PCC – POR ENQUANTO – SÓ ATUA EM 16 ESTADOS DO BRASIL 16

25/10/2011 – 09h46
Facção criminosa paulista atua em 16 Estados do país

DE SÃO PAULO

Tráfico de drogas no Rio Grande do Sul, assalto a banco em Alagoas, roubo de carga no Ceará e lavagem de dinheiro em Mato Grosso. Em comum, esses crimes têm a participação da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Levantamento feito pela Folha com promotores, delegados, policiais federais e secretários de Segurança apontou atuação do PCC em 16 Estados (AL, BA, CE, MA, MG, MS, MT, PB, PE, PI, PR, RN, RS, SE, SP e TO).

O número de Estados com ações recentes do grupo é o dobro do constatado pela CPI do Tráfico de Armas da Câmara em 2006. A expansão é atribuída principalmente a fatores econômicos (mais negócios) e a mudanças em sua hierarquia. Para autoridades, a migração ganhou força a partir de 2006, ano dos ataques da facção em SP, graças ao aumento da repressão no Estado e à busca por novos mercados.

“O vínculo aqui começou há quatro anos, quando presos maranhenses foram para presídios federais e tiveram contato com criminosos do PCC”, afirmou Aluísio Mendes, secretário de Segurança Pública do Maranhão. Segundo ele, quando retornaram ao Estado, os presos “vieram com a ideia de fundar uma célula do PCC” e criaram o PCM (Primeiro Comando do Maranhão).
Editoria de Arte/Folhapress

O mesmo ocorreu em Alagoas. Segundo o delegado Paulo Cerqueira, da Deic (Divisão Especial de Investigação e Captura), o PCC se infiltrou a partir de 2009.

Para o coordenador do Núcleo de Estudos da Violência da USP, Sérgio Adorno, a descentralização do PCC favorece seu crescimento porque o comando pode ser reconstruído quando algum membro é preso ou sai da organização.

Nos Estados, autoridades e especialistas afirmam que o PCC tem dois modos de atuação. O primeiro é a associação com grupos criminosos locais, que oferecem pessoal e recebem, em troca, armas, “know-how” e drogas.

Em Pernambuco, a PF desarticulou, em fevereiro, uma quadrilha ligada à facção que distribuía drogas com vans e motoboys para BA, PI e CE a partir de Salgueiro (PE). O segundo modo de atuação é a criação de uma espécie de filial.

Em geral, os novos aliados são arregimentados dentro de presídios por criminosos do PCC oriundos de outros Estados, que foram transferidos ou presos na região. Como forma de atrair novos membros, a facção oferece apoio jurídico e financeiro para parentes ou faz ameaças violentas, como detectado em prisões do PR.

Segundo autoridades de AL e CE, grupos criminosos locais enviam dinheiro para contas de laranjas ligados à facção. “Há várias pessoas do PCC aqui no Estado que mandam 20% de todas as operações para São Paulo”, afirmou Francisco Crisóstomo, do Departamento de Inteligência Policial do Ceará.

Ué, falaram que isso non ecxiste!!!!! hahahahahahah

Um Comentário

  1. só quero saber do meu aumento!!!!!!!!!!!!!!!!!não tá no holerite de novembrooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!porcaria

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  2. AUMENTO SÓ SE FOR DE SERVIÇO, PARCEIRO… COM ESSE GOVERNO DIZENDO QUE NÃOOOOO EXISTE MAIS PCC….KKKKKK
    GREVE, GREVE,GREVE
    GREVE, GREVE,GREVE
    GREVE,GREVE,GREVE

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  3. Governador sanciona projeto que reestrutura a carreira de Delegado

    Foi sancionado, na tarde desta terça-feira (25/10), o Projeto de Lei Complementar (48/11), que dispõe sobre a reestruturação da carreira de Delegado. O Governador, Geraldo Alckmin, afirmou que já deixou agendada folha suplementar para o dia 18 de novembro. O pagamento será retroativo ao dia 1º de julho de 2011.

    FONTE: http://www.adpesp.org.br.

    ALGUÉM TEM INFORMAÇÃO SE O PLC 47/11 TAMBÉM FOI SANCIONADO.

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  4. Pois é………o secretário e o governador falaram que não existe né.
    Vai ver tudo isso aí é mentira então ….
    São Paulo merece a cidade que tem.

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  5. PCC ESTÁ INFILTRANDO NAS PREFEITURAS E FAZENDO PARTE DAS LICITAÇÕES……JÁ FAZ TEMPO QUE ELES ESTÃO DOMINANDO VÁRIOS SETORES PÚBLICOS…..PRINCIPALMENTE O TRANSPORTE….JÁ ESTÃO NA POLÍTICA E TEM MUITOS CANDIDATOS QUE FORAM E SERÃO FINANCIADOS PELO CRIME ORGANIZADO EM VÁRIOS ESTADOS………A LETARGIA PREMEDITADA NA SEGURANÇA PÚBLICA, PRINCIPALMENTE NO ESTADO DE SP, FAZ COM QUE OS MEMBROS DO PCC ENCONTREM FACILIDADES PARA AGIR EM TODOS SETORES.

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  6. É pccsdb E TUDO COMEÇOU NA ILHA GRANDE PELA MESMA NEGLIGÊNCIA. NÃO APARTARAM OS CHEFES DE QUADRILHA DO LADRÃO DE GALINHA . . HOJE UNS SÃO EXECUTIVIUS E FAZEM LEIAS, OUTROS GOSTAM DA RUA, DO VAREJÃO . . A TENDÊNCIA COM O referendum plebiscitus mutantis DESARMAMENTO E POLICIAS QUE NÃO PODEM INVESTIGAR MUITO MENOS PRENDER É FICAR MUITO PIOR . . .500 ANOS DE COLONIA E RETROCESSO . . .

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  7. DO JORNAL AGORA:
    26/10/2011
    Escolas do crime
    As prisões são um dos maiores problemas do sistema de segurança pública.

    De um lado, submetem quem cometeu crimes a condições desumanas, o que torna praticamente inviável a sua recuperação. É a famosa história de que o bandido sai pior do que entrou.

    De outro, concede privilégios inacreditáveis a criminosos muito perigosos. Prova disso é o fato de que a facção criminosa PCC já se espalhou por ao menos 16 Estados do Brasil.

    A própria força desse grupo é um atestado do fracasso do sistema prisional brasileiro. Gente que deveria cumprir a pena na prática comanda o crime nas ruas de dentro das cadeias.

    Outro exemplo de distorção foi essa história do carregamento de 2.600 latinhas de cerveja para um presídio de PMs no Rio –suficiente para uma festa com dez latinhas para cada detento, como disse o próprio corregedor-geral da PM.

    A quantidade de criminosos que acabam presos pelos seus delitos já é baixíssima no Brasil, na comparação com outros países.

    Esse sistema prisional perverso, que maltrata boa parte dos condenados e ao mesmo tempo permite regalias à cúpula do crime, só piora o quadro da segurança pública.

    As maiores vítimas disso tudo são os cidadãos aqui fora, que sofrem diariamente com os reflexos dessa anarquia que domina tudo lá dentro.

    A segurança nas ruas também depende do estabelecimento da ordem nas prisões

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  8. ESSE É O PSDB DE SP QUE EMPURRA A SUJEIRA PARA DEBAIXO DO TAPETE.
    Base enterra investigação sobre venda de emendas em São Paulo
    Sem produzir um relatório, Conselho de Ética conclui trabalhos depois de rejeitar a convocação de 17 testemunhas e parlamentares
    Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 27/10/2011 15:10
    Notícia anteriorNovo ministro construiu pontes com a CBF e oposiçãoPróxima notíciaVaga de Aldo Rebelo na Câmara dos Deputados vai para o PT
    Texto:
    A bancada governista na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), capitaneada pelo líder do PTB, Campos Machado, enterrou no início da tarde desta quinta-feira as investigações do Conselho de Ética sobre o suposto esquema de venda de emendas parlamentares. Os governistas membros do conselho aprovaram um requerimento de Machado que determina o envio imediato do material colhido durante um mês de trabalhos ao Ministério Público.
    Leia também: Deputado de SP envolve colega em caso de venda de emendas
    Entenda o caso: 30% dos deputados paulistas vendem emendas, acusa deputado
    Foto: AE
    Campos Machado (PTB) organiza a base governista durante reunião ontem: ele ameaçou convocar até Lula para falar sobre as emendas parlamentares em SP
    O conselho terminou seus trabalhos sem produzir nem sequer um relatório. Na verdade, o conselho não possui mais um relator já que o ocupante do cargo, José Bitencourt, trocou o PDT pelo PSD e seu antigo partido reivindica o posto.
    Durante um mês, o conselho se limitou a apreciar questões estatutárias e burocráticas. A única pessoa ouvida foi o deputado Major Olimpio (PDT), da oposição. Dezessete requerimentos pedindo a convocação de testemunhas, deputados, ex-deputados, ocupantes e ex-ocupantes de cargos no governo estadual que teriam ligações com o esquema foram barrados pela base governista na Alesp.
    Apenas três requerimentos foram aprovados convidando os deputados Major Olimpio e Roque Barbiere (PTB, autor das denúncias) e o ex-deputado Bruno Covas (PSDB), atual secretário estadual do Meio Ambiente.
    Barbiere e Covas enviaram respostas por escrito e não compareceram ao conselho.
    Campos Machado não soube dizer qual o teor do material que será enviado ao Ministério Público. Questionado por jornalistas, recorreu a ofensas acusando repórteres de fazerem perguntas “vergonhosas” e “cretinas”.
    Entenda o caso das emendas
    Deputado acusa venda de emendas em SP
    Procuradoria foi alertada sobre denúncia
    Deputados querem saber quem vendeu emendas
    Oposição tenta convocação de Bruno Covas
    ‘Cada um tem um preço’, diz Barbiere
    Pastor diz que viu deputado com maço de notas
    Sem Covas, conselho tenta reconvocar Barbiere
    Deputado de SP envolve colega em caso de venda de emendas
    “No meu partido não tem essa pressão moral”, admitiu Machado, aliado fiel dos sucessivos governadores tucanos desde a posse de Mário Covas, em 1995.
    A investigação no Conselho de Ética terminou sem que o órgão cumprisse sua própria pauta. Quatro requerimentos da oposição foram ignorados e nem chegaram a ser apreciados.
    A oposição reagiu com indignação.
    “Isso é vexatório porque não existe absolutamente nada. Uma grande pizza será enviada ao Ministério Público”, disse o deputado João Paulo Rillo (PT).
    O Conselho de Ética tinha como objetivo investigar as declarações feitas pelos deputados Barbiere e Covas sobre a existência de um esquema de venda de emendas na Alesp. Barbiere chegou a dizer que deputados agem como camelôs. Covas, que é pré-candidatodo PSDB à prefeitura de São Paulo, declarou em entrevista que foi procurado por um prefeito do interior que tentava lhe entregar R$ 5 mil referentes aos 10% de propina pela liberação de uma emenda de R$ 50 mil. Em vez de denunciar o caso ele teria encaminhado o dinheiro a uma instituição de caridade.
    CPI
    Com o fim dos trabalhos no conselho, a oposição liderada pelo PT se concentra em tentar as 32 assinaturas necessárias para protocolar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da venda de emendas na Alesp.
    O autor das denúncias, Barbiere, foi o 30º deputado a assinar o pedido, na noite de quarta-feira. Barbiere é da base governista.
    Em outro flanco a oposição tenta promover uma ampla mobilização popular para pressionar os deputados. Um ato promovido por movimentos populares e sindicatos está marcado para a tarde desta quinta-feira na frente da Alesp.

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