada desta terça-feira, o ataque ocorreu na rua Professor Arnaldo João Semeraro, no Jardim Santa Emília, zona sul de São Paulo. O motorista disse que estava com o ônibus parado no ponto final da linha Parque Bristol, quando quatro homens se aproximaram e obrigaram ele e o cobrador a descer do coletivo.

    O grupo utilizou um pequeno maçarico para atear fogo ao coletivo e fugiu a pé. O ônibus ficou destruído. A polícia fez buscas na região, mas nenhum suspeito foi preso. O caso será registrado no 26º Distrito Policial do Sacomã.

    Na noite de ontem, outro ônibus foi incendiado por quatro jovens próximo à avenida Arquiteto Vila Nova Artigas, no Jardim Tietê, zona leste de São Paulo.

    Após a ação, o motorista acionou o Corpo de Bombeiros, que apagou o fogo rapidamente. Ninguém ficou ferido.

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  27. 26/06/2012 – 07h52
    Impossível não ficar abatido

    Impossível um paulistano não ficar abatido. Arrastões nos restaurantes, aumento no número de assassinatos e roubos. Está ameaçada uma das maiores conquistas da cidade: a violência ter saído da condição de epidemia.

    Converso com donos de restaurantes e eles dizem que muitos clientes estão apreensivos, alguns lugares mais abertos perdem freguesia. As pessoas preferem ficar ainda mais trancadas. O roubo aumenta apesar do aumento do emprego. Para deixar os nervos ainda mais irritados somos brindados todas as semanas com novos recordes de congestionamento, além de tumultos no metrô. Abundam notícias de corrupção sobre liberação de obras na cidade.

    A política não suscita, neste momento, esperança. Há uma onda de cinismo, do qual Maluf tornou-se símbolo. Depois de apoiar o PT, Maluf já garante apoio a Alckmin e assegura seus cargos no governo estadual.

    Os dois maiores partidos –PSDB e PT– transformam a eleição num trampolim para uma eleição “maior”. Lula afirma que vai ajudar a “nacionalizar” a eleição e faz de seu candidato, Fernando Haddad, quase um assessor.

    José Serra lança-se candidato sem um projeto de renovação, apesar de dizer que tem experiência e sabe o que fazer. Sabemos que, para ele, a prefeitura é apenas falta de alternativa.
    Gabriel Chalita apresenta-se como o “novo”, montado no PMDB –um dos símbolos do que há de mais velho na política. Uma de suas promessas: colocar pãozinho da merenda escolar. Fala que é oposição, mas seu partido está na prefeitura.

    Felizmente, a criatividade e a ebulição da sociedade são maiores, muito maiores, do que vemos na gestão pública.

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  28. IPA
    BOLETIM INFORMATIVO 27/06/2012
    ATENÇÃO URGENTE

    Colegas Escrivães e Investigadores

    NÃO MAIS HAVERÁ A REUNIÃO MARCADA PARA O DIA 27/6

    Comunicamos aos colegas Escrivães e Investigadores que o presidente da FEIPOL-SE, Aparecido Lima de Carvalho,”Kiko”, recebeu às 16:30 de hoje (26/6), um telefonema do Deputado Adilson Rossi, Coordenador do Grupo de Trabalho que estuda a valorização das duas carreiras, informando que a reunião marcada para amanhã, 27/6 não mais se realizará, porque o Governo do Estado não apresentou a proposta que se comprometeu a fazer.
    Não há previsão de quando a reunião se realizará, informou o Deputado.
    Estamos atentos e qualquer fato novo será imediatamente comunicado a todos.

    Jarim Lopes Roseira
    Presidente da IPA e Diretor Coordenador da FEIPOL-SE em São Paulo

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  29. PA
    BOLETIM INFORMATIVO 27/06/2012
    ATENÇÃO URGENTE

    Colegas Escrivães e Investigadores

    NÃO MAIS HAVERÁ A REUNIÃO MARCADA PARA O DIA 27/6

    Comunicamos aos colegas Escrivães e Investigadores que o presidente da FEIPOL-SE, Aparecido Lima de Carvalho,”Kiko”, recebeu às 16:30 de hoje (26/6), um telefonema do Deputado Adilson Rossi, Coordenador do Grupo de Trabalho que estuda a valorização das duas carreiras, informando que a reunião marcada para amanhã, 27/6 não mais se realizará, porque o Governo do Estado não apresentou a proposta que se comprometeu a fazer.
    Não há previsão de quando a reunião se realizará, informou o Deputado.
    Estamos atentos e qualquer fato novo será imediatamente comunicado a todos.

    Jarim Lopes Roseira
    Presidente da IPA e Diretor Coordenador da FEIPOL-SE em São Paulo..

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  30. não é generalizando nao,mas tem escrivao que vive no saco de delegados e chefes,fazendo a caveira dos demais colegas ,tem até escrivão que quer mandar na tiragem,se pegar loke,manda mesmo,então enquanto cada um estiver olhando para o próprio umbigo,nao vai mudar a situação.
    os ataques continuam e muita coisa nao esta sendo divulgada,que tipo de policial vê o seus companheiros sendo massacrados e se calam, não tem a capacidade de se organizar para expressar sua indgnação,é sim senhor,não senhor!
    e o massacre continua salve-se quem puder.! e que deus olhe por nós enquanto ainda estamos por aqui!

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  31. Ohi gostaria de saber se alguma associação de classe da policia civil se manifestou sobre o adicional de insalubridade dos aposentados aprovados na ALESP, neste mês modificando a Lei 432/85, não vi nenhum comentários a respeito é bom ser sócio assim não é VDD???? oi ninguém viu isso, só parta lembrar nobres colegas aposentados que a partir do ano que vem será uma formulas bastante simples é pelo I.P.C, ainda a partir de março de 2013, cuidado aposentados vcs pode ficar de fora as nobre Associações não comunicaram ainda vixiiiiii!!!!!!!!!!

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  32. Moradores de bairros da zona sul de São Paulo estão assustados e denunciam que a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) ordenou toque de recolher em algumas localidades. A Polícia Militar afirma que isso é apenas um boato.

    Pessoas ouvidas pelo UOL contaram que, na tarde desta quarta-feira (27), começaram a surgir comentários sobre uma suposta ordem de toque de recolher em diversas localidades da zona sul da capital.

    Uma funcionária de um bar em Heliópolis disse que ouviu várias pessoas falarem sobre o assunto durante todo o dia. “Soube que haveria toque de recolher aqui”, falou sem dar detalhes.

    Um músico, morador da Praça da Árvore, relatou que, com medo, comerciantes fecharam as portas dos estabelecimentos logo cedo.”Geralmente o comércio para de funcionar às 19h, mas quando fui à padaria à tarde já estava fechada”, lembra.

    Um jovem do Jardim São Savério está com medo, ele contou que ouviu muitos comentários sobre o toque de recolher. “Meus pais acharam melhor eu nem ir à escola. Não sai de casa hoje”, afirma.

    O assunto foi bastante comentado durante toda a tarde e começo da noite nas redes sociais. Uma usuária, moradora da Vila Moraes, contou à reportagem que o clima era de apreensão no local. “Está tudo fechado por aqui. Acho que as pessoas estão com medo do que pode acontecer”.

    A reportagem entrou em contato com estabelecimentos comerciais que ficam nos bairros citados pelos moradores acima. Funcionários de colégios, escolas de idiomas, salões de cabeleireiros e restaurantes afirmaram que funcionaram normalmente hoje e que a movimentação era tranquila no momento. Todas as pessoas entrevistadas pelo UOL preferiram não ser identificadas.

    A Polícia Militar informou que tudo não passa de boato. No perfil da corporação no Twitter, uma mensagem sobre o assunto foi publicada por volta das 18h e passou a ser enviada para vários usuários que mencionavam o suposto toque de recolher na rede: “Não existe toque de recolher, isso é boato”.

    Ataques contra a PM
    De acordo com um dos moradores com quem o UOL conversou, a população está assustada não apenas com os supostos toques de recolher. “As pessoas estão com medo principalmente com os ataques que têm acontecido”, revela um morador.

    Em uma semana, nove ônibus de passageiros foram incendiados. Nesse mesmo período, a Polícia Militar registrou pelo menos sete ataques a bases da corporação. E desde o começo do mês, seis PMs foram assassinados na capital e Grande SP. Todos estavam fora de serviço. A polícia investiga se há participação do PCC nos atentados e nas mortes dos PMs.

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  33. ‘Enfrentou a polícia vai levar a pior’, diz Alckmin sobre nova onda de ataques
    Foi a primeira vez que o governador comentou nova onda de ataques contra policiais e bases da PM. Após execuções, ônibus incendiados e outros ataques, agentes estão em alerta total

    iG São Paulo | 27/06/2012 18:16:59 – Atualizada às 27/06/2012 21:32:58

    Texto:
    Pela primeira vez desde o início da nova onda de ataques contra policiais e bases da Polícia Militar (PM) no Estado de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin falou sobre o assunto. Ele disse que “a policia não vai retroceder um milímetro” e que quem enfrentar “a polícia vai levar a pior”. Após a execução de ao menos sete PMs, ônibus incendiados e outros ataques, agentes que fazem o patrulhamento no Estado trabalham em alerta total, conforme relataram à reportagem do iG.

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  34. Martins :
    ‘Enfrentou a polícia vai levar a pior’, diz Alckmin sobre nova onda de ataques
    Foi a primeira vez que o governador comentou nova onda de ataques contra policiais e bases da PM. Após execuções, ônibus incendiados e outros ataques, agentes estão em alerta total
    iG São Paulo | 27/06/2012 18:16:59 – Atualizada às 27/06/2012 21:32:58
    Texto:
    Pela primeira vez desde o início da nova onda de ataques contra policiais e bases da Polícia Militar (PM) no Estado de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin falou sobre o assunto. Ele disse que “a policia não vai retroceder um milímetro” e que quem enfrentar “a polícia vai levar a pior”. Após a execução de ao menos sete PMs, ônibus incendiados e outros ataques, agentes que fazem o patrulhamento no Estado trabalham em alerta total, conforme relataram à reportagem do iG.

    CARÍSSIMO,

    Que COISA HEIM!, ele DESMENTIU SEU SECRETARIADO AO AFIRMAR E CONFIRMAR QUE EXISTE UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA POR TRÁS DISSO TUDO………..

    MAS INFELIZMENTE, APESAR DA MÁSCARA CAIR, ESSE POVO TROUXA CONTINUARÁ VOTANDO NESSE MALDITO PARTIDO (PSDB).

    abraços.

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  35. EU JÁ ESTOU PRONTO PARA A FESTA, QUE SEJA UMA TONELADA POR CIDADE DESTA VEZ, CLARO, SÓ VAGABUNDOS…..OS PROPRIETÁRIOS DE FUNERÁRIAS AGRADECEM……..É SEMPRE ASSIM, ALGUÉM TEM QUE GANHAR ALGUMA COISA COM AS DESGRAÇAS ALHEIAS!

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  36. A empresa de ônibus ViaSul, que atende a zona sul da capital paulista, retirou seus veículos de circulação na noite desta quarta-feira (27). A medida foi adotada após os casos de ataques a coletivos ocorridos nos últimos dias, quando vários ônibus foram incendiados por desconhecidos armados.

    A SPTrans, empresa da prefeitura que cuida do transporte público, divulgou nota informando que está em contato com a empresa para que o serviço seja retomado. A companhia disse ainda que “mantém conversa com o comando da Polícia Militar para preservar a segurança do transporte público” na Grande São Paulo. De acordo com a PM, o patrulhamento na zona sul da cidade é normal.

    Nos últimos 15 dias, seis policiais militares foram mortos. Durante o fim de semana, as polícias Civil e Militar anunciaram a prisão de cinco suspeitos de envolvimento no ataques. Um deles é investigado no caso da execução de um PM e os demais por circularem pela cidade, em carros roubados, a fim de identificar policiais que fazem bico como seguranças em bares e casas noturnas.

    A polícia ainda não confirma se os ataques fazem parte de ações coordenadas pelo crime organizado.

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  37. Segurança

    Olímpio Gomes (PDT) afirmou que até o momento o governo não enviou nenhuma proposta para a comissão parlamentar mista criada com a finalidade de avaliar as possibilidades de valorização das carreiras de investigador e de escrivão de Polícia. O parlamentar informou que a polícia começará a implantar a Operação Cavalo de Aço, para responder aos ataques a policiais que aconteceram nos últimos meses. “Não é certo matar policiais para tentar intimidar. Precisamos do apoio da população e nesse momento temos que nos unir”, ressaltou. O deputado finalizou criticando as ações da Comissão Especial do Senado criada para analisar mudanças no Código Penal. (DA)

    Mais policiais

    Luiz Carlos Gondim (PPS) comentou a respeito de crimes ocorridos na região de Mogi das Cruzes. “Nos deparamos com notícias de roubos, chacinas e assaltos. Não podemos mais admitir”, disse. Segundo o deputado faltam policiais em Mogi das Cruzes e também na região do Alto Tietê. O parlamentar cobrou medidas mais efetivas para tentar diminuir a violência. “O Alto Tietê possui uma área muito grande e o número de policiais e viaturas que trabalham nessa região não é suficiente para conter a violência”, analisou. (DA)

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  38. Segurança e saúde

    Marcos Martins (PT) defendeu melhorias na área de segurança pública. O deputado falou a respeito dos ônibus que foram incendiados na quarta-feira (27/6) e os ataques a policiais. “A viação retirou os ônibus das ruas depois dos ataques. Se até uma empresa não se sente segura, imagine a população”, argumentou. O parlamentar comentou, também, matéria do jornal O Estado de S.Paulo que denuncia o Hospital das Clínicas e seis outros laboratórios por utilizarem equipamentos sem registro. “Não podemos aceitar isso. Cada dia aparece um problema novo na área de saúde”, disse. (DA)

    Carteira dos advogados

    Carlos Giannazi (PSOL) afirmou estar feliz com a publicação de acórdão no Diário Oficial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, no dia 25/6, relacionado à carteira de previdência dos advogados, do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp). Segundo o deputado, o acórdão confirma que o Estado agiu errado ao extinguir a carteira e o direito à aposentadoria dos advogados. O parlamentar criticou a Lei 13.549/2009, que extingue de forma gradual a carteira de previdência dos advogados de São Paulo, segundo Giannazi, lei que é inconstitucional. (DA)

    Guerra

    Olimpio Gomes (PDT) disse que a segurança é uma das maiores preocupações dos cidadãos do Estado. O parlamentar fez apelo à população de São Paulo para que apoie, confie e auxilie a Polícia. Olimpio Gomes informou que, desde ontem, a polícia vem colocado agentes a paisana nos ônibus da cidade. “Encareço aos meus irmãos aposentados para que peguem suas armas e em vez de fazerem o trajeto de metrô, façam de ônibus. Estamos em guerra”, disse. “Estamos preparados para esses criminosos que estão colocando fogo em ônibus, eles querem mesmo é chamar a atenção da polícia e da opinião pública”, alertou. (IR)

    Direito do consumidor

    Olimpio Gomes (PDT) comentou a volta das sacolas plásticas gratuitas nos supermercados. “Se o estabelecimento recusar o seu direito, chame a polícia, registre o fato criminoso”, fez apelo. Segundo o parlamentar, é falsa a campanha Vamos tirar o planeta do sufoco. O deputado informou que o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) já tinha decidido reter a propaganda. “Ela é falsa. Não tem suporte científico nenhum e nada de ecológico”. Gomes critiou o termo de ajustamento de conduta firmado entre a Apas (Associação Paulista de Supermercados) e o governo de São Paulo. (IR)

    Violência no esporte

    Rodrigo Moraes (PSC) falou sobre violência entre as torcidas de times de futebol. O parlamentar se disse insatisfeito com a situação e fez um apelo aos meios de comunicação para que sejam criadas mensagens às torcidas visando acabar com a violência. Rodrigo Moraes considera que o Estado necessita de mais preparação para evitar atos violentos no esporte na Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. (IR)

    Banalização

    Jooji Hato (PMDB) considera que assaltos, sequestros e atos violentos estão banalizados no Estado. O parlamentar lamentou o número de assaltos feitos por motos com garupa e citou políticas de segurança do Japão e de países da Europa. “A única arma do deputado é a tribuna. A medidas que devemos tomar são as blitz do desarmamento”, afirmou. O parlamentar comentou ainda o jogo entre Corinthians e Boca Juniors do dia 27/6. (IR)

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  39. Estamos acompanhando com muita preocupação o incontestável aumento da criminalidade nos últimos dois ou três anos, em suas mais diversificadas modalidades (homicídios, roubos, furtos, latrocínios, arrastões, etc.), mesmo com o enorme esforço das autoridades públicas de segurança em tentarem, através de mapas, relatórios de inteligência e planilhas estatísticas de credibilidade duvidosa, demonstrar o contrário.

    A criminalidade aumenta, não obstante o esforço do governo em medi-la, para mostrar o contrário.
    O que me espanta é o fato de que quando se fala em crime, não se inclui os crimes praticados por “bacanas”, empresários sonegadores de impostos, fraudadores de licitações e outra coisitas do gênero.
    Parece que crime em geral é aquele praticado pelos pés-de-china.
    Alguém já viu alguma matéria na imprensa referente a uma cana dada pela Fazendária? Por que os crimes investigados pela Fazendária não aparecem na televisão. Porque não interessa ao donos dos meios de comunicação verem escrachados seus pares, sem falar nas soluções de bastidores que se acham para esses crimes.
    A polícia é um instrumento de um grupo de pessoas ricas, que mandam no Estado, donos do Estado, instrumento esse usado para manter os pés-de-china sobre controle.
    Não estou aqui a defender o não combate à criminalidade praticada pela ralé.
    Praticou crime, cadeia!
    Mas a ação de combate ao crime deveria ser “universal”, e não reservada só para os fodidos.
    Ouvi um delegado dizer que não gostava de trabalhar na periferia, pois o povo da periferia era “um lixo”!
    Bom é trabalhar no 27, no 15, no 78, no 36, onde só tem gente fina.
    É fácil de entender: os patrões não cometem crime e precisam ser bajulados. É brincadeira!

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  40. Quem poderá nos socorrer?. :
    PA
    BOLETIM INFORMATIVO 27/06/2012
    ATENÇÃO URGENTE
    Colegas Escrivães e Investigadores
    NÃO MAIS HAVERÁ A REUNIÃO MARCADA PARA O DIA 27/6
    Comunicamos aos colegas Escrivães e Investigadores que o presidente da FEIPOL-SE, Aparecido Lima de Carvalho,”Kiko”, recebeu às 16:30 de hoje (26/6), um telefonema do Deputado Adilson Rossi, Coordenador do Grupo de Trabalho que estuda a valorização das duas carreiras, informando que a reunião marcada para amanhã, 27/6 não mais se realizará, porque o Governo do Estado não apresentou a proposta que se comprometeu a fazer.
    Não há previsão de quando a reunião se realizará, informou o Deputado.
    Estamos atentos e qualquer fato novo será imediatamente comunicado a todos.
    Jarim Lopes Roseira
    Presidente da IPA e Diretor Coordenador da FEIPOL-SE em São Paulo..

    DEVERIA TER VERGONHA DE FAZER ESSA COMUNICAÇÃO

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  41. Porque vocês não se unam e prendam as máquinas caça niqueis, bingos, biqueiras, piratarias, puteiros, postos com combustíveis adulterados, ferrolhos? Se fizerem isso vocês quebram as pernas dos pilantras que estão fodendo vocês! Façam um tur pela área e façam levantamento dos locais que são pontos de contravenções e estabelecimentos que comercializam produtos ilícitos, verifiquem os pontos e metam em cana os vagabundos, aproveitem para puxar a língua do mala e se ele der os comparsas, metam todos no papel e cadeia para todos envolvidos. Querem mais uma dica? façam um levantamento dos corruptos e metam eles no papel e encaminhem ao M.P. e imprensa; Pronto, vocês começarão a viver em paz e a sociedade agradece! Desde que os malandros passaram a administrar repartições públicas, os honestos não tem mais paz para exercer a profissão corretamente! Gente, a imprensa tem la seus defeitos, mas pode crer, eles são os maiores aliados da sociedade boa e da Polícia honesta!

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  42. 29/06/2012 – Cresce violência em bairros da região sul de SP e moradores fazem protesto

    Um ônibus foi incendiado na rua Abílio César, no Capão Redondo, zona sul de São Paulo, na noite desta quinta-feira, 28, por dois homens que mandaram os passageiros descerem e atearam fogo com gasolina. Moradores da região disseram que o ônibus foi queimado pela população em protesto por um suposto toque de recolher feito por Policiais Militares (PM) e pelo assassinato de um jovem, ocorrido na última terça-feira, 26. Eles afirmaram que o número de homicídios no bairro aumentou nas últimas semanas. A informação é do Portal do jornal O Estado de S. Paulo.

    Um funcionário do Hospital Municipal M\’Boi Mirim, que atende a região, relatou que nas últimas duas semanas a quantidade de vítimas atendidas com ferimentos por armas de fogo disparou. De acordo com ele, seis pessoas feridas a bala foram atendidas em uma única noite.

    Moradores disseram que PMs impuseram, com ameaças de morte, o toque de recolher às 20h, com o fechamento do comércio e mandando que as pessoas não circulassem na rua de noite. A população residente no Parque Bristol, na zona sul da capital paulista, relataram a mesma situação, com toque de recolher feito por viaturas da Força Tática da PM.

    Com este ônibus, já foram incendiados 11 coletivos desde a última semana. A PM está em estado de alerta geral no Estado de São Paulo em razão da execução de policiais e ataques a bases da PM. Em 12 dias, seis policiais militares morreram em horário de folga. Já são 40 PMs mortos neste ano. Em 2011, foram assassinados 47, sete em serviço.

    Ataque

    De acordo com o motorista do ônibus intermunicipal queimado, da Viação Miracatiba, dois rapazes subiram no coletivo quando este parou em um ponto. Eles obrigaram o motorista, cobrador e os cerca de 40 passageiros a descerem do veículo. Em seguida jogaram gasolina no ônibus e atearam fogo. O motorista afirma ainda que os incendiários disseram que agiam em protesto, mas não disseram contra o que. O caso foi registrado no 47º Distrito Policial (DP).

    Cangaíba

    Outra tentativa de ataque a ônibus ocorrido em Cangaíba, na região da Penha, zona leste de São Paulo, terminou frustrada na noite de quinta-feira, 28. Dez pessoas pararam o coletivo e mandaram os passageiros descerem. Os bandidos então jogaram um coquetel molotov, que não queimou. A PM chegou e o grupo fugiu. Ninguém foi preso.

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