João Alkimin: Secretário, está na hora de sair! 68

O Jornal Folha de São Paulo traz hoje matéria de capa dando conta que supostamente Policiais Civis estariam envolvidos em extorsão contra traficantes, permito-me aqui fazer um parênteses: uso o termo supostamente embora algumas pessoas não concordem, pois nenhum dos Policiais foi condenado com trânsito em julgado, portanto o termo supostamente se enquadra perfeitamente. Já no caso do marginal que matou o Major PM não é supostamente, é realmente um bandido desclassificado.
Quero relembrar aqui que o Secretário de Segurança Pública ao nomear os diretores do DENARC e do DEIC o fez principalmente no DENARC humilhando os antecessores, portanto pergunto: E agora Secretário?
A escolha foi sua, portanto a responsabilidade também é de Sua Excelência.
Faço aqui um novo parêntese: Doutor Marcos a quem não conheço pessoalmente, sei tratar-se de um Delegado sério; Doutor Gaetano talvez tenha pagado o preço da vaidade e o Secretário demonstrou que não conhece absolutamente nada de Policia.
Vejamos: Apanha um Delegado de Santos e o coloca no maior Departamento da Policia Civil, queria o que? Só poderia dar no que deu.
Mas a teimosia; a arrogância prevalecem.
Quando tempos atrás o DENARC foi envolvido em escândalos, o Secretário trovejou aos quatro ventos, acusando seus Diretores, tirando-os da Diretoria e os deixando sem função.
E agora Secretário?
O Secretário de Segurança, por meio do Governador do Estado demitiu o Delegado Conde Guerra, analisando melhor os fatos, acho que ele estava certo, pois o referido Delegado é de altíssima periculosidade, porque escreve bem, denuncia as mazelas, é formador de opinião e intimorato. Portanto, oferecia e oferece perigo real e imediato à Administração.
Talvez o sonho da Administração seja uma Polícia como era a KGB na época do comunismo, em que eram obrigados a andar juntos três Policiais: um que soubesse ler, um que soubesse escrever e o terceiro para vigiar os dois perigosos intelectuais.
Certamente alguns lamentam não vivermos na União Soviética, pois com certeza o Delegado Guerra e outros que não são bem vistos pela Administração estariam nos gulags da Sibéria.
Mas para remediar essa falta sugiro que todos sejam imediatamente exilados nas praias de Natal, no Rio Grande do Norte. Causa-me espanto que o Secretário que se diz o grande irmão, mas o grande irmão do livro de George Orwell,  não tenha sabido antecipadamente do que supostamente ocorria nesses dois Departamentos.
E a Corregedoria, dirigida pelo Delegado Délio Montresor, também de nada sabia?
 Será que a Corregedoria somente sabe desnudar escrivãs de Policia e perseguir aqueles que não são dóceis à Administração? Será que o Secretário acusará a Policia Federal de espionagem com intuito de derrubá-lo como fez no caso do shopping? Pois existem fotos.
Volto a repetir que passou a hora do Governador do Estado dizer a que veio e tomar uma providência. Ou será que não pode?
É inexplicável a inércia do senhor Governador quando diariamente morrem cidadãos paulistas, inclusive Policiais Civis e Militares, que antes de serem Policiais são cidadãos paulistas. Portanto, volto a repetir está na hora de sair.
João Alkimin

João Alkimin é radialista – showtime.radio@hotmail.comRÁDIO

http://www.vejosaojose.com.br/joaoalkimin.htm

O Major não morreu: FOI ASSASSINADO…Mas, NINGUÉM MORRE SEM MOTIVO… 40

Ele morava no batalhão. Segundo a coronel Maria Aparecida Carvalho Yamamoto, Sandro estava de folga, mas se prontificou a ajudar na operação. Ele tinha dois filhos: uma menina, de seis meses, e um rapaz, de 18 anos.

Flit Paralisante :

Tem gente que defende a teoria: NINGUÉM MORRE SEM MOTIVO…

De fato, basta estar vivo e de bem com a vida para ser atingido por um veículo , por uma bala perdida , por um assaltante… por um “filha da puta” qualquer. Contudo,  o brasileiro com sua cultura da morte (  eu te mato! )  não fica indignado quando sabe da notícia da morte de outrem…

Em vez de condenar,  de pronto,  o HOMICIDA , pergunta: O QUE A VÍTIMA FEZ  ?

E por aí seguimos… maus policias matam bandidos; bandidos matam bons policiais.

Agora bandidos matam policiais;  INTRUJANDO DROGAS E CABRITOS NAS VÍTIMAS, até.

MATAM O CORPO E A HONRA!

( Parece que aprenderam com os maus policiais )

O que fez este  Major para morrer ?

Por amor a verdade, o Major não morreu: FOI ASSASSINADO!

O bandido atirou contra ele;  só  atirou porque teve  vontade e oportunidade para atirar CONTRA A POLÍCIA…

E atirou porque lhe deram “o  segundo” para disparar e atingir a dois policiais.

Atribuir  culpa à vitima  pela  falta de colete é rematada inverdade; desumanidade!

O Major morreu porque dezenas de policiais estavam desatentos!

O Major morreu porque maus policiais, sumariamente,  executam BANDIDOS…

E , depois, bandidos  matam bons policiais.

E maus policiais fazem uma indecente conta: dez por um!

Sim, dez bandidos mortos  para cada policial…

Mas quanto vale um bandido?

Com efeito, dez vezes nada é igual a nada!

Eis o motivo da morte do Major:  maus policias matam bandidos; bandidos matam bons policiais.

Assim, chegará o  tempo  em que  bons policiais estarão extintos.

O Major Sandro  contava  apenas 46 anos.

Ele tinha dois filhos: um rapaz  de 18 anos; uma menina  de seis meses.

E dizem que estava de folga; mesmo assim se PONTIFICOU.

 

Deontologia da Magistratura: primeiro nós ( da cúpula ); o resto ( se sobrar ) para o resto ( isonomicamente )…Popularescamente: 17 desembargadores “espertos” meteram a mão em R$ 17 milhões que deveriam ter dividido com outros 336 magistrados “trouxas” 5

Juízes de SP receberam R$ 1 mi de uma vez

Corregedores do CNJ investigam pagamentos ilegais a 17 integrantes da cúpula do tribunal de Justiça do Estado em 2010

Desembargadores tinham direito a verba, mas investigações apontam pagamento em condições especiais

FLÁVIO FERREIRA

FOLHA DE SÃO PAULO

Um grupo formado por 17 integrantes da cúpula do Tribunal de Justiça de São Paulo que está sob investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) pode ter recebido ilegalmente R$ 17 milhões dos cofres públicos em 2010.

Os corregedores do CNJ colheram indícios de que o dinheiro foi usado para pagar de uma vez R$ 1 milhão a cada um dos juízes, a pretexto de resolver uma antiga pendência salarial da categoria.

Os 17 juízes tinham direito a receber pelo menos parte desse dinheiro, mas os pagamentos foram feitos em condições privilegiadas, de acordo com duas pessoas familiarizadas com as investigações.

Outros integrantes do TJ e juízes da primeira instância que também têm direito a esses pagamentos recebem o dinheiro em parcelas mensais de pequeno valor.

Há indícios de que os pagamentos que chamaram a atenção do CNJ tenham sido autorizados pelo então presidente do tribunal, Antonio Carlos Viana Santos, que morreu em janeiro.

Segundo os resultados preliminares da investigação, a medida beneficiou o próprio Viana Santos e 16 colegas, deixando de fora os outros 336 desembargadores do TJ.

O primeiro sinal de irregularidade surgiu antes da morte de Viana Santos, quando chegou ao CNJ denúncia anônima que o acusava de enriquecimento ilícito.

Uma verificação feita pelos corregedores na folha salarial do tribunal identificou pagamento de mais de R$ 1 milhão para ele. Mais tarde, o CNJ soube que outros 16 desembargadores tiveram o mesmo benefício.

A suspeita é que Viana Santos tenha aproveitado uma sobra encontrada no orçamento do tribunal para autorizar os pagamentos.

A pendência salarial que justificou esses pagamentos têm origem em lei de 1992 que criou mecanismo para equiparar salários dos membros do Legislativo e do Judiciário, como manda a Constituição.

Dois anos depois, os deputados federais passaram a receber auxílio-moradia, mas o benefício não foi incluído entre as verbas recebidas pelos juízes, e eles recorreram ao Supremo Tribunal Federal.

O STF reconheceu o direito dos juízes e autorizou o pagamento dos atrasados em parcelas mensais.

O TJ-SP informou que não se pronunciará sobre a suspeita de pagamentos ilegais até o fim da inspeção que o CNJ está fazendo para examinar movimentações financeiras atípicas de juízes em São Paulo e outros Estados.

Advogados de familiares de Viana Santos disseram desconhecer o caso.