DESEMBARGADORES QUEREM ISONOMIA ATÉ NA SEGURANÇA : “Quadrilhas criminosas aprontam. Um dia assaltaram minha mulher na porta de casa, levaram meu carro zero e minhas roupas.” 2

Proteção

TJ-SP garante segurança pessoal para ex-integrantes do conselho

Estão entre os beneficiados desembargadores ativos e inativos
29/12/09 às 20:12 | Agência Estado

Provimento 1721/2009, um dos atos derradeiros da gestão do desembargador Roberto Antônio Vallim Bellocchi na presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo, assegura proteção permanente de dois seguranças militares a ex-integrantes do Conselho Superior da Magistratura. Estão entre os beneficiados desembargadores ativos e inativos. A medida é extensiva a seus familiares “durante as 24 horas do dia, até o término do biênio subsequente ao do mandato exercido”. A todos é facultada a “disposição de agente de segurança e viatura fixos”.

O provimento, de 10 de novembro, “dispõe sobre a manutenção de seguranças aos membros do conselho, depois de findos os seus mandatos”. Entrou em vigor na data da publicação no Diário Oficial, antevéspera do Natal, 23 de dezembro.

São duas as justificativas para a escolta especial aos magistrados. Uma delas considera que “os integrantes do conselho, ao término de seus mandatos, ainda dispõem de informações que, se conhecidas por terceiros, poderão influenciar na atuação dos sucessores.” A outra destaca para “a necessidade de preservação da integridade física dos membros do conselho que deixam o exercício de seus mandatos”.

A vigilância, diz o parágrafo único, “poderá ser reduzida ou dispensada a critério de cada um dos ex-integrantes do conselho” O provimento invoca “analogia com outros poderes”. O conselho é atualmente constituído pelo presidente do TJ, pelo corregedor-geral e pelo vice-presidente. A partir de janeiro serão integrados os presidentes das três seções do tribunal – Direito Público, Privado e Criminal. No dia 4 toma posse o novo presidente da corte, desembargador Antonio Carlos Viana Santos, que substitui Bellocchi.

O conselho tem funções administrativas. Decide sobre quadros de pessoal, gestão e planejamento. A assessoria da presidência do TJ informou que quem se beneficia da medida são “os que estão deixando seus cargos no final deste ano e não permanecerão no conselho”. Segundo a assessoria, “carros à disposição os desembargadores já dispõem”. O custo da guarda “é de competência da Polícia Militar e do Executivo”.

O desembargador Nélson Calandra, 30 anos na magistratura paulista, não vê privilégios. “É coisa hipotética, a maioria não usa, não gosta. O provimento é norma meramente programática e abstrata porque depende de solicitação e a maioria não solicita. Ninguém gosta de andar escoltado, é sempre um transtorno. Temos que admitir que muita gente é ameaçada, especialmente magistrados da sessão criminal. Mas tem que ter efetivo policial E não tem. Muitas vezes somos ameaçados em razão do cargo. Eu mesmo já fui ameaçado, denúncias anônimas. Quadrilhas criminosas aprontam. Um dia assaltaram minha mulher na porta de casa, levaram meu carro zero e minhas roupas.”

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O custo da guarda “é de competência da Polícia Militar e do Executivo”?

Não Excelência, o custo dessa guarda é SOCIAL?

Outra coisa que o Desembargador não diz: OS MAGISTRADOS ALÉM DE TRATAREM OFICIAIS E PRAÇAS COMO SERVIÇAIS ,  ESCOLHEM  O CORPO SE SEGURANÇA.

A GUARDA PRETORIANA    (O FILME ).

– Coronel, aqui  é o Comandande Joaquim…

Olha, o Capitão Manoel é casado e tem dois filhos ;  necessito de um Oficial que fique na edícula da minha mansão lá na Riviera por todo o verão…Tem o Tenente José que é filho de um Juiz amigo meu, o rapaz seria mais eclético para o serviço, pois é solteiro…

– Coronel, Exª mas eu não posso colocar um Tenente no lugar do Capitão…e  veja bem Exª o Capitão é pobre e necessita do adicional do Judiciário…não pega bem, Exª!

-Magistrado, pô Coronel o senhor não me negaria esse pedido, né?

( o Coronel pensa…caralho, ou troco o Capitão, ou essa bicha me troca )

Dias depois no quartel de abrantes: Coronel convoca o Capitão…sorrindo; com grande alegria diz: Capitão o Senhor será promovido e assim foi incluído no curso de especialização …

Mas fique tranquilo, o seu posto aqui está garantido. 

O impassível Capitão: obrigado,  Senhor!  ( não diz, mas pensa: fdp ).

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ATENÇÃO:

O DIÁLOGO ,  ACONTECIMENTOS E PERSONAGENS ACIMA É FICTÍCIO…

QUALQUER SEMELHANÇA  COM FATOS  REAIS SERÁ MERA COINCIDÊNCIA!

É NESTA POLICIA RODOVIÁRIA QUE EU DEVO SUSTENTAR A MINHA SEGURANÇA E CONFIANÇA? 75

Hoje, dia 29 de dezembro de 2009, saí de Porangaba com destino a Viracopos. Eram 4:30 da manhã. Depois de 15 dias em contato com minha filha, estava nos últimos instantes de compartir a alegria de estar em família, dentro do espírito natalino.

No carro iam Janaína, minha ex-mulher, e atrás minha filha Mariah. O carro (uma Doblô) estava repleto de malas e principalmente dos presentes de Natal que, com a graça de Deus, pude dar a minha filha.

Fomos parados no pedágio de Porangaba pelo policial Aderson (pronuncia-se Áderson)e ao identificar-me ocorreu que para minha surpresa, minha habilitação estava vencida há 54 dias.

Até aí tudo bem, pois minha ex-mulher estava com habilitação em dia. Bastava que o policial me autuasse e poderia seguir viagem. Mas o mesmo parecia realmente imbuído de impedir nosso percurso. Já com milha filha de 7 anos preocupada, mandou abrir as malas, observou todo o carro e percebeu que a luz do farol dianteiro esquerdo estava mais fraca que a do direito, isto em farol baixo. NÃO ESTAVA APAGADA. Moro em um sítio e faço estrada de terra. Algum mal contato poderia haver causado isto. MEU CARRO É DO ANO 2009!!!

A busca incessante por uma falha continuava e ao ligar para o sistema exclusivo da policia, percebeu que havia o não pagamento de uma taxa. Fiquei muito assustado, e desconhecia o fato pois tenho despachante em SP. Eram 4:30 da manhã e não havia como contactar meu despachante em SP.

Apesar de meus apelos e mesmo súplicas, o policial não hesitou em deixar minha pequena família na estrada e solicitar o guincho para rebocar meu carro até Itu.

Com certeza sou ciente de minhas falhas, muito porque ao fazer mudança no mes de novembro e dezembro, perdi a atenção com estes detalhes. (Ao ligar para o despachante às 8:30, ele me informaou haver cometido uma falha e não haver pago o DPVAT, pagou apenas o IPVA).

Sou médico, pago minhas contas em dia, tenho documentos em ordem, apenas houve um atraso (CNH), apenas houve um engano (DPVAT), apenas uma lampada se soltou.

Isto é motivo para deixar uma família, a caminho do aeroporto, na estrada, sem opcões, às 5 damanhã?

É sob o judice de policiais como Aderson, que criam um mundo imaginãrio onde só a perfeição existe, que estarei sujeito ao andar pelas estradas?

Em havendo meu entendimento das falhas e concordância na correção delas, existe algum motivo que justifique uma criança de 7 anos ficar na estrada, com seus presentinhos de Natal?

Desta maneira terminaram as férias de minha filha, com um policial, com os atributos de sua profissão, causando uma humilhação digna de uma família de judeus frente ao soldado alemão. (Eles também estavam agindo dentro da lei)

Estou consternado, humilhado e ASSUSTADO. Esta é a nossa policia rodoviária? É nestes casos que a polícia deve estar rígida e implacável, como na atitude do policial Aderson?

Tenho MEDO de andar nas estradas, pagando todos os impostos, pagando mais de R$ 500 reais ao mes de pedágio. A qualquer momento posso ser parado, e caso uma pequena irregularidade ocorra, posso perder meu carro e ter na rua os seus ocupantes.

A policia rodoviária deve ter muito trabalho, com tanto contrabando, com tantas drogas. Seria eu o alvo correto desta arbitrariedade? Eu que sou contribuinte, sou pagante, tenho bom carro e dirijo com cuidado?

Seria minha filha Mariah, de 7 anos, a caminho do aeroporto e sua mãe, as pessoas corretas para a execução precisa do cumprimento da lei?

Irei até Itu, pagarei os R$ 93, (R$ 93,!!!!) que faltam e todas as outras multas e taxas para liberar meu carro.

Mas a pergunta fica. É NESTA POLICIA RODOVIÁRIA QUE EU DEVO SUSTENTAR A MINHA SEGURANÇA E CONFIANÇA?

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Salvo modificações na legislação de trânsito, aliás, alteradas da noite para o dia, apenas dois documentos são exigidos pelo Código: Certificado de Licenciamento Anual e Carteira Nacional de Habilitação (ou Permissão para Dirigir).

A circulação de veículo  de passeio depende só do  licenciamento vigente  no exercício de 2009;  IPVA é assunto tributário e não policial.

O não pagamento do seguro obrigatório ,  em caso de acidentes, importará em cobrança judicial dos valores pagos pelo sistema nacional de resseguros a terceiros.  Para tal recebimento vale a identificação do veículo(s)  e vítimas em cópia de documento policial: BO ou  relatório do Delegado; laudo do IML para prova da natureza e extenção dos danos que serão cobertos: ferimentos, invalidez ou morte.

O prêmio de seguro é devido em razão de acidente; não está condicionado a prévia quitação da cota  pelo proprietário.

E o pagamento do IPVA, DPVAT e multas  é conferido pelo sistema no momento da emissão do CLA –  certificado de licenciamento anual. Débitos pendentes impedem a expedição do licenciamento.

Assim não cabe ao policial  fazer consulta ao sistema sobre dívidas  pendentes.

Só falta agora o cidadão ser obrigado a circular com o carnê de financiamento; provando que paga ao banqueiro.

RESSALVANDO: salvo alterações dos regulamentos de trânsito,  há anos –  e  este Estado foi o pioneiro em buscar a alteração do porte obrigatório dos comprovantes de pagamento de IPVA e DPVAT –  o condutor de veículo de passeio deve portar a CNH e o original do CLA.  

Consignando que: não dirijo há anos; não renovo CNH há anos.  Nem quero!  

DA ABERTURA DAS MALAS: O policial deve ter fundada suspeita para determinar a abertura das malas de bagagens pessoais, ou seja, pelas condições do local, hora e comportamento do cidadão, vislumbrar eventual transporte de armas, drogas ou de outros objetos de crime.

Conforme a narrativa acima não parecia ser caso para tal.

De qualquer modo,  em situações assim melhor calar e buscar providências posteriores…

Não vale a pena dizer o que se tem vontade: *&#@!!! 

PROCEDIMENTO DE RETRATO FALADO DA POLÍCIA CIVIL 12

29/12/2009 – 07h00

Retratistas transformam lembranças traumáticas em pistas para prender criminosos

Arthur Guimarães
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Apesar de especialista nos desenhos, está nas palavras o maior segredo de Sidney Barbosa, 37 anos. Responsável pelo departamento de retrato falado da Polícia Civil de São Paulo, o perito de arte forense sabe que o principal desafio de seu trabalho não é traçar contornos bem feitos, mas sim conseguir extraí-los de mentes traumatizadas, abaladas por crimes cometidos por desconhecidos.

Como ele mesmo explica, saber conversar com as vítimas é crucial para o sucesso da investigação policial. “Oitenta por cento é psicologia pura”, argumenta.

É com essa estratégia que ele atende mais de 40 casos por mês vindos de todo o Estado, em sua maioria ocorrências que envolvem ações bárbaras, como estupros e tentativas de homicídio. “Nosso maior objetivo é se infiltrar na mente da pessoa. É achar uma brecha para, sem desrespeito, começar a puxar a história, unindo recordações”, afirma.

Na sala em que são feitos os desenhos, a dinâmica é pensada com zelo. “Não é interrogatório. Ela fica do nosso lado, nos ajudando, conversando”, diz. No momento desse diálogo, ninguém está com distintivo, por exemplo. Nesse ambiente mais descontraído, as informações tendem a fluir mais.

“No bate-papo, não é raro ouvirmos alguma coisa que não foi dita na delegacia. Outro dia, uma menina revelou a placa de um carro. Questionei o motivo para que esse dado importante não tivesse sido dito antes. Ela disse que, com o nervosismo, tinha esquecido de contar.”

Por mais eficiente que seja a abordagem, no entanto, alguns detalhes devem ser notados. No caso das crianças estupradas, por exemplo, atitudes que encantariam os pequenos podem decretar o fim de qualquer tentativa de montar o rosto de um suspeito.

“Todo mundo sempre pensa em dar uma bala, um doce, para fazer a criança se sentir melhor. Mas temos que ter em mente que o criminoso pode ter usado o mesmo método para seduzi-la. Nesse caso, poderia gerar uma situação mais delicada ainda, inclusive travando qualquer informação importante”, conta.

Banco de faces
Sidney é um veterano do departamento. Entrou com menos de 18 anos na Polícia Civil, ajudando os peritos que, aos poucos, foram percebendo a vocação do jovem. A maioria dos retratos dos grandes crimes paulistas teve seu dedo. “Maníaco do parque, do canivete, da calcinha, do ácido…”, enumera.

Participou também da evolução da área, desenhando com lápis e caneta, sem estrutura. Hoje, trabalha apenas com computadores. “Não tem comparação com o retrato feito a mão. Identificamos 70% dos rostos que produzimos e, pelas estatísticas, 25% do total dos crimes é esclarecido também com nossa ajuda”, explica.

Ele chefia uma equipe de cinco pessoas, todos policias que, por vontade e familiaridade com as artes gráficas, acabaram transferidos para fazer retratos falados. Esses especialistas usam programas de edição de imagens para criar feições. Na tarefa, usam um banco de dados com centenas de referências reais, obtidas com presidiários e voluntários. Com esses “chassis”, vão sendo adicionados olhos, orelhas, sobrancelhas e acessórios, como bonés – também todos reais, fotografados pelas autoridades.

A proposta, diz Sidney, não é chegar ao perfil exato do criminoso. “A perfeição não é nossa meta. Queremos destacar as características mais marcantes. Podemos não acertar tanto no cabelo, mas um queixo bem feito com um olhar similar ao do bandido podem decidir uma investigação”, diz. “A ideia é reduzir o universo de suspeitos. Em um bairro, em uma região, são poucas as pessoas que cabem naquele rosto. Ou seja, a polícia pode ir descartando muita gente”, ensina.

BLOG DO RAUL: Mais programas de aceleração da campanha ? 2

Está disponível um novo artigo no Blog do Raul:

Mais programas de aceleração da campanha ?

O balanço do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento (sic) indica que
das cerca de 12.500 obras anunciadas pelo atual governo federal, 1.530 foram
concluídas. Pouco mais de 10%. Isso é uma demonstração de que falta
gerência ao lulopetismo e essa é justamente a qualidade que os seus
marqueteiros querem emplacar na candidata do PT, Dilma […]

Você pode visualizar este e outros artigos e também deixar seu comentário no
link:
http://www.raul.blog.br/422/mais-programas-de-aceleracao-da-campanha/

O CASO DO INVESTIGADOR AUGUSTO PENA NO BLOG DO IMBROGLIONE 6

Investigador pode contar tudo o que sabe de colegas corruptos
de Imbroglione
Antes havia passado pelo Denarc, Suzano e Deic. Digo tudo isso para dizer outra coisa: Pena passou o Natal fora da cadeia remoendo o que lhe aconteceu no cárcere. Foi muito útil ao esquema. Depois da prisão foi descartado. Recebeu visitas poderosas quando estava no A degravação, que virou documento em investigação, narra em detalhes os principais esquemas de corrupção da Polícia e até o Poder Judiciário de São Paulo é citado de maneira embaraçosa no depoimento.
Blog do Imbroglione – http://blogdoimbroglione.wordpress.com/

Parece que há tem muito  polícia com as barbas de molho, com medo do investigador Pena.

Togados também.

Alguém já ouviu falar do tal bar do Totonho citado no depoimento?

“O advogado da padaria ficou de apresentar os funcionários nos próximos dias. Estamos aguardando.” ANO QUE VEM AS TESTEMUNHAS SE APRESENTARÃO ORIENTADAS PELO A DVOGADO DO PATRÃO A VITIMIZAR O HOMICIDA 17

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009, 23:20 | Online

Inquérito sobre morte de empresário começa atrasado

JOSMAR JOZINO (COLABOROU ELVIS PEREIRA) – Agencia Estado

SÃO PAULO – A Polícia Civil começou a investigar ontem o assassinato do empresário Dácio Múcio de Souza Júnior, de 29 anos, morto à facada às 5h de domingo na porta da padaria Dona Deôla, em Higienópolis, no centro. Nas primeiras 24 horas após o crime, a equipe do 77º DP (Santa Cecília) só havia registrado o boletim de ocorrência. Nenhum investigador saiu da delegacia para procurar o suspeito Eduardo Soares Pompeu, de 47 anos.

Segundo o delegado titular do 77º DP, Luciano Augusto Pires Filho, as investigações começaram ontem. “Iniciamos a checagem dos supostos endereços dele na manhã desta segunda-feira. Não encontramos nada. Vocês da imprensa ficam procurando respostas que ainda não temos”, afirmou. Pires disse que Pompeu é paulista e mora na zona oeste. Indagado se o bairro é Perus, não confirmou nem desmentiu.

O delegado afirmou que até ontem não tinha ouvido em inquérito nenhuma testemunha do crime: o garçom S.P.S., de 24 anos, a operadora V.R.A, de 20, e a supervisora A.M.S, de 34, empregados da Dona Deôla, e a estudante Nathália Curti de Souza, de 20 anos, irmã da vítima. “O advogado da padaria ficou de apresentar os funcionários nos próximos dias. Estamos aguardando.” Pires disse ainda que não tinha recebido da padaria ou de prédios da vizinhança fitas do circuito de TV com imagens que possam ajudar na investigação.

Souza Júnior foi assassinado com facada no abdome após discutir com Pompeu na padaria. Na madrugada do dia 22, Nathália e seis amigas estiveram na Dona Deôla e teriam sido ofendidas pelo suspeito, incomodado com o volume da conversa do grupo. “Estávamos em sete. E mulheres juntas falam alto e dão risadas. O segurança não gostou e nos ofendeu”, disse Nathália no velório do irmão, no domingo. Ela estava com Souza Júnior no dia do crime e viu a vítima caída no chão.

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Contarão com riqueza de detalhes como foi que o morto fez “a maior confusão” na padaria; quando perguntadas sobre em que  momento e como foram desferidas as facadas, dirão: “doutor nessa parte um freguês me chamou e virei de costas para atender…não deu pra ver”.

PROBLEMA ANTIGO NO SENADO BRASILEIRO NÃO É A FATURA DA REPROGRAFIA…É O FATURAMENTO COM A RAPINOGRAFIA…PAGA-SE R$ 0,30 POR XEROX, DESDE QUE O CONTRATADO REPASSE R$ 0,20 3

Contrato de emergência do Senado vai reduzir em 60% os custos com o serviço de xerox

 

Ricardo Brito

Publicação: 27/12/2009 09:19 Atualização: 27/12/2009 09:26

O Senado promete colocar ordem no descontrole administrativo que é o contrato de aluguel das máquinas de xerox para uso de funcionários e parlamentares. O serviço, que custou aos cofres públicos R$ 20,8 milhões desde 2004, passará por uma ampla reformulação a partir de janeiro. Durante o recesso dos senadores, entrará em vigor um plano de contingência que tem como meta reduzir em até 60% os gastos com fotocópia e xerografia. Só em 2009, as despesas com a utilização dos equipamentos consumiu R$ 2,2 milhões.
O primeiro-secretário da Casa, Heráclito Fortes (DEM-PI), autorizou há duas semanas que o Senado contrate, em caráter emergencial, uma empresa para a prestação do serviço. Impôs como condição que a contratada ganhe, no máximo, R$ 800 mil durante 180 dias — a atual consome R$ 1,3 milhão no mesmo período (veja tabela com os gastos atuais). Para cumprir a meta, o Senado pretende devolver 120 das cerca de 200 máquinas usadas hoje em dia e vai, temporariamente, criar pontos para prestação de serviços de cópias e xerox em setores onde haja mais demanda. O plano está a cargo da Diretoria-Geral e da Secretaria Especial de Editoração e Publicações.

Atualmente, o descaso com esse tipo de serviço é total. Há gabinetes de senadores com até seis máquinas de impressão, sendo que algumas delas estão paradas por falta de uso. Há casos de máquinas ociosas que realizam cópias coloridas ociosas. Nos custos do contrato, estão incluídas as despesas com aluguel e com as cópias e reproduções feitas — o Senado paga R$ 0,30 por impressão. Nas principais lojas de xerox em Brasília, uma cópia preto e branco custa, sem levar em conta o volume de impressões, R$ 0,10 cada uma e a colorida, R$ 1,00. Técnicos do Senado buscam reduzir, pela metade, o valor gasto por impressão.

Problema antigo

Com um orçamento anual de R$ 2,7 bilhões, o Senado gasta cerca de R$ 2,3 bilhões com a folha de pagamento — um gasto corrente impossível de ser cortado. A solução encontrada pela Primeira-Secretaria foi tentar reduzir os custos com 34 contratos de terceirização. Em outubro, o diretor-geral Haroldo Tajra afirmou que a Casa economizaria, no fim do ano, R$ 110 milhões com a revisão desses contratos, mais os cortes de custos com gráfica e telefonia. O resultado final ainda não foi divulgado, e há contratos renovados em caráter emergencial.
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Simples e prático; impossível de auditar a efetiva prestação do serviço e gasto de material.

Em setembro passado, o Correio revelou que uma comissão técnica da Casa constatou a ausência de qualquer projeto básico para a alocação das cerca de 200 máquinas do contrato. Esse foi o último dos 34 contratos de prestação analisados pela Primeira-Secretaria desde fevereiro, quando se iniciou uma varredura sobre os serviços prestados no Senado. A expectativa da Primeira-Secretaria é de que, em abril, uma licitação definitiva seja realizada para xerografia e fotocópia, com drástica redução dos gastos.

A comissão técnica que auditou o contrato atual em setembro propôs a criação de dois grandes núcleos de reprografia, em vez de deixar a cargo dos setores do Senado a fiscalização sobre o uso dos equipamentos. Segundo as recomendações da equipe, os gabinetes dos parlamentares, a Secretaria-Geral da Mesa e a Direção-Geral continuariam livres para usar as máquinas como bem entendessem. Mas haveria determinado número de equipamentos nesses lugares. Foi também sugerida a divulgação, no Portal da Transparência do Senado, do número de impressões por setor.

Contudo, Heráclito Fortes vai esperar as conclusões de outro grupo técnico criado por ato dele em outubro para decidir qual modelo de serviço será adotado: continuar o aluguel ou comprar as máquinas, entre outras opções. A reportagem não conseguiu localizá-lo pelo telefone. “É preciso ter eficiência, transparência e legalidade nos gastos”, afirmou o senador João Pedro (PT-AM). “Temos que combater todos os abusos.”

Fatura

ESPANHA: Administrador do Santander condenado a 6 meses de prisão 3

Administrador do Santander condenado a 6 meses de prisão

Responsável terá que pagar multa de 9 mil euros

 | 28-12-2009 14: 52

santander

A Audiência Provincial de Barcelona condenou o ex-presisdente do Banesto e actual administrador do Santander, Alfredo Sáenz e dois outros ex-directores a seis meses de prisão. Em causa está a acusação e denuncia falsa contra uns devedores da entidade.

O tribunal condenou Sáenz ao pagamento de uma multa de 9 mil euros, mas aos outros dois condenados – Miguel Angel Calama y Rafael Jiménez de Parga de 6 mil euros.

Os três directores condenados terão ainda que indemnizar um dos prejudicados com 100 mil euros por responsabilidade civil, com o objectivo de reparar os danos e prejuízos causados por ter sido «injustamente preso».

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Em terras brasileiras banqueiro deita e rola; nada acontece.

CORRUPÇÃO TAMBÉM É: DEFENDER PARA SI 60 DIAS DE FÉRIAS, PORQUE ACHA “JUSTO” 8

Defende 60 dias de férias para sua classe, porque acha “justo”, e diz que “está doído, muito triste” com a sucessão de escândalos de corrupção.

“O Brasil é uma jazida a céu aberto”, compara o presidente do TJ. “Pero Vaz de Caminha já dizia, aqui plantando tudo dá. Só que plantar crime também tudo dá. Não precisava chegar a esse ponto.

“O veterano desembargador recebeu a reportagem do Estado em seu gabinete – uma sala espaçosa no quinto andar do centenário Palácio da Justiça, na Praça da Sé.

À mesa lhe faziam companhia seis magistrados, que o auxiliaram no dia a dia e expuseram realizações e também os entraves que marcaram sua gestão. “Tomei decisões que não agradaram, mas fui respeitado. Jamais saí daqui com a consciência preocupada”, afirma Bellocchi.

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Auto-corrupção moral,  possivelmente fruto do egoísmo,complexo de superioridade e da auto-imagem distorcida.

Por exemplo:  defendo para minha classe vencimentos iniciais na ordem de R$ 30.000,00, porque acho “justo” , na minha posição, experiência e trabalho em prol da sociedade, receber R$ 60.000,00.

Sabem quando uma pessoa é justa?

Quando  defende um direito  que lhe enfraquece. Quando defende um direito do qual nenhum proveito  – de ordem moral; de ordem material –  retirará; quer desse direito, quer da defesa desse direito.

SE HÁ MOMENTOS EM QUE O CRIME COMPENSA…QUE EM 2010 TODOS SAIBAM VISLUMBRAR OS MELHORES MOMENTOS PARA COMETÊ-LOS 1

”Há momentos em que o crime compensa”, diz presidente do TJ-SP

“Há momentos em que o crime compensa”, diz em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo Roberto Antonio Vallim Bellocchi, que está dando adeus à presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo, a maior corte do país. Nesses dois anos de gestão, 2008-2009, Bellocchi conta que travou intensa batalha em busca de recursos para suprir as necessidades do poder que dirige, e, para não deixá-lo cair na indigência e no tédio, enfrentou muitos desafios e empenhou-se na aprovação pela Assembleia Legislativa dos projetos que reputa vitais para a instituição. Criou fóruns e instalou comarcas por todo o Estado. Mas ele reconhece que todo esse esforço é pouco diante do “grande déficit” com que se debate o tribunal. O presidente do TJ cobra “mudança urgente, brutal”, na Lei de Responsabilidade Fiscal. “Antes da Lei Fiscal, o tribunal ficava com 7,6% da receita do Estado. Agora caiu para 4%. Tem de mudar a Lei Fiscal”, argumenta.

SANTANDER: Ladron devuelveme el botin…DEVOLVERÁ PARA OS ESPANHOIS DEPOIS DO BUTIM NOS BRASILEIROS…BRASILEIRO DEVE POSSUIR CONTA EM BANCO BRASILEIRO…SANTANDER É ESPANHOL “LADRON” 1

22/09/2009

Com oferta pública de ações, Santander Brasil será maior que Deutsche e Société

Financial Times
Victor Mallet, de Madri

A subsidiária brasileira do Santander terá o mesmo valor que todo o Deutsche Bank ou o Société Générale (SocGen) quando abrir totalmente o capital no mês que vem, segundo detalhes da oferta de ações anunciados ontem pelo banco espanhol.

O Santander vai oferecer entre US$ 6,4 bilhões e US$ 7,3 bilhões em ações de sua subsidiária brasileira, confirmando previsões de que a emissão será uma das maiores operações de abertura de capital já realizadas no Brasil e também uma das maiores do mundo neste ano.

VAMPIRO ESPANHOL – ACIONISTA AFIRMA QUE O BANCO SANTANDER FOI TRANSFORMADO EM TENEBROSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA 5

Em assembléia acionista acusa:
“O banco se transformou numa
organização tenebrosa”

Guerra,
A policia deveria ter mais delegados como vc…
Bom, queria que vc desse uma olhada em dois videos do Santander…já que vi um post seu sobre o banco…
 
Globo e Veja não mostram isso:
Multidão perde dinheiro em banco e faz passeata gigante
http://www.youtube.com/watch?v=hzCkTFD_SJE&feature=geosearch

domingo, 4 de maio de 2008

CONSUMIDORES FUJAM DO SANTANDER-BANESPA…O VAMPIRO ESPANHOL

O SANTANDER-BANESPA encontrou no Brasil ambiente propício para alcançar o seu fim como organização voltada a escravizar a pessoa humana.
Sim, escraviza o funcionário público, o trabalhador em geral e as pequenas empresas.
Deixou de agir como instrumento propulsionador do crescimento da economia. Não passa de outro instrumento concentrador de renda, ou melhor, instrumento expropriador da renda do assalariado.
O SANTANDER-BANESPA, pelas taxas e juros que impõe aos consumidores dos seus produtos e serviços, transformou-se numa organização diabólica.
Um caso de polícia!
E caso de polícia, principalmente, para muitos consumidores que não tinham opção por outra empresa bancária (funcionários públicos estaduais e municipais, por exemplo).
O SANTANDER-BANESPA, embora sendo espanhol, possui uma fórmula vampiresca que logo o transformará no maior e mais poderoso banco instalado em terras brasileiras.
Uma das fórmulas: 3.730% de juros ao ano.Verdadeiramente: três mil setecentos e trinta por cento cobrados sobre os valores excedentes ao limite de crédito do cheque especial.
E emprega vários expedientes para que o bom cliente ultrapasse o limite E, normalmente, o bom cliente ultrapassa o limite que o SANTANDER lhe oferece; só para o pagamento das contas domésticas.
Digo bom cliente, pois ao mal pagador não se dá limite especial; nem sequer talão de cheques.
Aliás, o limite de cheque especial do SANTANDER-BANESPA é um terço do limite oferecido por outros bancos.
Caso o bom cliente tenha limite de R$ 1.000,00 no Santander-Banespa, na Nossa – Caixa, apenas para exemplificar, teria R$ 3.000,00.
E sem nenhum favor, apenas considerando-se alguns critérios objetivos: renda mensal e vínculo empregatício do cliente.
Não é necessário ser amigo do gerente para obter um limite três vezes maior ao do Banespa-Santander.
Os 3.730%, é o motivo do SANTANDER-BANESPA obstaculizar aumento de limite para clientes que utilizam o produto denominado “cheque especial” – mesmo aqueles com 20 anos de conta bancária, os funcionários públicos estáveis.
E atenção: ultrapassado o seu limite, pouco importa em alguns centavos, pagará “taxa cheia” que atinge 3.730% ao ano, ou seja, aquela taxa de juros para mal pagadores ou clientes de risco (que eles denominam excesso por inadimplência).E mesmo que você bom cliente possua em poder do Santander-Banespa, economias vinte vezes superiores ao limite que lhe foi dado.Pois o Santander-Banespa quer o seu endividamento, quer expropriar as suas economias.
Mas há outros procedimentos, além do cheque especial, que levam um cliente do BANESPA-SANTANDER bancarrota.
Aliás, bancarrota só depois que o Santander-Banespa usurpar todas as economias e fontes de recursos do consumidor.
Além de amarrá-lo a vários contratos, cujas dividas – depois de algum tempo – o Santander-Banespa transferirá, com base em cláusula de cessão de crédito que o cliente assina em todo e qualquer contrato, para qualquer outra organização do mercado financeiro.
E assim faz tentando escapar das medidas judiciais adotadas pelo ex-cliente para desconstituição dos contratos e dos créditos abusivamente reclamados.Também, primeiramente, o cliente terá o “nome sujo” pelo Santander- Banespa e, depois, pelo adquirente dos “créditos” (como se a dívida fosse de data atual), permanecendo eternamente com o “nome sujo” no SERASA e no SPC.Obviamente, não se pode chamar tal proceder digno de Instituição honesta.Façam as contas policiais civis e militares, ainda, clientes do SANTANDER-BANESPA.
Depois façam as malas para a Nossa – Caixa (não há outra opção).
E infelizmente a IMPRENSA FORMAL – há muito sem praticar “jornalismo-cidadão”(só nos blogs) – perde muito espaço falando da violência e da corrupção dos “adversários”, pouco fazendo para revelar o procedimento criminoso de muitas instituições bancárias.
É claro: ninguém quer perder anunciantes do porte do SANTANDER-BANESPA…
Que na Espanha anuncia: “queremos ser o teu lucro!”
Enquanto no Brasil pratica: “queremos o lucro do teu trabalho!”

ALERTA DO BLOG DOS AGENTES PENITENCIÁRIOS: pacto pré- administrativo de não agressão entre a secretaria da administração penitenciária e o PCC para evitar que haja rebeliões nas unidades Resposta

sábado, 26 de dezembro de 2009

DO ESTADÃO

6 bandidos mais procurados do Estado fugiram da prisão

Secretaria da Administração Penitenciária diz que fugas são investigadas

Josmar Jozino

Seis dos criminosos mais procurados pela polícia do Estado estão nas ruas porque fugiram do sistema prisional paulista. Ninguém foi responsabilizado pelas fugas. Os foragidos, considerados de alta periculosidade, têm extensa ficha criminal. São traficantes, sequestradores, ladrões de bancos, transportadoras de valores e carros fortes e assaltantes de condomínios e de joalherias. Os presídios onde os fugitivos cumpriam pena são de responsabilidade da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). A pasta não se manifesta sobre os casos. Diz apenas que para cada fuga foi aberto processo administrativo. Os resultados dessas sindicâncias dificilmente são divulgados.

Os foragidos são Jurandir Vivaldo dos Santos, 40 anos, o Gordo; Carlos Alberto Rodrigues, 46 anos, o Carlinhos Esmeralda; Fábio Fernandes da Silva, 27 anos, o Vampirinho; Sonia Aparecida Rossi, 49 anos, a Maria do Pó; Marcos Aurélio Patrocínio, 32 anos, o Irmão Cora, e Gerson Cordeiro da Silva, 41 anos, o Deda.

Gordo fugiu em 31 de maio da ala de progressão penitenciária do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Piracicaba. Ele é chamado pela polícia de Rei do Maçarico por sua especialidade em arrombar cofres. Condenado a 15 anos, Gordo participou, na década de 90, do roubo de duas agências da Caixa Econômica Federal, dos assaltos ao Swiss Bank Corporation, McDonald”s e às joalherias H.Stern e Mkorn.

Também especialistas em roubar joalherias, Carlinhos Esmeralda e Vampirinho fugiram juntos da Penitenciária de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, em agosto de 2005. Carlinhos é apontado por policiais do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) como um dos ladrões mais ousados do Estado.

Em 2001, ele e seu bando se disfarçaram de policiais federais para aguardar o desembarque, no Aeroporto de Cumbica, de um empresário que comercializa esmeraldas na capital. A vítima, a mulher, o filho e a nora foram rendidos, como se estivessem sendo presos pelos falsos agentes. O filho do empresário foi sequestrado. A mulher e a nora também ficaram em poder dos assaltantes. Para libertá-los, Carlinhos exigiu a maior quantidade possível de esmeraldas. O bando acabou preso tempos depois. A equipe do delegado Edison Santi, então titular da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Joias do Deic, recuperou R$ 2 milhões em esmeraldas.

Maria do Pó, uma das maiores traficantes de drogas do País, flagrada em janeiro de 1999 com 340 quilos de cocaína, fugiu da Penitenciária Feminina de Sant”Ana, no Carandiru, zona norte, em 9 de março de 2006. Segundo funcionários, a fuga foi vendida. O presídio estava em reforma. A penitenciária havia sido inaugurada recentemente. Por causa da reforma, um grande buraco foi aberto na muralha dos fundos, para a passagem de caminhões com materiais de construção. Foi por lá que Maria do Pó fugiu. Ela se misturou às presas que saíram das celas para trabalhar nas oficinas da unidade.

Líder do tráfico na Favela Paraisópolis, no Morumbi, zona sul, Irmão Cora é procurado desde 3 de março de 2006, quando fugiu do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Pacaembu, no interior do Estado. Em março deste ano, Irmão Cora teria sido o responsável por incitar um confronto entre moradores de Paraisópolis e policiais militares em protesto pelo assassinato de um acusado de tráfico da favela.

Parceiro de Gordo, o assaltante Deda é um dos criminosos mais procurados de São Paulo. Em 18 de março de 2004 ele foi autorizado pela Justiça a passar a Páscoa em casa e não voltou ao Instituto Penal Agrícola de São José do Rio Preto.

AVIÃO PAGADOR

Roubar aviões pagadores era a especialidade de Paulo Rogério da Silva. Ele fugiu pela muralha da Penitenciária de Iaras em junho de 2001. Em abril de 1996, participou do roubo de R$ 6 milhões de um Fokker da TAM no aeroporto de São José dos Campos. Segundo o Deic, Silva estava foragido no final de 2001, quando morreu. A foto dele, no entanto, continuava até ontem no site de procurados da Polícia Civil.

Já o assaltante Marcelo Adelino de Moura, de 33 anos, o China, não fugiu de nenhuma cadeia. Ele é acusado de envolvimento no furto de R$ 27,7 milhões da transportadora de valores Transnacional, na capital, no último dia 6, o maior nesta década no Estado. Até ontem, China permanecia foragido.

COMENTARIO DO BLOG

Este artigo de Josmar Jozino, autor do Livro Cobras e Largato para o Estado de São Paulo, pertencem ao passado do Sistema Penitenciário Paulista, porém, continua sempre atual, uma vez que a crise no Sistema Paulista nunca foi resolvida desde a saída de ex-secretaria da Secretaria da Admiminstração Penitenciaria Nagashi Furukawa. Na época em uma de suas entrevistas o próprio Nagashi Furukawa reconheceu que princípio de autoridade nos presídios paulista nunca foi resgatado.

Pois bem, por que o principio da autoridade nos presídios paulista nunca foi resgatado?

Resposta: Simplesmente porque as autoridades que tratam diretamente com os presos ainda são as mesmas durante décadas.

Hoje, no entanto o Sistema Penitenciário não registra tanta fuga como antigamente, mas sua estrutura pouco se modificou nos últimos anos.

O sistema Penitenciário ainda funciona com um pacto pré- administrativo de não agressão entre a secretaria da administração penitenciária e o PCC para evitar que haja rebeliões nas unidades.

Hoje o Sistema Penitenciário não possui ninguém de visão e na sua grande maioria alguns dirigentes são muitas vezes apadrinhados e formados por diretores mais velhos.

http://servidorespent.blogspot.com/2009/12/paz-enganosa-dos-presidios-paulistas.html

Postado por José Erivaldo Ferreira Silva às 10:14