O policial civil Ismar – sem ingressar na questão da legitimidade de seus bens e acusações de desvio de drogas – teve em seu desfavor representação por demissão, conforme relatório final de PAD.
Idêntica sorte do delegado Robert Leon Carrel; conforme relatório do então divisionário da corregedoria Délio Montresor, atual Corregedor Geral.
Ocorre que as acusações de eventual peculato, desvio de cocaína, etc., no curso do PAD, foram inovadas ( ampliadas ) para enriquecimento ilícito em razão de denúncias (anônimas) juntadas aos autos.
Por tal nulidade, Conselheiro relator determinou o saneamento do PAD, aditando-se a portaria inaugural e dando-se oportunidade de defesa aos acusados sobre os fatos que extrapolaram as iniciais acusações.
As partes interessadas se insurgiram judicialmente por meio de mandados de segurança, suscitando parcialidade da Corregedoria. Especialmente: a suspeição de Montresor para presidir novos atos em processo em que já se manifestara em desfavor dos acusados.
Eis a resposta: A SECRETARIA DE SEGURANÇA SUSTENTA SUAS DECISÕES EMPREGANDO A IMPRENSA.
Pior: ATACANDO – COMO PARTÍCIPES EM LAVAGEM DE BENS – OS ADVOGADOS DOS POLICIAIS ( um famoso Juiz de Direito aposentado, inclusive ).
Carrel e Ismar foram absolvidos judicialmente, mas, ainda assim, poderão sofrer demissão em processo administrativo viciado.
Ismar, brevemente, será demitido por ato do Secretário.
Carrel, futuramente, por eventual decreto do Governador.
Contudo, duvidamos que Leon Carrel acabe sofrendo demissão: é branco, alourado, descendente da aristocracia. É suiço-israelense!
A de Ismar já está sacramentada. É afrodescendente!














