EM 2009 CONQUISTAMOS A ADPESP, EM 2010 CONQUISTAREMOS O SINDPESP…A DELEGADA JOANA D’ARC DE OLIVEIRA DESPONTA COMO A PREFERIDA DA CLASSE PARA DIRIGIR O SINDICATO…JOANA 2010! 8

De fato, a  doutora Joana D’arc  possui o perfil necessário para comandar a nossa luta através do Sindpesp.

Lembro que era a preferida ,  em virtude da rara  combatividade e aguda inteligência, para a candidatura como presidente da ADPESP.

Contudo, em razão de problemas de saúde já superados, abdicou da disputa democrática dentro do grupo DELPOL-PC, em prol da candidatura encabeçada pela doutora MARILDA.

Marilda venceu; agora será a vez de outra mulher vencer.

JOANA 2010!

INVESTIGADOR DA CORREGEDORIA AUXILIAR DO DEINTER-6, QUE SE APRESENTA COMO AFILHADO DO DEPUTADO BETO MANSUR E DO VEREADOR JOSÉ LASCANE, QUER “PASTAR” NO ÓRGÃO DE SANTOS 45

O recém-empossado INVESTIGADOR CHEFE DA CORREGEDORIA AUXILIAR DO DEINTER-6, carinhosamente conhecido como Ralfo “Cavalgando”, diga-se, um pervertido até a medula, que noutras épocas era dado, no exercício do cargo e empregando veículos oficiais, ao assédio sexual de prostitutas e mulheres de presos; pelo que foi investigado por atentado violento ao pudor, pretende transformar a CORREGEDORIA AUXILIAR num verdadeiro pasto, sujando ainda mais a nossa Instituiçao ; levando para o brejo os bons delegados que lá estão.

Senhor RALFO CAVALCANTI, aviso de Ano Novo, a continuar com os contatos já iniciados para “ESCALAÇÃO DE OUTROS DELEGADOS PARA A “SUA COLETORIA”, o subscritor , tenha absoluta certeza, cuidará para que Vossa Senhoria dê com os “burros n’água”.

A sua vaca é que vai pro brejo!

O seu “suposto padrinho”, o Excelentíssimo Deputado Federal BETO MANSUR – nosso conterrâneo – já está sabendo sobre as escusas pretensões, ou seja: USAR A CORREGEDORIA AUXLIAR DO DEINTER-6 COMO INSTRUMENTO DE EXTORSÃO

Soube e não gostou do que ouviu; afirmando que o senhor, há  muitos anos, pelo simples fato de ter feito bico como “segurança” em empresa  da família do deputado, além de “ser muito confiado e pegajoso” , alardeia amizade e apadrinhamento inexistentes.

Intentos sujos os seus; dependentes de que do órgão sejam retirados os Delegados que lá atuam, pois as honestas autoridades são obstáculos aos nefastos propósitos.

E não faça com eles aquilo que fez comigo em setembro de 2005, lembra?

Tomar dinheiro de bicheiro, empregando o nome “da nova administração”, ou seja, naquela oportunidade, em nome do “doutor Conde Guerra”.

Certamente, a fazer valer o carinhoso trocadilho, “CAVALGANDO”,  irá PASTAR …

E muito!

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Há  tempos avisamos que o Sr. Ralfo fazia gestões para assumir a chefia da Corregedoria auxiliar de Santos; foi com tal objetivo que tentou uma cadeira de vereador em Santos, ou seja, aproximou-se da política, filiando-se ao Partido Progressista, para fingir esforços em prol de coligação  TUCANO-MALUFISTA e, posteriormente, cobrar indicação para cargo de confiança na Polícia Civil. 

Dito e feito: https://flitparalisante.wordpress.com/2008/08/26/o-candidato-a-investigador-chefe-da-corregedoria-auxiliar-6/

Indignidade e incompetência!

RALFO CAVALCANTI 11000 PP PSDB – PP 489 0,20

http://sat.wsoma.com/eleicoes2008/lista_vereador.asp?tipo=ver&idregiao_ver=2&idCidade_ver=11

DELEGADOS NOTÍCIAS – ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA 1

O PRESIDENTE DA ADPESP, SÉRGIO ROQUE MARCOU UMA ASSEMBLÉIA ORDINÁRIA PARA O ÚLTIMO DIA DO ANO, AS 10;00 HS., TALVEZ, COM A CLARA INTENÇÃO DE QUE NINGUÉM COMPARECESSE, PARA APROVAÇÃO DE CONTAS E VOTAÇÃO DA PEVISÃO ORÇAMENTÁRIA..
LAMENTAVELMENTE, ATÉ O PRESIDENTE SERGIO ROQUE NÃO COMPARECEU, BEM COMO DIRETORES EXECUTIVOS, CONSELHEIROS FISCAIS E ATÉ O CONTADOR, EM UMA DESMORALIZAÇÃO TOTAL JÁ QUE TRATAVA-SE DE REUNIÃO PARA APROVAÇÃO DE CONTAS.
OITO ASSOCIADOS COMPARECERAM E OS TRABLAHOS FORAM PRESIDIDOS PELO 1º VICE PRESIDENTE, DR. CAMILO LELILS, QUE NOMEOU COMO SECRETÁRIO O DR. ANDRÉ DAHMER.
CONSTOU EM ATA O REPÚDIO PELA DATA DA ASSEMBLÉIA BEM COMO PELA AUSÊNCIA DOS DIRETORES E CONSELHEIROS, BEM COMO QUE A PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA SERÁ FEITA EM 60 DIAS PELA NOVA DIRETORIA.
UM DOS ÍTENS DA APROVAÇÃO DE CONTAS, QUE DIZ RESPEITO A GASTO COM PESSOAL, FOI REJEITADO.
POR FIM, FICOU REGISTRADO O PROTESTO PELO FATO DO PRESIDENTE SERGIO ROQUE NÃO TER CONVOCADO NENHUMA REUNIÃO DE DIRETORIA DURANTE TODO O ANO DE 2009.
O SECRETÁRIO ANDRÉ DAHMER FALOU QUE A SITUAÇÃO DA ADPESP É PREOCUPANTE E PRÉ-FALIMENTAR ?
ORA, ELE NÃO É DA DIRETORIA DA ADPESP ?

ADPESP – DO ESTADO PRÉ-FALIMENTAR DA ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS E A CAMPANHA DOS CANDIDATOS DERROTADOS 2

Comentando:

O candidato derrotado ANDRÉ DAHMER, “sui generis” diretor de assuntos institucionais, durante a sua campanha pleiteando a presidência da Adpesp, jamais tocou no assunto “saúde financeira” da Associação dos Delegados.
Intimamente ligado à diretoria executiva, especialmente ao doutor Sérgio Roque e ao doutor Gama, certamente, há tempos, sabia dessa “situação pré-falimentar”.
Mas como ajudou na construção da pré-falência – empregando telefone da entidade, inclusive – ficou quietinho…
Bem quietinho!
Graças, uma vez mais, pela vitória da NOVA ADPESP.
Verdadeiramente: DEVERÁ SER RECONSTRUÍDA DOS ESCOMBROS.

CONVERSA DO DIRETOR DO DEMACRO ( DE BOSTA ) COM SECCIONAL ( DE MOGI ) DE MERDA: “se a gente trocou bosta por merda”… 5

Sayão liga para Cazé no celular dele. A conversa começa com a secretária Renata pedindo para Cazé atender o chefe. O diálogo que se segue é o seguinte:

Chegou notícia não confirmada que a PRF parou uma pessoa indo para o Sul com um lote de cnhs emitidas por Ferraz. Cazé diz que acha estranho e o chefe responde aos 1min42s da gravação:

S: Se a gente trocou bosta por merda…( referindo-se aos Delegados de Trânsito de Ferras de Vasconcelos )

C: A gente colocou um cara bom lá

S: eu pus quem você indicou

Sayão cobra providências, mas no final da gravação aos 5min55s, ele faz um pedido intrigante ao subordinado:

S: Me checa este negócio com o interessado

C: vou checar já e ver o que está acontecendo

S: E se positivar e se for do velho ainda, puta absurdo (delegado Fernando José Gomes) .

Se for do novo( Juarez  Pereira Santos ) , acabou de ser degolado

SAIAM COM O SAYÃO…MAS SEM TROCAR BOSTA POR MERDA! DE FATO, ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE DEGOLA SEUS COMPARSAS SUBALTERNOS 4

Sayão liga para Cazé no celular dele. A conversa começa com a secretária Renata pedindo para Cazé atender o chefe. O diálogo que se segue é o seguinte:

Chegou notícia não confirmada que a PRF parou uma pessoa indo para o Sul com um lote de cnhs emitidas por Ferraz. Cazé diz que acha estranho e o chefe responde aos 1min42s da gravação:

S: Se a gente trocou bosta por merda…

C: A gente colocou um cara bom lá

S: eu pus quem você indicou

Sayão cobra providências, mas no final da gravação aos 5min55s, ele faz um pedido intrigante ao subordinado:

S: Me checa este negócio com o interessado

C: vou checar já e ver o que está acontecendo

S: E se positivar e se for do velho ainda, puta absurdo. Se for do novo, acabou de ser degolado

Nota do Blog: (quem seria o interessado? E se não havia nada confirmado, como Cazé iria checar a informação imediatamente? Com quem será que ele falou?)

O outro assunto tratado na conversa é a recepção ao delegado-geral de Minas Gerais. Sayão Pede para que Cazé mande uma viatura descaracterizada buscar o visitante e levá-lo até um hotel no centro de sp. Aos 5min09s:

S: É só para fazer o receptivo. Colocar viatura descaracterizada, levá-lo para o hotel. Depois, se o cara quiser fazer um passeio…Porque isso aí, o delegado-geral tinha avisado (Nota do Blog: na época era o Maurício Lemos Freire). Se o delegado-geral do Rio Grande do Norte que eu vou receber se ele quiser sair à noite eu vou ter que levar ele. Se ele quiser sabe…vou ter que levar ele…

C: É o que eu vou fazer com ele assim.

S: Então manda um delegado gente boa para receber esse mineirinho aí, já manda levar um pacote de pão de queijo para ele não sentir falta.

c: Tá bom chefe

O Blog apurou que o pedido era para fazer serviço de receptivo para um dos delegados que veio participar da cerimônia de comemoração dos 200 anos da Polícia Civil ocorrido em 26 de abril de 2008.  Na cerimônia, os chefes de polícia de todo país se encontraram em São Paulo para participarem de seminários e eventos. O delegado geral da Polícia Civil e presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil, Mauricio José Lemos Freire, os recepcionou no salão do hotel Braston, região central da capital. Veja o link abaixo.

Corregedoria vazou informações para o grupo 

Os arquivos que estão no processo revelam ainda que a Corregedoria da Polícia Civil pode ter vazado informações de outra investigação que envolvia policiais da seccional de Mogi das Cruzes, responsável pela delegacia de Ferraz de Vasconcelos. Dois dias depois da ligação do chefe do Demacro para o seccional, o delegado-adjunto do departamento na época, Antonio Carlos Bueno Torres, ligou para Cazé. Agora o assunto era outro, a investigação de policiais do Garra de Mogi das Cruzes que estava sendo feita pelo Ministério Público:

Alvo: Casé Telefone: (11) 9987-xxxx

Data: 24/04/2008 Hora: 17:41:46

Duração: 00:03:52 Registro: 2008042417414655

Ligação para: Dr. Torres Telefone: (11)3815-xxxx

A conversa começa novamente com a secretária Renata informando Cazé de que o dr. Torres precisava falar urgente com ele. Um misterioso e cifrado diálogo começa aos 1min02s:

T: Tem alguma coisa andando aí?

C: Não

T: Nada?

C: Não, nada. Nossa, como está buchicho na minha área ou é em todas áreas?

T: Não. Está centralizado aí. Tem uma informação que está vindo aí do Perretti (Nota do Blog: o delegado Eduardo Peretti Guimarães, ex-chefe do Garra de Mogi, denunciado pelo MP por suposto esquema de extorsão a donos de desmanches, caça-níqueis e prostíbulos) que você tenha conhecimento?

C:Nao. É que vive correndo boato coitado. Ele nem dorme, que falam que vai sair a prisão dele.

T: E que chegou aqui e tá chegando da Corregedoria (Nota do Blog: será que a corregedoria vazou uma investigação em andamento para o chefe do investigado?)

Aos 1min40s, Torres interrompe a conversa. A escuta captou a conversa com Sayão, que estava na sala. Ao fundo ouve-se a voz de Sayão dizendo o seguinte:

S: Fala para o Cazé que ofertaram a denúncia, o Gaeco de Guarulhos, na Segunda Vara de Suzano. Pedindo prazo inclusive para que apresente a defesa prévia. E parece que saiu mandado de prisão.

Então, Torres retoma a conversa com Cazé:

T: A denúncia foi recebida. Hoje parece que foi último dia. Não sei quem está movimentando isto daí não.

C: O prazo para defesa era até quarta-feira que eles tinham. Certamente o juiz vai aceitar a denúncia.

T: O juiz recebeu a denúncia hoje.

C: Mas não cabe preventiva ali em hipótese alguma, né? O advogado dele está acompanhando.

T: Tá acompanhando mesmo? Porque a informação bateu lá no Gabinete e tão checando lá na Corregedoria e a Corregedoria está dando um toque para nós. (Grifo do Blog)

C:Aqui não tô sabendo de nada não. Não acredito. O juiz não ia entrar nessa, né?

T: Tá bom. Se tiver alguma novidade a gente volta a falar.

C: Você sabe se o chefe viu aquele negócio que o Roque ia ver para ele? (Nota do Blog: quem será o Roque a que Cazé se referiu no diálogo? seria o então presidente da Associação dos Delegados Sérgio Roque, o então delegado seccional de Guarulhos João Roque Américo ou uma outra pessoa? )

T: Não sei.

Deja vù

Pelos diálogos acima, há indicações de que houve vazamento de informações sobre investigações sigilosas feitas pelo Ministério Público e depois comunicadas para a Secretaria da Segurança Pública e para a Corregedoria. A denúncia foi feita no final de abril de 2008 e aceita pela Justiça. Cazé deixou o cargo, que ocupou por mais de uma década, um mês após a conversa com os chefes e 10 dias antes da operação Carta Branca que desmontou o esquema da fraude na emissão de carteiras de motorista na Ciretran de Ferraz de Vasconcelos.

Na semana passada, subordinados da dupla Sayão-Torres deixaram a Polícia de maneira nada honrosa: o ex-presidente da Associação dos Delegados André Di Rissio, preso pela Polícia Federal em 2007, foi demitido a bem do serviço público. Wilson Roberto Ordones preso na mesma investigação, aposentou-se. O Blog noticiou a saída de Di Rissio publicada no Diário Oficial.

Veja mais informações nos links abaixo:

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2009/12/30/mafia-da-cnh-conselho-da-policia-pede-demissao-do-andar-de-baixo-andar-de-cima-nao-foi-investigado/

Folha de S.Paulo – Suspeitas em concurso derrubam diretores do IC 5

São Paulo, quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Suspeitas em concurso derrubam diretores do IC

Possíveis fraudes em exame foram reveladas pela Folha

DA REPORTAGEM LOCAL

As suspeitas de fraude nos concursos para fotógrafo e para perito do Instituto de Criminalística de São Paulo, reveladas pela Folha, derrubaram os dois principais diretores do órgão, José Domingos Moreira das Eiras e Osvaldo Negrini Neto.
A saída foi confirmada ontem pela Segurança Pública. Assume o cargo de Eiras, na diretoria-geral, o também perito Carlos do Valle Fontinhas. Para a vaga de Negrini, no centro de análises e pesquisas, foi nomeado Adilson Pereira.
Eiras foi avaliador da prova oral do concurso para fotógrafo que aprovou, entre outros participantes, André das Eiras Braiani, seu primo, que não respondeu boa parte do teste.
O nome de André e dois outros candidatos foram registrados em cartório pela Folha oito dias antes do “Diário Oficial” divulgar o resultado do exame. Todos foram aprovados.
O concurso, que teve 17.621 inscritos, está suspenso desde o final de novembro.
Já Negrini foi acusado por seis integrantes da banca do concurso de perito de 2005 de vender gabarito da prova escrita e incluir candidatos reprovados na lista de aprovados.
Negrini e Moreira não foram localizados ontem. (ROGÉRIO PAGNAN e ANDRÉ CARAMANTE)

BUNDÃO NO PORTA MALAS 8

Falaram que durante a operação da corró para prender o Investigador Caetano no 13 DP,  investigador  da SIG da 4a Seccional, filho de um maçom, se escondeu dentro do porta malas do carro dele para não ir pro papel na correg.. será mesmo…

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Esse investigador então é um grande bundão…Seria, casualmente, filho de algum Cardeal?

Casualmente, esse  bundão já foi acusado de concussão; quando era do DEIC?

Pergunto, se verdade for, estava pelo local para quê? 

Para dar apoio ao colega, ou apenas para cuidar de não ocorrer “banho”!

Se for desejo-lhe feliz 2010,  em plagas bem inóspitas…

No PEPC.

RAPINADORES DE FERRAZ USAVAM DE MÁ-FÉ O NOME DO DEPUTADO CAMPOS MACHADO 1

Assessor de Campos Machado pede exoneração

O escândalo da venda de habilitações chegou à Assembléia Legislativa de São Paulo provocando estragos O chefe de gabinete do deputado Campos Machado (PTB), Carlos Alberto de Carvalho Thadeo, o Professor Thadeo, pediu hoje exoneração do cargo que ocupava havia mais de 20 anos.

 Ele aparece em escutas telefônicas interceptadas pela Operação Carta Branca intercedendo em favor de um funcionário da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos, centro do esquema desarticulado na terça-feira. Trata-se de Marcus Vinícius Coelho, o Marcão, um dos 19 presos acusados de integrar quadrilha.

O assessor político também mantinha contatos periódicos com o empresário Nasser Abdel Hadi Ibrahim, apontado pelo Ministério Público Estadual como o responsável pela lavagem do dinheiro obtido pela máfia das carteiras. Em diálogo interceptado em 26 de março deste ano, Nasser telefona para Thadeo para parabenizá-lo pela permanência de Marcão, funcionário da prefeitura de Ferraz cedido à Ciretran. “Meus parabéns! Inclusive, o prefeito tá muito feliz”, diz Nasser.

Thadeo tinha consciência da situação que se encontrava a Ciretran de Ferraz: “É um ambiente apodrecido”.

 Por fim, o assessor defende a permanência de Marcão: “O Marcão não é um cara milionário, é um trabalhador. Agora, porque o cara tá há 26 anos tem que ser removido como se fosse um objeto?

Se o sujeito tá lá é porque tem capacidade e não faz melhor porque a chefia não cobra.”

Em outra conversa, Nasser e Marcão falam sobre uma suposta “traição” do delegado Juarez Pereira Campos, então chefe da polícia em Ferraz, a uma pessoa identificada como Campos.

“Thadeo virou pra mim e disse: ‘Nasser, vai ser aposentado. Mexeu com vocês…’ Olha o que ele falou para mim: ‘Não vai ajeitar o que você quer? Vai ser aposentado.’

O Thadeo pegou uma raiva dele (Juarez), porque ele ajudou o outro e não ajudou o Campos.”

Nasser repreende Marcão, dizendo que ele errou ao pagar apenas 3% de propina aos chefes e que, por isso, quase tinha sido afastado.

Em carta endereçada ao Procurador-Geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, Campos Machado diz acreditar que seu nome “tenha sido usado indevidamente” e pede a “completa apuração do eventual envolvimento” de seu funcionário. Em sua carta de demissão, Thadeo não nega ligação com Nasser e Marcão, mas afasta as suspeitas sobre o parlamentar. “Desculpe-me se lhe trouxe, mesmo sem querer, qualquer constrangimento.”

Em janeiro, escutas mostraram dois dos principais integrantes do esquema – o investigador Aparecido da Silva Santos e a empresária Elaine Gavazzi – conversando sobre um problema que a quadrilha enfrentava na região de São Joaquim da Barra, no interior.

No diálogo, ela relata que carteiras falsificadas haviam sido apreendidas pelo delegado seccional Francisco Renato.

A empresária diz ainda ter ligado para “aquele deputado” que, segundo ela, vai barrar a investigação.

Os promotores querem saber quem é esse deputado.

Outro político citado na Operação Carta Branca é o deputado mineiro Tiago Ulisses (PV).

O nome dele aparece numa conversa entre Miguel Antônio Pereira, dono de três Centros de Formação de Condutores em São Paulo, e um homem identificado como Zezinho de Taubaté.

Suspeita-se que os dois falavam da apreensão de carteiras falsificadas pela máfia em Minas. O deputado disse desconhecer os dois homens e que jamais recebeu pedidos sobre o assunto investigado pela Operação Carta Branca. Colaborou Moacir Assunção.

MILAGRE: CONSELHO VOTA PELA DEMISSÃO DE “CINCO BONS COMPANHEIROS” – SEM DIREITO AO SOBRESTAMENTO 3

Conselho da corporação quer demissão de 2 delegados, 2 investigadores e 1 escrivão por fraudar emissão de carteiras.

Demissão a bem do serviço público.

Essa foi a decisão do Conselho da Polícia Civil sobre o destino dos primeiros cinco policiais acusados de participação na máfia das carteiras nacionais de habilitação (CNHs).

Ela tem por base o relatório do processo administrativo que propôs a demissão dos delegados Juarez Pereira Campos e Fernando José Gomes, do escrivão Ulisses da Silva Leite, além dos investigadores Aparecido da Silva Santos e Johnson Bendito de Paula. Eles respondem em liberdade o processo criminal da Operação Carta Branca, que investigou a suposta venda de CNHs na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Ferraz de Vasconcelos e em outras 11 cidades de São Paulo.

O conselho é formado pelos 22 diretores de departamentos da polícia.

A decisão tem de ser validada pelo secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, no caso dos investigadores, e pelo governador José Serra (PSDB), no caso dos delegados.

O relatório da Corregedoria, de 145 páginas, que recomendou as demissões conclui que foi provada a “existência de organização criminosa responsável pelos crimes de falsidade ideológica na expedição de CNHs, corrupção ativa e passiva, improbidade administrativa e formação de quadrilha”.

O grupo é suspeito de fraudar 200 mil documentos emitidos em São Paulo para motoristas de 8 Estados.

A máfia seria formada por donos e empregados de autoescolas, despachantes, médicos, psicólogos, servidores e policiais.

“As possibilidades lucrativas de todos os partícipes das irregularidades que ali ocorriam diariamente eram de tal forma atrativas que poucos conseguiam resistir ao enriquecimento ilícito”, diz o relatório.

De um lado, havia candidatos a motorista, desejando a expedição rápida de seu documento; do outro, policiais acelerando procedimentos.

O relatório destaca participação de delegados de polícia no suposto esquema. “Eles são peças-chave da organização por impingirem credibilidade às negociações, em virtude de supostos respeito e hierarquia existentes no seio da organização criminosa.”

POLÍCIA PARA CRIMES 

O documento diz que “a utilização do prestígio corporativo da instituição policial civil para negociar a prática de atos ilícitos” revela que a organização criminosa transformou a polícia em instrumento para a prática de crimes. O relatório prossegue acusando o delegado Campos, que chefiava a Delegacia de Ferraz de Vasconcelos – hoje aposentado -, de ter participação na fraude de 447 CNHs feitas pela autoescola São Judas, de Mogi das Cruzes. A autoescola pertencia à mulher, Ana Lúcia.

No local, foi achado um dedo de silicone e massa de modelar para fraudar dados de biometria em aulas e exames – os candidatos são obrigados a registrar a digital em aparelho de leitura ótica. Os candidatos não precisavam comparecer às aulas e um mesma digital era usada para centenas de pessoas. Assim, a fraude foi descoberta.

O delegado Gomes chefiou a Ciretran de Ferraz de 2003 a 2008, quando a fraude foi descoberta.

O relatório diz que ele tinha a obrigação de prevenir e reprimir irregularidades, mas se “manteve inerte”. “Facilitou a prática de irregularidades mediante infração do dever funcional. (…) Tal omissão revelou sua faceta de desrespeito aos princípios da administração pública e grave violação aos deveres.”

AGENDA

A Corregedoria destaca ainda o fato de os nomes dos dois delegados terem sido encontrados em suposta lista de pagamentos de propina mantida pelo investigador Santos.

Na casa dele foram apreendidas duas agendas com anotações que indicariam pagamentos.

Só em 2007 foram expedidas 36 mil CNHs pela Ciretran de Ferraz – perdendo em número de emissão só para São Paulo. No primeiro trimestre de 2008, esse número ficou em 9.226. De abril de 2007 a maio de 2008, ocorreram 7.439 exames práticos na Ciretran, mas o órgão expediu 36.939 carteiras. Ninguém soube explicar como quase 30 mil candidatos conseguiram CNHs sem fazer exames. Ao todo 29 pessoas são alvo de ação por causa da máfia das carteiras.

Fonte: Estadão

DELEGADOS: “Eles são peças-chave da organização por impingirem credibilidade às negociações, em virtude de supostos respeito e hierarquia existentes no seio da organização criminosa.” …ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA DO TIPO BANCA DE JORNAL Resposta

Sim, organização criminosa comandada por homem atrás da mesa, o autor de gabinete” ou “autor de escrivaninha” , que possui o DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO;  que se vale da FUNGIBILIDADE, ou seja substititulidade ilimitada dos autores imediatos, que  garante ao homem de trás a execução do fato e lhe permite dominar os acontecimentos.  ( de se conferir AUTORIA MEDIATA POR MEIO DO DOMÍNIO DA ORGANIZAÇÃO ).

Em linhas gerais: se “A” não  quer “anotar as gorjetas”, ‘B”, “C”, ou “D”, executarão a tarefa.

Os autores de gabinete não dominam a execução de cada um dos milhares de crimes patricados.

Dominam a empresa criminosa, seus objetivos,  seus diversos membros e a consecução do resultado:  GRANDES SOMAS EM DINHEIRO. 

 E para tal, além de dominarem a fungibilidade, dominam matematicamente a potencialidade de arrecadação por parte dos subordinados.

E dominam os resultados  não por quantias oferecidas, mas pela matemática dos atos e documentos expedidos naquele órgão de trânsito.

É mais fácil do que gerenciar uma banca  que vende apenas dois jornais, exemplo: Jornal CNH e  Jornal CRLV.

Uma banca de jornais que nunca encalham. 

APENAS ANOTAVA GORJETAS Resposta

Investigador afirmou que apenas ‘anotava gorjetas’

O investigador Aparecido da Silva Santos, encarregado de expedir CNHs na Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, negou que os lançamentos com nomes e valores anotados em suas agendas fossem a contabilidade da propina arrecadada pela máfia. Em depoimento à Corregedoria da Polícia Civil, Cido afirmou que registrava as “gorjetas ou gratificações” que recebia dos candidatos e frisou que “jamais solicitou ou exigiu qualquer importância indevida para fazer ou deixar de fazer qualquer coisa naquela Ciretran”.

Ele disse não se lembrar do teor dos diálogos interceptados, em que apareceu tratando sobre a concessão de CNH para um analfabeto e um deficiente físico, pois falava muito ao telefone. As investigações revelaram que as carteiras de habilitação eram vendidas a preços que variavam de R$ 750 a R$ 1.800.

O escrivão Ulisses da Silva Leite, outro acusado, disse desconhecer como a Ciretran inseriu 1.956 declarações falsas no sistema de emissão de CNHs. O investigador Johnson Benedito de Paula afirmou que soube pela imprensa que seu nome constava da agenda de Cido e negou receber propina.

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