INVESTIGADOR DA CORREGEDORIA AUXILIAR DO DEINTER-6, QUE SE APRESENTA COMO AFILHADO DO DEPUTADO BETO MANSUR E DO VEREADOR JOSÉ LASCANE, QUER “PASTAR” NO ÓRGÃO DE SANTOS 45

O recém-empossado INVESTIGADOR CHEFE DA CORREGEDORIA AUXILIAR DO DEINTER-6, carinhosamente conhecido como Ralfo “Cavalgando”, diga-se, um pervertido até a medula, que noutras épocas era dado, no exercício do cargo e empregando veículos oficiais, ao assédio sexual de prostitutas e mulheres de presos; pelo que foi investigado por atentado violento ao pudor, pretende transformar a CORREGEDORIA AUXILIAR num verdadeiro pasto, sujando ainda mais a nossa Instituiçao ; levando para o brejo os bons delegados que lá estão.

Senhor RALFO CAVALCANTI, aviso de Ano Novo, a continuar com os contatos já iniciados para “ESCALAÇÃO DE OUTROS DELEGADOS PARA A “SUA COLETORIA”, o subscritor , tenha absoluta certeza, cuidará para que Vossa Senhoria dê com os “burros n’água”.

A sua vaca é que vai pro brejo!

O seu “suposto padrinho”, o Excelentíssimo Deputado Federal BETO MANSUR – nosso conterrâneo – já está sabendo sobre as escusas pretensões, ou seja: USAR A CORREGEDORIA AUXLIAR DO DEINTER-6 COMO INSTRUMENTO DE EXTORSÃO

Soube e não gostou do que ouviu; afirmando que o senhor, há  muitos anos, pelo simples fato de ter feito bico como “segurança” em empresa  da família do deputado, além de “ser muito confiado e pegajoso” , alardeia amizade e apadrinhamento inexistentes.

Intentos sujos os seus; dependentes de que do órgão sejam retirados os Delegados que lá atuam, pois as honestas autoridades são obstáculos aos nefastos propósitos.

E não faça com eles aquilo que fez comigo em setembro de 2005, lembra?

Tomar dinheiro de bicheiro, empregando o nome “da nova administração”, ou seja, naquela oportunidade, em nome do “doutor Conde Guerra”.

Certamente, a fazer valer o carinhoso trocadilho, “CAVALGANDO”,  irá PASTAR …

E muito!

____________________________________

Há  tempos avisamos que o Sr. Ralfo fazia gestões para assumir a chefia da Corregedoria auxiliar de Santos; foi com tal objetivo que tentou uma cadeira de vereador em Santos, ou seja, aproximou-se da política, filiando-se ao Partido Progressista, para fingir esforços em prol de coligação  TUCANO-MALUFISTA e, posteriormente, cobrar indicação para cargo de confiança na Polícia Civil. 

Dito e feito: https://flitparalisante.wordpress.com/2008/08/26/o-candidato-a-investigador-chefe-da-corregedoria-auxiliar-6/

Indignidade e incompetência!

RALFO CAVALCANTI 11000 PP PSDB – PP 489 0,20

http://sat.wsoma.com/eleicoes2008/lista_vereador.asp?tipo=ver&idregiao_ver=2&idCidade_ver=11

Um Comentário

  1. Com um chefe desse nível, a corregedoria de Santos deverá fazer um “ótimo” trabalho. E o que esse imbecil faz tem nome: exploração de prestígio.
    Quem foi ou foram os idiotas que indicaram essa figura para a corregedria auxiliar de Santos? No mínimo um delegado puxa-saco de político.
    Eita Polícia Civil!!!! Fora da Capital é uma bagunça generalizada hem?? Pra que serve esses Deinters???

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  2. TÁ FALTANDO GENTE MESMO.

    1) CAZÉ, O CHEFE DA MÁFIA DA C.N.H.

    2) O PAULO RABELLO, QUE COMANDAVA SUZANO NA GESTÃO CAZÉ, SENDO DELE SEU “LOCO TENENTE”

    3) O NÉRSÃO DA CAPITINGA, QUE DA CAPITINGA NÃO TEM NADA (DE CAIPIRA NADA TEM) POIS TALVEZ O MAIOR DOS L…… QUE JÁ PASSOU PELO ATACADISTA DE MACRO, COMO DIRETRIZ (DIRETOR MERETRIZ)

    OUTRA PERGUNTA: POR QUÊ SÓ O PEÑA, SE O ESQUEMA ENVOLVIA TODOS QUE EU ACIMA CITEI ?????????

    O CAZÉ NÃO AMEAÇOU O PEÑA NO P.E.P.C.??????? É FATO DE CONHECIMENTO DE TODOS OS QUE LÁ ESTAVAM RECOLHIDOS À ÉPOCA, INCLUSIVE EU !!!!!!!!!

    E A CAMARILHA-SINDICANTE DO CAZÉ, COMPOSTA POR DELEGADOS SINDICANTES E PROCESSANTES QUE ESTAVAM LANÇADOS NA AGENDA DO TAL POLÍCIA DE FERRAZ: DRA. BONITINHA – MULHER DO DR. BOLOR DA HOMOSSÍDIOS DE MOGI. DR. FILHO DO PROMOTOR DE JUSTIÇA, EX-GORDO, NAMORADO DA FILHA DO DELEGA CAIPIRA DE SALESGÓRPOLIS, O TAL JULIO VAZA FERREIR0 DO NETTO, E O LEONALFA SAL VET. TEM MAIS DEPOIS.

    NAQUELA BRONCA TÁ FALTANDO ELE e a saudade dele tá batendo em mim…

    02/01/2010 em 12:08

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  3. Dr. Guerra que historia é essa que aconteceu ai em hortolandia, acusaram um PM de participar de um furto, e ele ficou transtornado.
    A pm ja e uma pouca mer…, e ainda querem foder mais os coxinhas.
    Coitados.

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  4. Eita Polícia Civil!!!! Fora da Capital é uma bagunça generalizada hem?? Pra que serve esses Deinters???

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!

    NEM COMEÇOU O ANO E O CARA JA DESTILA ESSA PEROLA, JA COTADA COMO UMA DAS MAIS MAIS DO ANO!!!!
    NA CAPITAL TUDO FUNCIONA NÉ????
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    CADA FIGURA VIU!!!!!!!!!!!!!

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  5. A bagunça é principalmente na capital, onde as malas e os malas são bem maiores.

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  6. Me fale se não é uma bagunça? Funcionários de prefeitura dando uma de “puliça”, carregando defunto, fazendo BO, investigando,gansos com carteira, etc…
    O combustivel é fornecido por prefeituras, o que dá margem a imensas falcatruas, corregedorias auxiliares que não apuram merda nenhuma…..delegados que atendem varias cidades, plantonistas (investigadores, carcereiros, delegados) que tiram serviço em casa….Isso é ou não é uma bagunça…..E a capital não é assim….

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  7. COMO É QUE PODE UM CARA DESSE PERFIL….TRABALHAR NA
    CORREGEDORIA ???
    O DELEGADO GERAL SERÁ QUE SABE DISSO ?
    E A CORREGEDORA ??
    E O SECRETÁRIO ??
    E O DIRETOR ???

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  8. Fora da Capital é uma bagunça???????????? Essa foi boa. (2)

    conta outra esta foi boa riss

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  9. e chefe de tira manda alguma coisa. nem da corró. chefe de tira só manda alguma coisa quando está mancumunado com o titular. ai pode ser que role. quem escolhe a chefia? o delegado nandiroba do norte? Quem escolhe quem vai ser o chefe é o titular e se não tem força para escolher não vale a pena ficar no cargo. será que nossa corró 6 os delegados são assim tão fracos que vão deixar um tira mandar mais que eles. sei não. tem caroço nesse angu.

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  10. O chefe dos tiras vai fazer muitas coisas agora.. Uma delas é que ele vai tomar um jotinha em nome da auxiliar 6 da corró..

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  11. Domingo, 03 de Janeiro de 2010 | Versão Impressa

    A receita de Bratton contra o crime

    Adriana Carranca

    William Bratton: ex-chefe de polícia de Nova York e Los Angeles

    Quem é:
    William Bratton

    Apontado pelo então prefeito Rudolph Giuliani
    como chefe das polícias de Nova York, foi o
    estrategista do Tolerância Zero, que reduziu o nível
    de violência ao menor entre as grandes cidades
    Americanas

    Durante seu comando da polícia de Los Angeles, os
    homicídios caíram pela metade; em NY, chegou a 80%

    William Bratton é um Midas da segurança pública. Homem forte do então prefeito Rudolph Giuliani, de Nova York, entre 1994 e 2001, e estrategista do Tolerância Zero, fez com que os homicídios caíssem em 80%, atingindo o menor nível desde 1964. Ao deixar o comando do Departamento de Polícia de Los Angeles, no fim de 2009, a cidade celebrava queda dos crimes por sete anos seguidos – desde a sua chegada, portanto, em 2002.

    Aos 62 anos, o ex-policial de trânsito que transformou as duas mais violentas metrópoles americanas nas mais seguras revela a sua receita contra o crime. Ele falou ao Estado, por telefone, de seu escritório em Nova York, onde acaba de assumir o cargo de CEO da Altegrity, de consultoria em segurança pública.

    MAPEAR O CRIME

    O uso estratégico de informações criminais é o alicerce da política de Bratton. Quando iniciou a carreira, em Boston, o colega do Departamento de Trânsito Jack Maple reduzira em 27% os crimes no metrô ao pontuar com alfinetes coloridos em um mapa de papel a geografia das ocorrências. Isso permitiu rastrear a ação dos criminosos e se antecipar a eles. Simples assim.

    Bratton levou a ideia para o Departamento de Polícia de Nova York, onde implantou um sistema mais sofisticado, o CompStat (Estatísticas Comparativas, na abreviação em inglês). Em um único banco de dados estão todas as informações sobre ocorrências, da localização, data e hora à roupa usada pelo criminoso, número de disparos, armas usadas, mesmo por policiais, abordagem, perfil do bandido e da vítima, forma de atendimento, apreensões e prisões feitas, entre outros dados colhidos no local do crime e nos depoimentos, e atualizados com informações de casos relacionados, posteriormente.

    CORTAR O MAL PELA RAIZ

    O CompStat permitiu identificar criminosos, rastrear suas ações, estabelecer perfis de vítimas potenciais, riscos, tendências. “Isso nos permitia identificar novos padrões de crime e atacá-los logo no início, deslocando homens e recursos de forma mais eficiente. Íamos cercando os criminosos”, diz Bratton. Os dados eram disponibilizados à promotoria pública, às secretarias, como Educação, e outros órgãos, que passaram a atuar de forma integrada à polícia.

    Outra medida foi atacar o que Bratton chama de crimes contra a qualidade de vida, como pichações e arruaça, estratégia pela qual o Tolerância Zero ficou conhecido. “Isso cria uma sensação de ordem e de comando, o que contribui em muito para o trabalho da polícia”, justifica Bratton.

    COBRAR RESULTADOS

    Em Nova York, o sistema era abastecido pelos 76 comandos das 9 áreas de policiamento e dos 12 distritos da região metropolitana. Além dos dados, eles tinham de apresentar um relatório sobre casos relevantes e uma análise dos crimes em sua área, as atividades e a performance de sua equipe. Tudo era discutido em encontros semanais com Bratton.

    “É como um médico, que pede exames de rotina para identificar doenças no início. Se ao analisar as informações, descobrir um melanoma, irá concentrar ali o tratamento, evitando que se transforme em um câncer mais sério e mortal. Nossos diagnósticos semanais tinham a mesma função”, diz.

    Uma vez por mês, o chefe de polícia se reunia com todos os comandantes locais. “O que fazíamos, basicamente, era questionar cada um na frente dos outros, com base em informações muito bem embasadas do CompStat”. E, sem rodeios, “o crime aumentou na sua área?, por que e o que você fez a respeito?”, questionava. As reuniões também criaram um canal de acesso direto dos oficiais com a cúpula da segurança pública e permitiram que a informação fluísse melhor entre as delegacias.

    POLÍCIA DA POLÍCIA

    Além de cobrar dos policiais, Bratton contratou informantes e destacou seus melhores agentes para compor um grupo de fiscalização interna, que agia à paisana. “Por exemplo, um dos meus agentes registrava denúncia contra um oficial em uma delegacia, como se fosse um cidadão comum. Então, nós verificávamos se e como a investigação era levada adiante internamente”, revela. “A mesma estratégia para apontar criminosos era usada para flagrar policiais corruptos. Não há distinção entre eles.”

    Bratton alerta que a corrupção intensifica o medo, intimida a população e mina a credibilidade da corporação, o que, por sua vez, reduz o apoio à polícia. “É um perigo para a sociedade que os policiais sejam vistos como incapazes e em quem não se deve confiar”, diz. O corrupto dificulta o trabalho dos oficiais honestos, que acabam se corrompendo ou deixam o serviço. Em Nova York, Bratton teve o apoio do legislativo para aumentar a punição contra corruptos. Policiais flagrados eram presos e desligados.

    UNIR FORÇAS

    Bratton defende unificar as polícias. “No Brasil, policiais militares e civis competem entre si, não confiam um no outro, não trabalham em parceria”, diz. “É disfuncional: os que investigam nunca combateram o crime na rua. Há um abismo social e de educação entre eles.”

    Outro problema apontado por Bratton é o tamanho da força policial e baixos salários. Em Nova York, ele aumentou em 25% o número de policiais, para 35 mil ou um para cada 230 moradores. “E contamos sempre com o FBI, em pessoal e tecnologia para investigação. No Brasil, as polícias estaduais e a federal não atuam juntas”, diz.

    FOCO EM ÁREAS OCUPADAS

    Mesmo com policiais suficientes, Bratton admite que em metrópoles como São Paulo e Rio não é possível fazer tudo ao mesmo tempo. Nas áreas ocupadas por facções, ele começar com um projeto piloto. “Pegue uma pequena área dentro da mais violenta favela e desloque para lá seus melhores policiais, em número suficiente para garantirem a própria segurança. Aos poucos, se aproximam dos moradores e promovem mudanças na qualidade de vida. Assim, uma vizinhança por vez, vão expandido o seu espaço e ganhando a comunidade porque eles vêm melhorias onde a polícia está.”

    Em Caracas, na Venezuela, onde foi consultor, Bratton selecionou uma área onde havia 40 assassinatos num fim de semana e mandou 50 policiais extra para fazer o patrulhamento em scooters. “Só isso, fez o crime cair 25%”, diz. “Em 40 anos de carreira, recebi muitos gestos de gratidão, mas em Caracas ganhei um beijo na testa de uma senhora que criara filhos e netos na favela. Ela repetia: gracias!”

    Até seu crítico mais voraz, o economista Steven Levitt, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e autor de Freakonomics, admitiu ao The New York Times, em dezembro: se tivesse de apontar um chefe de polícia para a sua cidade, ele seria Bratton.

    Nova York fechou 2009 com 5 homicídios por 100 mil habitantes. Los Angeles, com 3,8. Em SP, são 11,2 homicídios por 100 mil habitantes, ainda acima do nível considerado epidêmico pela Organização Mundial da Saúde, de 10 assassinatos por 100 mil habitantes, apesar da queda nos últimos anos

    O governador do Rio, Sérgio Cabral, reuniu-se com Bratton para negociar sua contratação como consultor em segurança para a Olimpíada de 2016. A capital carioca tem 34,2 homicídios por 100 mil habitantes. Apenas Copacabana e Laranjeiras, na zona sul, não têm níveis de violência epidêmicos

    Em SP, a Polícia Civil utiliza o sistema Ômega, que permite pesquisar informações criminais em 12 bancos de dados. Mas a ferramenta não está integrada ao sistema de outras polícias do País. Nem a Polícia Federal ou a Agência Brasileira de
    Informações (Abin) têm acesso aos
    Dados

    A unificação das polícias civis e militar é inconstitucional no Brasil. Em 2001, o então governador de São Paulo, Mário Covas, apresentou ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição, mas a ideia foi engavetada graças ao lobby das polícias

    Em SP, há 90 mil policiais civis e militares – um para cada 455 habitantes no Estado. A Secretaria de Segurança Pública não informa quantos estão na ativa. No Rio, os PMs não chegam a 40 mil. Os números incluem pessoal em funções administrativas

    Em outubro, um helicóptero da PM foi abatido por traficantes no Morro dos Macacos, no Rio. “Crianças brincavam, jovens tocavam hip-hop e o chefe da polícia estava ali, comendo costelas assadas com eles”, disse ao The New York Times o tenente Fred Booker sobre a relação de Bratton nos guetos de Los Angeles

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  12. MP pede instauração de inquérito para apurar prostituição na rodovia Marechal Rondon

    A Promotoria de Justiça de Penápolis, por meio dos promotores Adelmo Pinho, Fernando César Burghetti e Fabiano Pavan Severiano, solicitou à Delegacia Seccional de Polícia de Araçatuba a instauração de Inquérito Policial para apurar eventual prática de crimes relacionados à exploração de prostituição por Carlos Augusto Pereira Salia.

    Após investigação da Policia Militar Rodoviária a pedido do MP, foi constatado que pelo menos três mulheres contratadas por Carlos Salia para comercializar garrafas de água e suco de laranja às margens da Rodovia Marechal Rondon (SP-300), entre Glicério e Penápolis, também ofereciam programas sexuais a usuários da rodovia, principalmente caminhoneiros. Segundo foi apurado, para facilitar a prática dos programas foram construídas barracas de bambu e madeira, semicobertas com lona e plástico, onde era praticada a maioria dos atos sexuais.

    A Promotoria recomendou também ao diretor regional do DER, Carlos Eduardo Sartori Valdiviezo, e ao diretor presidente da Concessionária Via Rondon, Fabio Abritta, a revogação de eventual autorização para funcionamento, sem prejuízo de possível ingresso de ação judicial de reintegração de posse.

    Os promotores também solicitaram o envio de cópia de toda a documentação encaminhada pela Polícia Militar para eventuais providências no Mandado de Segurança impetrado por Salia em 2008, que tramitou perante a 2ª Vara de Penápolis. Naquele processo, o DER havia negado alvará à empresa responsável pelos sucos, mas o responsável pela empresa conseguiu liminar para continuar atuando na Rodovia, já que não lhe foi dado oportunidade de defesa. O DER recorreu ao Tribunal de Justiça, que ainda não proferiu decisão a respeito. O promotor Fernando César Burghetti, de Penápolis, solicitou ao TJ a cassação da segurança.

    http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/noticias/publicacao_noticias/2009/dez09/MP%20pede%20instauração%20de%20inquérito%20para%20apurar%20prostituiç

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  13. Olha que bizarro:
    Após investigação da Policia Militar Rodoviária a pedido do MP, A Promotoria de Justiça de Penápolis, por meio dos promotores Adelmo Pinho, Fernando César Burghetti e Fabiano Pavan Severiano, solicitou à Delegacia Seccional de Polícia de Araçatuba a instauração de Inquérito Policial para apurar eventual prática de crimes relacionados à exploração de prostituição por Carlos Augusto Pereira Salia

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  14. Tive a oportunidade de trabalhar com este energumeno na Darc , onde este ser enfadonho brincava de chefe , e nos meus vinte anos de policia nunca tive tamanho desprazer.Trata-se de psicopata contumaz,(exemplos de Dr. Castanho de Caminho das Indias rsrs..),que se aproxima das pessoas com o unico intuito de auferir vantagens e ganhos leoninos.Tal atitude nos remete aos mais despostas da historis da humanidade , que como verdadeiros vírus(parasitas celulares obrigatórios) depende de “parasitar” para sobreviver em seu meio.
    O que fazia bem segundo comentarios , era pegar MUZAMBINHO no canal com a mulecada do Marapé

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  15. Este é o comprometimento do governo do psdb com o povo paulista: uma séria e eficiente política pública para a segurança e a PC/SP.
    Pior que esse cara, é policial civil que vota no psdb.

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  16. se for aplicar a tolerância zero no Brasil, tem que fazer uma limpa geral, a começar de cima.

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  17. A Seccional deveria devolver o que foi enviado para que a própria meganha desse andamento.

    hehehehehehe
    manda quem pode e obedece quem tem juizo!

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  18. DE FATO CONCORDO QUE ALGUMAS UNIDADES DO INTERIOR TEM NO TRÂNSITO PESSOAS DA PREFEITURA E QUE MUITOS PLANTÕES SÃO À DISTÂNCIA. TUDO BEM DIFERENTE DA CAPITAL. MAS VOCÊS SE ESQUECEM QUE MUITOS POLICIAIS DO INTERIOR APÓS CURMPRIREM SUAS 08 HORAS DE SERVIÇO SÃO OBRIGADOS A RETORNAREM ÀS UNIDADES PARA ATENDER OCORRÊNCIAS, DURANTE SEU PERÍODO DE FOLGA. ISSO OCORREU COM VOCÊS AI DA CAPITAL, É CLARO QUE NÃO. A FALTA DE FUNCIONÁRIOS É ALGO ESCANDALOSO POR AQUI.

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  19. O NERSÃO DA CAPITINGA,COMO TODO BOM LADRÃO,FOI PREMIADO PELA NOSSA INSTITUIÇÃO COM UMA BELA SECCIONAL,UMA DAS MAIS RENTAVÉIS DO DECAP.AQUI É ASSIM ROUBE POUCO VAI PRA CADEIA.ROUBE MUITO VAI SER PREMIADO.

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  20. Apos trabalhar a semana inteira no expediente, fiquei com os plantões dos dias 24,25,26,27 de dezembro.

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  21. Já começou a “Dança das Cadeiras”

    Hallage…DECAP
    Marco Antonio…ex-Decap, DENARC
    Sayão..ex-DEMACRO…DIRD
    Marco Carneiro, DEMACRO

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  22. Policial acusado de extorquir PCC ganha liberdade

    Por Fernando Porfírio

    O Tribunal de Justiça de São Paulo mandou soltar o investigador Augusto Pena e outras seis pessoas, acusadas dos crimes de extorsão mediante sequestro, corrupção passiva e ativa e facilitação da fuga de presos. Contra o policial civil pesa a suspeita de que teria sequestrado e exigido resgate de R$ 1 milhão para não prender Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pela polícia paulista como chefe da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

    A decisão, por votação unânime, foi tomada na tarde desta terça-feira (5/1) pela 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, que aceitou o pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa de Augusto Pena e estendeu a decisão a todos os acusados pelo Ministério Público no processo que corre na 1ª Vara Criminal de Suzano. A turma julgadora levou em conta a tese de excesso de prazo, uma vez que os acusados estão presos há mais de 19 meses.

    Também pesou a favor da decisão a posição tomada pelo réu Augusto Pena que passou a colaborar com a elucidação dos crimes praticados por meio do instituto da delação premiada. Nesse instrumento judicial, o acusado no processo penal passa a contribuir com as investigações, confessando a sua autoria e denunciando supostos companheiros com o objetivo de obter, ao final do processo, algumas vantagens na aplicação de sua pena, ou até mesmo a extinção da punibilidade.

    A defesa do investigador Augusto Pena sustentou que seu cliente sofre constrangimento ilegal por parte do juiz da 1ª Vara Criminal de Suzano. O advogado argumentou que seria “desnecessária” e “descabida” a manutenção da prisão preventiva e protestou contra o excesso de prazo para o fim da instrução processual. A defesa pediu que o tribunal revogasse a prisão cautelar de seu cliente.

    A turma julgadora aceitou o pedido, com base, também, em parecer assinado pelo Ministério Público, favorável a concessão da ordem de HC. “Conclui-se, dessa forma, que os fundamentos que determinaram o encarceramento preventivo do paciente já se esvaíram, seja porque ele passou a colaborar de forma efetiva com a elucidação dos fatos, seja porque a colheita da prova acusatória já se encerrou”, afirmou o desembargador Pedro Gagliardi, relator do recurso.

    As acusações

    O policial civil foi preso em 2007. Em um dos apartamentos de Augusto Pena, em Moema, onde mora sua ex-mulher, Regina Célia Lemes de Carvalho, foram apreendidos CDs com áudios de escutas telefônicas feitas em aparelhos usados por criminosos, muitos deles ligados ao PCC. O policial também é investigado sob suspeita de utilizar os grampos telefônicos para tentar extorquir dinheiro de outros integrantes do PCC.

    De acordo com a investigação, Augusto Pena teria sequestrado o enteado de Marcola e levado a vítima para o Distrito Policial. Teria exigido resgate de R$ 1 milhão, acertando depois de dois dias de negociação que o refém seria solto com o pagamento de R$ 300 mil. O acusado ainda exigiu dinheiro para não incriminar e facilitar a fuga do traficante Gilmar da Hora Lisboa. As acusações foram confirmadas pela ex-mulher do acusado, Regina Célia Lemes Carvalho, pela vítima, por três delegados e um investigador.

    Ainda haveria informações de que a atitude do investigar deu causa a ataques do PCC ao Distrito Policial da Comarca de Suzano, em 2006. Em maio daquele ano, integrantes do PCC armaram um ataque contra a delegacia da cidade porque, segundo apuração do Ministério Público, Augusto Pena não teria cumprido um acordo com membros do grupo criminoso para libertar Gilmar de Holanda Lisboa, o Pebinha, acusado de ser traficante em Diadema (ABC).

    Como os criminosos teriam pago R$ 40 mil para Pebinha não ficar preso em Suzano, o PCC resolveu atacar a delegacia da cidade causando a morte de sete pessoas. Quatro delas eram do PCC, de acordo com suspeitas, dois eram policiais e um era amigo dos investigadores. Depois desse episódio, o PCC começou os ataques em massa contra as forças de segurança do Estado.

    Ao final do julgamento, a turma julgadora decidiu estender a decisão a todos os acusados arrolados no processo e mandou expedir alvará de soltura a favor de todos esses presos. “O benefício da liberdade provisória deve alcançar aos correús que estejam presos, eis que se encontram na mesma situação processual, ou seja, detidos provisoriamente há mais de 19 meses e com a instrução processual encerrada”, completou o relator.

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  23. TIVE O PRAZER DE CONHECER O DR CARNEIRO NO DIRD, QUANDO ERA ASSISTENDO DO DR SERGIO ABDALLA, SE FOR VERDADE QUE ELE ASSUMIRÁ O DEMACRO FICAREI MUITO FELIZ, UMA PESSOA HONESTA, INTELIGENTE, ALTAMENTE CAPAZ. EXATAMENTE O QUE O DEMACRO ESTAVA PRECISANDO. PARABENS DR MARCOS CARNEIRO, O SR REALMENTE MERECE. O DR HALLAGE NO DECAP TAMBÉM FOI UMA EXCELENTE IDEIA AGORA AS COISA MUDAM. SÓ O DR SAYÃO PARA O DIRD É QUE NÃO FOI UMA BOA ESCOLHA, TEM GENTE MUITO MELHOR QUE ELE. ESSE JÁ DEVERIA TER IDO DIRETO PARA A NASA. ESSA NÃO SERIA SO UMA MUDANÇA PARA INGLÊS, VER E SIM UMA MUDANÇA REAL.

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  24. Só muda a posição do quadro na parede. A parte de baixo vai para o lado de cima e e o direito para o esquerdo e vice-versa. Sempre foi assim. E a letargia continua. As promoções a passo de tartaruga. Só é promovido quem é amigo do Rei.

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  25. pior :

    ESQUECEU-SE DO PEDRO PORRIO ???
    DO TIRA DO 13 D.P. ?
    DO DELEGADO FILHO DE DELEGADO ?

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  26. Di Rissio não consegue anular provas no TJ paulista

    Por Fernando Porfírio

    O delegado da Polícia Civil André Di Rissio não conseguiu anular as provas que sustentam a ação penal movida pelo Ministério Público Estadual. A 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, por votação unânime, rejeitou a tese da defesa de que a investigação começou maculada por prova ilícita e considerou lícitos as interceptações telefônicas. Os desembargadores negaram, nessa terça-feira (5/1), o pedido de Habeas Corpus do delegado.

    O recurso pedia para a corte paulista rejeitar as provas, afastar todos os atos realizados até agora no processo e anular a denúncia e seu recebimento pelo juiz da 25ª Vara Criminal da Capital paulista. A advogada do policial, Maria Elizabeth Queijo, adotou como argumento a linha de que quando a investigação começa maculada por prova ilícita, esta contamina todo o processo.

    A defesa pediu a concessão do HC “para reconhecer a ilicitude das interceptações telefônicas realizadas em face do paciente – quer por absoluta falta de fundamentação, quer por excesso de prazo – com seu consequente desentranhamento e inutilização, bem como a decretação de nulidade de todos os atos por elas contaminados, incluisve a deúncia ofertada e recebida”.

    Di Rissio foi preso em junho de 2006 pela Polícia Federal no bojo da denominada Operação 14 Bis. Ele é acusado de fazer parte de um suposto esquema de liberação fraudulenta, no Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas), de mercadorias importadas. Em cinco meses, ele teve contra si três mandados de prisão, dois expedidos pela Justiça Federal e outro pela estadual. O delegado, que responde ao processo em liberdade, nega todas as acusações e diz que está sendo perseguido por sua atuação à frente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

    A 14 Bis foi calcada exclusivamente em grampos telefônicos. O juiz da 1ª Vara Federal de Campinas entendeu que haveria delitos cuja competência para processar e julgar era da Justiça Estadual e enviou as investigações para o Ministério Público do estado. O Gaeco (Grupo de Atuação e Repressão ao Crime Organizado), de posse das interceptações telefônicas, ofereceu denúncia contra o delegado pelo crime de corrupção passiva e advocacia administrativa.

    No recurso apresentado ao Tribunal de Justiça, Di Rissio pediu que fosse retirada do processo prova produzida por interceptação telefônica. A defesa sustentou que as gravações vulneram a Constituição Federal, a Lei 9.296/96 (que regulamenta o inciso XII do artigo 5º da CF, a respeito da interceptação de comunicações telefônicas) e o artigo 157 do Código de Processo Penal (CPP). A advogada alega que a prova ilícita contaminou a denúncia.

    O flagrante

    Em operação conjunta com o Ministério Público Federal, batizada de 14 Bis, um grupo especial de agentes e delegados designados para o caso pela Superintendência da PF em São Paulo cumpriu mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal e busca e apreensão na Grande São Paulo e no interior do estado.

    De acordo com os autores da investigação, foram identificados empresários e despachantes aduaneiros que subfaturavam mercadorias importadas de Miami, ou as classificavam incorretamente, para sonegar impostos. Ainda de acordo com os investigadores, após a entrada das mercadorias no território nacional, pelo aeroporto de Viracopos, esses empresários pagavam propinas a auditores da Receita Federal para que as mercadorias fossem liberadas.

    Administrativo

    Em dezembro, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), determinou a demissão a bem do serviço público do delegado Di Rissio. Na época da operação da PF, a Corregedoria da Polícia Civil instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta funcional do delegado.

    No ano passado, um dos conselheiros da Polícia Civil havia votado pela suspensão do processo administrativo até que fosse proferida a decisão judicial. No entanto, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, discordou da posição do conselheiro, elaborou um parecer e encaminhou o processo ao governador.

    No processo administrativo, Di Rissio teve o apoio de autoridades do Legislativo e do Judiciário paulista. Entre as testemunhas que prestaram depoimento a seu favor estavam seis desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo.

    Além da investigação conduzida pela PF, o delegado também foi denunciado pelo Ministério Público paulista corrupção passiva, advocacia administrativa e por dez casos de escuta clandestina. De acordo com o MP paulista, o delegado seria o dono de uma empresa de segurança, a Spycops.

    HC nº 990.09.090214-0
    Voto 15.001

    http://www.conjur.com.br/2010-jan-06/delegado-di-rissio-nao-conselhe-anular-provas-base-interceptacoes

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  27. Policial civil. Reconhecimento de vínculo empregatício com empresa privada.

    Tribunal Superior do Trabalho – TST.

    NÚMERO ÚNICO PROC: RR – 1315/2008-013-08-00

    A C Ó R D Ã O

    1ª Turma

    VMF/wbhe

    POLICIAL CIVIL – RECONHECIMENTO DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO COM EMPRESA PRIVADA

    O fato de o reclamante ser policial civil em atividade, com obrigação de prestar serviços com exclusividade, não interfere no reconhecimento do vínculo empregatício com empresa privada, por se tratar de situação jurídica distinta, que diz respeito tão somente aos seus deveres funcionais de servidor público.

    Recurso de revista conhecido e provido.

    Vistos, relatados e discutidos estes autos de Recurso de Revista n° TST-RR-1315/2008-013-08-00.2 , em que é Recorrente RUBTERSON QUEMEL RODRIGUES GONÇALVES e Recorrido EMPREENDIMENTO PAGUE MENOS S/A.

    O 8ª Tribunal Regio nal, pela decisão de fls. 126/128, negou provimento ao recurso ordinário do reclamante, mantendo a decisão de 1º grau, que não reconhecera o vínculo empregatício do policial militar com empresa privada.

    Inconformado, o reclamante interpõe recurso de revista (fls. 132/135), sustentando ser devido o reconhecimento de vínculo empregatício com empresa privada. Indica contrariedade à Súmula nº 386 do TST e transcreve arestos para divergência jurisprudencial.

    O recurso foi admitido pela decisão singular de fls. 138. Foram apresentadas contra-razões às fls. 141/147.

    Os autos não foram remetidos à douta Procuradoria-Geral do Trabalho, com base no art. 113 do RITST.

    É o relatório.

    V O T O

    1 – CONHECIMENTO

    O recurso é tempestivo (fls. 138), está subscrito por advogado devidamente habilitado nos autos (fls. 32).

    O Tribunal Regional mante ve a sentença que julgara improcedente o pedido de reconhecimento de vínculo empregatício entre policial militar e empresa privada, pontuando que (fls. 126):

    RELAÇÃO DE EMPREGO. POLICIAL MILITAR. VEDAÇÃO LEGAL. O art. 22, do DL nº 667, de 2.7.69, dispõe que ao pessoal das Polícias Militares, em serviço ativo, é vedado fazer parte de firmas comerciais, de empresas industriais de qualquer natureza ou nelas exercer função ou emprego remunerado .

    O reclamante logrou demonstrar contrariedade à Súmula nº 386 do TST, no sentido de que o fato de o empregado ser policial militar não obsta o reconhecimento do vínculo empregatício.

    Conheço do recurso.

    2 – MÉRITO

    Este Tribunal firmou jurisprudência pacífica em favor do reconhecimento do vínculo empregatício do policial militar com empresa privada, conforme se depreende da Súmula nº 386 do TST, verbis:

    POLICIA L MILITAR. RECONHECIMENTO DE VÍNCULO EMPRE-GATÍCIO COM EMPRESA PRIVADA (conversão da Orientação Juris-prudencial nº 167 da SBDI-1) – Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005 Preenchidos os requisitos do art. 3º da CLT, é legítimo o reconhecimento de relação de emprego entre policial militar e empresa privada, independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar prevista no Estatuto do Policial Militar. (ex-OJ nº 167 da SBDI-1 – inserida em 26.03.1999)

    Assim, dou provimento ao recurso de revista para, reconhecendo o vínculo empregatício, determinar o retorno dos autos à Vara de origem para apreciar os demais pedidos constantes da inicial, como entender de direito.

    ISTO POSTO

    ACORDAM os Ministros da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por unanimidade, conhecer do recurso de revista por contrariedade à Súmula nº 386 do TST, e, no mérito, dar-lhe provimento para, reconhecendo o vínculo empregatício, determinar o retorno dos autos à Vara de origem para apreciar os demais pedidos constantes da inicial, como entender de direito.

    Brasília, 9 de dezembro de 2009.

    MINISTRO VIEIRA DE MELLO FILHO
    Relator

    NIA: 5023307

    PUBLICAÇÃO: DEJT – 18/12/2009

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  28. POLÍCIA CIVIL DO ESTADO
    CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL
    Portaria CPC – 1, de 6-1-2010
    O Presidente do Conselho da Polícia Civil, resolve:
    Artigo 1º – Fica instaurado, a partir desta data e nos termos das Leis
    Complementares nº. 503, de 06 de janeiro de 1987, nº. 637, de 16 de
    novembro de 1989, e nº. 771, de 16 de dezembro de 1994, o concurso de
    promoção na Carreira de Delegado de Polícia.
    Artigo 2º – Estão em concurso as seguintes vagas:
    I – 01 vaga na Classe Especial, por Merecimento.
    II – 03 vagas na 1ª Classe, por Antiguidade.
    III – 03 vagas na 1ª Classe, por Merecimento.
    IV – 04 vagas na 2ª Classe, por Antiguidade.
    V – 05 vagas na 2ª Classe, por Merecimento.
    Artigo 3º – para a organização da lista de promoção, ficam convocados,
    extraordinariamente, os Senhores Membros do Conselho da Polícia Civil.
    Artigo 4º – Esta Portaria entra em vigor a partir de sua publicação.

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  29. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!! Na capital tudo funciona bem ao bel-prazer de senhores mercenários corruptos que só colocam nossa instituição abaixo do chão.

    A PC paulista está perdida a começar pela capital sr. Barak!!!!

    Aqui está a raiz dos problemas. A designação de dirigentes, assistentes e afins sai daqui meu bem.

    No ano passado, ao mudarmos a direção geral da Pc paulista, meu coração encheu-se de esperanças. Ledo engano………..

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  30. Sinceramente, menos um ou mais policial extorquindo em Santos não fará nenhuma diferença.

    E, infelizmente, a corregedoria sabe da corrupção que circula no centro da cidade, nas imediações da rua do comércio, principalmente de quinta a sábado e NAO FAZ ABSOLUTAMENTE NADA !!!!!!!!!!!!!!!!!

    Não faltam vídeos, denúncias, etc.

    A droga rola solta no meio da rua, os nossos jovens de classe média cheirando, bebendo, fumando e os dignissímos policiais civis, fazendo bico, como de costume, extorquindo dos comerciantes para que não haja nenhuma “batida” por lá.

    Quem duvida vá lá tb ao vivo e a cores prá conferir ! Dá nojo !

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  31. Eu rodando de carro arrendado, com um carnê imenso (pé de porco mir), e meu colega que já “visitou” a corró algumas vezes está de hilux, no rodízio um simples astra elite 2007, com sindicâncias e p.a’s com PROVAS CABAIS contra sua pessoa e até agora nada……..

    Sabe o que penso???Será que sou tonto de não entrar em algo parecido, ou então sou tonto de colocar minha cabeça no travesseiro e (há mais de 10 anos) achar que logo sua “casa vai cair” e até agora nada, pelo contrário, cada vez mai$$$ forte e morando melhor…..

    Este país está vivendo algo assombroso, nunca relatado algo parecido em livros, revistas, e o pior é ver tudo acabar de maneira mais perniciosa ainda, fruto de uma sociedade corrupta e cidadãos que não sabem exercer sua cidadania.

    Preciso me desligar destas coisas, isto está me “corroendo”, e fico no aguardo de dias melhores…..mas só vem dias piores…..

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