MARZA…MARZA…MARZAGÃO…TEU ADJUNTO FOI $$$$$$! ADO…ADO…ADO, MALHEIROS É @#&*()( 16

http://www2.paulohenriqueamorim.com.br/?p=6908

Como eu não molhei o maço ,  como se vê na decisão abaixo,  foi o  MALHEIROS que meteu seu carimbaço.

QUANTO TENHO QUE PAGAR PARA VOLTAR PARA SANTOS?

Secretário, não dava pra  fazer por 200 reais?

( tivesse 200 paus  –  R$ 200.000,00  –  pediria exoneração da  Polícia  deste desgoverno de alckimistas )

Alguém quer comprar o meu cargo?

daniella_cicarelliEu vendo!

Legal foi saber, através de O ESTADO,   que o meu governador JOSÉ SERRA, no dia 4 de março de 2009 –  pelas graças de um Delegado do DEIC ( que não pagou pelo caro deixo bem claro ) –  se tornou  a minha CICARELLI.

CARALHO! OS CARA VENDEM DE TUDO…QUANTO QUEREM PRA DEVOLVER O MEU BLOG ? A CULPA É SUA DOUTOR MARZAGÃO…QUEM MANDA NÃO ASSINAR NADA…AH, APROVEITA É TROCA O PROCURADOR DA PASTA! 9

http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=C197CCDD14E94FAC85087427961184E9

Vídeo indica que sócio de ex-secretário negociava cargos na polícia de SP

DVD com denúncia está com o MPE; vaga no Detran custaria R$ 300 mil e absolvição em processo, R$ 100 mil Bruno Tavares e Marcelo Godoy

Um cargo no Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) valia R$ 200 mil ou R$ 300 mil. Uma absolvição em processo administrativo saía por R$ 100 mil.

Os valores constam de um vídeo de 1 hora, 3 minutos e 45 segundos de duração feito de maneira amadora por um investigador e seu advogado, em outubro de 2007.

Eles gravaram a conversa que tiveram com o advogado Celso Augusto Hentscholer Valente, ex-sócio e responsável pela manutenção do escritório de advocacia do ex-secretário adjunto de Estado da Segurança Pública, Lauro Malheiros Neto, no cargo à época.

link link TV Estadão: imagens com a conversa video link link

Entenda o esquema e o que era negociado link link

Acompanhe online a repercussão do caso Malheiros Neto pediu afastamento da secretaria em maio de 2008, após denúncias de ter supostamente beneficiado o investigador Augusto Pena. Preso por achaques contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), Pena recebeu o direito à delação premiada e tem feito uma série de acusações de corrupção policial.

Cópias do DVD – o áudio tem baixa qualidade e a legenda nem sempre acompanha o diálogo – estão nas mãos dos promotores do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Guarulhos e de São Paulo.

O vídeo se junta às denúncias de Pena. Segundo o investigador, Malheiros Neto e Valente comandavam um esquema de venda de cargos e de sentenças de processos administrativos (PAs) para reintegrar e manter policiais corruptos na polícia – o adjunto assinava as decisões em nome do titular da pasta, Ronaldo Bretas Marzagão, de quem era homem de confiança.

Os promotores estão atrás do investigador e do advogado para ouvi-los.

A conversa entre o policial e o ex-sócio de Malheiros Neto – Valente cuidava do escritório de advocacia enquanto o amigo ocupava o cargo na secretaria – ocorreu em outubro de 2007 numa doceria nos Jardins, zona sul de São Paulo. Primeiramente, o investigador conta que procurou Lauro (Malheiros Neto) na Secretaria da Segurança e este pediu que ele procurasse Valente.

O policial queria ajuda para resolver o caso de um amigo que pagaria R$ 100 mil para se livrar de um PA. Valente demonstra insatisfação por ter sido procurado diretamente pelo amigo do policial.

O investigador pede então ajuda para seu caso, pois estava “naquela fita do jogo”.

Valente diz que o problema é grave e pergunta qual a acusação contra o policial e este responde: “288 (artigo do Código Penal sobre formação de quadrilha)”.

Valente então conclui: “A experiência já provou que essa fase de inquérito policial não vale b… nenhuma . Você passa por cima e f…” O único receio de Valente é o Palácio dos Bandeirantes (sede do governo paulista). “Se vier ordem do Palácio, não tem jeito.

É embaçado.” O investigador conta a Valente que muita gente estava falando sobre a suposta ajuda de Malheiros Neto ao investigador Augusto Pena .

Valente demonstra preocupação. “O que tão falando do Augusto?” O investigador responde: “Que o Lauro tá ajudando ele, que ele tá fazendo um monte de tri-li-li.” Valente conta que era advogado do então investigador Jamil Mansur, o Turcão, reintegrado à polícia três vezes, mesmo depois de ser expulso por decisão da Polícia Civil.

O advogado chega ao ponto de usar o nome do governador José Serra, dizendo que ninguém tinha ideia do “conceito que o ?Laurinho? tem com ele”.

Em seguida, Valente conta que, mesmo que os PAs venham do Conselho da Polícia Civil, “com parecer favorável” ao policial acusado, “aí ele (Lauro) vai falar. Esse tá na lista dele”… “Esse negócio de PA, parecer administrativo, é tudo baboseira. Ele (Lauro) resolve…

É um carimbo e um risco e já era.” Em sua denúncia, Pena contou ao Gaeco que Malheiros Neto e Valente ganharam R$ 300 mil de três policiais para reintegrá-los à polícia.

Quase no fim da conversa, o investigador e Valente combinam para que o policial arrume clientes (policiais acusados com PAs).

“Dá pra fazer bem feito(…) Não pode virar carne de vaca”, diz Valente.

O investigador pergunta então como se pode transferir um delegado do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) para o Detran.

Valente responde: “Você tem de pegar alguém que tem uns 200, uns 300 paus na mão, entende. Aí vale a pena.

” Pena disse ao Gaeco que três delegados pagaram de R$ 100 mil a R$ 250 mil pelos seus cargos.

A conversa termina com Valente contando como serão os pagamentos.

“Saiu no Diário Oficial, não deu, não paga.”

E diz: “É na hora. Dinheiro na mão, quando eu te telefonar, tem de ter o dinheiro.

” TRECHOS DA GRAVAÇÃO

A divisão Depois de propor trazer clientes (policiais acusados de corrupção), o investigador pergunta a Celso Valente como deveria ser feita a divisão da propina. Diz querer uma parte e a outra ficaria para o advogado e para o então secretário adjunto.

Valente responde: “Dá pra fazer bem feito… Eu acho o seguinte, eu acho que a minha intervenção aí, não que eu viva disso… é da OAB que eu vivo. Não pode virar carne de vaca.” Dinheiro vivo

Quase no fim da conversa entre o advogado e o investigador, Celso Valente tira as dúvidas do policial sobre o pagamento:

“Eu vou te explicar como é que vai ser. Presta atenção que eu vou falar. Você vai falar, pá, pá, pá. Se tudo der certo, quando chegar na mesa, na mão dele, certo?

Saiu no Diário Oficial, não deu, não paga nada. (…) É na hora. Não, não. Dinheiro na mão. Quando eu te telefonar tem de ter o dinheiro.”

Cargo no Detran O policial pergunta ao advogado como se faz para um delegado ir do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) para o Detran.

“Eu acho que o que você tem de fazer, você tem de pegar alguém que tem uns 200, 300 paus na mão, entende. Aí vale a pena. (…).

O policial então pergunta: “Quando for a hora, o que faz comigo?”.

Valente responde: “Eu te falei que o mínimo é 200 paus.

DEPOIS DE LER OS “FUNDAMENTOS” DO DELEGADO DO DEIC LEMBREI-ME DE UMA MUSIQUINHA DA MINHA INFÂNCIA: DEVOLVA-ME 12

04/03/2009 – 08h20
Blog policial com críticas a José Serra é tirado do ar pela Justiça
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MARINA LANG
colaboração para a Folha Online

A blogosfera policial, que vem aumentando sua popularidade com o surgimento de páginas como Segurança Pública, Cultcoolfreak e Diário de um PM, sofreu uma baixa. O flit-paralisante.blogspot.com saiu do ar.

O “Flit Paralisante” (referência a um antigo inseticida) ficou conhecido por abordar a rotina dos policiais civis no Estado de São Paulo. Em tom de denúncia, seus textos criticam as estruturas internas da corporação e o governador José Serra (PSDB).

“Não sei dizer por que, exatamente, o blog saiu do ar, mas foram em duas ocasiões: a primeira em 30 de outubro [de 2008] e essa de janeiro. A representação, da última vez, trouxe como vítimas o governador José Serra e outros”, diz o autor do blog, o delegado da Polícia Civil em São Vicente (65 km de São Paulo), Roberto Conde Guerra.

Com a derrubada do endereço eletrônico, ocorrida em janeiro, Guerra reativou seu espaço na rede pelo servidor WordPress, no qual permanece em funcionamento (flitparalisante.wordpress.com).

“Quando apagaram o blog, deram a entender que eu era anônimo. Nunca escrevi escondendo minha identidade. Nada ali afeta a idoneidade do governador”, defende-se.

O blogueiro suspeita que a primeira retirada do ar (30 de outubro) tenha ocorrido pelos “desabafos” sobre o confronto entre polícias e a ação desastrada na morte de Eloá.

Um ofício judicial, ao qual a Folha Online teve acesso, foi enviado à Guerra pelo próprio Google, detentor do domínio blogspot.com. Entretanto, o documento não solicita a retirada do blog do ar –mas pede dados cadastrais do autor e endereços virtuais (IPs) utilizados por ele para a publicação.

O delegado José Mariano de Araújo Filho, da Delegacia de Crimes em Meios Eletrônicos, foi o responsável pelo inquérito contra o Flit Paralisante. Embora o nome do governador José Serra apareça no ofício judicial, Araújo Filho diz que o “governador de São Paulo não é parte”.

Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis se pronunciar –tampouco o Google, que diz apenas cumprir um pedido da Justiça.
Delegado X delegado

“[A retirada do blog] foi uma medida cautelar, pois se trata de um funcionário público, e o site foi usado como veículo de difusão de calúnia, injúria e difamação”, alega Araújo Filho. A medida cautelar é um ato preventivo, que é deferida pelo juiz quando há a comprovação de lesão de qualquer natureza ou motivo justo. Ela pode ser autorizada pelo juiz sem que a outra parte tome conhecimento. Também é provisória, ou seja, há um prazo para que o autor mova a ação principal.
Joel Silva/Folha Imagem
Governador José Serra é situado como uma das vítimas em inquérito policial que retirou endereço de blog “Flit Paralisante” do ar
Governador José Serra é situado como uma das vítimas em inquérito policial que retirou endereço de blog “Flit Paralisante” do ar

O nome do governador está ali, segundo ele, para “justificar” a medida. “Caso ele se interesse, pode tomar parte na ação principal, pois ele é uma das partes”, diz.

O delegado confirma ainda que houve acusações de maneira genérica e dirigida a promotores e juízes. Serra foi chamado de “nazista”, de acordo com ele. “Não foi possível apagar apenas algumas das postagens porque o encadeamento dos posts e comentários era ofensivo. A internet maximiza isso”, observa Araújo Filho, afirmando que as supostas ofensas não partiram apenas do autor do blog, “mas também dos comentários nas postagens.”

Cicarelli

“Chega a ser amador e hilário. Com a censura, é claro que um blog se transfere para um servidor estrangeiro. De quebra, faz com que as pessoas se interessem mais ainda pelo assunto”, analisa o professor da Fundação Getúlio Vargas e advogado especialista em internet Marcel Leonardi.

Segundo ele, é possível que o governador José Serra saiba, informalmente, a respeito do inquérito. “Mas não dá para afirmar categoricamente que ele esteja envolvido”, afirma Leonardi. “Isso lembra até o caso da [Daniela] Cicarelli [e do bloqueio do YouTube], em que ela afirmou que o namorado era o responsável pelo processo, não ela

________________________

 De: Renato  Barros e Lílian:

DEVOLVA-ME.

Rasgue as minhas cartas e

Não me procure mais

Assim será melhor, meu bem

O retrato que eu te dei

Se ainda tens não sei

Mas se tiver devolva-me

Deixe-me sozinho porque assim

Eu viverei em paz

Quero que sejas bem feliz

Junto do teu novo rapaz

O retrato que eu te dei

Se ainda tens não sei

Mas se tiver devolva-me

Devolva-me, devolva-me

__________________–

Aí MARIANO , parabéns pela fundamentação. 

Já que ele não é parte em inquérito acerca de suspostos crimes contra a honra ( dele ).

Responda-me :

O JOSÉ SERRA –  por acaso – JÁ É CONSIDERADO PRESIDENTE DESTA PÁTRIA QUE NOS PARIU?

Obviamente o ilustre colega  do DEIC  –   departamento manchado pelas acusações de ser um órgão em que só trabalha quem compra a cadeira(cargo) –   deve saber que apenas aos casos de ofensas ao  Presidente da República –  como se trata de uma Instituição – a legitimidade para requisitar a instauração de inquérito e promoção da ação penal é deferida a terceiro, no caso: Ministro da Justiça.

Acho que poderei pleitear uma indenização do Estado, nos moldes da ESCOLA BASE.

Para você pagar a conta.

DEVOLVA-ME,  COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA.

Por fim, mais uma acusação genérica:   SÓ PODIA SER DO DEIC!

RESPEITO-LHE AINDA MAIS JOÃO ALKIMIN, POIS NÃO É AMIGO SÓ NA FORTUNA

Ilustre Dr. Guerra, lendo seu blog senti necessidade de fazer alguns comentários e esclarecer pontos:
1- Não sou homem de renegar amigos qdo em situação difícil, sou amigo de longa data do Dr. Carlos José Ramos da Silva ex-seccional de Mogi das Cruzes, e entendo que sua soltura cumpriu os ditames da lei, embora eu não seja advogado, mas sim radialista, se ele é culpado ou inocente quem deve decidir é o Poder Judiciário, mas entendo que o crime que lhe é imputado não é tão grave quanto o do policial Pena, que confessou haver sequestrado e achacado um enteado do marginal Marcola, tendo com isso deflagrado uma guerra em SP.
2- Entendo tb que a atitude do Delegado Alberto Angerami foi a mais correta, tirando o policial Pena do PPC, pois senão vejamos: e se os que foram por ele delatados tb forem presos no mesmo local, teria o policial Pena a devida segurança? Relembro que alguns anos atrás o delegado Jacir tb foi removido do PPc para sua própria segurança.
3- Qto a inauguração das novas dependências da 15ª Câm. Criminal, esclareço que a maioria dos que lá estiveram foi a meu convite, sendo que os presentes tiveram a única intenção de homenagear o Poder Judiciário, inclusive por ter sido o Des. Pedro Gagliardi Delegado de polícia. Relembro que algum tempo atrás em conversa telefonica mantida Vossa Senhoria fez vários elogios ao Delegado João Barbosa Filho ex- seccional do litoral norte, o qual estava lá comigo, conforme noticiado em seu blog.
4- Entendo que os problemas da Polícia Civil começaram com seu afastamento do Poder Judiciário, e proximidade com políticos. Lembro-lhe de uma época em que a Polícia Civil era respeitada nos nossos Tribunais graças a Delegados como Nemer Jorge, Coriolano Nogueira Cobra, Israel alves dos Santos Sobrinho e tantos outros que engrandeceram e dignificaram essa tão sofrida instituição. Entendo sua revolta e sua frustração com o atual estado de coisas, pois sinto a mesma coisa como cidadão, e relembro-lhe que por minha luta contra máquinas caça-níqueis e corrupção policial no vale do paraíba sofri atentado a bala, portanto ninguém mais do que eu pode ser contra o atual estado de coisas e a corrupção policial.
Com os meus cumprimentos, João Alkimin.

_______________

Não poderia, neste instante, me estender, contudo quero dizer a você que aquela postagem não objetiva buscar a liberdade de Augusto Pena.
Pretendo alertar o Poder Judiciário acerca da séria e fundada ameaça de morte que o investigador sofre. Ele ainda é um policial. E se não fosse é um ser humano que não pode ser abandonado para que ocorra aquilo que se fez do seqüestrador da família ABRAVANEL. Se não soubesse da integridade dos desembargadores da 15a. câmara jamais teria feito aquelas observações. Um deles conheço pessoalmente, assim como os filhos. Sei da sua bondade e do quanto fez por dezenas de policiais civis, mesmo não sendo merecedores. Quando ao meu colega de São Sebastião reitero tudo aquilo que lhe disse, talvez ele não lembre de mim. Possivelmente eu não possa mais reconhecê-lo, pois os tempos passaram, assim como a antiga Regional de Santos. Mas o respeito e a certeza da integridade não mudarão; jamais.
E termino com uma brincadeira: FALEI PARA UM DESEMBARGADOR POR SABER QUE ELE GOSTA DO MEU BLOG.
Aliás, sempre ao passar pelo TJ as lágrimas desabam…Olho para o alto, para o céu, para os lados, para as pedras no chão…
Meu filho sabe o motivo.
Alguns companheiros talvez suspeitem…
Um (amigo) sabe qual a razão.

O Criador, os meus pecados.

ADPESP QUER PUNIÇÃO DE CORRUPTOS…QUANDO SERÁ QUE O SEU EX-PRESIDENTE “ANDRÉ DI RISSIO” SERÁ DEMITIDO? ALIÁS, JÁ FOI EXPULSO DOS QUADROS DA ADPESP? 25

GRAVE CRISE ASSOLA A SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO                    

Os paulistas estão perplexos diante das graves denúncias, contidas nas matérias publicadas nos principais jornais do Estado de São Paulo, neste final de semana.
Os referidos textos jornalísticos revelam poderoso esquema de corrupção, que contava com a participação de integrante da cúpula da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.
Até a presente data, nenhuma medida efetiva foi adotada no sentido de coibir a prática dos ilícitos noticiados e punir com rigor os acusados.

Essa lamentável omissão coloca todos os policiais na desconfortável posição de suspeitos, fato que acarreta imensurável dano à honra e dignidade desses servidores.
Tal fato gera muita intranqüilidade na população e insegurança nos policiais, circunstância que compromete e torna insustentável a situação dos atuais dirigentes da Secretaria da Segurança Pública Paulista.
O quadro deplorável descrito não se coaduna com a imagem de austeridade do Governo de São Paulo.
O Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – ADPESP, na defesa intransigente dos direitos e interesses dos Delegados de Polícia, vem manifestar toda a sua preocupação e indignação com a situação de total descontrole da Secretaria da Segurança Pública, fruto da falta de condições e conhecimento de seus dirigentes para gerir assuntos dessa natureza.

A ADPESP envidará esforços para preservar a imagem da classe dos Delegados de Polícia Paulista, composta, por profissionais honestos e vocacionados, adotando as medidas necessárias para que as sérias denúncias sejam efetivamente apuradas e os autores de eventuais delitos sejam punidos.

Sergio Marcos Roque

Presidente

______________________________________

APENAS LEMBRANDO QUE ANDRÉ DI RISSIO, MALHEIROS NETO( o ex- secretário-adjunto de segurança ) E FÁBIO PINHEIRO, FORAM COLEGAS DE CONCURSO E TURMA NA ACADEMIA DE POLÍCIA; DEPOIS EM DEPARTAMENTOS DE POLÍCIA(filet).

AQUELES DEPARTAMENTOS EM QUE JAMAIS TRABALHAREI.

SALVO COMO DIRETOR; SE O MEU GOVERNADOR NÃO DECRETAR O SERRAMENTO DA MINHA NADA VALORO$A CARREIRA…(podem rir a vontade )

PÔ, SERÁ QUE NO DEIC – COMO DIRETOR –  EM APENAS UM “ANINHO” DARIA PRA EU COMPRAR UM PÁLIO 1000 Okm, E UM APÊ NO MARAPÉ DE R$ 200.000,00.

Lançamento do livro “.40” do Roger dia 04/03 6

Prezados,

Dia 04 de março (quarta-feira), será o lançamento do meu livro “Ponto Quarenta – a polícia civil de São Paulo para leigos”. Depois do sucesso de vendas pela net no site http://www.verbeat.org/blogs/cultcoolfreak/pontoquarenta, chegou a hora de dividir com os amigos esse momento de tanta alegria.

O evento começará a partir das 18h, no bar “Canto da Madalena”, na rua Medeiros de Albuquerque, 471, V. Madalena. Fone 3813-3814. O mapa para chegar está em: http://tinyurl.com/agp56u

Espero todos vocês por lá.

Um forte abraço,

Roger Franchini

PRESIDENTE DO “t”. “j”. DE MATO GROSSO É PROCESSADO POR OPERAÇÃO INDEVIDA DE “SOCORRO FINANCEIRO A MAÇONARIA” 4

Desembargador diz que processo no CNJ é bobagem

O novo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Mariano Travassos, tomou posse na noite de sábado (28/2) em Cuiabá (Mato Grosso). Ele, dois desembargadores e sete juízes são alvos de processo administrativo disciplinar aprovado pelo Conselho Nacional de Justiça, no início de fevereiro, para apurar pagamento de verbas irregulares a magistrados e operação indevida de socorro financeiro a maçonaria.

Questionado pela revista Consultor Jurídico sobre o caso no CNJ, Mariano Travassos respondeu: “É uma grande bobagem que vai terminar em arquivamento.” E completou que a acusação é “vazia” e “quem não deve, não teme”.

___________________________

“QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME”…

JAMAIS IMAGINEI TAL FRASE ESCULPIDA PELA BOCA DE UM DESEMBARGADOR …

DISSE ESCULPIDA, NÃO CUSPIDA.

LAPIDAR, SUBLIME.

MINISTÉRIO PÚBLICO DE SÃO PAULO REAFIRMA QUE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL É PRIVATIVA DE DELEGADO DE POLÍCIA…ESPECIALMENTE NOS CASOS DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA E FORMAÇÃO DE QUADRILHA IMPUTADA AO SECRETÁRIO MUNICIPAL ALEXANDRE DE MORAES 16

Interessante saber do prestígio e  confiança conferida, pelo Ministério Público Paulista,  aos Delegados de Polícia ; especialmente quando se trata de apurar uma denúncia de fraude em licitações, atribuída a  suposta quadrilha  instalada na administração pública municipal da Capital.

Cinco pessoas, entre elas o secretário de transportes, Alexandre de Moraes, são investigados por fraudes na licitação 0001/05, para instalação e operação de radares fixos na capital 

Os acusadores maculam, mediante uma representação protocolada na Procuradoria-Geral de Justiça, em outubro de 2008, pela Engebrás S/A,  a conduta do ilibado mestre ALEXANDRE DE MORAES.

Indicado para ocupar o cargo na gestão do  então prefeito José Serra.

Certamente inocente.

Contudo o inquérito deve ser instaurado e presidio por Delegado de Polícia; a pedido da promotora Anna Paula Souza Moraes, 4a. Promotora Criminal do Fórum da Barra Funda. 

Isto em razão da complexidade do caso.

Em casos menos graves – envolvendo pessoas comuns – o Ministério Público não tomaria o tempo dos Delegados de Polícia, demais assoberbados com a apuração da roubalheira da merenda das crianças.

Instaura-se , de pronto, o procedimento investigativo no âmbito do MP.

Entende?

( maiores detalhes no Jornal O Estado )

DELEGACIA PARTICIPATIVA? DO SECCIONAL DE PIRACICABA: UMA EQUIPE TRABALHA APENAS 8 HORAS DIURNAS…QUATRO EQUIPES 14 horas NOTURNAS, MAIS SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS 33

 O SECCIONAL DE PIRACICABA IRÁ PARTICIPAR? 

 

Portaria do Delegado, de 27-2-2009
Institui atendimento unificado e centralizado de
flagrantes no Plant„o da Delegacia Participativa
do Primeiro Distrito Policial de Piracicaba
O Delegado Seccional de PolÌcia
Considerando a necessidade de disciplinar as atividades do
Plant„o Policial da Delegacia Participativa do Primeiro Distrito
Policial de Piracicaba, bem como, definir suas responsabilida-
des e atribuiÁies;
Considerando que a criaÁ„o e instalaÁ„o da quinta equipe
de Plant„o da Delegacia Participativa do Primeiro Distrito
Policial de Piracicaba, com incumbÍncia de recepcionar as ocor-
rÍncias apresentadas por policiais civis, militares e pelos com-
ponentes da Guarda Civil Municipal;
Considerando que a unificaÁ„o do local de atendimento das
ocorrÍncias policiais, dever· contribuir para a otimizaÁ„o e agi-
lizaÁ„o na tramitaÁ„o dos autos de pris„o em flagrante delito;
Considerando que umas das prioridades do planejamento
administrativo da Delegacia Seccional de PolÌcia de Piracicaba,
reveste-se no aprimoramento da qualidade de atendimento ao
p?blico, resolve:
Artigo 1? – O Plant„o Policial da Delegacia Participativa do
Primeiro Distrito Policial de Piracicaba, integrado por 05 equipes
b·sicas, ìAî, ìBî, ìCî, ìDî e ìEî, funcionar· em dois turnos,
sendo o primeiro das 08h ‡s 18h e o segundo das 18h ‡s 08h do
dia seguinte, nos dias ?teis, e nos finais de semana e feriados
das 08h ‡s 20h e das 20h ‡s 08h do dia seguinte, conforme esca-
la previamente elaborada pelo Delegado Seccional de PolÌcia.
Artigo 2? – A Equipe ìEî desempenhar· suas funÁies de
segunda ‡ sexta-feira, das 08h ‡s 18h e ser· respons·vel pela
elaboraÁ„o de todos os boletins de ocorrÍncia, lavraturas de
autos de prisies em flagrante delito e demais atos de PolÌcia
Judici·ria que forem apresentados,  independentemente do
local da infraÁ„o.
Par·grafo 1? – As Equipes ser„o compostas por um
Delegado de PolÌcia, dois Escriv„es de PolÌcia, dois
Investigadores de PolÌcia ou Agentes Policiais, e no mÌnimo dois
Carcereiros, sendo as mesmas reforÁadas com n?mero maior de
funcion·rios quando necess·rio, a critÈrio do Delegado
Seccional de PolÌcia ou em casos excepcionais do Delegado de
PolÌcia de PermanÍncia.
Par·grafo 2? – Os plantonistas dever„o obedecer ‡ escala
previamente elaborada, n„o podendo ausentar-se de seus pos-
tos, salvo por motivo relevante, em casos excepcionais, a critÈ-
rio dos Delegados de PolÌcia titulares das equipes.
Par·grafo 3? – Ao tÈrmino da jornada de trabalho, nenhum
Policial plantonista poder· deixar o plant„o, inclusive a
Autoridade Policial, antes da assunÁ„o de outro policial da
mesma carreira.
________________________________________

QUAL SERÁ O HORÁRIO DESTINADO AO DESCANSO  DOS MEMBROS DAS EQUIPES A, B, C e D?

EM QUE LEI SE VÊ JORNADA DE TRABALHO NOTURNA DE 14 HORAS?

OU SEJA, DAS 18h00  as 8h00.

MORAL DA PORTARIA, POIS JÁ TRABALHEI SOB TAL SISTEMA:

QUATRO  EQUIPES DE FUDIDOS…

QUE CONTARÃO COM UM ÚNICO DOMINGO DE FOLGA POR MÊS. 

UMA  EQUIPE SEMPRE NA BOA  SÓ DE  2a. a 6a. ( 8 horas se não voarem ou coçarem muito ).

COM O  SAGRADO  DIREITO A FOLGA NOS  FERIADOS E PONTOS FACULTATIVOS. 

PUTA QUE  PARIU, MUITA INJUSTIÇA!

ESPERO QUE O NOVO SECCIONAL DE AMERICANA NÃO SEJA TÃO PARTICIPATIVO QUANTO O DE PIRACICABA.

A PROPÓSITO DA MAÇONARIA E INGERÊNCIAS NA POLÍCIA 178

O SR. WALKER BLAZ – Exmo. Sr. Presidente da Mesa Diretora, irmão Jorge Caruso; sereníssimo Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, irmão Pedro Luiz Ricardo Gagliardi; Eminente Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira; Eminente Grão Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo, irmão Antônio Carlos Caruso; irmão Antonio Duarte Nogueira Filho, Secretário de Estado da Agricultura; irmão Baleia Rossi; Deputado Conte Lopes; autoridades maçônicas, irmãos Miguel Bustos Manginelli, assessor do Grão Mestre da Glesp; Erly Idamar Almeida Castro, grande orador da Grande Loja; Mário Palmiero, Delegado da 1ª Região Maçônica; Marco Antônio Peres, Grande Secretário de Relações Públicas do Grande Oriente do Brasil/ São Paulo; Franklin de Souza Meirelles Neto, Grande Secretário de Relações Internas; Fernando Túllio Colacioppo Sobrinho, Coordenador do site do Grande Oriente de São Paulo; Paulo César Neves , Coordenador Estadual Maçônico de Programas a favor da Vida; Paulo Rogério Compri, Grande Secretário de Relações Internas Adjunto; Danilo Brussolo, Grande Secretário de Administração do Gosp; Jorge Bransloi Pessoa Filho, Grande Secretário do Grande Oriente; Pedro Mário Fávero, Grande Secretário da Guarda de Selos do Grande Oriente do Estado de São Paulo; José Calleti Júnior, Grande Secretário Geral da Presidência e Assistência do Grande Oriente do Brasil; Paulo Roberto Couto da Fonseca, Assessor Especial do Grão Mestre; Carlos Frederico Zimermann Neto, Grande Secretário Adjunto da Guarda de Selos; Carlos Roberto de Campos, Grão Mestre Adjunto Honorário; José Rosa de Souza Neto, Deputado Federal pela Loja Jackes de Molay; Mário Sergio Nunes Costa , Secretário de Finanças do Gosp; Waldemar Antonio Grazioso Saroka, Grande Representante do Rio Grande do Sul, da Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo; Sergio Almeida Penteado, representante da Loja 9 de Julho; Salomão Gawendo, Deputado Federal da augusta e respeitável Loja Rei Salomão, estimados irmãos, nossa saudação especial ao querido Irmão Aldo Demarchi – Digníssimo Deputado Estadual que, com seu decreto, nos propicia este encontro fraternal há 11 anos. Encontro para perpetuar na memória um pouco de nossa história.

Independência, Abolição, República… Três acontecimentos máximos que humanizaram nossa pátria. Mexer na célula do tempo para espargir sobre todos nós o amor sincero à Liberdade, é refletir Gonçalves Lêdo, Januário da Cunha, Pedro I, Bonifácio, Rio Branco, Caxias, José do Patrocínio, Benjamin, Deodoro, Ruy Barbosa, Hermes da Fonseca, Nilo Peçanha, Washington Luiz…Nomes medidos, testados e aprovados na adversidade.

Diante dos perigos, mantiveram a firmeza de princípios para servir com coragem e inteligência a um propósito maior de vida.  Por isso, não passaram. Ficaram para sempre. São nossos heróis que deram um passo e mudaram a história. São nossos Irmãos, perpetuando as tradições da pura Maçonaria. São nossas luzes, nossas virtudes em ação. Vamos cultuá-los, hoje e sempre!

Manter viva essa tradição, através dos tempos, é manter acesa a chama da energia transformadora do mundo. É fazer o pêndulo da justiça se posicionar no lado certo. É essa energia que nos faz mais fortes, mais unidos e mais humanos. É a energia do Moto-Contínuo do Bem!

Maçonaria não é só escola da eterna vigilância! Maçonaria é escola da participação e intervenção. Maçonaria é a 3ª Unidade na conciliação e equilíbrio dos extremos.

Estamos assistindo a um processo constante de desgaste e de esgotamento de modelos de políticas sociais. Os resultados têm sido os mais frustrantes e catastróficos possíveis.

Os tempos exigem mudanças. Renovação das estruturas sociais, resgate dos valores importantes abandonados, acerto das melhores escolhas para o Brasil.

Para tanto, todas as virtudes de nosso arsenal serão exigidas.  Além da fé no Grande Arquiteto do Universo. A mentira está à beira do precipício. O novo século é o da Verdade! Os fins não podem mais justificar os meios… se não forem virtuosos.http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/039aSS050822.htm

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Enviado em 01/03/2009 às 3:27

Dr. Guerra, primeiramente parabéns pela sua coragem de apontar quem são os representantes da verdadeira podridão que hoje impera e reina na nossa Polícia Civil.

Mas o assunto que exponha nessas linhas é outro. Com o passar dos anos noto a ingerência que a maçonaria tem sobre nos policiais civis, colocando policiais inúteis, que não tem o mínimo tirocínio, capacidade de investigação ou ao menos alguma experiência policial como chefe de distrito. Os chefes que vemos hoje são policialmente ridículos, garotos que conseguiram conquistar suas cadeirinhas de chefe dentro de lojas maçônicas, ou por intermédio de seus papais também maçônicos. Falo somente sobre investigadores, pois dos nossos delegados maçônicos imagino que o Sr. entenda muito mais que eu. Gostaria eu, que o Sr. comentasse sobre minha explanação, pois, mesmo não o conhecendo pessoalmente, respeito suas avaliações e opiniões.

Obrigado pela atenção

Resposta de

PROFANO ( melhor seria LEIGO ) 

Se a Maçonaria fosse uma instituição tal qual é descrita nos livros, os requisitos mínimos para o ingresso nessa irmandade seriam: cultura geral acima da média apresentada pelos Delegados e paixão pelo estudo.
Se os membros dessa irmandade estudassem e praticassem na vida pública e privada apenas 10% da ética apregoada em seus manuais, posso afirmar que a Polícia Civil seria a melhor organização para se trabalhar.
Isto em face do elevado número de policiais maçons em cargos de liderança. A experiência, contudo, revela o contrário.
Impera a falta de ética e o desvalor pelo companheiro de trabalho (por vezes também maçom).
Assim, conforme a minha pessoal experiência, Delegados e Investigadores ingressam nalguma Maçonaria especialmente fundada para membros do órgão.
Se não for verdadeira a minha conclusão serei obrigado a especular acerca de duas outras: ou a Maçonaria nunca foi coisa de gente séria – salvo na aparência – ou a Polícia penetrou-lhe e perverteu-lhe.
Com todo o respeito pela Maçonaria; a qual não conheço, salvo superficialmente através da literatura.
Templos, só vi por passar em frente.  Conheci e convivi com alguns maçons antes de ingressar na Polícia, há mais de 20 anos.
Pessoas íntegras e, especialmente, éticas em todas as suas ações.
Pelo que jamais poderia generalizar e desqualificar a Maçonaria.
Por fim, não posso me aprofundar no tocante a influência da “Maçonaria” na Polícia, pois não sou maçom, nunca pretendi, nunca fui convidado e, também, por questões personalíssimas, sou impedido. Entretanto me parece que tal influência é restrita a determinada “panelinha” de membros da Polícia que foram se congregando em determinadas Lojas.
Rematando: Delegados(nem todos) de forma ostensiva empregam o símbolo (maçônico) na respectiva assinatura. Como se fosse algo diferenciado que conferisse maior valor. Exibicionismo puro. Desvalor, inclusive. Pois rotineiramente(alguns deles) se colocam a fazer “truques” e cambalearem bêbados por bares de prostíbulos. Em companhias nada recomendáveis.
O vulgo, os subordinados profanos, só poderão comentar: BELO EXEMPLO DE DELEGADO E MAÇOM… DUPLAMENTE VIRA-LATA!
rcguerra

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ADENDO: sei de inúmeros Delegados e Investigadores que, embora maçons dedicados e funcionários dignos, jamais foram indicados para nada: cargos ou promoções.

Um foi plantonista até alcançar, sempre por antiguidade,  a 1ª. classe.

ELE NUNCA PEGOU UM “j”.

A 15ª câmara possui grande prestígio na Polícia Civil de Mogi das Cruzes 8

Sessões de julgamento da 15ª Câmara Criminal são transferidas para o Palácio da Justiça

Aconteceu nesta terça-feira (10/2) a transferência das sessões de julgamento da 15ª Câmara Criminal do Fórum João Mendes Jr. para o Palácio da Justiça, em continuidade à política da atual Presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo de reocupação do prédio onde funciona sua sede. A sessão foi presidida pelo desembargador Pedro Luiz Ricardo Gagliardi.

A 15ª e a 16ª Câmaras Criminais compõem o Oitavo Grupo de Câmaras Criminais do TJSP. A partir de agora as sessões da 15ª Câmara passam a ser realizadas no 2º andar do Palácio da Justiça. Antes, os julgamentos aconteciam no 13º andar do Fórum João Mendes.

Integram a 15ª Câmara Criminal os desembargadores Luiz Carlos Ribeiro dos Santos (presidente efetivo), Aloísio de Toledo César, Walter de Almeida Guilherme, Roberto Mário Mortari e Pedro Gagliardi.

Estiveram presentes à sessão as seguintes autoridades: o presidente da Seção Criminal do Tribunal de Justiça, desembargador Eduardo Pereira Santos; o desembargador Marco Antonio Marques da Silva, da 6ª Câmara Criminal do TJSP; o delegado diretor da Inteligência do DEIC, Claudiné Pascoeto; delegado-chefe da Inteligência do DEINTER-1 (Vale do Paraíba), João Barbosa Filho; delegado titular da DIVECAR (DEIC), Marcos Manfri; delegado assistente da DIVECAR (DEIC), João Carlos dos Santos; delegado do GARRA de Mogi das Cruzes, Eduardo Peretti; jornalista Percival de Souza; 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, Luiz Carlos Gondim Teixeira, representando a Assembleia; presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Mário de Oliveira Filho; vereador municipal de Mogi das Cruzes, Benedito Faustino; delegado de Polícia do DENARC, Upslander Ferreira Neto; chefe da Polícia Civil da Secretaria de Segurança Pública, Marco Antônio Ribeiro de Campos; e, representando o Ministério Público, Gabriel César Zaccarias Inellas e Sandra Jardim.

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Faço aqui referências aos Excelentíssimos Desembargadores , conhecedor da ilibada reputação de todos, apenas com a finalidade de chamar atenção para o fato de o investigador da Polícia Civil  –  Augusto Pena, merecer tratamento digno quer como RÉU, quer como TESTEMUNHA. A mesma dignidade assegurada aos Delegados de Polícia libertos por ordem dessa colenda câmara, uns acusados por tráfico, uns por formação de quadrilha armada para exploração de modalidades diversas de crimes. 

A Polícia Civil, através do seu Gorregedor Geral –  removendo o policial para outro estabelecimento prisional comum –    passou, por conta própria, um ATESTADO DE MÁFIA.

De total incompetência para assegurar a integridade dos seus membros presos dentro do seu Presídio especial. Ora, duvidamos que a maioria daqueles que lá estão considerem Peña um “cagueta” qualquer. 

ESTÁ DELATANDO SÓ TUBARÃO GRANDE .

E muitos desses “tubarões grandes” se dizem amigos íntimos deste ou daquele Desembargador.

O magistrado julga a prova dos autos, mas uma coletividade –  especialmente como a Polícia Civil – faz julgamento com base na experiência real, com base nos pequenos detalhes, nas palavras soltas e detalhes vários que passariam despercebidos.

O julgamento interior não é Lei, mas é através dele que se valoram homens e instituições. 

Não deixem que o policial civil comum seja tomado pela certeza de que o PODER JUDICIÁRIO toma decisões conforme a qualidade da parte.

O que equivale a dizer : poder e riqueza da parte. 

Como  cidadãos –  nós da Polícia Civil  – não queremos o Poder Judiciário tal como o nosso órgão.

Não queremos o Poder Judiciário de  “j” ( jotinha ), como a Polícia.

Ou seja: “t.” “j.” ,  de tem acerto.

Respeitosamente

Rcondeguerra

O “t”. “J”. SOLTOU ROBERT CARREL, DEPOIS CAZÉ, MAS NÃO SOLTOU O PEÑA 11

Ex-delegado acusado de falsificar carteira de motorista é solto

O ex-delegado seccional de Mogi das Cruzes (SP) Carlos José Ramos da Silva vai responder o processo em liberdade. A decisão foi tomada por votação unânime da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que revogou a prisão preventiva e determinou a expedição imediata de alvará de soltura. Silva é acusado de fazer parte de esquema que fraudava emissão de Carteira Nacional de Habilitação.

A turma julgadora entendeu que o decreto de prisão se mostrava excessivo. Para os desembargadores, a segregação cautelar não pode se tornar medida de antecipação de pena.

O delegado estava preso desde julho quando foi deflagrada a chamada Operação Casa Branca II. Na ocasião, diversas pessoas, entre elas policiais, foram detidas por decisão do juiz Rodrigo Aparecido Bueno de Godoy, da 1ª Vara Criminal de Ferraz de Vasconcelos (SP). De acordo com o Ministério Público, o ex-delegado seccional está envolvido no esquema de fraude e corrupção na emissão de carteiras de motoristas.

A defesa de Carlos José Ramos da Silva está a cargo do advogado Daniel Bialski, que fez o pedido de Habeas Corpus do Tribunal de Justiça. “Como toda pessoa tem direito de se ver julgada dentro de um prazo razoável, nos termos da Constituição Federal e dos pactos universal e americano dos Direitos Humanos, o período de custódia de pouco mais de cinco meses era injustificável, ainda mais que no processo não foi realizado nenhuma audiência e somente em data recente foi recebida a denúncia”, afirmou Daniel Bialski.

A 15ª Câmara Criminal aceitou o pedido da defesa por entender que o excesso de prazo justificaria a soltura. A turma julgadora destacou a vida pública do ex-delegado. Na decisão, prevaleceu entre os desembargadores a defesa do princípio da dignidade da pessoa humana. “A presunção da inocência é a regra e prisões desta espécie são temerárias”, destacou o desembargador Roberto Mortari, relator. Na mesma linha de pensamento seguiu o desembargador Pedro Gagliardi.

Carlos José Ramos da Silva — conhecido como Case — ficou mais de 13 anos no comando de dez cidades na região de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, até julho, quando foi acusado de receber propina da máfia das habilitações. Ele ocupava o mais alto posto da Polícia Civil, chamado de classe especial.

Com a autorização da Justiça, a Polícia fez uma escuta telefônica que comprovaria que o delegado recebia o dinheiro da propina das mãos do diretor da Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, o delegado Juarez Campos, preso também.

Habeas Corpus 990.08.165608-6

990.08.126218-5 – Habeas Corpus – Suzano – Relator: Des.: Pedro Gagliardi – Impetrante: EDUARDO LATORRE – Paciente:
Augusto Peña – Denegaram a ordem. V. U. SUSTENTOU ORALMENTE O ILMO. DR. MAZART FRANCISCO MARTIN E USOU
DA PALAVRA DA PALAVRA A EXMA. PROCURADORA JUSTIÇA DRA.  SANDRA JARDIM. – Advogado: EDUARDO LATORRE
(OAB: 180206/SP)  DIÁRIO OFICIAL DE 26/02/2009.

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O PENA DEVERIA TROCAR DE ADVOGADOS…OU SEUS ADVOGADOS DEVERIAM COPIAR AS PETIÇÕES E ARGUMENTAÇÕES DOS BIALSKI.

TÁ FICANDO ESQUISITO …MESMA CÂMARA, CASOS E PARTES SEMELHANTES… DECISÕES COMPLETAMENTE DIVERGENTES.

ESTE É HOMENAGEM AO DESEMBARGARDOR QUE SOLTOU O DELEGADO DA REGIÃO DE MOGI…FOI O FAMIGERADO CAZÉ? 6

Ameaças

 

O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.

AUGUSTO PENA ASSASSINADO NA CADEIA RESPONSABILIDADE POLÍTICA DO GOVERNADOR JOSÉ SERRA 7

”Bingos pagavam até R$ 200 mil”

O investigador Augusto Pena afirmou ao MPE que ex-secretário adjunto cobrava R$ 100 mil para reintegrar policiais

Bruno Tavares e Marcelo Godoy

Arrecadação de dinheiro da máfia dos bingos e caça-níqueis, pagamentos de propina para anular a expulsão de policiais corruptos e a existência de um mercado de venda de cargos importantes da Polícia Civil. Essas são algumas das acusações da longa lista de denúncias feitas pelo investigador Augusto Pena em seu depoimento ao Ministério Público Estadual (MPE), ao qual o Estado teve acesso. Ela incluía ainda a venda de carteiras de motoristas, achaques a criminosos e empresários, o uso de viaturas em segurança privada e até a apropriação de dinheiro da gasolina da polícia.

Pivô do maior escândalo de corrupção policial da atual gestão da Segurança Pública, Pena fez um acordo de delação premiada. O homem que se diz amigo do ex-secretário adjunto da pasta Lauro Malheiros Neto, a quem ele acusa de montar um esquema de corrupção, afirma que os policiais corruptos continuam recebendo propina mesmo depois de presos. Por causa das acusações, o diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Alberto Angerami, pediu a transferência de Pena do presídio da Polícia Civil para o Presídio do Tremembé – o que ocorreu anteontem. Se continuasse entre seus pares, Pena podia ser morto.

AMEAÇAS

O depoimento de Pena começa com a descrição das supostas ameaças que o policial teria recebido. Pena disse que estava no presídio quando foi procurado por um delegado da região de Mogi das Cruzes com quem esteve preso. O delegado teria dito que era melhor o investigador não fazer a delação e teria afirmado que era “uma pessoa muito influente e tinha acesso às entradas e saídas do declarante do presídio”. O delegado ainda perguntou quanto Pena “queria ganhar para não delatar”.

GRAVAÇÃO

Pena ainda acusou o advogado Celso Augusto Hentscholer Valente, amigo e ex-sócio de Malheiros Neto. Valente teria dito a Pena para “tomar cuidado, que o Lauro também era seu amigo e que queriam ajudar o declarante”. Segundo Pena, o advogado conversou com ele sobre a arrecadação de dinheiro dos bingos, “negociação de reintegração de policiais demitidos e colocação mediante pagamento de delegados em posições privilegiadas dentro da estrutura da Polícia Civil”.

“Isso é um disparate. Fui visitar outro cliente e conversei com ele de forma normal. Sou advogado e não bandido. Quem está preso é ele”, rebateu Valente. Pena contou que gravou a conversa. A fita foi entregue aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

BINGOS

Em seguida, o investigador voltou suas acusações contra Malheiros Neto. O policial confirmou que o então adjunto intercedeu para que ele fosse trabalhar no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), órgão de elite da polícia. Ali, Pena ficou lotado na 3ª Delegacia de Investigações Gerais, onde, segundo ele, foi montado um gigantesco esquema de arrecadação de propina.

Foi após ser acusado, em maio de 2008, de beneficiar o investigador que Malheiros Neto entregou o cargo ao governador José Serra (PSDB) para se defender das acusações. Sua defesa, feita pelo criminalista Alberto Zacharias Toron, repudia as “acusações mentirosas” de Pena. Diz que se trata de um criminoso que busca se beneficiar com delação sem provas. À época em que foi para o Deic, Pena estava afastado sob a suspeita de achacar Marco Camacho, o Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Malheiros Neto teria nomeado um delegado para “apertar o cerco em cima dos bingos e caça-níqueis para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita”. A função de Pena seria ficar de “olho” nos corruptos, “vigiando se o dinheiro não era desviado”. “Além disso, o declarante era responsável por levar dinheiro arrecadado diretamente para as mãos do próprio Lauro, no seu gabinete, ou, em algumas ocasiões, na casa de Celso”.

Segundo Pena, havia 200 inquéritos na delegacia sobre bingos e caça-níqueis. Dependendo do tamanho da casa de jogo, a propina era de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, sempre em dinheiro. O suposto mensalão da polícia era cobrado para que os inquéritos não fossem adiante. Uma parte ficava com seus chefes. Outra seria levada por Pena a Malheiros Neto. Pelo serviço, Pena recebia R$ 4 mil por mês.

SENTENÇAS

Além do esquema de bingos, Pena afirmou que existia outro na Segurança Pública que envolvia a venda de sentenças nos processos administrativos para anular a demissão de policiais acusados de corrupção. Quem assinava os despachos reintegrando os policiais era Malheiros Neto. Ele o fazia em nome do secretário Ronaldo Marzagão, pois a decisão final de processos contra investigadores é atribuição do titular da pasta.

Pena contou que levou ao adjunto o caso de três investigadores do Deic. Malheiros Neto teria dito que cada um devia pagar R$ 100 mil e mandou Pena procurar Valente. Os policiais demitidos teriam pago R$ 300 mil para que a decisão fosse revertida. “O valor foi levado à residência de Celso (Valente) por causa do volume, que poderia chamar a atenção na secretaria. Isso por orientação do próprio Lauro.”

Os cargos da Polícia Civil também eram arrematados por delegados interessados em ocupar postos importantes. Pena cita três delegados – dois deles de classe especial – que teriam pagado de R$ 110 mil a R$ 250 mil por uma delegacia seccional, uma delegacia do Deic e uma divisão do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

VIATURAS

O investigador revelou que um delegado usava viaturas da polícia para prestar serviço de segurança privada. Disse que havia um esquema de desvio de verba de combustível das viaturas na região de Mogi das Cruzes, onde trabalhou em 2006. O esquema era simples: a polícia recebia verba para comprar gasolina, mas abastecia os carros com dinheiro fornecido pelas prefeituras. Os recursos do Estado “eram desviados”. De vez em quando, diz ele, abasteciam em um posto perto da delegacia para apanhar o cupom fiscal.

DETRAN

Por fim, Pena contou que cinco delegados e cinco investigadores estavam envolvidos na máfia das CNHs que agia na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos. O investigador disse que levou dinheiro de propina para a cúpula do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro), até mesmo parte do que havia sido mais tarde arrecadado com o achaque a Marcola.

AS INVESTIGAÇÕES

Corregedoria: A Corregedoria da Polícia Civil abriu três apurações preliminares e quatro inquéritos policiais sobre as denúncias de corrupção envolvendo o investigador Augusto Pena e as pessoas que ele acusa

Guarulhos: A promotoria de Guarulhos denunciou Pena por extorsão mediante sequestro cuja vítima é Rodrigo Olivatto, enteado de Marcola. Também o acusou de achaque a um empresário
acusado de ser doleiro

São Paulo: A 4.ª Promotoria de Justiça da Capital denunciou Pena sob a acusação de ele ter furtado do depósito do Deic uma carga de Playstation apreendida

Gaeco: O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado de São Paulo abriu investigação sobre o suposto esquema de venda de sentenças de processos administrativos para reintegrar à policia acusados de corrupção

DVD: Os Gaecos de São Paulo e Guarulhos receberam um DVD com uma hora de gravação em que um advogado investigado no caso supostamente negocia pagamento de propina