Desejo portanto a todos um Feliz Ano Novo e que realmente 2012 nos livre do terror institucional que hoje ronda os quadros da Policia Civil.
João Alkimin é radialista – showtime.radio@hotmail.com – RÁDIO
Desejo portanto a todos um Feliz Ano Novo e que realmente 2012 nos livre do terror institucional que hoje ronda os quadros da Policia Civil.
João Alkimin é radialista – showtime.radio@hotmail.com – RÁDIO
Papo com editor
A Operação Verão 2011-2012 começa hoje com mais um capítulo da polêmica envolvendo o reforço de policiais civis.
Ao contrário do que afirmou à imprensa na última sexta-feira o major Marcelo Salles, da Casa Militar, a Baixada Santista não contará com 400 policiais civis a mais nas delegacias. Foi o que informou ontem o titular do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter 6), Waldomiro Bueno, ao ser questionado por A Tribuna sobre como seriam dimensionados os reforços.
> Comente esta reportagem com o subeditor Rafael Motta no Blog Papo com Editores
“Não teremos 400 policiais civis de fora, mas, sim, um esquema que usamos em datas especiais. Faremos um remanejamento interno para cobrir os plantões onde houver necessidade. Para isso, colocaremos parte do pessoal que atua internamente nos plantões”.
Férias e licenças-prêmio também estão suspensas até 31 de janeiro. Já o acréscimo na quantidade de delegados seguirá o que já havia declarado o delegado geral Marcos Carneiro de Lima: serão cinco, nos plantões em Praia Grande (2), Guarujá (2) e Bertioga (1). “Mais para frente outros cinco devem cobrir outros locais”.
Porém, A Tribuna apurou que o incremento de delegados contará com nomes que já atuam na região. Esse quadro trouxe preocupação às delegacias.
“O trabalho da PM com efetivo maior gerará uma sobrecarga nos distritos, que não tiveram reforços. Com mais flagrantes, quem sofrerá é o cidadão”, analisou um delegado, que não quis se identificar.
Bueno, por outro lado, acredita que o esquema adotado será suficiente. Ele estima uma alta no volume de boletins de ocorrência de 25% durante o mês de janeiro, em comparação com outros meses do ano. “Esse movimento extra será suprido pelo atendimento da Polícia Militar, que também atuará registrando boletins”.
Bueno ressalta que os cidadãos também podem utilizar a Delegacia Eletrônica. Por meio da internet (www.ssp.sp.gov.br/bo) é possível registrar as ocorrências de menor potencial ofensivo.
“Nossa meta é que os munícipes sejam atendidos nas delegacias em até 30 minutos durante a temporada”.
Até o fechamento desta edição, a Secretaria de Segurança Pública do Estado não havia se pronunciado sobre o assunto.
Vai e volta O imbróglio da presença ou não da Polícia Civil na Operação Verão desta temporada começou quando a Delegacia Geral da Polícia Civil optou pelo convite aos policiais interessados em participar – em anos anteriores, o costume era convocar o efetivo.
Este ano, no entanto, não houve interessados na corporação. No dia 14 de dezembro o delegado geral, Marcos Carneiro de Lima, afirmou, em entrevista a A Tribuna, que não há motivo para deslocar policiais civis do Interior e da Capital para a Baixada Santista.
No dia seguinte, o governador Geraldo Alckmin, em visita à região, confirmou a decisão. Dez dias depois, a pedido de Alckmin, o major da casa Militar, Marcelo Salles, foi destacado para falar sobre o assunto. Ele anunciou o reforço de 400 homens, informação refutada ontem por Bueno.
Da formação de quadrilha: quando um órgão autoriza ou trata com brandura o gestor que contrata ( aprova em concurso ) por favoritismo.
Corrupção ativa e passiva: quanto gestores reconhecem mérito e aumentam os salários ( promoção ) de quem mais lhes adula com favores de toda ordem.
Queima de arquivo: quando demitem para se livrar de quem lhes cobra resultados e postura de líder íntegro ; também quando demitem para facilitar suas vidas, eliminando “sombras”.
Empresa ou órgão que assim procede propaga e incentiva crimes silenciosos que minam suas estruturas e seus resultados.
Tais casos – em determinados órgãos , há muito , bastante transparentes – deveriam ser levados ao Poder Judiciário.
Contudo, com o perdão daqueles que ainda têm alguma fé na velha cega, a Justiça também padece por “chefetes” de mau caráter que (des) regulam a sua balança.
———————————–
O termo Momentos da Verdade é também o título do livro de Jan Carlzon, sobre sua experiência pessoal como CEO da SAS (Scandinavian Airlines) ao reverter a história negativa que a empresa passava. O tema central de toda a trajetória de recuperação da empresa foi a remodelação dos processos no sentido de humanizá-los. A melhor forma de definir o que foi a humanização dos processos da SAS é o título de outro texto de Jan Carlzon publicado em 1989: “Nós costumávamos fazer aviões voarem, agora nós fazemos pessoas voarem”.
Com essa filosofia os clientes e funcionários passaram ser tratados como pessoas e não como objetos que podem ser manipulados e rearranjados conforme o interesse da empresa…
ler mais em http://www.cullencia.com.br/archives/206
Laudos de desastres em SP podem ter sido vendidos
Investigação Os laudos do IC são um dos itens da investigação da polícia para apurar a responsabilidade criminal dos envolvidos, a exemplo do que ocorreu no júri do caso Isabella Nardoni. Pelo Ministério Público, a investigação de fraude pericial é conduzida em duas frentes: Promotoria do Patrimônio Público, que apura improbidade administrativa dos funcionários, e pelo Gaeco. Na Corregedoria, além de sindicância, há um inquérito de improbidade. Na lista dos investigados está o perito José Domingos Moreira das Eiras. Ele foi, até dezembro de 2009, o diretor-geral do Instituto de Criminalística e foi afastado após a suspeita de fraudes em concursos do IC revelada pela Folha. Também são investigados os peritos Edgard Engelber, Henrique Honda e Jaime Telles. Telles assina ambos e Engelber, assina o laudo do metrô, mas nenhum dos órgãos divulgou porque Honda foi incluído no caso, já que não assina nenhum dos dois laudos sobre os acidentes.
Documento desprezado As suspeitas no caso do metrô ganharam força depois do surgimento de dúvidas sobre a qualidade e a veracidade das informações dos peritos. Isso levou a Promotoria a desprezar o documento na denúncia apresentada à Justiça contra diretores e funcionários do Consórcio Via Amarela (integrado pelas empresas CBPO [grupo Odebrecht], OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Alstom e do Metrô. Em junho do ano passado, reportagem da Folha revelou que promotores e peritos do próprio Instituto de Criminalística, sob a condição de anonimato, diziam que havia informações falsas que amenizavam a responsabilidade dos diretores do Consórcio Via Amarela pelas mortes. Agora, o processo corre o risco de ser anulado pelo Tribunal de Justiça a pedido da defesa. Já as “considerações finais” do laudo que apurou as causas do acidente do teto da Igreja Renascer praticamente descartam qualquer culpa da igreja pelas mortes e não citam o nome da instituição. Cópia desse documento é até disponibilizada em link do site da assessoria de imprensa da Renascer. Os peritos do Instituto de Criminalística apontaram, no trecho final do documento, que houve responsabilidade da empresa Etersul, que havia realizado uma reforma no telhado, do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura de São Paulo, por conta da falta de inspeções na segurança da estrutura. Mas em nenhum momento citam se houve falha da direção da Renascer em não fazer a manutenção do local.
Por US$ 1 milhão ou mais; perito do Instituto de Criminalística é suspeito de produzir laudos adulterados sobre desastres que envolveram grandes organizações, como o Metrô e a TAM, em 2007, e a Igreja renascer, em 2009; seguradoras podem ter sido lesadas; processo corre na justiça paulista; exclusivo
Fernando Porfírio _247 –
A tentativa de impedir uma investigação bombástica não deu certo.
O Tribunal de Justiça de São Paulo negou mandado de segurança com pedido para cassar a quebra de sigilo fiscal e bancário de um perito do Instituto de Criminalística e da mulher dele. O perito, junto com outros colegas, é suspeito de fraudar laudos envolvendo grandes empresas e instituições dos maiores acidentes ocorridos nos últimos anos na capital paulista. A adulteração dos laudos agrava as perdas materiais dos acidentes e ampliando o recebimento de indenizações junto a grandes companhias de seguro.
De acordo com denúncia, os agentes púbicos manipulavam os resultados das perícias em troca de dinheiro. A investigação pode mudar o rumo das conclusões de algumas tragédias que vitimaram centenas de pessoas. Entre os casos apontados estão o acidente com o avião da TAM, ocorrido em julho de 2007, em Congonhas, que provocou a morte de 199 pessoas.
Ao analisar o mandado de segurança, a corte paulista entendeu que havia indícios de enriquecimento ilícito a justificar uma análise mais detalhada sobre o patrimônio do casal. “Todos os meios de provas lícitas são admitidos em Direito, dentre elas a aludida denúncia anônima, tanto que o poder público colocou à disposição da população o Disque-Denúncia (181)”, argumentou o desembargador Paulo Rossi, contestando a tese da defesa de que não poderia haver investigação a partir de documento apócrifo.
De acordo com o desembargador, o direito ao sigilo das informações bancárias e fiscais, eminentemente de caráter individual, não pode ser absoluto, a ponto de servir de obstáculo à atuação do Estado. “É sempre mitigado quando contraposto ao interesse maior da sociedade, e restarem devidamente evidenciadas circunstâncias que justifiquem a medida excepcional, como ocorre no caso”, completou Paulo Rossi.
A devassa fiscal havia sido autorizada por um juiz do Dipo (Departamento de Inquéritos Policiais) no processo nº 050.10.001682-0. A defesa do casal pediu ao Tribunal que anulasse a decisão. No caso se investiga eventuais delitos de falsidade ideológica que teriam sido praticados por peritos oficiais do Estado. Os laudos do IC são um dos itens mais importante da investigação da polícia para apurar a responsabilidade criminal.
Na lista de laudos supostamente irregulares também aparece a queda do teto da Igreja Renascer em Cristo, no bairro do Cambuci, e o desabamento da cratera do metrô, da Linha Amarela. Esta obra estava sob a responsabilidade do Consórcio Via Amarela – formado pelas empresas CBPO (do Grupo Odebrecht), OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.
A denúncia afirma que os peritos responsáveis pelos casos de desabamento do teto da Igreja Renascer, do buraco que se abriu durante a construção da estação de Metrô na região de Pinheiros, e no acidente envolvendo um avião da empresa TAM, estariam “vendendo o resultado dos laudos por grandes quantias em dinheiro”.
De acordo com a denúncia, peritos oficiais teriam exigido aproximadamente US$ 1 milhão para elaborar laudo que favorecesse o Consórcio Via Amarela, quando do desabamento da estação Pinheiros do Metrô. O acidente aconteceu em janeiro de 2007.
O Ministério Público, na manifestação a favor da quebra de sigilo bancário e fiscal, afirmou que o perito investigado fez sete transações imobiliárias, todas à vista, com destaque para uma no valor de R$ 3,1 milhões, ocorrida em 7 de dezembro de 2007. Ainda de acordo com o MP, as transações seriam “incompatíveis com os rendimentos” do suspeito, cujo salário seria de R$ 7,5 mil.
A investigação também destaca informações obtidas junto ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontam registros de compra de apólices da Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais em valor superior a R$ 1 milhão. A compra teria sido feito pela mulher do suspeito e por outro perito que está sendo investigado no mesmo caso.
A defesa do casal alegou que a instauração do inquérito policial se baseou, exclusivamente, em denúncia anônima. Diz que o documento é ilegal, pois a norma constitucional veda o anonimato. Sustentou que o Estado não poderá instaurar qualquer procedimento administrativo ou judicial, a partir de dados noticiados por documento apócrifo, do qual nada a respeito foi apurado preliminarmente.
De acordo com o advogado, a mulher do perito é empresária conceituada e o casal construiu, ao longo da vida, patrimônio robusto. Alegou também que o simples fato de um agente público possuir bens não o faz suspeito de um crime, sendo certo que o que foi apurado pela autoridade policial, não justifica a instauração de inquérito policial.
SÃO PAULO – No Estado de São Paulo, o número de latrocínios (roubos seguidos de morte) em 11 meses já bateu o registrado em todo o ano passado – são 267, ante 253 em 2010. Na capital, também há uma tendência de alta, com sete casos no mês, a maior quantidade desde julho. Por isso, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) vai agora atuar mais nos casos de roubo de veículos – um dos principais motivos de latrocínio.
Além disso, o número de homicídios dolosos cresceu pelo segundo mês seguido no Município, conforme as estatísticas divulgadas ontem pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) – foram 96 assassinatos na capital em novembro, ante 81 em outubro e 71 em setembro. Novembro também foi o mês em que mais se roubou carros na capital em 2011. Os distritos registraram 3.800 casos. “É importante focar o roubo de veículo, porque é nele que acontece o latrocínio. Na abordagem, ficam expostos a cabeça e o tronco do motorista, zonas vitais”, observa o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro de Lima.
Segundo o delegado-geral, o número de latrocínios na capital paulista já havia chamado a atenção da SSP. Faltam apenas sete casos para 2011 igualar 2010 nessa modalidade criminosa. Já são 68. Na comparação entre os 11 primeiros meses deste ano com igual período de 2010, porém, houve queda de 4,23%.
Na comparação entre janeiro e novembro de 2010 e 2011, houve ainda queda de 16,3% na quantidade de homicídios – foram 924 casos, ante 1.104 nos primeiros 11 meses de 2010. Em todo o Estado, o número de homicídios teve queda de 3,9% entre janeiro e novembro, em comparação com igual período do ano passado. Neste ano, foram 3.789 casos, ante 3.945 -156 a menos.
Dessa forma, São Paulo tem 9,89 homicídios por 100 mil habitante e mantém, nos últimos 11 meses, índice abaixo do considerado como epidêmico pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 10 casos para cada 100 mil. A capital tem taxa de 8,89, também abaixo da zona epidêmica. Como comparação, a média nacional é de 22,3 homicídios por 100 mil habitantes.
Estabilidade. Segundo Carneiro, a expectativa da polícia é de que o número de homicídios se estabilize no Estado. “Já não se tem mais campo para uma queda tão acentuada, como aconteceu no passado.” O comandante da PM, Álvaro Camilo, concorda. “Mas pode ainda diminuir um pouco, com uso de tecnologia.” Carneiro explicou ainda que, por mais eficiente que seja o trabalho de segurança, nem sempre se conseguirá evitar alguns homicídios, como os domésticos.
Correção. A Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) incluiu nas estatísticas divulgadas ontem 15 homicídios dolosos que ainda não constavam em sua relação deste ano. A mudança ocorreu após o jornal Agora SP apontar que 43 casos não estavam listados, o que elevaria para 10,08 por 100 mil habitantes o índice de homicídios no Estado até outubro, acima da zona epidêmica da Organização Mundial da Saúde. Questionada, a SSP disse que a correção é praxe e não foi motivada pela reportagem.
Segundo a secretaria, a atualização acontece conforme se investiga um crime e se constata que foi mais grave do que o relatado inicialmente – uma lesão corporal que evoluiu para um homicídio doloso, por exemplo.
A SSP diz que mortes provocadas por policiais de folga, citadas entre os 43 casos, não podem ser consideradas como homicídios dolosos – são apontadas 11 na reportagem. A pasta explicou que medidas administrativas serão tomadas em relação a delegados que não atualizam informações de seus inquéritos. Também disse que contar com um panorama real é importante para a prevenção do crime.


O juiz Francisco Orlando de Souza, de 57 anos, é acusado de dirigir sem habilitação e embriagado, pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo o delegado Frederico Costa Miguel, o magistrado se envolveu numa briga de trânsito na Avenida Armando Italo Setti, em São Bernardo (SP), na frente do 1º Distrito Policial da cidade. Estava aos berros, esmurrando o vidro de um carro, de acordo com a polícia. Ele nega todas as acusações. As informações são da Folha de S. Paulo e do Estado de S. Paulo.
Souza está magistratura há 26 anos. Hoje ele é auxiliar da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo e, desde segunda-feira (10/10), é alvo de apuração da Corregedoria. De acordo com o boletim de ocorrência, os investigadores Zenobio Viana de Barros e Alexandre Cavalheiro de Britto, que estavam de plantão no DP, ouviram buzinas e foram ver o que acontecera. Encontraram o juiz Souza, enfurecido, dando socos no vidro do carro do motorista com quem discutia.
Os policiais, armas em punho, apontadas para o chão, foram abordar os dois motoristas, e aí, segundo eles, começaram a ser agredidos verbalmente pelo juiz. O delegado Costa Miguel, então, ordenou que todos os envolvidos entrassem na delegacia. “Imediatamente, o averiguado [juiz] subiu as escadas encarando o delegado de polícia, que imaginou que iria até mesmo ser agredido pelo averiguado. O averiguado já se aproximou desta autoridade de maneira totalmente descontrolada e, com o dedo em riste, mais uma vez gritou com esta autoridade:’você não grita assim comigo, não! Eu sou um juiz, eu sou um juiz!’ (sic), escreveu o delegado Costa Miguel no BO.
Quando Miguel pediu para que o juiz se identificasse, a resposta veio com uma pergunta: “e aí, você vai me prender?”. E a resposta foi que sim, por desacato. Entretanto, apenas o presidente do TJ é que pode prender outro juiz em flagrante. Francisco de Souza ficou detido na modalidade “prisão captura”.
Convidado a fazer o teste do bafômetro por demonstrar sinais de embriaguez, mas ele se negou. Saiu da delegacia, assim como o outro motorista envolvido na briga, dirigindo, escoltado por policiais civis até em casa.
Souza nega que tivesse bebido durante a briga. “Infelizmente, o delegado deu uma proporção muito maior a tudo isso. Não ofendi ninguém. Mas eles [policiais] me trataram com rispidez”, disse. Ele também informou que já prestou os devidos esclarecimentos ao TJ e agora deve consultar a Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) para saber se toma alguma providência contra o delegado.
http://www.mandaba.la/francisco-orlando-de-souza-juiz-bebado-violen