POLICIAL MILITAR AGREDIDO POR GCMS DE IBIÚNA…AS GUARDAS MUNICIPAIS AOS POUCOS FAZEM INIMIGOS NAS POLÍCIAS CIVIL E MILITAR E PRINCIPALMENTE ENTRE OS CIDADÃOS QUE RECLAMAM DE TRUCULÊNCIA E CORRUPÇÃO 74

Assunto: PM AGREDIDO POR GCMS
Para: dipol

BOM DIA ,

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=34&id=330724

Uma desavença entre um policial militar e guardas municipais de Ibiúna terminou em registro na delegacia daquela cidade, através de boletim de ocorrência de desacato e abuso de autoridade. O caso, ocorrido na noite do sábado retrasado, também gerou a abertura de procedimentos internos nas duas corporações, gerando inclusive a discussão sobre a competência da instituição municipal. O PM Ricardo de Jesus Pazine, 34 anos, acusa o GM Daniel Leandro Valencio, 31 anos, de ter comandado uma sessão de tortura, sem nenhum motivo ou amparo legal para isso. O comando da GM diz que os fatos estão sendo apurados.
De acordo com a denúncia do soldado Pazine – seus pais moram em Ibiúna, mas ele trabalha e mora em Cotia – o caso de abuso de autoridade ocorreu na rua Capitão Manoel de Carvalho, na área central, próximo à rotatória que dá acesso a São Paulo. Segundo consta no boletim de ocorrência, o soldado Pazine passou com o Ford Verona azul, placas CIE-2082, de Ibiúna, pelo local, ultrapassando uma viatura da Guarda Municipal. Cerca de 200 metros à frente, percebeu que a viatura aumentou a velocidade e saiu em sua perseguição, inclusive com o giroflex ligado. O PM então teria parado o veículo, e a viatura da GM, após uma freada brusca, parado na sua frente. Exaltado, o GM Valencio teria saído com a arma em punho, gritando que era polícia, e que ao ver que era o soldado quem estava no Verona, o teria reconhecido, chamando-o pelo nome.
A partir daquele momento, o soldado que não exibe o rosto por trabalhar no serviço velado em Cotia, denuncia que o encarregado da viatura da GM colocou a arma em sua garganta, e que mesmo diante da tentativa de diálogo, uma vez que são conhecidos e não entendia o que estava acontecendo, o GM Valencio retirou a pistola ponto 40, de propriedade da PM que estava na cintura do soldado, e ordenou aos outros dois GMs, seus comandados, que o algemassem. Na sequência, o soldado afirma ter sido jogado ao chão, sofrendo ferimentos no rosto, no ombro, orelhas, mãos e joelhos. Ele disse ainda que, enquanto permaneceu no chão, dois dos GMs davam tropeções em seu corpo, e que apenas um deles não teria tido comportamento agressivo.
Para a reportagem, o soldado afirmou que não tinha porque se envolver em confusão, sendo que sua remoção para trabalhar em Ibiúna já estava acertada, e agora não mais ocorrerá: eu pretendia comprar uma chácara aqui para trazer minha mulher e filho, nascido há menos de um mês. Ainda abalado, soldado Pazine, que está de férias, diz que passará por psicólogo da PM, e esclarece que possui muitos amigos na Guarda e que não deseja criar nenhum atrito entre as corporações, mas que espera que justiça seja feita.

Versão do GM

O guarda municipal Daniel Leandro Valencio declarou que o Verona teria ultrapassado a viatura pelo lado direito, em alta velocidade e que o motorista não obedeceu a ordem de parada, mesmo com a sirene e o giroflex ligados. O motorista teria então freado bruscamente, quase provocando uma colisão com a viatura da GM.
Ainda segundo o relato do GM Valencio, o soldado teria saído do carro sem se identificar e partido para cima dele, quando então retirou a arma de sua cintura e pediu para seus comandados o algemarem. Na sequência, o GM teria pedido apoio de outras viaturas e também acionado o Comando de Grupo Patrulha (CGP) da Polícia Militar. Ele disse ainda que o soldado Pazine estava bastante agressivo, tendo sido imobilizado no solo e se debatido, vindo a sofrer pequenas escoriações em contato com o asfalto.
Ao apresentar sua versão, o GM também disse que o sargento encarregado da viatura da PM que compareceu no local, teria dito que esse não era serviço da Guarda, e que a Guarda deveria cuidar da praça, da prefeitura e da biblioteca, e de tijolos. Além disso, o GM disse ter sido ameaçado pelo soldado Pazine e por seu irmão, que é policial militar rodoviário.

 

REPORTAGEM DO PM AGREDIDO POR GCMS

REAVIVANDO OS DESMEMORIADOS E DESENTENTIDOS: FHC INVENTOU O MENSALÃO PARA COMPRAR O DIREITO A REELEIÇÃO EM l998…45 DIAS DEPOIS O POVO ESTAVA QUEBRADO…45 É O NÚMERO DA QUEBRADEIRA…FHC EM 2002 FEZ O DÓLAR CHEGAR A R$ 4,50; QUEBRANDO O BRASIL PARA ELEGER JOSÉ SERRA 3

EM SÃO PAULO  – PRA GARANTIR A REELEIÇÃO – QUEBRARAM DE VEZ A  HONRA DA POLÍCIA:

Divergentes são as opiniões do governo e dos representantes da polícia, o Governador Geraldo Alckmim, que considera a operação Castelinho uma grande vitória, responde com um verdadeiro lema quanto é indagado sobre abuso policial na operação; “Em São Paulo, bandido tem dois destinos: prisão ou caixão.” Já o porta-voz da PM, tenente-coronel Renato Perrenoud, considera a causa das mortes como legítima defesa, e completa; “Não é preciso que o mesmo número de policiais morra para que as ações sejam legítimas. A polícia está mais preparada, mais equipada, investiu em inteligência. Não ficamos mais a reboque dos criminosos. Se antes chegávamos depois, hoje chegamos junto. Isso leva a confrontos e mortes. E mais delas virão”. Assim, os termos do debate estão colocados da seguinte forma: a “operação Castelinho” foi manifestação de arrojo e eficiência ou de despreparo e violência por parte da polícia paulista? Seguindo este mesmo mote, na seção Tendências e Debates, do dia 09 de março de 2002, foram publicados dois textos sob a seguinte indagação do jornal: “A operação da Polícia Militar paulista na rodovia Castelinho foi bem sucedida?” O comandante-geral da PM de São Paulo, Rui César Melo, responde “sim”, e sob o título, “A legitimidade da ação”, escreve um texto onde coloca seus argumentos.

http://www.observatoriodeseguranca.org/imprensa/castelinho

JOSÉ SERRA COLA A SUA IMAGEM À DE GERALDO ALCKMIN…VEXAME! 11

Serra faz campanha ao lado de Alckmin

Tucano tenta recuperar votos perdidos em SP; no Paraná, ele critica o MST

Silvia Amorim* e Luciano Barros – O GLOBO

RIBEIRÃO PRETO (SP) e CASCAVEL (PR). Para tentar recuperar os votos perdidos nas últimas semanas em São Paulo e levar a disputa para o segundo turno, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, manteve ontem, no interior paulista, a estratégia de colar a sua imagem à do candidato tucano a governador, Geraldo Alckmin. Serra tenta se beneficiar da alta popularidade do colega no estado. Em discurso para militantes, durante a inauguração de um comitê do PSDB em Ribeirão Preto, Serra pediu mobilização nas ruas para conseguir a virada em São Paulo: — Vamos fazer no nosso estado mobilização, não só para a vitória, mas para ganhar de muito. Vamos ganhar essa eleição em São Paulo e no Brasil.

No Ibope, Dilma tem 42% em São Paulo e o tucano, 35%. Alckmin tem 47% para governador.

Serra se recusou a comentar o resultado do Ibope.

Sem citar nomes, o tucano sugeriu durante seu discurso que o presidente Lula está pondo em risco a situação financeira do governo federal para fazer o sucessor. Ele elogiou a conduta do PSDB no governo paulista: — Ninguém está quebrando São Paulo para eleger sucessor.

Nosso futuro governador, Geraldo Alckmin, entregou o estado para mim arrumado.

Ele não quebrou São Paulo para fazer o sucessor.

À tarde, em Cascavel, no Paraná, Serra elogiou o agronegócio e criticou o Movimento dos Sem Terra (MST). Disse que os assentados recebem subvenções sociais para não trabalhar: — No nosso governo, vamos fazer eles produzirem.

EU NÃO USO ARMA E NEM QUERO…ARMA DE FOGO É PRERROGATIVA EXCLUSIVA DE MAGISTRADOS E PROMOTORES 6

Polêmica sobre porte de armas longe do fim

Cerca de 60 projetos de lei buscam alterar Estatuto

Ana Paula Siqueira

 

Depois de quase sete anos após sua aprovação, o Estatuto do Desarmamento ainda provoca polêmicas e está longe de ser um tema de consenso no país. Apenas na Câmara dos Deputados tramitam 58 propostas de alteração do texto. Quase a metade prevê aumento das categorias que poderiam ser autorizadas a andar armadas. Quem é contra o desarmamento quer que esse direito seja estendido a todos os cidadãos. Já os defensores lutam para que as propostas não sejam rejeitadas.

Entre as categorias que podem vir a ter direito ao porte de arma estão advogados, educadores sociais, taxistas, guardas- parque, guardas municipais de cidades com até 50 mil habitantes, agentes de segurança socioeducativos e conselheiros tutelares.  Para o diretor do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne, uma das principais contribuições do Estatuto foi justamente restringir o porte de armas. E afirma que o número de homicídios é proporcional ao de armas nas ruas: – A ideia de ampliar o porte para as categorias é completamente equivocada e perigosa. Tem um conjunto de absurdos que, em nosso ponto de vista, só se justifica para atender a indústria de armas que perdeu clientes com o Estatuto.

Estudo do Sou da Paz mostra que 150 mil armas estão nas mãos de colecionadores. Outras 91 mil são usadas pelas empresas de segurança. Dessas, 22 mil foram roubadas, furtadas ou extraviadas desde que o Estatuto entrou em vigor, em 2003.

Contra as restrições

O diretor da Associação Nacional dos Proprietários e Comerciantes de Armas (ANPCA), Leonardo Arruda, critica o fato de que apenas algumas categorias possam ter direito ao porte de armas. Ele acredita que deva haver critérios que impeçam pessoas “desequilibradas” ou “desonestas” de possuírem armas. Contudo, discorda da proibição generalizada. – A lei é extremamente rígida, tudo é proibido. As categorias profissionais ficam lutando para ter esse direito – critica. – Pessoas que transportam dinheiro para um banco podem usar armas, mas um cidadão que leva sua família, que é o seu bem mais precioso, não.

Atualmente, somente quem provar a necessidade de ter uma arma, desde que comprovada sua idoneidade, pode obter o porte. É necessário, entre outros, apresentar certidões negativas com relação a antecedentes criminais, ocupação lícita e residência fixa.

Apenas integrantes das Forças Armadas, agentes de segurança pública e privada, auditores da Receita Federal, auditores-fiscais do Trabalho, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Departamento de Segurança do Gabiente de Segurança Insitucional da Presidência da República e guardas municipais de cidades com mais de 50 mil habitantes pode ter porte de arma, assim como colecionadores e praticantes de tiro.

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que as mortes causadas por armas de fogo estão caindo desde que o Estatuto entrou em vigor.

de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, a pesquisa mostrou que, em 2003, foram 39.325 mortes por armas de fogo. Em 2007, foi registrada queda de 10,8%, com pouco mais de 35 mil mortes.  

PROVAVELMENTE NÃO FOSSE POR PORTE ILEGAL DE ARMA, SERIA POR POSSE IRREGULAR OU PECULATO DE MUNIÇÃO 4

Por Marcelo Godoy, estadao.com.br, Atualizado: 28/8/2010 1:17

Delegada acabou autuada por porte ilegal de arma

Os acusados começaram a ser ouvidos ontem no inquérito da Corregedoria da Polícia Civil. O primeiro a depor foi o investigador Belmiro Rondelli Junior. A delegada Joana Darc de Oliveira e o comerciante Waldir Braguim, o Didi, foram autuados em flagrante sob a acusação de porte ilegal de arma – cada um tinha um artefato ilegal em casa. A delegada, que está há 25 anos na polícia, confirmou que mantinha a arma em casa e o comerciante disse que ia regularizá-la na Polícia Federal.

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Josmar Jozino

Uma delegada e um investigador da Polícia Civil, um sargento da Polícia Militar e uma perita da Polícia Científica são acusados de formar quadrilha para facilitar, em troca de propina, a exploração de caça-níqueis em bingos clandestinos do Morumbi e Pinheiros, nas zonas sul e oeste da capital. Os quatro policiais foram presos nesta sexta-feira, 27, pela manhã.

Ao assinar os mandados de prisão contra os acusados, o juiz Eduardo Pereira Santos Júnior, do Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária (Dipo), fez a seguinte ressalva: “Autorizo o uso de algemas”. Os presos, no entanto, não foram algemados.

A Corregedoria da Polícia Civil investigava os policiais havia um ano. Porém, nos últimos seis meses, os trabalhos de investigação foram feitos em conjunto com promotores do Grupo de Apoio Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GECEP) responsáveis pelas interceptações das conversas telefônicas dos envolvidos, autorizadas pela Justiça.

Os quatro acusados tiveram a prisão temporária de cinco dias decretada pelo juiz Santos Júnior. Segundo a Corregedoria da Polícia Civil, o esquema funcionava no 34º Distrito (Morumbi), onde Joana Darc de Oliveira era a delegada-assistente e Belmiro Rondelli Júnior, investigador.

Joana Darc ingressou na Polícia Civil há 25 anos. A delegada começou a carreira como escrivã. Ela é acusada de facilitar a exploração dos jogos de azar e também de avisar os donos de bingos sobre blitze policiais. Um dos cassinos funcionava na antiga casa do cantor Roberto Carlos, no Morumbi. Outro operava na Avenida Faria Lima, em Pinheiros.

Ainda de acordo com a Corregedoria da Polícia Civil, o investigador do 34º DP, Delmiro Rondelli Júnior, e o sargento Ricardo de Jesus Bachega, lotado no 16º Batalhão da PM, recolhiam o dinheiro da propina dos donos de bingos. O policial militar, que ingressou na corporação em 2001, também é acusado de ser dono de máquinas caça-níqueis.

A Corregedoria da Polícia Civil apurou ainda que a perita Anita de Paulo Pereira, do Instituto de Criminalística (IC), subordinado à Polícia Científica, forjava laudos periciais de caça-níqueis apreendidos em operações policiais. Graças a essas fraudes, os equipamentos eram devolvidos aos donos das casas de jogos.

Além das prisões, a Corregedoria também cumpriu mandados de buscas e apreensões nas casas dos acusados. Com o sargento Bachega foram encontrados R$ 18 mil. Na residência de Joana Darc foram apreendidos computador, notebook, agenda, documentos e uma arma.

Maquineiro

Homens da Corregedoria da Polícia Civil também prenderam Valdir Braguin, acusado de ser dono de caça-níqueis e de envolvimento com os quatro policiais. Ele ficou preso porque em sua casa foi encontrada uma pistola. A arma não tem registro. Braguin alega que providenciava a regularização dos documentos na Polícia Federal, na Lapa, zona oeste.

Joana Darc também foi autuada por porte ilegal de arma. Ela e os outros policiais foram autuados ainda por corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha. A Corregedoria passou a investigar o grupo ao descobrir que os policiais recebiam denúncias sobre bingos clandestinos e nada faziam. As ligações interceptadas apontam esses indícios.

EXTRA!…EXTRA!…EXTRA!…LEIA AGORA E AMANHÃ CABEÇA DE BACALHAU DEMONSTRANDO A HIPOCRISIA E DITADURA DA ESPIONAGEM NOS GOVERNOS GERALDO ALCKMIN E JOSÉ SERRA…SAIBA QUEM EMPREGA ÓRGÃOS PÚBLICOS PARA FORJAR DOSSIÊ E ATÉ PRISÃO EM FLAGRANTE DE JORNALISTA E INIMIGOS INTERNOS 4

SOBRE ARAPONGAS E TUCANOS – PARTE I

Fontes deste Bacalhau lembram que entre 2004 e 2006, na gestão Alckmin, pelo menos três jornalistas de veículos impressos foram espionados, seguidos e tiveram as vidas vasculhadas. No caso mais grave, uma experiente repórter de jornal foi coagida por dois policiais militares do serviço reservado. A missão deles era descobrir quem era a fonte de uma matéria que mostrava o aumento de crimes contra o patrimônio na região central da cidade de São Paulo. Foram publicadas estatísticas que a secretaria costuma esconder para preservar o mercado imobiliário e para não admitir as falhas estruturais de planejamento e política de segurança.

Delegados experientes passaram a ter que dar explicações e pedir autorizações para jornalistas da equipe.

Os furos e exclusivas eram negociados em troca de notícias favoráveis e omissão de notícias ruins. A exceção só se aplicava aos delegados amigos do governo, como Nico, Olim, Ivaney, Bittencourt, e outros. Estes tinham liberdade para agir e falar. Era a turma que resolvia os problemas dos chefes (Desgualdo, Saulo e Alckmin). É a turma que pode ser encontrada na relação de doadores de campanha para Alckmin em 2006. E que faz campanha para voltar.

Amanhã você vai conhecer a segunda parte desta história.

DR MARCOS BATALHA CONTRARIA ORIENTAÇÕES SUPERIORES MASSACRANDO AS EQUIPES DE PLANTÃO DO SEU DISTRITO…ORA, SE O ADJUNTO FOR PARA O PLANTÃO QUEM TRABALHARÁ PELO TITULAR? 28

ESSE É O PÉSSIMO EXEMPLO DE UM DISTRITO POLICIAL ONDE O TITULAR ACHA QUE MANDA MAIS QUE O DIRETOR DO DEMACRO. DEVE SER  POR QUE ELE É PROFESSOR DA ACADEMIA DE POLÍCIA E SE CONSIDERA “O INTOCÁVEL”. DEVE SER MUITO AMIGO DO  SECCIONAL, DEMACRO E CORREGEPOL.
O DIRETOR DISSE: “O diretor do DEMACRO, Marcos Carneiro, fez contato com integrantes da comissão dando conta que foi “plantonista do Capão Redondo e conhece bem a situação dos colegas que trabalham com escala reduzida” e garantiu que nos próximos dias se reunirá com os seccionais da macro São Paulo, a fim de determinar a obrigatoriedade de haver cinco equipes, nas escalas de plantão. O Diretor garantiu ainda, que em caso de afastamentos, para manter as cinco equipes, o assistente do distrito será acionado ocupando o lugar do colega ausente.”
ENQUANTO ISSO O DR MARCOS BATALHA CONTRARIA MASSACRANDO AS EQUIPES DE PLANTÃO DO SEU DISTRITO.
DR. GUERRA, JÁ ENVIEI EMAILS COM A ESCALA PARA TODOS DIVERSOS LUGARES PARA QUE RESOLVAM ESSA VERGONHA.
OBS. SERÁ QUE A ESCALA ENVIADA PARA O DEMACRO É IGUAL A ESSA? DEVERIAM CHECAR.
ASS: Mexicano

CIRCO COMPLETO DA MENTIRA…COM MARCELO GODOY E ILIBADAS FONTES

COMO FUNCIONAVA

O “CICLO COMPLETO DA PROPINA” PARA JOGOS ILEGAIS NA CAPITAL
1
Contraventores e PM

Comerciantes e policiais exploravam caça-níqueis, bingos e até um cassino.

2
Policiais civis

Eles receberiam propinas para deixar funcionar e para devolver máquinas apreendidas.

3
Perícia criminal

Para que a máquina ficasse apreendida, era preciso de laudo. Mas esse era fraudado.

4
Recolhe

O dinheiro do acerto seria recolhido por um policial, que centralizava os recebimentos.

5
Prevenção

Os donos da jogatina eram avisados para fechar suas portas em dias de operação policial.

A POLÍCIA DE SÃO PAULO AGONIZA…JOANA D’ARC DE OLIVEIRA É VÍTIMA DE ARMADILHA 25

A POLÍCIA DE SÃO PAULO AGONIZA!
No Rio de Janeiro, o delegado geral tem apenas 40 anos de vida e 13 anos de carreira.Diferentemente de São Paulo, temos colegas com 25 anos de profissão atuando nos plantões.Entendo que o plantão policial deveria ser visto como laboratório, onde aprendemos tudo sobre todos os tipos de ocorrência.Infelizmente,não é assim que visto pela administração e  tudo leva a crer, que nossos superiores querem que sejamos catedráticos na arte de eternamente atender o público com seus mais diversos problemas.Como se não bastasse a falta de bom senso e zelo administrativo, não temos nenhum plano de carreira, de melhoria pessoal, de estímulo ou perspectiva de salário dignos.
A polícia Civil de São Paulo agoniza no poço do abandono, do desrespeito, da falta de credibilidade e na certeza absoluta de que não passamos de um bando sem liderança que nos conduza á  esperança de dias  melhores.

Só não vê, quem não quer ver.

Sai governo e entra governo, as únicas mudanças que vemos se referem aos novos endereços onde os de sempre vão ocupar suas cadeiras, muitas delas já velhas e rotas, semelhantes aos novos ocupantes.

Pergunto aos colegas se sabem dos motivos que nos venderam a fumaça da reestrutura  e  em que gaveta ela se encontra adormecida.
Acredito, tenha sido essa a maior das enganações a que submeteram nossa ilusões, esperanças e fé.
A administração uma vez mais nos fez de otários e menosprezou nossa inteligência! 
Estou nos plantões do Decap há 17 anos e alguns colegas, apadrinhados, filhos de políticos,dotados de carteira funcional hereditária, chegaram a classe especial com esse mesmo tempo de carreira.
Pode-se dizer que é séria essa instituição ??Agora está aberto o concurso para promoções e já sabemos praticamente quem irá ser promovido por merecimento e, posteriormente basta verificar o D.O.  para sabermos onde vão trabalhar, se bem que muitos, apenas passam de subordinados a titulares sem precisar sequer mudar de endereço.

Colegas, lembrem-se que a maioria só chegará na primeira classe, seja qual for a carreira, quando estiver completando 100 anos, não se esqueça que seu salário é de miséria, que você está pendurado no cheque especial ou nos empréstimos, que você é usado para fazer dos plantões (que nem água tem para beber) um cartão de visitas para a população, essa mesma população que acha  que somos todos um bando de incompetentes e ladrões….o que mais você espera ??  

Onde está toda aquela sua alegria de quando entrou para a polícia?
Onde você passou o natal e o ano novo e feriados ?
Quem cassou o seu talento, o seu estímulo e sua vontade de ser um profissional eficiente?
Quanto tempo faz que você não viaja com sua família, não tira férias, porque precisa suprir as férias ou a licença do colega ?
Por estes e outros muitos motivos, a Polícia Civil de São Paulo agoniza e não temos a quem recorrer.

Colega,  seja escravo da administração, mas não seja covarde,na nossa próxima greve que será em breve, una-se a nós.
Você bem sabe que vários colegas levaram até 18 anos para saírem da quarta classe por antiguidade, você chegou até ela em apenas 30 dias de greve.Não vemos outro caminho a não ser este.

Nossa maior vingança e esta é a única condição que temos certeza porque é imposta pelo tempo, é que todos que hoje estão no poder amanha serão aposentados com seus holerites minguados, sem a incorporação do local de exercício, sem o pro-labore, sem a verba do comissionamento, distante dos puxa-sacos e dos favores políticos,certamente baterão em nossas portas e humildemente vão nos dizer : “ colega, eu sou aposentado, estou fazendo um bico em uma empresa, dá pra me fazer um beozinho para o meu patrão???”

-O governador e a administração nos fecharam  as portas, mas as ruas não têm donos !!!.

JOANA D’ARC DE OLIVEIRA

BLACKBERRY: O PREFERIDO DE BARACK OBAMA, DE GRANDES EMPRESÁRIOS, POLÍTICOS; DE GRANDES CRIMINOSOS EM GERAL E ATÉ DO OFICIALATO DA PM 7

12/08/2010 – 15:40 – Atualizado em 13/08/2010 – 21:39
Araponga na linha
Alguns governos querem poder ler mensagens enviadas de BlackBerry. A fabricante vai ceder?
Daniella Cornachione – Época

  Divulgação
SOB AMEAÇA
O celular canadense BlackBerry. Sua fabricante está sob pressão de governos

A fabricante do BlackBerry enfrenta um levante na Ásia. Os Emirados Árabes Unidos foram os primeiros a se manifestar: o governo de lá anunciou que suspenderá os serviços de mensagens instantâneas, e-mails e internet do BlackBerry no país a partir de 11 de outubro. A Arábia Saudita ameaçou banir o uso do Messenger no aparelho. Kuwait, Líbano e Índia também mostraram insatisfação. Os governos desses países se incomodam com o sistema de segurança do BlackBerry. Os dados enviados pelo celular podem até ser grampeados, mas não são decifráveis sem a colaboração da fabricante, a canadense Research in Motion (RIM), ou do usuário.

As autoridades dizem que a dificuldade de monitorar a comunicação ameaça a segurança nacional e aumenta a exposição a ataques terroristas e outros crimes. Em 2008, os militantes paquistaneses que mataram 166 pessoas em Mumbai, na Índia, supostamente usaram BlackBerry para conversar. Suspeita-se que o aparelho também teria sido usado em janeiro por israelenses na operação de assassinato de um líder do movimento palestino Hamas em um hotel em Dubai, nos Emirados.

O sistema de segurança do BlackBerry é diferente dos outros celulares. Os dados saem do aparelho codificados por chaves de segurança efêmeras, ou seja, que expiram a cada transmissão. As informações viajam indecifráveis por operadoras e pela internet. “Outros smartphones não oferecem esse nível de segurança como parte da configuração básica”, diz Paulo Barreto, criptógrafo e professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). A segurança é um argumento de venda da marca, que se tornou popular entre empresários e políticos, como o presidente americano, Barack Obama.

Mas a segurança do BlackBerry pode estar ameaçada. Suspeita-se que o governo da Arábia Saudita tenha desistido de bloquear os serviços porque conseguiu da RIM os códigos que queria. A empresa não comenta o assunto e limitou-se a afirmar, numa série de pequenos comunicados, que respeita tanto a regulamentação dos governos quanto a privacidade do consumidor. O problema é que as duas podem ser excludentes.

Não seria a primeira vez que uma empresa de tecnologia se vê diante do dilema de colaborar ou não com um governo a fim de controlar indivíduos. O Yahoo! foi acusado de entregar às autoridades na China dados do jornalista Shi Tao, em 2005. Ele foi condenado a dez anos de prisão. O Google deixou a China em março, afirmando não poder chegar a um acordo com o regime – não sem antes ter cedido em alguns pontos.

Todo país tem leis para garantir que as informações possam ser interceptadas, se o governo quiser, como num grampo telefônico. “Sua privacidade é protegida na medida em que as leis locais permitem”, diz Alexandre Sieira, diretor de operações da Cipher, consultoria em segurança da informação. O que se discute, especialmente em regimes antidemocráticos como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes, é qual uso será feito das informações pessoais.

  Divulgação

1200 smartphones comprados pela Polícia Militar de São Paulo (PMSP). Metade dessa remessa é de iPhones e a outra, de BlackBerries 12

Polícia Militar de São Paulo conta com iPhones e BlackBerries

Foi anunciado, no começo deste mês, a compra de 1200 smartphones pela Polícia Militar de São Paulo (PMSP). Metade dessa remessa é de iPhones e a outra, de BlackBerries. A implementação desses aparelhos na segurança do estado, certamente, trará modernidade para essa instituição pública.

A novidade de hoje é que a repórter do site da INFO, Paula Rothman, fez uma matéria em vídeo sobre o Centro de Processamento de Dados (CPD) da PMSP. Com a implementação de computadores em um sistema integrado de comunicações, a entrada dos celulares é bem feliz para a segurança.

Agora é esperar. Será que outras repartições públicas adotarão uma postura semelhante com a tecnologia de ponta dos celulares?

Para quem quiser, a reportagem de Rothman está neste link.   ( vale assistir )

Postado por: Pedro Zambarda http://livetouch.blogspot.com/

Serra: PT faz ‘ocupação militar’ no setor público…EM SÃO PAULO GRUPELHO DE MEMBROS DO PSDB-DEM VENDIA “O SETOR POLICIAL”…PERGUNTEM AO DOTÔ MALHEIROS…O ÚNICO MODELO QUE DEVEMOS REJEITAR É O AGORA EMPREGADO PELO PSDB: “A CADA PLATÉIA SUA MENTIRA” 5

Serra: PT faz ‘ocupação militar’ no setor público

Tucano vai ao Clube da Aeronáutica

Fábio Vasconcellos – o globo 

Em palestra para militares das Forças Armadas, ontem, no Clube da Aeronáutica no Rio, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, comparou o PT a um grupo de militares. Serra fez a declaração ao explicar detalhes da sua campanha, como a não utilização de políticas do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Segundo o candidato, o PT ocupou todos os cargos na máquina pública, e usa a internet para disseminar boatos contra sua candidatura.

— Em 64, uma grande motivação para a derrubada do Jango foi a república sindicalista.

Lembra disso? Não tinha nada disso, isso não tinha a menor possibilidade.

Eles fizeram agora a verdadeira república sindicalista.

Não é para fazer socialismo, estatismo, nada. É uma máquina poderosa, tem internet, tem isso, tem aquilo (…) O PT tem características de ocupação militar. É um exército.

Não é como os tucanos, que levam gente. Tudo hierarquizado, loteado etc.

Serra, que admitiu não ter conhecimento da tramitação da PEC 300 (que nacionaliza o salário de policiais militares), disse que foi informado por policiais que receberam cartas denunciando que ele seria contra a medida. O candidato do PSDB acrescentou que Fernando Henrique tem liberdade para participar da campanha, mas frisou que pesquisas indicam que a comparação entre os governos não mobilizaria os eleitores.

No encontro, que foi fechado à imprensa, o candidato do PSDB defendeu a manutenção da autonomia das Forças Armadas e prometeu ainda, se eleito, não mexer na aposentadoria dos militares. Na saída, Serra criticou também a política energética do governo. Segundo ele, 60% da matriz energética para os próximos anos são de fonte suja: — O Brasil está tendo retrocesso porque 60% da nova energia, entre 2012 e 2016, vai ser de fontes de energia poluentes, porque vai ser de energia fóssil. Esse é o modelo que a Dilma encaminhou para o Brasil.

Na verdade, um aumento da dependência da energia que produz gás carbônico.

Esse é um modelo que nós temos que rejeitar.

Dilma ultrapassou Serra em São Paulo (42% a 35%) e tem o dobro de votos do adversário (51% a 25%) em Minas Gerais – respectivamente primeiro e segundo maiores colégios eleitorais do País 3

Por AE, estadao.com.br, Atualizado: 28/8/2010 7:56
Dilma abre 24 pontos à frente de Serra, mostra Ibope
Após dez dias de exposição dos candidatos à Presidência no horário eleitoral, a petista Dilma Rousseff abriu 24 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra. Se a eleição fosse hoje, ela venceria no primeiro turno, com 59% dos votos válidos.

Segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo, divulgada na noite de ontem, a candidata do PT chegou a 51% das intenções de voto, um crescimento de oito pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, feito às vésperas do início da propaganda eleitoral.

Desde então, Serra passou de 32% para 27%. Marina Silva, do PV, oscilou de 8% para 7%. Somados, os adversários da petista têm 35 pontos, 16 a menos do que ela.

O desempenho de Dilma já se equipara à de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de 2006. Na época, no primeiro turno, o então candidato do PT teve 59% dos votos válidos como teto nas pesquisas.

São Paulo

Dilma ultrapassou Serra em São Paulo (42% a 35%) e tem o dobro de votos do adversário (51% a 25%) em Minas Gerais – respectivamente primeiro e segundo maiores colégios eleitorais do País.

No Rio de Janeiro, terceiro Estado com a maior concentração de eleitores, a candidata do PT abriu nada menos do que 41 pontos de vantagem em relação ao tucano (57% a 16%).

Regiões

Na divisão do eleitorado por regiões, Dilma registra a liderança mais folgada no Nordeste, onde tem mais que o triplo de votos do rival (66% a 20%%). No Sudeste, ela vence por 44% a 30%, e no Norte/Centro-Oeste, por 56% a 24%.

A Região Sul é a única em que há empate técnico: Dilma tem 40% e Serra, 35%. A margem de erro específica para a amostra de eleitores dessa região chega a cinco pontos porcentuais. Mas também entre os sulistas se verifica a tendência de crescimento da petista: ela subiu cinco pontos porcentuais na região, e o tucano caiu nove.

Renda

A segmentação do eleitorado por renda mostra que a candidata do PT tem melhor desempenho entre os mais pobres. Dos que têm renda familiar de até um salário mínimo, 58% manifestam a intenção de votar nela, e 22% em Serra.

Na faixa de renda logo acima – de um a dois salários mínimos -, o placar é de 53% a 26%. Há um empate entre a petista (39%) e o tucano (38%) no eleitorado com renda superior a cinco salários.

Também há empate técnico entre ambos no segmento da população que cursou o ensino superior. Nas demais faixas de escolaridade, Dilma vence com 25 a 28 pontos de vantagem.

A pesquisa foi registrada no TSE com número 26.139/2010 e ouviu 2.506 pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

CONTEXTURANDO AS PESQUISAS: “O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, oscilou negativamente”…ou seja: GERALDO ALCKIMIN DESPENCOU 7 PONTOS; MERCADANTE SUBIU 9 20

Alckmin segue na liderança em SP com 47% dos votos

28 de agosto de 2010 | 8h 21

AE – Agência Estado

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, oscilou negativamente, mas continua liderando com folga a disputa estadual com 47% das intenções de voto, aponta pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada ontem. Ele assiste à aproximação de Aloizio Mercadante (PT), que subiu nove pontos desde a última sondagem Ibope, do 30 de julho, e saltou de 14% para 23%. 

Mesmo com a ascensão do petista, que coincide com a entrada do horário eleitoral gratuito em rádio e TV, Alckmin venceria no primeiro turno, se a eleição fosse hoje. Seus adversários somaram 42% das intenções de votos válidos – 15 pontos porcentuais a menos do que o alcançado pelo candidato tucano. 

Celso Russomanno (PP) atingiu 8%, enquanto Paulo Skaf, do PSB, marcou 2% e Fábio Feldmann (PV), 1%. Luiz Carlos Prates, o Mancha (PSTU), Paulo Búfalo (PSOL), Igor Grabois (PCB) e Anaí Caproni (PCO) não pontuaram. 

Os votos brancos e nulos para a disputa ao governo paulista somam 7%. Os indecisos são 11%. 

Segundo turno 

Em um possível cenário de segundo turno entre Alckmin e Mercadante, o candidato tucano também venceria, com 54% das intenções de voto. Nessas condições, o petista atingiria 30%. Brancos e nulos seriam 8%, mesmo porcentual de indecisos. 

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Alckmin lidera com 29% das intenções de voto. Mercadante assinalou 18% e Celso Russomanno, 4%. Skaf e Anaí Caproni marcaram 1%. Os demais candidatos não pontuaram. Nessa modalidade, brancos e nulos somaram 8%. Os indecisos são 38%. 

Senado 

Na disputa pelas duas vagas paulistas no Senado, a pesquisa aponta a manutenção da liderança da candidata do PT, Marta Suplicy, com 36% das intenções devoto. Ela subiu cinco pontos porcentuais desde a última sondagem, no final de julho. 

Marta é seguida pelo vereador e pagodeiro Netinho de Paula (PC do B), que atingiu 24% e está tecnicamente empatado com o ex-governador Orestes Quércia (PMDB), que somou 21%. 

Candidato à reeleição, Romeu Tuma (PTB) aparece em quarto lugar, com 14%, empatado tecnicamente com Ciro Moura (PTC) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que foram apontados por 11% dos eleitores. 

Mais atrás na disputa por uma cadeira no Senado, o cantor Moacyr Franco, do PSL, marcou 8%, enquanto Ricardo Young (PV), Serpa (PSB) e Ana Luiza (PSTU) somaram 2%. 

Marcelo Henrique (PSOL), Dirceu Travesso (PSTU) e Dr. Redó (PP) atingiram 1%. Mazzeo (PCB) e Afonso Teixeira (PCO) não pontuaram. Brancos e nulos na disputa ao Senado são 17%. Indecisos somam 31%. 

A pesquisa foi registrada no TSE com número 26.139/2010 e ouviu 2.506 pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.