DIGNIDADE OU MORTE! 10

O Governo de São Paulo é como a Coroa Portuguesa.
Dele só podemos esperar humilhação, escravidão e morte…
(encaminhado por colaborador)

Um Comentário

  1. A estrada para o sucesso é uma via não pavimentada. Carece também de sinalização e iluminação. Botinas nos pés, uma bússola, uma lanterna e um guarda-chuva nas mãos, são poucos aqueles dotados da capacidade de se embrenhar por um terreno árido, pisar as pedras, queimar a face no calor do sol e permanecer na mesma trilha com determinação.

    Pasteur dizia que a diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana. Que esta vontade se manifeste em você pela iniciativa, pela perseverança, pelo comprometimento e pela autoconfiança. Que seus desejos ganhem asas; seus olhos, brilho; seu rosto, sorriso.

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  2. Assim, aos que atravessam crises, tenho muitos desejos. Desejo-lhes primeiro o discernimento, porque é preciso separar as crises reais das imaginárias e distinguir o mudar do mudar para melhor. Desejo-lhes a flexibilidade, pois deve-se aprender a curvar-se diante da inexorabilidade dos fatos mesmo quando confrontados com os argumentos mais sólidos. Desejo-lhes a ousadia, porque é preferível tentar e arriscar a inclinar-se frente ao receio e às adversidades. Desejo-lhes a criatividade, pois o mundo solicita que se faça diferente para que se possa evoluir. Mas, sobretudo, desejo-lhes a coragem, para dominar o medo, para realizar escolhas, para abdicar da estabilidade infeliz, para combater a hesitação, para negar o que não lhes convém e para exigir o que lhes é próprio, por direito divino. Você faz o que te dá medo e ganha coragem depois. Não antes. É assim que funciona.

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  3. Interessa-me saber o que farão com os milhares de profissionais envolvidos, mais do que a cor da última linha do balanço das falsas estatisticas. O Estado brasileiro se desenvolveu e esqueceu a nação, as empresas brasileiras cresceram e esqueceram as pessoas que nelas trabalham. o Estado enriqueceu e se esqueceu de seus deveres e obrigaçoes, dos que dao a vida em plantoes, e rondas e receberam um grandioso, quando nao mais tiverem forças FODA-SE.

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  4. Humilhação, Escravidão e Morte…
    É tudo que esses políticos que se enquadram como “perseguidos” durante o regime militar, querem fazer com a Polícia. E depois do regime nos pagam com essa moeda. Demissões absurdas, salários aviltantes, mordaça, bondes, Dirigentes Policiais Pederastas, Mortes demasiadas em serviço e fora dele (nunca se matou tantos policiais na história, nem na revolução paulista)
    Acordem Policiais para isso!!!
    É Revanchismo mesmo!
    Nos próximos ataques do PCC deveremos nos portar como estátuas e deixem o Sr. Marcola atacar as Autoridades.
    Veremos a fuga desses covardes, brincando de esconde-esconde, fugindo de tudo e de todos, como aconteceu anteriormente.
    Quero ver como eles vão se defender- se é que vão- ou vão pedir penico para os verdadeiros policiais, aqueles que hoje clamam por um salário digno!
    Mas nesse hora… daremos nossa resposta.

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  5. Este teve ao menos Dgnidade de assumir por que o Marzagao nao toma o exemplo e assume tambem.

    O secretário de segurança pública do Estado do Ceará afirma: “Enquanto tivermos uma estrutura de Polícia Civil falida como é hoje, não vamos ter uma maneira de investigar de forma eficiente essas execuções. A Polícia Civil está falida”. A afirmação vem carregada de constrangimento, diante de uma matança assustadora na Capital e suas cidades metropolitanas, com 248 mortes até julho deste ano contra 337 ao longo de 2007. Como investigar homicídios sem efetivo? Como confirmar a autoria de uma morte sem polícia científica? Como intimidar a ação de alguns policiais que se corrompem para o crime e matam sumariamente por serviço ou vingança? E as milícias clandestinas, que sacramentam o “bico policial” e estabelecem um poder paralelo?
    Diante de tais circunstâncias, cabe-nos uma reflexão: A mentira tem pernas curtas.
    O governador Cid Gomes ganhou a eleição com propostas fantasiosas de segurança pública, e agora começam a começam a cair por terra as promessas mirabolantes.

    “POVO ENGANADO, É POVO REVOLTADO”. AGUARDEM!!!

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  6. Neste descontrole — e despreparo — policial pode estar a origem da maioria das “balas perdidas” que têm atingido dezenas de inocentes no Rio de Janeiro. Se aqui embaixo usam desta truculência despropositada, acuados e em confronto com a bandidagem eles são capazes de atirar na própria sombra — quanto mais na sombra alheia…

    Todos os dias os jornais denunciam casos de policiais envolvidos nos mais diversos crimes, de grupos de extermínio a quadrilhas organizadas para assaltos — e eles são os mesmos que supostamente teriam que dar proteção à sociedade. E aí, como é que fica? Quem se sente seguro sendo “protegido” por tipos assim? É aquela atualíssima história, que tão bem o cronista Chico Buarque descreveu na sua composição: “Chame o ladrão!”

    O jornalista Lênin Novaes, na sua dor profunda de perder um filho vítima de “bala perdida”, disse que a violência é animalesca. Nestas horas de sofrimento, compreensível o simbolismo, mas até os animais se respeitam mutuamente, e só atacam uns aos outros ou quando estão com fome ou quando precisam se defender de um predador. Desculpe-me, dileto companheiro Lênin, eu entendo sua dor, mas a violência com que convivemos hoje, principalmente no eixo Rio-São Paulo, é coisa nossa, de nós mesmos, seres humanos, e de décadas de ausência de políticas públicas do Estado.

    Tudo na vida tem um por quê — e, se a instituição policial se encontra falida, a responsabilidade maior não é dela, foi todo um ciclo de deterioração ao longo do fenômeno que a contaminou, com sua militarização pelas Forças Armadas nos anos de chumbo e, mais recentemente, o uso político da instituição pelo menos pelos últimos três governadores anteriores ao atual. Todos eles fizeram politicagem com a instituição policial, a ponto de lançar seus respectivos Secretários de Segurança e Chefes de Polícia como candidatos a Deputado nos últimos 12 anos. Em vez de termos policiais fazendo segurança pública, investigando e correndo atrás para esclarecer os índices alarmantes de homicídios não solucionados e outros crimes, tivemos policiais correndo atrás de votos para seus comandantes e chefes.

    Essa cumplicidade policial com políticos nunca deu certo. E é favor não confundir politização com politicagem. Politização é o mais alto grau de cidadania que um indivíduo exerce na sociedade. Já politicagem é o uso da política para fins indevidos, exatamente aquilo que aqueles três governadores fizeram.

    Por Antonio Avelar ass.bras. de imprenssa ABI.

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  7. CONCORDO COM TUDO O QUE FOI ESCRITO AQUI PELOS ANÔNIMOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  8. Aquele do filme, que iria matar o político safado, mas resolveu aniquilar uma quadrilha, inclusive o policial corrupto que foi buscar o dinheirinho da prostituição e aproveitaria para dar um picote na mocinha de 12 anos (idade à época da atriz famosa J. Foster). Ficou com o pi… na mão. Pena que não pode matar o político safado e mentiroso.

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