ENTENDO, LEMBRANDO ASSIM A REDE GLOBO ACERCA DA FUGA DE PAULO REINON DE AGUIAR 3

Enviado pelo CORUJA em 15/08/2009 às 18:57

Olá, Conde!!! Agora só falta a corregedoria esclarecer a fuga do Paulo Reinon do CDP-Belém II. Policiais atuaram na fuga do comparsa do Abadia. Ahhh…..sim…só vai esclarecer se a GLOBO ficar sabendo….e se for matéria de capa……entendi!!!!

01/03/2008- 08h23

Com escolta falsa, preso foge de prisão pela porta da frente

da Folha de S.Paulo

A polícia vai investigar a fuga de um presidiário pela porta da frente de uma unidade do Centro de Detenção Provisória do Belém 2 (zona leste), escoltado por criminosos que se passaram por policiais civis e enganaram o sistema de segurança.

O Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado) convocará agentes penitenciários e funcionários para depor sobre a fuga de Paulo Reinon Vieira de Aguiar no dia 11 de janeiro –percebida apenas 45 dias depois.

Aguiar foi preso por suspeita de tráfico de drogas em março de 2007 por policiais do Denarc (Departamento de Narcóticos). Para resgatá-lo em janeiro, dois criminosos se passaram por investigadores do Denarc com os nomes falsos de Carlos Eduardo Gonçalves e Eduardo de Oliveira.

Eles conseguiram entrar no complexo do Belém usando um carro de polícia clonado e portando dois documentos: um ofício de retirada de preso e uma ordem de saída. O primeiro estava assinado por um delegado chamado João Jorge Rangel Morando, que pertenceria à delegacia Diap, do Denarc. No entanto, o suposto delegado e mesmo a delegacia não existem, segundo a polícia.

O ofício dizia ainda que os dois falsos policiais deveriam retirar Aguiar do CDP e levá-lo para o Denarc, onde permaneceria por cinco dias para ser interrogado.

O outro documento era uma falsa autorização judicial para a saída do preso do CDP. A ordem dizia que a escolta de Aguiar até o Denarc havia sido autorizada pela juíza Ariane de Fátima Alves Dias, do Decrim (Departamento de Execuções Criminais). Porém, essa juíza trabalha em outro setor, o Dipo (Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária).

Segundo o Tribunal de Justiça, a juíza confirmou que a ordem foi forjada e abriu um inquérito e um processo administrativo para apurar o caso.

“Eles estacionaram o carro ao lado do semi-aberto, dentro do complexo, e foram buscar o preso. Acho que os agentes que cuidaram da liberação eram um pouco inexperientes e, além disso, o documento falso estava muito bem feito”, disse um agente penitenciário do Belém 2 que pediu para não ter o nome revelado.

Uma vez com Aguiar dentro do carro clonado, os falsos policiais não tiveram problemas em deixar o CDP e desaparecer.

Os funcionários do CDP só perceberam a fuga quando procuraram o preso, no dia 27 de fevereiro, para notificá-lo de uma audiência na Justiça.

Colaboração

Para tentar identificar os responsáveis pelo erro, policiais da 3ª delegacia do Patrimônio do Deic devem ouvir funcionários do CDP que estavam de plantão no dia da fuga. O Deic investiga se a fuga contou com a colaboração de alguém que trabalha na unidade prisional.

A SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) se limitou a divulgar por meio de sua assessoria de imprensa que “está tomando todas as providências para apurar a fuga”.

Aguiar havia sido preso no dia 13 de março de 2007 no aeroporto de Congonhas. Policiais do Denarc haviam descoberto que ele viajaria à capital paulista para resolver um problema de sua quadrilha em relação ao armazenamento de drogas em Itapecerica da Serra.

Ele foi preso quando desembarcou e levou os policiais a uma casa onde funcionava um laboratório de drogas.

No local foram encontrados cerca de 800 quilos de cocaína e os suspeitos Emerson Alves Amorim, 29, José Eduardo Peccora de Oliveira, 28 e Rogério Edson da Silva, 24, que foram presos

Um Comentário

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  2. Preso, procurador do Estado xinga policiais no Pará

    A prisão do procurador do estado do Pará, Paulo de Tarso Dias Klautau Filho, e sua reação na delegacia foram parar no YouTube. Preso em flagrante acusado de dirigir embriagado, o procurador foi levado à Seccional do Comércio e, enquanto esperava ser autuado, foi filmado ofendendo policiais. As informações são do Diário do Pará.

    Ele chegou a dizer que chamou o policial de “babaca” e perguntou se isso era crime, dizendo tratar-se de “direito de opinião”. Ele ficou irritado por ter de esperar e tentou invadir a sala do delegado. Depois de prestar depoimento, Paulo de Tarso Klautau pagou fiança e foi liberado ainda durante a madrugada. Os policiais e o delegado envolvidos no caso foram procurados pelo Diário do Pará, mas não quiseram se pronunciar sobre o caso.

    O procurador do Estado pediu desculpas pelos xingamentos feitos a policiais. “Errei, admito. Quero pedir desculpas diante dos policiais e da população”, afirmou. Ele disse que sua conduta não foi exemplar e que deve responder pelo que fez.

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