OUTRO JUIZ COLECIONADOR DE ARMAS Resposta

10/02/2010 às 00:00:00 – Atualizado em 10/02/2010 às 14:18:08

Polícia caça ladrões que roubaram armas de juiz

Mara Cornelsen <!– Entre em contato –>

Investigações do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) a partir da prisão de um indivíduo que baleou um policial civil, na noite de sexta-feira, podem levar ao esclarecimento do furto de cerca de 50 armas da casa de um juiz da Vara da Corregedoria dos Presídios. O furto aconteceu no final de dezembro, em Curitiba.

O investigador José Carlos de Oliveira (que já foi delegado na região metropolitana) conversava com o proprietário do Posto Locateli, em Quatro Barras, por volta das 19h30 de sexta-feira, quando surgiu o assaltante Valdenir Carlos Cordeiro, 43 anos. Armado com pistola, ele tomou R$ 200 do proprietário do posto e exigiu um carro para a fuga.

Câmbio

Duas camionetas, de José Carlos e do comerciante, estavam no pátio. Valdenir escolheu a do policial, porém, quando viu o câmbio era automático, exigiu que o dono o acompanhasse.

José Carlos lutou com o bandido e foi baleado na mão direita. Dominado, Valdenir foi conduzido à delegacia de Quatro Barras. Na apuração sobre a procedência da arma, descobriu-se que ela pertencia ao juiz.

O ladrão disse ter emprestado a pistola de Tiago de Oliveira Freitas, que foi preso em seguida. Na casa dele foram encontradas munições e maconha. Ambos tem antecedentes criminais e são foragidos da Justiça. Valdenir foi conduzido à carceragem da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) e Tiago está recolhido no Cope, que investiga o furto na casa do juiz.

ADVERTÊNCIAS SOBRE A LIMITAÇÃO DO CONTEÚDO O conteúdo deste blog , salvo quando expressamente indicada a fonte , não possui valor acadêmico , científico , acusatório/probatório. Trata-se de obra diletante, de caráter exclusivamente informativo e opinativo, desprovido dos conhecimentos técnicos específicos. Apesar do esforço constante na busca da exatidão e do compromisso com a verdade dos fatos, este material está sujeito a equívocos inerentes à limitação de meios, dados públicos e interpretação de fontes s disponíveis. Não há, em nenhuma hipótese, intenção de alimentar ódio específico ou institucional. Busca-se apenas contribuir para o debate público e a necessidade de defesa da sociedade. Incentiva-se a análise crítica, o respeito a todas às pessoas e instituições do Estado de Direito e o acolhimento de eventual retificação/retratação caso se faça necessário. Solicita-se a compreensão de possíveis limitações linguísticas nos textos publicados neste espaço decorrentes de opinião subjetiva e da diversidade de assuntos tratados. Ressalta-se que, em hipótese alguma, se pretende promover generalizações negativas ou atribuir condutas impróprias indiscriminadamente a categorias profissionais ou instituições. Por princípio , em todos os campos da atividade humana – especialmente no funcionalismo público – a maioria das pessoas e titulares de cargos é integra, desempenhando suas funções de forma digna, legal e comprometida com a construção de uma sociedade mais justa. Eventuais críticas ou análises aqui apresentadas são pontuais e opinativas, jamais configurando juízos generalizantes. Recomenda-se, especialmente, a consulta a fontes e oficiais para informação definitiva sobre os fatos. Contato: dipolflitparalisante@gmail.com