Ah, os valentes PMs “que não estão à altura da farda”!
Quando alguns desse grupo ( bastante expressivo, aliás ) são comparados a assassinos covardes, correm chorando para a mamãe Justiça, implorando proteção ao seu clubinho fardado.
E para o assédio judicial contam com as aulas do Coronel Telhada ( pelo que se sabe vítima de danos morais por fatos alheios ao seu ofício ) e das suas associações e advogados .
Sempre implorando gratuidade de justiça e buscando os Juizados Especiais.
É de dar dó, não é mesmo?
Os nossos bravos guerreiros urbanos, tão corajosos para atirar pelas costas em jovens desarmados, ficam com as perninhas bambas quando alguém ousa criticá-los.
Pernas bambas de tanto ódio !
Sabidamente espumam feito cachorros ensandecidos quando são confrontados e censurados, embora sejam adeptos de assassinatos da honra alheia.
Coisa de gente extremamente covarde!
Quando as cenas criminosas se tornam públicas aí é hora de apelar para o bom e velho corporativismo mafioso.
Afinal, nada como uma ameaçazinha velada para calar os críticos, não é?
Mas não podemos esquecer o papel fundamental do nosso querido Poder Judiciário nessa tragédia rotineira que já caminha para ganhar jubileu de diamante.
Ah, esses togados!
Tão zelosos em proteger os “direitos” de PMs estupradores e assassinos, mas tão distraídos quando se trata dos direitos das vítimas.
É impressionante como a Justiça Militar fica cega na hora de julgar os excessos da PM.
Será que todos os juízes tomam um “cafezinho” com todos advogados militares defensores desses valentes defensores da lei?
Certamente , não!
Pelo que se sabe um absolvidor inveterado sofreu afastamento, inclusive!
De qualquer forma , a população continua assistindo a esse enredo macabro:
– PM mata
– Corporação protege
– Justiça faz vista grossa
– Repetição
É o ciclo perfeito da impunidade!
Quem precisa de Netflix quando temos esse espetáculo diário nas ruas e tribunais?
Não se pode esquecer da disfuncionalidade cerebral de grande parte da sociedade e pronto: todos fingem que não veem a podridão do sistema.
Alguns fingem não ver, mas interiormente aplaudem a bestialidade .
Um grande espetáculo digno das arenas romanas!
Lembre-se: na próxima vez que você ouvir um PM reclamando de “difamação”, ofereça um lenço.
Coitadinho, deve estar sofrendo muito mais do que as famílias das vítimas que ele ajudou a criar.
E você, caro leitor?
Hoje já agradeceu a um juiz e um promotor por – silenciosamente, manter essa espiral realimentadora da criminalidade bem azeitada?
E que todos saibam: não há policial violento que também não seja LADRÃO!
Quem pode o mais (agredir e matar), pode o menos (ser corrupto)!
Ah, meus caros leitores, que belo dia ( cinzento ) para uma overdose de realidade ácida!
Hoje nosso Flit Paralisante mira seus jatos venenosos na direção da nossa querida (e sempre eficiente) Polícia Militar, comandada pelo “derretidíssimo” Secretário “Matador e Lacrador”.
Imaginem a cena: um jovem motociclista negro cruza o caminho de nossos valentes guardiões da lei.
O que poderia dar errado?
Ora, apenas um tiro à queima-roupa, é claro!
Afinal, quem precisa do devido processo legal quando se tem um gatilho tão sensível quanto o ego frágil de um PM?
Mas não se preocupem, cidadãos de bem! Nosso Secretário “Lacrador” já tem a solução: “Caso é de afastamento para funções burocráticas na Corregedoria da PM”, ele brada, como se estivesse revelando a cura para o câncer.
A cura pela metástase !
O bandido vai investigar o colega também bandido .
Ah, a sagacidade administrativa!
Afastar e prometer rigorosa punição a um policial após ele cometer um homicídio. Que ideia revolucionária!
Por que ninguém pensou nisso antes?
E não para por aí, meus amigos flitadores .
A impunidade, essa velha companheira das nossas forças de segurança, continua firme e forte.
Afinal, quem precisa de investigações independentes quando se tem a boa e velha camaradagem policial?
“Ops, matei um civil!
Melhor chamar meu colega para investigar. Ele entende que às vezes a gente precisa descarregar um pouquinho de estresse, não é mesmo?”
Mas calma lá!
Não pensem que nosso derretido e divertido Secretário é insensível.
Ele entende perfeitamente a situação.
Diz que já matou 16 ladrões…O que até acharia pouco se fossem verdadeiramente bandidos armados e violentos…
Provavelmente , em vez de assaltantes em flagrante delito, foram 16 P (retos ) M ( ortos ).
Tanto que declarou, com a sabedoria de um filósofo grego: “Não existe justificativa alguma para a conduta que ele tomou ao atirar 11vezes, pelas costas , em um furtador .
Uau!
Que análise profunda!
Quem diria que matar uma pessoa humana desarmada não tem justificativa? Alguém dê um Nobel para esse homem!
E para agravar ainda mais , temos a cereja do bolo da estupidez: a intimidação de testemunhas.
Especialmente os cineastas com um celular na mão e uma grande revolta no peito!
Porque, convenhamos, quem precisa de provas quando se pode simplesmente calar todo mundo, não é mesmo?
Afinal, testemunha que não fala é testemunha que não atrapalha.
E câmera inoperante não serve para nada!
Ah, meus caros leitores, que estado maravilhoso é São Paulo!
Agora sob um governo estrangeiro !
São Paulo a terra dos Bandeirantes ( latrocidas, escravagistas, estupradores e tudo de ruim que se possa encontrar nas bestas exploradoras ).
Onde a estupidez, a crueldade e a impunidade dançam um samba macabro, conduzidas pelo “apito” incompetente de um Secretário que é tão bom em falaçar quanto em lacrar nas redes sociais.
São Paulo se não é o túmulo do samba, é o túmulo da dignidade do ser humano!
Mas não se desesperem!
Lembrem-se sempre: enquanto houver um Flit Paralisante qualquer , haverá esperança.
Ou pelo menos, um bom inseticida para espantar as baratas da corrupção e da violência policial.
Se bem que inseticida não faz mais efeito , os insetos se tornaram resistentes e contra as ratazanas da Secretaria de Segurança Pública é inofensivo.
Eu queria ter uma bomba de napalm…
Ou melhor queria ganhar um Phantom , pois penso em bombardear o Palácio dos Bandeirantes e a sede da Secretaria de Segurança Pública ( risos )!
E pensar em praticar terrorismo, segundo o nosso próprio governador , não é crime.
Pelo menos quando a vítima é a democracia e adversários, né?
Enfim, até a próxima tragédia ( daqui a pouco ) , queridos leitores !
E cuidado ao sair na rua: nunca se sabe quando você pode virar “estatística”.
Na imponente e luxuosa sede da Marinha, os oficiais de alta patente se reúnem em torno de uma mesa polida, discutindo os últimos acontecimentos.
O brilho das latinhas douradas contrasta com o semblante raivoso estampado em seus rostos.
O motivo?
Uma suposta ameaça vermelha aos seus centenários privilégios.
Ironicamente, neste momento de apreensão, um nome ressurge das profundezas da história naval brasileira: João Cândido, o Almirante Negro.
Aquele que, há mais de um século, ousou desafiar a hierarquia e a disciplina da chibata , da escravidão , sempre tão caras à instituição, agora serve de escudo para proteger as regalias dos que vestem a farda branca.
Sim, quais os privilégios das Praças da Marinha?
Os mesmos que há pouco tempo rejeitavam veementemente a inclusão de João Cândido no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria, agora emulam a sua luta e memória para justificar a manutenção de pensões vitalícias até para mulheres de pouco caráter e aposentadorias generosas.
A desfaçatez dessa escumalha golpista é palpável, quase tão densa quanto a névoa que encobria a Baía de Guanabara naquela fatídica manhã de novembro de 1910.
Ora, enquanto os oficiais debatem estratégias para manter seus benefícios, nas paredes da sala, retratos de almirantes do passado observam silenciosamente. Entre eles, obviamente, não há espaço para o rosto negro e altivo de João Cândido.
Um homem de valor!
Sua ausência é um lembrete constante da dívida histórica que a Marinha ainda mantém com os negros brasileiros.
Paradoxalmente , no pátio da instituição, jovens recrutas , pobres e mulatos , marcham sob o sol escaldante, sonhando com um futuro glorioso na carreira naval.
Mal sabem eles que, nos corredores do poder, seus futuros comandantes lutam não pela pátria e pelas Praças, mas por seus próprios interesses, especialmente os financeiros.
A farda branca, símbolo de honra e dever, parece cada vez mais manchada pelo egoísmo e pela hipocrisia.
E assim, a Marinha , tal como a nossa pátria , segue navegando em águas turbulentas, carregando em seu bojo as contradições de um passado que insiste em não passar e de um futuro que teima em não chegar.
Infelizmente , não há ninguém no Brasil capaz de guiar a consciência nacional rumo a um horizonte de verdadeira equidade.
E nunca esperem nada de bom de quem veste ou vestiu farda…
Sem a pretensão de perpetuar o discurso antissemita de que o judeu tem mais amor por Israel do que a pátria que lhe deu filhos e frutos, mas…
Em uma demonstração clara de confusão geográfica institucional, a Confederação Israelita do Brasil (Conib) parece ter esquecido em qual hemisfério está situada.
Seu presidente, em uma performance digna de um malabarista político, equilibra-se precariamente entre a defesa de interesses externos e o abandono da neutralidade que deveria caracterizar uma entidade representativa.
Além de beirar a bajulação , não sei se por vaidade ou ingenuidade!
Enquanto o Brasil dança sua própria música democrática, a Conib ensaia passos em uma partitura estrangeira.
A entidade, que deveria representar a pluralidade da comunidade judaica brasileira, transforma-se em cabo eleitoral antecipado das eleições de 2026.
Lula já está derrotado por sua pretensa simpatia pela causa dos palestinos.
A Conib só falta escolher entre Tarcísio e Caiado!
Quem vai dar mais e quem vai prometer mais?
Verdadeiramente, uma dança perigosa que mistura política externa com interesses eleitorais domésticos.
A ironia atinge seu ápice quando a mesma entidade que proclama “há judeus de direita, de esquerda e de centro” , escolhe um lado do espectro político para fazer coro.
Uma contradição que ecoará por toda a coletividade brasileira , enquanto milhares de judeus brasileiros progressistas observam perplexos esta verdadeira prostituição de valores.
Quando uma entidade representativa troca sua independência por alinhamento político, o preço é pago em credibilidade.
A comunidade judaica brasileira, rica em sua diversidade e história de contribuição ao país, merece muito mais do que ser reduzida a peça de tabuleiro do oportunismo político-eleitoral !
O reflexo distorcido desta postura revela uma entidade que, ao tentar servir a dois senhores, acaba não representando fielmente nenhum.
A verdadeira força de uma comunidade reside em sua capacidade de manter sua identidade cultural sem comprometer sua lealdade ao país que a acolhe.
A Conib precisa decidir: será porta-voz de interesses externos ou representante legítima dos judeus brasileiros? Porque, no atual cenário , o único papel que representa com maestria é o da confusão.
Ou será que judeus continuam ingênuos?
Jacob Pick Bittencourt nasceu em 14 de fevereiro de 1918, no Rio de Janeiro, filho da judia polonesa Raquel Pick, originária da cidade de Lodz. O pai de Jacob era Francisco Gomes Bittencourt, um farmacêutico capixaba proprietário da Farmácia Bittencourt na Rua Uruguaiana.
Jacob, paralelamente à música, fez carreira no Poder Judiciário do Rio de Janeiro, aposentando-se no cargo de secretário da presidencia daquele tribunal. Jacob do Bandolim se tornou um dos maiores expoentes da música instrumental brasileira.
Sua herança judaica, embora por vezes silenciada, faz parte da rica contribuição da comunidade judaica para a cultura brasileira.
Durante sua infância na Lapa, Jacob passou por situações de bullying relacionadas à sua origem.
A discriminação não vem apenas da sociedade em geral, mas também da própria comunidade judaica tradicional, que mantinha uma postura excludente em relação às famílias das “polacas”.
De filho para pai: Sérgio Bitencourt, é o autor da sublime “Naquela Mesa”, composta após a morte do pai, um clássico da música brasileira.
Conta-se que foi escrito em menos de meia hora, lembrando os desencontros e afastamentos entre pai e filho, durante uma trajetória de Copacabana ao Leblon. A canção foi imortalizada na voz de Elizeth Cardoso, com participação do próprio Sérgio, que não conseguiu conter a emoção ao gravar o último verso.
Sérgio faleceu precocemente em 9 de julho de 1979, aos 38 anos, vítima de um infarto.
Em meio ao desencontro político que se desenrola no cenário nacional, presenciamos uma curiosa contradição: os governadores do Sul e Sudeste, em encontro recente do Cosud, demonstram repúdio pela PEC da Segurança Pública enquanto os números sangram uma realidade devastadora.
Não há compromisso com o bem-estar da coletividade!
Com efeito, os dados são estarrecedores: 6.393 pessoas foram mortas por intervenções policiais apenas em 2023, representando um aumento assombroso de 188,9% em uma década.
São 17 vidas ceifadas diariamente em “confrontos”, numa demonstração grotesca do que alguns chamam de “estratégia de segurança”.
Enquanto o orçamento para segurança pública consome 1,5% do PIB – superior à média mundial de 1,0%[3] – as estatísticas de violência disparam.
O que os governadores fazem com tanto dinheiro?
Você policial , recebe algo de melhor?
Em 2024, foram destinados mais R$ 2 bilhões para a área, mas a escalada da violência continua.
Em São Paulo, terra dos bandeirantes ( latrocidas empreendedores ) , estado que se vangloria de sua “eficiência”, as mortes por policiais em serviço aumentaram 78,5% nos primeiros oito meses de 2024.
A média, segundo dados oficiais , é de 1,8 vítimas por dia, numa demonstração macabra do que alguns chamam de “política de segurança”.
Pior: O RACISMO POLICIAL!
O perfil das vítimas revela o projeto em curso: 64,2% das pessoas mortas por policiais são negras. A seletividade da violência estatal expõe a farsa do discurso de “segurança para todos”.
Qual será a agenda desse pessoal de extrema-direita que quer tomar o Brasil custe o que nos custar?
Quando esses governadores se mostram “receptivos” ao diálogo – entre eles e segundo os interesses deles – sobre a PEC, mas mantêm uma política de extermínio, qual mensagem pretendem passar?
A matemática parece simples: mais mortes, menos credibilidade para o governo federal, mais caos social.
O que testemunhamos não é uma política de segurança pública, mas um projeto de poder que se alimenta do medo e da morte.
Enquanto discursam sobre estratégias e cooperação, os cemitérios se enchem e as estatísticas denunciam: a verdadeira agenda é o caos administrado, onde cada corpo é apenas um “ovo quebrado” no jogo político da desestabilização.
Mas muito mais grave, se é que há algo mais grave do que a morte de seres humanos , esse movimento COSUD revela um perigoso subtexto separatista que se manifesta através de uma retórica de “protagonismo” regional.
Os governadores do Sul e Sudeste, ao se posicionarem contra a PEC da Segurança Pública, alimentam narrativas que ecoam movimentos históricos de segregação nacional.
Esta postura não compromete apenas a segurança pública nacional, mas também representa uma ameaça à própria integridade do Estado brasileiro.
A recusa em participar de um sistema nacional integrado de segurança pública pode ser interpretada como mais um passo na direção de um projeto separatista velado!
A “política” de segurança pública do governador Tarcísio de Freitas tem se mostrado um verdadeiro espetáculo de insensatez e desumanidade
Depois do menino Ryan baleado por policiais militares no Morro São Bento, na cidade de Santos , agora o homicídio brutal do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta.
O que deveria ser uma abordagem policial cautelosa e respeitosa transformou-se em um ato de violência desmedida, revelando não apenas a falência da “doutrina” adotada pela PM , mas também a insensibilidade de um governo que parece mais preocupado em manter uma fachada de ordem e honestidade do que em proteger os cidadãos.
É só fachada !
Marco Aurélio, um jovem de 22 anos, foi assassinado à queima-roupa por policiais militares que ignoraram os protocolos mais básicos de abordagem.
As imagens são muito claras: dois agentes armados, um deles chutando o estudante desarmado, culminando em um disparo fatal.
Essa cena grotesca não é apenas uma tragédia pessoal; é consequência de uma cultura policial que Tarcísio e seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, alimentam , desde o início do governo , com discursos belicosos e uma ideologia que valoriza a força bruta sobre o respeito à vida.
O governador Tarcísio com suas declarações sempre elogiosas ao secretário Derrite — conhecido por sua postura indigna do oficialato – que afirma que “PM deve matar pelo menos cinco para não ser considerado vagabundo” — são um claro indicativo do tipo de liderança que ele exerce.
Um fraco!
Submisso ao seu Secretário simpatizante do Golpista-mor !
É inaceitável que, em vez de promover uma reforma na polícia, Tarcísio valide e celebre uma abordagem que resulta em mortes desnecessárias. A covardia e a crueldade de muitos policiais militares é por demais conhecida; fruto de uma cultura autoritária e desvalor pela dignidade humana.
E quando não se trata de assassinatos covardes , no mínimo é total falta de autocontrole de quem por qualquer razão atira e depois assassina, com mentiras , a honra da sua vítima.
No caso do rapaz não foi possível intrujar uma arma ou drogas , mas mentiram deslavadamente!
Como sempre , após a morte do estudante, Tarcísio se apressou a afirmar que “abusos nunca serão tolerados” e que os responsáveis seriam “severamente punidos”.
No entanto, essa retórica soa vazia diante da realidade: as promessas de punição são frequentemente seguidas pela impunidade.
A história recente mostra que casos semelhantes resultaram em investigações morosas e punições brandas, quando não em absolvições completas.
O ciclo vicioso de violência policial continua sem interrupções significativas.
A Polícia Civil , digo, delegados , se borram de medo da PM ; useira e vezeira em fabricar dossiês difamatórios contra aqueles que consideram inimigos.
E quem toma dinheiro para aliviar PCCs não tem moral para nada, especialmente para investigar mortes envolvendo policiais militares. Se cobra de um tem que fazer de graça para o outro!
Verdadeiramente, não há punições reais; nem mesmo quando se chega ao Tribunal do Juri .
O comportamento covarde e assassino da PM, sob a orientação politiqueira do atual governo, permanecerá inalterado.
O discurso dessa gente não se traduz em ações concretas para proteger os cidadãos; pelo contrário, apenas legitima uma cultura de violência onde a vida humana é desconsiderada. O caso do estudante é apenas mais um entre muitos, na semana que vem tem mais.
O governador deveria exigir maior responsabilidade e mudanças!
A população não pode se calar diante da corrupção e violência institucionalizadas.
E a corrupção e violência andam sempre de mãos dadas!
A PM puxou o gatilho que matou Marco Aurélio, mas somos nós quem devemos puxar o freio nessa máquina assassina.
Cada vida ceifada por policiais é uma mancha na história deste já muito manchado estado.
Na última terça-feira (19), o SINPOL-PE promoveu um importante debate sobre a Modernização da Polícia Civil (implementação da Lei Orgânica Nacional dos Policiais Civis e a unificação dos cargos em Pernambuco). O evento ocorreu no auditório do SINPOL, reunindo lideranças e representações sindicais de diversos estados, fortalecendo a troca de experiências e o alinhamento de estratégias para o avanço da categoria.
Os participantes puderam compartilhar informações sobre o andamento da Lei Orgânica em seus estados, promovendo uma discussão sobre os desafios e os avanços conquistados. O debate contou com a presença de representantes de sindicatos da Polícia Civil de outros estados, que trouxeram contribuições relevantes para o diálogo.
A mesa dos debates foi composta por:
– Narcelio Nascimento, Secretário do Sinpol/CE, Diretor Financeiro da Feipol-NE e Diretor da Cobrapol; – Humberto Mileip, Oficial Investigador de Polícia e Diretor Financeiro da Cobrapol; – Clóvis Guioto, Oficial Investigador de Polícia e Vice-presidente do SINDIPOL/ES; – Suana Melo, Presidente da ASPOL-PB; – Jean Rezende, Presidente do SINPOL/SE; – Tony Brito, presidente do SINPOL/CEARÁ e da (Federação Nordestina dos Policiais Civis do Nordeste – FEIPOL/NE) – Nilton Arruda, Presidente do SINPOL-RN.
O Presidente do SINPOL-PE, Áureo Cisneiros, destacou que foi um dos debates mais importantes da Polícia Civil. “Essa modernização é um sonho antigo nosso. Embora a Lei Orgânica Nacional não tenha sido aprovada exatamente como desejávamos, estamos cada vez mais próximos do nosso ideal: a carreira única. É fundamental modernizar as ações da Polícia Civil em busca de uma Segurança Pública melhor para o povo e ao mesmo tempo, garantir a valorização que tanto buscamos”, afirmou.
Além de abordar os aspectos técnicos e políticos da implementação da Lei Orgânica, o debate trouxe à tona a importância da unificação dos cargos como um passo essencial para a valorização dos Policiais Civis e o fortalecimento da segurança pública em Pernambuco e no Brasil. A troca de experiências entre os estados reforçou a necessidade de união e articulação nacional para alcançar os objetivos da categoria.
O evento foi marcado pela ampla participação da categoria, tanto presencialmente, quanto por meio da transmissão ao vivo pelo canal oficial do SINPOL no YouTube. A gravação está disponível na íntegra para que mais Policiais Civis acompanhem as discussões e fortaleçam o engajamento coletivo em prol das pautas discutidas.
Contratação de novos delegados alivia, mas não estanca evasão na Polícia Civil de SP, alerta Sindicato
Dos 353 delegados aprovados em concurso e nomeados pelo Governo do Estado, 305 concluíram a formação; outros seguiram outros caminhos ou desistiram da carreira
Apesar das recentes admissões, no mês de setembro deste ano, 767 vagas para delegado estavam em aberto no estado, segundo dados do Sindpesp – Crédito: Assessoria de Imprensa Fiamini
A contratação, nesta semana, de 305 novos delegados de Polícia por parte do governo paulista, para o trabalho em diversas regiões do estado, alivia, mas ainda não é o suficiente para recompor o déficit da instituição e, principalmente, “estagnar” a perda de profissionais que deixam a função em razão dos baixos salários e da falta de plano de progressão atrativo para a carreira. O alerta é do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp).
Apesar das recentes admissões, no mês de setembro deste ano, 767 vagas para delegado estavam em aberto no estado, segundo dados do Sindpesp. A presidente do Sindicato, delegada Jacqueline Valadares, teme que as desistências, nas mais diversas funções da Polícia Civil, ao longo dos próximos meses, se acentuem.
“As contratações, em número expressivo, são mais do que bem-vindas para a Polícia Civil. Dos 353 novos delegados nomeados, 305 concluíram o curso e foram designados para Delegacias de todo o estado, que, aliás, há tempos estavam desfalcadas. Outros, embora nomeados, desistiram da formação para seguir diferentes caminhos, carreiras ou, até mesmo, atuar em estados que oferecem melhores condições de trabalho e remuneração”, destaca Jacqueline.
Diversos são os fatores que concorrem para esta situação, de acordo com Jacqueline. Por exemplo: não de hoje, São Paulo, campeão de arrecadação de tributos, estado mais rico do País e, também, com o maior custo de vida, é o 22º no ranking dos subsídios pagos aos seus delegados.
“Pesa, ainda, para a evasão constante do quadro de Recursos Humanos da Polícia Civil, o péssimo plano de progressão na carreira. A maioria dos delegados se aposenta sem conseguir chegar à classe especial, ou seja, ao topo, após uma vida inteira dedicada à Segurança Pública”, aponta a delegada.
Para a presidente do Sindpesp, chegou a hora de o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), apresentar um plano de reestruturação salarial e de progressão na carreira, a fim de estimular a admissão de novos delegados e a permanência dos efetivos. “Sem isso, novas nomeações, como as dos 305 novos delegados, que ocorreram há poucos dias, serão apenas paliativas”, alerta.
Jacqueline lembra, ainda, que a perda constante de profissionais impacta diretamente na eficiência das investigações e incentiva a sensação de impunidade. “A valorização dos profissionais da Polícia Civil é fundamental para atrair mais talentos, reduzir a sobrecarga dos agentes em atividade e garantir uma resposta rápida e eficaz à sociedade”, frisa a delegada.
Defasômetro
Dos 41.912 cargos em funções diversas da Polícia Civil bandeirante, apenas 27.323 estavam ocupados em setembro deste ano, resultando em 14.589 vagas em aberto. Os números são do Defasômetro, do Sindpesp.
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Mesmo com a nomeação de 4.017 novos agentes em maio de 2024, a instituição segue enfrentando constante debandada de profissionais. Dois meses atrás, 132 policiais pediram baixa, o que, para a presidente do Sindicato é preocupante.
“Se as saídas continuarem neste ritmo, até o final de 2026 poderemos ter quase 4 mil policiais civis a menos, anulando, assim, a eficiência dos recentes concursos, treinamentos e nomeações”, enfatiza Jacqueline
Ah, caros leitores, que delícia de fanfarronada nos serve o ilustradíssimo general Mourão!
Quem diria que o homem que , para desgraça do Brasil , já foi vice-presidente da República e agora se Senador , se tornaria o grande mestre de cerimônias do circo do absurdo e do “teatro de tesouras” do bolsonarismo ?
Velhacos !
Imaginem só a cena: um grupo de militares da reserva, provavelmente entediados com as suas mulheres de Atenas , em vez de partidas de dominó, resolve brincar de “derruba-presidente”.
Um novo jogo de guerra para fortalecer o raciocínio de bêbados !
Mas não é que o general acha mesmo isso tudo uma grande piada?
Ora, vejam só, segundo ele, não houve crime algum.
Afinal, quem nunca escreveu umas “bobagens” sobre envenenar o presidente e o vice, não é mesmo?
Mas atenção, gente boa !
O general nos presenteia com uma pérola de sabedoria militar: “Ninguém dá golpe no país sem ter a Força Armada”.
Ufa!
Que alívio!
E eu aqui pensando que bastava um punhado de fanfarrões com umas arminhas e um vidro de chumbinho para derrubar a democracia.
Que tonto eu fui!
E não para por aí!
O nobre senador nos brinda com sua interpretação única da lei: “Eu vejo crime quando você parte para a ação”.
Ora, ora!
Quem precisa de Código Penal quando temos a cartilha do Mourão?
Conspiração?
Que nada!
É só uma reunião de amigos com imaginação fértil! Mas o grand finale, meus caros, é digno de aplausos de pé.
O general, em sua infinita sabedoria, compara as conversas golpistas com… pasmem… conversas conjugais!
Sim, você não leu errado.
Segundo nosso herói, até uma conversa com a própria esposa pode virar crime dependendo de quem lê.
Quem nunca planejou um golpe de Estado durante o jantar, não é mesmo?
Ah, Jô Soares , onde estás vês tamanha comédia?
O General Gutierrez ficaria orgulhoso de ver que, mesmo décadas depois, ainda temos figuras tão… digamos… “extra-ordinárias” para nos entreter.
E assim, queridos leitores, termino esta postagem com uma certeza: enquanto tivermos generais como Mourão, jamais nos faltará material para rir…
Atenção! Texto satírico à frente. O conteúdo a seguir é uma paródia e não deve ser interpretado como fato:
O Doutor do Golpe: Ives Gandra e suas Teorias Jurídicas Alucinantes
Senhoras e senhores, preparem seus sprays de Flit, pois vamos mergulhar no mundo surreal das teorias constitucionais de Ives Gandra Martins!
O Constitucionalista Mágico
Quem diria que a Constituição brasileira poderia ser tão elástica? Nosso querido Ives parece ter descoberto poderes ocultos nas entrelinhas da Carta Magna que ninguém mais consegue enxergar.
Será que ele usa óculos especiais ou uma lupa encantada?
Artigo 142: O Botão do Pânico Constitucional
Segundo o mestre Gandra, o Artigo 142 é tipo um botão de emergência. Militares podem simplesmente assumir o controle quando acharem que as coisas estão meio bagunçadas. Quem precisa de eleições quando se tem tanques, não é mesmo?
A Democracia Flexível
Para Ives, a democracia é como uma cama elástica: quanto mais você pula nela, mais divertido fica! Quem liga para estabilidade institucional quando se pode ter uma montanha-russa constitucional?
Conclusão: O Flit Jurídico
As teorias de Ives Gandra são como um Flit Paralisante para a razão jurídica.
Um spray no cérebro e pronto: você começa a ver golpes de Estado como simples “intervenções constitucionais”.
Lembre-se: este texto é uma sátira.
Na vida real, respeitar a Constituição e as instituições democráticas é fundamental para a saúde de qualquer nação.
E, por favor, não use Flit em seres humanos – isso é perigoso e ilegal!
O bolsonarismo, longe de ser apenas uma vertente política legítima , se revela como uma verdadeira organização criminosa que se alimenta da torpeza e ignorância de milhões de brasileiros.
A recente investigação da Polícia Federal, que indiciou Jair Bolsonaro como líder de um esquema que abrange núcleos de desinformação e incitação ao golpe, expõe a profundidade dessa manipulação.
Com uma estrutura ordenada, essa “orcrim” não só planejou a manutenção do poder após a derrota eleitoral, mas também cultivou um ambiente fértil para a propagação de fake news e ataques ao sistema democrático.
O uso de táticas militares escusas para deslegitimar instituições e fomentar a violência é um reflexo da degradação do debate público e da contaminação de setores das FFAA e dos órgãos de Segurança Pública!
Diga-se, a maioria é bolsonarista e golpista…
Por sorte não são corajosos o suficiente…Muita banca de valente nas redes sociais.
A estratégia, muito antes da ascensão da besta, sempre foi muito clara: explorar o medo e a desinformação para controlar narrativas e silenciar vozes críticas.
O bolsonarismo é uma ameaça à democracia e a nossa cidadania; que atua , além das táticas e ações diárias de violência contra minorias , manipulando a mesquinhez , a torpeza e a ignorância em prol de interesses escusos.
É hora de abrir os olhos e combater essa maquinação diabólica disfarçada de ideologia política supostamente defensora da pátria, da família e da religião.
A imprensa traz a vocês análises bombásticas sobre a trama golpista que abalou as estruturas da nossa democracia.
Preparem-se para um choque de realidade que vai fazer tremer as bases do poder!
O bolsonarismo sempre foi bandalho!
A Face Oculta do Bolsonarismo: Latrocínio Político e Tentativa de Golpe
Senhoras e senhores, o que temos aqui não é apenas uma notícia de um grupo de doidos praticando jogos de guerra.
É um escândalo político militar de proporções épicas!
A derrotada camarilha bolsonarista composta por militares de alta patente e políticos sedentos por poder, arquitetou um plano diabólico para assaltar o Estado de Direito[1].
Tal plano de instalação de ditadura foi pensado e elaborado por 4 anos .
Sim, 4 anos de bombardeio de mentiras e supostas conspirações esquerdistas !
O Plano Macabro
Acreditem se quiser, mas esses conspiradores tinham em mente:
– Assassinar opositores políticos como se estivessem em um filme de máfia .
– Atentar contra a vida do Presidente Lula, do Vice Alckmin e até do Ministro Alexandre de Moraes.
– Tomar o poder à força, como se ainda estivéssemos na república das bananas de 1964/1985.
– Instaurar um regime autoritário digno das piores ditaduras
A Verdadeira Face do Crime
Não se enganem, caros leitores!
Isso não é patriotismo, é pura bandidagem! Estamos falando de:
– Latrocínio político: queriam roubar o poder e matar os adversários.
– Golpe de estado: adeus democracia, olá autoritarismo!
– Conspiração contra a ordem democrática: um verdadeiro atentado à Constituição
Motivações Obscuras
O que move esses golpistas? Simples:
– Ganância desenfreada.
– Sede insaciável por poder.
– Desejo de subverter a democracia para benefício próprio.
E se tivessem conseguido?
Um cenário apocalíptico:
– Bye-bye, ordem constitucional.
– Adeus, conquistas democráticas.
– Fim da vitaliciedade , inamovibilidade e independência da magistratura e MP.
– Olá, isolamento internacional e crise econômica sem precedentes.
-Supersalários para militares, policiais e alinhados á ditadura bolsonarista.
-Autorização para torturar, matar e roubar impunemente.
-A Polícia Civil transformada de vez em capacho da PM.
O Alerta Final
Atenção, Brasil!
Este episódio protagonizado por supostos “defensores da pátria” é um tapa na cara da nossa democracia.
Enquanto pensávamos estar seguros, havia cobras criadas prontas para dar o bote[1].
É hora de acordar, povo brasileiro!
Nossas instituições e o sistema judiciário precisam agir com força total. Investigar, punir e blindar nossa democracia contra esses abutres fardados e engravatados que querem mais poder e dinheiro à custa da nação[1].
Lembrem-se: isso não é apenas um crime contra alguns poderosos, é um atentado contra cada um de nós, contra nossa liberdade e nosso futuro democrático.
A Polícia Federal e o STF estão de olho e não descansarão até que todos os envolvidos nessa trama sórdida sejam expostos e punidos!
A trama golpista e a essência latrocida do Bolsonarismo: Uma Análise da Tentativa de Golpe de Estado no Brasil
A recente revelação sobre a tentativa de golpe de estado no Brasil envolvendo militares e políticos da camarilha de Jair Bolsonaro, expõe a face sombria do militarismo e da política nacional; levantando questões profundas sobre a natureza do poder e a fragilidade das instituições democráticas.
Este evento, longe de ser um ato de patriotismo, revela-se como uma tentativa criminosa de assalto ao Estado de Direito, visando obter vantagens pessoais e para grupos específicos.
Contexto Histórico e Político
O Brasil, que retornou à democracia em 1985, após 21 anos de ditadura militar, tem enfrentado desafios constantes para consolidar suas instituições democráticas.
A tentativa de golpe em questão representa um dos momentos mais críticos para a democracia brasileira desde a redemocratização.
Demonstrando , uma vez mais, a tendencia criminosa de membros do Exército; o que nos leva a suspeitar, além de defeitos de caráter não identificados durante a seleção e formação, uma possível “deformação” decorrente do meio, doutrinas e treinamentos.
Os Planos Criminosos
De acordo com as investigações, os planos dos conspiradores incluíam:
Assassinato de opositores políticos
Atentados contra figuras-chave do governo e do judiciário, incluindo o Presidente Lula, o Vice-Presidente Alckmin e o Ministro Alexandre de Moraes
Tomada do poder através de meios inconstitucionais
Implementação de um governo autoritário
A Natureza do Crime
É crucial entender que essas ações não se enquadram em nenhuma definição de patriotismo ou ato político legítimo. Ao contrário, constituem:
Crime de latrocínio (roubo seguido de morte)
Tentativa de golpe de estado
Conspiração contra a ordem democrática
Atentado contra a vida de autoridades constituídas
Motivações e Consequências
As motivações por trás dessa trama parecem ser primordialmente:
Ganho pessoal e financeiro
Manutenção e expansão de poder político
Subversão da ordem democrática para benefício próprio
As consequências potenciais, caso o plano tivesse sido bem-sucedido, seriam catastróficas para o Brasil, incluindo:
Ruptura da ordem constitucional
Retrocesso democrático
Isolamento internacional
Grave crise econômica e social
Reflexões Finais
Este episódio, protagonizado por egressos de alta patente do Exército Brasileiro , serve como um alerta sobre a importância da vigilância constante em defesa da democracia.
Ele demonstra que, mesmo em países com instituições aparentemente consolidadas, existem forças dispostas a subverter a ordem democrática para ganhos pessoais.
Queriam mais poder e dinheiro!
A sociedade brasileira, suas instituições e o sistema judiciário têm agora a responsabilidade de investigar a fundo, punir os responsáveis e fortalecer os mecanismos de defesa da democracia para prevenir futuras tentativas de golpe.
É fundamental que este episódio seja tratado com a seriedade que merece, não apenas como um crime contra indivíduos ou instituições específicas, mas como um atentado contra toda a nação brasileira e seus valores democráticos.