IBIÚNA DESVALORIZADA ESTÁ DOMINADA PELO CRIME – Cunhado embosca e executa PM para resgatar débito com o PCC 85

GOVERNO DO ESTADO ABANDONOU IBIÚNA

Assassino de policial militar é preso em Ibiúna

Delegacia logo após a prisão do assassino.

No começo da tarde desta segunda-feira (5) foi preso, na região central de Ibiúna, o assassino confesso do Policial Militar Everaldo Fernando de Moura, 36 anos, ocorrida na noite do último domingo (4)

A prisão de Diego Mendes Reis, 23 anos, aconteceu após uma denúncia anônima, com informações sobre o paradeiro do indivíduo, a denuncia inclusive mencionou a rota de fuga. Com as informações, equipes da Guarda Civil de Ibiúna passaram a acompanhar um táxi ( modelo Corolla)  em um percurso de aproximadamente 3 quilômetros, desde a entrada do Conjunto Habitacional Santa Lúcia (CDHU) até a rotatória, já na saída para São Paulo, onde houve a abordagem.

Vítima, Fernando de Moura

Vale destacar que no momento do percurso foi utilizado um veículo, descaracterizado, do Serviço Reservado da Guarda Civil de Ibiúna  ” Procuramos fazer uma abordagem com  cautela, uma vez que o indivíduo estava portando uma arma (.40) do PM assassinado” informou o GCM Santos, responsável pela prisão. O mesmo ainda informou que no momento da prisão o indivíduo não esboçou reação, confessou o crime e  entregou a arma, que estava escondida no banco do táxi. Ainda de acordo com Santos, a preocupação da GCM era preservar a integridade física de terceiros, inclusive do taxista e da esposa de Diego, grávida de sete meses, que também estava no táxi.

De acordo com informações da polícia, o assassinato ocorreu após um desentendimento entre cunhados, já que  a vítima mantinha um relacionamento com a  irmã do assassino.  Por motivos ainda desconhecidos, logo após afastar-se do quarto do casal, o indivíduo armou-se com uma  faca e retornou, em seguida, batendo na porta. Quando  o policial abriu, levou uma facada no pescoço e foi desarmado. Na sequência, já com a arma de fogo em mãos, Diego efetuou um disparo certeiro na cabeça do policial, fugindo em seguida, na direção de um matagal. A vítima ainda foi socorrida com vida, mas morreu assim que deu entrada no Hospital Municipal de Ibiúna.

Arma encontrada com o assassino.Foto/GCM Ibiúna

SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA PARA A COPA DO MUNDO EM PAUTA NA ALEMANHA 116

03 de maio de 2014 • 16h26 • atualizado às 16h32

Deputado alemão: ‘violência é parte do dia a dia no Brasil’

Membro de comissão que avalia segurança durante a Copa, Stephan Mayer visita Brasil e se diz surpreso com o pouco entusiasmo no País do futebol

Durante uma semana, o deputado Stephan Mayer esteve visitando o Brasil como integrante de uma delegação da Comissão Permanente de Assuntos Internos do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão). Juntamente com seis colegas, ele esteve no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, onde se encontrou com chefes de pasta, representantes da polícia e ativistas dos direitos humanos.

O tema central das conversas foram os planos de segurança e a situação geral no País seis semanas antes do início da Copa do Mundo. Em entrevista à Deutsche Welle (DW), o político da União Social-Cristã (CSU) revelou suas impressões.

DW: Na sua opinião, será que eu, enquanto fã do futebol, posso viajar despreocupado para a Copa no Brasil, diante da recente onda de violência no país?

Stephan Mayer: Nas grandes cidades do Brasil, a violência infelizmente faz parte do dia a dia. Mas isso não tem nada a ver diretamente com a Copa do Mundo. Cerca de 50 mil pessoas continuam perdendo a vida de forma violenta no País, a cada ano: a maioria delas nas favelas, nos bairros pobres.

É preciso observar de forma diferenciada o que acontece nos locais que realizarão a Copa, nos centros das cidades, nos estádios e em torno deles, nos aeroportos, nos hotéis, nas Fan Fests. Estou certo que nesses locais vai se zelar pela segurança. É claro que cada torcedor também tem a responsabilidade de se comportar com cuidado e sensatez. No Brasil, nas cidades grandes, a pessoa não pode passear por toda parte. Mas onde os torcedores normalmente ficam, as pessoas podem ir tranquilamente.

DW: A polícia brasileira não prima pela delicadeza. Inocentes têm sido mortos a tiros durante operações de segurança. Muitos dos agentes são, eles mesmos, criminosos. Como é que uma polícia dessas pode garantir a segurança?

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Stephan Mayer: Há muito tempo a polícia brasileira está precisando de uma reforma. Alguns departamentos policiais têm grandes problemas de corrupção, e parte são até mesmo integrantes do crime organizado. Mas eu prefiro não generalizar a questão. Obviamente os brasileiros têm plena consciência de que segurança é um aspecto importantíssimo da Copa do Mundo.

Eu fiquei com a impressão, sobretudo nas conversas com os secretários de Segurança Pública dos Estados, que o governo sabe perfeitamente como os agentes policiais se comportam e os observa com olhos de águia. Ele sabe que resultaria em má imagem para o Brasil se ocorrerem excessos de violência policial, como na Copa das Confederações. Eu espero que, com as experiências do ano passado, as autoridades tenham aprendido a apostar mais em estratégias de distensão e, sobretudo, a não confrontar com violência os manifestantes pacíficos.

DW: Tanto os brasileiros como estrangeiros que vivem no País costumam relatar sobre suas más experiências com a polícia. Quando alguém leva seus problemas até os agentes, eles geralmente só sacodem os ombros. O que os torcedores alemães com problemas podem esperar dessa polícia?

Stephan Mayer: Os brasileiros sabem que estão no foco da atenção internacional. Estou seguro de que os agentes policiais destacados para as áreas da torcida também serão acessíveis aos torcedores alemães. Além disso, há igualmente instâncias a se recorrer, do lado alemão. Em cada local de jogos haverá um encarregado para os turistas alemães; os consulados gerais e a embaixada vão disponibilizar funcionários de contato. Todo torcedor vai dispor dos números de telefone a serem utilizados em caso de emergência.

DW: O Brasil é o País do futebol, por definição. As pessoas lá já estão animadas com a Copa?

Stephan Mayer: Para nós foi uma surpresa constatar que o entusiasmo no País ainda não é tão pronunciado assim. Só metade dos brasileiros se mostra ansiosa pela chegada da Copa – número que poderia ser bem maior. Vê-se pouca alegria pela Copa em público. Por exemplo, não há bandeiras nacionais penduradas nas janelas. Claro que tudo isso pode mudar, se o torneio favorecer a seleção brasileira. Caso – contrariando as expectativas – ela seja desclassificada cedo, isso certamente não vai ser positivo para o clima no País. Segundo muitos dos nossos interlocutores, nesse caso, para os brasileiros acabou-se a Copa.

DW: Qual é o risco de que haja protestos durante a Copa do Mundo, como na Copa das Confederações?

Stephan Mayer: Seguramente não se pode excluir a possibilidade de protestos. Pode ser, perfeitamente, que os brasileiros utilizem a Copa como plataforma para chamar a atenção a reivindicações totalmente justificadas. O Brasil continua apresentando sérias injustiças sociais: uma grande diferença entre pobres e ricos, sistema de saúde ruim, sistema de educação e ensino em estado deplorável. Os brasileiros têm o direito legítimo de se manifestarem e apontarem para essas injustiças.

DW: Então, até que ponto o senhor consegue compreender e aceitar a crítica à Copa do Mundo?

Stephan Mayer: Há vozes críticas, claro, segundo as quais os gastos relacionados à Copa são inteiramente exagerados, e que seria melhor investir essas verbas em outros setores. Muitos brasileiros têm relativamente pouco a ver com o torneio, a maioria não vai nem ter o prazer de conseguir ingressos para as partidas. Obviamente, eu aceito que eles não entendam que o governo se empenhe tanto financeiramente enquanto outras coisas são deixadas de lado.

DW: O que a Copa vai trazer para o país?

Stephan Mayer: O Brasil é o quinto maior país, a sétima economia do mundo. Os brasileiros querem e devem ser levados a sério. Eles têm a oportunidade de ganhar um destaque extraordinário com grandes eventos esportivos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas. Essa enorme chance deve ser aproveitada.

http://noticias.terra.com.br/brasil/deputado-alemao-violencia-e-parte-do-dia-a-dia-no-brasil,47c97054d33c5410VgnCLD200000b0bf46d0RCRD.html

Ruy Castro: Pessoas dentro da farda. Ou: policial bom é policial morto! 182

Pessoas dentro da farda

30/04/2014 02h00

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RIO DE JANEIRO – A 13 de março último, o aspirante a oficial da PM, Leidson Alves, 27 anos, foi morto com um tiro na cabeça por traficantes durante um patrulhamento no morro do Alemão. Foi o 19º PM morto neste ano no Rio, sendo 13 em emboscadas parecidas –alguns quando estavam de folga. A 7 de abril, ao voltar para casa, outro PM, Lucas Barreto, 23, foi capturado em São Gonçalo e levado para uma favela. Deram-lhe oito tiros, a maioria nas pernas, e o jogaram num matagal.

Desde então, não sei a quantas anda a estatística de PMs cariocas mortos ou feridos –não em combate, como de praxe no ofício, mas pelas costas, à traição. Nem sempre os jornais registram que o policial assassinado era jovem, recém-casado, filho exemplar ou pai de filhos. Artistas da Globo não vão a seus enterros. Não se sabe de missas por suas almas e, na verdade, ninguém está interessado. É como se não houvesse uma pessoa dentro da farda.

Nas últimas “manifestações” no Rio, elementos brandiram cartazes dizendo “Fora UPP” e “UPP assassina”. É fácil protestar contra as Unidades de Polícia Pacificadora. Quando um policial comete um excesso ou mata alguém, pode enfrentar processo, ser expulso da polícia ou ir preso. Mas ainda não se viu nenhum cartaz dizendo “Fora traficantes”. E, no entanto, contra a violência destes, não há recurso –a comunidade tem de aceitar calada os tapas na cara, o estupro de suas filhas e as execuções sumárias de quem eles considerem suspeitos.

É difícil acreditar que essa hostilidade à polícia parta de gente de bem nas comunidades. Os números mostram que, com as UPPs, as mortes diminuíram, os serviços aumentaram e sua economia cresceu.

Tais dados são lesivos, isto, sim, aos traficantes, às milícias, aos que vivem das migalhas do crime e a políticos que, para sobreviver, precisam que as UPPs fracassem.

Fonte: Folha de São Paulo

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Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610,  de 19 de Fevereiro de 1998.

Luiz Flávio Gomes: O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo 58

O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Se você está na Gávea, no Rio de Janeiro, e caminha dez minutos, chega a uma grande favela (uma das maiores do mundo). Essa caminhada de dez minutos significa a perda de mais de 13 anos na expectativa de vida (veja Empoli). O local em você se encontra retira anos da sua expectativa de vida. Muitos estrangeiros virão para o Brasil para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Talvez não tenham consciência exata dos riscos que estarão correndo. Somos o 15º país mais violento do planeta (conforme os números da ONU de duas semanas atrás) e das 50 cidades mais violentas do mundo, 16 estão aqui. São mais de 53 mil assassinatos por ano.

Imagine um estrangeiro de um desses países econômica e socialmente “escandinavizados” (Dinamarca, Suécia, Suíça, Bélgica, Holanda, Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Alemanha etc.). Nos seus países eles têm (em média) apenas um homicídio para cada 100 mil pessoas (veja nossas estatísticas no Instituto Avante Brasil)? Os Estados Unidos têm 5 (embora seja um império capitalista)? O Brasil tem 27? Quando um “escandinavizado” colocar os pés no Brasil, seu risco de vida já aumenta 27 vezes. E conforme a capital em que ele estiver, sua expectativa de vida vai reduzir drasticamente.

O que os “escandinavizados” estão mostrando para o mundo? O seguinte: quanto mais igualdade material e social, menos violência (menos crime). Esses países possuem as seguintes médias: PIB per capita de USD 50.084, Gini de 0,301 (pouca desigualdade e, ao mesmo tempo, pouca concentração da riqueza nas mãos de pouquíssimas pessoas), 1,1 homicídios por 100 mil habitantes, 5,8 mortos no trânsito por 100 mil pessoas, 18.552 presos (na média) e 98 encarcerados para cada 100 mil pessoas.

Vamos comparar os números (não os países): O Brasil conta com renda per capita de USD 11.340, Gini de 0,519 (0,51: país exageradamente desigual), 27,1 assassinatos para 100 mil pessoas, 22 mortos no trânsito para cada 100 mil, quase 600 mil presos, 274 para cada 100 mil habitantes. Somos 27 vezes mais violentos que a média dos países mais civilizados do planeta. A palavra chave para explicar tudo isso se chama igualdade, porém, não a igualdade puramente formal, sim, material, social, cultural etc. E isso se consegue por meio de (a) educação de qualidade para todos e (b) aumento da renda per capita.

A única maneira de salvar o planeta das tragédias anunciadas (rebelião dos pobres, revolução dos indignados, sangue das guerras, mutilações decorrentes dos conflitos etc.) é melhorar a qualidade de vida de todo mundo. Os “escandinavizados” (Suécia, Noruega, Islândia, Holanda etc.) são os únicos que estão salvando o capitalismo desigualitário do seu desastre final. São dignos de ser copiados. Não temos, portanto, que nos comparar a eles, sim, copiar o que eles estão fazendo de certo (e deixar de fazer as coisas erradas).

Luiz Flávio Gomes

Publicado por Luiz Flávio Gomes

Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz.

Sistema Policial Falido – Pode baixar as portas e encerrar as atividades 107

Sistema Policial Falido
De vítima do descaso à vítima fatal
Tanto na delegacia como na abordagem policial

Erro de interpretação? Erro grave?

É muito mais do que isso. É puro despreparo, desequilíbrio emocional, quiça falta de vocação profissional. É um sistema policial adoecido, ultrapassado, apodrecido que não atinge aos anseios sociais, na medida em que seus integrantes não conseguem entender que suas atribuições existem para proteger e servir aos cidadãos de bem que são a quase totalidade do organismo social e ainda conseguem protagonizar eventos graves como os acontecidos nos últimos dias.

A repercussão dessa notícia vai robustecer a imagem de terra sem lei que o Brasil tem no exterior, mormente às vésperas dos grandes eventos desportivos internacionais que se avizinham. Vai o alerta aos turistas antes de saírem de seus países: Vocês vão, mas não garanto que voltarão.

Um cidadão de bem, aproveita seu descanso semanal para resolver um problema pessoal que sequer era noticiar uma infração penal em boletim de ocorrência policial, mas tão somente obter um documento público para poder se ressarcir de pequenos danos em seu veículo.

Não se utiliza da festejada delegacia de polícia eletrônica para registrar o fato porque sua empresa seguradora não aceita documento lavrado na citada delegacia virtual, vai numa delegacia do município onde reside, acompanhado da noiva e a partir daí começa seu calvário: “ Horas de espera e o incrível, inverossímil, inacreditável e inaceitável acontece. Dentro da repartição pública onde, em tese, seria o local mais seguro para abrigá-lo, do nada, surgem disparos só desfechados por policiais que acabaram por atingi-lo mortalmente.”

Agente de telecomunicação não tem, entre suas atribuições, a de fazer a proteção das pessoas e da repartição pública. Não tem atribuição de fazer investigação de campo. Não é uma questão de ter agido com culpa ou dolo, mesmo diante de uma falsa percepção da realidade não teria qualquer motivo para sacar de uma arma e efetuar disparos a esmo, sem alvo, sem motivo, só parando por ter sido baleado por outro policial da mesma equipe de plantão. O verdadeiro policial é o que se encontra preparado para enfrentar o perigo procurando demovê-lo preservando sua segurança e a de terceiros.

Como numa abordagem veicular, onde uma vítima de sequestro relâmpago, ao ver a viatura policial, momentaneamente acreditando que estava salva, ao sair do veículo, segurando um celular, pode ser , por erro de interpretação, confundida como se fosse o marginal e fuzilada por policiais?

Lamentável. Puro Despreparo. Falta de profissionalismo, motivação, estresse no trabalho com necessidade de fazer bico oficial ou não, baixa remuneração com problemas econômicos domésticos ou não dela decorrentes, enfim, sistema policial apodrecido, falido, arcaico, oceano para poucos e deserto para quase todos, a corte para os amigos do rei e o lixo para todos os demais.

Passou da hora desse sistema de segurança falido ser repensado, reorganizado, remodelado de modo a atender os reclamos sociais.

Que Ele ilumine os dois e seus familiares e também proteja os policiais para não protagonizarem fatos tão lamentáveis.

liquidação

Injustiça para dar satisfações ao governador e a mídia, não! 73

joao2

  1. Vou repetir, devagar com o andor, essa historia de autuar o Agente de Telecomunicações por homicídio doloso é a maior heresia jurídica que já vi e ouvi em minha vida;  para se caracterizar o dolo e necessário a vontade de matar.
    O Agentepol teve-a ?
    Por obvio que não , acreditou que a delegacia estava sob ataque e reagiu como qualquer policial reagiria.
    Muita cautela Dr. Nestor Sampaio, injustiça para dar satisfações ao Governador e a mídia não.


João Alkimin

 

Médico morto por agente de telecomunicações: despreparo , imbecilidade ou fobia ? 178

Agente que disparou ao entrar em DP é indiciado por homicídio

Episódio que levou à morte do médico Ricardo Seiti Assanome, baleado dentro do 2º Distrito Policial de Santo André, está sendo investigado pela Policia Civil

28 de abril de 2014 | 13h 14
Laura Maia de Castro – O Estado de S. Paulo

Atualizada às 15h11

SÃO PAULO – O agente de telecomunicações André Bordwell da Silva, responsável pelos disparos que mataram o médico Ricardo Seiti Assanome, de 28 anos, dentro do 2º DP de Santo André no sábado, 26, foi indiciado por homicídio doloso – quando há intenção de matar. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o policial será preso em flagrante assim que deixar o hospital, onde está internado sob escolta policial. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.

De acordo com a SSP, o tiroteio que aconteceu na delegacia começou quando policiais civis confundiram a entrada de um policial militar à paisana, que estaria fugindo de criminosos que o perseguiam, com um ataque de bandidos.

No tumulto, as pessoas que estavam lá para registrar ocorrências, como Assanome, correram para as áreas internas do DP na tentativa de se proteger. Segundo a SSP, foi neste momento que Bordwell teria atirado contra as pessoas por acreditar que se tratava de uma ação de criminosos no distrito policial. Duas pessoas foram baleadas, entre elas o médico que não resistiu aos ferimentos.

Ainda de acordo com a secretaria, durante a confusão um investigador também fez um disparo, acertando o agente de telecomunicações. Os criminosos que estariam perseguindo o PM que entrou na delegacia fugiram e não fizeram disparos nem tentaram entrar no local.

Enterro. Cerca de 200 amigos e familiares acompanharam o velório e o enterro de Assanome nesta segunda-feira, 28, no Cemitério Municipal Bairro Paulicéia, em São Bernardo do Campo.

A mãe do medico chegou ao local pouco antes das 11h amparada pelos dois braços, chorando e gritando.

Segundo uma amiga da namorada de Assanome, ele e Cintia Akemi estavam planejando se casar no final deste ano depois de mais de 10 anos juntos. “Estava quase tudo pronto”, lamentou.

Uma professora do médico lamentou a morte na saída do cemitério e disse que ela tem de trazer reflexão para a população. “Essa guerra de gente inocente morrendo todo dia não dá mais.Precisamos parar e refletir que rumo isso vai tomar na vida da gente porque não é possível perder um jovem que podia estar começando uma vida dessa maneira”, disse Denise de Oliveira.

Forças Armadas profundamente aborrecidas com os rumos do governo do PT falam em mobilização 67

RCG.
Coloque por favor em letras garrafais a que ponto chegamos.
Até os militares estão de saco cheio com esse desGOVERNO.
Já falam em paralisação.
Esse e o momento esperado para as mudanças neste país.
Forças armada e Policias Civil e Militar unidas para mudança neste querido BRASIL.
Sabemos que queremos o melhor para nós, para este país.
O momento de mudança é agora.
Veja tb que o crime tomou conta do País.
Bandidos enfrentam as policias.
Políticos malditos fazem o que querem e são impunes.
Não precisamos mais de provas de que tudo esta errado, o governo precisa acordar para a situação em que estamos.
Morre mais gente aqui que no governo ASSAD.
Queremos um país livre, onde o cidadão seja tratado com respeito, moradia, saúde, segurança etc etc etc etc…..
Não creio que o povo e nós queiram um golpe neste país, sou realmente contra.
Mas podemos mobilizar forças para o START do governo, que esta em um marasmo de fazer inveja.
De verdade essa revolta de muitos e enfrentamento com a Policia é o resultado de uma politica em desfavor dos mais carentes.
O que fazer se não se tem perspectiva na vida.
A razão vai embora e aí a revolta de muitos, partindo para o lado do crime.
Policia é massa de manobra destes governos.
Jamais são a favor de golpe mas vamos dar uma resposta no voto.

“ Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu…”

“Nos vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL…”

Dia 24 de abril ocorreu nova reunião no Ministério da Defesa, com a presença de Ari Matos Cardoso, Secretário Geral do ministério. No evento compareceram varios políticos e representantes de associações. O deputado Izalci, do PSDB, que se apresentou como “defensor das Forças Armadas”, logo de início disse que defende a criação de uma espécie de comissão no Ministério da Defesa voltada exclusivamente para a questão de remuneração dos militares. Segundo o deputado, todas as categorias que fazem paralisação conseguem ter suas reivindicações atendidas, mas os militares, que não podem se sindicalizar nem fazer greves, permanecem com enorme defasagem salarial.

Recentemente os policiais da Bahia realizaram uma greve, considerada ilegal, e os militares federais foram deslocados para reforçar a segurança do estado. Os policiais conseguiram seu reajuste.

Ari Matos Cardoso disse que o Ministério da defesa já construiu uma política de remuneração dos militares, que teve a aprovação dos três comandos, que deve ser apresentada ainda esse mês. Segundo o mesmo, o documento será um instrumento orientador para a valorização da carreira militar.

O senador Paulo Paim, quando assumiu a palavra logo mencionou a questão do inacreditável valor do salário família dos militares, que é de 16 centavos, valor ridículo, que só ganhou evidência nacional após um já conhecido militar carioca, sargento Vinícius Feliciano – em ação ousada – escalar a estátua do Marechal Deodoro usando uma camisa com a frase “Não é só por R$ 0,16”

As falas da maioria das pessoas foram dentro da tão conhecida, e já angustiante, ética parlamentar. Que acaba, pelo excesso de gentilezas e atenuantes linguísticos, fazendo parecer que os temas tratados não são tão urgentes e importantes quanto na verdade são. Fugindo dessa regra surge a Senhora Kelma, presidente da Unifax. Kelma Costa não poupou palavras de indignação. Ela parece saber realmente o que são as privações passadas pela família militar, e cremos que deixou o Ministério da Defesa bastante preocupado depois de ouvir suas palavras.

Kelma começou sua fala perguntando: “ _Ha quanto tempo que se sabe disso? Quando você sabe de um problema e não busca uma solução demonstra-se com isso algumas coisas. Ou é falta de vontade de resolver. Porque se for falar que é questão de dinheiro eu vou ter que desmentir, porque no Brasil, aonde se tem dinheiro pra tudo é complicado acreditar e passar isso pra tropa hoje. Isso não pode ser mais justificativa. A questão dos 28.86% é uma questão agora de execução…
Ela continuou. Ao seu lado Ari Matos mantinha o semblante fechado. “O que eu preciso saber é o seguinte: se tudo isso que se disse aqui já se sabe desde 2005, então, sair daqui ou nos deixar novamente no vácuo, sem uma resposta, uma data, um preto no branco, seria simplesmente a defesa se colocar numa posição omissa. Ou de que não quer resolver ou de que joga a bola pra Presidente. E os militares vão saber o seguinte, nós então estamos sem representação, nós não temos mais a quem recorrer a não ser o comandante supremo…”

O senhor lembra que eu estive aqui em manifestação no ano passado… estivemos em reunião com o senhor… no dia seguinte voltamos em manifestação… buscando de alguma forma chamar a atenção do Ministério da Defesa pra essa situação que eu to apresentando pro senhor um ano depois, e nada foi feito. Eu disse, então nós vamos pro Congresso, do Congresso partimos pro Senado, e as coisas cresceram e a tendencia agora é crescer muito mais. Porque eu vou dizer uma coisa pro senhor doutor Ari, eu estou com quatro ônibus de militares da reserva preparadinhos, porque se não for tomada uma decisão nós vamos vir pra cá.

Nós vamos fazer como todo mundo faz, prender um é fácil, prender dois é fácil. Eu quero ver prender TRÊS MIL, QUATRO MIL, aí vai complicar a situação. Eu vou dizer pro senhor que o meu marido é um desses que está cansado, sobrecarregado, endividado, e esperando, esperando… Vai ter que acontecer igual acontece aí, uma hora vamos parar, vamos parar com tudo e quem tiver que prender prenda e quem tiver que arcar com as consequências que arque… Se prender meu esposo o Ministério vai ter que mandar prender ele e eu. Porque o senhor vai levar e eu vou ficar sentada do lado de fora esperando ele sair, ou dentro da cela com ele. Vai ser um trabalho dobrado.

A senhora Ivone Luzardo descreveu uma mensagem que recebeu de um militar: “Eu quero entrar no Congresso armado… se eu tiver uma chance não sobra um.” “A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?” Disse Luzardo

Pelo conteúdo dos discursos conclui-se facilmente que a situação está no limite. As falas dos representantes nos levam a crer que em um momento como esse qualquer coisa pode acontecer.

Essa semana mesmo o grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca Mais) criou uma grande lista, exemplarmente democrática, em repúdio ao governo atual. Em poucos dias o documento já conta com mais de 2 mil signatários. Imaginem um grande grupo de militares da reserva, generais que ocuparam altos cargos, coronéis, capitães, sargentos… Caminhando silenciosamente e simplesmente se posicionando em frente ao Palácio do Planalto. Imaginem que eles permaneçam ali por vários dias seguidos… Que cena! Que repercussão incrível causaria!

Qual será o tamanho do prejuízo político se a sociedade perceber que as Forças Armadas estão insatisfeitas com o governo, a ponto de atitudes extremas, como mencionou a senhora Kelma Costa?

Fodido e mal pago diz : petistas são incompetentes, mentirosos, covardes e chorões…( Além de ladrões ) 218

Que mané racismo! É por essas e outras que eu tenho verdadeiro nojo de quem se declara esquerdista. Eu não conheço um que não seja mentiroso e falsificador da história. Tudo pra esses caras é conspiração. “Cuba não é uma potência por causa da conspiração da elite iluminatti… o Brasil não se torna a maior potência do mundo por causa da classe média atrasada que não deixa instalar o socialismo… o mensalão é apenas uma tentativa de golpe da elite branca de olhos azuis…”
O fato é que o PT é uma máfia: mata desafetos (incluídos seus políticos), desvia dinheiro dos pobres, arrebenta com a reputação de quem não lê sua cartilha.
Olhem o caso desse nojento que governa o Acre: o cara, sem avisar ninguém, manda centenas de coitados pra São Paulo e, quando a imprensa divulga, sai correndo pra Internet pra acusar o povo paulista de higienista e preconceituoso.
Esses petistas são incompetentes, mentirosos, covardes e chorões. Estão há 12 anos no poder e não mudaram absolutamente nada… quer dizer, os banqueiros nunca ganharam tanto!!!