CASO DE CHINELAGEM: PROMOTOR EXIGIU UM TELEVISOR PARA BENEFICIAR BICHEIRO 3

Enquanto não analisa as denúncias contra Alcyr, o Órgão Especial do TJ-SP está julgando o mandado de segurança do primo dele, Fernando Menna Barreto de Araújo, promotor de Justiça que atuava em Araras, também no interior paulista, e está afastado desde o ano passado, com base na mesma lei. Ele tenta retornar ao cargo. O julgamento está parado devido a pedidos de vistas do processo por desembargadores.

Primo
Fernando está no MP-SP desde 1991 e é promotor de segunda entrância. Ele é acusado de concussão. Segundo a denúncia, ele exigiu uma televisão de 34 polegadas para se manifestar favoravelmente à revogação da prisão do bicheiro Ezaldivar Victorino.

Ele teria negociado com o filho do contraventor, o também bicheiro Ezaldivar Victorino Júnior. A negociação teria sido intermediada por Marcos Luperini. Mesmo sem ter oficiado no caso, o promotor teria exigido receber a televisão.

Segundo a denúncia, o aparelho foi pago com um cheque de Ezaldivar Júnior e teria sido entregue na casa de Luperini. A nota fiscal teria sido feita em nome da mulher do promotor. A denúncia foi feita em fevereiro de 2003 pelo então procurador-geral de Justiça, Luiz Antonio Guimarães Marrey.

Procurado diversas vezes em seu escritório, o advogado de Fernando, Ruy de Mello Tucunduva, não respondeu aos telefonemas do repórter de Última Instância.

Terça-feira, 14 de junho de 2005

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