Quem deve chefiar uma investigação é o melhor investigador, e não um delegado concursado, que dificilmente está preparado para isto…TEORIA DOS MILICOS DURANTE A DITADURA 24

25/08/2009 – 10h44

Polícia Federal faz paralisação de 24 horas contra nova lei orgânica
colaboração para a Folha Online
da Agência Brasil

Em protesto contra a nova Lei Orgânica da Polícia Federal –em estudo nos ministérios da Justiça e do Planejamento–, os policiais federais fazem uma paralisação de 24 horas nesta terça-feira, informa o Sindipol/DF (Sindicato dos Policiais Federais no Distrito Federal). O sindicato informa ainda que os policiais realizam, desde as 8h, um ato nacional em frente ao edifício-sede da PF, em Brasília.

O sindicato não informou qual é a adesão dos policiais à paralisação. A assessoria de imprensa da Polícia Militar do DF não soube informar quantas pessoas participam da manifestação e se há algum incidente.

Em nota publicada em seu site, o sindicato afirma que a paralisação deve servir como forma de pressionar o governo para uma melhor valorização da carreira de policial federal, que estaria ameaçada com a nova lei. Segundo a nota, os policiais federais têm a pior remuneração entre as carreiras do Estado.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Sindipol/DF, Cláudio Avelar, disse que a categoria reivindica reposição de perdas salariais e mudanças na proposta da nova lei orgânica. Avelar criticou o modelo de trabalho usado pela PF no Brasil, que para ele privilegia a indicação política em detrimento da competência, afirmando que apenas três países adotam sistema semelhante: Angola, Moçambique e Timor Leste. Segundo ele, esse modelo data da época da Coroa portuguesa e já foi abolido até mesmo por Portugal. Em tal sistema, “privilegiam-se os amigos em detrimento da técnica e da competência”, afirmou Avelar.

 
“Os defeitos da instituição podem ficar perpetuados na nova lei”, afirmou o sindicalista, informando que, por isso, a categoria está se mobilizando nacionalmente. Ele defende que as atribuições internas na Polícia Federal façam parte de uma política de recursos humanos e que não haja mais designação para cargos “por amizade ou influência, ou seja: tudo a favor dos amigos do rei, tudo feito em baixo dos panos”.

“A mesma sociedade que hoje se orgulha da Polícia Federal não sabe dos prejuízos que vão acontecer com a nova lei orgânica”, que, de acordo com Avelar, estabelece o “concurso para chefe”, sem levar em conta a necessidade de qualificação.

Além disso, o comando dos inquéritos continuaria com os delegados, “a seu bel-prazer”, o que, na opinião do sindicalista, favorece manipulações e favorecimentos, contra o trabalho do policial sério, que investiga e que deveria ter autonomia para tomar decisões, já que convive com o cerne da questão”. Avelar disse que essa distorção é responsável pelo alto índice de arquivamentos de inquéritos (em torno de 85%), “porque a interferência do delegado acaba jogando por terra uma coisa que está sendo feita seriamente”.

“Quem deve chefiar uma investigação é o melhor investigador, e não um delegado concursado, que dificilmente está preparado para isto. Nessa área é necessário trabalhar sob critérios técnicos. Se o investigador quisesse ser burocrata, faria concurso para delegado”, afirma o presidente do Sinpol, explicando que a autonomia do delegado para indiciar um acusado pode frustrar por completo o trabalho sério de um investigador.

Avelar acrescentou que o policial precisa conviver com boas condições de trabalho, porque é um profissional cuja decisão pode, em um segundo, significar a vida ou a morte de alguém. “A Policia Federal está muito política e motivada por interesses, portanto, precisa se tornar uma polícia de Estado e não de governo”, concluiu o sindicalista.

Conforme pesquisa realizada pelo site do Sindpol DF, entre os policiais federais, 67,4% são contra a nova lei orgânica e 32,6% são favoráveis.

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Basta esse Hilkias  da Polícia Federal ganhar cargo de Delegado para  mudar de discurso.

ASSIM DISSE O PINTO 11

Enviado  pelo FERNANDO em 25/08/2009 às 2:21
Reestruturação….? Não……!

ALE……? Não……!

Parar com escoltas de presos…..? Ainda não……!

Salário……? Também não…….!

Condições de trabalho…..? Não…..!

Corregedoria na minha mão….? Sim!!!!!!!

Isso sim é de extrema importância, o resto….., bebe bastante água e fica quieto que a fome passa.

Agora vai, o chicote vai estralar:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u592850.shtml

Projeto dá a secretário controle direto sobre corregedoria da polícia

Proposta chega à Casa Civil na semana que vem com apoio de investigadores, mas não de delegados

CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL

O secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, envia na semana que vem à Casa Civil um projeto que tira a Corregedoria de Polícia Civil do controle de seu delegado-geral. Pela proposta, o órgão -que é encarregado de fiscalizar a conduta dos policiais civis- ficará diretamente subordinado ao secretário, não mais à delegacia geral.
Patrocinada pelo governador José Serra (PSDB), a medida deve dar autonomia aos corregedores, hoje vinculados à própria estrutura que investigam. Além do constrangimento de fiscalizar seus pares, os delegados da corregedoria estão hoje passíveis de retaliação, como transferências ou destituição de função.
No interior do Estado, os corregedores são subordinados aos titulares das Delegacias de Polícia. Com a mudança, devem passar a se reportar diretamente ao secretário.
Atualmente, os corregedores têm que solicitar informações aos departamentos que estão sob investigação. Incorporada à estrutura da secretaria, a corregedoria terá acesso direto ao banco de dados da polícia.

Projeto ou decreto
Apresentada pelo próprio Ferreira Pinto, a proposta conta com o apoio do sindicato dos investigadores. Mas sofre resistência dos delegados.
O governo ainda estuda qual é o melhor instrumento para implantação do novo modelo: se pela apresentação de um projeto na Assembleia Legislativa ou edição de um decreto. A fórmula está sob análise do chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira.
Procurado, Ferreira Pinto confirmou a intenção de remeter o projeto ao Palácio dos Bandeirantes na semana que vem. Para ele, a mudança “enseja melhor condição de trabalho para a corregedoria na execução de função tão delicada”.
Segundo um integrante do governo, a mudança evita experiências como a do delegado que, ano passado, soube pelo “Diário Oficial” que tinha sido transferido da corregedoria em plena investigação da compra de decisões em processos administrativos da polícia.

Fernando Agepol

CARTA-CONFISSÃO “versus” CASA-CONFISSÃO…O FLIT É TACAPE CAIÇARA 10

Deveras, “jornalista sem diploma” sofre várias vezes.

Pois blog, para determinadas partes e seus advogados, não possui fim informativo.

É depósito de vitupérios…

Brandir o tacape da mordacidade, em crescente delírio viperino, que não poupa sequer  a família” (de certo ofendido).

Flit paralisante …uma carta-confissão de justiçamento…Instrumento de assassinato de  honorabilidades…De crimes continuados por motivação torpe.

Uma carta-confissão de infâmias.

Não concordamos,  mas é dever de  advogado defender seus clientes.

Contudo, falando-se nas mais variadas espécies de confissão, lembremos da CASA-CONFISSÃO…

Pela qual seu dono  –   ou donos  –  CONFESSAM SUA PROBIDADE .

CASA-CONFISSÃO de um milhão; de um milhão e setecentos mil.

Essas sim, os  verdadeiros ninhos viperinos;  depósitos de iniqüidades de todas as ordens: da propina tomada ao contraventor; até do pãozinho superfaturado das merendas escolares…

Casas-confissão,  testemunhas  debochadas  da improbidade administrativa.

A AGUDA INTELIGÊNCIA CAIPIRA: Minha idéia é de que seria meió os puliça que querem mudar arguma coisa arresorverem se filiá em massa num sindicato que já existe e travéis das eleição assumi as coisa. 12

Enviado por CAIPIRAPOR em 23/08/2009 às 8:50

lá no iorgut tem uma cumunidade da puliça civir que tá discutindo um tópico iguar esse ai. O de um sindicato usnico pros pulicar civir.

Tem umas coisa interessante, mai fica sempre aquela pregunta, qui nem na fábula do guizo no pescoçio do gato. Bamo nos uní, mis bamos nos uni im torno di quem?

Tem lugá pra tudo mundo na foguera de vaidades que é esse muno de sindicatos e çociações?

 I si num tem lugá pra tudo mundo, quem ficá de fora vai ficá quieto e cuncordá cum a maioria ou vai formá o grupinho dele e fundá otro sindicato único.

Ansim, si num houvê união e forem esquecida as vaidade nois vai tê uma proção de sindicato único e as coisa vão fica qui nem agora.

 Minha idéia é de que seria meió os puliça que querem mudar arguma coisa arresorverem se filiá em massa num sindicato que já existe e travéis das eleição assumi as coisa.

Um gorpe, tipo revolução.

Si a gente forma um sindicato único sem desctrui os otro, vai acabá sendo mai um, pesar di ser chamado di único.

Vai ficá qui nem os tal de impósto único que o guverbo cobra.

É unico mai tem um monte.

Eta,sô. Ransquei lasca.

SINDICATO ÚNICO DA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO 34

Valho-me deste para solicitar mais uma vez espaço em seu respeitado Blog com a finalidade de divulgar uma idéia que vem ganhando força e simpatia dos policiais civis paulistas a cada dia que passa. 

Aproveito para convidá-lo a partilhar conosco este sonho que vem a cada dia que passa se tornando mais real que é a efetiva criação de um SINDICATO ÚNICO DA POLÍCIA CIVIL DE SÃO PAULO.

 

Segue um resumo:

 

Como já deve ser do conhecimento de muitos policiais civis paulistas e, diante da inércia de nossas entidades representativas em obterem benefícios concretos para as carreiras policiais civis, um grupo de policiais civis de várias áreas do estado estão mobilizados na criação de um SINDICATO ÚNICO que realmente traga benefícios a todas as carreiras.

É mais do que provado que nosso atual modelo sindical é uma tragédia e não consegue de forma alguma atingir seus objetivos, seja por falta de vontade, seja por ingerência ou talvez por incompetência, não importa. O que importa é que o Sindicato Único vem com uma nova proposta, com um modelo sindical moderno já testado internacionalmente e comprovadamente eficaz.

Atualmente o que vemos? Nossas entidades completamente perdidas batendo sempre na mesma tecla tentando arrancar migalhas do governo que pouco se importa com os policiais civis paulistas. A proposta do novo sindicato é, em suma, o sindicato por seus sindicalizados de forma a trazer benefícios que tangem as áreas da saúde, educação, cultura, finanças, etc…, ou seja, uma nova mentalidade concretizada através de convênios e benefícios diretos para o policial civil, inclusive financeiros.

Bater à porta do governo já está mais do que provado que não resolverá nossos problemas, principalmente com o orçamento de 2010 já aprovado e nele não havendo nada para nós!

É claro que alma do sindicato também é a luta por melhorias salariais e de condições de trabalho, ou pelo menos deveria ser, porém, não é isso que vemos hoje do atual modelo. O citado, é obrigação de qualquer sindicato que se preze, ou não teria nem razão de existir!

Assim sendo, diante da ingerência e menosprezo de nossos representantes, estamos apresentando a vocês algo inovador, funcional, eficiente, concreto e acima de tudo inteligente!

Aos que desejarem mais detalhes e se interessarem pelo assunto, estou a disposição para maiores considerações através do e-mail: max.ramos@bol.com.br

Obrigado!

 

MAX DA SILVA RAMOS – INVESTIGADOR DE POLÍCIA

 

“Tortura não é crime político. Estupro não é crime político nem crime conexo. O que há é uma má interpretação da lei… 5

Flávia Villela
Da Agência Brasil

Julgar os torturadores que agiram durante o regime militar não é revanchismo, mas um ato de justiça e respeito aos direitos humanos, disse hoje (22) o ministro da Justiça, Tarso Genro, durante a comemoração dos 30 anos da Lei de Anistia no Brasil.

“Tortura é crime imprescritível e inanistiável. Julgar esses casos representa a continuidade do processo de democratização do país”, disse o ministro em evento realizado no Arquivo Nacional, no Centro do Rio.

Segundo o ministro, levar os torturadores aos tribunais é fundamental para que, aos poucos, os direitos fundamentais e a dignidade humana sejam internalizados pelas instituições e pela sociedade brasileira. “Para que nunca mais haja tortura no país, seja contra presos políticos, seja contra presos comuns que ainda são torturados no Brasil”.

Para Tarso Genro, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve considerar procedente a ação [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 153] que foi apresentada pelo Ministério Público para responsabilizar civil e penalmente as pessoas que cometeram tortura durante a ditadura.

“Aqueles que alegam que o governo exige o julgamento dos responsáveis por crimes de tortura na época da ditadura no Brasil para desmoralizar o Exército são os mesmos que estiveram a serviço da tortura nesse período”, declarou o ministro sob aplausos de pé de centenas de pessoas que participaram do evento.

A ação contesta a validade do primeiro artigo da Lei da Anistia (6.683/79), que considera como conexos e igualmente perdoados os crimes “de qualquer natureza” relacionados aos crimes comuns praticados por motivação política no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.

Para o advogado Modesto da Silveira, um dos homenageados por Tarso Genro no evento, crimes de tortura não se enquandram no artigo primeiro da Lei de Anistia. “Tortura não é crime político. Estupro não é crime político nem crime conexo. O que há é uma má interpretação da lei”, acredita.

 

 

DIRETOR DO DETRAN REPARA INJUSTIÇAS SOFRIDAS PELOS DELEGADOS JORGE ALVARO GONÇALVEZ CRUZ E JOSE APARECIDO CARDIA 12

De 19-8-2009
Designando:
o Dr. JORGE ALVARO GONÇALVES CRUZ, RG: 12.863.075,
Delegado de Polícia, 3ª Classe, Padrão III, para, em caráter
excepcional, responder pelo expediente da Diretoria da 102ª
Ciretran de São Vicente – SP, a partir de 20/08/2009, cessando, a
partir da mesma data, os efeitos da Portaria Detran nº1137/2008
publicada no D.O. de 12/06/2008, que designou o Dr. MAURICIO
BARBOSA JUNIOR, RG 10.873.423, Delegado de Polícia, 2ª Clas-
se, padrão IV. Port. 1396/2009
o Dr. JOSE APARECIDO CARDIA, RG: 12.327.371, Delegado
de Polícia, 2ª Classe, Padrão IV, para Diretor da 293ª Ciretran de
Bertioga – SP, a partir de 20/08/2009.

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Parabéns à Administração, aos dois colegas e, também, ao doutor Ruy Estanislau Silveira Mello, Diretor do Detran,  por corrigir injustiças decorrentes dos problemas constatados em Ferraz de Vasconcelos.

20 ANOS SEM O MALUCO BELEZA…AVE MARIA DA RUA 23

Especial: O legado de Raul Seixas

 fonte: MSN
 
Especial: O legado de Raul Seixas
Conceição Almeida
Mesmo após 20 anos de sua morte, completados nesta sexta-feira (21), Raul Seixas ainda consegue vender discos e ser lembrado pela cultura de um país sem memória, onde inúmeros artistas já passaram e se foram, caindo no ostracismo e em total esquecimento.
O segredo da imortalidade pode estar na irreverência e na imagem de rebeldia, cultivada em uma época em que ser rebelde era sinônimo de perigo para os bons costumes da sociedade brasileira. Ou então no legado musical deixado pelo compositor e intérprete que até hoje reúne diferentes gerações que gritam, em uníssono, o famoso “Toca Raul!” – frase que ficou tão célebre quando seu próprio personagem.
“Raul foi o cara que soube como ninguém misturar o rock com a música brasileira, sempre contestando, filosofando, enlouquecendo. Ninguém mais soube fazer isso”, diz Sylvio Passos, fundador do Raul Rock Club (fã clube oficial dedicado à memória ao cantor).
Legado
Raul foi embora cedo, aos 44 anos, mas deixou um vasto legado que até hoje é revivido. O músico teve uma vida intensa. Foram cinco casamentos, deixando três herdeiros e uma vasta produção musical; até discos póstumos foram lançados após sua morte, em 21 de agosto de 1989, por pancreatite aguda causada pelos seus abusos com a bebida.
A figura emblemática de Raul não estava apenas na imagem anarquista, suas polêmicas com seitas religiosas e declarações ousadas, mas também no símbolo de um ser humano que se preocupava com o andamento do mundo e as injustiças que eram escancaradas na cara da sociedade, que se calava diante de tanta repressão.

PETROBRAS NEGA PAGAMENTO AO DIRD POR 60 MIL DVCs 2

Petrobras diz que pediu dados de 60 mil à polícia de SP 

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – A Petrobras admitiu ter procurado delegados da Polícia Civil de São Paulo para obter dados de fichas criminais de cerca de 60 mil pessoas. Em nota oficial, a empresa informou ontem que o levantamento de informações criminais é solicitado pela Petrobras assim como faz a maioria das empresas brasileiras. A Corregedoria da Polícia, com base em denúncia feita por dez policiais, abriu inquérito para investigar o suposto vazamento de dados e uma possível improbidade administrativa. Suspeita-se de que dois delegados teriam recebido remuneração por ficha consultada. A estatal nega ter pago pelos dados.

A nota da Petrobras segue informando que o pedido de pesquisar os antecedentes criminais de funcionários e candidatos a emprego é um procedimento para garantir a segurança das instalações, das operações e das informações da companhia. De acordo com a estatal, esta ação resultou, por exemplo, em 2009, na prisão de 38 fugitivos da Justiça. Segundo a denúncia recebida pela corregedoria, os agentes da Divisão de Capturas da Polícia Civil eram obrigados pelos delegados a consultar as fichas, sob a ameaça de transferência. Ao Estado, o diretor da divisão, Sérgio Abadalla, disse que mandou parar as pesquisas porque seriam irregulares.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Ora, R$ 40.000,00 para os dez  agentes ; R$ 20.000,00 para os dois delegados, certamente, teria evitado quaisquer problemas.
É a mania de não fazer nada e querer ganhar tudo!

COMERCIANTE DESABAFA NO CONJUR: TODA E QUALQUER DESGRAÇA NACIONAL EMANA DO PODER JUDICIÁRIO 4

Comentários

http://www.conjur.com.br/2009-ago-20/deputado-disse-temer-policia-pcc-livra-queixa-crime/c/1

comentário 1 a 2 de 2
20/08/2009 14:51luiz P. Carlos (((ô”ô))) (Comerciante)OBSERVAÇÃO !
O Comentario abaixo é em face das pessoas, notórimante envolvidas e amplamante divulgados na midia como pessoas envolvidas em delitos, fraudes, prevaricação, seja autoridades ou serventuarios.
20/08/2009 14:44luiz P. Carlos (((ô”ô))) (Comerciante)QUEM MATA MAIS ? – O ESTADO OU OS COMANDOS !
Toda e qualquer desgraça Nacional emana do Poder Judiciário; se o prefeito cria pedágio em AVENIDA, não cuida dos hospitais, escolas, idosos, salubridade, moradia, impostos e tributos, só um juiz tem poderes para obrigá-lo a cuidar na forma da lei e ou com lisura e legalidade, se um policial é corrupto, se um político é ladrão, se uma autoridade prevarica, enfim, tudo numa democracia depende deste poder judiciário. Ninguém tem bola de cristal para adivinhar que o candidato mente em suas promessas, mas o judiciário tem poderes para proibi-lo de se candidatar. Depois de eleito, só o judiciário pode intervir e fazer com que se cumpra à Constituição. Reformas constitucionais, alteração de legislação, atos e contratos, licitações, etc., só o judiciário tem poderes para intervir. Nesse caso a miséria nacional se deve aos JUIZES, DESEMBARGADORES, PROMOTORES & PROCURADORES coniventes com o esquema.
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SOCIEDADE MORBIDA….O perigoso elo da ilegitimidade passou a existir do momento em que na célula social ninguém protege ou é protegido constitucionalmente. Não há poder de policia embora haja na policia interesse, não há poder judiciário pela mesma maneira, não há escolas, não há hospitais, não há consciência cívica ou patriotismo, não há estrutura familiar, não há valores definidos, não há recuperação aos desajustados, não há dignidade, não há respeito ao próximo, não há capacidade do estado em formar os jovens para o futuro, não há fiscalização popular digna e honesta, não há imprensa que não manipule a verdade em prol dos seus interesses, não há a declaração da verdade, não há ética ou moral que se sustente nesta nação.

QUEM É O DELEGADO CORREGEDOR SUSPEITO DE AJUDAR ACUSADO DE ACHACAR “EL NEGRO” 7

Enviado por JOW  em 21/08/2009 às 9:08

Corregedor é suspeito de ajudar investigado

Ele teria revelado informações a acusado de achacar El Negro

Bruno Tavares e Marcelo Godoy

Um delegado da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo é suspeito de ter revelado informações sigilosas para um dos policiais acusados de achacar R$ 260 mil do traficante colombiano Ramón Manuel Yepes Penágos, conhecido como El Negro. Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep) pediram ontem à 18ª Vara Criminal, onde corre processo contra os policiais acusados do achaque, que seja aberto inquérito policial contra o delegado suspeito.

De acordo com ofício feito pelo delegado-corregedor Mauro Gomes da Silva, que presidia o inquérito sobre a extorsão, o delegado foi flagrado telefonando duas vezes para um dos acusados, o investigador Antônio Aparecido Silva, o Batata, de quem seria amigo. Em um dos telefonemas, Batata pede ajuda para que o delegado cuide de seus pais. Em outro, o delegado teria dito ao policial que era melhor ele “não ir lá”, se não ele ia ser “repreendido”.

A suspeita dos promotores é de que o delegado tenha avisado o investigador que ele seria preso. O Gecep quer saber se outros dados sigilosos vazaram. O delegado suspeito foi afastado da corregedoria assim que a diretora do órgão, Maria Inês Trefiglio Valente, foi informada das conversas monitoradas – ela já havia instaurado apuração sobre o caso.

Batata, o amigo do delegado, foi um dos quatro investigadores do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) que tiveram a prisão preventiva decretada pela 18º Vara sob a acusação de achacar El Negro e de tomar R$ 300 mil da mulher de um grande empresário. A Justiça negou o pedido de prisão contra um quinto policial do Denarc. Os cinco haviam sido indiciados pela Corregedoria e denunciados pelo Gecep por achaques.

Preso por eles em 2008, El Negro teria pago para que sua verdadeira identidade não fosse revelada – ele foi mandado para a cadeia como se fosse Manoel de Oliveira Ortiz, mineiro de Borda da Mata. A mulher de um grande empresário de São Paulo também foi vítima dos mesmo policiais e obrigada a pagar R$ 300 mil.

SOLTO

O investigador Nilton César de Azevedo, um dos quatro policiais que tiveram a prisão decretada sob a acusação de extorquir o traficante El Negro, foi solto por decisão da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. O pedido de liminar feito pela advogada Tânia Lis Tizzoni Nogueira havia sido indeferido pelo desembargador relator Pedro Gagliardi sob o argumento de que “em face da grande repercussão jornalística deste caso, é bom que a liminar seja apreciada em conjunto pela Turma Julgadora”. A decisão de revogar o decreto de prisão contra o investigador foi tomada pelo próprio relator e pelos desembargadores Aloísio de Toledo César e Ribeiro dos Santos.

NÚMEROS

R$ 260 mil
foi o valor exigido de El Negro pelo policial

4 investigadores
tiveram a prisão preventiva decretada sob a acusação de achacar o traficante

R$ 300 mil
foram tomados pelo grupo da mulher de um grande empresário

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PARA UM AMIGOS TUDO, PARA OS INIMIGOS “NEM O PROCEDIMENTO LEGAL”…

Em desfavor de  inimigos ensinam  criminosos  armar enredos, inclusive.