DO BLOG DO WANDERBY: o ardil de travestir esmolas em avanços no combalido campo da segurança pública, buscando votos e ainda evitando a “sanha” por paridade remuneratória de “inúteis” policiais e bombeiros inativos (e pensionistas) 1

 

 

Foi a primeira palavra que me veio à mente quando percebi o que mais estão fazendo.

Não bastasse o ardil de travestir esmolas em avanços no combalido campo da segurança pública, buscando votos e ainda evitando a “sanha” por paridade remuneratória de “inúteis” policiais e bombeiros inativos (e pensionistas), os governos federal e estadual (em parceria) dão mais uma prova cabal de desprezo não a tais classes, mas à sociedade fluminense.

Imaginem o que deve pensar um soldado de polícia do RJ (com o pior soldo e as mais adversas condições de trabalho do Brasil) ao largar o serviço no dia de hoje e, ciente de que embora o prazo para habilitação ao recebimento do cartão (…) da bolsa alguma coisa do governo federal (aberto às 0000h também de hoje) perduraria até o dia 30/01/2010, mas preocupado com a inevitável procura pelo benefício por parte de seus camaradas de miséria, busca um computador com acesso à rede mundial para fazer sua inscrição e se depara com o seguinte quadro:

RICARDO, ALÉM DA POPULAÇÃO – QUE SUPORTA OS MAIORES SACRIFÍCIOS – ESTAMOS DE SACO CHEIO COM O EMBAÇAMENTO DE OCORRÊNCIAS…OS MELHORES DIAS PARA SE TRABALHAR: SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS…( não tem chute ) 4

02/02/2010 at 20:22 –  RICARDO

POR FALAR NISSO, DR GUERRA SABIA QUE O PRIMEIRO DP DE HORTOLANDIA ESTA A QUASE NOVENTA DIAS SEM REGISTRAR BOLETIM DE OCORRENCIA É ISSO MESMO 90 DIAS MUDOU O PREDIO E COMO SEMPRE MAIS UMA VEZ O PREDIO NOVO SENDO BANCADO PELA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E COM A MUDANÇA O SISTEMA RDO FOI DESLIGADO E ATE HOJE NAO LIGARAM NO PREDIO NOVO PELO QUE SEI OS DELEGADOS SOLICITARAM A LIGAÇÃO BEM ANTES DA MUDANÇA DO PREDIO MAS COMO SEMPRE A ADMINISTRAÇÃO ESTADUAL É UMA MER…..
E QUEM SOFRE E A POPULAÇÃO DE HORTOLANDIA TEM QUER IR ATE O CENTRO DE HORTOLANDIA OU ATE O SEGUNDO DP NO JARDIM AMANDA REGISTRAR QUALQUER BOLETIM DE OCORRENCIA ESTOU COMENTANDO PORQUE FUI LIBERAR UM CARRO ROUBADO HOJE E TAVA UM INFERNO MUITA GENTE ESPERANDO E ATE PASSANDO MAL NAQUELE CALOR INFERNAL
POR FALAR NISSO QUE PREDIO TODO FERRADO TAMBEM UM SAGUAO DE ESPERA DE TRES METROS POR TRES COM MAIS DE 15 PESSOAS ESPERANDO QUE ABSURDO E MAIS UM MAL CHEIRO
CHEIO DE PMS ESPERANDO A VEZ PARA SER ANTENDIDO COISA FEIA DE VER
SOU DE SÃO PAULO AQUI AS DELEGACIAS NÃO SÃO AS MIL MARAVILHAS MAS TENHA CERTEZA DE UMA COISA O ATENDIMENTO NÃO E TAM PRECARIO NÃO TEM ATE ORDEM NO ATENDIMENTO E OUTRA COISA A PESSOA SO TEM ACESSO AO BALCAO DE ATENDIMENTO QUANDO E CHAMADA OS POLICIAIS MILITARES SO TEM ACESSO AO PREDIO DA POLICIA CIVIL QUANDO SÃO CHAMADOS NÃO AQUELA BARDENEIRA QUE E HORTOLANDIA COISA FEIA DE SE VE
ENGRAÇADO CADE A CORREGEDORIA PARA APURAR ISSO AGORA SE FOSSE O POLICIAL QUE DEIXASSE DE REGISTRAR A OCORRENCIA OU DEMORASSE PARA REGISTRAR JÁ TARIA NA PONTA DA CANETA DO CORREGEDOR

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Ricardo, manda um e-mail para a Seccional e Corregedoria…

Mas vou te garantir, a partir do próximo plantão, além de meter a caneta , não DAREI ATENDIMENTO A NENHUMA OCORRÊNCIA APRESENTADA ANTES DAS 18h00.

Quem não souber dar solução com presteza: FICARÁ NA DELEGACIA  ATÉ DEIXAR A ÁREA LIMPA. 

Antes empurravam ocorrência das 16h00; agora  já empurram das 13h00! 

Ah, ainda empurram ditando regras; conforme o respectivo (des ) entendimento!

EM TEMPO REAL: DR. ALEXANDRE ZAKIR FALA SOBRE ESTREIA DO PROGRAMA “OPERAÇÃO DE RISCO”! 58

A TARDE É SUA – Sonia Abrão

O Delegado enfático: Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Técnico-Científica.

Puro exercício autopromocional…

Zakir me fez lembrar de um conto de  Machado de Assis: TEORIA DO MEDALHÃO.

E por tudo aquilo que vejo e escuto de vocacionados só me resta : CHALAÇAR.

De quando em quando, entre mil Mandarins, deparamos com um, e só um entre mil, que  não se dedique à arte da publicidade barata .

Percebeste?

Percebi!

DARCI SASSI DISSE: “NUNCA HOUVE OBRA”…SÓ UM SERVICINHO DE MEIO MILHÃO DE REAIS 20

Outro lado

Delegado não fala; empresa nega irregularidade

DA REPORTAGEM LOCAL

O delegado seccional de Jacareí, Darci Sassi, não quis atender a reportagem. Por intermédio da Secretaria da Segurança Pública, disse que desconhece a investigação do Ministério Público Estadual.
O policial, procurado desde a última sexta-feira, afirmou que foi realizado no local apenas um serviço de engenharia, não uma reforma estrutural. “Nunca houve obra”, disse.
O empresário Oseias Ferreira de Mello, sócio majoritário da EBCI, afirmou não existir nenhuma irregularidade e que sua empresa funciona em Campinas, apesar de não haver registro oficial sobre isso. A prova da regularidade da empresa é ter participado das disputadas públicas. “A gente não deve nada”, disse. “Eu fiquei sabendo por vocês. Estamos totalmente a fim de explicar tudo”, disse.
Sassi e Mello divergem, porém, sobre o término da obra. O policial afirma que ela foi concluída no final do ano passado.
Já o empresário afirma que ainda faltam algum ajustes. “O grosso da obra está concluído. Como ela tem cinco anos de garantia, uns pequenos ajustes estão sendo feito”, afirmou.

Sem investigação
A Secretaria da Segurança Pública informou não haver no momento nenhuma investigação em andamento contra Sassi e que não há informações sobre a investigação feita pela Promotoria. A investigação sobre a reforma da delegacia fazendária, na capital, foi arquivada no final de 2008. Sassi é apontado como um dos responsáveis por essa reforma, feita de maneira clandestina. A Secretaria da Fazenda, responsável pela pregão eletrônico, afirmou que não poderia responder à Folha ontem. A reportagem questionou o fornecimento de endereço errado pela empresa EBCI.
(RP e AC)

O Ministério Público Estadual investiga o suposto desvio de verba da reforma, que foi feita a pedido do delegado seccional da cidade, Darci Sassi. 6

Promotoria investiga reforma em delegacia

Unidade de Jundiaí continua com os problemas estruturais de antes das obras de R$ 520 mil; Ministério Público suspeita de desvio de verbas

O delegado seccional Darci Sassi e a empresa EBCI, responsável pela obra, são alvos da investigação; empresa nega irregularidade

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

A delegacia central de Jacareí (a 75 km de São Paulo) recebeu R$ 520 mil de dinheiro público para ser reformada. Hoje, um mês após a conclusão das obras, no entanto, o prédio apresenta os mesmos defeitos e problemas estruturais de antes do gasto de mais de meio milhão.
O Ministério Público Estadual investiga o suposto desvio de verba da reforma, que foi feita a pedido do delegado seccional da cidade, Darci Sassi.
A empreiteira responsável pela obra foi a EBCI Empresa Brasileira de Construções Industriais, criada em 2008 com um capital social de R$ 200 mil.
Só no ano passado, ela ganhou seis pregões eletrônicos no valor de R$ 1,4 milhão, entre Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria da Agricultura.
O sócio majoritário da companhia é o engenheiro Oseias Ferreira de Mello, 27, que mora com a mãe, Aparecida de Mello, numa casa da periferia de Cosmópolis, região de Campinas.
Aparecida conta que, dois anos antes de Mello abrir a empreiteira com capital de R$ 200 mil, precisou fazer um empréstimo bancário para pagar as despesas da formatura do filho.
A Promotoria investiga se o engenheiro é só um “laranja”, ou seja, o dono de fachada da empresa. O delegado Sassi é o outro alvo da investigação.
Também chamou a atenção do Ministério Público o fato de o endereço da empreiteira registrado na junta comercial estar localizado em Araras, entre Campinas e Ribeirão Preto, e não ter qualquer identificação em sua frente. Na sexta passada, durante o horário comercial, ninguém atendeu a Folha no endereço. Os vizinhos disseram que uma família mora ali.
Segundo o promotor Nelson Garcia Rosado, por causa das evidências de irregularidades, ele encaminhou a investigação ao Gaeco (grupo do Ministério Público que apura o crime organizado) para que sejam analisadas outras licitações das quais a empreiteira participou.
“É claro que essa empresa não poderia realizar a obra [da delegacia]”, afirmou Rosado.

Preços
As suspeitas de irregularidades na reforma da delegacia foram apresentadas ao Ministério Público pelo advogado Antonio José Ferreira dos Santos, que comparou a planilha de serviços contratados na obra com os de fato realizados.
Foram enumerados pelo menos 15 pontos não executados dos serviços contratados, como a implantação de uma rota de fuga de incêndio. Materiais reutilizados foram apresentados como materiais novos, segundo o advogado. “Não foi feito quase nada”, afirma Santos.
Policiais de Jacareí ouvidos pela Folha dizem que o valor da obra realmente feita não ultrapassa R$ 100 mil.

Indícios
Para o especialista em direito administrativo Carlos Ari Sundfeld, o fato de a empreiteira não informar corretamente o endereço de sua sede não é por si só um crime. “São indícios que justificam uma apuração para saber se a empresa é, de fato, operante”, afirmou.
Procurado, o delegado seccional responsável pela obra se recusou a falar com a Folha. Mello, o sócio majoritário da empreiteira, afirmou que não há nenhuma irregularidade na reforma e que a sede da empresa funciona atualmente em Campinas.

O advogado Daniel Bialski, que defende o delegado Robert Leon Carrel, vai contestar judicialmente o resultado do laudo produzido pela PF. 2

Laudo aponta desvio de droga apreendida por policiais em Itu

Caso aconteceu em 2003; 4 policiais chegaram a ser presos.
Advogado de um dos suspeitos diz que vai contestar laudo.

 Da Agência Estado 

Foto: Arte/G1 Foto: Arte/G1

mapa itu (Foto: Arte/G1)

Laudo produzido pelo Núcleo de Criminalística da Polícia Federal em São Paulo indica a possibilidade de desvio de drogas apreendidas por policiais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) em setembro de 2003 no aeroclube de Itu, a 101 km de São Paulo. O documento atesta que os cinco fardos de cocaína pura tinham entre 128,4 kg e 156 kg. A quantidade estimada é no mínimo 30,4 quilos maior do que a equipe chefiada pelo delegado Robert Leon Carrel diz ter encontrado no avião usado pelos traficantes – 98 kg.

O policial atualmente é chefe da Divisão de Administração do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), unidade responsável pelas delegacias da região metropolitana. O suposto sumiço do entorpecente levou Carrel, outro delegado e dois investigadores para a cadeia em junho de 2008.

A ordem de prisão foi expedida pela 29ª Vara Criminal da capital, que acolheu na íntegra a acusação de tráfico de drogas e peculato. Os policiais foram soltos 24 dias depois por habeas corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo.  

Os peritos federais realizaram duas simulações distintas para indicar o provável peso do carregamento de entorpecente – uma com a droga não compactada e outra com o entorpecente prensado, como provavelmente foi transportado. A conclusão do primeiro ensaio é de “massa não menor que 128,4 kg”. O segundo apontou “massa não menor que 156 kg”.

O pedido de auxílio da perícia federal partiu do Ministério Público Estadual (MPE). Desde o início das investigações, defesa e acusação divergem sobre a quantidade de droga apreendida. Perícia feita pelo MPE sustenta que a aeronave levava cerca de 200 quilos de cocaína. O parecer foi feito por meio de comparação de imagens, tendo como referência reportagens veiculadas pelas TVs. O piloto Pierre Delannoy, um dos quatro presos na operação em Itu, afirma que o carregamento era de 300 quilos.

A pedido da Corregedoria de Polícia Civil, que na ocasião instaurou procedimento para apurar a atuação dos policiais, o Instituto de Criminalística também se manifestou sobre o caso. O laudo faz duras críticas ao trabalho do MPE. “Mensurações em imagens para comparar algo de tamanha seriedade são, no mínimo, irresponsáveis”, escreveram. O texto afirma que o assistente técnico do MPE “confundiu alhos com bugalhos”.

A técnica de comparação adotada pela PF foi a mesma do MPE. Ao contrário do órgão, que usou pacotes com farinha de trigo para compor o cenário da apreensão, os peritos federais tiveram autorização da Justiça para usar 100 tijolos de cocaína prensada. Simulacros com dimensão e massa idênticas aos tijolos de cocaína interceptados pelo Denarc foram confeccionados para se atingir o suposto peso da carga.  

Contestação  

O advogado Daniel Bialski, que defende o delegado Robert Leon Carrel, vai contestar judicialmente o resultado do laudo produzido pela PF. “No 17º quesito formulado pela defesa, os próprios peritos dizem ser “impossível realizar uma avaliação definitiva do peso do material apreendido”, destaca Bialski. “Isso acaba com o processo.”

Ele também aponta erros nas medições feitas pela PF. “Os peritos dimensionaram os simulacros de modo maior do que eles realmente eram. Essa estrutura de cálculo está equivocada e vamos demonstrar isso”, afirmou.

Nesta semana, o advogado juntará aos autos um laudo particular, além de pedido para que a PF refaça a perícia. “O que foi encontrado de droga dentro do avião foi integralmente apreendido. Essa história de desvio é uma falácia.” Bialski afirma que o peso bruto da apreensão, que inclui o material usado para embalar a droga, girou em torno de 110 quilos.

O advogado Adriano Salles Vanni, que defende os investigadores, não retornou a ligação. 

A PF analisou ainda a viabilidade técnica de o monomotor Cessna 210 ter decolado com 200 quilos de cocaína, peso anunciado em nota distribuída pelo Denarc no dia da apreensão e reproduzida no site da Secretaria da Segurança Pública. “Diante de tal configuração da aeronave, o transporte de 200 kg de cocaína, distante ainda cerca de 70 kg do máximo comportado, é plenamente factível”, diz o laudo, na folha 10. 

Divergências  

Novo presidente da OAB critica corrupção no país e pede ‘vergonha na cara’ 1

Ophir Cavalcante citou escândalo do DF e pediu fim à impunidade.
No começo do mês, OAB-DF tirou do site notícias sobre o caso.

Jeferson Ribeiro Do G1, em Brasília

Foto: Eugenio Novaes/divulgação Foto: Eugenio Novaes/divulgação

O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante. (Foto: Eugenio Novaes/divulgação)

O novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, defendeu nesta segunda-feira (1º) em seu discurso de posse o fim da impunidade no país. Ele citou o suposto esquema de distribuição de propina no Distrito Federal, que ficou conhecido como o mensalão do DEM em Brasília.

O escândalo começou no dia 27 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Caixa de Pandora. No inquérito, o governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) é apontado como o comandante de um esquema de distribuição de propina a deputados distritais e aliados, o que ele nega.

 

“Vergonha na cara. Eis a receita básica de nossa emancipação. Somente com ela, e a partir dela, poderemos considerar a República efetivamente proclamada”, discursou Cavalcante, que sucede a Cézar Britto no cargo.

 

  • AspasVergonha na cara. Eis a receita básica de nossa emancipação. Somente com ela, e a partir dela, poderemos considerar a República efetivamente proclamada “

Cavalcante disse que a principal bandeira de sua gestão será o combate à corrupção no país. “A corrupção é uma de nossas maiores tragédias. Dinheiro em meias, em cuecas, em bolsas, oração para agradecer a propina recebida são anomalias inconcebíveis, que demonstram total subversão de valores por parte dos que deveriam dar o exemplo”, disse.

Segundo o novo presidente da OAB, as cenas gravadas da suposta distribuição de propina no Distrito Federal “falam por si”, apesar da falta de punição aos evolvidos no suposto esquema de corrupção. “As imagens falam por si, sim, mas expressam ainda um autismo revoltante, já que falam apenas para si, sem qualquer consequência penal para os infratores, que continuam em seus cargos e cinicamente ainda perdoam os que contra eles protestam”, afirmou.

No começo deste ano, a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF), retirou todas as notícias sobre o escândalo de sua página na internet. A página foi modificada depois da posse do novo presidente da entidade na Capital, Francisco Caputo, advogado do escritório que defende o governador.