CHUPETA: Três dos denunciados eram investigadores do 3º DP de Diadema, na Grande São Paulo, e outros dois eram do 41º DP na Vila Rica, na zona leste de São Paulo 5

06/08/2009 22h55

Nacional

MP denuncia policiais acusados de extorquir Abadía ( Chupeta )

Cinco policiais civis e um informante acusados de extorquir dinheiro de pessoas ligadas ao traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE). Três dos denunciados eram investigadores do 3º DP de Diadema, na Grande São Paulo, e outros dois eram do 41º DP na Vila Rica, na zona leste de São Paulo.

Segundo a Promotoria, de Daniel Bráz Maróstica, apontado como braço direito de Abadía, os policiais de Diadema tiraram uma moto, vendida por R$ 34 mil. Maróstica foi cercado por quatro homens – três deles seriam os investigadores Pedro Paulo Rodrigues Oliveira, Thiago Luiz Berbare Bandeira e Claudio Batista Freiria.

Os policiais decidiram abordá-lo após supostamente serem passados para trás por colegas do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), que teriam extorquido dinheiro do traficante Henry Edval Lagos, amigo de Abadía, em US$ 280 mil.

Descontente com o que ganhou de Maróstica, Oliveira procurou os policiais Anselmo Ferreira e Christian Renner Fernandes de Godoy para atacar o piloto André Luiz Telles Barcellos, de quem tiraram US$ 100 mil e R$ 110 mil em dinheiro e uma picape Nissan Frontier, vendida por R$ 70 mil.

O NOSSO SALÁRIO NÃO COMPRA CAMISAS FEITAS NA OSCAR FREIRE…ALIÁS, NEM DE LINHO OU SEDA PUROS VALERIAM R$ 390,00 3

Enviado DELPOL DURO  em 07/08/2009 às 18:18

Doutor Guerra já encomendou uma camisa pois adpesp firmou um convenio está no site da associação, baratinho baratinho?
cinco camisas = salario base

Com esse vencimento nem camisinha dá para comprar.

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http://www.silviocarvalho.com.br/adpesp/

Vendendo de  R$ 150,00 a R$  390,00  ,  cada  camisa de algodão , esse tal Sílvio Carvalho deve achar que todo Delegado é ladrão e trouxa.

Esse pessoal da ADPESP tá debochando de nós.

Quero saber quanto o alfaiate está pagando pela propaganda?

Vou chamar o DEIC:  isso é camisa made in  “São Bento” , algodão italiano  de “olho puxado” , com direito a uma customização.

 

 

 

ITALIANA " xing-ling" por  R$ 390,00

ITALIANA " xing-ling" por R$ 390,00

italiana

 

 

 

DHPP – Aliás, pesa (desde o princípio) saber que ali estão aqueles que efetivamente acreditam num ideal de polícia judiciária puro…Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi…DHPP – DEPARTAMENTO SEM REBUÇO 2

Polícia Judiciária eficiente e cidadã.

Luís  Geraldo Sant’Ana Lanfredi é Juiz de Direito. http://www.policiacivil.sp.gov.br/2008/dhpp/anuario/anuario.pdf

Com efeito, aí se faz investigação de verdade, com técnicas e tirocínio, sagacidade e disposição, em condições de aproveitar elementos minímos de prova para confrontá-los com o histórico  de uma ocorrência ou da perícia técnica, criando um ambiente ideal para a valorização  do profissional entretido com tais atividades.

(DHPP) em São Paulo, pode-se dizer sem quaisquer rebuços, ainda é um desses segmentos que cultuam a investigação como método, marcando a diferença no seu atuar.

Alias, pesa (desde o princípio) saber que ali estão aqueles que efetivamente acreditam num ideal de polícia judiciária puro.

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Verdade pura Excelência; se não fosse assim seu irmão não seria lotado no DHPP.

Departamento “reserva moral” da Polícia Civil; para o qual só os mais qualificados e experimentados são designados depois de rigorosa seleção interna.

No DHPP não há espaço para  apaniguados  deste ou daquele. Só os melhores entre os melhores são ungidos…

O resto  – ( o signatário, inclusive ) aqueles espalhados pelos distritos periféricos e interioranos –   é bate-pau e ladrão!

Quando muito: amador esforçado. 

PRÊMIO PUXA-SACO
PRÊMIO PUXA-SACO

    art by caipirapor                                                                                                                      

Informações para contato urgente com o sociólogo TULIO KAHN 2

Oi , boa tarde, preciso urgente o contato do Tulio kahn – Tem como conseguir??? Sou do Clube dos Oficiais da PM de Ms e preciso convida-lo a palestrar em um evneto nacional.

Att

Juliana Santos
(67) 9655-4355 Jornalista Mtb 610/MS

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Nome: Tulio Kahn
Endereço: http://www.tuliokahn.com.br
Sexo: Masculino
Data de Nasc.: 31/07/65
Email: concrim@uol.com.br
 

Ou  entre em contato, pelo clube dos oficiais, diretamente com a  CAP do gabinete do Secretário de Segurança de São Paulo.

“Nossa maior segurança está na preservação de nossa liberdade. Nós não somos livres porque somos fortes; ao contrário, somos fortes porque somos livres”… Correinha o Caçador de Bandidos 25

Um policial é, antes de mais nada, uma pessoa comum, como tantas outras. Assim sendo, ao tirar a vida de um ser humano, não importando quem seja, ou o que tenha praticado, mesmo agindo em legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal, abre-se em seu coração uma ferida dolorosa que irá sangrar para sempre. E, em seu espírito, passa a residir uma ponta de tristeza, que creio será eterna. É um preço muito alto que se paga para cumprir uma obrigação profissional. Hoje, eu sinto que fui usado pelo sistema. Sistema que se aproveita de sua coragem, do seu preparo, de sua valentia e espírito de luta, acrescendo ainda o alto risco de vida a que se é exposto, sem nada lhe oferecer em troca, a não ser um mísero salário. Vitórias dessa natureza podem dar ao policial uma sensação de sucesso e realização profissional. Entretanto, não há nenhuma alegria nisso. E as glórias que se lhe auferem, com elogios e outras badalações, são efêmeras e não levam a nada, não acrescentam nada de útil ao seu aprendizado ou à sua ascensão espiritual. Não obstante isso tudo, o estrago feito em sua alma é seqüela que jamais será sanada. Seu espírito levará consigo, para onde for, esse estigma de dor e de sofrimento. E nada é reconhecido por ninguém, a não ser naquele passageiro e rápido momento. Quando o infortúnio e o abandono vierem bater à sua porta, como aconteceu comigo, nenhuma mão se estendeu para uma ajuda, nenhuma palavra de consolo ou de ternura na verdade. Você foi apenas mais um dente da engrenagem do sistema que se quebrou e foi substituído, pura e simplesmente. Seu passado, o sangue derramado, os serviços prestados, nada conta. E seu futuro incerto a ninguém interessa: não há justiça, não há direito, não há reconhecimento. Você fica só e entregue à própria sorte. Direitos humanos!. Ora, os direitos humanos! E os meus direitos, quem os respeitou?. Quem os defendeu? Tenho passado, já sexagenário, agruras pelas quais nunca esperava. A herança havida de meu pai, foi toda ela gasta com defensores, advogados que fizeram jus ao que receberam por seu trabalho e muitos outros que me defenderam sem nada receber, porque eu já não tinha posses para fazê-lo. Nesse ponto, não posso deixar de registrar minha gratidão a dois profissionais que fizeram minha defesa sem receber remuneração: Dr. Joseval Peixoto Guimarães e Dr. Abdalla Achcar. O primeiro, amigo de infância desde o Estado do Paraná, e o segundo ex-colega das lides policiais. Tudo isso, por crimes que não cometi. Deixo nas mãos de Deus meu julgamento justo, reto e imparcial, sem nenhum temor. Estou errante pelas ruas, procurando meus direitos humanos. Nunca os encontrei em nenhuma porta em que bati. 

Nossa maior segurança está na preservação de nossa liberdade. Nós não somos livres porque somos fortes; ao contrário, somos fortes porque somos livres.

Correinha
o Caçador de Bandidos
Líder do Verdadeiro Esquadrão da Morte
Astorige Corrêa

http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/correinha.html#6

Astorige Corrêa - Investigador do DEIC

Astorige Corrêa - Investigador do DEIC

Correinha ajudou a promover na carreira inúmeros delegados.

Muitos foram guindados à condição de diretores de Departamentos e acabaram sentando-se no cobiçado Conselho da Polícia Civil, tornando-se “cardeais”.

De uns tempos para cá, ser delegado no Brasil não tem sido bom negócio…PARA QUEM NÃO MERCADEJA SEUS PARES DE CARREIRA 3

Polícia
Delegados vão à luta                                                                   

Chegou a hora: para Di Rissio, classe vive momento de recuperar auto-estima

Chegou a hora: para Di Rissio, classe vive momento de recuperar auto-estima

Categoria se mobiliza para brigar
por mudança constitucional que
pode alterar rumos da profissão
Chico Silva

De uns tempos para cá, ser delegado no Brasil não tem sido bom negócio. A profissão, antes uma atraente opção para boa parte dos alunos formados nos cursos de direito, perdeu pompa, prestígio e, o pior, remuneração. Desestimulados, alvos da violência de bandidos e organizações criminosas e vítimas de um arrocho salarial, a categoria joga uma cartada decisiva para assegurar o presente e, sobretudo, o futuro do ofício. A esperança dos mais de dez mil delegados do País está numa siglazinha composta por duas consoantes e uma vogal: a PEC, ou Projeto de Emenda Constitucional. É com esse instrumento que as autoridades máximas dos distritos policiais esperam voltar à condição de agentes públicos da carreira jurídica. Com isso, deixariam de ter seus salários vinculados aos dos governadores dos Estados. Em síntese, seria o primeiro passo de um longo caminho rumo à autonomia da classe.

No Congresso – A PEC paralela já passou pela Câmara. Em caso de aprovação
pelo Senado, os homens fortes dos DPs, na companhia de advogados e dos agentes tributários dos Estados, terão seus vencimentos vinculados aos do Poder Judiciário estadual. Para que isso ocorra, os delegados precisam do voto de dois terços dos 81 senadores. A classe já contabiliza 38 votos. O projeto passou pela Comissão de Assuntos Sociais e aguarda para entrar na pauta de votação. Para o vice-presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol-Br), Carlos Eduardo Benito Jorge, o que a categoria pede é apenas a restituição de um antigo direito. “No artigo 241 da Constituição de 1988, nós fomos inseridos na carreira jurídica. Mas esse status nos foi retirado na reforma constitucional feita anos depois.” A principal conquista da classe na Constituinte foi a obrigatoriedade do diploma de bacharel em direito para os interessados em ingressar na carreira. A medida condenou à extinção os chamados delegados “calça curta”. Essa era a curiosa denominação dada a pedreiros, padeiros, motoristas e similares nomeados, principalmente no interior, para a função pelo fato de serem apadrinhados das autoridades responsáveis pelas indicações.

 
Benito defende que delegados não podem ser reféns dos políticos: “E se um governador resolve diminuir seus salários?”

A obrigatoriedade do concurso não caiu, mas com a perda de status os delegados ficaram expostos a outras ameaças. Aí está, segundo a categoria, a grande batalha da PEC paralela. Hoje, como estão submetidos ao Poder Executivo, os delegados estão sujeitos a perder conquistas e benefícios adquiridos. Benito Jorge cita duas situações que atestam a vulnerabilidade do ofício. “Há alguns anos, o governador do Amazonas extinguiu a polícia do Estado com uma canetada. Depois, voltou atrás. E se numa canetada um governador resolve diminuir seus próprios salários? Como os vencimentos dos delegados são vinculados aos dele, a classe também tem o salário diminuído! Só que o governador não paga aluguel, luz, telefone, condomínio. Nós pagamos”, diz Benito Jorge.

É justamente na questão salarial que o processo emperra. Os governadores temem que o vínculo com os vencimentos do Judiciário, por serem significativamente maiores, arrebente de vez os já debilitados cofres dos Estados. Os delegados contra-argumentam. Afirmam que a prerrogativa do reajuste continuará sendo do chefe do Executivo estadual. “Eles (os governadores) estão querendo confundir a opinião pública. É preciso que se diga que teto não tem nada a ver com piso. Mesmo hoje, nós poderíamos receber até 75% da remuneração do governador. Mas nenhum delegado recebe sequer perto disso”, rebate André Luiz Di Rissio, delegado do Departamento de Administração e Planejamento da Polícia de São Paulo (DAP) e presidente da Associação dos Delegados de Polícia pela Democracia. Di Rissio insiste que a luta dos delegados não se restringe à melhoria dos valores impressos no contracheque. “Nosso problema não se resume aos baixos salários. Há uma campanha institucional contra a categoria. Falta reconhecimento, estímulo, nossas condições de trabalho não são adequadas. Assim, a aprovação da PEC seria um passo fundamental para o resgate da nossa auto-estima.”

   
Ronaldo Lessa, governador de Alagoas: “Quer dizer que delegados passam para o
Poder Judiciário e todo o
restante da estrutura policial
fica com o governo do Estado?”
 

Dificuldades – Acompanhando de perto a movimentação dos delegados, os governadores se organizam para frustrar seus planos. Onze deles enviaram um documento ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pedindo a revisão da PEC. O motivo alegado pelos mandatários estaduais é a impossibilidade orçamentária para o cumprimento da medida. O governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), foi um dos que assinaram a representação. Segundo ele, além das dificuldades financeiras, a aprovação do projeto causaria algumas distorções. “Quer dizer que os delegados passam para o Poder Judiciário e todo o restante da estrutura policial fica com o Estado? Como é que fica isso?”, pergunta. Lessa também ironiza os delegados que dizem não ser o salário a sua principal reivindicação. “Isso é uma falácia. Se fosse assim, eles não estariam se empenhando tanto.” Preocupado, o governador promete fazer o que estiver a seu alcance para impedir o que ele chama de “trem da alegria”. “Um Estado pobre como o nosso não pode pagar R$ 12 mil por mês para um cara que mal saiu da faculdade”, diz, em referência ao salário do presidente do Tribunal de Justiça do Estado.

Ciente das dificuldades, os delegados prometem não se entregar. Vão se empenhar pela valorização de uma profissão cada dia mais desprestigiada. Pesquisas das associações de policiais civis apontam que é cada vez menor o número de inscritos nos diversos concursos públicos realizados pelo País afora. Isso sem contar aqueles que são aprovados e abandonam o barco antes mesmo do embarque. Em São Paulo, por exemplo, tem delegado fazendo bico de vendedor de cachorro-quente, segurança de boate e taxista. Envergonhados, não quiseram dar seus depoimentos a ISTOÉ. A chapa está quente na delegacia!

http://www.terra.com.br/istoe/1857/brasil/1857_delegados_vao_a_luta.htm

HOLERITE DO DI RISSIO

HOLERITE DO DI RISSIO

Milagre da multiplicação: apartamento de milhão, jaguar, rolex, armani, etc . Aprendeu a fazer Polícia no DHPP, tal como o ex-secretário adjunto Malheiros.

ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA PELA HIPOCRISIA

Delegados criticam promotor que divulgou denúncia

O cenário da crise atual ganhou nova estrela: o promotor Sebastião Sérgio da Silveira, da 8ª Promotoria de Justiça, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Desde que revelou à imprensa as acusações que o advogado Rogério Buratti fez ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci, foi alvo de críticas e apoio. Dessa vez, quem repreendeu a atitude dele foi a ADPD — Associação dos Delegados de Polícia pela Democracia.

O presidente da associação, André Luiz Di Rissio, classificou a atitude do promotor de perigosa para a democracia. “Há de se ressaltar que o sigilo e a discrição no curso de uma investigação criminal são os principais instrumentos que permitirão se fazer Justiça.”

Segundo Rissio, o vazamento de informação no curso de uma investigação criminal pode permitir que o acusado — caso seja culpado — destrua provas importantes para o inquérito policial, ou ainda, cometer uma grande injustiça, caso o acusado seja inocente. “Nesse último caso, ninguém volta para pedir desculpas.”

http://www.conjur.com.br/2005-ago-24/delegados_criticam_promotor_divulgou_denuncia

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Princípios  ou  caso premonitório de defesa em causa própria?

OS NOSSOS ALGOZES SÃO AQUELES QUE UTILIZAM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS E REMOÇÕES COMO INSTRUMENTOS INFAMES DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA ( interna ou externa ) OU NO BENEPLÁCITO DE APANIGUADOS 17

 

DIREITO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR

DIREITO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR

no passado, as remoções eram utilizadas como instrumento vil de perseguições políticas ou no beneplácito de apaniguados…

Felizmente, delas o Judiciário cuidou “… ( nota 20, vide RT 591/80 ).

 

 

 

 

Conforme  fls. 37/38, “Direito Administrativo Disciplinar”,  ANGERAMI, Alberto e PENTEADO FILHO, Nestor Sampaio) – Millennium, 2ª edição, 2006. 

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Felizmente, embora nem sempre, o Poder Judiciário desfaz atos criminososos cometidos por Delegados contra Delegado e, com maior abundância, em desfavor dos  membros das diversas carreiras policiais civis.

Mas não cuida, de ofício,  de  engenhosas improbidades.

Com efeito, para apaniguar a classificação de um delegado estagiário, mero 4a. classe,  no DHPP  –  qualificado pela personalíssima condição de filho de Diretor, sobrinho de Delegado, neto de Delegado, primo de Delegado  – alguém suportou remoção arbitrária para lhe dar lugar.

No passado, eles escreveram!

Sim, no passado mais que presente.

E há quem nos considere autófago.

Ora, autofagia  no caso policial é  tirar proveito , alimentar-se da Polícia, dos pares e dos subordinados, à custa da própria honra, decência, honestidade…

Obviamente, devorando o semelhante.

Da verborragia leviana: É A ABUNDÂNCIA DE PALAVRAS EM PORTARIAS  PARA INGLÊS VER.

PROJETO DE LEI 01-0486/2009 do Executivo‏: “Cria a Gratificação por Desempenho de Atividade Delegada, nos termos que especifica, a ser paga aos Policiais Militares que exercem atividade municipal delegada ao Estado de São Paulo por meio de convênio celebrado com o Município de SãoPaulo 4

Enviado por DARTANHAN em 06/08/2009 às 21:35

Olha o projeto aí, associações, sindicatos, jornalistas e policiais, todos deveriam consultar a fonte antes de saírem falando asneiras, isto é para todos nós aprendermos a não acreditar (SEMPRE DUVIDE), DAS PUBLICAÇÕES DAS MÍDIAS EM GERAL, principalmente nós policiais que estamos acostumados a ouvir várias facetas de uma ocorrência para tomarmos a decisão no dia a dia sem preciptação, na mídia não é diferente, cuidado com as atitudes precipitadas, por 24 horas fizeram policiais civis e militares de todo o Estado de bôbos.

PROJETO DE LEI 01-0486/2009 do Executivo‏

(Encaminhado à Câmara pelo Sr. Prefeito com o ofício ATL116/09).
“Cria a Gratificação por Desempenho de Atividade Delegada, nos termos que especifica, a ser paga aos Policiais Militares que exercem atividade municipal delegada ao Estado de São Paulo por meio de convênio celebrado com o Município de SãoPaulo.
A Câmara Municipal de São Paulo D E C R E T A:

Art. 1º. Fica criada a Gratificação por Desempenho de Atividade Delegada, nos termos especificados nesta lei, a ser mensalmente paga aos integrantes da Polícia Militar que exercem atividade municipal delegada ao Estado de São Paulo por força de convênio celebrado com o Município de São Paulo.
§ 1º. A gratificação será calculada sobre o valor da Referência DAS-14, constante do Quadro dos Profissionais da Administração organizado pela Lei nº 11.511, de 19 de abril de 1994, e legislação subsequente, nos seguintes percentuais: I – até 100% (cem por cento), aplicável ao Coronel, Tenente-Coronel, Major, Capitão, 1º Tenente e 2º Tenente; II – até 70% (setenta por cento), aplicável ao Subtenente, 1ºSargento, 2º Sargento, 3º Sargento, Cabo e Soldado.
§ 2º. O valor da Gratificação por Desempenho de Atividade Delegada será fixado pelo Executivo, mediante decreto, de acordo com a natureza e a complexidade das atividades objeto de cada convênio, respeitadas as disponibilidades orçamentárias e financeiras verificadas e levadas em consideração por ocasião da assinatura do ajuste ao qual se refira.
§ 3º. O pagamento da gratificação é incompatível com a percepção de outras vantagens de mesma natureza, especialmente com a gratificação pelo exercício em gabinete a que se refere o inciso I do artigo 100 da Lei nº 8.989, de 29 de outubro de 1979, e legislação subsequente.
§ 4º. Os valores da gratificação serão revistos de acordo com a legislação que disciplina o reajustamento geral da remuneração dos servidores municipais.
Art. 2º. As despesas com a execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 3º. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadasas Leis nº 7.942, de 11 de outubro de 1973, nº 8.322,de 19 de novembro de 1975, nº 8.398, de 3 de junho de 1976,nº 9.061, de 15 de maio de 1980, nº 11.053, de 2 de setembro de 1991, e nº 12.126, de 5 de julho de 1996. Às Comissões competentes.”

Fontes: O Estado de São Paulo; DOC. 05/08/09

Ministério Público Estadual, denunciou à Justiça nesta quarta-feira (5) à noite sete policiais civis sob a acusação de que eles extorquiram dinheiro do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía 5

Promotoria de SP denuncia sete policiais civis por extorquir dinheiro de Abadía

da Folha de S.Paulo

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), do Ministério Público Estadual, denunciou à Justiça nesta quarta-feira (5) à noite sete policiais civis sob a acusação de que eles extorquiram dinheiro do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía, preso em 2007 pela Polícia Federal. A denúncia está sendo analisada na tarde desta quinta-feira pela Justiça.

Os promotores de Gaeco também pediram a decretação da prisão preventiva (que pode durar até o fim do julgamento) desses sete policiais civis, que foram alvo de dois inquéritos policiais da Corregedoria da Polícia Civil.

Até o final deste mês, outros dois inquéritos ainda abertos para apurar extorsões praticadas contra Abadía e pessoas que o ajudavam a traficar drogas a partir de São Paulo serão concluídos pela Corregedoria da Polícia Civil e também resultarão em denúncias à Justiça e mais pedidos de prisões.

Quando foi preso pela Polícia Federal, em agosto de 2007, em um condomínio de luxo em Aldeia da Serra, Barueri (Grande São Paulo), Abadía contou à PF que policiais civis do chamado o “outro PCC” (policiais civis corruptos) exigiram dele cerca de US$ 1,2 milhão (pouco mais de R$ 2,4 milhões), mais dois veículos, para que ele e seus comparsas não fossem presos.

Ex-chefe do Cartel Vale do Norte, Abadía foi extraditado pelo governo brasileiro para os Estados Unidos, em agosto de 2008, depois de ter confirmado as extorsões sofridas por ele e seus comparsas no Estado de São Paulo.

As extorsões que o Gaeco e a Corregedoria da Polícia confirmaram agora à Justiça foram reveladas com exclusividade pela Folha, logo após a PF ter prendido Abadía.

O promotor José Reinaldo Guimarães Carneiro, chefe do Gaeco, disse à Folha que não iria se manifestar sobre as denúncias oferecidas à Justiça contra os policiais.

ESTE BLOG É ÚTIL, NA FORMA COMO ESTÁ, AOS NOSSOS ALGOZES…Dr. NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO, QUEM SÃO OS “NOSSOS ALGOZES”? 11

Enviado por NESTOR SAMPAIO PENTEADO FILHO em 06/08/2009 às 9:32

Dr. Conde Guerra
Fui delegado do DHPP e co-fundador do “Delegados pela Democracia”, que surgiu do movimento “Dignidade e Ação” em 1991.

Aliás, a maioria dos integrantes não era do DHPP!

Você, como profissional do Direito, deveria evitar generalizações, que podem ser vistas como puro exercício verborrágico e leviano.

Antes de se referir ao Dr. Domingos e ao Dr. Angerami, verifique a história e a vida classista de ambos.

Estive junto deles nos momentos de intensa perseguição nos governos Quércia e Fleury… Aliás, na greve última, se o Corregedor tivesse sido outro, o destino de muitos colegas estaria amargo.

Reflita! Esse blog é útil, na forma como está, aos nossos algozes.

Saudações,
Nestor Sampaio Penteado Filho.

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Caro Nestor Penteado Sampaio:

“Antes de se referir ao Dr. Domingos e ao Dr. Angerami, verifique a história e a vida classista de ambos”.

Inicialmente, não fiz nenhuma referência pejorativa ao doutores Domingos e Angerami, mas aos puxa-sacos que se aproveitam do livre trânsito pelos “tapetes” da Delegacia Geral. Não importando quem seja o Delegado Geral plantonista.

Todavia se  for necessário fazer quaisquer referências aos dois, pouco importará “a história e a vida classista de ambos”…

Mas tenho convicção de que não sejam “Sarneys” da Polícia Civil; que necessitem como escudo um pretenso passado de serviços classistas para se julgarem acima de quaisquer suspeitas ou quaisquer críticas.

E para conhecimento geral: sempre tivemos o doutor Angerami como herói. Contudo a história, recente, mudou um pouco a admiração nutrida graciosa e distanciadamente. Não o conheço, jamais tive a honra de um aperto de mão. Dele conhecia a teoria, depois conheci a prática. E posso afirmar, sem pretender ofender, que ele não pratica a teoria que leciona. Por tal não vejo nele, por experiência pessoal, nenhum classista, ou seja, defensor de todas as classes de Delegados, do antigo 5ª. ao classe especial, e de todas as carreiras.

Assinalo: por experiência pessoal, ou seja, sob suspeição.

Conquanto a obra subscrita por ambos – Angerami e Sampaio Filho – não nos deixe mentir.  

Duas testemunhas, talvez, também não nos deixem.

E o nome de Vossa Senhoria, embora esteja sempre ao lado do Dr. Angerami, dou-lhe absoluta certeza,  nem sequer foi ou poderia ser cogitado. Pois, verdadeiramente, não participou – em nenhum momento – da greve proferindo discursos fisiológicos.

Tampouco foi promovido ou comissionado em razão do movimento. Descabendo qualquer inferência em seu desfavor.

Diga-se de passagem, também não participamos de nenhuma greve. Trabalhamos normalmente: nem mais, nem menos.

Mas o que teria feito o Doutor Angerami para que o destino de quem teve participação na greve não fosse amargo?

Vossa Senhoria parece estar observando só o doce destino dos grevistas da Adpesp e acólitos, pois Estado afora muitos já colheram e, ainda, colherão frutos amargos.

De se ver que apurações preliminares foram instauradas  por ordem ou manifestação do Doutor Angerami e, posteriormente, desde abril, sindicâncias foram instauradas pela atual Corregedora.

Além de processos administrativos, exclusivamente em razão da greve, em desfavor de colegas estagiários.

Por outro aspecto, venha reavivar nossa memória, relembrando os nomes das lideranças desses grupos “Dignidade e Ação” e “Delegados pela Democracia”, para que possamos avaliar suas ações “classistas” ao longo dos anos?

Avaliar quem não trocou o ideário pelo numerário (aliás, frase tomada de terceiro).

O Senhor disse que estava ao lado dos doutores Domingos e Angerami –   este já era classe especial influente há anos – durante as perseguições nos governos Quércia (1990) e Fleury (1993). Quando se fez arremedos de greve; sem a participação, para variar, das especializadas.  Eu acredito nas suas palavras, embora não saberia dizer quais as perseguições suportadas pelos três.

Noutras plagas mais inóspitas, este ilustre desconhecido esteve apenas com seus colaboradores, escrivão e investigador, no plantão de Diadema, durante o governo Quércia; plantão do 1º DP de Santos, durante o governo Fleury. Assistiu muitos policiais, verdadeiramente abnegados e corajosos, amargando frutos venenosos; diga-se, ainda há passados 16 anos, até a presente data, quem sofra por ter ousado afrontar o impoluto governador Fleury e seus Delegados peculatários: Álvaro e Braum.

Possivelmente absolvidos (os peculatários) com votos do doutor Angerami.

Em contrapartida, aparentemente,  as alegadas perseguições  foram prósperas para Vossa Senhoria e para o doutor Domingos, pois, ambos, lograram subseqüentes promoções por mérito. O colega, em breve, pontuará como um dos nossos jovens cardeais.

Lembro dessas condições personalíssimas sem cobiça ou inveja, apenas para ilustrar o tratamento que o destino dá aos combatentes de um mesmo exército: uns tombam no fronte, outros respondem por crimes de guerra; os do alto comando ficam com todas as honras. 

Quanto à generalização, apenas para ilustrar nossa defesa, devo lembrar que por vezes separei Vossa Senhoria e saudoso pai do “joio”. A condição de ter trabalhado, nos anos de chumbo, com “algozes” e “roubadores” não fez do seu pai um pervertido torturador e arrombador de portas em busca de butim.  

Também  o privilégio  de ser filho de Delegado tão ilustre não  lhe abriram  portas laterais da carreira; não digo portas dos fundos, pois estas devem ser reservadas apenas para a saída de gente como eu.

Finalizo: este Blog  na forma como está pode até ser útil para os “nossos algozes”, mas nem de longe é tão útil como o costume cultivado e cultuado, de antanho, de varrer a sujeira para debaixo do tapete. 

Ocultando-se –   não sei com qual objetivo  –  tantos desmandos internos: desde devasso fisiologismo e nepotismo ao puro banditismo praticado por ilustres Delegados; passando, intermediariamente, pelos que “apenas” metem a mão no erário fraudando licitações e por aqueles que “apenas” deixam  suas mulheres (pretensas esposas) cobrando parcela dos vencimentos de subordinados para que eles recebam presença sem necessidade de comparecimento ao trabalho. 

Foi Vossa Senhoria, em fevereiro de 2007, que comentando o nosso escrito “Gênese do Delegado Covarde”, escreveu: “verdade, verdade, nada mais que verdade… nós somos escória mesmo”…

Eu não sou escória.

__________________________

Hortolândia,  23 de outubro de 2009.

“Estive junto deles nos momentos de intensa perseguição nos governos Quércia e Fleury… Aliás, na greve última, se o Corregedor tivesse sido outro, o destino de muitos colegas estaria amargo“.

Caro Nestor:

Afirmaram,  tentando justificar a supressão e destruição de todo o material que hospedávamos no Google, que  ofendemos, entre os meses de setembro e outubro de 2008,   autoridades policiais, juízes, promotores e procuradores, indiciando COMO VÍTIMA, em autos de representação endereçada a juiz do Dipo, o Exmº Governador José Serra.

Pois bem, perdi um blog em 30 de outubro; outro em 10 de janeiro de 2009.  Por outro lado,   pela arbitrariedade policial coonestada por um magistrado que apenas deve ter se ocupado do indiciado como ofendido: O MEU GOVERNADOR, acabamos como referência para abusos contra a liberdade de manifestação. 

Ganhamos matéria na Folha, em rádios, centenas de Blogs; com reprodução por todo o Brasil e  países de diversas línguas . 

O objetivo, imediato era minar a greve, pois  –  até então – como não havia o Tweeter, o Blog era única referência para informações e os naturais desabafos (aliás,  os quais dificilmente melindrariam autoridades honestas e que na linha de frente se acostumaram aos apupos contrários).

Inquérito instaurado para resguardar os eventuais interesses do indiciado como VÍTIMA; que não sabia das ofensas e muito menos     da instauração do feito, embora lá constasse  –   EM PROCEDIMENTO SOB SEGREDO DE JUSTIÇA  – Governador JOSÉ SERRA e outros. 

Não fui ouvido; nem sei como está e por onde andará tal inquérito; tampouco se O OFENDIDO já ofertou representação , ou seja, ofertou representação no prazo de seis meses encerrado no mês de março.

Mas vamos ao que importa : em pequeno espaço de tempo como diretor da Corregedoria  o Dr. Angerami representou pela instauração de dois PROCESSOS ADMINISTRATIVOS …

Posso afirmar que –  novamente – contrariando tudo aquilo que ele ensina e assina como estudioso do Direito Administrativo.  Aliás, para mim , ele foi o único que logrou estabelecer os limites legais DO GENÉRICO PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE.   Estabeleceu na teoria, mas não na vida pratica.  

O Doutor Domingos  –  CLASSISTA –  em curto período decretou a INSTAURAÇÃO DE MAIS TRÊS…

Calcando os meus legítimos direitos, reclamados em diversas representações; afogando-nos em dívidas em razão de mais de 250 FALTAS AO SERVIÇO…

Faltas que qualquer Delegado de mediana inteligência  poderia verificar inexistentes.    Assim, caro NESTOR, por conta dos Doutores Angerami e Domingos  –   EM MENOS DE ANO – ganhei SETE PROCESSOS…Além das apurações preliminares, inquéritos que tramitam NA SEDE DA CORREGEDORIA GERAL…

Local em que não coloco os meus pés indignos.

Salvo para acompanhar, futuramente e se  por lá ele comparecer, o depoimento, como testemunha   da defesa , do EXCELENTÍSSIMO MEU  GOVERNADOR: JOSÉ SERRA.

Do qual posso afirmar NÃO FAZ PACTO COM JUDAS…Assim, merecendo a MINHA confiança.

Quem tem medo de PA? 

 Eu nunca tive; agora que estou acostumado até sinto orgulho de ler: ACUSADO – ROBERTO CONDE GUERRA – Delegado de Polícia.

Afinal, ao final,  SEREI JULGADO PELOS NOSSOS ALGOZES…

ELES SÃO JURISTAS, EMBORA NEM TODOS JUSTOS.

NESTOR, os Doutores Angerami e Domingos adoçam os destinos de grevistas do jaez do DAHMER E DO SÉRGIO ROQUE…

Fazem  justiça de paneleiros, pois se empregassem o mesmo critério utilizado em nosso desfavor OS DOIS –  DAHMER E ROQUE – DEVERIAM RESPONDER PROCESSOS POR ABANDONO DE CARGO , MANIFESTAÇÃO DE DESAPREÇO,  EXECUTAR MOVIMENTO GREVISTA, DIFAMAÇÃO, INJÚRIA, IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA…PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE…etc.

Aliás, OS DOIS NÃO CUMPRIAM O HORÁRIO DE TRABALHO POR QUE MOTIVO?

DAHMER nem sequer é diretor da ADPESP…

É MERO ORADOR, não poderia sair  por aí falando pela Adpesp.

Nenhum dos dois –  pelo que sei – era licenciado do cargo para exercer atividade classista…

QUEM ASSINAVA A PRESENÇA DOS DOIS? 

OU SEJA QUEM AUTORIZAVA O PAGAMENTO PARA AUSENTES? 

CLASSISTAS!

Para os desafetos da camarilha de Dom Domingos I :   A LEI DA MORDAÇA AINDA NÃO FOI ASSINADA .

Finalizo: AINDA SIM O NOSSO DESTINO É NÉCTAR…

NÃO DEPENDO DE CLASSISTAS…

SÓ DE UMA PEQUENA AJUDA DOS AMIGOS …

E  de eventuais admiradores anônimos, inclusive.

ETA VIDA DE CÃO! ( A NOSSA…BRAÇAIS DESTA FEITORIA HEREDITÁRIA ) 4

Di·rio Oficial Poder  Executivo – Seção  II

sabado, 16 de junho de 2007

Portarias do Delegado de PolÌcia Titular do ServiÁo

TÈcnico para Assuntos Administrativos da APA/DGPAD,

de 23-5-2007

Exonerando:

nos termos art. 58, I, ( 1?, 1, da LC 180/78 

a pedido, a partir de 07-5-2007, RUY SILVEIRA MELLO – RG

25.402.402, do cargo de Agente de TelecomunicaÁies Policial

de 4™ classe, padr„o II, lotado na Delegacia Geral de PolÌcia,

classificado no DETRAN, em virtude de ter sido nomeado para

o cargo de Delegado de PolÌcia de 5™ classe, padr„o

I.(Proc.DGP-4358/2007)(STAA-14-P)

PM PODERÁ TRABALHAR EM DIAS DE FOLGA PARA A PREFEITURA DE SÃO PAULO 21

PM poderá fazer ‘bico’ oficial

Projeto de lei de Kassab prevê que policiais trabalhem para a Prefeitura na folga

Camilla Haddad, camilla.haddad@grupoestado.com.br

O projeto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) que prevê o pagamento de bônus por parte da Prefeitura a policiais militares que trabalham na capital abre a possibilidade de PMs fazerem escalas extras em dias de folga, em serviços do governo municipal, de forma voluntária – uma espécie de “bico” oficial. A PM informou, ontem, que vai autorizar a prática.

A medida passa a valer somente após a aprovação do projeto na Câmara Municipal. O texto cria gratificações de até 100%, a serem pagas sobre um salário-referência de cerca de R$ 1.800. O projeto de lei foi enviado ao Legislativo municipal anteontem, como mostrou reportagem de ontem do JT.

Segundo a PM, a gratificação poderá ser aplicada em todas as patentes, desde coronéis até cabos. Porém, pelo texto enviado por Kassab, até soldados poderão receber um reforço da Prefeitura, equivalente a até 70% do salário.

A assessoria de imprensa da corporação afirmou ainda que só receberá a gratificação aqueles policiais escalados para trabalhar em convênios entre a Prefeitura e a PM, nos moldes da parceria que já ocorre hoje com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) – na qual os PMs atuam no policiamento de trânsito da capital.

No dia em que forem acionados pela Prefeitura, seja para apoiar eventos ou outros encontros, os PMs trabalharão devidamente fardados e equipados e contarão com todo o apoio da estrutura operacional da corporação. Para a PM, a lei faz parte do Programa de Valorização do Policial, que tem o objetivo de propagar uma “cultura de paz” na sociedade.

Bicos

A Prefeitura espera que o bônus acabe de uma vez por todas com os “bicos” feitos por PMs fora do horário de serviço para complementar o salário do policial, que são proibidos por lei. O trabalho costuma ser de segurança, com os policiais atuando em padarias, bares, restaurantes, hipermercados e boates. Caso o PM seja pego pela corregedoria da corporação fazendo atividade extracurricular, responde a um processo administrativo que pode acabar com uma punição. A PM não respondeu quantos policiais foram flagrados neste ano em “bicos”.

Os salários dentro da corporação variam de R$ 2 mil a R$ 8 mil (incluídas as gratificações estaduais previstas para a profissão). Os PMs que já recebem bônus por outras funções acumuladas, como os de trânsito, não poderão ser contemplados com a remuneração extra da Prefeitura.

A reportagem procurou a assessoria de imprensa do prefeito Kassab para comentar quais seriam as funções dos PMs em trabalhos municipais, mas até o fechamento dessa edição não obteve resposta. A Prefeitura só enviou uma nota confirmando o projeto de lei.