Publicado em 22/04/2013
Deputado Major Olímpio é CONTRA a condenação dos Policiais Militares no julgamento do Carandiru
Publicado em 22/04/2013
Deputado Major Olímpio é CONTRA a condenação dos Policiais Militares no julgamento do Carandiru
Publicado em 22/04/2013
Deputado Major Olímpio convida todas as associações da PM, Consegs e toda a sociedade para participar no dia 06 de maio, às 15h, na Igreja da Praça da Sé, da grande concentração para clamar por justiça
Enviado em 22/04/2013 as 1:35 – enviado por João da Silva
É notório que há tempos os funcionários da Educação formam espécie de tesouro político do Partido dos Trabalhadores em SP; para 2014 , de olho no Palácio dos Bandeirantes, o PT mira os votos dos cerca de 50 mil policiais civis do Estado mais rico da Federação, entre ativos, aposentados e pensionistas.
Sabedor que a instituição está esquecida pelo governo Alckmin, o PT colocou seus vereadores e deputados à disposição para buscar dar corpo às reivindicações dos policiais civis e parece que já haverá resultados próximos desse esforço conjunto.
O primeiro estaria sendo tratado nos bastidores com o Prefeito Fernando Haddad, a extensão da OPERAÇÃO DELEGADA para os policiais civis plantonistas da capital, a fim de suprir a falta de funcionários; o que é essencial para um atendimento rápido e de qualidade à população paulistana, que acaba sofrendo duas vezes: a primeira quando é vítima de crime e a segunda que é conseguir registrar o fato e receber atendimento policial.
Na vereança paulistana há dois policiais civis eleitos, um conhecido de longa data, trata-se do atuante Vereador Delegado Celso Jatene (PTB) que hoje ocupa o cargo de Secretário dos Esportes e o outro o Vereador Reis (PT) que além de Policial Civil também é professor ; o que facilitaria o acesso ao diálogo com o Prefeito a fim de corrigir essa injustiça, pois a OPERAÇÃO DELEGADA só é prevista para a PM.
E uma vez que com mais policiais militares nas ruas executando o trabalho de policiamento preventivo há mais prisões ou condução de partes para a Delegacia de Polícia, logicamente com sobrecarregamento no plantão policial , se faz necessário mais funcionários para corrigir esse gargalo no atendimento das ocorrências.
É aguardada uma reunião do Diretor do Decap com o Prefeito de São Paulo para verificar a necessidade e possibilidade da implantação da Operação Delegada para a Polícia Civil na cidade de São Paulo; o que se não seria uma solução, seria um alento e tiraria dos famigerados ‘bicos’ muitos policiais civis colocando-os à disposição única e exclusiva da Polícia Civil, além de ‘encorpar’ os salários em até R$1.800,00/mês para o policial operacional.
Na Assembleia Legislativa o Deputado Rui Falcão tem-se mostrado atuante , inclusive no último PLC nº.: 08/2013 propôs emendas de valorização da classe policial civil, infelizmente não obteve êxito em razão do rolo compressor da situação que pagou o salário da forma que bem entendeu, antes mesmo da aprovação da lei.
A data-base de Março não foi respeitada, a valorização da carreira jurídica aprovada para os Delegados não obteve compensação financeira, assim como o nível universitário para Investigadores e Escrivães desde 2008 .
Pior: nos últimos editais o governo do Estado de forma provocativa abriu concursos com exigência de nível fundamental para algumas categorias para as quais antes havia de 2º grau; fato que acirrou ainda mais os ânimos contrários ao Tucanato que manda e desmanda na Administração desde 1995.
Professor Danilo Marcondes Calado
A Tribuna de Diadema
21/04/2013-01h18
LEANDRO MACHADO ROGÉRIO PAGNAN TALITA BEDINELLI DE SÃO PAULO
Depois de seis dias de julgamento, 23 policiais militares foram condenados na madrugada deste domingo por participação no massacre do Carandiru. Três dos 26 presos réus foram absolvidos a pedido do próprio Ministério Público.
Cada um dos PMs foi condenado a 156 anos de prisão. Eles saíram do Fórum da Barra Funda, na zona oeste, livres, já que poderão recorrer em liberdade. Todos ouviram a decisão do juiz José Augusto Marzagão de que eram culpados.
Os sete jurados foram convencidos da tese da Promotoria de que o grupo de policiais da Rota, armados de revólveres e metralhadoras, subiu ao segundo pavimento do Pavilhão 9 e matou a tiros 13 detentos.
No início, a acusação falava em 15 presos mortos neste andar, mas ontem os promotores pediram para que dois detentos, mortos com armas brancas, fossem desconsiderados pelos jurados. Segundo eles, não era possível saber se eles foram mortos realmente pelos PMs.
Segundo os promotores, as mortes foram praticadas por uma ação coletiva, comandada pelo então capitão Ronaldo Ribeiro dos Santos, na qual todos contribuíram igualmente “para praticar a barbaridade que praticaram”, disse o promotor Márcio Friggi.
A advogada Ieda Ribeiro de Souza, que chegou a gritar em alguns momentos da explanação, reafirmou aos jurados que não era possível individualizar a conduta de cada um dos réus, já que não foi feita a perícia na arma que eles usavam e o confronto delas com as balas achadas nos corpos.
Para afastar a necessidade da individualização da conduta, o Ministério Público recorreu ao julgamento do Mensalão, ao exemplificar que José Dirceu foi condenado sem a comprovação exata de sua participação no esquema.
A advogada Ieda Ribeiro de Souza disse que vai recorrer.
REGIME MINISTERIAL MILITAR OU REGIME DE TERROR
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
<!– há 1 hora por Bob Fernandes –>

Foto: Alex Falcão / Futura Press
O profissional se acha sob ameaça de prisão preventiva por criticar o Ministério Público por meio de redes socias, apontando uma suposta seletividade do órgão em relação a apuração de fatos envolvendo determinadas partes e empresários de Limeira.
Um promotor se diz vilipendiado; por sua vez o Ministério Público fez um desagravo festivo , com numerosa claque , por entender se tratar de um ataque orquestrado por grupos corruptos – dos quais o advogado seria língua alugada. – contra os poderes investigativos da instituição.
A medida foi distribuida , ontem, para a 14ª Câmara de Direito Criminal.
Relator – Desembargdor Marco de Lorenzi.
17/04/2013 – 19h49 Após perder diretório do PSDB, Matarazzo cogita deixar partido
CATIA SEABRA DE BRASILIA
Um dia depois de acusar três secretários do governo de Geraldo Alckmin de operar para derrotá-lo na eleição para a presidência municipal do PSDB, o vereador Andrea Matarazzo admitiu nesta quarta-feira (17) que cogita deixar o partido.
Amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-governador José Serra, Matarazzo se diz vítima de um “golpe” desferido pelos secretários Julio Semeghini (Planejamento), José Aníbal (Energia) e Bruno Covas (Meio Ambiente).
Serrista perde eleição para presidir PSDB de SP
Eduardo Knapp/Folhapress
O vereador tucano Andrea Matarazzo “Nunca tinha pensado deixar o partido. Fiz toda minha carreira no PSDB. Mas, obviamente, com o tratamento que tenho recebido e que ontem recebi por parte de secretários de governo –porque não são apenas deputados, são secretários de governo– tenho que prestar atenção e refletir.”
Após votação tumultuada na noite de ontem, o vereador retirou sua candidatura à presidência do PSDB paulistano. A escolha recaiu sobre ex-deputado Milton Flávio, que é subordinado a Aníbal na Secretaria de Energia.
Matarazzo, que acusa os secretários de não cumprirem um acordo prévio, diz considerar sua situação na legenda “desagradável”. “É muito desagradável você querer ser sócio de um clube que não quer te aceitar ou te hostiliza.”
Uma eventual saída, afirma, não pode ser uma decisão precipitada. Mas dependerá de desdobramentos no partido, que, segundo ele, agoniza na capital.
“O acontecimento de ontem acende o sinal amarelo de que há problemas, principalmente depois de eu ver as milícias do Bruno Covas gritando que o ‘Matarazzo tem que sair do partido’. Só não acende a luz vermelha porque são três deputados que não têm grande expressão.”
Segundo vereador mais votado da capital, Matarazzo foi procurado hoje mesmo pelo ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) e por emissários do recém-criado Mobilização Democrática”, fruto da fusão de PPS e PMN.
ELEIÇÃO
O vereador acusa o trio de secretários de usarem “todo o peso das secretarias sobre o diretório municipal”, forçando-o a retirar a candidatura à presidência do PSDB. Segundo Matarazzo, os três lançaram o nome do ex-deputado Milton Flavio, que acabou eleito, horas depois de se reunirem com ele para negociar a composição do comando do PSDB em São Paulo.
Sobre Alckmin, Matarazzo diz acreditar que “ele não tenha interferido nem por um lado nem para o outro”. Mas duvida que desconhecesse a operação, segundo o vereador, orquestrada por um integrante cozinha do Palácio dos Bandeirantes. “São três secretários dele. Ignorar não poderia ignorar. Mas não acredito que tenha sido uma decisão dele.”
Ex-secretário de Cultura de Alckmin, Matarazzo hesita ao opinar sobre a eventual atuação do governador na disputa municipal.
“Pode ser que o governo prefira um ex-deputado do interior comandando o PSDB da capital do que os vereadores de São Paulo”.
Apesar de ser identificado como serrista, Matarazzo afirma que essa não é uma retaliação ao ex-governador José Serra, de quem é amigo. “É muito mais uma aflição precoce desses deputados com relação à Prefeitura de 2014″, avalia. “É bom lembrar que para o PSDB fundamental é a eleição de 2014. Se não formos bem em 14, não teremos 15 nem 16″, adverte.
BEM FEITO, KKK PSDB AGONIZANDO KKKKKK É TUDO QUE NÓS QUEREMOS OUVIR, BEM FEITO MESMO, TRATARAM E TRATAM NÓS SERVIDORES PÚBLICOS COMO LIXOS …..QUEREMOS QUE O PSDB MORRA E SEJAM ENTERRADOS DE PONTA CABEÇA PARA NÃO TER PERIGO DE RESSUSCITAR kkkkkkkkkkkkkkkkkk
AGORA ATÉ OS MEMBROS DO PSDB ESTÃO SENDO PICADOS PELAS COBRAS QUE CRIARAM kkkkkkk BEM FEITO MESMO, QUEREMOS É MUITO MAIS, COM UMA GRANDE GREVE VAMOS ACABAR DE ENTERRAR O PSDB kkkkkkkkkkkk
SILVIO
Governo de SP não respeita nem data-base da categoria, que deveria ser em março
Trabalhadores do setor público de São Paulo, filiados à CUT/SP, que constituem o Fórum Estadual do Funcionalismo Público, realizam ato unificado no dia 19 de abril, a partir das 14h, no vão livre do Masp (Av. Paulista, 1578 – Metrô Trianon-Masp). O objetivo é cobrar medidas do governo estadual paulista, que já recebeu a pauta de reivindicação das categorias, mas não deu nenhuma resposta qualificada aos servidores.
Os trabalhadores (as) cobram Geraldo Alckmin para que o governador atenda em audiência os sindicatos cutistas que representam o funcionalismo público de São Paulo. Outra denúncia ressaltada pelos dirigentes sindicais é que o governo sequer respeitou a data-base do funcionalismo, que deveria ser em março.
Os sindicatos dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP), dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), entre outros, ameaçam entrar em greve.
“Como o governo não negocia com o conjunto do funcionalismo público, só resta a greve como alternativa”, afirma Douglas Izzo, vice-presidente da CUT/SP.
Confira os principais itens cobrados pelos sindicatos:
– Estabelecer Negociação Coletiva no Serviço Público, pactuada com as entidades representativas;
– Exigir o cumprimento da data-base promulgada pela Assembleia Legislativa do Estado. Não reconhecemos o processo atual aplicado pelo governo do Estado como data-base, pois há desrespeito por parte do governador;
– Reposição de perdas salariais e reajuste real de salário. Segundo a Constituição Federal, todo trabalhador (a) deve receber a recomposição salarial, fato este que não é cumprido pelo governo do Estado em relação aos trabalhadores (as) públicos;
– Aumento do Ticket Alimentação para todos e fim do limitador para recebimento do mesmo;
– Fim da terceirização e contratações precárias;
– Não à privatização do IAMSPE.
Ato Unificado do Funcionalismo Público de SP 19 de abril, a partir das 14h Avenida Paulista nº 1578 (vão livre do Masp)
| Dados do Processo |
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Processo:
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Classe:
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Assunto:
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DIREITO PENAL – Crimes Previstos na Legislação Extravagante – Sigilo Telefônico | |
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Origem:
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Comarca de São Paulo / Tribunal de Justiça de São Paulo | |
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Distribuição:
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Órgão Especial | |
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Relator:
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ENIO ZULIANI | |
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Volume / Apenso:
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1 / 0 | |
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Outros números:
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7935/2012 | |
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Última carga:
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| Apensos / Vinculados |
| Não há processos apensos ou vinculados para este processo. |
| Números de 1ª Instância |
| Não há números de 1ª instância para este processo. |
| Partes do Processo |
| Interessado: | Mm Juiz de Direito da Vara Cível de Presidente Prudente |
| Movimentações |
| Data | Movimento | |
| 10/04/2013 | Informação Conferência | |
| 10/04/2013 | Publicado em Disponibilizado em 09/04/2013 Tipo de publicação: Despacho Número do Diário Eletrônico: 1390 | |
| 10/04/2013 | Publicado em Disponibilizado em 09/04/2013 Tipo de publicação: Despacho Número do Diário Eletrônico: 1390 | |
| 09/04/2013 | Informação Ofício | |
| 05/04/2013 | Recebidos os Autos pelo Processamento de Grupos e Camaras | |
| 05/04/2013 | Remetidos os Autos para Processamento Grupos e Câmaras – Com Despacho Expedição de carta precatória | |
| 05/04/2013 | Despacho Vistos. Expeça-se carta precatória para uma das varas criminais da comarca de São José dos Campos para oitiva da vítima João Carlos Alckimin Barbosa, com cópia de todo o processado. Determina-se ao juízo, que receber a precatória, providências para intimação do Procurador de Justiça Gilberto de Angelis e do Promotor Pedro Ferreira Leite Neto, para acompanhamento. Expeça-se. São Paulo, 5 de abril de 2013. Enio Zuliani Relator | |
| 03/04/2013 | Recebidos os Autos pelo Relator Enio Zuliani | |
| 02/04/2013 | Remetidos os Autos para o Relator (Conclusão) | |
| 21/03/2013 | Recebidos os Autos da Procuradoria Geral da Justiça (PGJ) | |
| 25/02/2013 | Remetidos os Autos para Procuradoria Geral da Justiça (Parecer) Rua Riachuelo, sala 920 | |
| 22/02/2013 | Recebidos os Autos pelo Processamento de Grupos e Camaras | |
| 21/02/2013 | Remetidos os Autos para Processamento Grupos e Câmaras – Com Despacho De início, colha-se pronunciamento da PGJ. | |
| 21/02/2013 | Despacho Vistos. Trata-se de expediente instaurado após boletim de ocorrência promovido pelo Jornalista João Carlos Alckimin Barbosa, relatando que suas conversas telefônicas com autoridades (Desembargador Pedro Calhardi, Delegado Everardo Tanganelli, Investigador Osvaldo Cardenuto e repórter Sandro Barbosa) estariam sendo monitoradas por uma “Central da Polícia Militar”, com autorização do Juiz de Direito da Vara Cível de Presidente Prudente, por delegação do TJ. De início, colha-se o pronunciamento da ilustrada Procuradoria Geral de Justiça. São Paulo, 21 de fevereiro de 2013. Enio Zuliani Relator | |
| 23/01/2013 | Publicado em Disponibilizado em 22/01/2013 Tipo de publicação: Distribuídos Número do Diário Eletrônico: 1340 | |
| 22/01/2013 | Recebidos os Autos pelo Relator Enio Zuliani | |
| 22/01/2013 | Publicado em Disponibilizado em 21/01/2013 Tipo de publicação: Entrados Número do Diário Eletrônico: 1339 | |
| 21/01/2013 | Conclusão ao Relator | |
| 18/01/2013 | Remetidos os Autos para Relator (Conclusão) | |
| 18/01/2013 | Distribuição por Sorteio Órgão Julgador: 102 – Órgão Especial Relator: 11175 – Enio Zuliani | |
| 18/01/2013 | Recebidos os Autos pelo Distribuidor de Originários | |
| 18/01/2013 | Remetidos os Autos para Distribuição de Originários | |
| 17/01/2013 | Processo Cadastrado SJ 1.2.1 -Serv. de Entrada de Originários do Orgão Especial e Câmara Especial |