NA FALTA DE ASSUNTO MELHOR : PÉS E PINTO NA SENZALA, DIGO, O PINTO NA COZINHA DA CASA-GRANDE 8

Cláudio Humberto: FHC teve outro filho “por fora”, com a empregada! Esse ele reconheceu?

publicada em quarta, 18/11/2009 às 12:28 e atualizado em quarta, 18/11/2009 às 12:34

A informação está no blog do jornalista Cláudio Humberto – que foi assessor de Collor, e hoje escreve na internet, além de assinar colunas em vários jornais Brasil afora.

Cláudio Humberto diz que Maria Helena Pereira – ex-empregada de FHC – teria tido um filho com o patrão. O garoto, sempre segundo o blog do Cláudio Humberto, chama-se Leonardo, tem 20 anos e trabalha numa repartição pública –http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php.

O jornalista diz que ligou para a asessoria de FHC, na tentativa de confirmar a informação. Mas não obteve resposta.

http://www.malhete.com.br/Artigos/artigos.imagem.asp?id=163&row=1&box=1 http://img.listal.com/image/385986/180full-sergio-buarque-de-holanda.jpg http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/06/gilberto_freyre.jpg

Longe do legado de Florestan, FHC fez-se homem cordial (na acepção de Buarque): e reviveu Gilberto Freyre?

Por hora, vale a máxima cunhada pela “Folha”, a respeito da ficha (aquela, sim, falsa) de Dilma: a informação não pode ser confirmada, mas também não pode ser descartada. Vamos aguardar.

Leonardo teria quase a mesma idade de Thomas (filho do ex-presidente garanhão com uma jornalista da Globo). Na época, FHC era senador, e pelo visto tinha os hormônios à flor da pele. Outro dado curioso: Leonardo não foi mandado para o exterior, como Thomas. A mãe teria ganho uma casinha na periferia de Brasília (lá, eles chamam de “entorno”).

A mãe de Thomas é branca. A mãe de Leonardo é negra.

FHC gostava de alardear sua relação de amizade (e de proximidade intelectual) com o grande Florestan Fernandes. De fato, os dois foram amigos. As duas famílias se frequentavam. Mas, no fim da vida, o velho Florestan estava muito desgostoso com FHC…  Não pelos hábitos romântico-sexuais do tucano. Mas pelas posições políticas.

Tanto que Florestan (o pai) nem foi à festa da posse de FHC, em janeiro de 95. Como sei disso? Eu fui à festa  com o convite do velho Florestan. Eu cobrira a posse, em Brasília, pela TV Cultura, e queria acompanhar de perto a festa no Itamaraty. Florestan (o filho – amigo de longa data) me passou o convite do pai – que ficaria sem uso. Interesse jornalístico. Mas havia uns vinhos bons. Disso eu me lembro bem.

Florestan Fernandes nem chegou a acompanhar a aventura neo-liberal de FHC no governo, porque o velho sociólogo morreu pouco tempo depois da posse…

Se confirmada a informação de que FHC teve um filho com a empregada (repito, é preciso aguardar o pronunciamento de FHC), seria mais uma demonstração simbólica de que o tucano abandonou mesmo o legado renovador de Florestan. Preferiu a velha tradição da Casa Grande&Senzala. Gilberto Freyre vive?

Tudo isso seria uma questão de cunho puramente pessoal. Mas há um detalhe: FHC foi presidente, teve que apresentar declarações de IR quando se candidatou. O (s) filho (s) apareciam como dependentes? Estamos diante de um ex-presidente (e ex-ministro da Fazenda) que não dava muita bola pra essas coisas, é isso?

Um homem cordial – na verdadeira concepção buarquiana do conceito. O “cordial” para Sergio Buarque de Holanda não significava “gente boa”, ou “gentil”  – como imaginamos no senso comun. “Homem cordial” é aquele que age pelo coração – não segue as regras (impessoais) que devem reger uma República. O que importa são os laços afetivos, de proximidade e compadrio.

Sergio Buarque de Holanda vive.

Fernando Henrique Cardoso é que eu já não sei mais se vive. O sociólogo se foi há muito tempo. O presidente – por falta de compostura (política) – também está apagando sua imagem.

Um fim tristonho. Mas o (s) filho (s) não tem nada com isso. Que sejam felizes

CTT DA FAMÍLIA FANGANIELLO: Há suspeita de que o número de armas roubadas em Ribeirão Pires seja maior do que o informado à polícia paulista 2

Encontrado no RJ arsenal roubado de centro tático de SP

AE – Agencia Estado –

Oito meses depois do roubo de 22 fuzis e 89 pistolas semiautomáticas do Centro de Treinamento Tático (CTT) de Ribeirão Pires, no ABC paulista, surgem provas de que esse arsenal foi vendido para o crime organizado do Rio de Janeiro.

Dois daqueles fuzis foram apreendidos pela polícia carioca com traficantes de drogas. Por enquanto, não há pistas dos autores do assalto, ocorrido em 5 de março, mas a suspeita é a de que policiais tenham participado do crime, tanto que o inquérito sobre o caso está a cargo da Corregedoria da Polícia Civil paulista. O arsenal do CTT era usado para treinar policiais civis e militares. A cúpula da Segurança Pública fluminense suspeita que um atravessador trouxe o armamento para o Estado e negociou com várias quadrilhas, pois as armas foram achadas em favelas dominadas por diferentes facções criminosas. O Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) cruzará a lista de 22 fuzis e 89 pistolas roubados com o armamento apreendido desde março para novas identificações. Os dois fuzis apreendidos têm impressas as siglas CTT/CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) – o CTT ficava em terreno da CBC, maior fabricante nacional de cartuchos. A primeira arma identificada foi apreendida em 29 de outubro, quando traficantes do Complexo Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, trocaram tiros com policiais militares que faziam uma incursão no lugar. Pelo menos oito criminosos foram avistados pelos policiais. Sete fugiram e um morreu. Com o suposto traficante morto foi encontrado um fuzil Colt-Imbel, de calibre 5,56 mm. O lugar onde o tiroteio aconteceu é controlado por bandidos ligados ao Comando Vermelho (CV). O caso foi registrado na 62ª Delegacia de Polícia. O exame da arma apreendida mostrou que sua origem era o lote de fuzis roubados do CTT. A inteligência da polícia informou o caso à cúpula da Secretaria da Segurança. A polícia fluminense relatou ainda a sua descoberta à polícia de São Paulo. Suspeitava-se, então, que os ladrões de armas tivessem vendido todo o arsenal para o CV. Segundo laudo As investigações, no entanto, desmentiram essa hipótese. Dias depois um segundo laudo demonstrou que, em 26 de outubro, outra arma do CTT já havia sido encontrada pela polícia do Rio. Era também um fuzil Colt-Imbel, mas de calibre 223. A arma estava equipada com uma luneta e havia sido apreendida pelos homens do Grupo de Apoio Tático Especial (Gate), da Polícia Militar, na Serrinha, em Madureira, uma área controlada pelo Terceiro Comando Puro, facção rival do CV. Foi a partir dessa constatação que a polícia passou a trabalhar com a hipótese de que os ladrões do CTT negociaram com mais de uma facção criminosa, pulverizando o arsenal. A falta de informações sobre as investigações da polícia paulista irritou a cúpula da polícia fluminense.

Há suspeita de que o número de armas roubadas em Ribeirão Pires seja maior do que o informado à polícia paulista.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

https://flitparalisante.wordpress.com/2009/03/07/coincidentemente-os-donos-do-centro-de-treinamento-tatico-tambem-sao-socios-do-valoroso-diretor-do-denarc/

AS OPERADORAS NÃO FACILITAM A INVESTIGAÇÃO…ESTÃO CERTAS! A POLÍCIA TAMBÉM NÃO FACILITA PARA A PRÓPRIA POLÍCIA 6

Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 – 16:59

Oi barra acesso da polícia a dados cadastrais de clientes

Empresa alega que procedimento é violação de privacidade; polícia fala que prática ajuda em investigações

Mayco Geretti
Agência BOM DIA

A operadora Oi de telefonia celular entrou com recurso na Justiça para barrar o acesso da Polícia Civil de Sorocaba aos dados cadastrais de seus clientes.  A decisão da  9ª Câmara  Criminal do Tribunal paulista, baseada no argumento da empresa de que o fornecimento dos dados seria uma violação da privacidade, também é adotada pela Justiça em outras cidades do Estado.

Os dados foram solicitados à Oi pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes, em setembro. O pedido foi autorizado pelo juiz corregedor da Polícia Judiciária de Sorocaba, Emerson Tadeu de Camargo.

 Ele alegou que os dados poderiam ajudar a polícia a levantar informações sobre pessoas investigadas por suspeita de envolvimento em práticas  criminosas.
 O juiz solicitou que a Oi concedesse uma senha que possibilitasse o acesso da Polícia Civil aos cadastros de todos os clientes na cidade.

Ao receber o ofício, um gerente da operadora se negou a atender a solicitação e buscou a Justiça.
 
Checar dados,  não grampear
Segundo o delegado José Ordele, a checagem dos dados cadastrais em nada tem a ver com grampos telefônicos que possibilitam as gravações de conversas. “Temos apenas acesso ao nome do dono da linha, aos seus documentos e ao seu endereço”, explica. “Nem a relação de ligações feitas e recebidas podem ser vistas com este recurso. É uma análise inicial.”

O delegado diz que a verificação dos dados é usada há anos pela polícia. “A cada 30 dias temos de prestar contas à Justiça sobre quais cadastros verificamos”, conta. “Só checamos pessoas com indícios de envolvimento no crime e por no máximo 15 dias”.

 O delegado explica que após o veto da Justiça, a delegacia já obteve êxito em outras solicitações de mesma natureza. “As operadoras não facilitam a investigação, mas são ferramentas das quais não podemos abrir mão.”

Além de Sorocaba, a Justiça já vetou  o acesso ao cadastros de clientes de telefonia móvel a unidades policiais de Botucatu e São José do Rio Preto.

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NEM SEQUER PARA O RECEBIMENTO DE UM PRESO A POLÍCIA FACILITA PARA A PRÓPRIA POLÍCIA.

TIPO: “NESTA CADEIA NÃO INGRESSA FLAGRANCIADO COM PASSAGEM POR ESTUPRO”.

SE VIRA!

EXPERIMENTEM PEDIR INFORMAÇÕES PARA UM DELEGADO DE DIG OU SETOR DE INTELIGÊNCIA?

EXPERIMENTEM PEDIR ENSINAMENTOS SOBRE QUALQUER MATÉRIA RELEVANTE?

UM CASO EXEMPLAR DE INVESTIGAÇÃO PRIVADA EFETIVADA PELA HP…QUEM COMPRA PRODUTOS AMADORES COM SYNTAX E OKI JAMAIS SE PREOCUPARIA COM A ORIGINALIDADE DE TONER 5

terça-feira, 17 de novembro de 2009, 10:02 | Online

Operação flagra empresas que vendiam toner pirata 

AE – Agencia Estado 

SÃO PAULO – 

Três empresas suspeitas de fraudar centenas de licitações do governo de São Paulo e de prefeituras do Estado, incluindo a capital, foram alvo ontem de uma operação da Polícia Civil. As empresas vendiam cartuchos e toner para impressoras que pirateavam a marca Hewllet-Packard (HP). Os produtos seriam feitos no Brasil e na China e vendidos como verdadeiros. Para vencer licitações, os suspeitos se aproveitariam do critério do menor preço – os deles eram, em média, 5% menores do que os de mercado.
Até as Polícias Civil e Militar estão entre as vítimas do grupo. Sete batalhões, seis comandos de policiamento de área e até a Caixa Beneficente da PM foram enganados. No “golpe do pague menos e leve produto pirata” também caíram seis seccionais (incluindo as de Santos e de Guarulhos) e o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), que comanda as delegacias de toda São Paulo. Não escapou nem mesmo o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), responsável pelo inquérito do caso.
E a polícia não foi a única vítima da venda de produtos piratas em licitações. O Estado ainda comprou toner e cartuchos falsos para abastecer hospitais, escolas e penitenciárias, como a Feminina de Sant?Anna e a Penitenciária 1 de Itapetininga, além de dois Centros de Detenção Provisória (CDP) – há ainda o registro de venda para a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Todos constam da lista de clientes das empresas investigadas.
“Nosso inquérito apura a fraude em licitação e crime contra o consumo. Todos os órgãos públicos que compraram esses produtos são vítimas”, disse o delegado Jorge Esper Ares, da Delegacia de Repressão à Pirataria, do Deic. Na Prefeitura de São Paulo, as empresas suspeitas teriam vendido para 22 subprefeituras, 2 secretarias municipais e para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Ao lado do nome e do telefone de cada comprador do produto, as empresas mantinham registrados os nomes dos contatos do cliente.
As investigações da polícia começaram há um mês, quando o representante da HP procurou o Deic. Trazia embaixo do braço provas contra três empresas com sede em São Paulo – uma no Ipiranga (zona sul), uma na Lapa (zona oeste) e outra na Vila das Mercês (zona sul). Com base nesse material, os policiais pesquisaram na Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) e constataram que vários órgãos públicos haviam contratado essas empresas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Eu disse: produtos amadores; não disse vagabundos. Podem ser úteis em residências e pequenos escritórios, mas são incompatíveis com o pesado serviço policial.

DELEGACIA DE EMBU LAVRA BOLETIM ACUSANDO IRREGULARES OBRAS ONDE AS PILASTRAS DO RODOANEL DESABARAM

Rodovia

Funcionários faziam obras não autorizadas na BR-116

Informações são de um boletim de ocorrência feito da delegacia de Embu
 Redaçao Bem Paraná
Um boletim de ocorrência, registrado por um engenheiro coordenador de tráfego da Autopista na delegacia de Polícia Civil de Embu (SP), região onde aconteceu o acidente no trecho Sul do Rodoanel da Régis Bittencourt, dá indícios do que pode ter sido a causa. Segundo ele, os funcionários das empreiteiras que constroem o trecho faziam obras na rodovia sem autorização da Autopista — concessionária que administra a rodovia — na última quinta-feira (12).

A obra estaria sendo feita no mesmo ponto onde as três pilastras de concreto desabaram, obstruíndo o trânsido sentido Curitiba São Paulo. O boletim foi lavrado para preservação de direito contra o consórcio, segundo as informações da delegacia. A empresa deveria ter sido avisada para que comunicar os motoristas que passavam no local.

A interdição da pista que foi feita por funcionários do consórcio com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ainda segundo o boletim, os guindastes seriam instalados na pista da rodovia para que pudessem içar as vigas.

Segundo a assessoria da Autopista, o boletim não é criminal, mas garante a isenção de responsabilidade da empresa caso algum acidente fosse provocado.

A Autopista disse ainda que o consórcio tinha autorização para colocação de dez vigas entre os dias 7 a 10 de novembro. No entanto, nos dias 7 e 8 a chuva impossibilitou que os trabalhos fossem feitos. No dia 9, um uma das máquinas apresentou um problema e no dia 10 foram colocadas as quatro vigas (três caíram no dia seguinte).

Acidente — As vigas,  com 85 toneladas e 40 metros de comprimento cada uma, foram instaladas na rodovia no começo da semana. Na sexta-feira (13), elas despencaram de uma altura aproximada de 20 metros e atingiram um caminhão e dois carros. Três pessoas ficaram feridas.

As causas do acidente estão sendo investigadas tanto pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas quanto pelo Instituto de Criminalística de São Paulo, segundo as informações da Bandnews de São Paulo.O laudo da perícia do Instituto de Criminalística deverá ficar pronto em 30 dias.

Dersa — Segundo entrevista concedida neste sábado (14), as obras na região onde houve a queda das pilastras é de responsabilidade das empresas  OAS, Mendes Júnior e Carioca. A Carioca é a mesma empresa responsável pela obra do viaduto do Fura-Fila que caiu na Vila Prudente, em abril de 2008. O lote cinco do Rodoanel, com 35 pontes e viadutos, tem mais de 18 quilômetros de extensão e representa 19,7% da obra.

PAPATERRA: todos reconhecem no Dr. Desgualdo aquele tipo de policial que honra e dignifica a categoria de vocês 1

O SR. PRESIDENTE – GILBERTO NASCIMENTO – PMDB – Para encerrar esta sessão, falará agora o Dr. Mário Magalhães Papaterra Limongi, Secretário Adjunto, representando neste momento o Dr. Marco Vinício Petrelluzzi, Secretário de Estado da Segurança Pública.

 

            O SR. MÁRIO MAGALHÃES PAPATERRA LIMONGI – Exmo. Sr. Presidente, Deputado Gilberto Nascimento, Delegado de Polícia que representa a categoria nesta Casa, em nome de quem saúdo todos os Srs. Parlamentares, que estiveram aqui presentes e fizeram o uso da palavra; meu caro Delegado-geral, Dr. Marco Antônio Desgualdo; Cel. PM Rui César Melo, 1º Comandante Geral da Polícia Militar; senhores membros do Egrégio Conselho da Polícia Civil de São Paulo; senhores militares e senhores Delegados de Polícia, o Governador do Estado vem a esta cerimônia para de um lado parabenizar a Polícia Civil pelos 96 anos de existência e, de outro, agradecer a inestimável colaboração, o empenho, a dedicação, a qualidade e o profissionalismo da Polícia Civil de São Paulo.

            O Governador do Estado reconhece na Polícia Civil de São Paulo a melhor Polícia Civil do Brasil e não por acaso, porque na semana em que se comemora os 96 anos da Polícia Civil, a Polícia Civil de São Paulo nos encheu de orgulho na investigação, rápida, eficiente e legalista, que estourou um seqüestro que inquietava a todos nós.

            Portanto, é um momento para parabenizar a polícia não só por este trabalho, mas pelo aumento significativo de prisões, de apreensões de armas, de tóxicos, drogas, pela modernização do Detran, pelo fim da Cracolândia e pela desativação de vários distritos policiais.

            Temos, sim, o que comemorar e se alguém algum dia imaginou que por questões salariais a Polícia Civil pudesse desaparecer, certamente essa pessoa não conhece o brio e o empenho de cada um de vocês, não conhece com certeza a vocação de cada um de vocês, não conhece com certeza a grandeza de uma instituição que é absolutamente indispensável. Não há hipótese de a Polícia Civil desaparecer, não há hipótese de se dispensar o trabalho investigativo. Nenhum estado pode dispensar o trabalho dos senhores.

            Não há por que imaginar que nas fileiras da Polícia Civil não haja patriotismo, não haja dedicação, não haja profissionalismo.

            Portanto, no ensejo das minhas palavras, quero dizer do reconhecimento pelo extraordinário trabalho que a Polícia Civil de São Paulo, sob a batuta serena e competente de um policial da estirpe do Dr. Marco Antônio Desgualdo, vem conduzindo os destinos do Estado de São Paulo.

            Peço vênia para fazer esta observação em meu nome, em nome do Dr. Petrelluzzi e em nome do Governador do Estado, porque todos reconhecem no Dr. Desgualdo aquele tipo de policial que honra e dignifica a categoria de vocês.

            A todos vocês, o meu abraço, a minha gratidão e o meu reconhecimento. (Palmas).

http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/006aSS010420.htm

O MAIS INTELIGENTE INVESTIGADOR; DEPOIS O MAIOR DELEGADO DO DHPP.

A Fuvest divulgou nesta segunda-feira (16) os locais de prova da primeira fase e a concorrência do vestibular 2010.

16/11/2009 – 09h34
Fuvest divulga locais de prova e relação candidato/vaga do vestibular 2010
Da Redação
Em São Paulo

A Fuvest divulgou nesta segunda-feira (16) os locais de prova da primeira fase e a concorrência do vestibular 2010. Os exames serão aplicados em 112 endereços: 46 na capital, 13 nas cidades da região metropolitana, 50 no interior do Estado e três em cidades de outros estados brasileiros (Brasília, Curitiba e Belo Horizonte); confira:

A relação final de candidatos por vaga para esse ano também foi divulgada. Os vestibulandos que não foram aprovados nos exames específicos já foram realocados para a segunda opção. Veja a lista:

No próximo domingo, dia 22 de novembro, a primeira fase será aplicada para 128.144 vestibulandos, que estarão disputando 10.812 vagas oferecidas pela USP (Universidade de São Paulo), pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Os portões serão abertos às 12h30 e fechados às 13h. Não será permitida a entrada de retardatários.

Calendário

Veja as datas das provas e divulgação de listas:

  • 22/11/2009 – 1ª fase da Fuvest, com 90 testes de múltipla escolha. O vestibulando terá cinco horas para resolver as questões.
  • 14/12/2009 – lista de aprovados na primeira fase.
  • 3/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, prova dissertativa de português (dez questões) e redação. Atenção: os candidatos convocados para a segunda fase deverão entregar, no primeiro dia de exame, uma foto 3×4, recente. O tempo de prova é de quatro horas.
  • 4/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, com prova dissertativa (20 questões) das disciplinas história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Cada questão poderá abranger conhecimentos de mais de uma disciplina. O candidato tem quatro horas para acabar a prova.
  • 5/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, com 12 questões de duas ou três disciplinas específicas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. A duração do exame é de quatro horas.Na segunda fase, os convocados responderão a um total de 42 questões e elaborarão uma redação, independentemente da carreira escolhida (exceção para os candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).

    Mudanças na Fuvest 2010

    No novo formato, a Fuvest 2010 manterá a primeira fase com 90 questões – mas as provas da segunda fase foram alteradas.

    A primeira fase também passou a ser eliminatória – ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.

    A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.

    Enem

    O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 não deve ser utilizado como parte da nota do vestibular 2010. A nova data do exame inviabilizou sua utilização na prova.

  • Fuvest 2010: Manual do Candidato (arquivo em .pdf)
  • Fuvest 2010: Manual do Candidato da Academia do Barro Branco (arquivo em .pdf)

    Inclusp

    A universidade definiu novo cálculo dos bônus para substituir o Enem 2009 na bonificação do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP). Em vez de considerar o exame, a universidade irá utilizar a primeira fase do vestibular: os candidatos terão que fazer mais de 22 pontos na prova para receber 1,8% de bonificação.

    A pontuação pode chegar a até 6% pontos a mais nas 1ª e 2ª fases do processo seletivo. O novo cálculo foi idealizado depois que os organizadores da Fuvest decidiram não utilizar a pontuação do Enem 2009 no vestibular 2010. Para candidatos não-optantes pelo bônus, valerá só a nota do vestibular; antes, o Enem valia 20% do total de pontos na 1ª fase.

    A fórmula utilizada para o cálculo será a seguinte:

    Bônus Fuvest (%) = 1,8 + [4,2 x (NF-22)]/50

    Na qual NF é a nota da prova da primeira fase, que contém 90 questões. Se o candidato acertar só até 21 perguntas, não ganhará nenhum ponto de bonificação. Acima de 22, os candidatos recebem 1,8% de bônus, podendo chegar até 6% para aqueles que acertarem 72 ou mais questões.

    Além do bônus baseado na nota da 1ª fase, o Inclusp dá 3% a mais para estudantes oriundos de escolas públicas e até 3% de bonificação para quem faz a prova do Pasusp.

    Outras informações podem ser obtidas no site da Fuvest.

  • FHC, NÃO PRECISA CONSULTAR ADVOGADO…É SÓ COMPARECER AO CARTÓRIO COM R$ 100,00 PARA AS CUSTAS ( JÁ QUE NÃO SÃO POBRES ), EM 20 MINUTOS O RAPAZ TERÁ O NOME DO PAI NA CERTIDÃO E LOGO EM TODOS OS DOCUMENTOS…MALANDRÃO, NÉ? PREFERIU A PATERNIDADE DO FILHO DO ITAMAR FRANCO: “O REAL” 11

    0,,10830256-EX,00FHC decide reconhecer oficialmente filho que teve há 18 anos com jornalista

    MÔNICA BERGAMO
    COLUNISTA DA FOLHA

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu oficializar o reconhecimento do filho que teve com a jornalista Mirian Dutra, da TV Globo.
    Tomas Dutra Schmidt tem hoje 18 anos. O tucano já consultou advogados e viajou na semana passada a Madri,onde vive a jornalista, para cuidar da papelada.
    A Folha falou com FHC no hotel Palace, na Espanha, onde ele estava hospedado. O ex-presidente negou a informação e não quis se alongar sobre o assunto. Disse que estava na cidade para a reunião do Clube de Madri.
    Mirian também foi procurada pela Folha, que a consultou a respeito do reconhecimento oficial de Tomas por FHC. “Quem deve falar sobre este assunto é ele e a família dele. Não sou uma pessoa pública”, afirmou a jornalista.
    O ex-presidente e Mirian tiveram um relacionamento amoroso na década de 90, quando ele era senador em Brasília. Fruto desse namoro, Tomas nasceu em 1991. FHC e Mirian decidiram, em comum acordo, manter a história no âmbito privado, já que o ex-presidente era casado com Ruth Cardoso, com quem teve os filhos Luciana, Paulo Henrique e Beatriz.
    No ano seguinte, a jornalista decidiu sair do Brasil e pediu à TV Globo, onde trabalhava havia sete anos, para ser transferida. Foi correspondente em Lisboa. Passou por Barcelona e Londres e hoje Trabalha para a TV em Madri.
    Quando FHC assumiu o ministério da Fazenda, em 1993, a informação de que ele e Mirian tinham um filho passou a circular entre políticos e jornalistas.
    Procurados mais de uma vez, eles jamais se manifestaram publicamente.
    Em 1994, quando FHC foi lançado candidato à Presidência, Mirian passou a ser assediada por boa parte da imprensa.
    E radicalizou a decisão de não falar sobre o assunto para, conforme revelou a amigos, impedir que Tomas virasse personagem de matérias escandalosas ou que o assunto fosse usado politicamente para prejudicar FHC.
    Naquele ano, a colunista se encontrou com ela em Lisboa e a questionou várias vezes sobre FHC. “Nem o pai do meu filho pode dizer que é pai do meu filho”, disse Mirian.
    Em 18 anos, o ex-presidente sempre reconheceu Tomas como filho, embora não oficialmente, e sempre colaborou com seu sustento. Nos oito anos em que ocupou a Presidência, os dois se viam uma vez por ano. Tomas chegou a visitá-lo no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
    Depois que deixou o cargo, FHC passou a ver o filho, que na época vivia em Barcelona, com frequência. Mirian o levava para Madri, Lisboa e Paris quando o ex-presidente estava nessas cidades. No ano passado, FHC participou da formatura de Tomas no Imperial College, em Londres.
    Neste ano, Tomas mudou para os EUA para estudar Relações Internacionais na George Washington University.

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    Papo furado isso de reconhecer extra-oficialmente.  Fosse o  menino –  agora o rapaz  –  obrigado a exibir documentos de identidade na USP, SOFRERIA A MAIOR DE TODAS AS DISCRIMINAÇÕES PRATICADAS PELO POVO BRASILEIRO  (  ESPECIALMENTE  PELOS ACADÊMICOS COMO O EX-PRESIDENTE )…

    FILHO DE PUTA…JÁ QUE NÃO TEM NOME DO PAI NO DOCUMENTO…

    ESSE É O PENSAMENTO ODIOSO E O TRATAMENTO DISPENSADO “AOS FILHOS DE PAI DESCONHECIDO“.

    tomas dutra da silva

    INTEGRAR AS POLICIAIS…PRIMEIRAMENTE CUIDEMOS DE INTEGRAR A POLÍCIA CIVIL, ATROPELADA INTERNA E EXTERNAMENTE POR CUSPIDORES DE PORTARIAS E LEGULEIOS 1

    Especialistas divergem sobre a eficácia dos “remendos”

    DA SUCURSAL DO RIO

    Gabinetes de gestão integrada (GGIs), informatização das informações e treinamento conjunto são algumas das medidas implementadas para melhorar a integração entre as polícias estaduais no país. Mas gestores e especialistas da área divergem sobre a eficácia dos “remendos” feitos para melhorar a organização do setor.
    Os GGIs são espaços para criar ações integradas entre as duas polícias.
    A informatização da informação torna sua transferência entre os órgãos independente de relação pessoal. O treinamento conjunto, ainda não implementado, diminuiria a diferença cultural entre as polícias.
    Para o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari, estas medidas “são experiências, não modelos definitivos”. Para ele, o sistema atual duplica cargos e gastos.
    “Há uma disputa por poder natural entre as instituições. Isso gera problemas não só de relacionamento mas também na qualidade do serviço.”
    O coronel Luiz de Castro Jr., diretor de polícia comunitária da PM paulista, defende o sistema atual. Para ele, a integração entre as polícias “é plenamente possível”. “O texto constitucional dá missões diferenciadas às polícias. Não havendo conflito de competência, não há porque não ter harmonia.”
    Na avaliação do ex-secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares, “o sistema atual exige que uma instituição se relacione com outra de forma perfeita, o que é sociologicamente inviável quando há treinamento e cultura distintas”.
    Para o presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, Abizair Paniago, o baixo investimento no setor, o desvio de policiais de suas funções e falta de regulamentação da atividade policial impedem a condenação do modelo atual.
    “Não se pode condenar algo sem ter sido implementado.”
    Mas para o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, esta é uma “argumentação dissimulatória”. “Não adianta ficar investindo na conjuntura, se a estrutura é adversa.”
    O sociólogo Luiz Flávio Sapori diz que o sistema atual não é o ideal, mas “não é suficiente para explicar os elevados níveis de homicídios no Brasil”. “Boa gestão da política de segurança pode reduzi-lo.”
    Para o pesquisador da FGV-SP, Theodomiro Dias Neto, “esse esforço de integração no campo do comando muitas vezes não chega aos escalões inferiores”. Ele diz que investir em polícia comunitária é mais eficaz do que apostar na reforma.

    ATRASO NAS POLÍCIAS: “CÚPULAS FORMADAS PREDOMINANTEMENTE POR IMBECIS”

    Proposta amplia forma de atuação da PM

    Em 2002 e 2006, programa de Lula defendia a adoção do chamado ciclo completo, no qual a Polícia Militar também investiga Civil atuaria em crimes mais complexos; para defensores do sistema, ele desafoga as delegacias; para críticos, cria rivalidade entre polícias ITALO NOGUEIRA DA SUCURSAL DO RIO

    Crise da polícia é nacional e crônica, mas mudanças estão emperradas.

    Após seis anos de mandato, o governo Lula não conseguiu iniciar a reforma da polícia prometida. O corporativismo e o receio em liderar uma mudança radical impediram a mudança, dizem especialistas. Em 2002 e 2006, a proposta de Lula defendia a adoção do ciclo completo por tipo penal, no qual a Polícia Militar passa a ser responsável também pela investigação de delitos com punição de até dois anos de prisão e o envio destes casos ao Ministério Público. A Civil atuaria em crimes mais complexos. Para os defensores deste sistema, ele desafoga as delegacias, deixando agentes livres para investigar crimes mais graves. “A PM usaria sua experiência no policiamento ostensivo para evitar e investigar os crimes menores, que são 70% dos delitos”, diz o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri. No modelo atual, a PM é responsável só pelo policiamento. As ocorrências são encaminhadas à Polícia Civil, onde são registradas, investigadas e enviadas ao Ministério Público. Para os críticos deste sistema, ele provoca rivalidade entre as polícias. O distanciamento entre órgãos que cumprem atividades conexas (policiamento e investigação) prejudica a integração e a eficiência policial e duplica gastos. Defensores afirmam que a divisão do trabalho especializa a ação policial. As críticas são fruto da falta de investimento no setor, o que prejudica o atendimento ao cidadão. A mudança exigiria emenda constitucional. A proposta do então candidato incluía uma medida intermediária: retirar da Constituição artigos que definem atribuições das polícias. Os Estados teriam liberdade para organizar o setor. O ex-secretário nacional de Segurança Pública Luiz Eduardo Soares diz que em 2003 foi assinado acordo de apoio à medida com todos os governadores. Mas o governo recuou temendo liderar mudança drástica numa área sensível. “Quem assume o protagonismo converte-se em alvo das reclamações. O presidente colocaria no colo uma bomba relógio. A atual situação é confortável, porque ela está com os governadores”, disse Soares, defensor do ciclo completo. Segundo Balestreri, o governo “precisou tomar pé do quadro difícil da segurança pública e dar alguma sequência às políticas que foram feitas”. Com isso, focou as ações da área no Programa Nacional de Segurança com Cidadania e na formação de policiais. O Ministério da Justiça convocou em agosto a Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), com a participação de 3.000 pessoas (entre policiais, ONGs e gestores), para retomar a discussão da reforma da polícia. Mas o encontro aprovou propostas contraditórias, deixando mais indefinida a prometida reforma. O caderno de proposta da conferência contém, ao mesmo tempo, apoio e rechaço ao ciclo completo, e a defesa do sistema atual e da desmilitarização. Para o sociólogo Luiz Flávio Sapori, o resultado da Conseg e o atraso na reforma é fruto do corporativismo. Há no Congresso 24 projetos de emenda à Constituição ao artigo que trata da atividade policial. Mas, para o ex-presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, Alexandre Silveira (PPS), “a maior parte dos projetos atende à expectativa classista, e não ao cidadão”.

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1511200916.htm

    A PROPÓSITO DAS VIGAS QUE DEVERIAM CAIR NA CABEÇA DO MANFRED “et caterva” , NÃO FOSSE A GRANDE OBRA PRODUZIDA PELA FILHA, CADÊ OS REPASSES QUE ELE TERIA ALCKIMIZADO EM PARAÍSO FISCAL? 1

    Manfred Albert Von Richthofen, diretor de engenharia da Dersa, e sua mulher, a psiquiatra Marisia Von Richthofen, foram assassinados, no dia 31 de outurbro de 2002,  com pancadas na região da cabeça. Após o crime, Suzane, 19, filha do casal, informou aos policiais do 27º Distrito Policial (Campo Belo) o desaparecimento de R$ 8.000 e US$ 5.000DESASTRE NO RODOANEL
    Richthofen, alemão naturalizado brasileiro, trabalhava na Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) desde novembro de 1998 e era diretor de Engenharia da empresa.

    Suzane teria conta na Suíça e dinheiro pode ser ilícito   

    Plantão | Publicada em 18/10/2006 às 08h44m

    O Globo Online e Diário de S.Paulo

    SÃO PAULO – O advogado Denivaldo Barni vai depor no Ministério Público em processo que investiga enriquecimento ilícito e improbidade administrativa de Manfred von Richthofen, pai de Suzane von Richthofen, assassinado enquanto dormia ao lado da mulher, Marísia von Richthofen, em outubro de 2002. Barni é procurador jurídico da Dersa – Empresa Desenvolvimento Rodoviário, empresa do governo do estado onde Manfred trabalhava.

    O jornal ‘Diário de S.Paulo’, em reportagem publicada nesta quarta-feira, 18 de outubro de 2006,  e assinada por Fábio Mazzitelli, informa que o Ministério Público Estadual suspeita que duas contas bancárias no Discount Bank and Trust Company, da Suíça, tenham servido para guardar dinheiro desviado de obras públicas, mais especificamente do Rodoanel Mário Covas, cuja construção foi iniciada em 1998, mesmo ano em que Manfred foi contratado pelo Dersa, empresa responsável pela construção do Rodoanel. Uma das contas estava em nome de Manfred. Outra, no nome de Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

    Barni será ouvido pelo promotor Eduardo Rheingantz, na condição de testemunha.

    Depois do assassinato dos Richthofen, o funcionário do Dersa se tornou o principal protetor da filha do casal, Suzane von Richthofen, condenada pelo crime ao lado dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos.

    Num workshop realizado nesta terça na sede do Ministério Público, o promotor Nadir de Campos Júnior — um dos responsáveis pela acusação de Suzane e dos irmãos Cravinhos — citou a investigação e afirmou que o dinheiro no exterior ‘teria relação com o desvio de verba do Rodoanel’ e levantou suspeita sobre Denivaldo Barni.

    O advogado era amigo próximo de Manfred e, depois do assassinato, virou protetor e tutor legal de Suzane, acompanhando Suzane nos depoimentos, levando para ela na prisão presentes e comida e reivindicando a parte dela na herança da família — da qual Suzane insinuou abrir mão no julgamento, voltando atrás em seguida.

    – Se houver realmente um dinheiro guardado no exterior, esse pode ser o interesse dele – disse Campos Junior.

    Procurado por telefone no escritório da Dersa, Barni afirmou que a investigação do Ministério Público corre sob segredo de Justiça e, bastante irritado, afirmou que não concederia entrevista. Segundo o promotor Eduardo Rheingantz, o procedimento não está sob segredo de Justiça, ao contrário do que diz Barni.

    Ao ser informado de que seria chamado para depor na Promotoria da Cidadania, Barni foi irônico e afirmou que “mais uma vez a imprensa está na frente”. Em seguida, não respondeu sobre a relação de amizade que mantinha com o ex-diretor do Dersa assassinado em 2002.

    – Nunca falei nada sobre isso para a imprensa – disse.

    A investigação foi reaberta em julho e avançou pouco . O procedimento foi reaberto depois que o Ministério Público recebeu documentações que listavam as duas contas na Suíça que pertenceriam à família Richthofen.

    RODOANEL: VIGAS FLAMBADAS PELO JAMES BUCHANAN, INFORMA STANDEUTER COM EXCLUSIVIDADE PARA O FLIT PARALISANTE 3

    Domingo na Folha: Obra do Rodoanel foi alterada para cortar custos, diz TCU

    da Folha Online

    Hoje na FolhaAuditoria realizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) constatou que as empreiteiras responsáveis pelo Rodoanel optaram por usar vigas pré-moldadas para baratear o custo dos viadutos, revela reportagem da Folha deste domingoBUCHANANS

    Obra usou material barato, aponta TCU

    Auditoria feita pelo tribunal em 2007 e 2008 constatou que empresas não usaram no Rodoanel tipo de viga previsto

    Secretaria de Estado dos Transportes diz que já está cumprindo as correções nas obras do Rodoanel impostas pelo Tribunal de Contas

    DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    Auditoria realizada em 2007 e 2008 pelo TCU (Tribunal de Contas da União) constatou que as empreiteiras responsáveis pelo Rodoanel mudaram o material descrito em contrato e optaram por vigas pré-moldadas a fim de baratear o custo dos viadutos.
    O trecho sul -onde as vigas despencaram sobre carros na noite de anteontem- está sob investigação do tribunal, que já listou 13 irregularidades no percurso de 61 quilômetros.
    O secretário de Transportes de São Paulo, Mauro Arce, negou que estejam sendo utilizados materiais mais baratos. Segundo ele, algumas falhas apontadas pelo TCU foram resolvidas com um TAC (termo de ajustamento de conduta).
    Arce não nega, no entanto, que possam ter ocorrido problemas com o material utilizado na viga que causou o acidente. “Dessa viga em particular nós vamos verificar. É possível, mas nós assentamos mais de 2.000 vigas no Rodoanel.”
    Os contratos de obra de todo o Rodoanel (sem contar outros gastos, como desapropriações), que somam R$ 3,6 bilhões, são investigados pelo TCU desde 2003. Desde o ano passado, o ministro Augusto Nardes avalia a possibilidade de suspender o repasse de verbas por causa dos registros de pagamentos acima do valor previsto em convênio, contratação de serviços sem licitação, abertura de licitação sem licença ambiental e sobrepreço.
    Os auditores verificaram que houve sucessivas alterações contratuais. As construtoras mudaram o projeto original a fim de enxugar os gastos e ainda pediram pagamento adicional de R$ 600 milhões alegando despesas não previstas.
    A Folha apurou que os técnicos do tribunal não entraram no mérito da troca de material. Não questionaram, portanto, o uso das vigas pré-moldadas dos viadutos do trecho sul.
    Ameaçadas de terem os repasses da União suspensos por causa de irregularidades detectadas na obra do trecho sul do Rodoanel, as empreiteiras aceitaram acordo abrindo mão de parte do pagamento extra. Foram economizados R$ 250 milhões dos cofres públicos.
    O acerto saiu há pouco mais de um mês e excluiu o Rodoanel da lista que o TCU preparou com as obras do PAC que têm indícios de irregularidades e devem, por isso, ser embargadas. A União participa da obra com R$ 1,2 bi, em quatro vezes.
    Na última quinta, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) questionou o acordo que poupou o Rodoanel e lamentou o fato de o TCU insistir em parar outras obras da União. “Por que nós, do governo federal, não tivemos a mesma oportunidade? Por que não podemos fazer essa discussão?.”

    Viaduto soltou “pó”, diz uma das vítimas

    DA REPORTAGEM LOCAL
    DO “AGORA”

    “Eu vi quando a ponte começou a desabar. A única coisa que pensei foi: vai cair em cima de mim, morri”, contou a bancária Luana Augusto Coradi, 21, uma das três vítimas, todas sobreviventes, da queda de vigas do Rodoanel, na noite de anteontem.
    Segundos antes de ter seu carro atingido, Luana afirma ter visto o viaduto ceder e soltar um “pó”. Segundo ela, o caminhão foi o primeiro a ser engolido pelo concreto. Depois, outro veículo. “Bati nesse carro da frente, capotei e atingi uma pilastra. Saí pela janela, apavorada.” Ela ia para uma festa de aniversário em Osasco.
    Luana foi tratada num pronto-socorro no Embu e num hospital em São Paulo e, poucas horas depois, liberada. “Não tive nada. Só tenho dores no corpo.”
    A segunda vítima foi o metalúrgico Carlos Fernando Rangel, 38, que voltava do grêmio esportivo da fábrica onde trabalha. “Ele disse que ouviu um estrondo, tentou acelerar, mas não conseguiu escapar. Ficou preso nas ferragens”, contou o irmão, Paulo Roberto Rangel.
    Ontem, em Itapecerica da Serra, Carlos passou por uma cirurgia no pulso e foi transferido para um hospital de São Paulo. “O carro ficou destruído. Só o lado do motorista foi protegido. Ele diz que foi a mão de Deus que o salvou”, contou.
    O caminhoneiro Reginaldo Pereira, 40, foi a terceira vítima. Ele saltou do caminhão para se salvar. Passou o dia sob observação médica em Taboão da Serra. Seu estado de saúde era tido como bom.

    Outros acidentes
    A queda das vigas provocou dois acidentes -um com morte-, em razão do engarrafamento na estrada. Por volta de 0h30, um Fiesta com duas pessoas bateu na traseira de um ônibus que estava com os faróis apagados e preso no congestionamento. As duas pessoas foram operadas em Itapecerica e não corriam risco de morte.
    Às 2h30, a três quilômetros de onde as vigas haviam caído, uma Ecosport bateu num caminhão parado na rodovia. Das três pessoas que viajavam, uma morreu -um argentino de 32 anos que vivia em São Paulo. Os outros dois foram hospitalizados em Itapecerica e ontem seguiam em observação. (AFONSO BENITES, FLÁVIA MARTINS Y MIGUEL E RICARDO WESTIN)

    Dos 3 feridos, 2 continuam internados

    DA REPORTAGEM LOCAL

    As três vítimas do acidente no Rodoanel não correm risco de morte. Apenas uma delas, uma mulher que não teve o nome revelado, havia sido liberada até o início da tarde de ontem pelos médicos. Ela estava internada no hospital municipal de Embu (Grande São Paulo).
    As outras duas vítimas do acidente permaneciam hospitalizadas.
    O caminhoneiro Reginaldo Aparecido Pereira, 40, internado no hospital geral de Pirajussara, em Taboão da Serra (Grande São Paulo), seria liberado pela manhã, mas a pedido dos familiares passou por novos exames à tarde. Só depois receberia alta.
    Segundo testemunhas, Pereira pulou do veículo em movimento para se salvar. Uma irmã dele, Solange Aparecida Pereira, 30, disse que o caminhoneiro passava bem, mas que a família por enquanto não gostaria de se manifestar sobre o acidente.
    O motorista Carlos Fernando Rangel, 38, passou por exames pela manhã no hospital geral de Itapecerica da Serra (Grande São Paulo) e ficaria internado durante o dia de ontem. Seu estado de saúde era considerado estável pelos médicos. No momento do acidente, ele estava num Celta cinza.  (AFONSO BENITES)

    FONTE
    FOLHA DE SÃO PAULO –   ASSINANTES UOL

    LEI Nº 4.651, de 12.8.1985 – TRATA-SE DE LEI DO SAUDOSO FRANCO MONTORO QUE CONFERIU AOS DELEGADOS A CONTAGEM PARA TODOS OS FINS DE ATÉ CINCO ANOS DE EFETIVO EXERCÍCIO DA ADVOCACIA MEDIANTE CERTIDÃO DA OAB 1

    NÚCLEO DE ADMINISTRAÇÃO
    Portarias da Diretora, de 13-11-2009
    Concedendo, de acordo com a LC. 731, de 27.10.93, a
    ANDRÉ DAHMER, RG 8.415.929, Delegado de Polícia de 1ª Classe,
    Padrão IV, lotado na DGP e classificado na DGPAD/APCS, o
    primeiro Adicional por Tempo de Serviço, a partir de 02.07.1993.
    (Em virtude da inclusão de 255 dias de serviço prestado junto ao
    Ministério do Exército e 855 dias junto à Oab). (Esta Portaria prevalece
    s/a publicada no D.O. de 28.04.194); e, mais um Adicional
    por Tempo de Serviço, Serviço, que somado ao já concedido
    totalizam 02, a partir de 01.07.1998. (Esta Portaria prevalece
    s/a publicada no D.O. de 11.07.1998); e, mais um Adicional por
    Tempo de Serviço, que somado aos já concedidos totalizam 03,
    a partir de 30.06.2003. (Esta Portaria prevalece s/a publicada
    no D.O. de 14.08.2003), e, mais um Adicional por Tempo de
    Serviço, que somado aos já concedidos totalizam 04, a partir
    de 28.06.2008, e, nos termos do art. 129 da C.E., o funcionário
    supra mais a sexta-parte dos respectivos vencimentos por ter
    completado 20 anos de efetivo serviço, conforme comprovou a
    Certidão de Contagem de Tempo de Serviço nº. 032/2009, expedida
    por este Núcleo de Administração, fazendo jus a percepção
    dessa vantagem a partir de 28.06.2008;

    Vamos saber do que se trata esse tempo de serviço prestado à OAB. QUem sabe mais alguém tem o mesmo direito. se é um benefício tem que ser divulgado.

    _________________________________________

    Para conferir  quem verdadeiramente foi advogado:  pesquisa no site do Tribunal de Justiça, especialmente 2a. estância, poderá fazer prova.

    Processos cujo nome do advogado é roberto conde guerra  ( obs.: PROCESSOS ANTERIORES A JUNHO DE 1988 )
    Processo   Data de entrada   Classe    
            –   Apelação Com Revisão    
    (222334/9-00)   Advogado(a):   ROBERTO CONDE GUERRA    
     
            –   Apelação Com Revisão    
    (249101/2-00)   Advogado(a):   ROBERTO CONDE GUERRA    
     
            –   Apelação Com Revisão    
    (234207/0-00)   Advogado(a):   ROBERTO CONDE GUERRA

    OBSERVAÇÃO: ANDRÉ DAHMER NOME NÃO ENCONTRADO NO TJ DE SÃO PAULO.

    __________________________

    LEI Nº 4.651,  de 12 de agosto de 1985 do São Paulo

    Dispõe sobre contagem de tempo de advocacia aos integrantes da Carreira de Delegado de Polícia

    O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

    Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

    Artigo 1º – Computar – se -á como tempo de serviço, para todos efeitos legais, aos integrantes da Carreira de Delegado de Polícia, o de efetivo exercício de advocacia, devidamente comprovado, até o máximo de 5 (cinco) anos, desde que não desempenhado cumulativamente com qualquer função pública, sem prejuízo da aplicação da legislação estadual atinente à contagem recíproca do tempo de serviço.

    Parágrafo único – A contagem de tempo a que se refere este artigo far – se -á mediante prova de inscrição nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil durante o período a ser computado.

    Artigo 2º – Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.

    Palácio dos Bandeirantes, 12 de agosto de 1985.

    FRANCO MONTORO

    Michel Miguel Elias Temer Lulia

    Secretário da Segurança Pública

    Antônio Carlos Mesquita

    Secretário da Administração

    Luiz Carlos Bresser Pereira

    Secretário do Governo Publicada na Assessoria Técnico – Legislativa, aos 12 de agosto de 1985

    EX-DELEGADOS DO DENARC-SP FORAM DENUNCIADOS POR SEQUESTRO E EXTORSÃO 13

    Sexta-feira, 13 de Novembro 2009, 20h41

    MP de SP denuncia policiais por sequestro e extorsão

    AE Agencia Estado

    O Ministério Público de São Paulo denunciou dois delegados, seis investigadores da Polícia Civil e três informantes por formação de quadrilha e extorsão mediante sequestro. A denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em 30 de outubro. O grupo é acusado de planejar e sequestrar Henry Edval Lagos, conhecido como Patcho, traficante colombiano ligado ao grupo do traficante internacional Juan Carlos Abadia. Patcho foi sequestrado na cidade de Aldeia da Serra em abril de 2006.

    De acordo com a denúncia, sob ameaça dos policiais que o haviam sequestrado, o traficante chamou um de seus comparsas e pediu que ele buscasse junto com Abadia dinheiro para sua libertação. Patcho foi torturado na sede do Departamento de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc). O pedido final de resgate estava fixado em 280 mil dólares.

    UAI! DESSE CONSÓRCIO NÃO PARTICIPAM “CAMARGO CORREA” E “ODEBRECHT” ? 1

    DESASTRE NO RODOANELA concessionária CCR administra o trecho oeste, que recebe cerca de 240 mil veículos por dia, e cobra pedágio de R$ 1,30 para carros de passeio e R$ 1,30 por eixo de caminhões e ônibus. Segundo o governo, os R$ 2 bilhões cobrados pela outorga da concessão do trecho Oeste destinam-se a cobrir custos da construção do trecho Sul

    Afetado pelo acidente desta sexta-feira, o trecho sul é a segunda etapa do Rodoanel. Depois de atrasos em licitações e pendências ambientais, a obra, de 61 km — 57 km de extensão mais 4,4 km de interligação com a avenida Papa João 23–, começou em 2006. O governo prevê que a obra seja entregue em março do ano que vem.

    Compõem o consórcio responsável pelas obras do trecho sul do Rodoanel as empreiteiras OAS, Mendes Júnior e Carioca.