WILLIAN BONER, O BRASIL É MUITO MAIOR QUE SÃO PAULO…AQUI ESTÁ A NATA DA MERDA!…PÔ, O DELEGADO BATIA NA EX-MULHER, NÉ ?…FOSSE EM DELEGACIA A VÍTIMA TERIA SIDO MORTA 28

Enviado em 20/01/2011 às 22:57WILLIAN BONER

DEPOIS DESSA AGRESSÃO AO CADEIRANTE DUVIDO QUE ALGUM PARLAMENTAR VAI DEBATER OU ATÉ MESMO APROVAR ALGUM PROJETO DE LEI PARA PERMITIR QUE O DELEGADO DE POLÍCIA INSTAURE INQUÉRITO CIVIL NA DELEGACIA VISANDO INVESTIGAÇÃO DE VIOLAÇOES AOS DIREITOS DIFUSOS E COLETIVOS DOS CIDADÃOS.
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IMAGINE ESSE CADEIRANTE OU UMA MULHER GRÁVIDA CHEGANDO NA DELEGACIA DE POLÍCIA QUE TRABALHAVA O “DR. DAMÁSIO” PEDINDO PROVIDÊNCIAS?
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O CARA CHUTA A BARRIGA DA MULHER E SOCA A CORONHADA NA CABEÇA DO PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS PRA TOCAR ELES DE LÁ.
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CARREIRA JURÍDICA?

Um Comentário

  1. Com certeza o cadeirante deve odiar delegado, assim como também a Globo.

    Vamos pedir para o Willian Bonner pagar uma indenização ao cadeirante em nome da Globo…

    1918/07 INDENIZAÇÃO Anatole Magalhães Macedo Morandi x Organizações Globo S/A Tópico final da r. sentença de
    fls. 77/79: Posto isso, JULGO IMPROCEDENTE a presente ação. Condeno o autor no pagamento das custas e despesas
    processuais. Condeno, ainda, o autor, no pagamento de honorários advocatícios, que arbitro em 10%, sobre o valor atualizado
    da causa, suspendendo sua exigibilidade, por ser beneficiário da Justiça Gratuita. PRIC (O valor do preparo para eventual
    recurso é de R$ 21.451,36 , Porte de remessa e retorno R$ 41,92 referente a 2 volume(s). ADV. ANDRE LUIZ MARTINS SILVA
    159.672; MARCELO FERNANDO HABIB 183.153, LUIS FERNANDO PEREIRA FILHO 130.483.

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  2. Nossa! quando o secret´rio ver o Dr.hallage dando seu chiliques quando toma uma chuveirada…ia demiti-lo….cuidado Dr. essa sua arrogância e ignorância pode gerar afastamento, dá tempo de mudar…

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  3. o delegado errou, mas não esqueçam do esquadrão da morte do MP , caso igor, caso riviera, caso motoboy que fim levaram ?

    caso do juiz tarado ? caso do juiz homicida ?

    toda carreira Juridica existem piscopatas

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  4. A gente lutando por melhor salário e um lazarento desse vem e apronta essa em rede nacional.

    Garanto que esse Delegado não deveria nem ter passado no exame psicotécnico da policia; ou entrou pela porta dos fundos com ajuda de algum padrinho ou cardeal da policia.

    Por isso que nossa instituição esta assim

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  5. Extremo da covardia agredir um deficiente físico com uma arma de fogo, ainda mais se tratando de um delegado de policia, que pelo cargo deve dar o exemplo de auto controle.

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  6. O Dr. Hallage??????? Não é Possível??????? Vocês devem estar brincando!!!! Peraí… ele e amigo do Dr. Maurício Grosche, do Dr. Eder que inclusive o acompanhou do DENARC para o 12ºDP…. É eu to achando que não é brincadeira não…..

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  7. SE FOSSE TIRA OU CARCEPOL JA TAVA EM CANA
    MAIS COMO É MAJURA SE NÃO É O PINTO A TOMAR PROVIDENCIA NINQUEM FALA NADA

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  8. ALGUÉM PODE ME INFORMAR SE A ASSINATURA DESTE DELEGADINHO MARRUDINHO E IMBECIL TEM FORMATO DE
    ” OVO ” …KKKK
    ENTÃO É CULPA DAS PSICOLOGAS DA POLÍCIA

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  9. Esse “delegadozinho” é um IMBECIL…
    é DAQUELES – delegados – que pensam que são DEUS

    Só que DEUS, sabe que é DEUS, verdadeiro, e NÃO Delegado!
    Mas têm muito DELEGADO que pensa que é DEUS, soberano, todo poderoso, “phode tudo” e contra todos!

    E têm muito majura arrogante também pensando que é “Todo Poderoso…”
    Uma vez, no Poupa-Tempo (ou perde-tempo), apareceu uma JUÍZA que precisava dos préstimos daquele lugar, e queria FURAR fila… achando-a a “gostosona”; mas o DIRETOR mandou ela “pegar fila como qualquer mortal, porque ali não estava na condição de juíza…”

    Também aconteceu assim com um DELEGADO…

    a HUMILDADE é qualidade de poucos, muitos poucos Delegados são humildes!

    Maldito do HOMEM quando sobe na vida, e ganha um “pseudo-poder”, o cara já se ENGRANDECE…e se acha o maioral, pisando em tudo e todos (quando deveria ser ao contrário…)

    Aí, quando esse HOMEM caí do seu pedestal, a queda é grande…e as fraturas também…., acha “caco”.

    e DEUS, que é DEUS e sabe que não é homem
    mostra a esse homem que ele reina soberano.

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  10. A VÍTIMA É ADVOGADO, COM CERTEZA A OAB IRÁ MOVER UM ATO DE DESAGRAVO CONTRA ESSE DELEGADO QUE COM SEU ATO IMPENSADO COLOCOU A ANTIPATIA DA POPULAÇÃO CONTRA TODOS NÓS.

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  11. ESCRIBA.2011

    Isso só ocorre devido o corporativismo e corrupção de superiores, que julgam-os valorosos$$$$$$$$$$$$$$$$$$.

    Não esqueçam-se do amigo MALHEIROS, TOFOLI e outros.

    Eles reinam por saberem que caso denunciados nada acontecera.

    Veja o caso HALLAGE, BITTENCOURT, IVANEY, NELSON GUIMARÃES, MAURÍCIO, PEDRO HERBELLA e tantos outros que nem lembro-me dos nomes. Onde estão esses poderosos??? Eu mesmo respondo: NOMEADOS PARA CADEIRAS VALOROSAS$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$

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  12. Alguém sabe dizer que profissão seguia, esse ilustre ocupador de vaga e espancador de cadeirante, antes de se tornar delegado ???

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  13. Senhores:

    Sou advogado e não vejo o por que de um ato praticado por um desequilibrado possa manchar vossa categoria profissional.

    O quê mancha a categoria, isso sim, são casos de corrupção praticados com a devida conveniência de seus superiores, como foi praticado abertamente nos últimos anos, sem que redundasse em punições exemplares, como a quê ocorreu agora com o delegado despreparado.

    Quem dera todos os atos de corrupçao fossem tratados com a devida correção como o caso em questão.

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  14. Advogado

    Concordo contigo em número, grau e gênero.

    De fato o ocorrido é apenas um exemplo da certeza de impunidade, pois, caso houvessem punições exemplares, todos, sem exceção, pensariam duas vezes antes de agirem além de suas atribuições.

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  15. Alguém sabe se virou pizza…?

    SP: Sumiço de nomes em investigação é apurado

    André Caramante e Rogério Pagnan

    A Justiça determinou nesta semana investigação para tentar descobrir por que duas empresas de materiais médico-hospitalares e seus donos, suspeitos de encabeçar fraudes em licitações na área da saúde no Estado de São Paulo, sumiram de uma investigação policial.

    O sumiço de Halex Istar Farmacêutica e Embramed Indústria de Produtos Hospitalares -além de seus donos- da investigação foi revelado no dia 14 pela Folha. Durante toda a chamada Operação Parasitas, as empresas foram tidas como “peças-chave” nas fraudes.

    A juíza da 2ª Vara Criminal, Daniela Martins de Castro Mariani Cavallanti, considerou anormal a “ausência de indicação expressa dos nomes das empresas e seus sócios”. Até hoje, não há inquérito ou processo contra Halex e Embramed nem contra seus donos.

    Na semana passada, a Embramed informou que a inclusão de seu nome na investigação foi um engano e que tudo foi resolvido. O advogado Adriano Salles Vanni, da Halex, disse que a empresa ou seus donos não são alvo de investigação nem réus em São Paulo.

    A juíza afirma que a Embramed até se aproveita da situação. A magistrada diz que a empresa tirou certidões para “demonstrar a clientes que nada havia contra ela na “Operação Parasitas'”.

    Quando denunciou à Justiça, em dezembro de 2008, 13 pessoas físicas e seis empresas, o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro registrou que Halex e Embramed deviam ser investigadas em novos inquéritos abertos pelo delegado Luís Augusto Castilho Storni.

    Nesses novos inquéritos, que ficaram sem procedimento investigatório de dezembro de 2008 até abril, Storni só repetiu os nomes das pessoas físicas e jurídicas que já constavam no inquérito policial de 2007.

    Documentos sobre o sumiço das empresas foram entregues ao Procurador Geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, ao delegado-geral da Polícia Civil, Domingos Paulo Neto, e para a corregedora da Polícia Civil, Maria Inês Trefiglio Valente.

    A Corregedoria Geral de Justiça também recebeu o documento, assim como a Secretaria da Fazenda.

    O motivo de a juíza ter pedido providências da Fazenda se deve ao fato de que o fiscal de rendas Antonio Carlos de Moura Campos, que rastreou as empresas, é defendido em outras causas pelo advogado Roberto Podval, o mesmo de uma das seis empresas rés no processo, a Home Care Medical, representante da Halex.

    A Halex tem entre seus donos Heno Jacomo Perillo, primo de Marconi Perillo (PSDB-GO), vice-presidente do Senado e ex-governador de Goiás.

    Delegado diz ter ficado indignado com suspeita

    O delegado Luís Augusto Castilho Storni, promovido a chefe da recém-criada Delegacia sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro e Ocultação de Bens e Valores, não quis conceder entrevista à Folha.

    Ao contrário do que fez na semana passada, quando concedeu três entrevistas, Storni disse que se manifestaria por meio da assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública. Oito questões foram enviadas à assessoria, mas nenhuma delas foi respondida até o fechamento desta edição.

    Na semana passada, Storni disse: “Não tem inquérito específico para a Halex e a Embramed. Tem inquérito para apurar [o envolvimento] as prefeituras e fraudes nas prefeituras e inquérito para investigar lavagem de dinheiro. Pode ser que as duas [empresas] caiam nesses dois inquéritos, mas não tenho como te falar”.

    Após a Folha revelar o sumiço das empresas Halex e Embramed e seus donos da investigação, Storni enviou carta ao jornal para contestar o texto.

    “As condutas das pessoas físicas vinculadas à Embramed e Halex (e referimo-nos às pessoas físicas, posto que em Direito Penal a responsabilidade da pessoa jurídica é sempre excepcional), estão sim, diferentemente do alegado na matéria publicada, sendo objeto de investigação em ambos os inquéritos, causando-nos, portanto, estranheza e indignação o conteúdo da publicação, fruto, a toda evidência, de motivos inconfessáveis”, escreveu Storni.

    O promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, promovido recentemente a chefe do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, disse que agiu dentro da lei quando, ao oferecer denúncia à Justiça, documentou que Halex e Embramed deviam ser alvo de inquéritos separados.

    Quando foi questionado se existiam ou não os inquéritos, Carneiro respondeu: “Acho que sim. A Embramed, não tenho certeza absoluta. A Halex Istar, tenho certeza absoluta”.

    O procurador-geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, disse que a atuação de Carneiro foi legítima e que o que aconteceu foi uma “falha” da polícia.

    José Clóvis Cabrera, diretor executivo da Administração Tributária, da Secretaria da Fazenda, disse confiar no trabalho de Antonio Carlos de Moura Campos. Segundo ele, o fato de Moura ter o mesmo advogado de uma das empresas rés no processo é “coincidência”.

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  16. SP: Sumiço de nomes em investigação é apurado

    André Caramante e Rogério Pagnan

    A Justiça determinou nesta semana investigação para tentar descobrir por que duas empresas de materiais médico-hospitalares e seus donos, suspeitos de encabeçar fraudes em licitações na área da saúde no Estado de São Paulo, sumiram de uma investigação policial.

    O sumiço de Halex Istar Farmacêutica e Embramed Indústria de Produtos Hospitalares -além de seus donos- da investigação foi revelado no dia 14 pela Folha. Durante toda a chamada Operação Parasitas, as empresas foram tidas como “peças-chave” nas fraudes.

    A juíza da 2ª Vara Criminal, Daniela Martins de Castro Mariani Cavallanti, considerou anormal a “ausência de indicação expressa dos nomes das empresas e seus sócios”. Até hoje, não há inquérito ou processo contra Halex e Embramed nem contra seus donos.

    Na semana passada, a Embramed informou que a inclusão de seu nome na investigação foi um engano e que tudo foi resolvido. O advogado Adriano Salles Vanni, da Halex, disse que a empresa ou seus donos não são alvo de investigação nem réus em São Paulo.

    A juíza afirma que a Embramed até se aproveita da situação. A magistrada diz que a empresa tirou certidões para “demonstrar a clientes que nada havia contra ela na “Operação Parasitas'”.

    Quando denunciou à Justiça, em dezembro de 2008, 13 pessoas físicas e seis empresas, o promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro registrou que Halex e Embramed deviam ser investigadas em novos inquéritos abertos pelo delegado Luís Augusto Castilho Storni.

    Nesses novos inquéritos, que ficaram sem procedimento investigatório de dezembro de 2008 até abril, Storni só repetiu os nomes das pessoas físicas e jurídicas que já constavam no inquérito policial de 2007.

    Documentos sobre o sumiço das empresas foram entregues ao Procurador Geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, ao delegado-geral da Polícia Civil, Domingos Paulo Neto, e para a corregedora da Polícia Civil, Maria Inês Trefiglio Valente.

    A Corregedoria Geral de Justiça também recebeu o documento, assim como a Secretaria da Fazenda.

    O motivo de a juíza ter pedido providências da Fazenda se deve ao fato de que o fiscal de rendas Antonio Carlos de Moura Campos, que rastreou as empresas, é defendido em outras causas pelo advogado Roberto Podval, o mesmo de uma das seis empresas rés no processo, a Home Care Medical, representante da Halex.

    A Halex tem entre seus donos Heno Jacomo Perillo, primo de Marconi Perillo (PSDB-GO), vice-presidente do Senado e ex-governador de Goiás.

    Delegado diz ter ficado indignado com suspeita

    O delegado Luís Augusto Castilho Storni, promovido a chefe da recém-criada Delegacia sobre Crimes de Lavagem de Dinheiro e Ocultação de Bens e Valores, não quis conceder entrevista à Folha.

    Ao contrário do que fez na semana passada, quando concedeu três entrevistas, Storni disse que se manifestaria por meio da assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública. Oito questões foram enviadas à assessoria, mas nenhuma delas foi respondida até o fechamento desta edição.

    Na semana passada, Storni disse: “Não tem inquérito específico para a Halex e a Embramed. Tem inquérito para apurar [o envolvimento] as prefeituras e fraudes nas prefeituras e inquérito para investigar lavagem de dinheiro. Pode ser que as duas [empresas] caiam nesses dois inquéritos, mas não tenho como te falar”.

    Após a Folha revelar o sumiço das empresas Halex e Embramed e seus donos da investigação, Storni enviou carta ao jornal para contestar o texto.

    “As condutas das pessoas físicas vinculadas à Embramed e Halex (e referimo-nos às pessoas físicas, posto que em Direito Penal a responsabilidade da pessoa jurídica é sempre excepcional), estão sim, diferentemente do alegado na matéria publicada, sendo objeto de investigação em ambos os inquéritos, causando-nos, portanto, estranheza e indignação o conteúdo da publicação, fruto, a toda evidência, de motivos inconfessáveis”, escreveu Storni.

    O promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, promovido recentemente a chefe do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, disse que agiu dentro da lei quando, ao oferecer denúncia à Justiça, documentou que Halex e Embramed deviam ser alvo de inquéritos separados.

    Quando foi questionado se existiam ou não os inquéritos, Carneiro respondeu: “Acho que sim. A Embramed, não tenho certeza absoluta. A Halex Istar, tenho certeza absoluta”.

    O procurador-geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, disse que a atuação de Carneiro foi legítima e que o que aconteceu foi uma “falha” da polícia.

    José Clóvis Cabrera, diretor executivo da Administração Tributária, da Secretaria da Fazenda, disse confiar no trabalho de Antonio Carlos de Moura Campos. Segundo ele, o fato de Moura ter o mesmo advogado de uma das empresas rés no processo é “coincidência”.

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  17. Advogado. Grande parte da corrução policial se deve a seus maus colegas que assim que chegam no Distrito, não querem nem saber qual o crime que seu cliente praticou. Só quer saber se tem acerto, se o delegado é bom de papo. E ainda pede sempre 10% a mais dizendo que é a parte da OAB.

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