Segundo advogado, policiais nunca tomaram parte do jogo ilegal.
Corregedoria apreendeu computadores e armas nas casas dos suspeitos.
Paulo Toledo Piza Do G1, em São Paulo
Armas, computadores e documentos apreendidos foram levados para a Corregedoria da Polícia Civil
(Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Três investigadores da Polícia Civil presos durante operação de combate a caça-níqueis em Guarulhos, na Grande São Paulo, negaram fazer parte do esquema. Na manhã desta sexta-feira (11), a Corregedoria da polícia e o Ministério Público iniciaram operação na cidade que tem como objetivo prender pessoas ligadas ao jogo ilegal.
O balanço das prisões e do material apreendido será divulgado ainda hoje. Segundo a Agência Estado, até o meio da tarde, 13 dos 14 mandados de prisão tinham sido cumpridos.
Em entrevista ao G1, o advogado dos policiais afirmou que dois dos seus clientes foram detidos pela manhã, em suas casas. “Outro cliente se apresentou espontaneamente à Corregedoria”, afirmou o advogado Gilberto Vieira.
Conforme o defensor, os policiais, que atuam no 1° Distrito Policial de Guarulhos, disseram-se inocentes. “Eles falaram que nunca mexeram com maquininhas”, acrescentou. Durante a tarde, os investigadores eram interrogados na sede da Corregedoria, na região central de São Paulo.

Na casa dos suspeitos, a polícia apreendeu computadores, armas usadas no trabalho e munições.
Vamos ver se foram raias midudas , famosos bode expiatórios para dar satisffações ao Pinto
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CADA MACACO EM SEU GALHO….. rssssss
http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?270700
Polícia Militar deixa de registrar ocorrências em São Paulo
Termos Circunstanciados passarão a ser obrigação da Polícia Civil
11/09/2009 – 14:04
Globo.com/G1
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A Polícia Militar de São Paulo não poderá mais registrar ocorrências no estado. Em decisão publicada na edição de quinta-feira (10) no Diário Oficial, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, atribui exclusivamente à Polícia Civil o registro de todo tipo de infrações, inclusive as de baixo potencial ofensivo.
Conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP), desde 2003 a PM realizava experimentalmente, em algumas regiões de São Paulo, Termos Circunstanciados (de infrações menores, como agressão). “Decorridos seis anos, essa regulamentação não ensejou a sua ampliação”, afirma a decisão.
Desde quinta-feira, esse tipo de registro passou a ser obrigação da Polícia Civil, que é responsável pela investigação de crimes. Dessa forma, a PM em São Paulo deixará de exercer atividades da polícia judiciária, ficando restrita ao policiamento ostensivo e à escolta de presos.
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Coisa de lusitano ” amanhã havera operação secreta não avisem ninguém “
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Pingback: Policiais presos em operação negam envolvimento com caça-níqueis | Blogosfera Policial
guerra, ontem eu avise 9 horas antes.
agora quero ver se vão so fuder os recolhas, tem que pegar os delegados.
e no caso da secc. centro onde a recolha da pagé e da santa ifigenia continuam a todo vapor, porque ninguem denuncia isto;
se fizerem uma materia na page e no shpp 25 eles falam tudo os chineses, ninguem aguenta mais pgar pra
1 secc. 1 dp 3 dp dig sig etc
ta fogo guerra os caras reclamam aqui na corro e ali ninguem mexe
eu num entendo o porque
tem denucia de
airton
raul todos da dig
fernando
waldeco
edu reinaldo
etc
etc
todos denuciados aqui e anda e feito
todos os dias ligam da santa ifigencia que os caras tão cobrando mensal, tomama uma nota no dia seguinte e a dig no outro a sig etc
etc
e anda efeita
o lance das maquina e merda perto do esquema da centro
so de denuncia aqui temos um caminhaão
e porque ninguem mexe na centro
desde a epoca do joraão dejar que acoisa ta feia
e nada e feit
vamos apurar aquilo
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obs.
se arrecada mais de 5 milhoes a cada 3 meses de santa efigenia, 25 de março bras maquinas motos bingos e puteiros na centro
a cada mes mais de 1,5 milhoe na mão dos recolhas secc e cehfes
fazem uma investigação e vejam se estams mentindo
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AINDA BEM QUE OS PROMOTORES E OS POLICIAIS DA CORREGE SÃO HONESTOS…RSRS…ME SINTO MAIS TRANQUILO!!! QUE PIADA…PRENDER FUNCIONÁRIO PÚBLICO COM RESIDENCIA FIXA E TETA…QUERO VER E PRENDER LADRÃO…TROCAR TIRO…COMEDIA ESSES PROMOTORES DE BOSTA…PENSA QUE NÃO TOMAM UMA NOTA TAMBEM…JÁ OUVIRAM FALAR NO PAGLIUSI??? E OUTRA, QUADRILHA PARA JOGO DE AZAR QUE É CONTRAVENÇÃO??? MUDARAM O CÓDIGO PENAL E NÃO AVISARAM NINGUEM, SÓ OS PROMOTORES DO CASO E A CORREGE…VAI TROCA TIRO SEUS BOSTAS…CORREGE, PROMOTORES E MARIA INÊS…PATAQUADA
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Só não entendo uma coisa , na reportagem publicada na folha online nesse link aqui http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u622930.shtml consta o nome de todos os Policiais Civis envolvidos os investigadores e o delegado , todos lá escraxado! porem na mesma matéria diz que a SSP não divulgou o nome dos Pms na ativa? Gostaria de entender essa diferenciação PC escraxa PM esconde , coisas do Pinto né vai enteder…
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cade os nomes dos Policias
Porque a marines não investiga seus AFILHADOS NA POLICIA que ja foi Secc., titular hoje esta no Demacro.
invade a casa dele e ve o que tem de Joias Relógios e Grana, alias não é casa é apartamento.
jaja mando o Nome.
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Delegado e mais 9 policiais são presos acusados de explorar jogo
Cinco delegacias foram revistadas na 1.ª grande ação após corregedoria ficar independente
Bruno Tavares e Marcelo Godoy
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Uma organização criminosa que explorava o jogo ilegal, corrompia policiais e lavava dinheiro da máfia dos caça-níqueis foi desarticulada ontem pela Operação 11 de Setembro. Ao todo 17 pessoas, entre elas um delegado e nove investigadores, foram presas e 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos por cerca de 200 policiais da Corregedoria da Polícia Civil e por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Cinco delegacias foram revistadas na primeira grande ação desde que a corregedoria se tornou independente, há um mês.
“Essa operação é fruto do trabalho da corregedoria, que cortou na própria carne”, afirmou ontem o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. Entre os detidos está o delegado João Rosa, titular do 73º Distrito Policial, no Jaçanã, na zona norte de São Paulo. Ele é suspeito de lavagem de dinheiro da máfia dos caça-níqueis. Rosa foi detido em casa, na Aclimação, região central. Era o alvo “Alfa” da operação. Os corregedores revistaram sua casa em busca de anotações, extratos bancários e computadores.
Além dele, foi preso o investigador Maurício Rocha, do 1º Distrito Policial de Guarulhos, na Grande São Paulo. Rocha era acusado de ser sócio de José João da Silva, o Jabá, apontado como um dos chefes da máfia dos caça-níqueis em Guarulhos. Jabá e o investigador seriam sócios em uma loja de automóveis na Rua Jamil João Zarif, em Guarulhos. Ali os fiscais da Receita Federal encontraram 20 motocicletas e 15 carros com supostas irregularidades administrativas, o que levou à apreensão dos veículos.
Outros cinco investigadores foram presos – dois deles eram chefes de investigadores dos 7º DP e do 9º DP de Guarulhos. A cidade teve cinco de suas nove delegacias revistadas. A Delegacia Seccional de Guarulhos informou que os policiais investigados que ocupam cargos de chefia serão afastados.
Também foram presos três policiais militares acusados de conivência com o jogo. Segundo as investigações, os policiais recebiam dinheiro para permitir o funcionamento das máquinas. Em um imóvel relacionado pelos corregedores ao policial Rocha foram achados caça-níqueis. Os suspeitos lavariam o dinheiro do jogo em supermercados e lojas de carros.
A investigação identificou ainda três laboratórios para a construção de máquinas. O maior ficava na Avenida Eduardo Cotching, na Vila Formosa, na zona leste. Ele seria da empresa Real Games. Outro na Vila Formosa cuidava dos aparelhos para recolher as notas de dinheiro. O terceiro montava máquinas e pertenceria à empresa Paquito Games. Além de Jabá, outros supostos integrantes da máfia investigados são os comerciantes Roberto de Assis Neto, o Abóbora, e Edson Souza Pepe. Os advogados dos acusados não quiseram se pronunciar.
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De madrugada, agentes receberam envelopes lacrados com …
12.09.2009 – 05h12
A prisão do delegado João Rosa provocou reações na Polícia Civil. O presidente do Sindicato dos Delegados, José Leal, foi à sede da corregedoria, na Consolação, no centro, manifestar sua solidariedade ao colega preso. “Fui dar apoio moral sim. Ele (Rosa) tem residência e emprego fixos. Essa prisão era absolutamente desnecessária. A corregedoria foi truculenta.”
Leal reconheceu, no entanto, que a prisão temporária é instrumento importante da autoridade policial para a apuração de crimes. “Mas nesse caso ela não se aplicava. Conheço o João, conheci seu pai e conheço suas irmãs. Ele tem berço.” Segundo ele, o sindicato existe para defender a categoria. “Isso não é corporativismo.” Leal não pôde ver o amigo.
A Operação 11 de Setembro foi preparada durante uma semana após nove meses de investigações, que começaram com os promotores do Gaeco e foram encampadas pela delegada Maria Inês Trefiglio Valente, que assumiu a corregedoria em abril. Ela destacou o chefe da corregedoria do interior, delegado Luiz Rezende Rebello, para planejar a ação.
A ordem para os policiais era “descer a marreta”. Mostrar que a “polícia da polícia” estava de volta – assim era conhecida a corregedoria até 1993, quando era chefiada pelo delegado Guilherme Santana. Eram 3h45 de ontem quando os cerca de 200 policiais e promotores se reuniram no auditório da corregedoria, para formar as mais de 30 equipes que participaram da operação. Para cada uma delas foi dado um envelope lacrado com as informações sobre o local e quem devia ser preso. Também foram distribuídos malotes com cadeados para a guarda de material apreendido.
O objetivo da operação era achar documentos, computadores e agendas nas casas e escritórios dos investigados. Os mandados de prisão temporária por cinco dias dos acusados foram expedidos pela 5º Vara Criminal de Guarulhos – só um dos investigados, dono de caça-níqueis, permanecia foragido até ontem.
fonte: O Estado de São Paulo
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Ordem era mostrar que a ‘polícia da polícia’ voltou
A prisão do delegado João Rosa provocou reações na Polícia Civil. O presidente do Sindicato dos Delegados, José Leal, foi à sede da corregedoria, na Consolação, no centro, manifestar sua solidariedade ao colega preso. “Fui dar apoio moral sim. Ele tem residência e emprego fixos. Essa prisão era absolutamente desnecessária. A corregedoria foi truculenta.”
A Operação 11 de Setembro foi preparada após nove meses de investigações, que começaram com os promotores do Gaeco e foram encampadas pela delegada Maria Inês Trefiglio Valente, que assumiu a corregedoria em abril. Ela destacou o chefe da corregedoria do interior, delegado Luiz Rezende Rebello, para planejar a ação.
A ordem para os policiais era “descer a marreta”. Mostrar que a “polícia da polícia” estava de volta – assim era conhecida a corregedoria até 1993, quando era chefiada pelo delegado Guilherme Santana. Eram 3h45 de ontem quando os cerca de 200 policiais e promotores se reuniram na corregedoria, para formar as mais de 30 equipes. Para cada uma delas foi dado um envelope lacrado com as informações sobre o local e quem devia ser preso. Também foram distribuídos malotes com cadeados para a guarda de material apreendido.
O objetivo era achar documentos, computadores e agendas nas casas e escritórios dos investigados. Os mandados de prisão temporária por cinco dias dos acusados foram expedidos pela 5º Vara Criminal de Guarulhos – só um dos investigados, dono de caça-níqueis, não foi preso.
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Jogo ilegal leva policiais à cadeia
BRUNO TAVARES e MARCELO GODOY
Uma organização criminosa que explorava o jogo ilegal, corrompia policiais e lavava dinheiro da máfia dos caça-níqueis foi desarticulada ontem pela Operação 11 de Setembro. Ao todo 17 pessoas, entre elas um delegado e 9 investigadores, foram presas e 45 mandados de busca e apreensão foram cumpridos por cerca de 200 policiais da Corregedoria da Polícia Civil e por promotores do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Cinco delegacias foram revistadas.
“Essa operação é fruto do trabalho da corregedoria, que cortou na própria carne”, disse o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. Entre os detidos está o delegado João Rosa, titular do 73º Distrito Policial, no Jaçanã, zona norte. Ele é suspeito de lavagem de dinheiro da máfia dos caça-níqueis. Rosa foi detido em casa, na Aclimação, no centro. Os corregedores revistaram sua casa em busca de anotações, extratos bancários e computadores.
Além dele, foi preso o investigador Maurício Rocha, do 1º DP de Guarulhos, Grande São Paulo. Rocha era acusado de ser sócio de José João da Silva, o Jabá, apontado como um dos chefes da máfia dos caça-níqueis em Guarulhos. Jabá e o investigador seriam sócios em uma loja de automóveis na cidade, na Rua Jamil João Zarif. Ali os fiscais da Receita Federal encontraram 20 motocicletas e 15 carros com supostas irregularidades administrativas, o que levou à apreensão dos veículos.
Outros cinco investigadores foram presos – dois deles eram chefes de investigadores dos 7º DP e do 9º DP de Guarulhos. A cidade teve cinco de suas nove delegacias revistadas. A Seccional de Guarulhos informou que os policiais investigados que ocupam cargos de chefia serão afastados.
Também foram presos três PMs acusados de conivência com o jogo. Segundo as investigações, eles recebiam dinheiro para permitir o funcionamento das máquinas.
A investigação identificou ainda três laboratórios para a construção de máquinas. O maior ficava na Avenida Eduardo Cotching, na Vila Formosa, zona leste. Além de Jabá, outros supostos integrantes da máfia investigados são os comerciantes Roberto de Assis Neto, o Abóbora, e Edson Souza Pepe. Os advogados dos acusados não quiseram se pronunciar.
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“viu como vaza as coisas”:
ô cabeção:o airton ta no DHPP se vc não sabe…Reinaldo ta afastado faz uma cara.Se liga seu cagueta.Bem q vc queria uma notinha facil ne???
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Sala de jogos descoberta em caféLuis Kawaguti
do Agora
A Polícia Civil estourou na tarde de ontem um videobingo clandestino que funcionava com a fachada falsa de uma cafeteria elegante em Santa Cecília, na região central de SP.
Policiais são acusados de explorar caça-níqueis
Em depoimento à polícia, dois gerentes do estabelecimento negaram que o local era usado para prática de jogo ilegal e disseram que se tratava de uma lan house.
Aberto há pelo menos um mês, o espaço começou a despertar a curiosidade da vizinhança por ser uma cafeteria que nem sempre tinha café para servir.
O local era um dos únicos estabelecimentos da alameda Barão de Limeira que ficava permanentemente funcionando, inclusive nas madrugadas, com dois seguranças na porta.
Policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais) da 1ª Delegacia Seccional descobriram ontem que atrás do café funcionava um salão com decoração luxuosa, com 30 computadores ligados em rede, onde estavam dez supostos apostadores.
Ao ver os policiais, funcionários usaram uma chave que acionava um dispositivo nos computadores para substituir em segundos as telas de jogo por páginas de e-mail na internet. O sistema servia para disfarçar o videobingo de lan house, segundo a polícia.
“Todo o equipamento foi apreendido e passará por perícia. Se o jogo ilegal for constatado os donos serão indiciados por promover jogo de azar”, disse o delegado Fábio Bolzani.
Bingos
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) fechou no fim do mês passado quatro bingos que funcionavam em Santo André (ABC) alegando possuir liminares autorizando sua atividade.
Segundo a promotora Mylene Comploier, a prática do bingo é ilegal e nenhum estabelecimento pode mais funcionar amparado em liminar.
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Vai ficar só nisso ????? e a continuação na pirâmide, se escalar vai chegar em quem ??????? nós policiais sabemos muito bem onde vai parar, por isso ficará só na “base”, fiquem espertos policiais coniventes com esta merda, vc pode ser o próximo e os que realmente ganham muito dinheiro ficam intocáveis, esta é a verdadeira máfia, sacrificam os peixes pequenos para encobrir os tubarões, gostaria de ver os promotores me acompanharem numa cana de verdade.
Não sou contra o combate a corrupção, porém ela tem que ser verdadeira e não só fumaça, e nas demais regiões do estado, e os superiores hierárquicos não sabiam de nada!!!!!!!!!! onde está a apuração da prevaricação – chefes dos chefes – ?????????? Por que não divulgaram os nomes dos PMs?????????? Onde está o estado democrático de direito, só existe pros manos ?????
Sei que policial corrupto é pior que bandido, deve ser punido exemplarmente, porém deve também ser investigado exemplarmente, garantido todos seus direitos, pra não cometermos injustiças. começando pela investigação em cima de todos e não só dos “bagrinhos”.
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Concordo plenamente com o colega Dartanhan e digo mais… e os deputados, vereadores e prefeitos envolvidos com jogo de azar….
punir exemplarmente????entao feche as portas da policia, pois mesmo quem nao participa, PREVARICA, afinal todos sabem que em todas as delegacias, todas, o esquema e igual.
essa operacao nada mais foi que uma campanha de marketing da Corregedoria e SSP. Aguardem que vem mais, peixes pequenos cuidado, vao ser comidos pelos proprios tubaroes que convivem com vcs
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E fica por ai não existe masi envolvidos é tudo fruto da minha imaginação e dos senhores imaginem que alguém da hirarquia superior receber propina dos rais midudas isto não acontece na Policia Civil de SP.
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Infelizmente, todos prevaricam, isso da faxineira de um orgão Policial(PC e PM) até os governandes do Estado. Como vamos acabar com as coisas erradas, uma vez que as pessoas concorrem a cargo publico, mesmo com nome sujo, ganham e fazem a festa? As vezes as pessoas prevaricam, para poder continuar vivendo. O duro é não poder fazer nada, pois os atos mais absurdos vem das pessoas que mandam, assim sendo, todos nos brasileiros prevaricamos. Em certa ocasião um sabio disse : ” morram-se todos e começa tudo de novo, assim vai ter um espaço de tempo sem corrupção até os atuais aprendeerem a fazer a mesma coisa.
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As vezes agente fala sem pensar é erra.
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