Os próprios PMS especialmente os de baixa patente, não apoiam o modelo militarizado. É conveniente esconder a realidade: OS COXINHAS NÃO SUPORTAM MAIS SEREM COXINHAS. 77% DESEJAM MUDANÇAS E DESMILITARIZAÇÃO (ainda resta um pouco de raciocinio neles! rsrs..)
COMPROVEM AQUI, clique em “relatorio” pág 15 http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJCF2BAE97ITEMID265C344CCF4B48B68EDC906D15067F01PTBRIE.htm
Sugiro a leitura deste artigo encontrado na web sobre benchmarking:
O uso de Benchmarking, ou padrões de referência no processo de avaliação dos indicadores de desempenho, é um meio para as empresas buscarem as melhores práticas utilizadas pelas companhias reconhecidamente líderes e consideradas de classe mundial, de forma a conseguir vantagens competitivas no mercado.
O melhor significado para este termo, Benchmarking é Padrão de Referência. O Benchmarking é uma ferramenta útil na busca de melhores práticas utilizadas pelas companhias reconhecidamente líderes e consideradas de classe mundial.
O processo de Benchmarking busca, constantemente, um desempenho sempre superior e o seu maior propósito é fazer com que a empresa torne-se Classe Mundial no mercado onde atua.
Algumas definições de Benchmarking:
* É um processo contínuo de medição de serviços ou produtos, comparando-o com os principais competidores ou com companhias reconhecidamente líderes;
* É a fonte de comparação com as melhores práticas de mercado que exercem um desempenho superior;
* É um processo contínuo de análise das melhores práticas do mundo com o objetivo de estabelecer ou validar objetivos e metas dos nossos processos, de modo a atingir níveis de classe mundial.
Uma questão importante a ser respondida é a seguinte: por que fazer Benchmarking?
Algumas razões são fundamentais:
* Para buscar o melhor desempenho;
* Definir uma melhoria constante nos processos;
* Fazer parte integrante da estratégia de avaliação;
* Fazer uma avaliação objetiva dos pontos fortes e fracos dos processos e das funções;
* Estimular o desenvolvimento de novas idéias e novos métodos de trabalho;
* Ser um facilitador do processo de mudanças internas;
* Suportar o desenvolvimento de novas metodologias e melhorar a utilização dos recursos;
* Responder a questão: como você sabe?
* Não reinventar a roda.
Na busca dos melhores padrões de referência, estaremos sempre fazendo comparações com o propósito de alcançarmos o BENCHMARKING.
As principais características são:
* O Benchmarking é um processo contínuo de aprendizado e de descobertas que deve ser incorporado ao sistema gerencial;
* O ponto focal é como os outros conseguem resultados superiores, isto é, resultados de nível de classe mundial;
* Criatividade, inovação e mente aberta são fatores chaves no processo de Benchmarking;
* Preparar-se muito bem, particularmente para os casos externos: troca de informações fidedignas é absolutamente fundamental.
Uma das maneiras de se iniciar o processo de Benchmarking é ter como propósito sempre buscar o que há de melhor, objetivando cada vez mais melhorar a satisfação dos nossos clientes.
Do ponto de vista da organização, o processo de Benchmarking consiste basicamente em: conhecer o negócio, com vistas a buscar as oportunidades de melhorias; identificar quem está atingindo os melhores resultados, compreender e incorporar os melhores métodos e práticas usadas, e monitorar o desempenho interno para atingir uma vantagem competitiva no mercado.
ANTES DE ESPERAR ALGO DE BOM DO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA, CONHEÇA SEU “PERFIL” ATRAVÉS DE SUAS ATITUDES COM OS “AMIGOS”.
Sucessor tem perfil investigativo
O novo secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, é conhecido pelas investigações que fez e pelas crises que enfrentou. Em um momento em que a pasta é sacudida por denúncias de corrupção, o governador José Serra foi buscar para o cargo um homem com experiência na apuração de escândalos, como no caso do antigo Grupo Antissequestro da Polícia Civil (GAS), quando, em 1989, um dos mais famosos delegados de São Paulo foi parar na cadeia acusado de achaques durante a investigação do sequestro do banqueiro Antônio Beltran Martinez.
Formado pela Academia de Oficiais da Polícia Militar do Barro Branco, Ferreira Pinto saiu aspirante a oficial na turma de 1968, a mesma do ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho e do ex-secretário da Segurança Ronaldo Bretas Marzagão. Entrou para o Ministério Público Estadual (MPE), onde atuou na área criminal. Em 1993, foi nomeado por Fleury secretário adjunto da Administração Penitenciária – ele foi mantido no cargo pelo governador Mário Covas. Foi Ferreira Pinto quem teve de usar a PM pela primeira vez para invadir um presídio após o massacre de 111 presos na Casa de Detenção – ocorrido em 1992.
De volta ao MPE, Ferreira Pinto se tornou procurador de Justiça e fez parte do Conselho Superior da entidade. Fez oposição à gestão do então procurador-geral Luiz Antônio Marrey, de quem mais tarde se tornaria colega de governo. Em junho de 2006, foi convidado pelo governador Claudio Lembo (DEM) para assumir a Secretaria da Administração Penitenciária. Havia apenas um mês que os líderes do Primeiro Comando da capital (PCC) haviam promovido de dentro dos presídios a onda de ataques que matou mais de 40 policiais e parou São Paulo.
Desde que assumiu a SAP, o secretário passou a acompanhar todos os movimentos da facção. Acabou por se tornar alvo de um plano dos criminosos que visavam a assassiná-lo – dois pistoleiros foram levados por um advogado da facção até a sede da secretaria para cometer o crime, mas a inesperada presença de uma segurança reforçada evitou o ataque. Como última ação na SAP, Ferreira Pinto conseguiu, por meio de seu serviço de inteligência, evitar uma fuga em massa na Penitenciária 1 de Avaré. Ele deixa para seu substituto um problema, a superpopulação nos presídios, e um plano: a construção de 49 novas penitenciárias.
FERREIRA PINTO
Formação: Academia do Barro Branco
Carreira: Entrou para o Ministério Público Estadual (MPE), onde atuou na área criminal
Nomeação: Em 1993, foi nomeado pelo então governador Luiz Antônio Fleury adjunto da Administração Penitenciária
Volta ao MP: Torna-se procurador de Justiça
Volta ao governo: Em junho de 2006, foi convidado pelo governador Claudio Lembo para ser titular da Secretaria da Administração Penitenciária
Ferreira Pinto ajudou a minar antecessor junto ao governador
O novo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, foi quem alimentou o governador José Serra (PSDB) com informações sobre o ex-secretário-adjunto, o advogado Lauro Malheiros Neto, acusado de cobrar até R$ 300 mil de delegados para que assumissem cargos de prestígio. Malheiros Neto nega a acusação.
As imagens em que um advogado diz que a corrupção chegara ao segundo homem na hierarquia da Segurança foram levadas a Serra por Ferreira Pinto, segundo tucanos ouvidos sob a condição de que seus nomes não fossem revelados.
Amigo de Ronaldo Marzagão desde 1967, Ferreira Pinto sempre poderá dizer que nada mais fez do que apontar uma suspeita de corrupção. Mas, ao levar o caso para o governador, ele ajudou a minar Marzagão, segundo avaliação de tucanos próximos de Serra.
Ele também ajudou a Promotoria a achar provas contra Malheiros Neto, como a Folha apurou. Foi ele que deu um endereço para uma operação de busca e apreensão.
Seu trabalho teve êxito porque Marzagão tinha um passivo de equívocos nada desprezível, segundo avaliação do círculo de Serra. Para esse grupo, ele caiu porque não conseguiu dar respostas em três frentes:
1. As acusações de corrupção envolvendo as polícias Civil e Militar;
2. A incapacidade de controlar a Polícia Civil e fazer com que ela trabalhasse em seu projeto. Por ser ex-PM, Marzagão era visto como um inimigo pela Polícia Civil e não conseguiu se livrar desse estigma;
3. Apesar de resultados positivos como a queda de homicídios e de sequestros, a polícia mostrou-se desastrosa em episódios de massa, como o do caso Eloá e do furto de armas num centro de treinamento.
O descontrole da polícia é apontado por tucanos como o ponto mais frágil da gestão de Marzagão e um dos complicadores para uma eventual campanha presidencial de Serra.
A pergunta que os aliados de Serra fazem é: como um governador que tem um secretário da Segurança que não controla a polícia pode ambicionar a Presidência da República?
Isso mostra que enquanto só fica um Escrivão em uma Delegacia, que cobre duas áreas, e um Delegado em duas Delegacias que cobre 4 áreas, sobre efetivo na PM para ficarem “twitando” “orkutando” “blogando”.
Só pra lembrar aqui que a função da PM é a mesma que um espantalho da lavoura. Só tem que aparecer com a fantasia para espantar os corvos.
Se nem isso eles fazem direito, porque tem que se meter no nosso trabalho?
Abraço
A polica civil de SP -vergonha do servico publico estadual- essa e a opiniao de alguns delegedos trabalhadores que conheco, que na verdade e um so.Pare de falar da honrada PMESP e vao trabalhar.
Palavras de um Delegado- esses vagabundos ficam o dia inteiro dormindo-
A DISE da minha cidade passou tres anos sem fazer um flagrante kkkkkkkkkkk
Que competencia!
Olimpio Gomes (PDT) refutou declaração do secretário de Segurança de que os componentes de facção criminosa paulista seriam 30, e que todos estariam presos. Segundo o Ministério Público Estadual, disse Gomes, a facção reúne atualmente 21 mil membros, e gira cerca de R$ 5 milhões por mês com o tráfico de drogas. “Seria bom que o secretário estivesse certo, mas temos de parar de enganar a população”, disse o deputado, que apontou o déficit de 70 mil vagas no sistema prisional paulista e que a anunciada redução de homicídios ocorreu em todo país, e por diversos fatores, como a redução da miséria e o controle das drogas. (MF)
Compensação para cidades
Um dos sintomas da incompetência e desmandos na segurança pública em São Paulo é o crescimento de 76% no número de roubos de carros na região da avenida Paulista, na capital, disse João Antonio (PT). Outro problema é o aumento da criminalidade em todas as cidades do interior, onde se instalou presídios, sendo que em pequenas cidades, como Lavínia, há mais presos que moradores. Segundo o deputado, as prefeituras deveriam ter alguma compensação financeira ao abrigarem unidades prisionais. Ele criticou ainda o desvio de função dos policiais militares, que recebem da prefeitura paulistana para trabalhar na chamada Operação Delegada. (MF)
Pires na mão
José Bittencourt (PDT) somou-se à defesa das compensações às cidades com presídios, pois as prefeituras têm de atender à população carcerária e à família dos detentos que lá residem, principalmente nas áreas de educação e saúde. Há mais de um PL em tramitação que coloca uma rubrica no Orçamento específica para isso, disse o deputado, mas “que não é votada, porque se prefere que as prefeituras fiquem com pires na mão esperando o bel-prazer do governo”. É preciso que sejam estabelecidas políticas de Estado para todos os setores do governo, para que, com a alternância do poder, a população não seja prejudicada. (MF)
Greve anunciada
As 5.300 escolas ligadas à Secretaria da Educação estão em crise, falou Carlos Giannazi (PSOL), que considerou uma farsa o aumento anunciado pelo governador, que além de ser parcelado em quatro anos, não repõe as perdas salariais dos professores. E as Etecs e Fatecs estão com greve anunciada, pois são mantidas em estado de sucateamento pelo governo, e os professores recebem apenas R$ 10 por hora/aula. Além do mais, continuou o deputado, não há plano de carreira nem concurso para o cargo de diretor, o que é uma antiga reivindicação, e os alunos não têm aulas de sociologia e filosofia, como previsto na Lei de Diretrizes de Bases da Educação, nem merenda nas Etecs. (MF)
Representatividade policial
Olimpio Gomes (PDT) comentou a realização de uma audiência pública organizada pelos policiais militares em Guarujá, com a intenção de resgatar a representatividade policial. De acordo com o deputado, os policiais só podem se filiar aos partidos políticos a 90 dias da eleição. “Dessa forma o policial não pode dar força ao partido, participar como deveria. O permitido hoje é no máximo fazer parte de uma associação”, reclamou. Gomes opinou que uma maior participação política por parte dos policiais poderia combater o descaso que sofrem, como os baixos salários e o desrespeito com a data-base. “A representatividade tem que ser estimulada”. (DV)
Precatórios
Em vista da notícia de que cerca de R$ 3 bilhões depositados pelo governo na conta do Tribunal de Justiça para pagamento de precatórios alimentares em 2010 estão parados porque o órgão não tem capacidade técnica e humana para efetuar os pagamentos, Carlos Giannazi (PSOL) disse que “quando a pessoa tem precatório a receber, é porque já ganhou o direito na Justiça”, e não há razão para mais essa demora. Os credores de precatórios, a maioria aposentados e pensionistas, já veem seu direito sendo subtraído pela demora do governo em cumprir as decisões, o que foi agravado pela Emenda 62, que modificou o sistema de pagamento no Estado. (OT)
Marcha da Maconha
Adilson Rossi (PSC) informou ter estado no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde foi recebido, em companhia do deputado federal Paulo Freire e da vereadora Marta Costa, pelo presidente do Poder Judiciário paulista, Fernando Grella Vieira. A finalidade da visita foi, segundo ele, requerer a proibição da Marcha da Maconha – movimento que visa a descriminalização do uso do entorpecente -, que deve acontecer no próximo dia 21/5, na capital. Segundo ele, a marcha, que ocorrerá em diversas cidades no decorrer do mês, constitui apologia ao crime e a legalização da droga é indefensável. Para Rossi, “conhecemos os males que as drogas têm causado em nossa sociedade”. (OT)
To ficando meio cansado de ficar ouvindo “pm” “pm” “pm” aqui nesse blog, essa picuinha não vai levar a nada, não to vendo futuro nisso. Não tá na hora de parar? (sou pc)
Polícia Militar mata mais na Zona Leste
Relatório da Ouvidoria da Polícia obtido pelo DIÁRIO traça perfil das resistências seguidas de morte ocorridas em São Paulo no ano passado
THAÍS NUNES
DIÁRIO SP
São os jovens, de 10 a 25 anos, que mais morrem em confrontos com a polícia em São Paulo. O relatório anual da Ouvidoria da Polícia, que será divulgado oficialmente nesta quinta-feira, analisou 416 dos 495 casos de resistência seguida de morte registrados em 2010.
Na capital, 177 pessoas morreram em situações registradas como confronto com a polícia. A campeã foi a Zona Leste, com 59 casos. A delegacia com mais boletins dessa natureza, entretanto, está na Zona Oeste. Apenas no 89º Distrito Policial, que abrange a Favela de Paraisópolis, foram 14 resistências.
“Infelizmente, as mortes continuam ocorrendo na periferia. Acredito que a ação dos policiais merece atenção séria da Secretaria da Segurança Pública”, disse o ouvidor Luiz Gonzaga Dantas.
Rota matou mais /Comparada a 2009, a letalidade policial diminuiu 5,5% em 2010. Na contramão, a Rota, tropa de elite da PM, matou 22,95% a mais – foram 75 casos em 2010 contra 61 no ano anterior. E a tendência é de aumento – nos primeiros três meses de 2010, a Rota matou 10 suspeitos. Já nos primeiros três meses desse ano, foram 16 mortes.
Em nota, o Comando da Polícia Militar informou que o confronto só ocorre após a reação do criminoso e é ele que opta por enfrentar os policiais. Ainda segundo a PM, “o resultado morte é sempre indesejado”. O coronel Álvaro Camilo, comandante da PM, não foi localizado pela reportagem.
Uma das denúncias mais recorrentes na Ouvidoria é a demora no socorro dos suspeitos e a adulteração das cenas de crime. “As balas são recolhidas após a troca de tiros. Se houvesse transparência, a PM deveria facilitar as investigações”, disse o ouvidor Dantas.
414
policiais denunciados por homicídio
Mudança nas investigações
Em abril, após uma execução cometida por PMs dentro de um cemitério em Ferraz de Vasconcelos ser revelada, o governador determinou que as resistências com mortes seriam investigadas pela Polícia Civil.
Principais denúncias
Entre as principais denúncias recebidas pela Ouvidoria da Polícia Militar, estão má qualidade no atendimento, infração disciplinar, homicídio, concussão, abuso de autoridade, ameaça, corrupção e demora na chegada de viatura.
De tanto lê, algumas críticas á P.M., por companheiros e antigos companheiros, da P.C., devido muitos anos trabalhados comissionado então, antes de 08-04-1970, com a instinção da G.C., poderia estes companheiros que sei que tem parentes na PM do serviço ativo e muitos ja na inatividade, que dê uma volta nos orgãos da PM, e veja o atendimento que é feito a todos, quer do serviço ativo, quer aos inativos e quer a familiarers que precisam de documentações para fins de direito ou quando falece um companheiro, para fins de obtenção de Pensão e outros direitos, aí saberá o porque os familiares e os próprios PMs, se orgulha de pertencer ou ter pertencido a Corporação, isto devido o excelente atendimemnto. E ainda após ter resolvido qualquer dos problebas que lhes estava afeto, após o costumeiro cafézinho, lhe é fornecido um formulário para ser preenchido, para fazer qualquer observação, quer sobre elogios ou críticas, só assim a PM cada vez mais irá procurar sempre melhorar ainda mais estes atendimentos. Meus irmãos, procure um amigo seu igual funcionóario e passe para um almôço na Subsistência e em qualquer Unidade PM, que possui restaurante e comprovará o que existe, abraços a todos… Pedro Baiano73a. Mongaguá – SP
Os próprios PMS especialmente os de baixa patente, não apoiam o modelo militarizado. É conveniente esconder a realidade: OS COXINHAS NÃO SUPORTAM MAIS SEREM COXINHAS. 77% DESEJAM MUDANÇAS E DESMILITARIZAÇÃO (ainda resta um pouco de raciocinio neles! rsrs..)
COMPROVEM AQUI, clique em “relatorio” pág 15
http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJCF2BAE97ITEMID265C344CCF4B48B68EDC906D15067F01PTBRIE.htm
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Parabéns a PM pelo exemplo de organização !!
aprendam com quem tem tradição !
Parabéns
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Aproveitem as coisas positivas (boas práticas) e passem a refletir sobre a aplicabilidade na sua Instituição.
Vale lembrar que o benchmarking é uma das várias ferramentas de gestão.
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Sugiro a leitura deste artigo encontrado na web sobre benchmarking:
O uso de Benchmarking, ou padrões de referência no processo de avaliação dos indicadores de desempenho, é um meio para as empresas buscarem as melhores práticas utilizadas pelas companhias reconhecidamente líderes e consideradas de classe mundial, de forma a conseguir vantagens competitivas no mercado.
O melhor significado para este termo, Benchmarking é Padrão de Referência. O Benchmarking é uma ferramenta útil na busca de melhores práticas utilizadas pelas companhias reconhecidamente líderes e consideradas de classe mundial.
O processo de Benchmarking busca, constantemente, um desempenho sempre superior e o seu maior propósito é fazer com que a empresa torne-se Classe Mundial no mercado onde atua.
Algumas definições de Benchmarking:
* É um processo contínuo de medição de serviços ou produtos, comparando-o com os principais competidores ou com companhias reconhecidamente líderes;
* É a fonte de comparação com as melhores práticas de mercado que exercem um desempenho superior;
* É um processo contínuo de análise das melhores práticas do mundo com o objetivo de estabelecer ou validar objetivos e metas dos nossos processos, de modo a atingir níveis de classe mundial.
Uma questão importante a ser respondida é a seguinte: por que fazer Benchmarking?
Algumas razões são fundamentais:
* Para buscar o melhor desempenho;
* Definir uma melhoria constante nos processos;
* Fazer parte integrante da estratégia de avaliação;
* Fazer uma avaliação objetiva dos pontos fortes e fracos dos processos e das funções;
* Estimular o desenvolvimento de novas idéias e novos métodos de trabalho;
* Ser um facilitador do processo de mudanças internas;
* Suportar o desenvolvimento de novas metodologias e melhorar a utilização dos recursos;
* Responder a questão: como você sabe?
* Não reinventar a roda.
Na busca dos melhores padrões de referência, estaremos sempre fazendo comparações com o propósito de alcançarmos o BENCHMARKING.
As principais características são:
* O Benchmarking é um processo contínuo de aprendizado e de descobertas que deve ser incorporado ao sistema gerencial;
* O ponto focal é como os outros conseguem resultados superiores, isto é, resultados de nível de classe mundial;
* Criatividade, inovação e mente aberta são fatores chaves no processo de Benchmarking;
* Preparar-se muito bem, particularmente para os casos externos: troca de informações fidedignas é absolutamente fundamental.
Uma das maneiras de se iniciar o processo de Benchmarking é ter como propósito sempre buscar o que há de melhor, objetivando cada vez mais melhorar a satisfação dos nossos clientes.
Do ponto de vista da organização, o processo de Benchmarking consiste basicamente em: conhecer o negócio, com vistas a buscar as oportunidades de melhorias; identificar quem está atingindo os melhores resultados, compreender e incorporar os melhores métodos e práticas usadas, e monitorar o desempenho interno para atingir uma vantagem competitiva no mercado.
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Tá vendo Dr. O Sr.posta assuntos Coxísticos e acaba atraindo coxinhas!! rsrsrs..
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Muito bom , mas e o salário..???
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enquanto isso…temos a rádio-corredor …kkkk
rir pra não chorar
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ANTES DE ESPERAR ALGO DE BOM DO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA, CONHEÇA SEU “PERFIL” ATRAVÉS DE SUAS ATITUDES COM OS “AMIGOS”.
Sucessor tem perfil investigativo
O novo secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, é conhecido pelas investigações que fez e pelas crises que enfrentou. Em um momento em que a pasta é sacudida por denúncias de corrupção, o governador José Serra foi buscar para o cargo um homem com experiência na apuração de escândalos, como no caso do antigo Grupo Antissequestro da Polícia Civil (GAS), quando, em 1989, um dos mais famosos delegados de São Paulo foi parar na cadeia acusado de achaques durante a investigação do sequestro do banqueiro Antônio Beltran Martinez.
Formado pela Academia de Oficiais da Polícia Militar do Barro Branco, Ferreira Pinto saiu aspirante a oficial na turma de 1968, a mesma do ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho e do ex-secretário da Segurança Ronaldo Bretas Marzagão. Entrou para o Ministério Público Estadual (MPE), onde atuou na área criminal. Em 1993, foi nomeado por Fleury secretário adjunto da Administração Penitenciária – ele foi mantido no cargo pelo governador Mário Covas. Foi Ferreira Pinto quem teve de usar a PM pela primeira vez para invadir um presídio após o massacre de 111 presos na Casa de Detenção – ocorrido em 1992.
De volta ao MPE, Ferreira Pinto se tornou procurador de Justiça e fez parte do Conselho Superior da entidade. Fez oposição à gestão do então procurador-geral Luiz Antônio Marrey, de quem mais tarde se tornaria colega de governo. Em junho de 2006, foi convidado pelo governador Claudio Lembo (DEM) para assumir a Secretaria da Administração Penitenciária. Havia apenas um mês que os líderes do Primeiro Comando da capital (PCC) haviam promovido de dentro dos presídios a onda de ataques que matou mais de 40 policiais e parou São Paulo.
Desde que assumiu a SAP, o secretário passou a acompanhar todos os movimentos da facção. Acabou por se tornar alvo de um plano dos criminosos que visavam a assassiná-lo – dois pistoleiros foram levados por um advogado da facção até a sede da secretaria para cometer o crime, mas a inesperada presença de uma segurança reforçada evitou o ataque. Como última ação na SAP, Ferreira Pinto conseguiu, por meio de seu serviço de inteligência, evitar uma fuga em massa na Penitenciária 1 de Avaré. Ele deixa para seu substituto um problema, a superpopulação nos presídios, e um plano: a construção de 49 novas penitenciárias.
FERREIRA PINTO
Formação: Academia do Barro Branco
Carreira: Entrou para o Ministério Público Estadual (MPE), onde atuou na área criminal
Nomeação: Em 1993, foi nomeado pelo então governador Luiz Antônio Fleury adjunto da Administração Penitenciária
Volta ao MP: Torna-se procurador de Justiça
Volta ao governo: Em junho de 2006, foi convidado pelo governador Claudio Lembo para ser titular da Secretaria da Administração Penitenciária
Fonte: Estado de S. Paulo, de 19/03/2009
http://www.apesp.org.br/Imprensa/newlette19-03-09.html#4
Ferreira Pinto ajudou a minar antecessor junto ao governador
O novo secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, foi quem alimentou o governador José Serra (PSDB) com informações sobre o ex-secretário-adjunto, o advogado Lauro Malheiros Neto, acusado de cobrar até R$ 300 mil de delegados para que assumissem cargos de prestígio. Malheiros Neto nega a acusação.
As imagens em que um advogado diz que a corrupção chegara ao segundo homem na hierarquia da Segurança foram levadas a Serra por Ferreira Pinto, segundo tucanos ouvidos sob a condição de que seus nomes não fossem revelados.
Amigo de Ronaldo Marzagão desde 1967, Ferreira Pinto sempre poderá dizer que nada mais fez do que apontar uma suspeita de corrupção. Mas, ao levar o caso para o governador, ele ajudou a minar Marzagão, segundo avaliação de tucanos próximos de Serra.
Ele também ajudou a Promotoria a achar provas contra Malheiros Neto, como a Folha apurou. Foi ele que deu um endereço para uma operação de busca e apreensão.
Seu trabalho teve êxito porque Marzagão tinha um passivo de equívocos nada desprezível, segundo avaliação do círculo de Serra. Para esse grupo, ele caiu porque não conseguiu dar respostas em três frentes:
1. As acusações de corrupção envolvendo as polícias Civil e Militar;
2. A incapacidade de controlar a Polícia Civil e fazer com que ela trabalhasse em seu projeto. Por ser ex-PM, Marzagão era visto como um inimigo pela Polícia Civil e não conseguiu se livrar desse estigma;
3. Apesar de resultados positivos como a queda de homicídios e de sequestros, a polícia mostrou-se desastrosa em episódios de massa, como o do caso Eloá e do furto de armas num centro de treinamento.
O descontrole da polícia é apontado por tucanos como o ponto mais frágil da gestão de Marzagão e um dos complicadores para uma eventual campanha presidencial de Serra.
A pergunta que os aliados de Serra fazem é: como um governador que tem um secretário da Segurança que não controla a polícia pode ambicionar a Presidência da República?
Fonte: Folha de S. Paulo, de 19/03/2009
http://www.apesp.org.br/Imprensa/newlette19-03-09.html#5
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“aprendam com quem tem tradição !”
É verdade, a PM tem muita tradição, mas é tradição de enganação, ou, como dizem na gíria da caserna “são embusteiros”
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To colando… Muito bommmm, e o salário?
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Isso mostra que enquanto só fica um Escrivão em uma Delegacia, que cobre duas áreas, e um Delegado em duas Delegacias que cobre 4 áreas, sobre efetivo na PM para ficarem “twitando” “orkutando” “blogando”.
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Só pra lembrar aqui que a função da PM é a mesma que um espantalho da lavoura. Só tem que aparecer com a fantasia para espantar os corvos.
Se nem isso eles fazem direito, porque tem que se meter no nosso trabalho?
Abraço
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Infeliz.
Espantalho é um termo até bom.Dificil é ser NADA.
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A polica civil de SP -vergonha do servico publico estadual- essa e a opiniao de alguns delegedos trabalhadores que conheco, que na verdade e um so.Pare de falar da honrada PMESP e vao trabalhar.
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Palavras de um Delegado- esses vagabundos ficam o dia inteiro dormindo-
A DISE da minha cidade passou tres anos sem fazer um flagrante kkkkkkkkkkk
Que competencia!
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Cidadão, que cidade fica essa DISE
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A pseudo-modernidadade do rascunho de milicos (PM) não APAGA O PASSADO NEGRO
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Números conflitantes
Olimpio Gomes (PDT) refutou declaração do secretário de Segurança de que os componentes de facção criminosa paulista seriam 30, e que todos estariam presos. Segundo o Ministério Público Estadual, disse Gomes, a facção reúne atualmente 21 mil membros, e gira cerca de R$ 5 milhões por mês com o tráfico de drogas. “Seria bom que o secretário estivesse certo, mas temos de parar de enganar a população”, disse o deputado, que apontou o déficit de 70 mil vagas no sistema prisional paulista e que a anunciada redução de homicídios ocorreu em todo país, e por diversos fatores, como a redução da miséria e o controle das drogas. (MF)
Compensação para cidades
Um dos sintomas da incompetência e desmandos na segurança pública em São Paulo é o crescimento de 76% no número de roubos de carros na região da avenida Paulista, na capital, disse João Antonio (PT). Outro problema é o aumento da criminalidade em todas as cidades do interior, onde se instalou presídios, sendo que em pequenas cidades, como Lavínia, há mais presos que moradores. Segundo o deputado, as prefeituras deveriam ter alguma compensação financeira ao abrigarem unidades prisionais. Ele criticou ainda o desvio de função dos policiais militares, que recebem da prefeitura paulistana para trabalhar na chamada Operação Delegada. (MF)
Pires na mão
José Bittencourt (PDT) somou-se à defesa das compensações às cidades com presídios, pois as prefeituras têm de atender à população carcerária e à família dos detentos que lá residem, principalmente nas áreas de educação e saúde. Há mais de um PL em tramitação que coloca uma rubrica no Orçamento específica para isso, disse o deputado, mas “que não é votada, porque se prefere que as prefeituras fiquem com pires na mão esperando o bel-prazer do governo”. É preciso que sejam estabelecidas políticas de Estado para todos os setores do governo, para que, com a alternância do poder, a população não seja prejudicada. (MF)
Greve anunciada
As 5.300 escolas ligadas à Secretaria da Educação estão em crise, falou Carlos Giannazi (PSOL), que considerou uma farsa o aumento anunciado pelo governador, que além de ser parcelado em quatro anos, não repõe as perdas salariais dos professores. E as Etecs e Fatecs estão com greve anunciada, pois são mantidas em estado de sucateamento pelo governo, e os professores recebem apenas R$ 10 por hora/aula. Além do mais, continuou o deputado, não há plano de carreira nem concurso para o cargo de diretor, o que é uma antiga reivindicação, e os alunos não têm aulas de sociologia e filosofia, como previsto na Lei de Diretrizes de Bases da Educação, nem merenda nas Etecs. (MF)
Representatividade policial
Olimpio Gomes (PDT) comentou a realização de uma audiência pública organizada pelos policiais militares em Guarujá, com a intenção de resgatar a representatividade policial. De acordo com o deputado, os policiais só podem se filiar aos partidos políticos a 90 dias da eleição. “Dessa forma o policial não pode dar força ao partido, participar como deveria. O permitido hoje é no máximo fazer parte de uma associação”, reclamou. Gomes opinou que uma maior participação política por parte dos policiais poderia combater o descaso que sofrem, como os baixos salários e o desrespeito com a data-base. “A representatividade tem que ser estimulada”. (DV)
Precatórios
Em vista da notícia de que cerca de R$ 3 bilhões depositados pelo governo na conta do Tribunal de Justiça para pagamento de precatórios alimentares em 2010 estão parados porque o órgão não tem capacidade técnica e humana para efetuar os pagamentos, Carlos Giannazi (PSOL) disse que “quando a pessoa tem precatório a receber, é porque já ganhou o direito na Justiça”, e não há razão para mais essa demora. Os credores de precatórios, a maioria aposentados e pensionistas, já veem seu direito sendo subtraído pela demora do governo em cumprir as decisões, o que foi agravado pela Emenda 62, que modificou o sistema de pagamento no Estado. (OT)
Marcha da Maconha
Adilson Rossi (PSC) informou ter estado no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde foi recebido, em companhia do deputado federal Paulo Freire e da vereadora Marta Costa, pelo presidente do Poder Judiciário paulista, Fernando Grella Vieira. A finalidade da visita foi, segundo ele, requerer a proibição da Marcha da Maconha – movimento que visa a descriminalização do uso do entorpecente -, que deve acontecer no próximo dia 21/5, na capital. Segundo ele, a marcha, que ocorrerá em diversas cidades no decorrer do mês, constitui apologia ao crime e a legalização da droga é indefensável. Para Rossi, “conhecemos os males que as drogas têm causado em nossa sociedade”. (OT)
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Cidadão, só fala o DEINTER que eu mato a charada.
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To ficando meio cansado de ficar ouvindo “pm” “pm” “pm” aqui nesse blog, essa picuinha não vai levar a nada, não to vendo futuro nisso. Não tá na hora de parar? (sou pc)
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Este blog não é mais da policia!
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O DR. GUERRA TÁ CERTO…NÃO TEM NENHUMA NOVIDADE SOBRE A POLÍCIA CIVIL…ENTÃO, SÓ NOVIDADES DOS COXAS MESMO…
O PINTO AINDA ACABA COM A PC…
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ACHO PM SEXY.
Vc deveria escrever com letras rosas.
A PC tem muita gente boa. Eu conheço um.
Não me critique, faça as contas antes de me atacar.
O estado tem milhóes de habitantes se cada um conhece um……..então.
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Polícia Militar mata mais na Zona Leste
Relatório da Ouvidoria da Polícia obtido pelo DIÁRIO traça perfil das resistências seguidas de morte ocorridas em São Paulo no ano passado
THAÍS NUNES
DIÁRIO SP
São os jovens, de 10 a 25 anos, que mais morrem em confrontos com a polícia em São Paulo. O relatório anual da Ouvidoria da Polícia, que será divulgado oficialmente nesta quinta-feira, analisou 416 dos 495 casos de resistência seguida de morte registrados em 2010.
Na capital, 177 pessoas morreram em situações registradas como confronto com a polícia. A campeã foi a Zona Leste, com 59 casos. A delegacia com mais boletins dessa natureza, entretanto, está na Zona Oeste. Apenas no 89º Distrito Policial, que abrange a Favela de Paraisópolis, foram 14 resistências.
“Infelizmente, as mortes continuam ocorrendo na periferia. Acredito que a ação dos policiais merece atenção séria da Secretaria da Segurança Pública”, disse o ouvidor Luiz Gonzaga Dantas.
Rota matou mais /Comparada a 2009, a letalidade policial diminuiu 5,5% em 2010. Na contramão, a Rota, tropa de elite da PM, matou 22,95% a mais – foram 75 casos em 2010 contra 61 no ano anterior. E a tendência é de aumento – nos primeiros três meses de 2010, a Rota matou 10 suspeitos. Já nos primeiros três meses desse ano, foram 16 mortes.
Em nota, o Comando da Polícia Militar informou que o confronto só ocorre após a reação do criminoso e é ele que opta por enfrentar os policiais. Ainda segundo a PM, “o resultado morte é sempre indesejado”. O coronel Álvaro Camilo, comandante da PM, não foi localizado pela reportagem.
Uma das denúncias mais recorrentes na Ouvidoria é a demora no socorro dos suspeitos e a adulteração das cenas de crime. “As balas são recolhidas após a troca de tiros. Se houvesse transparência, a PM deveria facilitar as investigações”, disse o ouvidor Dantas.
414
policiais denunciados por homicídio
Mudança nas investigações
Em abril, após uma execução cometida por PMs dentro de um cemitério em Ferraz de Vasconcelos ser revelada, o governador determinou que as resistências com mortes seriam investigadas pela Polícia Civil.
Principais denúncias
Entre as principais denúncias recebidas pela Ouvidoria da Polícia Militar, estão má qualidade no atendimento, infração disciplinar, homicídio, concussão, abuso de autoridade, ameaça, corrupção e demora na chegada de viatura.
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PM’S BAH!
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De tanto lê, algumas críticas á P.M., por companheiros e antigos companheiros, da P.C., devido muitos anos trabalhados comissionado então, antes de 08-04-1970, com a instinção da G.C., poderia estes companheiros que sei que tem parentes na PM do serviço ativo e muitos ja na inatividade, que dê uma volta nos orgãos da PM, e veja o atendimento que é feito a todos, quer do serviço ativo, quer aos inativos e quer a familiarers que precisam de documentações para fins de direito ou quando falece um companheiro, para fins de obtenção de Pensão e outros direitos, aí saberá o porque os familiares e os próprios PMs, se orgulha de pertencer ou ter pertencido a Corporação, isto devido o excelente atendimemnto. E ainda após ter resolvido qualquer dos problebas que lhes estava afeto, após o costumeiro cafézinho, lhe é fornecido um formulário para ser preenchido, para fazer qualquer observação, quer sobre elogios ou críticas, só assim a PM cada vez mais irá procurar sempre melhorar ainda mais estes atendimentos. Meus irmãos, procure um amigo seu igual funcionóario e passe para um almôço na Subsistência e em qualquer Unidade PM, que possui restaurante e comprovará o que existe, abraços a todos… Pedro Baiano73a. Mongaguá – SP
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