Adpesp relembra três anos do confronto entre as polícias com ato ecumênico 27

Enviado em 14/10/2011 as 19:51 – SILVA

O maior confronto entre a Polícia Civil e a Tropa de Choque da Militar, ao lado do Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo em São Paulo, irá completar três anos neste domingo, 16 de outubro. A data merece reflexão e atenção de todos os Delegados associados da Adpesp, que estão convidados para um ato ecumênico, no restaurante da Associação, para que o dia não seja jamais esquecido. O evento acontecerá a partir das 13h.

A manifestação

O confronto entre os policiais civis e a PM aconteceu por volta das 16h na rua Padre Lebret, há três anos, quando os policiais planejavam seguir em passeata até o Palácio dos Bandeirantes, na avenida Morumbi, para pressionar o governo a retomar as negociações.

A ordem recebida pela Polícia Militar era impedir que a passeata –com cerca de 3.000 policiais– se aproximasse da sede do governo. A marcha dos grevistas era escoltada por dois grupos de elite da própria Polícia Civil –GOE (Grupo de Operações Especiais) e Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos).

Foram usadas bombas de efeito moral (gás lacrimogêneo), balas de borracha e a cavalaria para conter os policiais grevistas. Há relatos, contudo, que arma de fogo foi usada para conter a manifestação.

Promotora pede apuração sobre conduta de polícia em caso de acidente…A promotora , primeiramente, deveria explicar o tratamento dado pelo MP ao promotor Wagner Juarez Grossi…Ah, deram-lhe um tratamento “legal” , né? 18

13/10/201120h30

DE SÃO PAULO

O Ministério Público de São Paulo vai pedir à Corregedoria da Polícia Civil que investigue a atuação dos delegados no caso do atropelamento do administrador Vitor Gurman, 24, em julho deste ano, na rua Natingui, Vila Madalena (zona oeste de São Paulo). Gurman morreu cinco dias após o acidente. A informação é do telejornal “SPTV”, da Rede Globo.

Arquivo pessoal
O administrador Vitor Gurman, 24, que foi atropelado na madrugada de sábado na Vila Madalena, em SP
Foto do administrador Vitor Gurman, 24, que foi atropelado pela nutricionista Gabriella Guerrero Pereirana em São Paulo

De acordo com a promotora de Justiça Milded Gonzales, faltou rigor na apuração do caso. Um laudo mostrou que o jipe Land Rover conduzido pela nutricionista Gabriella Guerrero Pereira, 28, estava acima da velocidade permitida. Além disso, ela estaria embriagada no momento do acidente. Gabriela responde ao inquérito em liberdade.

“A nossa dúvida é saber porque um caso como esse, igual a tantos outros que aconteceram na nossa cidade, não foi tratado da mesma maneira como deveria ter sido feito. A delegacia vai ter que explicar muito bem o motivo de não ter feito absolutamente nada”, disse a promotora.

———————————————-

Promotor que matou três ganha cargo disputado em SP
Agência Estado
O Conselho Superior do Ministério Público decidiu há
15 dias remover, compulsoriamente, o promotor Wagner Juarez Grossi de Araçatuba
para São Paulo ou Grande São Paulo. Há um ano, ele se envolveu em um acidente de
trânsito que matou três pessoas de uma mesma família, incluindo uma criança. No
carro dele foram encontradas latas de cerveja e a polícia relatou que o suspeito
tinha “hálito etílico”.

Segundo o boletim de ocorrência aberto pela
Polícia Civil de Araçatuba, Grossi passou na contramão e em alta velocidade num
quebra-molas e, ao perder o controle da caminhonete Ranger que dirigia, bateu de
frente numa moto que aguardava a passagem no acostamento. A moto era conduzida
pelo metalúrgico Alessandro da Silva Santos, de 27 anos, e levava ainda a
namorada, Alessandra Alves, de 26, e o filho dela, Adriel, de 7 anos.

O
promotor foi denunciado pelo então procurador-geral, Rodrigo Pinho, ao Tribunal
de Justiça, onde responde a processo criminal por triplo homicídio culposo. A
agravante de embriaguez não ficou comprovada. No MP, a ida de Grossi para a
capital encerra a investigação e está sendo vista por colegas como
promoção.

Hehe!…Tá cheio de Oficial com aquele jeitinho manso de sacerdote da igreja católica…Oficial PM desonesto ou pedófilo?…Icso non ecziste! ( Mas esse Cafetão parece ser apenas um papa-anjo apaixonado: Sweet Little Sixteen ) 22

Enviado em 14/10/2011 as 17:57 – PESADELO

Capitão da PM é suspeito de pedofilia pela internet em SP
14 de outubro de 2011 • 15h58 • atualizado às 16h51
WAGNER CARVALHO
Direto de Bauru
A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) cumpriu na manhã desta sexta-feira um mandato de busca e apreensão na residência e também no batalhão onde um capitão da Polícia Militar (PM) presta serviços administrativos em Botucatu, distante 230 km de São Paulo. Ele é suspeito de assediar sexualmente pela internet uma adolescente, mas nega a acusação.
Nos locais, os policiais apreenderam três computadores para perícia e três celulares. De acordo com o major Jorge Duarte Miguel, comandante interino do 12º Batalha de Polícia Militar do Interior (BPMI), o caso segue em segredo de Justiça, mas a Corregedoria da PM também acompanha a investigação.
O assédio teria acontecido há cerca de um ano, quando a vítima tinha 14 anos. A mãe e uma tia da menina teriam descoberto a comunicação entre os dois ao interceptarem uma mensagem via celular em que o capitão supostamente marcava um encontro com a adolescente.
O militar foi afastado das ruas e presta serviços administrativos. Ele continuará afastado até o processo ser concluído. A adolescente nega ter mantido contato com o oficial da PM.
Fonte: Internet Terra.

Exemplar eficiência policial e judicial na condenação de roubadores que atacaram o lar do secretário Saulo de Castro Abreu Filho 7

Justiça condena dupla que assaltou residência de ex-secretário da SSP

        A juiza Isaura Cristina Barreira, da 30ª Vara Criminal, condenou, na última sexta-feira (7) dois acusados de participarem do roubo à casa do ex-secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo e atual secretário estadual de Transportes e Logística, Saulo de Castro Abreu Filho. O crime aconteceu em fevereiro deste ano, no Alto de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista.
De acordo com o Ministério Público, quatro homens armados invadiram o imóvel do secretário e fizeram dele e de sua família reféns. Eles foram amarrados, amordaçados e presos em um banheiro por quase uma hora. Os assaltantes fugiram em um dos carros da família, levando joias, dinheiro, celulares e laptop. Eles foram denunciados por roubo triplamente qualificado e pelo crime de formação de quadrilha ou bando.
Dois dos quatro acusados foram presos. Quando interrogada, a dupla admitiu o roubo, negou o envolvimento em quadrilha e informou onde os objetos subtraídos poderiam ser encontrados, parte dos quais foi recuperada.
A defesa sustentou absolvição pela relatividade da confissão e por falta de provas para condenação. Alternativamente, requereu o afastamento das qualificadoras, pena mínima, regime mais brando e liberdade.
Em sua decisão, a magistrada julgou a ação procedente por entender demonstrado o roubo triplamente qualificado praticado pelos acusados e que agiram associados em quadrilha. “Além da união de mais indivíduos, nota-se que eles agiam de forma estável e estruturada. Embora tenham alegado que nada foi planejado, lembraram de cortar os fios do telefone, de amarrar as vítimas, de subtrair joias, dinheiro, aparelhos eletrônicos e quatro armas, tudo colocado no carro da vítima, este igualmente subtraído”. A dupla foi condenada à pena de doze anos e seis meses de reclusão, em regime fechado.
Ainda de acordo com a juiza, “os réus não poderão apelar em liberdade, uma vez que estão presentes os requisitos do artigo 312, do Código de Processo Penal, diante do concurso de agentes, emprego de arma, séria ameaça contra as vítimas, ausência de prova de ocupação lícita, subsistência por meio honesto, residência fixa e de boa conduta social”.

        Processo nº 583.50.2011.018.498-6

Comunicação Social TJSP – AG (texto) / AC (foto ilustrativa)
imprensatj@tjsp.jus.br

 

 

O Ministério Público Estadual requereu à Justiça o afastamento liminar de Eduardo Bittencourt Carvalho do cargo de “BOCA-RICA” do Tribunal de Contas do Estado (TCE) 11

Procuradoria-Geral pede afastamento de conselheiro do TCE por
improbidade

Em ação inédita, MPE requer também a indisponibilidade dos bens de Eduardo
Bittencourt, que, segundo investigação, adquiriu R$ 50 mi entre 1995 e 2009

14 de outubro de 2011 | 0h 00

O Ministério Público Estadual requereu à Justiça o afastamento liminar de
Eduardo Bittencourt Carvalho do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do
Estado (TCE). A medida é inédita na história secular da corte de contas, a maior
do País, com atribuição para fiscalizar todos os contratos de 644 municípios
paulistas e da administração direta e indireta do Estado.

Em ação civil distribuída à 1.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, a
Procuradoria-Geral de Justiça pede ainda indisponibilidade de todos os bens de
Bittencourt – imóveis, cotas de sociedades empresariais, ativos financeiros,
fundos de investimento, bônus, ações, títulos, joias, quadros e obras de arte,
automóveis e fazendas localizados no Brasil e no exterior.

A Procuradoria não se manifestou ao Estado sobre a ação e advertiu sobre o
sigilo dos autos. A investigação revela que o conselheiro, com vencimentos
mensais de R$ 30,7 mil no TCE, amealhou entre 1995 e 2009 a soma de R$ 50
milhões – valor injetado em uma de suas propriedades, a Fazenda
Firme/Anhumas/Leque, em Mato Grosso, controlada pela Agropecuária e
Participações Pedra do Sol Ltda.

O Ministério Público suspeita que esses recursos tiveram origem na corrupção.
Bittencourt foi deputado e assumiu o cargo em 1990, por indicação do então
governador Orestes Quércia (1987-1990). Após 3 anos de apuração, a procuradoria
imputa a ele atos de improbidade, enriquecimento ilícito, ocultação de valores e
lavagem de dinheiro.

A procuradoria dá à causa o valor de R$ 750 milhões e pede a condenação de
Bittencourt à perda da função “mediante dissolução do vínculo com o TCE,
cassando-se, consequentemente, eventual aposentadoria que lhe venha a ser
concedida”, além da perda dos valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio,
suspensão dos direitos políticos por até 10 anos e pagamento de multa de até 100
vezes o valor de seu contracheque.

A fortuna atribuída ao conselheiro circulou por contas sediadas em Miami e em
Nova York, em nome de duas offshores, a Justinian Investment Holdings e a
Trident Trust Company, sediadas nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do
Caribe.

A ação diz que a evolução patrimonial de Bittencourt é “gritante”. A renda
nominal do conselheiro, de origem comprovada naquele período foi de R$ 5,97
milhões. O rastreamento bancário indica créditos de outras fontes desconhecidas
que alcançam a cifra de R$ 7,21 milhões.

30 vezes. Relatório de inteligência financeira mostra que em
ao menos dois meses o valor de créditos de origem desconhecida supera em “mais
de 30 vezes” o valor dos rendimentos declarados e comprovados.

O Ministério Público requereu, também, bloqueio patrimonial da ex-mulher do
conselheiro, Aparecida, da namorada dele, Jackeline Paula Soares, e de duas
empresas por ele administradas, a Pedra do Sol e a Justinian.

A ação destaca que a partir de 1994 Bittencourt “liderou esquema de ocultação
e dissimulação da origem, localização, movimentação, disposição e propriedade de
bens, direitos e valores obtidos por meios ilícitos, processo vulgarmente
conhecido como lavagem de dinheiro, valendo-se, para isso, do manto de
interpostas pessoas físicas e jurídicas por ele controladas ou a ele
relacionadas”.

O esquema envolveu três fases: ocultação, dissimulação e repatriação de
valores para reintegração patrimonial. A Justinian foi o eixo central da trama.
Em agosto de 1995, Bittencourt adquiriu as cotas da offshore caribenha e abriu
contas bancárias em nome dela no Lloyds Bank de Nova York e Miami. Ele se
identificou como “fazendeiro”.

Para evitar a identificação de seu nome no fluxo ilegal de recursos, o
conselheiro abriu duas contas sob titularidade de “Mezzanote” e outras duas em
nome da Justinian. Nessas contas depositou “investimentos pessoais à margem do
sistema financeiro e das leis brasileiras”.

Ministro. Segundo a ação, para evitar que seu nome fosse relacionado a
negócios celebrados no Brasil pela offshore, ele nomeou como procurador o
advogado Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, “com amplos poderes
para abrir e fechar contas e movimentar valores”. Eros não é acusado.

Para movimentar os ativos da offshore, Bittencourt constituiu a Trident
Trust, que abrigava cinco contas assim denominadas: General Star, Venus, Jazz,
Azteca e Kiesser. Pelas contas da Justinian circularam US$ 9,73 milhões de abril
de 1997 a fevereiro de 2005. Há indícios de que tais capitais possam estar
custodiados em contas no Reino Unido (Tortola), na Suíça e no Uruguai. Nenhum
desses bens foi declarado por Bittencourt.

Na segunda fase da lavagem – dissimulação de valores e bens –, o dinheiro da
Justinian migrou para contas de terceiros, por meio de transferências para
outras offshores, Conquest Limited e Tropical Worldwide, também sediadas nas
Ilhas Virgens Britânicas e controladas por brasileiros, “de relações pessoais
com Bittencourt”, com cotas administradas por doleiros de São Paulo. Segundo a
ação, para repatriar o dinheiro ilícito, o conselheiro integrou os valores ao
patrimônio da Pedra do Sol.