Cidade da Polícia Civil é inaugurada no Rio de Janeiro 145

Do portal do Governo do RJ

1782385O Governo do Estado inaugurou no  Dia do Policial Civil, 29 de setembro , as obras da Cidade da Polícia, no Jacarezinho. O complexo de excelência em investigação policial, que teve investimento total de R$ 170 milhões, foi equipado para receber 13 delegacias especializadas, além da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), cinco órgãos da Chefia de Polícia e uma Prefeitura para cuidar da área administrativa. Dessa maneira, a Polícia do Rio vai ao topo da lista das mais bem estruturadas do país, garantindo agilidade na troca de informações entre as delegacias especializadas, maximização dos resultados investigativos e otimização de custos.

Presente na inauguração, o governador Sérgio Cabral percorreu alguns setores da nova casa da Polícia Civil. Primeiro, visitou o Estande de Tiros. Em seguida assistiu à simulação feita pelos policiais da Core no Ambiente Cenográfico e cumprimentou policiais civis no Pavilhão Central, onde estão localizadas as delegacias especializadas.

– A Cidade da Polícia é um passo significativo no trato das informações e das ações. No momento em que você tem todas essas delegacias juntas, comunicando-se e produzindo resultados, isso significa para a população maior eficácia na apuração dos crimes. Esse é um dia de celebração, de uma grande conquista – disse o governador Sérgio Cabral.

A mudança das unidades para o novo espaço será gradativa. A previsão é que a Cidade da Polícia atinja seu funcionamento total em novembro. A Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), parte da Core e o Esquadrão Antibomba já estão no local.

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– É com muita felicidade que comemoramos o dia do Policial Civil entregando, sem dúvida nenhuma, um grande investimento. Este equipamento reúne tecnologia, nova dinâmica de atuação das unidades especializadas e uma preocupação com o servidor policial. No momento em que reunimos as delegacias especializadas podemos, por exemplo, numa investigação de tráfico de drogas descobrir uma quadrilha de roubos de autos. Esta integração é fundamental – afirmou a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha.

Atualmente, também já estão funcionando na Cidade da Polícia, o Departamento Geral de Tecnologia de Informação e Telecomunicações (DGTIT), a Divisão de Telecomunicações (DT) e a Divisão de Tecnologia da Informação (DTI), todas no prédio chamado de Unidade de Monitoramento e Inteligência (UMI). A transferência do DGTIT possibilitou um acréscimo qualitativo e quantitativo no banco de dados da Polícia Civil, cujo conteúdo é tido como um dos mais qualificados e complexos da América Latina. O prédio da UMI ainda abriga a primeira sala cofre do estado, onde estão armazenadas estas informações.

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Para o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, a grande obra é consequência de uma política de segurança planejada:

– Esta obra é consequência de algo que se pensava quando se planejou um Rio de Janeiro de mudanças e faz parte de uma série de intervenções necessárias. A Cidade da Polícia é um complexo de nível internacional e será a segunda casa de três mil policiais. Quero dar aos policiais civis um muito obrigado. Os senhores são responsáveis por atingir índices de criminalidade nunca alcançados no estado – disse o secretário.

O espaço possui nove blocos, sendo o maior deles (aproximadamente 9.000 metro quadrados) o que concentra as delegacias. O projeto contempla ainda área de convivência com lanchonetes e restaurante, auditório, estacionamento e heliponto suspenso. A área de treinamento é uma das mais sofisticadas, com Ambiente Cenográfico, Casa de Tiros e Estande Tiros.

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O Estande de Tiros, de padrão internacional de qualidade, foi projetado pela mesma empresa que construiu o utilizado por agentes do FBI, órgão de investigação dos Estados Unidos. Na Casa de Tiros – onde também é possível treinar com armas letais – há modernos revestimentos nas paredes que absorvem os disparos. O Ambiente Cenográfico, específico para treinamento de ações em locais fechados, foi planejado com base na experiência dos próprios policiais.

– Este é um marco para a Polícia Civil. Temos, com certeza, o melhor centro de treinamento da América Latina – disse chefe do setor de logística e Projetos da Core, Wagner Franco.

A Central de Atendimento ao Usuário é outro ponto importante do complexo. Será neste setor, com 150 lugares, que o cidadão receberá o atendimento preliminar antes de chegar à delegacia. Ele será orientado por recepcionistas formadas em serviço social ou psicologia para direcionar adequadamente cada caso.

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O complexo da Cidade da Polícia foi construído pela Empresa de Obras Públicas (Emop), órgão vinculado à Secretaria de Obras, no terreno da antiga Souza Cruz, no Jacarezinho. O Proderj (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio) atuou no projeto como consultor na área de tecnologia.

– O Proderj desde o início do projeto trabalhou em conjunto com o pessoal da diretoria de tecnologia de informação da Polícia Civil. Fizemos uma revisão de todas as especificações do ambiente tecnológico da Cidade da Polícia. Não só no caso da conectividade, mas também de equipamentos de servidores, especificação de sala-cofre. Também fomos os responsáveis pela licitação de vários equipamentos. Hoje, este complexo possui mais de R$ 30 milhões em equipamentos, softwares e aplicativos com tecnologia de primeiro mundo. Estamos muito felizes de ter dado esta contribuição à Cidade da Polícia – destacou o presidente do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado, Paulo Coelho.

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Policiais civis comemoram nova estrutura e equipamentos

Criado há 44 anos, o Esquadrão Antibomba, finalmente, ganhou uma casa. Instalado na Cidade da Polícia, em um prédio de 204 metros quadrados, o esquadrão conta com três depósitos internos, sala de manutenção e instrução e sala técnica de verificação. Na parte externa do imóvel, fica a mais nova aquisição do setor, um container de alta tecnologia israelense usado para abrigar explosivos.

– A expectativa é muito boa, poderemos fazer um trabalho mais qualificado porque temos a estrutura que precisávamos para isso. Aqui vamos poder desenvolver o nosso trabalho operacional da melhor forma possível – disse o inspetor do Esquadrão Antibomba, Robson Fernandes Moreira.

Inspetora da Core da seção de Operações com Cães, Audrey dos Santos Alves, considerou o canil para treino e tratamento de cães uma das grandes novidades da Cidade da Polícia.

– O canil é um espetáculo, a estrutura toda é muito boa. Estamos recebendo um grande presente neste dia tão especial que é o dia do policial civil – afirmou. As informações são do portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

 

http://blogdodelegado.wordpress.com/2013/10/06/cidade-da-policia-civil-e-inaugurada-no-rio-de-janeiro/img_4530/

OAB apoia valorização das carreiras 82

Noticias em Geral : Arles Jr apoia valorização das carreiras
07/10/2013 15:08:33

Prezados Policiais Civis,

A nossa constante busca pela valorização das carreiras obteve mais um apoio importante.

Desta vez, recebemos ofício do Excelentíssimo Senhor Doutor Arles Gonçalves Junior, Conselheiro Secional e Presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seção São Paulo, em que apresenta fundamento ao pleito de reconhecimento da carreira jurídica às autoridades policiais, bem como ao nível universitário às carreiras de escrivão de polícia e investigador de polícia.

Manifesta o ilustre Conselheiro que a providência “certamente trará avanços incomensuráveis às investigações, com aumento nas elucidações, melhorando demasiadamente a apuração das infrações penais e o combate à criminalidade”, o que reforça o nosso comprometimento com a legalidade.

Atenciosamente,

Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia

Alckmin acha que insatisfação na Polícia Militar de SP tem a mão — eleitoreira — do ex-prefeito Kassab 308

Enviado em 06/10/2013 as 10:09 – ESCRILUDIDA

05/10/2013
às 16:00 \ Política & Cia

Para Alckmin, Kassab usará problemas de segurança como sua principal bandeira d campanha (

Nota de Otávio Cabral, publicada em edição impressa de VEJA

NA LINHA DE TIRO

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, apontou, em conversas reservadas, o ex-prefeito Gilberto Kassab como o mentor da reação da Polícia Militar ao aumento salarial concedido a delegados da Polícia Civil.

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Em represália por não ter tido o mesmo tratamento que os civis, a PM ameaça fazer uma greve branca, afrouxando o policiamento.

Para Alckmin, Kassab usará os problemas na segurança como a principal bandeira de sua campanha ao governo.

E ele tem aliados com muita influência na tropa, capazes de liderar paralisações, como o vereador Alvaro Camilo (ex-comandante da PM) e 25 coronéis que, durante seu mandato como prefeito (2006-2012), dirigiram subprefeituras.

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/alckmin-acha-que-insatisfacao-na-policia-militar-de-sp-tem-a-mao-eleitoreira-do-ex-prefeito-kassab/

Polícia Civil-SP: Concursos para 3.961 vagas – Entrevista com o Diretor da Acadepol, Dr. Mário Leite de Barros Filho 125

Publicado em 04/10/2013
A Polícia Civil confirmou que todos os editais da nova série de concursos serão lançados no mês novembro. Em entrevista à FOLHA DIRIGIDA, o diretor da Acadepol, delegado Mario Leite de Barros Filho, confirmou a previsão de abertura dos concursos e a ordem de publicação dos documentos. O delegado revelou ainda o número de vagas do edital de cada carreira, já considerando as oportunidades destinadas ao aproveitamento de remanescentes dos concursos em andamento.
Mario Leite ainda comentou a definição das comissões das onze seleções e o processo de escolha da organizadora. O diretor da Acadepol ainda falou sobre a regionalização dos concursos e da manutenção da prova oral para o cargo de delegado de polícia.

Delegado Geral é homenageado pela PM com a Medalha Brigadeiro Tobias 75

 
O delegado geral, Luiz Mauricio Souza Blazeck, recebeu na manhã desta sexta-feira (4), a Medalha Brigadeiro Tobias. A cerimônia de entrega da mais alta condecoração da Polícia Militar paulista, foi realizada na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, na Av. Água Fria, 1923 – Água Fria, zona norte da Capital.

Mauricio Blazeck falou da sua alegria em receber a medalha e da semana especial em homenagem à Polícia Civil e ao chefe maior da Instituição: “Sem dúvida foi uma semana de brilho, uma semana de muita honraria, desde a comemoração do “Dia da Polícia Civil” comemorado na Assembleia Legislativa no dia 30 que foi um momento magnifico, maravilhoso. Talvez, o dia mais importante da minha carreira. Destaco aqui outra homenagem importante que foi a honraria em comemoração aos 81 anos da Revolução Constitucionalista de 32, onde recebi na quarta-feira, dia 2 de outubro, a Medalha ‘Governador Pedro de Toledo’. E hoje recebo a honraria maior da Polícia Militar do Estado de São Paulo que é muito dignificante e, com certeza guardarei com muito carinho para o resto da minha vida”.

Além do delegado geral, mais 51 autoridades civis e militares também receberam a honraria. Entre eles merecem destaque: o secretário adjunto da Secretaria da Segurança Pública Antonio Carlos Da Ponte; a superintendente da Polícia Técnico-Científica, Norma Sueli Bonaccorso e o delegado de polícia titular da 1ª Delegacia Seccional – Centro, Kleber Antonio Torquato Altale.

O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira e o comandante geral da PM, coronel Benedito Roberto Meira também participaram do evento que reuniu autoridades civis, militares, políticos, familiares e convidados dos agraciados. Vale destacar também a presença do delegado geral de polícia adjunto, Valmir Eduardo Granucci e dos delegados de polícia e membros do Conselho da Polícia Civil (CPC). O evento foi encerrado com o desfile da tropa.

A Medalha

A Medalha Brigadeiro Tobias foi instituída pelo decreto nº 45.648, de 7 de dezembro de 1965, em homenagem à memória do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, fundador da milícia estadual, com a finalidade de condecorar pessoas físicas e jurídicas, nacionais ou estrangeiras que pela prática de atos relevantes em benefício da Polícia Militar tenham se tornados dignas desta especial distinção.

Brigadeiro Tobias de Aguiar – Nascido em Sorocaba, Rafael Tobias de Aguiar foi um dos chefes da Revolução Liberal (1842), em São Paulo, e um dos mais destacados chefes liberais da primeira metade do século XIX.


Wilson Elia

Campanhas desmoralizadoras e mentirosas fomentadas pela PM tentarão jogar colegas de trabalho uns contra os outros 208

Enviado em 04/10/2013 as 19:42 – NOVA PC

IMPORTANTE! Chegou a hora da cautela 100%.

Não respondam a informações provocativas de qualquer entidade estranha à nossa casa.

Campanhas desmoralizadoras e mentirosas vão tentar jogar colegas de trabalho uns contra os outros.

As frase preferidas para reconhecer esses textos preparados são:

1 – demais policiais civis, contem com o nosso comando;

2 – nossos coro… foram muito homens em peitar o governo;

3 – diga aos seus representantes procurarem nossos coronéis;

4 – a gloriosa se encarrega de ajudá-los a conquistar sua merecida valorização;

5 – a gente ensina como se trabalha dentro de uma “corporação”.

http://www.sipol-prudente.blogspot.com.br/2013/10/importante-chegou-hora-da-cautela-100.html

Osmar Finucci – DE MARAJÁS E PARASITAS 91

Enviado em 29/09/2013 as 22:18 – osmar finucci

DE MARAJAS E PARASITAS
o Brasil possui uma divida publica de bilhões de reais, o que corresponde a mais de 50% do nosso PIB , não se falando do pagamento de royalties para patentes já vencidas, exportações subfaturadas, mormente de minérios estratégicos na região norte, exportados como ferro, mas que na verdade ocultam outros de valor altíssimo, como o nióbio e outros mais que seriam essenciais para nosso desenvolvimento econômico quando nos libertarmos da dívida externa.
Os demagogos do PMDB entre 64 e 85 apregoavam a devida auditoria de nossa divida externa mas ao se apropriarem ao depois do poder, com demagogia, mentiras e urnas eletrônicas suspeitíssimas , aprofundaram tal dependência, mas com grandes maquiagens demagógicas. O paciente é o mesmo, contudo criaram-se institutos estrambóticos, ongs e outros atos simiescos do primeiro mundo, fazendo o povo crer que tudo mudara, numa repetição canhestra do que o príncipe de lampeduza dissera da italia com sua unificação: tudo se move para quedar-se no mesmo lugar. Os abutres eleitos por força do poder econômico aprovaram um texto constitucional no congresso, mas o diário oficial publicou um simulacro de texto que não fora discutido no congresso. Ninguem estrilou, porque eram cumplices do engodo contra o povo. O primeiro deles foi m.covas (mario catacumbas segundo janio que sabia o que dizia) que desgraçou o estado de são Paulo privatizando tudo.
Diante de tanta patifaria o povo se manifestou pedindo através de abaixo-assinados uma auditoria completa da divida publica. Não foi atendido. Ao contrario , houve pebliscito sobre armas. O povo votou pelas armas , mas os farsantes não respeitaram sua vontade, tanto que até um policial aposentado não pode usar arma de fogo.

O desprezo pelo povo é total, a dissimulação também. Tratam-no como imbecil. Se há no Brasil milhões de miseráveis, assalariados, bancários, etc etc por que o congresso é preenchido por vagabundos eleitos com o apoio dos latifundiários banqueiros e agentes das transnacionais ? Este regime não passa de uma plutocracia mendaz e viciosa. O poder econômico compra as consciências, até partidos que se dizem de extrema esquerda como PCdo B e o próprio PT cujo líder não passa de um pelego de mau caráter. A urna eletrônica sem o correspondente recibo do eleitor o que representa?
Um voto no escuro. Em países do primeiro mundo não se houve falar dessa excrecência. Para proteção das transnacionais e do latifúndio, armou-se um sistema jurídico que aumentou o poder de certas categorias como o ministério publico e a pm, não se contemplando uma guarda civil nacional com obediência da justiça civil como era até meados de 1969.
A policia militar é a guarda pretoriana dos latifundiários, grandes proprietários de imóveis , banqueiros e transnacionais. Faço justiça e homenageio o corpo de bombeiros que na verdade se sente até humilhado de estar sob o tacão dessa corporação antipovo pois o povo é o inimigo interno a combater e isto até com armas letais o então deputado eloi pietá em cpi na assembleia legislativa, concluiu que a pm é um estado dentro de um estado jamais ficando a imprensa a saber quanto realmente ganha um oficial que são os novéis capitães do mato do período imperial. Os escravos de ontem são os a assalariados de hoje, que aos milhares vivem em favelas por causa dos baixíssimos salários.Como delegado já em 1975 lembro-me de que casinhas de cachorro abrigavam seres humanos. Sem mais comentários!

parte 2 de MARAJAS E PARASITAS
Mas, além dessa pm tanatófila, há também grupos privilegiados que auferem proventos até maiores do que os seus congêneres do primeiro mundo,, como são os políticos em geral, a justiça e o ministério publico numa esonomia despudorada diante de um salário mínimo de 700 reais . Como pode um estado paupérrimo como alagoas pagar salários proporcionais aos do stf a seus procuradores? Isto naturalmente se dá roubando da saúde pública, do saneamento básico, do descuidado para com a infância , da educação precaríssima, enquanto esses cabrões tem um padrão de vida que lhes proporciona até compra de casas no exterior num deboche a 90% dos miseráveis desta nação. Podemos afirmar que num país paupérrimo que paga mais de 50% do PIB para sua divida publica, estes sobas também podem ser considerados herodes das crianças brasileiras, parcas anunciadoras da morte dos doentes e o hades propiciado pela ação das policias militares sempre no agir contra os miseráveis. A tais homens falta decoro, sensibilidade e um pouco de patriotismo diante de uma nação que está com o seu tecido social desgarçado. Há pouco certa vestal do stf rosnou que havia adquirido um imóvel nos USA pela bagatela de dois milhões. Mais dinheiro encaminhado ao exterior que poderia ser redundado em coisas necessárias a nação brasileira como equipamentos médicos, aparelhos de raio x, vacinas e tudo o mais.
FELIZMENTE (digo felizmente) nossa policia civil não pode ser incluída nesse seleto grupo de régulos da nação, porque está na linha de frente, nos plantões onde diuturnamente convive com a miséria de nosso povo. O odor do povo nos faz indignos de salários mais justos. Não queremos nos equiparar a marajás parasitas pois temos pudor necessário para sentirmos a tragédia nacional que presenciamos de perto.
Não temos transporte coletivo digno, ferrovias para passageiros. Tudo foi entregue as transnacionais e sucateado no período da felonia cardoso , que antes de ser eleito já assinara com os seus amos de fora o malsinadoconsenso de Washington isto é, a adesão do´ país ao neoliberalismo, que em linguagem decripitada significa traiçoeiro neocolonialismo. Voltamos a ser uma colônia, agora não de Portugal, mas do primeiro mundo. O desemprego disparou, faltou energia elétrica que foi racionada, os apagões eram diuturnos, enfim, esse exercito de gafanhotos destruiu o metabolismo produtivo nacional, sendo fechadas as fábricas e todas as atividades industriais que nossa pátria já estava tentando executar.
Quod non fecerunt barbari, fecerunt barberini, ou seja o que os estrangeiros não nos fizeram, fizeram alguns grupos de vende pátria da nossa universidade de são Paulo. Leiam os livros que retratam a traição a pátria desse psdb, sua felonia como o livro de Amauri junior que se intitula a privataria tucana onde se mostra que o faltor dessa proeza, a mando de cardoso foi jose chirico serra e vejam também o livro onde se descreve a biografia real e não falsificada que enganou os brasileiros: o príncipe da privataria de palmerio doria. Será que os bens privatizados por eles sê-lo-iam desse modo se a eles pertencessem? Por que o mp não foi duro e não demagógico, promovendo devido inquérito civil contra tais iniquidades? Se o fez , arquivou pois o poder desses homens chega ao ponto de eles nem se curvarem diante do crivo do poder judiciário. Agem sob o principio da oportunidade e sempre a resguardar certas figuras nefastas da politica brasileira. Tais energúmenos comentam entre si no interior de sua associação de classe , que se um dia vierem a perder um centavo dos seus (suados vencimentos) , nesse dia toda a população brasileira já teria morrido de fome! Tais informações colhi de funcionário dessa corporação, pois se sentem ofendidos com tais dislates e arrogância.

DE MARAJÁS E PARASITAS parte 3

Procuremos com um estudo encomendado a economistas especialistas de administração pública quanto do nosso PIB tais altos funcionários subtraem do erário público. Façamos com que a nação fique sabendo quantos hospitais, quantas creches, quantas casas de repouso para idosos e sem teto poderíamos construir, além de procurarmos saber quanto eles ganham na realidade, já que incorporam ilegalmente comissões quando trabalham no executivo. Outra excrecência que a lei lhes permite. A imprensa noticia salários até acima de 60 mil reais. Que país civilizado dá um tapa no rosto do seu povo desta forma? Na França tais homens já teriam a eles feito nova guilhotina.
Mostremos em campanha bem articulada a vida suntuosa que levam, o uso indevido de carros oficiais e todas as suas regalias, enquanto faltam ambulâncias para atender os doentes. Mostremos a população quem são estas falsas vestais ignaras e sem pudor que desde a fundação do Brasil chafurdam na lama num desprezo absoluto ao povo que é tratado como débil mental. Darwin, segundo K.Lorenz, ao vir ao Brasil ficou estarrecido com o perfil moral e físico dos senhores feudais, considerando em tudo que a postura dos escravos demonstrava-os pertencentes a uma etnia superior física, mental e moralmente. Ainda hoje tais farrapos humanos estão em altos postos no Brasil, principalmente o Itamarati (Itamarati com i) , pois a maioria de seus membros não tem sangue nas veias e sim algum líquido de barata. Enquanto os diplomatas argentinos tentavam rebentar as portas do fmi para conseguirem redução de sua dívida externa, nossos sub-homens do Itamarati ficavam de cócoras horas e horas a espera de serem atendidos. E que dizer do ministro das relações exteriores celso lafer que ao descer em NY chegou a descer as calças , tirar os sapatos por ordem das autoridades alfandegárias? O covarde que representava uma nação permaneceu firme e não retornou ao Brasil , arrostando uma vergonha que não seria só dele mas do povo brasileiro.
Segundo pesquisa divulgada pela tv brasil, o salário mínimo de janeiro/64, se a política econômica de joão Goulart fosse prosseguida, seria hoje aproximadamente de três mil reais e teríamos alcançado o desenvolvimento social e econômico de uma potência média como é o Canada de hoje.
Aos colegas devo dizer que não desejo salários elevadíssimos, esonomias e quejandas coisas, pois meu nível de educação cívica jamis permitiria isto. Sentir-me-ia mal no seio de uma sociedade tão injusta como é a nossa. Gostaria de andar pelas ruas de madrugada, dormir a noite despreocupado com grades e cadeados. Mas para tanto urge baixar os salários dos abutres que os devoram para gastá-los provincianamente no exterior e também lá colocando seus haveres como o juiz lalau que por uma falta de sorte acabou sendo pilhado pela justiça. E OS DEMOSTENES TORRES, verdadeiro Cícero a eructar moralidade no congresso, não passando de um cínico ladravaz. E os procuradores tartufos que arquivaram processos na época FHC como, Brindeiro, hoje Gurgel e muitíssimos outros mais? Furte o desgraçado uma lata de sardinha e será trancafiado na casa de detenção. Fiz o curso todo de direito civil com o prof Arruda Alvim, autor da parte das obrigações do atual código civil. Esse professor acintosamente arengava aos pupilos atentos que o código penal fora feito para os miseráveis. Aos ricos caberia o código civil. E já pelos idos de 50, propugnava pela privatização das praias que são um bem público.
Lembremo-nos de um folclórico procurador que em junho deste ano, viu-se preso no transito e pelo rádio esbravejava ao comando da pm para que fosse dura , duríssima com a “racaille” (escumalha) da Av Paulista. Sintomaticamente dissera que todo e qualquer excesso ele “arquivaria”. A tal ponto chegou a arrogância desses homens. E que dizer de um promotor que ao ver dirigir-se até ele um jovem na avfaria lima atirou mortalmente julgando putativamente que iria ser assaltado e morto. No hospital são Paulo , os enfermeiros ao despirem o jovem constataram que ele não possuía nenhuma arma. O poder subiu-lhes aa cabeça. Fosse um cidadão comum certamente seria de modo merecido denunciado. Mas era promotor, pessoa quase de origem divina como os capetos da frança monárquica. E que dizer de uma moleque promotor que entrou numa agencia do banco do brasil, passou na frente detodos inclusive idosos, mulheres grávidas e com crianças e dando sua carteirada obrigou o espantado caixa a atende-lo sob o principio da PRECEDENCIA , como se fosse uma figura real. Este fato não é mendaz, foi-me relatado por funcionários do banco do brasil.

continua amanhã, a quem possa interessar.

ACADEMIA?! 80

Os estudiosos da filosofia já arreganharam os olhos.

Mas que raio de título é este?! Talvez não esperassem vê-lo aqui. É certo.

Um pouco de história não faz mal. Às vezes a história expõe estórias. Como as da carochinha, por exemplo.

Sabemos que Platão fundou a primeira ACADEMIA, em Atenas. Uma prestigiada instituição para a pesquisa científica e filosófica.

Cerca de trinta anos após fundar a Academia Platão foi convidado para educar Dionísio II, em Siracusa, convite esse feito pelo tio de Dionísio, Dion. Esse objetivo foi frustrado por intrigas políticas. Platão então morreu no ano de 347 a.C., aproximadamente.

Platão teria sido o primeiro pedagogo, tanto por ter desenvolvido um método de ensino moldado à sua época, mas por inserido a ÉTICA e a POLÍTICA em seu contexto. Externando sem sombra de dúvidas que para Platão o objetivo final da educação na Academia era a formação do HOMEM MORAL, vivendo em um ESTADO JUSTO.

Aristóteles por sua vez fundou o LICEU.

É bom relembrar que Aristóteles foi discípulo de Platão na própria Academia.

No entanto o termo Liceu é hoje empregado conforme o tipo de ensino oferecido:

– liceu de ensino geral e tecnológico (ou simplesmente “liceus”);

– liceus profissionais;

– liceus agrícolas;

– liceus de defesa.

O termo Liceu é também usado para designar os estabelecimentos de ensino secundário de outros países como Itália, Bulgária, Chipre, Estônia, Grécia, Polônia, Romênia, Turquia e Uruguai.

Está pintado o primeiro panorama do porquê de termos no Estado de São Paulo a Academia de Polícia Civil Doutor Coriolano Nogueira Cobra.

Uma verdadeira Instituição de ensino que recepciona a nata dos alunos dos cursos de Direito do País, e dos mais diversos bacharelados em outras áreas, para formação em inúmeras carreiras.

Mulheres e homens que lutaram na vida civil custeando seus estudos, virando dia e noite, matando um leão por dia e outro pela noite.

De quatro a cinco anos conhecendo de perto o mundo dos estudantes, comerciários, funcionários, familiares, vizinhos, usando transporte público lotado, sentindo o que o POVO sente, passando todas essas dificuldades, conhecendo o POVO, convivendo com o POVO.

Mulheres e homens com experiência de vida em contato com a sociedade ativamente, em seus mais impressionantes anos de existência jovem, momento da construção da opinião ética madura, da concepção das vias conceituais do que é sofrer pelo primeiro emprego sério com o objetivo de constituir uma família.

Permeado, como toda a sociedade, da insegurança e fragilidade de qualquer tipo de estabilidade no emprego.

Que rica é a Academia de Polícia Civil.

Quão singular é a dinâmica entre cérebros com tão diversas experiências, e que crescimento excepcional traz.

Uma Instituição de Ensino que não torna alguém bacharel na base da caneta.

Mas uma Instituição que os seleciona do seio da sociedade madura através de concursos públicos de conhecimentos específicos extremamente difíceis.

Não é um mero vestibular. É concurso público para gente grande, na exata acepção da palavra.

Uma Instituição que colhe homens e mulheres com caráter formado lá dentro. Lá dentro do seio da sociedade que vai servir.

Fábio Morrone – Presidente do SIPOL

Sipol-prudente.blogspot.com.br

Vítimas de violência pedem o fim da PM 100

02/10/2013 15h02 – Atualizado em 02/10/2013 20h21

Vítimas da violência fazem ato em SP pela desmilitarização da polícia

Fotógrafo que ficou cego em protesto participa de ato em São Paulo.
Associações de familiares de vítimas de violência pediram fim da PM.

Márcio PinhoDo G1 São Paulo

Fotógrafo que perdeu visão após ser ferido por PM pede mudança na polícia (Foto: Márcio Pinho/G1)Fotógrafo que perdeu visão após ser ferido por PM pede mudança na polícia (Foto: Márcio Pinho/G1)

Movimentos sociais realizaram um ato na manhã desta quarta-feira (2) em defesa da desmilitarização das polícias no Brasil. A data é simbólica porque nesta quarta o massacre do Carandiru, que deixou mais de 100 mortos, completa 21 anos. Entre os participantes do ato estava o fotógrafo Sérgio Silva, de 31 anos, que perdeu a visão após levar um tiro de bala de borracha enquanto trabalhava cobrindo as manifestações de 13 de junho contra o aumento da tarifa de ônibus na capital paulista.

Hoje, Sérgio Silva é a favor da desmilitarização da polícia. Ele vestia uma camisa com os dizeres “chega de bala de borracha”. O fotógrafo contou o episódio e afirmou que estava na Rua da Consolação quando a polícia subiu pela Rua Maria Antônia e começou a disparar. “Foi coisa muito rápida. Não teve diálogo nenhum, as bombas começaram a cair de todos os lados.”

Sérgio foi atingido por uma bala de borracha e socorrido com muito sangramento a um hospital por um professor que participava da manifestação. “Passei por uma cirurgia para suturar corte no globo ocular por conta do impacto na bala, tomei cinco pontos internos”, diz. O fotógrafo deverá em breve passar por uma cirurgia plástica, mas a perda da visão é irreversível.

Eu sinto mágoa da polícia. Não só pelo que me aconteceu, mas tantos outros manifestantes, pela questão da violência na periferia. Então, se vejo um policial não tem como eu não sentir um certo repúdio.”
Sérgio Silva,
fotógrafo

A Secretaria da Segurança esclarece que a “ação dos policiais militares durante as manifestações ocorridas no mês de junho são objetivo de investigação pela Corregedoria da Polícia Militar”.

Dois inquéritos (IPM) apuram, exclusivamente, casos de lesões envolvendo os jornalistas que cobriram os eventos. A SSP diz que “não compactua com eventuais abusos cometidos por uma minoria que não representa a imensa maioria da Polícia Militar”.

Repúdio
Três meses após o fato, Sérgio Silva afirma hoje que estar próximo a policiais lhe causa “certo repúdio”. “Eu sinto mágoa da polícia. Não só pelo que me aconteceu, mas tantos outros manifestantes, pela questão da violência na periferia. Então, se vejo um policial não tem como eu não sentir um certo repúdio.” Sérgio, no entanto, afirma que gosta de canalizar os pensamentos positivos. “Tento colocar isso como uma questão de luta, vamos melhorar o que está errado.”

E uma das lutas de Sérgio agora é pela desmilitarização da polícia. Para ele, as polícias militares no Brasil não têm condições psicológicas e físicas de manipular uma arma. “A polícia não combate violência, ela promove violência. A desmilitarização vem para trazer a reeducação de polícia e o desarmamento.”

O fotógrafo é na verdade formado em administração de empresas e tinha na fotografia um hobby. Decidiu então dedicar-se profissionalmente à atividade que mais gostava e largar o ambiente empresarial, do qual já estava cansado. Sempre trabalhou como free-lancer e afirma que pretende continuar exercendo a profissão, apesar de ter perdido a visão no olho esquerdo. Ele já constatou que perdeu um pouco da noção de foco e de profundidade de campo, mas diz acreditar que consegue seguir atuando. Sérgio é casado e tem duas filhas, de 13 e 7 anos.

Ato
Diversos movimentos sociais realizaram um ato na manhã desta quarta-feira (2) em defesa da desmilitarização das polícias no Brasil. A data é simbólica porque nesta quarta o massacre do Carandiru, que deixou mais de 100 mortos, completa 21 anos.

Segundo Danilo Dara, do movimento Mães de Maio, os movimentos repudiam a lógica militar, que remete ao período da escravidão e da ditadura militar. “Ela parte do princípio de que há um inimigo interno”, diz. Segundo ele, o Brasil é o único país democrático no mundo que tem uma polícia militar e precisa rediscutir a questão da segurança para encontrar alternativas à polícia militar. Ele defende um controle popular, com o fortalecimento de instituições como as defensorias públicas e as ouvidorias.

Dara afirmou ainda que os movimentos buscam compensações às famílias de vítimas, como indenizações e tratamento psicológicos. Uma reunião interministerial no dia 18 de outubro será realizada em Brasília para debater o tema, segundo o movimento Mães de Maio.

Entre os movimentos que apoiaram o ato está a Rede 2 de Outubro, Coletivo DAR, Comitê Contra o Genocídio da População Preta, Pobre e Periférica, Comissão Estadual de Mortos e Desaparecidos SP, Frente de Esculacho Popular, Margens Clínicas, Grupo Tortura Nunca Mais e Periferia Ativa, além de Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência (RJ), Campanha Reaja ou Será Mort@ e Quilombo Xis (BA).

Comissão do Senado terá 90 dias para analisar a unificação das polícias. 59

02/10/2013 – 18h05 Presidência – Segurança Pública – Atualizado em 02/10/2013 – 19h59

Instalada Comissão Especial de Segurança Pública

Da Redação

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), instalou nesta quarta-feira (2) a comissão especial que  debaterá propostas relacionadas à segurança pública. A comissão terá 90 dias para analisar temas como o financiamento da segurança pública e a unificação das polícias.

Na solenidade de instalação, no gabinete da Presidência, Renan Calheiros afirmou que o Brasil precisa de um modelo de segurança pública com organicidade e com novas fontes claras de financiamento. O orçamento do setor, enfatizou, “precisa ser pensado e discutido detalhadamente”.

O presidente do Senado observou que a segurança pública é atribuição dos estados e municípios, os quais estão, no entanto, “estrangulados pelo centralismo fiscal”. Ele disse que, como parlamentar e também como ministro da Justiça, sempre defendeu a vinculação orçamentária, ainda que temporária, para o setor de segurança, bem como a proibição do contingenciamento de verbas a ele destinadas.

A comissão terá 90 dias para propor um modelo de segurança pública para o país, partindo das propostas já em tramitação no Senado. Também realizará audiências públicas sobre os diversos temas que envolvem a segurança pública. O relator da comissão, senador Pedro Taques (PDT-MT), disse, em pronunciamento durante sua instalação, que espera haver vontade política para aprovar as propostas que vierem a ser formuladas pela comissão.

– A segurança pública precisa de mais recursos e menos discursos – afirmou o parlamentar, em entrevista após a solenidade.

No pronunciamento, Taques antecipou que a comissão irá tratar de outro tema espinhoso: a unificação, nos estados, das polícias civil e militar.

Em 2011, Taques foi relator da comissão temporária externa que acompanhou as ações da Política Nacional de Segurança Pública. Em seu relatório, ele aponta o baixíssimo índice de execução orçamentária dos programas do setor segurança e Justiça, “demonstrando que não há o compromisso efetivo do governo federal com a implementação das políticas públicas nesta área”. Também concluiu pela transferência das atribuições daquela comissão para a então recém-criada Subcomissão Permanente de Segurança Pública, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Também na solenidade de instalação da comissão especial, seu presidente, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), afirmou que ela dará a possibilidade a senadores que não integram a referida subcomissão de discutirem o tema. Para ele o Senado, ao propor soluções para a segurança pública, continua a responder à “tutela das ruas”, repetindo o que disse o presidente do Senado em “memorável discurso” sobre os projetos aprovados pelo Senado após as manifestações populares no meio do ano.

A comissão especial será composta ainda pelos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Eduardo Braga (PMDB-AM), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Armando Monteiro (PTB-PE), Eunício Oliveira (PMDB-CE), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Sérgio Souza (PMDB-PR), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

RANÇO DA DITADURA MILITAR 59

 

Mais uma vez presenciamos o ato de desespero na publicação aberta através do site da Associação dos Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A moção cita as diversas carreiras policiais civis, sem ao menos entender suas atribuições legais e suas responsabilidades, neste breve relato explicamos que entre elas existem as carreiras fim, meio e administrativas, desempenhando suas funções dentro da Instituição Polícial Civil.
Quanto a salários e benefícios, a Constituição Federal regulamenta a sua aplicação.
Atualmente vemos o progresso Legislativo atendendo o anseio da População Brasileira, que quer mudanças urgentes.
Recapitulando a História que ainda hoje reflete no cotidiano da Democracia Brasileira, no auge da Ditadura Militar fundiram – se a força Pública com a Guarda Civil, nascendo a Polícia Militar nos moldes de hoje, extinguindo que na época não serviria de utilidade, a Polícia Marítima e a Antiga Polícia Rodoviária.  Más o tempo passou e a liberdade de expressão começou a consolidar – se de uma forma ordeira e Democrática, não havendo mais espaço para órgãos repressores como o DOPS – Departamento de Ordem Política e Social, subordinado a Polícia Civil do Estado de São Paulo, a legislação avançou mais, retirou da competência da Polícia Civil transferindo para a Polícia Federal a emissão do Passaporte, Registro e Porte de Armas para o cidadão civil, sem dúvida um avanço em todos os sentidos e que nada afetou as atribuições da Polícia Civil no território Brasileiro.
Más a Ditadura acabou e o modelo de Policiamento Ostensivo e Preventivo, nada mudou.
A Polícia Militar reluta as mudanças, não aceita o desmembramento do Corpo de Bombeiros para que o mesmo siga um ordenamento civil; Não aceitam a extinção da Justiça Militar Estaduais; Não aceitam o Poder de Polícia que mais cedo ou mais tarde será atribuído às Guardas Municipais; Não aceitam sua desmilitarização; Querem somar a atribuição da Investigação e seus procedimentos persecutórios, ou seja, querem reviver a Ditadura no Brasil.
A AOPM deveria comunicar à população de São Paulo, como faz nos seus artigos de interesses Corporativistas, quanto que é gasto para manter o oficialato e suas mordomias, informarem também que o Brasil é o único País a manter uma corporação militar com estrutura própria que se mantém com a prerrogativa de Força Auxiliar do Exército.
A AOPM deve se basear nas organizações Policiais de outros países, e não permanecer enraizada no passado sombrio da história do Brasil.
A demais, o “ESPERNIANDIS” do Oficialato da Polícia Militar se acentua a cada momento, querem jogar todas a Carreiras Policiais Civis e Patentes da Polícia Militar, “exceto eles mesmos, os Oficiais”, na mesma linha de atribuições, responsabilidades e principalmente a remuneratória.
Queremos lembrar a AOPM que na Polícia Militar não existe Carreira Jurídica muito menos a de Nível Universitário.

Respeitosamente,

Vanderlei Bailoni

Presidente AIPESP

http://www.aipesp.com.br/

Associação dos oficiais da PM chama Geraldo Alckmin de LADRÃO… 270

COMUNICADO À POPULAÇÃO DE SÃO PAULO

  SEGURANÇA PÚBLICA A SERVIÇO POLÍTICO PARTIDÁRIO

As Entidades Representativas dos Policiais Civis e Militares vêm a público demonstrar sua preocupação com os rumos da segurança pública no Estado de São Paulo, motivada pela forma casuística e discriminatória com que o Governo Geraldo Alckmin está tratando as polícias e seus integrantes. Depois de conceder aumento salarial linear de 7% para todos os policiais paulistas, o Governador anuncia a concessão de privilégio pecuniário exclusivo à classe dos delegados, escrivães e investigadores de polícia, deixando a Polícia Militar, a Polícia Técnico-Científica e parte da própria Policia Civil: carcereiros, auxiliares de papiloscopia e outros sem a devida valorização.

Sabemos que, assim como os Poderes, a Polícia estadual é trina quanto à estrutura e tripartite quanto ao ciclo de poder: a Polícia Militar faz a prevenção, a Polícia Civil a investigação e a Polícia Técnico Científica a perícia, ou seja, a Polícia paulista é uma Instituição Única cujos entes e atividades, independentes e harmônicos entre si, se completam para proporcionar bem estar com segurança ao cidadão. Não há hierarquia nem hegemonia entre elas, por isso, há mais de 20 anos, todas, na conformidade dos correspondentes níveis hierárquicos, têm salários equiparados.

Convenientemente, porém, no momento em que atos suspeitos de sua administração estão sob investigação e se aproxima o ano em que disputará a reeleição, o Governo Alckmin  rompe, na maior desfaçatez, com a política de isonomia remuneratória entre as carreiras policiais, estabelecida e sustentada acertadamente por seus antecessores, para conceder benesses aqueles que conduzem inquéritos criminais nos 645 municípios do Estado de São Paulo. O fato presente prenuncia o futuro próximo: as denúncias sobre a sua administração acabarão em pizza e os concorrentes ao Governo do Estado no ano que vem não terão vida fácil. 

Sob a batuta dos atual Secretário de Segurança Pública, defensor intransigente do privilégio classista, o uso de inquéritos de toda a sorte, quer para acobertar falcatruas da situação quer para minar a concorrência oposicionista ao Poder Estadual – prática abominável que, mutatis mutandis, remonta à Coroa Portuguesa e Imperial no Brasil -, deverá, lamentavelmente, ganhar novo impulso em São Paulo. Eis a circunstância nefasta em que se funda o patrocínio governamental a esse odioso retrocesso administrativo, recriador de subcategorias nas polícias, que termina por vulnerar ainda mais a segurança dos cidadãos, face à desmotivação e à desarmonia que fomenta intra e entre as polícias.

A verdadeira família policial paulista não quer e não aceita a reedição de castas em seu seio, e muito menos que estas, ao invés de laborarem pela Ordem, Segurança, Justiça, Defesa do Cidadão e do Estado Democrático de Direito, venham, por meio de vantagens classistas imorais, prestar-se à condição de braço inquisidor dos desafetos ou concorrentes dos atuais detentores do Poder, conclamando a Sociedade Paulista, as instituições isentas que a servem e as agremiações partidárias em geral a repudiar e lutar contra o casuístico golpe tramado pelo Governo Alckmim e seus aliados de ocasião dentre a Polícia, à conta de inconfessáveis desideratos mútuos de poder.

Que Deus a todos ilumine e guarde de mais esse mal

 

http://www.aopm.com.br/materias.asp?IDpublish=1949&sectionID=49&sectionParentID=0