
OS SARNEY: FAMÍLIA DE CORAGEM…ESTÃO SEMPRE AO LADO DO MAIS FORTE…DO “PUDER” ( SEMPRE NOS “PUDENDO” ) 5
PF indicia filho de Sarney por suspeita de formar quadrilha
Fernando é principal alvo de ação iniciada para apurar suposto caixa 2 de Roseana em 2006
Empresário, que sempre negou suspeitas, é acusado de falsificar documentos para favorecer empresas em contratos com estatais
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
HUDSON CORRÊA
ENVIADO ESPECIAL A SÃO LUÍS
O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi indiciado ontem pela Polícia Federal sob a acusação, entre outros crimes, de falsificar documentos para favorecer empresas em contratos com estatais. Pela investigação, o órgão mais visado foi o Ministério de Minas e Energia -controlado politicamente por seu pai.
Principal alvo da Operação Boi Barrica, nome de um grupo folclórico maranhense, Fernando foi indiciado pelos crimes de formação de quadrilha, gestão de instituição financeira irregular, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Ele foi ouvido pela PF, em São Luís. Procurado pela Folha, nem ele nem seu advogado quiseram dar entrevistas. Fernando sempre negou ter cometido qualquer irregularidade.
O inquérito foi aberto em 2006, inicialmente para investigar suspeitas de caixa dois na campanha de Roseana Sarney ao governo do Estado. Fernando fez dois saques de sua conta pessoal no valor de R$ 1 milhão cada um nos dias 25 e 26 de outubro daquele ano. O segundo turno foi em 29 de outubro.
Contudo, no decorrer das investigações, que incluíram grampos telefônicos realizados com autorização judicial, foram levantados indícios de outros crimes atribuídos a Fernando, sobretudo de tráfico de influência e fraude em licitações feitas por Eletrobrás, Eletronorte, Valec (estatal do Ministério dos Transportes responsável pela construção da Ferrovia Norte-Sul) e Caixa.
Ele foi apontado como “o mentor intelectual” da quadrilha que intermediava negócios privados com as estatais, que incluiria dois empresários ligados a ele -Gianfranco Vitorio Artur Perasso e Flávio Barbosa Lima. Os dois empresários foram sócios de Fernando e cursaram engenharia com ele na mesma turma da USP.
Após monitorar telefonemas e e-mails de Fernando, Flávio Lima e Gianfranco Perasso, a PF descreve no inquérito ter flagrado um pagamento de R$ 160 mil efetuado pela construtora EIT (Empresa Industrial Técnica) à PBL Construtora, de Lima e Perasso, supostamente como compensação por ter sido subcontratada para obras na Ferrovia Norte-Sul, por intermediação de Fernando.
O relatório da polícia transcreve telefonemas em que Flávio Lima pressiona a EIT a efetuar o pagamento, sob risco de não ser contratada para outro lote da Norte-Sul, cujo contrato já estaria com Fernando.
Em agosto do ano passado, a PF pediu a prisão preventiva de Fernando e do agente da PF Aluísio Guimarães Mendes Filho. Segurança de Sarney no Senado, Aluísio responde a outro inquérito acusado de ter repassado informações sigilosas sobre a a Boi Barrica a Fernando.
O agente da PF, indicado por Roseana neste ano para chefiar a área de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado, foi ontem também à PF em São Luís para depor.
O Ministério Público vai decidir agora se oferece ou não denúncia contra Fernando com base no trabalho da PF.
O indiciamento de Fernando é outro revés para o presidente do Senado, que enfrenta desde março acusações de irregularidades dentro e fora da Casa.
Na época dos fatos citados pela polícia e pelos procuradores, principalmente de 2006 a 2007, o ministro de Minas e Energia era Silas Rondeau, apadrinhado de Sarney. Desde o começo do governo Lula, o presidente do Senado mantém o controle de grande parte das indicações no setor elétrico.
Rondeau foi afastado do ministério em 2007, após ter sido investigado na Operação Navalha. Rondeau também é apontado na Boi Barrica como integrante do esquema, mas a Folha não conseguiu confirmar se ele foi ou não indiciado. Outro aliado de Sarney alvo das investigações é Astrogildo Quental, ex-diretor da Eletrobrás.
————————————-
Família metralha!
A MÍDIA JÁ AUMENTA OS CRIMES E O SERRA DÁ UMA COLETIVA COMO SE FOSSE UMA COISA BOA PRA POLÍCIA A PRISAO DE UM DELEGADO 1
Um vídeo foi enviado por JOW
OLHA AI GUERRA.
A MIDIA JA AUMENTA OS CRIMES, E AINDA, O SERRA DA UMA COLETIVA COMO SE FOSSE UMA COISA BOA PRA POLICIA A PRISAO DE UM COLEGA.
COLOCA AI NO FLIT.
ABRAÇO.
JOW
Veja o vídeo:
http://jovempan.uol.com.br/media/online/index.php?view=32187&categoria=52
JOVEM PAN ONLINE
http://www.jovempanonline.com.br
http://www.jovempan.com.br
__________________________________
Uma boa para a Polícia seria a prisão de EX-DELEGADO GERAL DE CONFIANÇA DO GOVERNO.
CAUTELA NA CORREGEDORIA 5
O Estado de São Paulo – Opinião
Quarta-Feira, 15 de Julho de 2009
Corrupção policial em SP
Embora esteja longe de ser o único tipo de ação criminosa que tem contaminado a polícia paulista, o achaque a traficantes tornou-se prática de dimensões impressionantes no organismo de segurança pública deste Estado. Matéria publicada sexta-feira neste jornal dá conta do indiciamento, pela Corregedoria da Polícia Civil, de 14 policiais em 4 inquéritos diferentes, sob a acusação de terem extorquido pelo menos R$ 2,7 milhões dos traficantes colombianos Juan Carlos Ramirez Abadía e Ramón Manoel Yepes Penagos, conhecido como El Negro. Outros três policiais são suspeitos, tendo um deles obtido liminar, do Tribunal de Justiça, livrando-o de ser indiciado no inquérito. Ao todo estão em andamento cinco investigações por extorsão, praticada por policiais contra criminosos colombianos e membros de suas quadrilhas.
O traficante Abadía, que foi extraditado para os Estados Unidos em 2008, era o chefe do cartel do Norte do Vale quando foi preso pela Polícia Federal em 2007, neste Estado. Descobriu-se, logo depois, que ele pagou resgate de três de seus subordinados e da mulher de um deles, pois estes haviam sido sequestrados e achacados por policiais de Diadema, do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e do Detran. El Negro, bandido que resgatou a fortuna de ? 70 milhões que seu chefe Abadía mantinha no Brasil, era procurado pela Interpol. Pagou ? 400 mil a policiais do Denarc para fazer-se passar por outra pessoa. Os policiais teriam dado a ele uma identidade falsa, como se fosse um meliante que cumpriria discretamente uma pena de 5 anos por venda de pequena quantidade de ecstasy e seria posto em liberdade logo, sem que ninguém se desse conta. Como se vê, não tem faltado criatividade quando o objetivo de maus policiais é obter lucros com os criminosos.
A extensão da cumplicidade criminosa no seio da polícia se comprovou pela morosidade descabida no andamento desses inquéritos. No caso de Abadía, os inquéritos sobre os achaques permaneceram nas gavetas da Corregedoria por dois anos. E, apesar do reconhecimento das vítimas, da apreensão de carro dado para pagar suposta propina e das provas levantadas pela Polícia Federal, nenhum policial civil era indiciado. Esse imobilismo só acabou em abril, quando a nova diretora da Corregedoria pediu ao Ministério Público Estadual cópia da fita em que o traficante fazia várias revelações e afirmações, entre as quais esta: “Para acabar com o tráfico de drogas em São Paulo basta fechar o Denarc.” Em junho o secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto, também pediu cópias das investigações e constatou que havia indícios suficientes de autoria. E estranhou tanta demora nas investigações, que prejudicava o trabalho de obtenção de provas. A partir daí, em menos de 20 dias o delegado que presidiu os inquéritos indiciou a primeira leva de policiais suspeitos.
Outra matéria publicada pelo jornal na mesma sexta-feira, também sobre investigações em curso na Corregedoria da Polícia Civil de SP, deu conta de que nada menos de 90 policiais são suspeitos de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis. E só de janeiro a junho foram apreendidos, na capital e Grande São Paulo, 20.967 equipamentos dessa modalidade de jogatina ilícita. Com tudo isso é de se observar – para dizer o mínimo – que o sistema de correição da Polícia Civil de São Paulo é algo extremamente travado, estando a necessitar de mudanças estruturais. Nesse sentido, parece-nos muito oportuno o plano do secretário de Segurança paulista de trazer para seu gabinete o controle dessa Corregedoria. Isso porque não haverá aperfeiçoamento algum ou modernização de equipamentos, nomeação de profissionais qualificados ou melhorias de treinamento, articulação com as comunidades, fiscalizações do tipo “tolerância zero” ou o que mais se tente para melhorar a segurança pública paulista, sem que antes se realize uma profunda limpeza moral no organismo policial. E a cobrança mais rigorosa – facilitada por ser comandada pela autoridade de maior peso de todo o sistema de correição – sem dúvida poderá se tornar um importante primeiro passo nessa direção.
Cautela na Corregedoria
Todo policial que se preze, gosta de ver seu trabalho estampado em jornais, revistas e televisão. Se faz isto não é por prazer de ver pessoas presas e sendo humilhada perante a sociedade.
O mais correto seria dar apenas seu recado. De dizer que meu “dever foi cumprido”. Ou talvez, apenas informar a sociedade que a polícia está trabalhando.
Como a mídia sempre “estampa” em suas manchetes, que não são raras, o envolvimento, a participação ou até suposta participação de policiais em atos criminosos, a sociedade já acostumou de ver no policial um “ser corrupto”.
Todavia, não obstante a essa degradação, a corregedoria, na ancia de “fazer tudo de uma vêz”, o que não critico, divulga a participação de policiais (bandidos), com o requinte de detalhes, os quais só interessa a quem quer o fim da Polícia Civil.
A Corregedoria tem o DEVER DE PUNIR, PRENDER, EXPULSAR E CONDENAR TODO MAL POLICIAL, pois estes, alem de bandidos, destroem a nossa Instituição e colaboram pela nossa atual situação financeira e reputação.
Parabenizo a atual Corregedoria pela atitude, de se mostrar presente, de agir em pro da Instituição Polícia Civil e da Sociedade, mas detalhes minuciosos, somente em relatório de investigação e em inquerito policial.
A Corregedoria, basta informar que está trabalhando, basta se fazer presente e ter competencia para PUNIR, PRENDER, ESPULSAR. O policial saberá quando este processo for legítimo.
No caso do DENARC, relacionados ao Abadia, só tenho um pensamento. “Quem negocia em benefício proprio ou recebe alguma coisa para não fazer seu trabalho, tem um novo patrão – O Crime”. Este deve ser expulso e punido com maior rigor possível da lei.
Sobre os caça-níqueis em geral, estas já são pessoas que não mais depende dos parcos salário pago pelo Estado – É o jogo.
Dizer que ganhamos mal pode ser uma verdade, mas esquecer seu juramento de cumprir seu dever e proteger a sociedade é o maior dos crimes.
Está menospresando seu companheiro de trabalho, aquele que dá a sua vida, seja ela profissional, familiar e pessoal para cumprir o juramento feito no dia de sua posse, e no final, ele será condenado pela sociedade com “corrupto” e pelo Estado, á miséria e por ele e pelos “Empresários do Crime” ou “Policiais Espertos” de incompetente.
Mais ação, mais presença e menos divulgação.
Mais cautela, menos detalhes.
Marcos J. Gonçales – Investigador de Polícia – Avaré/SP
SUPOSTO CONTRAVENTOR DE PRAIA GRANDE É PRESO ACUSADO DO MANDO DE SEQUESTRO DE ADOLESCENTE 1
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Ex-candidato a vereador é preso
Segundo o delegado Niêmer Nunes Júnior, titular da Delegacia Especializada Anti-Sequestro (Deas) de Santos, Ditinho do Forró emprestou a sua propriedade sabendo que ela era usada como cativeiro. A vítima é um estudante de 16 anos, filho do dono de uma lanchonete em Praia Grande.
Durante o crime, Ditinho do Forró chegou a conversar com o pai do adolescente, porque o conhece. Na oportunidade, ele perguntou se o estudante estava bem, na tentativa de obter alguma informação privilegiado. Seguindo orientações da Polícia Civil, o dono da lanchonete não comentou nada sobre o crime ao interlocutor, tratando logo de mudar de assunto.
Com a prisão de Ditinho do Forró, chega a seis o número de capturados. De acordo com a Deas, a quadrilha tinha como cabeça Rogério Ferrari Castilho, de 36 anos. A mãe do líder, a advogada Maria Luzia Ferrari Castilho, de 56 anos, também foi presa, acusada de atuar na partilha do resgate.
O estudante foi sequestrado na Vila Tupi, em Praia Grande, quando retornava da escola, em 27 de maio. A sua libertação ocorreu 17 dias depois, em 13 de junho. As datas de entrada e de saída do adolescente no cativeiro foram inscritas pelos sequestradores em uma parede do sítio de Ditinho do Forró.
Para a libertação da vítima, dois resgates foram pagos, cujos valores a Deas não revelou. Após o primeiro pagamento, os marginais passaram a exigir do pai do estudante a entrega de mais dinheiro, sendo atendidos.
MUSICOTERAPIA PARA POLICIAIS MILITARES 11
PM combate estresse com a música
Da Redação
SUZANA FONSECA
“Marcha, soldado, cabeça de papel…”. Na quadra do 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior (6º BPM/I), na Ponta da Praia, em Santos, nas manhãs de terça-feira, quem não marchar direito não “vai preso pro quartel”. Ali, há dois meses, das 9 às 10 horas, não interessa a patente: soldado efetivo ou temporário, sargento, capitão ou major, todo mundo é igual. E não é preciso marchar. Basta entrar no ritmo.
“Esse é um projeto que já desenvolvemos em São Vicente”, conta o coordenador do trabalho e chefe da Divisão Administrativa do batalhão, major Cláudio de Oliveira, que também participa das aulas.
Na avaliação do major, além de auxiliar no aspecto físico, as aulas melhoram as condições espiritual e de equilíbrio dos policiais militares.
“Na nossa atividade, trabalhamos sob estresse. Aqui, desenvolvemos a cooperação e o autoconhecimento, que é fundamental”, lembra Oliveira. “Se o policial chega a uma ocorrência mais concentrado, mais focado, tem condições de trabalhar melhor o que aprendeu”.
RESULTADOS
De acordo com a musicoterapeuta e psicóloga Abigail Baraquet, durante as aulas os participantes trabalham a psicomotricidade musical. Em outras palavras, os policiais militares realizam os exercícios que fazem normalmente, só que de forma coordenada, com músicas selecionadas. “Eles já melhoraram a coordenação motora, a autoestima, o equilíbrio, a percepção, a atenção”, enumera a musicoterapeuta.
“O coronel Ailton (Araújo Brandão, comandante do Comando de Policiamento do Interior 6), preocupado com o estresse, a depressão, quecostuma acometer policiais militares, resolveu proporcionar esse trabalho de musicoterapia a eles”, explica Abigail.
“Como esses profissionais, pela própria formação e por manter uma postura reservada, via de regra, têm dificuldade de fazer terapias convencionais, esse trabalho, além de ser lúdico, dispensa a exposição e a verbalização”, ressalta a musicoterapeuta.
Segundo Jayme Lopes, que também é psicomotricista e ritmoterapeuta, muitos participantes que, no início, ficavam meio “travados”, agora se sentem mais soltos e realizam melhor os movimentos. “Estamos trabalhando também a autoaceitação, além da autoestima. Procuramos fazer com que eles se toquem, se aproximem”.
Já com o músico e cantoterapeuta Rogério Baraquet, os policiais militares desenvolvema hata yoga,fazendo alongamentos e trabalhando a concentração, a respiração e, finalmente, a vocalização de trechos musicais. “Eles repetem um trecho de música que contenha mensagens positivas”, conta o músico.
Para as soldados temporárias Karina de Souza Lins e Samira Duarte dos Santos, as aulas ajudam a acabar com o estresse do serviço. “Percebi quemelhorou o convívio, estamos mais próximos, mas unidos”, completa Samira.
Na Área Continental de Santos, os moradores contam, desde a semana passada, com policiamento comunitário da PM.
O diretor expressou o desejo de se estabelecer no departamento pelo exemplo…( DE PRO$PERIDADE ) 6
Disse o ex- Diretor do DENARC
Dr. Everardo Tanganelli Júnior
Do início de 2007 a abril de 2009, o Departamento de Investigações sobre Narcóticos esteve sob a direção de Everardo Tanganelli Júnior, paulistano, nascido em 30 de abril de 1952, que ingressou na Polícia Civil como investigador em 1976, e tornou-se delegado de polícia em 1982.
Ao longo da carreira, Tanganelli esteve no 13º Distrito Policial, na Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo, 1º, 4º e 30º DPs da capital, seccional de Santo André (assim que criada), GOE (Grupo de Operações Especiais), 1ª Delegacia de Investigações de Crimes sobre Entorpecentes, do Denarc (como titular, de 1997 a 1999 e divisionário, de 2002 a 2005), Deinter 6 – Santos, do qual foi diretor por um ano e cinco meses, dentre outros locais.
Falando de suas expectativas à frente do Denarc, o diretor expressou o desejo de se estabelecer no departamento pelo exemplo, pela demonstração de que conhece bem o funcionamento da instituição e as necessidades gerais dos policiais.
“O policial para trabalhar bem num departamento como esse, tem que ter uma estrutura familiar muito boa, porque ele vai entrar em contato com um tipo de criminoso, o narcotraficante, que é muito problemático. E nós entendemos a necessidade de dar um acompanhamento para esse policial”, disse o delegado, referindo-se a um suporte, inclusive, psicológico para os funcionários do Denarc.
__________
Haja $uporte!
DELEGADO QUE PEDE MIL VAI PRESO COMO LADRÃO…DELEGADO QUE “POUPA” MAIS DE MILHÃO VIRA BARÃO…T (EM) J (OTINHA) ? 4
Presidente reeleito do TJD-SP vai depor sobre chacina em SP
Ex-diretor do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), Ivaney Cayres de Souza, foi reeleito, na última segunda-feira, presidente do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo. Ivaney, que ocupa o cargo desde julho de 2007, seguirá na função por mais um ano, mas atravessa momento delicado. Segundo anunciou a Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Ivaney será convocado a depor a respeito de uma chacina ocorrida em sítio localizado em Porto Feliz, no interior de São Paulo, no dia 11 de julho de 2003.
Na ocasião, quatro pessoas foram assassinadas por membros da corporação depois de uma suposta troca de tiros com a polícia, que estaria no local a procura de drogas. Depois da ação, a Polícia Civil anunciou que havia matado quatro traficantes e deu a operação como bem sucedida. A reportagem do Terra procurou o presidente do TJD-SP, mas não obteve retorno.
Ivaney, que era diretor do Denarc na época, além do também ex-diretor Everardo Tanganelli e do então titular da delegacia, Paschoal Ditura, serão chamados a prestar esclarecimentos a respeito do ocorrido que, de acordo com apurações da Corregedoria da Polícia Civil, foi, na verdade, uma ação de vingança que resultou na execução de quatro inocentes desarmados.
A corregedoria indica, assim, que a operação não passou de uma farsa que visava encobrir a execução das vítimas e ainda informou que pedirá a prisão das pessoas que participaram da operação que é agora considerada uma chacina.
À época, Ivaney foi um dos responsáveis pela coordenação da operação. Há, inclusive, cenas registradas pelas câmeras de TV que mostram ele e os envolvidos comemorando o sucesso da investida.
De acordo com os relatos divulgados domingo pela Corregedoria da Polícia Civil em reportagem do Fantástico, da Rede Globo, um investigador que participava das operações no sítio em Porto Feliz foi ferido com tiros disparados pela arma do caseiro que, ao não constatar nenhuma identificação que relacionasse aqueles homens a policiais (eles estariam à paisana) provavelmente os identificou como ladrões e atirou. Isso teria motivado a reação enérgica da equipe do Denarc.
Na ação, morreram o dono da chácara, Edson Serafim Tomás, 41 anos, sua mulher, Flávia Espíndola de Castro, 28 anos, o adolescente Luís Carlos Lopes da Silva, 16 anos, e a caseira Ilza Pereira da Silva Araújo, 36 anos.
Redação TerraA PREFEITURA DE SÃO VICENTE PAGARÁ AUXÍLIO DE R$ 150,00 AOS POLICIAIS MILITARES QUE ATUAM NA CIDADE 3
Terça-Feira, 14 de Julho de 2009, 07:04
Policiais militares de São Vicente terão pró-labore de R$ 150,00
Da Redação
VALÉRIA MALZONE
A Prefeitura de São Vicente vai pagar um pró-labore (remuneração por serviço especial fora da rotina) no valor de R$ 150,00 mensais aos cerca de 600 policiais militares pertencentes ao 39o Batalhão de Polícia Militar do Interior (39o BPM/I) João Ramalho. A medida, que já foi aprovada na Câmara e sancionada pelo prefeito Tércio Garcia (PSB), ainda depende de regulamentação, por meio de decreto, para entrar em vigor.
“E mesmo após a regulamentação, que leva cerca de 60 dias para ocorrer, o pagamento desse auxílio vai depender também da disponibilidade financeira da Administração Municipal. Afinal, estamos atravessando um período de baixa arrecadação e crise financeira”, explicou Tércio.
Segundo o prefeito, a lei que foi aprovada é “autorizativa”, o que significa que não existe a obrigação de pagar neste momento. “Independentemente disso, a medida é importante e visa dar um incentivo a mais aos policiais que atuam na Cidade”. Na região, este tipo de pró-labore já existe em Santos e em Guarujá, segundo o major Robson Bianchi, comandante interino do 39o BPM/I.
O oficial está substituindo o tenente-coronel Marcelo Prado, comandante do batalhão, que está em férias pelos próximos 15 dias. “Na realidade, este pró-labore faz parte de um convênio firmado entre o Estado e a Prefeitura, devido a uma alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a respeito da transferência de responsabilidade na fiscalização do trânsito”, argumentou o major Bianchi. Vários municípios do Estado também cumprem esse convênio.
SEGURANÇA
A lei complementar vicentina sobre este assunto define que podem receber o pró-labore os policiais, de qualquer patente, que atuem no policiamento de trânsito e de segurança da Cidade e que tenham o tempo mínimo de um ano de serviço contínuo no Município.
Os beneficiados perderão o pró-labore por motivo de férias; licença-prêmio; transferência ou passagem para outra unidade; participação de curso fora do Município; se estiverem respondendo a procedimento administrativo ou se estiverem passando para a inatividade.
O comando do 39o BPM/I irá providenciar o encaminhamento das folhas de pagamento relativas aos PMs contemplados até o dia 10 de cada mês, ao setor competente da Prefeitura, nas quais deve constar a relação nominal e individualizada do beneficiário, qualificação e patente, bem como demais informações complementares. “Mas tudoisso, quando efetivamente a lei entrar emvigor”, salientou o major Bianchi.
O pagamento do pró-labore pela Prefeitura não gera vínculo empregatício de qualquer natureza, nem qualquer outro direito ou obrigação de ordem contratual ou patrimonial, podendo o prefeito suspender ou findar o benefício mediante notificação escrita com 30 dias de antecedência ao comandante do batalhão.
Conforme o presidente da Câmara, Paulo Lacerda (PSB), “a iniciativa contempla antiga reivindicação dos policiais militares que atuam na Cidade”.
__________________________
A medida é justa( apesar da micharia).
Mas só foi aprovada em razão de o vice-prefeito ser policial militar.
Assim, para os policiais civis : NADA.
E para a Guarda Municipal: NEM SEQUER O DIREITO DE PORTAR UM CANIVETE.
Esperamos que a michanga não seja cala-boca pelo olho-de-vidro em relação aos TRAFICANTES DA CIDADE.
E como tem refinados traficantes em São Vicente !
IVANEY FALA: “Você tem que estabelecer limites, exigir condutas e dar o exemplo. Fazendo isso, o respeito vem sozinho” 5

A filosofia profissional do delegado baseia-se no conhecimento da profilaxia dos problemas detectados em sua área de trabalho. E polícia comunitária, para ele, é a perspectiva mais benéfica e completa do trabalho da polícia judiciária, que atende a uma demanda diversificada, nem sempre de natureza exclusivamente criminal. “Pró-atividade é o sujeito saber o que está acontecendo, saber o que pode fazer e o que não puder, pedir ajuda para o delegado seccional”, frisou.
À frente da delegacia seccional de Diadema, Ivaney espera contar com a colaboração constante dos delegados da área, para conjuntamente, administrar os índices de criminalidade da região, com diligência e seriedade, procurando, pelo exemplo, ele próprio, demonstrar que lealdade ao comando, responsabilidade pela honra das pessoas e a atitude de prestigiar os policiais em razão do bom trabalho que fizerem são mais que características pessoais, mas ferramentas de trabalho fundamentais para a Polícia Civil. “Você tem que estabelecer limites, exigir condutas e dar o exemplo. Fazendo isso, o respeito vem sozinho”, declarou.
PRISÃO PREVENTIVA É A EXPLICAÇÃO DEVIDA AO POVO E AOS BONS POLICIAIS DESTE ESTADO 2
terça-feira, 14 de julho de 2009
Corregedoria diz que policiais terão de explicar chacina
AE – Agencia Estado
O caso começou quando as quatro pessoas morreram em uma ação do Denarc. Na época, o órgão anunciou que eles eram traficantes e teriam atirado primeiro nos policiais. O Denarc ainda anunciou que já estava no rastro da quadrilha e que acabou sendo surpreendido pela reação do grupo. Foi uma cilada, disse Ivaney Cayres de Souza, então diretor do órgão. Morreram no local o dono da chácara, Edson Serafim Tomás, de 41 anos, sua mulher, Flávia Espíndola de Castro, de 28, a caseira Ilza Pereira da Silva Araújo, de 36, e o adolescente Luís Carlos Lopes da Silva, de 16.
Ainda segundo o delegado, o grupo estava sendo investigado por escutas telefônicas havia três meses. A situação impôs que reagíssemos à altura. Lamentamos as vítimas, como lamentamos o policial ferido. A operação foi legítima. Uma investigação do MPE e da Corregedoria, no entanto, mostrou que tudo não passou de uma farsa para encobrir a execução das vítimas. Eram 7h30 do dia 11 de julho de 2003 quando três policiais sem uniforme e um informante entraram com um mandado de busca na chácara localizada no km 104 da Rodovia Castelo Branco. Um funcionário acabou sendo detido.
Segundo testemunhas, o caseiro pensou que os policiais fossem bandidos e atirou, atingindo a espinha dorsal do investigador Mauro Montanari, de 35 anos, que ficou paraplégico. Segundo o MP, os policiais foram então atrás de vingança. Mataram Luís Carlos, jardineiro do sítio, depois atiraram em Ilza Araújo, mulher do caseiro, que dormia no momento em que os dois invadiram sua casa. Em outra residência dentro da chácara ainda foi assassinado o casal Edson Tomás e Flávia de Castro – apenas duas crianças, na época de 6 e 9 anos, foram poupadas. Em depoimento, as testemunhas disseram que os policiais também atiraram nas paredes para tentar alterar a cena do crime.
OMBUDSMAN DA FOLHA EM 1996 APONTAVA IVANEY CAYRES DE SOUZA COMO DESPREPARADO E IRRESPONSÁVEL 6
CASO DE POLÍCIA
São Paulo, domingo, 10 de novembro de 1996
MARCELO LEITE
Nessas horas, delegados da Polícia Civil com faro para autopromoção na mídia também deitam e rolam. Vale até julgar e condenar um morto, como foi feito com Mauro Rodrigues de Mattos.
O passageiro do vôo 402 foi postumamente acusado de ter embarcado quase quatro quilos de cocaína no avião caído, por já ter sido preso como traficante. Segundo o policial Romeu Tuma Jr., ”apesar da condenação e da liberação, ele (Mattos) continuava ligado ao tráfico”.
O abuso policial mais chocante da semana, porém, envolveu a investigação do aparente suicídio do empresário Luiz Carlos Leonardo Tjurs na frente de sua noiva, a modelo e atriz Ana Paula Arósio. Na crítica interna da edição de quarta-feira, anotei:
”Depois de tudo que se falou sobre Escola Base, a Folha ainda dá divulgação para especulações e conjeturas de policiais irresponsáveis que podem prejudicar pessoas em princípio inocentes. Veja a reportagem ‘Atriz Ana Paulo Arósio sai do choque’ (pág. 3-8). Se o delegado Ivaney Cayres de Souza é despreparado o bastante para mencionar em público hipóteses fantasiosas de incitação ao suicídio, o jornal não precisa acompanhá-lo”. Foi, assim, uma satisfação ler na Folha de anteontem o editorial ”Privacidade violada”. Ele trazia uma admoestação cristalina:
”Um braço do poder público, que tem o dever de respeitar e defender a privacidade dos cidadãos e agir com discrição, é, lamentavelmente, o primeiro a violar esse valor. Sem nem sequer correr o risco de uma punição posterior, se, como no caso da escola Base, se verificar que as suspeitas eram infundadas”.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ombudsman/omb_19961110.htm
DO INVESTIGADOR SIDMAR BIANCO: foram José Virgílio e o informante Pedro Henrique Moreira que assassinaram sumariamente as vítimas, sem chance de defesa, por pura vingança 9
Policiais terão de explicar chacina
Cruzeiro On Line
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo vai convocar para depoimento os ex-diretores do Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc), Ivaney Cayres de Souza, Everardo Tanganelli Júnior e Pascoal Ditura, em inquérito que investiga uma chacina em Porto Feliz, município do interior do Estado. Os corregedores querem entender como foi “criada uma história” para inocentar um investigador e um informante que, segundo a própria Corregedoria e o Ministério Público Estadual (MPE), assassinaram sumariamente quatro pessoas desarmadas em julho de 2003.
O caso começou quando as quatro pessoas morreram em uma ação do Denarc, sendo que o órgão anunciou na época que eles eram traficantes e teriam atirado primeiro nos policiais. O Denarc ainda anunciou que já estava no rastro da quadrilha e que acabou sendo surpreendido pela reação do grupo. “Foi uma cilada”, disse Ivaney Cayres de Souza, então diretor do órgão. Morreram no local o dono da chácara, Edson Serafim Tomás, de 41 anos, sua mulher, Flávia Espíndola de Castro, de 28, a caseira Ilza Pereira da Silva Araújo, de 36, e o adolescente Luís Carlos Lopes da Silva, de 16. Ainda segundo o delegado, o grupo estava sendo investigado por escutas telefônicas havia três meses. “A situação impôs que reagíssemos à altura. Lamentamos as vítimas, como lamentamos o policial ferido. A operação foi legítima.”
Uma investigação do MPE, no entanto, mostrou que tudo não passou de uma farsa para encobrir a execução das vítimas. Eram por volta de 7h30 do dia 11 de julho de 2003 quando três policiais sem uniforme e um informante entraram com um mandado de busca na chácara localizada no km 104 da Rodovia Castelo Branco. Um funcionário acabou sendo detido. Segundo testemunhas, o caseiro estranhou a movimentação, pensou que os policiais fossem bandidos e atirou, atingindo a espinha dorsal do investigador Mauro Montanari, de 35 anos, que ficou paraplégico.
Segundo o MP, os policiais foram então atrás de vingança Mataram Luís Carlos, jardineiro do sítio, depois atiraram em Ilza Araújo, mulher do caseiro, que dormia no momento em que os dois invadiram sua casa. Em outra residência dentro da chácara, ainda foi assassinado o casal Edson Tomás e Flávia de Castro – apenas duas crianças, na época de 6 e 9 anos, foram poupadas. Em depoimento, as testemunhas disseram que os policiais também atiraram nas paredes para tentar alterar a cena do crime.
FRAUDE PROCESSUAL
A Corregedoria e o MPE suspeitaram da história após ouvir a versão das crianças e de outras pessoas que passavam pelo local. Depois de vários depoimentos, a chacina no sítio de Porto Feliz foi creditada ao investigador José Virgílio Costa e seu parceiro Sidmar Bianco, ambos presos. Bianco, no entanto, denunciou aos corregedores uma farsa ainda maior. Segundo ele, foram José Virgílio e o informante Pedro Henrique Moreira que assassinaram sumariamente as vítimas, sem chance de defesa, por pura vingança – seu nome só foi envolvido no caso porque colegas do Denarc teriam pedido para ele assumir a responsabilidade, uma vez que ele era chefe dos investigadores.
Na casa do informante, a Corregedoria da Polícia Civil encontrou armas, munição, colete a prova de balas e manuais de investigação da Polícia Civil. Ele e José Virgílio, que foi expulso da Polícia Civil, respondem às acusações em liberdade. A corregedoria vai pedir agora novas prisões dos acusados até o julgamento e quer ouvir os antigos chefes do Denarc para saber o que eles têm a dizer sobre a suposta fraude processual. (AE)
NINGUÉM CITOU QUE O INVESTIGADOR MAURO MONTANARI FICOU E ESTÁ PARAPLÉGICO ATÉ HOJE POR CONTA DO TIRO QUE LEVOU NAS COSTAS 11
Luizinho fea o seguinte comentário:
A REPORTAGEM MAQUIADA E TENDENCIOSA DA GLOBO
É FÁCIL METER O PAU NA POLÍCIA E PRINCIPALMENTE QUEM NÃO ESTAVA LÁ. NA REPORTAGEM DO FANTÁSTICO, NINGUÉM CITOU QUE O INVESTIGADOR MAURO MONTANARI FICOU E ESTÁ PARAPLÉGICO ATÉ HOJE POR CONTA DO TIRO QUE LEVOU NAS COSTAS. TIRO QUE FOI DISPARADO POR UM DOS TRAFICANTES QUE FAZIA A SEGURANÇA DO LOCAL. ESSA CONVERSA DE QUE FOI O CASEIRO QUEM ATIROU POR ACREDITAR QUE SE TRATAVAM DE LADRÕES É BALELA! E O QUÊ UM CASEIRO ESTARIA FAZENDO ARMADO NO LOCAL PRONTO PARA ATIRAR NOS OUTROS? AS PESSOAS QUE MORRERAM ERAM TRAFICANTES SIM SENHOR! MAS, A IMPRENSA MARROM FAZ QUESTÃO DE DIZER QUE ERAM POBRES INOCENTES QUE FORAM MASSACRADOS! NINGUÉM FALA DO MASSACRE QUE SOFREU O INSTIGADOR MAURO E NEM SUA FAMÍLIA! ESTÃO CRUCIFICANDO O DELEGADO DR. SÉRGIO LEMOS NASSUR QUE É UM EXCELENTE DELEGADO DE POLÍCIA “LINHA DE FRENTE” E EXCELENTE COMPANHEIRO POLICIAL! NO DIA DOS FATOS ELE CHEGOU ATRASADO NA OCORRÊNCIA E HOUVE PRECIPITAÇÃO POR PARTE DOS POLICIAIS QUE RESOLVERAM AGIR EM NÚMERO INFERIOR POR CONTA PRÓPRIA ANTES DA CHEGADA DOS DEMAIS COLEGAS. VENDO QUE OS POLICIAIS ESTAVAM EM MENOR NÚMERO, OS TRAFICANTES SE SENTIRAM ENCORAJADOS A ATIRAR CONTRA ELES. NÃO VOU COMENTAR SE HOUVE OU NÃO EXECUÇÃO, OU O FATO DE HAVER OU NÃO UM “GANSO” NA OPERAÇÃO! O QUE ME DEIXA INDIGNADO É O FATO DA IMPRENSA NÃO NOTICIAR QUE O INVESTIGADOR MAURO MONTANARI ESTÁ CONDENADO A PASSAR O RESTO DA VIDA PRESO A UMA CADEIRA DE RODAS EM VIRTUDE DOS TIROS QUE LEVOU DE TRAFICANTES. TRAFICANTES QUE A IMPRENSA QUER TRANSFORMAR EM ANJOS INOCENTES. EU TRABALHAVA NO DENARC NA ÉPOCA DOS FATOS E PERTENCIA A DELEGACIA QUE IMPETROU ESSA AÇÃO DESASTROSA. SEI DO QUE ESTOU FALANDO COM CONHECIMENTO DE CAUSA. INDIGNA-ME O FATO DE SE QUERER CRUCIFICAR O DR. SÉRGIO LEMOS NASSUR QUE NEM HAVIA CHEGADO AINDA AO LOCAL QUANDO TUDO ACONTECEU. O VIRGÍLIO JÚNIOR BEM QUE PODIA DAR AS EXPLICAÇÕES CORRETAS E DELINEAR O PAPEL DE CADA UM NESSA HISTÓRIA JÁ QUE ERA O “UNICO POLICIAL” EM COMBATE NO LOCAL TENDO EM VISTA QUE O MAURO ESTAVA BALEADO! MAS, PARA QUEM ESTÁ DE FORA, É MUITO MAIS FÁCIL ATIRAR PEDRAS COMO FEZ ESSE REPORTERZINHO COM UMA REPORTAGEM TENDENCIOSA E QUE DENIGRE A IMAGEM DE UM DEPARTAMENTO QUE APESAR DE ERROS, TEM UM PAPEL IMPORTANTÍSSIMO NA HISTÓRIA DO COMBATE AO NARCOTRÁFICO NO ESTADO DE SÃO PAULO. A CORREGEDORIA TEM TODA A VERDADE SOBRE OS FATOS, E SOBRE TUDO COMO ACONTECEU NA REALIDADE!
________________
Luizinho, lamentamos profundamente pelo investigador baleado.
Contudo a gravidade do ataque por ele sofrido não explicaria uma reação desproposital – se é que os policiais cometeram quaisquer crimes – de outros componentes do DENARC.
Aliás, um dos traficantes – conforme a reportagem da ocasião fiel ao relato dos policiais – acabou escapando do local durante o tiroteiro.
Um outro indício da incompetência do DENARC: os policiais nem sequer aguardaram a chegada dos superiores para início da operação.
A imprensa – por sua vez – não foi marrom quando em 2003 divulgou a versão do DENARC, sem buscar maiores informes acerca das vítimas.
Não vejo motivo para, agora, ser qualificada como tendenciosa por divulgar a versão da Corregedoria Geral.
Verdadeiramente, o doutor Sérgio é um excelente colega e profissional.
Duvidamos que tenha tomado parte de ações criminosas, até pelo fato de que era um simples plantonista do DENARC.
Quanto a apreensão de R$ 32.000,00, isoladamente, não serve como prova em desfavor dos mortos.
Também , de acordo com o seu relato, difícil acreditar que um só policial tenha conseguido algemar “um traficante” e, imediatamente, durante tiroteio ferir mortalmente outro homem, um adolescente e duas mulheres.
E ainda, depois de balear as quatro pessoas, buscar reforço para socorrê-los até o hospital, MAS INFELIZMENTE MORRERAM NO CAMINHO.
Cabendo lembrar : o DENARC desde a direção do falecido JORGE MIGUEL não merece nenhum crédito.
Não por culpa de “reporterzinho”, por culpa do “bando” de delegadozinhos TRAFICANTES que lá trabalhavam.
Curiosidade: TINHA MUITOS EX-PMS NO DENARC?
AXIOMA POLICIAL 3
SE A CORREGEDORIA VERIFICAR, VERA QUE QUANDO MULHERES SÃO VITIMAS EM RESISTENCIA, ESTA FOI MASCARADA, POIS OS CONTRA A LEI DIFICILMENTE AS ESPÕE DE TIRO COM POLICIAIS. PODEM AS USA-LAS EM QUALQUER OUTRO TIPO DE CRIME, MENOS ESTE. È UM PENSAMENTO, NÃO ME VENHAM PEDIR PROVAS.