TRF decide que Lei da Anistia não protege os militares que cometeram crimes 68

Tribunal do RJ reabre processo sobre morte de Paiva na ditadura
11 Set 2014

Por unanimidade, segunda turma do TRF decidiu que Lei da Anistia não protege os militares que cometeram crimes
Família de Rubens Paiva comemora a decisão; advogado que defende os acusados afirma que vai recorrer
MARCO ANTÔNIO MARTINS DO RIO

A Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, com sede no Rio, decidiu nesta quarta (10), por unanimidade, restabelecer a ação penal que apura a morte e o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva, em janeiro de 1971.

Pela primeira vez, a Justiça brasileira decidiu que os crimes praticados por militares durante a ditadura (1964-85) são crimes contra a humanidade. “Os crimes cometidos contra a humanidade não podem ser abraçados pela Lei de Anistia”, afirmou a procuradora Silvana Batini.

Os três votos a favor do processo descartaram as alegações dos militares de que o crime prescreveu e de que eles não poderiam ser julgados pela Lei de Anistia.

“O crime não prescreveu porque o corpo de Rubens Paiva não apareceu”, declarou o desembargador Messod Azulay, relator do caso.

“Não podemos admitir que alguém use farda e fuzil para matar um brasileiro. Nossa Constituição não tutela o terror. Isso não é compatível com a democracia”, disse em seu voto o desembargador federal André Fontes.

O processo estava parado desde um habeas corpus impetrado por cinco militares acusados de assassinar e ocultar o corpo do ex-deputado. Eles pediam a prescrição do crime e alegavam incompetência da Justiça Federal em julgar o caso.

Os militares são acusados pelo Ministério Público Federal de homicídio, ocultação de cadáver, associação criminosa e fraude processual. A defesa irá recorrer da decisão. “Respeitamos a decisão porque assim é o jogo democrático. Vamos para uma corte superior”, disse o advogado dos militares, Rodrigo Roca.

O andamento do processo estava suspenso pelo relator, Messod Azulay, até o julgamento do habeas corpus. Com a decisão, o processo volta a seguir na Justiça Federal.

A família de Rubens Paiva comemorou: “Nós nunca perdemos a esperança. Eu, minha família, meus irmãos. Esperamos 43 anos por isto. Queremos que as pessoas sejam julgadas”, disse Vera Sílvia Paiva, filha de Paiva.

Em 26 de maio passado, a Justiça Federal do Rio havia recebido denúncia que indicava tortura e assassinato de Rubens Paiva dentro do DOI (Destacamento de Operações de Informações), no Rio.

O general José Antonio Nogueira Belham, então comandante do DOI, e o ex-integrante do Centro de Informações do Exército, Rubens Paim Sampaio, foram denunciados por homicídio triplamente qualificado. A pena, caso eles sejam condenados, é de 37 anos e meio de prisão.

O coronel reformado Raymundo Ronaldo Campos e o militar Jurandyr e Jacy Ochsendorf e Souza são acusados de ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa armada. As penas para os crimes, somadas, podem chegar a dez anos de prisão.

O Ministério Público Federal ainda pede que os militares deixem de receber suas aposentadorias e que os órgãos militares retirem medalhas e condecorações obtidas por eles ao longo da carreira.

Na sexta (12), às 13h, o Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio e a Federação Interestadual de Engenheiros vão inaugurar um busto de Rubens Paiva próximo ao 1º Batalhão da Polícia do Exército.

A TRAJETÓRIA DE RUBENS PAIVA
Rubens Beyrodt Paiva – Nasceu em Santos em 1929. Formou-se em engenharia pelo Mackenzie em 1954. Atuou na campanha “O petróleo é nosso”

Deputado federal – Em 1962, é eleito deputado federal pelo PTB-SP. Participa da CPI do Ipes-Ibad, instituição que articula o golpe militar

Golpe e Exílio – Após o golpe de 1964, Paiva é cassado com base no Ato Institucional nº 1 e se exila na Iugoslávia e depois na França

Retorno e mudança – Em 1965 volta ao Brasil. Leva sua família para o Rio, mas mantém contato com exilados

Desaparecimento – Em 1971 é levado por militares da Aeronáutica e desaparece. Militares alegam que ele foi resgatado por “terroristas”

Revelação – O médico Amílcar Lobo, que atuava no DOI-Codi, revela em 1986 que Rubens Paiva morreu por causa da tortura

Farsa – Em 2013, o coronel Raymundo Ronaldo Campos admite, para a Comissão da Verdade do Rio, a farsa para encobrir a morte

Acusação – Em 2014 a Comissão Nacional da Verdade acusa o general José Belham pela morte. Ele nega.

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

Fernando Capez – Elevação do nível de escolaridade para ingressar na carreira de Agente Policial…( Agente não é motorista! ) 155

Elevação do nível de escolaridade para ingressar na carreira de Agente Policial

O Presidente da Associação dos Agentes Policiais Civis do Estado (AGEPOL), Nelson Leone, reuniu-se com o Deputado Fernando Capez para solicitar ao parlamentar mudanças na legislação, no sentido de elevar o nível de escolaridade exigido para o ingresso na carreira de Agente Policial Civil.

Após ouvir as justificativas do Presidente da AGEPOL, Capez encaminhou a Indicação n. 4.240/2013 para o Governador Geraldo Alckmin, sugerindo que os órgãos competentes realizem estudos e adotem providências para o encaminhamento à Assembleia Legislativa de projeto de lei complementar que determine a elevação da escolaridade.

A elevação do nível de escolaridade visa a uma melhoria tanto acadêmica quanto técnica para os ocupantes de cargos da carreira policial, com o intuito de atender o interesse público no desempenho de suas funções.

Há muito tempo, a questão da melhoria das condições de trabalho e da valorização dos policiais civis vem sendo discutida em todo o território brasileiro, principalmente em São Paulo. Para Capez, retroceder em qualquer carreira é o mesmo que desvalorizá-la.

O CU DO MUNDO DA POLÍCIA CIVIL – Delegacia do Guarujá não deu a menor importância para o desaparecimento do agente policial Marcelo Lepiscopo 84

Delegado diz que “o fato de alguém vir à delegacia não enseja você sair em diligências sem qualquer informação”.

Então o que ensejaria ?

Absurdamente,  mas não é a obrigação da Polícia Civil buscar as informações necessárias ?

Se se tratasse de alguém valoro$o , um empresário , político ou bacana qualquer , certamente, o Dr. Rossi teria convocado extraordinariamente todo o efetivo da cidade para a realização das diligências…

– Não é ?

Mas como o suposto sequestro envolvia um simples agente policial lançaram o carimbo de praxe : FODA-SE !

Não à toa que – em pouco menos de um mês – é a segunda intervenção da Corregedoria Geral da Polícia Civil naquela circunscrição.

Aliás, que aparentemente só funciona sob pressão ou quando supervisionada pelo GAECO. Exemplos: a morte do ex-secretário da municipalidade  encomendada por empresários e o caso do turista morto pelos donos de um restaurante.  

https://flitparalisante.wordpress.com/2014/08/12/corregedoria-acusa-policiais-da-delegacia-sede-do-guaruja-de-eventual-favorecimento-a-membro-do-pcc/

Observem a inclinação dos militares pela covardia e mentira: Coronel do Exército tira o rabo da reta e acusa a Polícia Civil de São Paulo pelas torturas aos esquerdistas 30

Em depoimento, coronel confirma ter havido de ‘castigo físico’ na ditadura

MATHEUS LEITÃO
DE BRASÍLIA

09/09/2014 19h16

Em depoimento realizado nesta terça-feira (9) à Comissão Nacional da Verdade, o coronel da reserva Pedro Ivo Moezia confirmou a existência de “castigo físico” contra esquerdistas realizada pela Polícia Civil de São Paulo durante a ditadura militar (1964-1985).

O coronel também afirmou haver uma estrutura paralela dentro das Forças Armadas para obter informações de organizações armadas de esquerda durante o regime – sem especificar sua forma de funcionamento. Moezia negou, no entanto, a existência de sessões de tortura no Doi-Codi de São Paulo, um dos principais centros de repressão à esquerda armada no regime militar.

“Diziam vamos trabalhar o preso, nisso você pode imaginar um monte de coisa. […] Ninguém desconhece que o método da polícia sempre foi esse: o do castigo físico”, disse. “Institucionalmente não havia a tortura, mas só um idiota imagina que não exista. No Doi eu nunca presenciei”, afirmou.

Chefe da equipe de interrogatório e depois da área administrativos do Doi-Codi, Moezia foi subordinado do general reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra no aparato de combate a militantes esquerdistas em São Paulo entre 1970 a 1974.

No período, pelo menos 60 militantes de esquerda perderam a vida pela atuação do órgão. Centenas foram submetidas à tortura, de acordo com depoimentos. Moezia esteve no Doi-Codi, sob o comando de Ustra, entre o final de 1970 até meados de 1972. “Existem métodos mais persuasivos do que bater. Ninguém morreu ou foi assassinado no Doi-Codi enquanto estive lá. Houve, sim, morte por acidente, como ataque cardiaco”.

Moezia defendeu Ustra, a quem definiu como “maior herói do Exército” e um “injustiçado” que “devia obediência a superiores”. Segundo ele, o Exército leva “mais fama do que cama”.

Apesar de negar a existência de tortura no Doi-Codi, o coronel defendeu o castigo físico como forma de obter informações “para preservar a vida humana”. “Você me pergunta se esta certo impor sofrimento físico a alguém para que ele confesse um crime? Eu acho que está certo. Eu apoio que imponha o sofrimento físico para preservar a vida humana”, afirmou Moezia.

Moezia afirmou ter “orgulho” de sua participação na ditadura e disse não ter “arrependimentos” pelo trabalho no Doi-Codi de São Paulo no início dos anos 70.

Na avaliação do coordenador da Comissão Nacional da Verdade, Pedro Dallari, é importante “o reconhecimento de que havia uma estrutura paralela voltada a pratica de graves violações aos direitos humanos”. “Já havíamos registrado a pratica de tortura na Polícia Civil”, disse.

“Há pessoas com mãos sujas de sangue e outros não. Ele aparentemente não tem. Já o Ustra, por exemplo, sim. Há quadros que sabiam da existência da tortura, se beneficiavam dela, mas não participavam”, afirmou Dallari.

Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.‏

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INSTITUIÇÃO MALDITA – Polícia acusa Investigador encontrado morto de envolvimento com drogas… 61

Investigador de Diadema que estava desaparecido é achado morto no Guarujá

A polícia informou que ele estaria envolvido em algum esquema de droga

Do R7, com Rede Record

O corpo de um investigador da Polícia Civil de Diadema, cidade do ABC Paulista, foi encontrado em um terreno na Vila Baiana, periferia do Guarujá, litoral de São Paulo, nesta terça-feira (9).

As informações iniciais são de que o investigador chama-se Marcos. A polícia do Guarujá e de Diadema investigavam o desaparecimento dele e um suposto envolvimento com drogas.

O Delegado Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Luiz Mauricio Souza Blazeck, está no litoral para acompanhar o caso.

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O policial é sequestrado , a instituição se omite e quando do encontro do cadáver se apressa em assassinar a honra do falecido.

Parabéns à Polícia Civil!

POLÍCIA CIVIL DE CAMPINAS É OBRIGADA A SEGUIR A “CARTILHA DE ATENDIMENTO DE OCORRÊNCIAS” FEITA PELA POL ÍCIA MILITAR DO 47º BATALHÃO 75

———- Mensagem encaminhada ———-
De:
Data: 9 de setembro de 2014 10:54
Assunto: sofrimento da PC de Campinas
Para: dipol@flitparalisante.com

Dr. Guerra solicito apenas anonimato como condição para publicação da matéria para não ser perseguido e punido pela administração da polícia civil.
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POLÍCIA CIVIL DE CAMPINAS É OBRIGADA A SEGUIR A “CARTILHA DE ATENDIMENTO DE OCORRÊNCIAS” FEITA PELA POLÍCIA MILITAR DO 47º BATALHÃO (cartilha em anexo)

Caro Dr. Guerra, os policiais civis de Campinas recorrem a este canal de comunicação para INFORMAR O ABSURDO que a Polícia Civil de Campinas está sendo submetida, sobretudo na área da recente inaugurada 2ª Seccional que esta sendo usada de cobaia e sendo praticamente pisoteada pelos oficiais do 47º Batalhão da Polícia Militar que manda e desmanda, pois não estão apresentando nenhuma ocorrência que atendem e o pior é que ligam no plantão policial para “dar ciência” ao delegado de plantão da ocorrência atendida para que se ele quiser que se desloque ao local e colha os dados da ocorrência do BOPM deles para que seja feito o boletim de ocorrência da PC e a justificativa deles é que assim agindo as suas viaturas voltam mais rápido para o patrulhamento e eles esquecem que o registro da ocorrência é mais uma etapa do atendimento da ocorrência e não um favor para a PC. O representante da Polícia militar mente descaradamente,
conforme publicação da matéria na imprensa para dar validade a suas atuações (confira no http://correio.rac.com.br/_conteudo/2014/08/capa/campinas_e_rmc/197621-pm-muda-regra-para-agilizar-boletim-de-ocorrencia.html), mentiras estas da PM que conhecemos muito bem, pois não existe demora alguma no registro de boletins de ocorrência, mas eles tem que justificar as suas ações de alguma forma e nada melhor que dizer aos quatro ventos que a Polícia Civil demora para fazer os registros dos policiais e que eles “os baluartes da justiça” estão sendo prejudicados no atendimento da população como se a Polícia civil Paulista não existisse. Esta parecendo que uma mentira da PM levada para a imprensa, aquela mesma imprensa que é abastecida exclusivamente pelas “entrevistas” dos PM, vale mesmo mais que 10 verdades, como já ouvi nos contos policiais. Existem vários casos já relatados em boletins de ocorrência, ofícios diversos para a
seccional, reuniões aos montes só que até agora o resultado é um monte de ocorrências não registradas e ocorrências graves como tentativas de homicídios que posteriormente evoluem para homicídio consumado que o local foi prejudicado para as investigações, objetos e veículos deixados no local de crime, sem falar nas prerrogativas dos delegados que estão sendo colocadas debaixo do tapete ou melhor debaixo do tapete do 47º btl e dos oficiais da pm que estão se aproveitando da inércia e espírito de conversar da Polícia Civil para implantarem seus “projeto piloto” sem nenhuma legalidade e que contraria o CPP, resolução da própria secretaria de segurança e até as regras da própria PM que mandam eles apresentar todas as ocorrências nos Distritos Policiais e eles ignoram esta determinação. Só para citar um dos pontos escabrosos, além dos homicídios não apresentados, se a vítima detém o ladrão, eles servem de “taxistas”
e apenas descarregam as partes no DP para que a vítima se vire para apresentar a ocorrência porque entendem que não são condutores ou testemunhas mesmo tendo algemado e colocado o indivíduo no chiqueirinho da viatura. Isso também é feito no caso de carro localizado em que a vítima se vira no DP para apresentar o carro e registrar a ocorrência. Sem falar nas ocorrências de tentativa de homicídio em que são acionados no PS e eles simplesmente fazem o BOPM e mandam a vítima ou familiar registrar a ocorrência depois. E o que acontece com a PM? nada, até parece que voltamos aos tempos da ditadura. A intenção da PM é implantar este “projeto” que acaba com a Civil e prejudica a população em todo o Estado e a informação que tenho é que já foi apresentado para o Comando Geral deles e a pergunta que fica é o que a Polícia Civil está fazendo para acabar com esta aberração? Isso para o resto do Estado porque em Campinas pelo visto já
era.  (peço apenas anonimato para não ser perseguido e punido pela mesma polícia que tendo defender)

cartilha do 47 PM.pdf

Diretoria do Complexo Judiciário proíbe acesso de viaturas da Polícia Civil ao Fórum Criminal da Barra Funda 66

———- Mensagem encaminhada ———-
De:
Data: 9 de setembro de 2014 00:50
Assunto: Segregação, discriminação e contrangimento ilegal contra policiais civis
Para: dipol@flitparalisante.com

“O direito de ir e vir só pode sofrer algum impedimento por justo motivo e após uma decisão fundamentada de uma autoridade judicial (juiz).
O fato de uma pessoa ser impedida de se locomover (ir e vir), sem justo motivo e sem uma decisão fundamentada de uma autoridade judicial causa constrangimento ilegal para quem o sofre, configura abuso de autoridade para quem o pratica (se for autoridade).”

Olá Guerra, há cerca de duas semanas atrás até a presente data os policiais civis que trabalham no expediente das delegacias da capital e tem que se dirigir ao Fórum Criminal da Barra Funda estão sendo impedidos de acessar com suas viaturas a rampa de entrada do fórum.
Normalmente todos os policiais civis que fazem o expediente levam flagrantes, cópias de flagrante ao ministério público e defensoria, laudos, armas e objetos e  utilizavam-se  da rampa para poder estacionar suas viaturas  e dar andamento mais rápido ao serviço.
Contudo de forma ilegal, ameaçadora e constrangedora os policiais civis são impedidos de acessar tal local por seguranças contratados  de certa empresa de vigilância do fórum.
Tais seguranças dizem seguir determinação da juíza  Diretora do Complexo Judiciário, Dra. Maria de Fátima dos Santos Gomes Muniz de Oliveira.
Dizem  que sob a alegação de que as viaturas estariam ocupando espaço destinado às vagas ali existentes de idosos e de que a OAB/SP teria oferecido representação.
Sendo que até o momento nenhum documento foi apresentado aos policiais neste sentido que servisse como fundamento para a decisão da juíza.
 Assim , os policiais são obrigados a estacionar suas viaturas  há uma distância equivalente a quatro quarteirões andando debaixo de sol ou chuva para poder levar seus flagrantes, objetos e armas para dentro do fórum.
Cabe ressaltar que na rampa em questão há lugar demarcado das vagas dos idosos e espaço suficiente não demarcado para que as viaturas ali pudessem permanecer até a conclusão dos trabalhos realizados pelos policiais civis.
A maioria desses policiais são idosos que tem problemas de saúde, problemas de locomoção, alguns recém-operados e que dedicaram toda uma vida a uma carreira menosprezada pelo estado-patrão,  e que irão se aposentar ganhando 10%  do salário de um juiz de direito.
Após muita reclamação houve autorização  de boca para aqueles que transportem muito material possam estacionar na rampa da discórdia, contudo o policial deve exibir ao  segurança tal material para que este autorize a subir na rampa.
Muitos desses vigilantes gostam de crescer pra cima dos policiais.  É a banana comendo o macaco.
Como não  bastasse a humilhação com que o Governo do Estado de São Paulo tratam seus policiais estes ainda são obrigados a se reportar a vigilantes, sofrendo constrangimento ilegal  para exercerem suas funções.  De muito bom grado seria que a excelentíssima   juíza decretasse a proibição total de entrada de policias civis naquele fórum criminal e fizesse o atendimento num balcão do lado de fora do complexo judiciário determinando que os funcionários daquele tribunal  protocolasse os materiais e papéis que os policiais ali trouxessem.
Os bandidos, seus defensores e aqueles que segregam e discriminam policiais ficariam mais contentes e os policiais civis que fazem o expediente também, pois não teriam que passar por tanta humilhação.
Guerra, se achar que deva publicar um post  pode modificá-lo de modo que não o prejudique e gostaria que fosse de forma anônima, pois temo por  eventuais perseguições de nossa administração.
Muito nos ajudaria sua opinião para saber que providências podemos tomar a respeito deste assunto.
Obrigado.
 

 

Oficial denuncia aparelhamento político do novo DETRAN-SP 20

Sob o anonimato que me foi assegurado pelos administradores dessa página, e com total compromisso com a verdade irei expor um drama.

Não posso dar maiores detalhes, pois sou um oficial administrativo que teve um bom destaque nos últimos anos.

Trabalhava num setor que era conhecido como a curva de rio da diretoria de veículos. Reerguemos o referido setor a partir de 2012 priorizando o atendimento ao cidadão e humanizando o atendimento as ciretrans. Foram sábados, domingos, noites e madrugadas a fio para colocar o serviço em ordem. No ponto alto de nosso serviço, chegávamos a atender as solicitações simples via email de forma quase instantânea.

Nossos irmãos não tinham o que reclamar, pelo contrário, eram só elogios. Bastou aplicar os princípios da isonomia e equidade com o trato ao público.

O setor ganhou destaque pela eficiência com que resolvia as demandas de veículos, sendo referência em sua diretoria.

Os maiores responsáveis por essa mudança de padrão, foram enxotados em maio deste ano.

Um deles, ainda ficou queimado com a nova gestora que até uns tempos atrás, sempre recorria a seus préstimos, tendo ele, cansado de resolver casos via voip pra ela e diversos diretores que mal sabiam a diferença entre um DUT e um DUAL ou como queiram, CRV e um CRLV.

É surreal ver o PSDB falar em meritocracia, aparelhamento e loteamento de cargos, quando se olha mais profundamente no Detran.

Desde que a honrosa PC saiu, os competentes delegados, escrivães e investigadores foram substituídos por oficiais que viraram diretores sem o mínimo conhecimento técnico.

Pior não é saber que a equipe deste setor se desfez. A forma com que dois de seus integrantes chutados, foi desumano. Um deles era um grande diretor, a exceção entre os vários diretores técnicos que ocupam cadeiras e vivem de status. Pessoa que entendia como ninguém do serviço. O outro, seu braço direito, um garoto esforçado, que com pouco tempo de casa, absorveu conhecimento de anos. Sempre estavam dispostos a atender, e recebiam as ciretrans e seções de transito com um enorme sorriso.

Não acredito mais num partido que seu candidato prega a meritocracia, se diz contra o aparelhamento político, e despreza grandes servidores e toda sua bagagem teórica.

Quantos colegas que preenchiam todos os requisitos para serem grandes diretores das novas unidades, perderam a chance pois não tinham contato político ou não eram puxa-sacos?

Não é justo o que está acontecendo, e reestruturação alguma justifica a falta de consideração e o desprezo com servidores que tanto se dedicaram para reerguer uma diretoria marcada.

Quanto quem está no lugar, essa pessoa se comportou como o escorpião da fábula “O escorpião e o sapo”

No final de tudo, o premio é a desmotivação. Concursei-me pela SSP, fui remanejado para a SGP e depois SPDR à revelia. Além de intolerantes ao novo, são destruidores de sonhos.

Agradeço de verdade

AEPESP ganha mais uma: Aposenta Jeremias de Laurentis com Integralidade e Paridade de vencimentos 24

Bom dia Dr. Guerra,
Peço gentilmente que possa publicar em seu blog as matérias, que seguem como anexos.
Ambas retratam o momento que vivemos com mais um parecer emitido pelo Governo e mais uma Aposentadoria com integralidade e paridade de vencimentos conseguida na Justiça.
Obrigado!
Horácio Garcia
Presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de SP

Av. Cásper Líbero, 502 – 10º andar – Luz – Cep. 01033-000 – São Paulo – SP

Tel: (011) 3229-9014

“Sem o Escrivão a Polícia para”

 

 

 

Associacao dos Escrivaes ganha mais uma.pdf
Fabrica de Pareceres.pdf

Mais uma cagada da PM : Guarda civil é morto por policiais militares ao ser confundido com assaltante 122

Guarda civil é morto por PMs ao ser confundido com assaltante

Mônica Reolom – O Estado de S. Paulo

07 Setembro 2014 | 14h 40

Roberto Carlos dos Santos estava sem farda e perseguia criminosos que haviam acabado de cometer um assalto em Itaquaquecetuba; suspeitos fugiram

SÃO PAULO – Um guarda civil de 35 anos foi morto por policiais militares que o confundiram com um assaltante na noite de sábado, 6, em Itaquaquecetuba. Roberto Carlos Ribeiro dos Santos estava sem farda quando foi baleado e morreu no Pronto Atendimento do Hospital Santa Marcelina, zona leste, para onde foi encaminhado.

Segundo o boletim de ocorrência, Santos havia trabalhado em um evento cultural na Câmara Municipal da cidade e, ao sair para a rua, já sem a farda, percebeu um assalto a poucos metros. O guarda chamou então um colega fardado para acompanhá-lo na perseguição dos suspeitos. Na Rua Machado, Vila Virgínia, a vítima do roubo indicou a direção dos criminosos, para onde os guardas se dirigiram.

Policiais militares da 2ª Companhia do 34° Batalhão também foram chamados para atender à ocorrência. Ao avistarem Santos, de arma em punho, os PMs atiraram. Os bandidos fugiram. Socorrido ao hospital, Santos não resistiu. A Secretaria de Segurança Pública não soube informar quantos tiros ele levou.

A ocorrência foi registrada como homicídio consumado decorrente de intervenção policial no setor de homicídios de Mogi das Cruzes. A Polícia Civil investiga o caso e a Polícia Militar vai instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias da morte.

Gente ilibada – Sargento da PM de São Paulo estuprava as próprias filhas 32

PM é preso após abusar das filhas por 17 anos

Abusos começaram quando suas duas filhas completaram cinco anos – hoje, a mais velha tem 22 anos e a mais nova tem 15

 

Um policial militar foi preso após abusar das duas filhas por 17 anos, em Cajamar, na Grande São Paulo. Ele foi capturado na manhã da última sexta-feira e, segundo a polícia, os abusos começaram quando suas duas filhas completaram cinco anos – hoje, a mais velha tem 22 anos e a mais nova tem 15.

 

Após dez anos de sucessivos abusos na casa da família em Cajamar, a adolescente procurou uma professora na escola onde estuda e relatou os abusos do pai, que é sargento da PM. A jovem disse ainda que pretendia cometer suicídio caso a violência continuasse.

 

A professora, então, acionou o conselho tutelar e a polícia. Depois de uma investigação, o sargento foi preso e encaminhado ao Presídio Romão Gomes.

 

A esposa do sargento e mãe das meninas disse em depoimento que sabia dos abusos, mas não denunciava por medo. A mulher relatou ainda que sofria violência doméstica há vários anos.

 

Além da acusação de estupro de vulnerável e violência doméstica, o sargento da PM vai responder por porte ilegal de arma de uso restrito. Na casa da família, a polícia encontrou munições de armas de calibre 12, 28, 38, ponto 40, 380 e 9mm.

 

A investigação foi conduzida pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Polícia Civil de Cajamar. Já as vítimas estão recebendo apoio médico e tratamento psicológico no Hospital Pérola Byington. A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial de Cajamar.

MENSALÃO 2 – Delação do quadrilhão da Petrobras favorece Aécio e PSDB 34

Delação esquenta campanha
07 Set 2014

O GLOBO

Dilma diz que tomará providências, Marina defende Campos, e Aécio parte para o ataque
Maria Lima, Simone Iglesias, Sérgio Roxo, João Sorima Neto
A pouco menos de um mês do primeiro turno, as três principais candidaturas à Presidência da República podem sofrer nova reviravolta com as revelações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, divulgadas pela revista “Veja” deste fim de semana. Em 43 horas de depoimento no processo de delação premiada da Operação Lava-jato, Costa teria jogado, segundo a revista, o tesoureiro do PT e o núcleo da base do governo Dilma Rousseff no centro de um esquema de desvio bilionário de recursos em contratos de empresas com a estatal. O esquema desviava 3% do valor de cada contrato da Petrobras para o pagamento de propinas. A extensa lista de políticos que teriam sido beneficiados incluiria o exgovernador

Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em agosto, atingindo por tabela a candidatura de Marina Silva (PSB). Único dos três fora do escândalo até agora, o candidato do PSDB, Aécio Neves, enxerga no caso uma brecha para sair da situação em que se encontra — hoje ele está fora do segundo turno— e promete partir para o ataque.

A lista de políticos que teriam se beneficiado do esquema de propina incluiria, segundo a “Veja”, os presidentes da Câmara e Senado, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL), o secretário de Finanças do PT, João Vaccari Neto, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB-MA), e o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi chamado por dirigentes do partido para dar explicações e disse não ter relação com Costa. Há integrantes da campanha que defendem sua saída, mas Vaccari é do grupo do ex-presidente Lula e considerado de confiança pelo núcleo duro petista. Segundo um auxiliar de Dilma, a presidente se mostrou irritada com as denúncias.

Cautelosa e sem saber ao certo o tamanho do estrago que a delação pode provocar, em evento de campanha, em São Paulo, Dilma afirmou que tomará “providências cabíveis” em relação às informações prestadas pelo ex-diretor da Petrobras.

– Eu gostaria de saber direito quais são as informações prestadas nessas condições ( Processo sigilosos e depoimento criptografado ) e asseguro que tomarei todas as providências cabíveis. Agora, não com base em especulações. Quero informações, acho que elas são essenciais e são devidas ao governo. Caso contrário, a gente não pode tomar medidas efetivas – disse Dilma, observando que o depoimento foi prestado sob sigilo.

– Precisamos de dados oficiais a respeito dessa questão. A própria revista que publicou diz que o processo está criptografado, guardado num cofre e será enviado ao Supremo – afirmou a presidente.

Entre dirigentes petistas e integrantes do governo, a avaliação foi de que a denúncia é difusa, sem foco, o que a diferencia do mensalão. No entanto, os líderes do partido acreditam em desgaste da candidatura de Dilma nas próximas semanas, já que há vídeos dos depoimentos, e as denúncias podem surgir a conta-gotas. Integrantes da coordenação da campanha disseram que, por ora, não haverá mudança de estratégia eleitoral. A tensão da noite de sexta-feira, quando o governo ainda não sabia ao certo quais políticos estavam na lista, deu lugar, neste sábado, a um clima de certo alívio, mas ainda de incerteza com o que virá.

 

COMPARAÇÕES COM O MENSALÃO
Dirigentes do PT avaliaram como “pouco reveladoras” as denúncias e que elas não atingem o coração do governo, já que apenas um ministro é citado, Edison Lobão (Minas e Energia), do PMDB. De qualquer forma, se surgirem elementos ligando Lobão ao esquema, ele terá que deixar o governo. A ordem é tratar as denúncias como “especulação” e “ilações” de Costa e da revista, como forma de desgastar o governo Dilma e impedir sua reeleição.

Em vídeos publicados nas redes sociais, Aécio batizou o novo escândalo de “mensalão 2”. Os coordenadores da campanha de Marina chamaram o caso de “novo mensalão”, mas montaram uma espécie de força-tarefa para defender Campos do que consideram vítima de “denúncias irresponsáveis”.

Em campanha na Bahia, Marina chamou de “ilação” o envolvimento do nome de Campos. Segundo ela, o fato de existir um investimento da estatal em Pernambuco não dá direito de incluir o falecido candidato no rol dos que cometeram supostas “irregularidades”.

– Todo o Brasil e todos nós aguardamos investigações dos desmandos da Petrobras que estão ameaçando o futuro da Petrobras, o futuro do pré-sal. O atual governo tem que explicar a má governança que ele fez, levando essa empresa que sempre foi exitosa dentro e fora do Brasil, a quase uma total falência.

A estratégia da campanha de Marina é dizer que a candidata do PSB não tem nada a ver com o escândalo e centrar no PT os ataques. Em outra ponta, Marina e os socialistas devem aparecer no programa eleitoral e em entrevistas defendendo a memória de Eduardo Campos, com o argumento de que, morto, ele não pode se defender.

Coordenador da campanha de Marina, Walter Feldman disse que todos têm confiança de que o ex-governador se comportava de maneira adequada. Disse não acreditar que a candidata seja prejudicada pela inclusão de Campos, de quem era vice, na lista.

– Marina não tem nada a ver com isso. Ela simboliza a crítica à gestão da Petrobras. Foi a velha política que levou a empresa para essa situação.

A estratégia de Aécio é centrar fogo nos programas de TV e eventos públicos, focando na perda de legitimidade de Dilma de pleitear um novo mandato, dizendo também que Marina e o PSB se beneficiaram do esquema que sustentou o projeto do PT e todos os partidos da aliança nos últimos 12 anos. Os aliados de Aécio estão na expectativa de que revelações mais comprometedoras estão por vir e podem deixar Marina e Dilma em situação ainda mais delicada.

– Vou para cima! Vou cobrar, e Marina e Dilma vão ter que se explicar. A presidente perdeu autoridade de propor qualquer coisa depois de deixar que uma organização criminosa funcionasse por anos numa empresa que comandou com mãos de ferro. Lula nomeou e ela manteve Paulo Roberto Costa. Marina se beneficiou desse esquema que não começou lá atrás. E agora se beneficiou do espaço de poder no PSB que fazia parte da base – disse Aécio.

Rui Falcão, presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, rebateu Aécio e disse que o tucano decidiu partir para a “agressão rasteira”, com “acusações chulas e sem fundamento”. “É cômico ouvir alguém do PSDB falar em ‘dinheiro sujo da corrupção’ justamente às vésperas do julgamento do ‘mensalão mineiro’ e quando a imprensa nacional noticia um pesado esquema de corrupção nas obras do Metrô de São Paulo. Sem se esquecer, obviamente, do absurdo uso de dinheiro público para construir um aeroporto na fazenda de um parente do candidato”, destaca Falcão, no comunicado. O presidente do PT ainda afirma na nota que o partido tomará providências jurídicas contra Aécio.