O varejo da corrupção: Déjà vu 25

O varejo da corrupção

Testemunha acusa Allan de receber propina para proteger milícia e não reprimir pirataria em camelódromo
Sérgio Ramalho

Em depoimento à Polícia Federal, uma testemunha que atuou por 15 anos como informante do grupo do ex-subchefe operacional da Polícia Civil Carlos Oliveira – um dos 30 policiais presos na Operação Guilhotina – afirma que o ex-chefe da instituição, delegado Allan Turnowski, sabia de todas as ações criminosas do grupo. X., de 41 anos, aponta Turnowski como beneficiário de um esquema sustentado por policiais ligados a milícias, contraventores e contrabandistas. No relato, ele diz ainda que o ex-chefe recebia R$100 mil para não reprimir a venda de produtos falsos no camelódromo da Uruguaiana, no Centro.
No fim de janeiro, os 1.508 boxes do camelódromo passaram por uma devassa da Polícia Civil e da Receita Federal. A operação fora determinada pela 6ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça (TJ) para cumprir mandados de busca e apreensão de produtos falsificados, respondendo a solicitação do Grupo de Proteção à Marca, com sede em São Paulo. Investigações da PF apontam o envolvimento de policiais numa disputa pelo controle do mercado, acirrada com o assassinato de um dos líderes dos camelôs, Alexandre Farias Pereira, em maio de 2007. Ele teria sido morto por se recusar a pagar propina a policiais.

Sargento da PM pagaria propina
O relato de X. detalha também o suposto pagamento de R$500 mil mensais a Turnowski. A propina seria paga por um sargento PM que atuava como adido – policial militar lotado em delegacias especializadas – da Divisão Antissequestro (DAS) e domina uma milícia em Jacarepaguá, além de explorar caça-níqueis em Rio das Pedras. Segundo o informante, o PM, que mora num condomínio de luxo na Barra da Tijuca, costuma participar de reuniões com policiais, entre eles Turnowski, numa badalada churrascaria do bairro e circula em veículos blindados, com escolta.
O informante não esconde o medo, devido à fama de violentos dos integrantes da quadrilha, que estariam envolvidos numa série de assassinatos. X. cita a execução do sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho, em junho passado. Segundo ele, o militar fora o responsável pela elaboração das bombas usadas no atentado ao contraventor Rogério Andrade, em abril de 2010, na Barra. Na ocasião, o filho do bicheiro morreu. Volber também teria feito a bomba que explodiu na picape Hilux do PM Rony Lessa, que perdeu a perna no episódio. X diz que o crime teria sido queima de arquivo, pois Volber negociava armas com policiais da Decod e da Drae.
As investigações indicam ainda o suposto pagamento de R$2 milhões feito por Andrade aos policiais envolvidos na execução. A quantia seria uma recompensa pela “cabeça” do responsável pela elaboração da bomba que matou seu filho. Volber foi morto em um motel em Jacarepaguá, supostamente após reagir ao cerco montado por policiais da Decod, entre eles o PM Ivan Jorge Evangelista de Araújo, que atuava como adido e foi preso na Operação Guilhotina, acusado de vender armas a traficantes.
A vingança pela morte do filho do contraventor também teria motivado o assassinato do sargento bombeiro Antônio Carlos Macedo, em novembro passado. Ex-chefe da segurança de Andrade, ele foi executado na avenida Sernambetiba, supostamente por por três PMs, pois estaria ligado a um complô montado por PMs para matar Rogério e dominar o território onde este explora caça-níqueis.
A testemunha contou ainda que participou de uma operação nos morros de São Carlos e da Mineira, em 2008, na qual policiais de delegacias especializadas desviaram parte do material apreendido. Dos oito fuzis encontrados nas favelas, quatro foram vendidos para o chefe da segurança da Igreja Universal, que seriam um PM. X. afirmou que foram apreendidos 42 mil projéteis, mas apenas três mil foram apresentados. Drogas também teriam sido roubadas pelos policiais.
O informante passou a colaborar com a PF após ter um irmão assassinado pela quadrilha. X. e sua família estão sob proteção do Ministério da Justiça. Ele era ligado ao sargento da reserva da PM Ricardo Afonso Fernandes, o Afonsinho, apontado pela PF como segundo homem no grupo do delegado Carlos Oliveira.
Em depoimento, X. diz que o grupo de policiais também sequestrava traficantes e parentes, libertados após o pagamento de resgate. Foi o caso de Carlos Eduardo Sales, o Capilé, considerado um dos principais fornecedores de drogas da favela do Acari. Segundo X., o traficante foi preso por policiais e adidos – entre eles o sargento Afonsinho – da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) e Delegacia de Combate às Drogas (Decod), que ficaram rodando por quase 12 horas com o bandido, liberado após pagar R$1 milhão. Metade do valor teria ficado com Afonsinho. A testemunha diz ainda que, na ocasião, Afonsinho teria se desentendido com o PM que atuava como adido na Decod por causa da divisão do dinheiro.

Um Comentário

  1. Já postei aqui… já disse…

    “O Brasil precisa ser passado à limpo…”

    “Se a sujeira que está debaixo do tapete for tirada para fora…
    … ai…ai…, tenho pena de quem sofre de rinite alérgica…”

    a dita CORRUPÇÃO no Brasil já é endêmica, é cultural… e parece que virou uma epidemia…

    O “difícil” é ter que aguentar “balelas” de Homens que se postam de “honestos”, ou melhor, se dizem “honestíssimos”, impolutos, se dizem “idôneos”, quando todos sabem que “não o são”…

    Pelo andar da “carruagem”… vejo que, em breve,
    a Segurança Pública neste Brasil deverá ser revista, refeita…
    É começar do “zero” e criar uma nova “Segurança Pública…”

    Mas nossos “políticos” só olham para o próprio umbigo e se preocupam como encher o mais rápido suas burras..

    Curtir

  2. Manual para Criação de Grupos Especiais

    O capitão da PM paulistana Décio Leão tem uma série de artigos (quer dizer, acho que é uma série, é o segundo que leio) que compõem o Manual EPC – Embusteration Picaretation Corporation. O primeiro li no blog do coronel Mário Sérgio, e chama-se Manual EPC para Especialistas em Segurança Pública, com dicas preciosas para quem deseja ter sua fotinha estampada nas primeiras páginas dos jornais popularescos, dando seus pitacos sobre segurança pública, ou mesmo galgar uma boquinha em bem remunerados empregos públicos, sem que precise passar por disputados concursos. Sensacional.

    Mas esse segundo, eu não vi publicado ainda em lugar nenhum, então, com a devida vênia:

    Manual EPC para criação de Grupos Especiais

    por Décio Leão *

    A proliferação de grupos policiais que se intitulam “Operações Especiais” aumentam a cada dia. Todas as corporações querem ter um grupo desse tipo e as vezes até uma unidade policial convencional quer inventar um serviço especial, diferenciado, que é claro, irá ter o nome de “especial”.

    A E.P.C. International (Embusteration Picaretation Corporation), tradicional organização mundial de embusteiros, incorporando-se ao espírito dos grupos especiais, colabora com a proliferação dessas hordas nos meios policiais através deste manual prático, que apresenta em dez lições, como criar um grupo especial.

    1. SIGLA

    É a primeira coisa que um grupo especial deve criar para poder ser um grupo especial. Antes de selecionar e qualificar pessoal, de adequar a legislação corporativa ao grupo e antes mesmo de operar, o grupo tem que ter uma sigla.

    O grupo especial mais famoso do mundo, a SWAT de Los Angeles, chama-se oficialmente, apenas “Pelotão D”. Que coisa mais em graça.

    A sigla é fundamental para o marketing e para a identificação do grupo. O nome vem depois. Aliás, o nome tem tão pouca importância, que deve ser adequado à sigla, ainda que pareça uma coisa ridícula e sem nexo. Dê preferências a nome de bichos bravos e da fauna exótica. Afinal, quem liga para o nacionalismo.

    A sigla pode ainda ser baseada em onomatopéias e ações. Para quem não sabe inglês, SWAT significa “tapa”. Alguns exemplos que ainda não foram explorados:

    ■G.O.R.I.L.A. – Grupo de Operações de Resgate, Intervenções Letais e Assaltos;
    ■P.O.R.R.A.D.A. – Pelotão Operacional de Repressão a Roubos, Assaltos e Desativação de Artefatos explosivos;
    ■L.E.O.P.A.R.D. – Liga Especial de Operações Policiais e Ações de Repressão a Delitos.
    Obs: Se tentar escolher o nome primeiro, pode causar constrangimentos para o grupo, como ocorreu com a Brigada Independente Contra Homicídios e Assaltos (B.I.C.H.A.).

    2. UNIFORME

    A segunda coisa mais importante para criar um grupo especial é o uniforme diferenciado. Se o uniforme não for bem diferente da sua corporação policial, não existirá então razão para o grupo ser especial.

    Especial significa acima de tudo, ser diferente. Como o grupo especial vai operar se usar a mesma roupa dos demais policiais? Impossível. O hábito faz o monge.

    Escolha um uniforme bem espalhafatoso, com muitos bolsos. Ponha bolsos nas pernas, nas mangas, na jaqueta, onde for possível, mesmo que você saiba que nunca vai usar tantos bolsos e que eles até atrapalham o uso dos demais equipamentos. Mas dão um visual bem legal e imagem é o que importa.

    Preto e camuflado urbano são as cores preferidas, mas não são suficientes. Coloque adereços para chamar a atenção, como braçais cheios de letras de metal (isso também atrapalha a ação operacional, mas quem liga para isso) e boinas coloridas. Preferencialmente vermelha, ainda que a boina vermelha seja tradicionalmente a boina das tropas pára-quedistas.

    3. BREVÊ

    Grupo especial que se preze tem que ter um brevê bem embusteiro. E o pessoal não se contenta com símbolos simples, práticos, objetivos, de fácil identificação visual. Olha que coisa mais sem graça os símbolos da Volkswagem, do Mc’Donalds e da Microsoft, que a gente bate o olho e já sabe o que significa. Esses especialistas em comunicação visual estão por fora. Não entendem nada de grupos especiais.

    O brevê de um grupo especial tem que mostrar tudo o que o grupo faz. Quanto mais cheio de bagulhos, mais operacional será a imagem do grupo.

    Dicas para fazer um bom brevê de grupo especial: ponha uma caveira. Todo grupo especial brasileiro tem uma caveira. Uma caveira bem feia, zangada.

    Ponha agora uma faca. Pode ser de baixo para cima, de cima para baixo, de lado, de frente para traz. Mas ponha a faca.

    Ponha agora uns raios. Uma boina. Um chapéu de selva. Metralhadora e fuzil. Não pode faltar a metralhadora e o fuzil cruzado. Que tal agora por no brevê uns ramos, umas folhagens, talvez uma floresta inteira, pois o grupo especial também atua na selva. Está faltando um cara descendo de rapel. Ele pode sair do olho da caveira e invadir o nariz, ao mesmo tempo que uma viatura dá um cavalo-de-pau na boca da caveira e um grupo tático arromba a porta do prédio próximo ao pescoço da caveira. É bom achar um lugar para o “sniper” e para os mergulhadores de combate. Faltou alguma coisa? O PÁRA-QUEDAS!!! Cadê o pára-quedas? Ponha um pára-quedas.

    4. ARMAS

    Muitas armas. Um grupo especial precisa estar bem armado, preferencialmente com armas frias, de origem duvidosa, calibres não convencionais, que tornem impossível qualquer rastreamento ou perícia. Ainda que oitenta por cento das ocorrências com reféns sejam solucionadas sem o uso de armas de fogo e que a maioria dos tiroteios ocorram com armas curtas e ainda que ninguém saiba usar as armas (e às vezes sem saber para que servem essas armas). A quantidade de armamento deve ser capaz de impressionar qualquer colecionador. No mínimo, três pistolas e um fuzil para cada operador do grupo.

    Aonde enfiar esse monte de armas? Pergunte aos presidiários. Eles têm técnicas muito boas.

    5. VIATURA

    A viatura do grupo especial precisa ter basicamente, insufilm. Transparência meio por cento. O vidro tem que estar preto o suficiente para ninguém ver o que se passa dentro da viatura. A pintura externa também precisa ser bem caracterizada, com um monte de pinduricalhos, logotipos e é claro, a marca do patrocinador.

    Como já foi apresentado anteriormente, a viatura tem que ser diferente. Se ficar parecida com as viaturas da corporação, não será viatura de grupo especial. Nada de pinturas de discretas, apenas para identificação interna. Tem que aparecer bastante. Na dúvida, pendure uma melancia.

    6. CURSO

    A formação de um policial de tropa especial não é fácil. Tem que ser forjado à moda antiga, como nossas avós faziam pão caseiro. Muita porrada na massa.

    Basicamente, o curso precisa de três elementos: corrida, flexão e água. Comece o curso correndo loucamente, sem parar. A primeira corrida só termina quando pelo menos cinco participantes pedirem desligamento do curso.

    Em seguida, aplique flexões de braços, cangurus e outros exercícios físicos até a fadiga muscular completa. Se ainda sobrarem candidatos ao grupo especial, jogue-os em uma piscina funda até alguém se afogar. Não importa que a porcentagem de ocorrências do grupo especial em ambiente aquático seja zero. O que importa é mostrar o quanto é difícil fazer parte do grupo especial.

    Importante: Esqueça técnicas policiais, táticas, treinamento de tiro e avaliações psicológicas. Isso custa caro e pode mostrar aos novos candidatos um lado obscuro do grupo especial que não precisa ser mostrado para ninguém.

    7. CHEFE APARECIDO

    O chefe é a alma do grupo especial. Ele tem que carismático e boa pinta, mas principalmente aparecido, vaidoso, arrogante e orgulhoso. Afinal, é ele que irá divulgar o grupo especial, estar à frente das entrevistas, nas capas de revista e manchetes dos jornais. Imaginem um chefe de grupo especial que não gosta de mostrar o rosto na imprensa, como os ingleses do SAS ou os franceses do GIGN? Esses europeus não sabem o que estão perdendo em termos de popularidade. Sem dizer que são um bando de medrosos paranóicos, achando que os terroristas são vingativos.

    E a atuação artística do chefe aparecido não pode se limitar em sair abraçado com bandido no final da ocorrência. Tem que aparecer em programas de entrevistas, colunas sociais e em ocorrências de outras especialistas, como brigas em jogos de futebol televisionados e quem sabe, puxar o trânsito durante uma boletim especial do telejornal.

    8. IMPRENSA

    A tropa é o reflexo do comandante, já dizia o antigo ditado militar. O grupo especial não pode perder as oportunidades de aparecer na imprensa.

    Como diz o lema, “ser e aparecer”. Tem que estar sempre na mídia. Use todos os recursos da vida moderna: jornais, revistas, televisão, internet e tudo mais que possa divulgar o grupo “mais secreto da polícia”. Sim, porque se não houver a chamada de que o grupo é ultra-secreto, a “arma” mais bem escondida da polícia, pela primeira vez (na semana) revelada aos telespectadores, tão secreto, mas tão secreto, que nem suas mães sabem onde trabalham, com certeza não haverá audiência.

    Apresentação padrão que não pode faltar ao grupo especial: descida de rapel com invasão de sacada e tiro em bexiga. Além da imperdível entrevista do chefe aparecido com a tropa ao fundo, todos com bala-clava e empunhando armas.

    Matéria no programa do Otávio Mesquita é o bicho, mas se conseguir aparecer no banco de convidados especiais da Luciana Gimenez, será a glória do grupo especial.

    9. PACTO SECRETO

    O penúltimo, porém não menos importante elemento de criação do grupo especial é o pacto secreto entre seus integrantes. Vale qualquer tipo de ritual místico que dê um ar de compromisso sagrado: beber sangue de galinha, furar o dedo com a faca especial do grupo, usar o anel secreto, tatuar o símbolo do grupo no peito.

    O mais importante é que os integrantes do grupo especial se sintam como uma polícia à parte da corporação, acima das leis, regulamentos e dos comandantes. Aliás, acima até mesmo dos demais colegas de trabalho, que a partir de agora devem ser encarados como uma sub-raça, seres inferiores, de pouca luz, que não possuem as mínimas condições de sequer limpar as botas do grupo especial.

    A postura dos integrantes do grupo especial é fundamental para o sucesso do grupo: silêncio absoluto, reuniões secretas, jamais comentar o que ocorreu com outras pessoas, principalmente se ocorreu alguma desgraça na ocorrência (que foi por culpa do refém, provavelmente). Nunca cumpra ordens superiores. Lembre-se de que o grupo especial está acima dessas frescuras.

    10. ESCÂNDALO

    Todo grupo especial tem seu escândalo. Morte de reféns, execução filmada pela velhinha da janela, envolvimento com traficantes e outros criminosos, chefe denunciado por corrupção. Vale qualquer tipo de escândalo. Mas não se preocupe com esse item, pois seguindo as dicas deste manual, somando-se a incompetência do chefe, a incapacidade técnica, incompetência, arrogância e orgulho, logo levarão o grupo especial à ruína.

    Com sorte da sociedade, isso poderá ocorrer antes mesmo que o grupo comece a atuar. Boa sorte e que Deus nos proteja.

    * por Décio Leão – Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo

    Curtir

  3. Ao colega “Horário do Almoço…”

    É melhor puxar uma cadeira, pegar uma revista ou jornal para ler… e esperar…

    Esperar… esperar… esperar… esperar….

    ao final… NADA vai acontecer!
    Se tiver o dito AUMENTO (que não será aumento, e nem reposição salarial… apenas um irrisório acréscimo…)

    Pode acreditar… será em suaves prestações para a gente não se afogar em tanto dinheiro!!!

    Curtir

  4. Rs..Rs..Rs.. (é melhor rir para não chorar)

    mas, um detalhe, será um ACRÉSCIMO, com todas as pompas de mídia..rs..rs..

    Curtir

  5. GOVERNO DIZ ‘NÃO A DATA-BASE’:

    AUMENTOS SERÃO DISCUTIDOS POR CATEGORIA
    Publicado por Nerin em 19/01/2011 (787 leituras)

    CATIA SEABRA
    DANIELA LIMA
    DE SÃO PAULO

    O governo Alckmin repetirá a política salarial do antecessor, José Serra, e não concederá reajuste generalizado ao servidor do Estado.

    O chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo, descartou ontem um aumento linear para o funcionalismo. Segundo ele, reajustes serão concedidos segundo as categorias.
    Os servidores do Estado têm a data-base em 1º de março. O projeto, fixando data para revisão da remuneração do funcionalismo, foi apresentado em 2005 pelo próprio Geraldo Alckmin.

    Mas só foi sancionado por Claudio Lembo vice de Alckmin que assumiu o governo quando o tucano se afastou para concorrer à Presidência em 2006. Desde então, os servidores nunca tiveram reajuste linear.

    “Não temos dissídio coletivo. Nossa estratégia é ir atendendo de acordo com cada categoria”, afirmou Beraldo.

    A hipótese de não conceder aumento está no primeiro parágrafo da lei, segundo a qual a criação de uma data “não implica, necessariamente, reajuste”.

    Esse deverá ser mais um nó da turbulenta relação do governo do PSDB com o servidor. Segundo Beraldo, Alckmin pediu uma melhor comunicação com o servidor.

    “Talvez tenhamos, e isso que o Geraldo pediu que fizéssemos, de aperfeiçoar a relação. Como podemos ter uma comunicação melhor com nosso servidor?”

    Para Beraldo, parte dessa dificuldade vem da proliferação e politização das entidades que representam o servidor. “Você tem alguns sindicatos politizados. Tem toda uma lógica política”, disse.

    Secretário de Gestão do governo Serra, Beraldo diz que houve avanços para os servidores na administração passada. Segundo ele, a folha de pagamento teve crescimento de 10% acima da inflação.

    Beraldo reconhece, porém, que Serra resistia à pressão de corporações, por ter “forte um entendimento de que nem sempre atendendo uma corporação você contribui para o desenvolvimento econômico-social”.

    Beraldo disse que a intenção do governo é criar canais de comunicação com servidor para além de sindicatos.

    NOTA SINDAEVP: Passam-se os tempos e os contos são os mesmos.

    Alguns pontos parecem nítidos, uma leve intenção de aproximação do governo, já que politicamente a filosofia partidária afastou o servidor do mesmo, causando dores de cabeça nas urnas.

    Outro ponto é, uma lei que tem a finalidade de rever os salários anualmente é traduzido pelo governo como não sendo para esse fim, como se ela existisse mas não necessáriamente precisa ser cumprida.

    E terceiro ponto, os sindicatos principalmente o do AEVP mantém firme as esperanças de que o governador Alckmin não cometerá erros de seu partido em gestões anteriores, mas o texto do próprio secretário tenta tirar das entidades sindicais o poder de representatividade, numa estratégia de enfraquecimento, o que consideramos não ser o melhor caminho para um bom início de conversa como ordena o Excelentíssimo governador do estado

    http://www.sindaevpesp.com.br/modules/smartnoticias/item.php?itemid=215

    GALERA MINHA INTENÇÃO NÃO É TRAZER MÁS NOTICIAS MAS APENAS ALERTAR QUE SE OS SINDICATOS NÃO LUTAREM POR NÓS…

    SINDICATOS E ASSOCIAÇÕES PAREM DE EMBROMAR COM FALSAS ILUSÕES QUE PROMETEM RESOLVER NOSSOS PROBLEMAS SALARIAS…

    O NEGÓCIO É LUTAR POR UM AUMENTO NO SALÁRIO-BASE, COM UM PROJETO DE AUMENTO ESCALONADO ANO A ANO…

    ‘O GOVERNADOR DISSE QUE NÃO DARÁ AUMENTO LINEAR’

    TRADUZINDO SE NOSSA CATEGORIA NÃO LUTAR POR SALÁRIO ELES FICARAM QUETINHOS NA DELES SEM DAR AUMENTO NENHUM DUARNTE OS PRÓXIMOS QUATRO ANOS…EU ACREDITO SIM QUE O PSDB É TRANQUILAMENTE CAPAZ DISSO…

    ACORDA TODO MUNDO!

    LÁ TÁ O MALDITO SIDNEY BERALDO DE NOVO…

    CRIA DO SERRA!

    Curtir

  6. Enquanto isso, na Sala da Justiça(*), todos se preocupavam em saber quem tinha carta de arrais. providencialmente está sendo oferecido um curso grátis
    A Mulher Maravilha pergunta do Tocha :
    – Por que é tão importante uma licença de arrais amador? mas ela nem sabia o que era arrais
    Respondeu o Tocha:
    – Por que assim, se alguém mandar você tomar no c* de barquinho já pode ir sem cometer crime ou contravenção, como todo super heroi deve proceder (**).

    (*) – Também conhecida como DELPOL ou DP
    (**) – Orientação da Super Tia

    Curtir

  7. o problema é o sidney beraldo, o carniçeiro do DPME, enquanto esse torturador, cão de guarda do vampiro serra estiver lá, não teremos nenhum aumento considerável de salário, apenas algumas moedas, moedas me faz lembrar do traidor judas iscariotes

    Curtir

  8. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Vivo Media Group

  9. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Revista Veja Brasil

  10. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Veja, Brasil

  11. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Info Brasil

  12. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Veja, Brasil

  13. Pingback: O varejo da corrupção: Déjà vu « JORNAL FLIT PARALISANTE | Olha Brasil

  14. Eu não falei Bino…… O Alan não correu … Cilada da boa, Bino……
    Corre Bino, corre que tem mais ciladas…….

    Curtir

  15. NO FILME TROPA DE ELITE II, O CAPITÃO NASCIMENTO DISSE “QUE ERA PRECISO ACABAR COM A PM”, MAS NO TROPA DE ELITE III ELE DIRÁ QUE É PRECISO ACABAR COM AS DUAS POLÍCIAS. DEVEMOS RECONHEÇER QUE ESTAMOS CERCADOS DE VERMES, FEZES, PODRIDÃO E LIXO, E QUE ISSO ACABA RESPINGANDO EM TODOS, DEVENDO OU NÃO, JÁ QUE NESSE CIRCO SOMOS TODOS PALHAÇOS. ISSO PRECISA DE UM BASTA. FILHO DA PUTA MORA EM CONDOMÍNIO FECHADO DE ALTA CLASSE E EU QUE MORO NA COHAB SOU CHAMADO DE LADRÃO. QUE VÃO TODOS PARA A CADEIA E PARA O INFERNO DEPOIS. BALA NELES!!!!!!!!!!!!

    Curtir

  16. No Rio estão pagando pouco, aqui em SP, só pro chefe CESAR permanecer na SIG centro, pagou R$ 500.000,oo, a mala foi levada até o DPPC, e la entregue ao SSPPinto, o lob quem fez foi o Divisionário da fazendaria amigo particular do SSP….

    Curtir

  17. só mais um pouquinho de neve grudada numa bola que não para de rolar.

    A Escola de Administração Penitenciária abriu inscrições para servidores da SAP que desejam participar de uma palestra por videoconferência com o tema “Planejamento Financeiro e Renegociação de Dívida”.

    Curtir

  18. porque estes marginais nao invadem a fazendaria , detran, dppc, digdeic, secional centro.
    verdadeiros fdp
    sabe porque eles recebem destes lugares , ou voce acha que alquem no 25 dp pode pagar a correg, outra coisa colocar dinheiro e forjar flagrante que covardia , mostrem servico derrubando quem rouba milhoes..
    secretario padrinho do massilon da dig , marines do seccional oeste ,odos os dois grandes chefes da corrupcao na policia civil.

    sinal que o pinto e a tia gosta..

    Curtir

Deixar mensagem para jairo Cancelar resposta