Ex-delegado revela calvário e holocausto de “comunistas” 16

“Militantes de esquerda foram incinerados em usina de açúcar”

Delegado revela em livro que viraram cinzas  os corpos de David Capistrano, Ana Rosa Kucinski e outros oito opositores da ditadura

Tales Faria, iG Brasília

Foto: DivulgaçãoCapa de “Memórias de uma guerra suja”, da editora Topbooks

Ele lançou bombas por todo o país e participou, em 1981 no Rio de Janeiro, do atentado contra o show do 1º de Maio no Pavilhão do Riocentro. Esteve envolvido no assassinato de aproximadamente uma centena de pessoas durante a ditadura militar. Trata-se de um delegado capixaba que herdou os subordinados do delegado paulista Sérgio Paranhos Fleury nas forças de resistência violenta à redemocratização do Brasil.

Leia também: Cláudio Guerra, um matador que se diz em busca de paz

Apesar disso, o nome de Cláudio Guerra nunca esteve em listas de entidades de defesa dos direitos humanos. Mas com o lançamento do livro “Memórias de uma guerra suja”, que acaba de ser editado, esse ex-delegado do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) entrará para a história como um dos principais terroristas de direita que já existiu no País.

Mais do que esse novo personagem, o depoimento recolhido pelos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, ao longo dos últimos dois anos, traz revelações bombásticas sobre alguns dos acontecimentos mais marcantes das décadas de 70 e 80.

Revelações sobre o próprio caso do Riocentro; o assassinato do jornalista Alexandre Von Baumgarten, em 1982; a morte do delegado Fleury; a aproximação entre o crime organizado e setores militares na luta para manter a repressão; e dos nomes de alguns dos financiadores privados das ações do terrorismo de Estado que se estabeleceu naquele período.

Leia também: “Delegado Fleury foi morto por militares”

A reportagem do iG teve acesso ao livro, editado pela Topbooks. O relato de Cláudio Guerra é impressionante. Tão detalhado e objetivo que tem tudo para se tornar um dos roteiros de trabalho da Comissão da verdade, criada para apurar violações aos direitos humanos entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar (1964-1988).

David Capistrano, Massena, Kucinski e outros incinerados

Cláudio Guerra conta, por exemplo, como incinerou os corpos de dez presos políticos numa usina de açúcar do norte Estado do Rio de Janeiro. Corpos que nunca mais serão encontrados – conforme ele testemunha – de militantes de esquerda que foram torturados barbaramente.

“Em determinado momento da guerra contra os adversários do regime passamos a discutir o que fazer com os corpos dos eliminados na luta clandestina. Estávamos no final de 1973. Precisávamos ter um plano. Embora a imprensa estivesse sob censura, havia resistência interna e no exterior contra os atos clandestinos, a tortura e as mortes.”

Os dez presos incinerados — João Batista e Joaquim Pires Cerveira, presos na Argentina pela equipe do delegado Fleury; — Ana Rosa Kucinsk e Wilson Silva, “a mulher apresentava marcas de mordidas pelo corpo, talvez por ter sido violentada sexualmente, e o jovem não tinha as unhas da mão direita”; — David Capistrano (“lhe haviam arrancado a mão direita”) , João Massena Mello, José Roman e Luiz Ignácio Maranhão Filho, dirigentes históricos do PCB; — Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira e Eduardo Collier Filho, militantes da Ação Popular Marxista Leninista (APML).

O delegado lembrou do ex-vice-governador do Rio de Janeiro Heli Ribeiro, proprietário da usina de açúcar Cambahyba, localizada no município de Campos, a quem ele fornecia armas regularmente para combater os sem-terra da região. Heli Ribeiro, segundo conta, “faria o que fosse preciso para evitar que o comunismo tomasse o poder no Brasil”.

Cláudio Guerra revelou a amizade com o dono da usina para seus superiores: o coronel da cavalaria do Exército Freddie Perdigão Pereira, que trabalhava para o Serviço Nacional de Informações (SNI), e o comandante da Marinha Antônio Vieira, que atuava no Centro de Informações da Marinha (Cenimar). Afirma que levou, então, os dois comandantes até a fazenda:

“O local foi aprovado. O forno da usina era enorme. Ideal para transformar em cinzas qualquer vestígio humano.”

“A usina passou, em contrapartida, a receber benefícios dos militares pelos bons serviços prestados. Era um período de dificuldade econômica e os usineiros da região estavam pendurados em dívidas. Mas o pessoal da Cambahyba, não. Eles tinham acesso fácil a financiamentos e outros benefícios que o Estado poderia prestar.”

Um Comentário

  1. É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-“delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.

    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…

    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

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  2. DELTA UNO – ORIGINAL :
    É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-”delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.
    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…
    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

    Esse tal promotor de pouca estatura é um tal citado como indivíduo de eminência parda, amigo do Correinha?

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  3. Luís :

    DELTA UNO – ORIGINAL :
    É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-”delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.
    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…
    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

    Esse tal promotor de pouca estatura é um tal citado como indivíduo de eminência parda, amigo do Correinha?

    Luis, não sei se ele era ou se é amigo do Correinha. Realmente, não sei… Sei que ele tentou cooptar o Correinha e o próprio Fininho, além de perseguir alguns outros presos (e soltos), para deporem contra muita gente. Ele não estava “nem aí” para a veracidade dos depoimentos. Queria incriminar pessoas para condená-las judicialmente.

    O rótulo da defesa dos Direitos Humanos ocultava uma luta política de bastidores bastante renhida da qual ele fazia parte. Esse Procurador de Justiça, na época já Procurador de Justiça (atuando irregularmente como Promotor de 1ª instância), está vivo até hoje e, também até hoje, ainda regurgita jargões pró Direitos Humanos, mostrando que o uso do cachimbo deixou-lhe com a boca torta.

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    • O promotor em questão – Hélio Bicudo – jamais foi amigo do Correinha, pelo contrário!

      No Flit ainda há um link para o livro sobre o Esquadrão da Morte, abaixo a referência feita ao Bicudo:

      O motivo que me levou a ser perseguido dessa forma ocorreu em uma das audiências em que o representante do Ministério Público, indevidamente, e num ato alvar e nada condizente com a conduta serena que deveria manter, ávido por publicidade, comunista fanático, lobo matreiro, revestido com pele de cordeiro — forma na qual até hoje se apresenta em público — resolveu, num ímpeto irado, muito comum aos incompetentes, altear o tom de voz ao dirigir-se a mim.

      Sou um homem em cujo espírito a dignidade fala mais alto. Não tolero, até hoje, esse tipo de tratamento, venha de quem vier e onde quer que eu esteja. Respeito as Instituições, não os homens que me tratem com falta de respeito, pois nunca desrespeitei ninguém.

      Assim, ele ouviu a resposta que lhe cabia no mesmo tom de voz. Criou-se ali, como é comum aos homens pequenos, física e espiritualmente, ódio e animosidade contra mim. Sentimentos que não são recíprocos, pois entre mim e ele, há uma grande distância. A mesma distância que separa a coragem da covardia, a grandeza da pequenez de espírito, a honra da ausência da honra, a valentia da tibiez moral.

      Assim, passou o “ilustre” senhor, cujo nome me recuso a grafar nestas linhas, para que não se conspurque o texto, a citar meu nome como réu em todos os processos formalizados — se Maquiavel os lesse, por certo o rubor se estamparia em sua face, ao sentir-se tão largamente superado em maquinar maldades e aleivosias — que traziam em si, como principal e único sustentáculo da acusação, o depoimento dos mais execráveis marginais e bandidos de toda espécie que, para citar meu nome como acusado, recebiam promessas de benesses em suas penas e liberdade a curto prazo. E isso foi feito.

      http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/correinha.html#6

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  4. DELTA UNO – ORIGINAL :
    É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-”delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.
    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…
    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

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  5. El General :

    DELTA UNO – ORIGINAL :
    É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-”delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.
    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…
    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

    Boa noite Delta Uno,

    Supimpa teu comentário e muito atual…………..e agora o meu comentário: “Infelizmente, todos aqueles que lutaram contra um sistema (A DIREITA TIDA COMO PODER CENTRAL E CONTROLADORA DAS FORÇAS ARMADAS),o acesso as informações que devolvesse OS DESAPARECIDOS AO SEU ENTES QUERIDOS, e a devido a isto, até hoje não abandonaram o sentimento de VITIMAS DESTE PODER, porém, ao meu ver CONSEGUIRAM INCRUSTAR NA SOCIEDADE ESCLARECIDA E LEIGA QUE A DEVOLUÇÃO DOS DESAPARECIDOS/BÁRBARIE COMETIDAS NAQUELA ÉPOCA SÃO PASSÍVEIS DE PUNIÇÃO APURAÇÃO E DEVOLUÇÃO DOS DESAPARECIDOS, PORÉM, NO MEU PENSAMENTO, NÃO POSSUEM O DISCERNIMENTO PARA O RECONHECIMENTO QUE SÃO TÃO AUTORITÁRIOS QUANTO AQUELES QUE COMBATERAM QUANDO NO PODER, AFINAL, HÁ MUITOS OBSERVAMOS ELES NO PODER E NADA MUDOU NESTE PAÍS, QUE MUDASSE A VIDA DO CIDADÃO COMUM.
    PORTANTO, TERMINO MEU PENSAMENTO LAMENTANDO AQUELES QUE FORAM VÍTIMAS DA DITADURA E NÃO RETORNARAM AO SEIO DE SUAS FAMILIAS, MAS LAMENTO TAMBÉM O FATO DE TODOS ESSES DITOS ESQUERDISTAS INCRUSTADOS NO PODER DE HOJE, NADA TEREM FEITO, EM ESPECIAL PARA MELHORAR A SITUAÇÃO DO NOSSO POVO BRASILEIRO, CONCRETIZANDO SEUS IDEAIS DE LUTA, NAQUELA ÉPOCA. POIS, NO MEU PENSAMENTO, TODOS OS ESQUERDISTAS DE HOJE, SÃO FARINHA DO MESMO SACO DOS DIREITISTAS DE ONTEM, COM UM DETALHE, REVOLTADOS E QUERENDO REVANCHES DE UM SISTEMA QUE HOJE SÃO DOMINADOS PELOS ESQUERDISTAS, E AINDA, COMO “MOTE”, COMO “PECHA” E PARA OS LEIGOS COMO MOTIVO PARA PERMANECEREM NO PODER, SEM NADA MELHORAR À SOCIEDADE CIVIL QUE SUSTENTA ESTE BANDO DE POLÍTICOS FDP.

    É O MEU PENSAMENTO.

    Abraços de um funcionário público e cidadão comum

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  6. Flit Paralisante :
    O promotor em questão – Hélio Bicudo – jamais foi amigo do Correinha, pelo contrário!
    No Flit ainda há um link para o livro sobre o Esquadrão da Morte, abaixo a referência feita ao Bicudo:
    O motivo que me levou a ser perseguido dessa forma ocorreu em uma das audiências em que o representante do Ministério Público, indevidamente, e num ato alvar e nada condizente com a conduta serena que deveria manter, ávido por publicidade, comunista fanático, lobo matreiro, revestido com pele de cordeiro — forma na qual até hoje se apresenta em público — resolveu, num ímpeto irado, muito comum aos incompetentes, altear o tom de voz ao dirigir-se a mim.
    Sou um homem em cujo espírito a dignidade fala mais alto. Não tolero, até hoje, esse tipo de tratamento, venha de quem vier e onde quer que eu esteja. Respeito as Instituições, não os homens que me tratem com falta de respeito, pois nunca desrespeitei ninguém.
    Assim, ele ouviu a resposta que lhe cabia no mesmo tom de voz. Criou-se ali, como é comum aos homens pequenos, física e espiritualmente, ódio e animosidade contra mim. Sentimentos que não são recíprocos, pois entre mim e ele, há uma grande distância. A mesma distância que separa a coragem da covardia, a grandeza da pequenez de espírito, a honra da ausência da honra, a valentia da tibiez moral.
    Assim, passou o “ilustre” senhor, cujo nome me recuso a grafar nestas linhas, para que não se conspurque o texto, a citar meu nome como réu em todos os processos formalizados — se Maquiavel os lesse, por certo o rubor se estamparia em sua face, ao sentir-se tão largamente superado em maquinar maldades e aleivosias — que traziam em si, como principal e único sustentáculo da acusação, o depoimento dos mais execráveis marginais e bandidos de toda espécie que, para citar meu nome como acusado, recebiam promessas de benesses em suas penas e liberdade a curto prazo. E isso foi feito.
    http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/correinha.html#6

    É isso, Dr. Guerra. Não me recordava dessa passagem do livro do Correinha, em que ele “desanca”, e, com razão, o tal membro do MP. E o Correinha foi brilhante ao citar Maquiavel, porque, de fato, para o tal Procurador, os fins justificavam os meios. Afinal, em sua sanha de fustigar o regime pelo viés da Segurança Pública, pouco se importava em destruir judicialmente quem quer que fosse, pelo simples fato de ser Policial. Foi sempre um indivíduo realmente pequeno.

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  7. POSSUO UM EXEMPLAR DO LIVRO DO TAL “PROMOTOR DE JUSTIÇA”(?), EM QUE ELE NÃO TECE LOAS A NEM UM DOS POLICIAIS CITADOS NESTE POST, MUITO PELO CONTRÁRIO OS ACUSA DE EXECUÇÕES SUMÁRIAS, TORTURAS, EXTORSÃO, APROPRIAÇÃO DE FUNDOS, PROTEÇÃO A TRAFICANTES, TRÁFICO DE DROGAS E E AINDA CHAMA O FININHO DE COVARDE CHORÃO( TAMBEM ESPERAR O QUE DE QUEM RECLAMA QUE NENHUM POLICIAL MORREU EM UMA CERTA TROCA DE TIROS COM CRIMINOSOS). E QUANDO OUÇO FALAR EM TRATAMENTO DESUMANO CONTRA OS COMUNAS, LEMBRO DO GULAGs, DA LUBIANKA, DE VORKUTA, DOS CAMPOS DE TRABALHO DO CAMBOJA, DAS FABRICAS DE REEDUCAÇÃO POLÍTICA DA CHINA E SUA REVOLUÇÃO CULTURAL E OUTROS TRATAMENTOS EXEMPLARES DOS VERMELHOS PARA COM SEUS DESAFETOS E INIMIGOS. BALA NELES!!!!!!!!!!!

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  8. Boa Noite!

    Senhoras e Senhores.

    Não sei se sou a pessoa certa para declinar ou arrazoar ou elencar motivos sobre guerra.

    Nunca estive em uma guerra, fosse ela fria ou suja, mas, afirmo aos presentes que vivo constantemente numa guerra de nervos, monetárias e de brinde, psicológicas.

    Somos típicos exemplos de figurantes desta vida mundana da guerra pelo poder, onde somente ele, o mais algoz participe dos nefastos se locupleta das delícias e dos quitutes da vida, onde no final somente nos resta, os ossos e a conta para pagar.

    Guerra é acima de tudo, síndrome dos inconformados e dos incompetentes que nunca aceitaram ficar no seu quadrado e preferem a procurar o nosso redondo, para os anseios saciar.

    Caronte.

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  9. ENTRE DEUS E O DIABO. :
    POSSUO UM EXEMPLAR DO LIVRO DO TAL “PROMOTOR DE JUSTIÇA”(?), EM QUE ELE NÃO TECE LOAS A NEM UM DOS POLICIAIS CITADOS NESTE POST, MUITO PELO CONTRÁRIO OS ACUSA DE EXECUÇÕES SUMÁRIAS, TORTURAS, EXTORSÃO, APROPRIAÇÃO DE FUNDOS, PROTEÇÃO A TRAFICANTES, TRÁFICO DE DROGAS E E AINDA CHAMA O FININHO DE COVARDE CHORÃO( TAMBEM ESPERAR O QUE DE QUEM RECLAMA QUE NENHUM POLICIAL MORREU EM UMA CERTA TROCA DE TIROS COM CRIMINOSOS). E QUANDO OUÇO FALAR EM TRATAMENTO DESUMANO CONTRA OS COMUNAS, LEMBRO DO GULAGs, DA LUBIANKA, DE VORKUTA, DOS CAMPOS DE TRABALHO DO CAMBOJA, DAS FABRICAS DE REEDUCAÇÃO POLÍTICA DA CHINA E SUA REVOLUÇÃO CULTURAL E OUTROS TRATAMENTOS EXEMPLARES DOS VERMELHOS PARA COM SEUS DESAFETOS E INIMIGOS. BALA NELES!!!!!!!!!!!

    Verdade, ENTRE DEUS E O DIABO!

    Esse sujeito foi um mestre em demolir reputações.

    Covarde foi quem, estando no MP, em posição destacada, atuando perante a 2ª instância, e, isto, após ser ASPONE do ex-governador e ex-Ministro Carvalho Pinto, nada fez contra os pulhas de sua própria Instituição. Era mais fácil perseguir Policiais.

    Covarde é quem quer gritar com réu, humilhando quem está na incômoda e frágil posição de acusado.

    Só um parêntese: O Dr. Alberto Marino Júnior, este sim, grande Promotor de Justiça, um tribuno praticamente inigualável do Tribunal do Júri, ‘sucessor’ do ex-Delegado e posteriormente Promotor Ibrahim Nobre, conseguiu, ao longo de sua carreira, quase 100% de condenações dos réus que acusou. Um percentual impressionante, algo em torno de 90 e tantos por cento. E, isto, sem jamais levantar a voz contra um acusado, sem ofender ou injuriar quem quer que fosse, em Plenário do Júri. Aliás, o Dr. Alberto Marino falava em Plenário e não fora dele, fazendo proselitismo político.

    Quanto ao pequeno “jurista” em questão, ao misturar-se com Zé Dirceu, Marta “Relaxa e Goza”, Genoíno et caterva, este “camarada” provou que alguém pode enganar a muitos durante muito tempo, mas não a todos durante todo o tempo. Suas companhias revelam-no.

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  10. DELTA UNO – ORIGINAL :

    Flit Paralisante :
    O promotor em questão – Hélio Bicudo – jamais foi amigo do Correinha, pelo contrário!
    No Flit ainda há um link para o livro sobre o Esquadrão da Morte, abaixo a referência feita ao Bicudo:
    O motivo que me levou a ser perseguido dessa forma ocorreu em uma das audiências em que o representante do Ministério Público, indevidamente, e num ato alvar e nada condizente com a conduta serena que deveria manter, ávido por publicidade, comunista fanático, lobo matreiro, revestido com pele de cordeiro — forma na qual até hoje se apresenta em público — resolveu, num ímpeto irado, muito comum aos incompetentes, altear o tom de voz ao dirigir-se a mim.
    Sou um homem em cujo espírito a dignidade fala mais alto. Não tolero, até hoje, esse tipo de tratamento, venha de quem vier e onde quer que eu esteja. Respeito as Instituições, não os homens que me tratem com falta de respeito, pois nunca desrespeitei ninguém.
    Assim, ele ouviu a resposta que lhe cabia no mesmo tom de voz. Criou-se ali, como é comum aos homens pequenos, física e espiritualmente, ódio e animosidade contra mim. Sentimentos que não são recíprocos, pois entre mim e ele, há uma grande distância. A mesma distância que separa a coragem da covardia, a grandeza da pequenez de espírito, a honra da ausência da honra, a valentia da tibiez moral.
    Assim, passou o “ilustre” senhor, cujo nome me recuso a grafar nestas linhas, para que não se conspurque o texto, a citar meu nome como réu em todos os processos formalizados — se Maquiavel os lesse, por certo o rubor se estamparia em sua face, ao sentir-se tão largamente superado em maquinar maldades e aleivosias — que traziam em si, como principal e único sustentáculo da acusação, o depoimento dos mais execráveis marginais e bandidos de toda espécie que, para citar meu nome como acusado, recebiam promessas de benesses em suas penas e liberdade a curto prazo. E isso foi feito.
    http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/correinha.html#6

    É isso, Dr. Guerra. Não me recordava dessa passagem do livro do Correinha, em que ele “desanca”, e, com razão, o tal membro do MP. E o Correinha foi brilhante ao citar Maquiavel, porque, de fato, para o tal Procurador, os fins justificavam os meios. Afinal, em sua sanha de fustigar o regime pelo viés da Segurança Pública, pouco se importava em destruir judicialmente quem quer que fosse, pelo simples fato de ser Policial. Foi sempre um indivíduo realmente pequeno.

    HÉLIO BICUDO UM “GOLON” COM TODOS OS ODORES FÉTIDOS, DA QUADRILHA DE CAMARADAS DO PT.
    OPORTUNISTA HISTÓRICO JOGADO AS TRAÇAS POR SEUS “CUMPANHEROS” DE LUTA CONTRA A “DITABRANDA”,
    O PALADINO JUSTICEIRO QUE DIANTE DE DENUNCIAS DE CONDUTA CRIMINOSA DE SEUS AMIGOS PARTIDÁRIOS FICOU CALADO COM MEDO DE VIRAR MAIS UMA VÍTIMA DA SANHA ASSASSINA DOS PETISTAS STALINISTAS.

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  11. DELTA UNO – ORIGINAL :É preciso cautela. As “denúncias” que o ex-”delegado” faz não são passíveis de comprovação. Ademais, estamos em tempo de PT no poder e de Comissão da Verdade.
    Alguma coisa ele quer levar com essas revelações obviamente falsas. Assim como um certo Procurador de Justiça, pequeno na estatura física e menor ainda na estatura moral, frequentava o PEPC oferecendo “vantagens” a Investigadores que denunciassem certos Policiais, alguém, hoje, deve ter procurado o tal “dr” Claudio…
    Já deu para notar que a “parte” dele ele já fez…

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  12. Delta Uno, tu deves ser mais um dos que têm as mãozinhas sujinhas de sangue, não é mesmo? Quantos varais tu montaste? Penduraste quantos? Estás com medinho agora?! Foste tão “valente” contra aqueles desarmados e subjugados. Estás mijando para trás agora?! Tu faltaste em Nuremberg, e aqui na seccional tem mais uns tantos que não está passando nem uma agulha; inclusive o big boss, egresso da Guarda Civil, que tem uma historinha pra contar no caso Herzog.

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  13. NAQUELA ÉPOCA OS MILITARES APENAS CUMPRIAM COM SEU DEVER, ELIMINANDO AS RATAZANAS QUE QUERIAM LEVAR O BRASIL PARA O ESGOTO. HOJE,INFELIZMENTE, AS RATAZANAS SE PROLIFERARAM E ESTÃO LEVANDO O BRASIL À BANCARROTA, AFUNDANDO NA LAMA DA CORRUPÇÃO.

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