SECRETÁRIO-ADJUNTO(advogado) PARA QUÊ PRECISA? EU NÃO SEI, MAS O ALDO E O NELSON DEVEM SABER… Resposta

30/04/08 às 22:05
Secretário diz que mantém apenas relação profissional com investigador
Por Marcelo Godoy
São Paulo, 30 (AE) –

A Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública informou que o secretário-adjunto da pasta, Lauro Malheiros Neto, mantém apenas relações profissionais com o investigador Augusto Pena.
A assessoria admitiu que o policial foi defendido pelo escritório do pai do secretário, Lauro Malheiros Filho, em um processo de dissolução de união estável.
A assessoria informou ainda que o secretário-adjunto teve sua inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) suspensa desde que assumiu o cargo na secretaria, em 1º de janeiro de 2007.
A reportagem informou à secretaria o teor do depoimento dado ao Gaerco pelo delegado Nelson Silveira Guimarães, no qual o atual diretor da Divisão de Crimes de Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) diz que Malheiros Neto interveio a favor de Pena logo depois de ser nomeado para o cargo.
A reportagem solicitou à Assessoria de Imprensa que o secretário-adjunto contasse a sua versão sobre os fatos, mas não obteve resposta.
O jornal “O Estado de S. Paulo” disse ainda à secretaria que havia apurado a informação de que Malheiros Neto telefonou para o Gaerco há duas semanas e conversou com o promotor José Barbutto.
O secretário teria dito que recebera um ofício sobre um caso no qual os investigadores Augusto Pena e José Roberto Araújo e um delegado de polícia se acusavam mutuamente.
Malheiros Neto teria demonstrado preocupação de que ocorresse alguma injustiça no caso.
A Secretaria da Segurança Pública não respondeu também se essa conversa ocorreu e qual o seu conteúdo na versão de Malheiros Neto.
No caso dos investigadores Pena e Araújo, ambos negam a extorsão de dinheiro do enteado de Marcola e as demais acusações investigadas pelo Ministério Público. Pena afirma que sua ex-mulher é uma desequilibrada, que já esteve internada para tratamento psiquiátrico.
Regina Célia teria sido garota de programa antes de se casar com Pena.
A brigas entre os dois seriam constantes.
Pena acusa a mulher de querer matar o filho do casal, de quem obteve a guarda judicial.
Regina afirma que o ex-marido ameaçou matá-la, invadiu seu apartamento e subtraiu provas.
Os policiais acusam o delegado Ítalo Zaccaro, que trabalhou na inteligência do Demacro, de tentar armar provas para incriminá-los.
Zaccaro também foi ouvido pelo Gaerco e confirmou as declarações feitas pelo delegado Nelson Silveira Guimarães, que era seu superior no Demacro na época em que o enteado de Marcola foi vítima do seqüestro.

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