ASSUNTOS ESTRATÉGICOS DA POLÍCIA CIVIL BANDEIRANTE: se necessário com o recurso a serviço de consultoria especializada ( BI$ $OLUTION ) 10

 

Portaria DGP-20, de 18-6-2009

Institui a Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos da Polícia Civil – CPPE

O Delegado Geral de Polícia

Considerando que o planejamento estratégico institucional

deve representar processo gerencial contínuo e sistemático

para segura formulação de objetivos, bem assim para correta

seleção e execução de programas de ação, em consideração às

condições internas e externas e, sobretudo, à missão constitucional

de polícia judiciária atribuída à Polícia Civil;

Considerando, também, a necessidade de implantação de

uma gestão por projetos e monitoramento de resultados, como

ferramenta de apoio ao planejamento e controle das ações próprias

da instituição;

Considerando, ainda, que o planejamento estratégico,

como processo racional de atuação administrativa, recomenda

uma coordenação centralizada e uma ampla ação cooperativa

por todas as unidades policiais civis envolvidas;

Considerando, por derradeiro, que o princípio constitucional

da eficiência impõe criteriosa avaliação de alternativas e

rigoroso controle dos processos de alocação de meios para

alcance dos objetivos institucionais fixados, resolve:

Artigo 1º – Fica instituída, no âmbito da Delegacia Geral de

Polícia Adjunta, DGPAd, a Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos, CPPE, com a atribuição de subsidiar a

gestão superior dos processos de fixação de objetivos institucionais,

de concepção e seleção de estratégias, bem como de

utilização experimental de modelo estratégico proposto com

vistas ao correto exercício das atribuições acometidas à Polícia

Civil.

Artigo 2º – São definidos como estratégicos os projetos institucionais

visando:

I – aprimoramento das atividades de polícia judiciária nas

unidades territoriais e especializadas;

II – aperfeiçoamento do sistema de identificação civil;

III – modernização da gestão administrativa;

IV – reestruturação orgânica e funcional;

V – outros objetivos de fixação superveniente, desde que

estritamente conexos às atribuições legais da Polícia Civil.

Artigo 3º – Incumbirá à Delegacia Geral de Polícia Adjunta,

DGPAd, prover a Coordenação de Planejamento e de Projetos

Estratégicos, CPPE, dos recursos materiais e humanos necessários

ao eficiente desempenho de suas atribuições, se necessário

com o recurso a serviço de consultoria especializada.

Parágrafo único – Fica autorizada a convocação de servidor

para, sem prejuízo das normais atribuições do cargo ou da originária

fixação de sede de exercício, prestar, temporariamente,

suporte especializado às atividades da Coordenação de

Planejamento e de Projetos Estratégicos, CPPE.

Artigo 4º – A gestão da Coordenação de Planejamento e de

Projetos Estratégicos, CPPE, ora criada, caberá ao Delegado de

Polícia Dr André Dahmer, RG 8.415.929.

Artigo 5º – Esta portaria entra em vigor na data de sua

publicação, revogando-se as disposições contrárias, em especial

a Portaria DGP-6, de 18-2-2002

______________________________________________

A JULGAR DOS  TERATOLÓGICOS E TAUTOLÓGICOS TERMOS A CONSECUÇÃO DOS RESULTADOS PRETENDIDOS SÃO DESLUMBRANTES…

ENTENDERAM O QUÊ?

JÁ SEI!…

“P”.”N”.

  

Um Comentário

  1. CARO DR GUERRA,

    CASO A PRIMEIRA PROVIDÊNCIA INDICADA NÃO SE REFIRA A DEIXAR DE FAZER ESCOLTA, ATIVIDADE, INDISCUTÍVELMENTE, DA ALÇADA DA POLÍCIA MILITAR! NÃO PODEREMOS, DE FATO. TER ESPERANÇAS DE QUE TAL COORDENAÇÃO, TERÁ FINALIDADE DIVERSA, DO, TAMBÉM RECENTE, DPPC!

    AFF! ACHO QUE ESTAMOS, REALMENTE, PRECISANDO UNIR FORÇAS, PARA TRAZER PRÁ SÃO PAULO OS INTELIGENTES BAIANOS DO SINPOC/BA, ACOMPANHADOS DE TODOS OS SEUS ORIXÁS, PARA QUE NOS ENSINEM A DIFÍCIL CIÊNCIA DO RESGATE DA DIGNIDADE!

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  2. A gestão da Coordenação de Planejamento e de

    Projetos Estratégicos, CPPE, ora criada, caberá ao Delegado de

    Polícia Dr André Dahmer, RG 8.415.929.

    Para quem tinha sido execrado e alocado em um plantão de delegacia, agora coordenador dp CPPE, uma revolução das grandes….

    espero que essa coordenadoria seja respeitosa com os assuntos democráticos de direito, pois, algo me diz que seja um DEPARTAMENTO do tipo ARAPONGA …. quero estar enganado, mas me parece ser um tipo de SNI a moda PAULISTA … ou tipo, ABIN…

    Vamos aguardar para ver.

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  3. O Doutor ANDRE deveria visitar as Delegacias do interior e ver a necessidade que passam, por material … instalaram RDO em HORTOLANDIA e sequer cartucho de toner tem para as impressoras…. ai inventaram adaptar e liberar os drives para impressoras MATRICIAIS…. comédia … fica um serviço sujo, vergonhoso, e um lixo…

    Uma incongruência …. sistema informatizado (dito de primeiro mundo…rsss…não é o dos melhores, mas é bem melhor do que maquina de escrever e IDP / SICOP)…. utilizando impressora MATRICIAL….

    Vejam como a POLICIA anda para trás ….enquanto outras instituições se modernizam nos equipamnetos …(hardware), a POLICIA CIVIL permanece usando IMPRESSORA MATRICIAL….

    Portanto, a Delegacia Geral de Polícia Adjunta,

    DGPAd, e a Coordenação de Planejamento e de Projetos

    Estratégicos, CPPE deveriam revisar isso e passarem a OBRIGAR a se comprar TONER para uso das impressoras das DELEGACIAS que possuem RDO …. como em HORTOLANDIA, por exemplo.

    Vamos investir no que temos, material bom, de qualidade, etc….

    Outra coisa, seria interessante liberar uma estação na DELEGACIA DE POLICIA, ligada ao site da POLICIA CIVIL, para que os populares possam registrar BO na DELEGACIA DE POLICIA ELETRONICA … iria desafogar em muito os balcões dos Distritos ….

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  5. Não vou criticar pois, não seria justo muito menso honesto, contudo como cidadão e Delegado de Pol[ícia acompanharei os feitos de tal criação e seus trabalhos bem como sua finalidade espora sinceramente que seja um setor sério no interior da Polícia Civil de SP.

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  6. Rapaz esses caras estão com brincadeira. Querem fazer milagre, com um número insuficientes de funcionários estressados e doentes. Não adiante Delegado ganhar o GAT, e ter que trabalhar com apenas um escrivão e um investigador, quando tem. Eles estão em outro planeta. Cuidado em estamos sendo monitorados…..

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  7. CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO

    Senhor Bandido.

    Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

    Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.

    Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

    Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.

    Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

    Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.

    Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.

    Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
    Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

    Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

    Autor:
    Wilson Ronaldo Monteiro
    Delegado da Polícia Civil do Pará

    Enviado por:
    Abelardo Gomes da Silva Júnior
    Assoc. dos Militares Bachareis em Direito
    Diretor Presidente

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