Presidente da ADPESP – Drª Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro – responde a leitor: ” não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras” 148

Enviado em 11/10/2015 as 12:10 – NADA SABE

Doutor Guerra respeito e compartilho suas opiniões, principalmente em relação a Dr Marilda. Atualmente, devido sua credibilidade, ela é a principal voz da Polícia Civil e não apenas dos delegados. Pessoalmente, acredito que se ela manter o discurso apenas em prol dos delegados, sofrerá resistência das demais carreiras, que nesse momento é muito importante para toda a instituição. Ou os delegados sobreviverão caso a Polícia Civil morrer?

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Meu amigo querido. Fui eleita pelos Delegados, a Adpesp se mantem por conta da contribuição de Delegados e não tenho legitimidade para falar em nome da Polícia Civil e quando, inadvertidamente o fiz, fui severa e duramente criticada pelos representantes das demais carreiras, que me cobraram legitimidade para assim me manifestar, causando inclusive constrangimento.
Lamento muito não poder fazê-lo, mas as demais entidades de classe possuem legitimidade porque, a exemplo da Adpesp, foram eleitas por seus pares que as mantém e sustentam.
Quem sabe um dia não tenhamos uma associação única, onde o presidente possa atender o que o colega propõe, mas por ora, não tenho como atendê-lo. Infelizmente…
Transmita, por favor ao colega, minha mensagem, desculpando-me pela demora na resposta por conta do volume de demandas qua aqui aportam todo momento.
Fique com Deus, obrigada
Bj
Marilda

PMs carniceiros denunciados e presos no litoral norte 26

MP denuncia PMs integrantes de grupo de extermínio no litoral norte

Eles são acusados pela morte de três jovens no Tinga em setembro.
A prisão preventiva da dupla foi determinada nesta quinta-feira (15).

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto: Reprodução/TV Vanguarda)
Local onde os jovens foram mortos no Tinga (Foto:
Reprodução/TV Vanguarda)

Dois policiais militares foram denunciados nesta quarta-feira (14) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) pela atuação em um grupo de extermínio no litoral norte de São Paulo. Eles são acusados pela morte de três jovens na noite de 14 de setembro no Tinga, em Caraguatatuba (SP).

Com base em investigações da Delegacia Seccional de São Sebastião, o MP indiciou os policiais. Eles atuam em um grupo conhecido como “Ninjas” e são acusados pelo crime de constituição de milícia privada.

A Justiça criminal de Caraguá recebeu a denúncia nesta quinta-feira (15) e determinou a prisão preventiva da dupla. Até a publicação desta reportagem, segundo a Polícia Civil, eles não haviam sido capturados.

Se condenados, cada um pode pegar pena que varia de 44 a mais de 100 anos de prisão. O caso está em segredo de Justiça.

Ciclo completo no Brasil é coisa de LADRÃO! 163

Ladrão é ladrão!

Ladrão é ladrão!

Como diz o Major Olímpio: “temos que ter ATITUDES e COERÊNCIA”…Verdade!
Em todos os aspectos da nossa vida, especialmente na pública.

Não é lícito, ou melhor,  honesto , a um grupo político – declaradamente corporativista como a bancada da PM  – aproveitar-se de deficiências de responsabilidade política e jurídica dos Governadores de estado, no tocante à devida – por lei – estruturação da Polícia Civil, para aviltar – em verdadeira intenção de usurpação – as funções de carreiras alheias.

Se faltam delegados e policiais civis nos recônditos do Brasil, deveriam esses parlamentares  muito bem pagos por toda a coletividade – antes de qualquer coisa – cobrar e responsabilizar os governos estaduais.

Atribuir a deficiência da segurança pública a um único órgão e sua classe dirigente é torpeza.

Parafraseando o Major Olímpio: coisa de ladrão  (que se diz aliado )!

Verdade, ladrão é ladrão !…

Existe até o ladrão – genericamente falando – das prerrogativas da carreira alheia, travestido de defensor da sociedade e da economia do erário.

E não faltam  falsos argumentos para a consumação da gatunagem institucional.

De se ver, aquele PM lá de Minas  que diz viajar 700 Km – se é verdade tal afirmação – para apresentar um preso em Delegacia de Polícia, certamente viajará 1000 Km para apresentar o mesmo preso a um Juiz de Direito.

Quem permanece três ou mais horas no interior de uma Delegacia para a formalização de um flagrante, também ficará três ou mais horas no interior da Unidade da PM.

Ninguém delonga flagrante intencionalmente, salvo os próprios policiais militares com a sua cadeia de comando e de propaganda.

Depois – da lavratura do auto –  ficará mais e mais horas no Fórum; deste  para os presídios outras horas perdidas de policiamento ostensivo.

Por outro lado, se é desmotivador – como propalam – apresentar uma prisão ou investigação para um Delegado, também será desmotivador apresentar a mesma prisão ou investigação para o Promotor. E da mesma forma que deve ser motivo para desmotivação o Promotor oferecer denúncia ao Juiz; este sentenciar, mas, posteriormente, ver os autos subir ao Tribunal de Justiça.

Somos todos vaidosos?

Ninguém quer o intermediário?

O intermediário é o corrupto de mãos dadas como o crime; você é o bom homem que vem nos salvar…

Tenho muito medo dos homens bons com suas boas intenções e soluções.

Defender o ciclo completo seria desprendimento e altruísmo?
Não!
Desprendimento e altruísmo é defender aquilo que nos enfraquece ou não nos traz quaisquer proveitos!

Só os justos ( santificados ) e os muitos tolos…

Ah, mas ninguém perderá nada!

A Polícia Civil será desafogada para investigações mais complexas…

Mentira!

Vingando o ciclo completo da PM nunca mais verificaremos investimentos materiais e humanos para a Polícia Civil.

Na Administração Pública quem perde importância acaba extinto.

Por que os deputados PMs não defendem o fim do militarismo na Segurança Pública, objetivando economizar verbas públicas com as dezenas de milhares de desnecessários postos e patentes de oficiais, com a promoção na aposentadoria com proventos integrais, entre tantas outras vantagens ?

Ora, eles não são santos e nem tolos!

E você  – policial civil – que diz que seus chefes são desqualificados, inoperantes e corruptos…

A carreira que deve ser extinta por só existir neste país.

Os culpados pela sua infelicidade funcional!

Certamente , falta-lhe coragem e vergonha na cara, não é ?

O inquérito é dispensável, já ouviu dizer,  certo ?

Qualquer pessoa pode provocar a ação do MP, principalmente os funcionários das polícias, né ?

Pois bem, nada  impede que você – policial civil; especialmente os investigadores e escrivães – elabore dossiês, relatórios, juntando documentos e representações diretamente ao Ministério Público.

Por que você não toma iniciativa?

Não é preciso marcar audiência, tampouco pedir autorização.

Ah, não faz porque o delegado pode aprovar e a iniciativa virar obrigação ?

Sei!

Por que , também,  você não se infiltra na favelas e nos mangues ?

Ah, não é o teu perfil?

Você é caucasiano , alto e de boa família; não dá para se misturar com o PCC de mulatos, certo ?

Talvez fosse possível se infiltrar entre empreiteiros, doleiros ou mesmo nos puteiros de luxo, verdade ?

No meio desse tipo de vagabundo você passa despercebido…

Dou a resposta: NA REAL VOCÊ NÃO GOSTA DO QUE FAZ ; POR ISSO NADA FAZ ALÉM DAS TAREFAS MERAMENTE ROTINEIRAS!

Com efeito, até o momento toda argumentação a favor do ciclo completo  – especialmente as justificativas que constam da PEC –  é pura vigarice !

E as audiências públicas para debates ?

Perdão pela grosseria: FESTA DE PICA NA QUAL A POLÍCIA CIVIL ENTRA FANTASIADA DE BUNDA!

É tão desonesto o debate que nem sequer aventam, previamente,  a possibilidade de um projeto experimental para se verificar sua factibilidade e resultados.

Seguem a lógica: se é bom para americano também é bom para o brasileiro.

Ponto final!

Só esqueceram que quando o brasileiro tenta copiar os americanos não faz nada que preste.

Enfim, uma vigarice à moda brasileira.

Coisa de ladrão!

Major Olímpio descobre que aliado da PM é “ladrão” …( Verdade, ladrão é ladrão ! …Existe até o ladrão – genericamente falando – das prerrogativas da carreira alheia, travestido de defensor da sociedade e da economia do erário ) 10

MAJOR OLIMPIO DETONA: LADRÃO É LADRÃO. COM MANDATO OU NÃO.

O deputado abre seu pronunciamento dizendo que ladrão não tem partido nem ideologia.
Ladrão é Ladrão; e eles nem sempre usam armas, ficam à espreita pra ludibriar e enganar.
Olimpio se diz desesperado com a situação política atual onde a presidente e o ex presidente são acusados de desvios e há acusações gravíssimas contra o presidente da Câmara.
Não tem essa de “ladrão aliado”, LADRÃO É LADRÃO.
“Temos que ter ATITUDES e coerência. Não vamos prejulgar, mas NÃO VAMOS COMPACTUAR”, afirma.
Major Olimpio pede ATITUDES dos representantes da sociedade brasileira.
Ladrão com mandato? Impeachment nele.
‪#‎reajabrasil‬

Elaine Gomes - Assessora de imprensa
Deputado Federal Major Olimpio
Celular 98348 7907


acesse www.majorolimpio.com

Ciclo completo da PM faz mais uma vítima: guarnição mata vigilante e apresenta ocorrência como acidente de trânsito 44

PMs são investigados após apresentar como atropelado rapaz morto por tiros

Por Luís Adorno/RedeTV!

Família afirma que policiais mataram Alex de Morais com um tiro na cabeça ao confundir o rapaz com um suspeito. O vigilante voltava do trabalho, na Vila Olímpia


(Foto: Reprodução/BO)

Pai de um menino de 9 anos, o vigilante Alex de Morais, 39, foi morto a tiros na madrugada de domingo (11) em Sapopemba, zona leste de São Paulo, a 200 metros de onde morava. Segundo a família da vítima, ele voltava do bico que fazia em uma casa noturna da Vila Olímpia, zona nobre da capital, quando dois policiais militares teriam atirado contra a sua cabeça.

“Os policiais estavam atrás de um cara que estava vestido de preto e de bolsa preta. Meu irmão também estava vestido assim. Não teve fuga nem nada. Acharam que era um suspeito e mataram um pai de família. Podiam ter abordado antes”, afirmou à reportagem o irmão da vítima, que não vai ser identificado por medidas de segurança.

Os soldados da PM-SP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) José Rogério de Souza e Paulo Henrique Rezende da Silva afirmaram em depoimento que encontraram Alex caído após aparentemente ter sido atropelado. Mantiveram a versão mesmo com a massa encefálica do rapaz longe do corpo.

Em nota, a SSP (Secretaria da Segurança Pública) afirmou que os PMs envolvidos relataram que localizaram uma pessoa ferida e que, a princípio, ela teria sido atropelada e que estava viva. “Acionaram o resgate, que a socorreu ao Hospital Santa Marcelina. O caso foi então apresentado no 69º Distrito Policial como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Posteriormente, apareceram relatos de que a vítima havia sido baleada, fato confirmado na declaração de óbito”, informou a pasta.

O delegado titular do 70º Distrito Policial, Luiz Eduardo de Aguiar Marturano, que assumiu o caso por ser responsável pela área onde ele ocorreu, informou que um inquérito foi instaurado e que a PM também instaurou Inquérito Policial Militar para apuração dos fatos.

Representante do Centro de Direitos Humanos de Sapopemba, a advogada Valdenia Aparecida Paulino, afirmou que o médico que atendeu Alex afirmou à mãe da vítima, a aposentada Francelina, que não havia nenhuma indicação de que seu filho havia sido atropelado. Ele chegou ao hospital sem nenhuma fratura, mas sem chances de sobreviver.

“Em sua casa, cabisbaixa, olhar perdido, a mãe de Morais me dizia: ‘Eles mataram meu filho. Meu filho não foi atropelado”, relatou a advogada. Em um adendo ao Boletim de Ocorrências do caso, uma testemunha afirmou que ouviu um disparo de arma de fogo e que, ao sair de casa, viu Alex agonizando com um grave ferimento na cabeça.

Na frente de onde tudo aconteceu, há uma igreja evangélica com câmeras de segurança. A família pede que a investigação analise as imagens para esclarecer o caso. “Ontem (dia 12), os mesmos policiais voltaram aqui e pediram para a dona da igreja apagar as imagens e depor na delegacia confirmando a versão deles. Ela se recusou e disse que o que fizeram com o meu irmão foi errado”, disse à reportagem o irmão da vítima.

O filho de Alex já havia perdido a mãe há 8 anos, quando tinha 1 ano de idade, vítima de câncer. Seu pai, que não bebia, não fumava e era conhecido na região por seu alto astral e por ser fã de futebol, também foi cedo demais.

Qual é o perfil do delegado de polícia que solapa a unidade e harmonia institucionais 31

Conheça os sete tipos de chefe que mais desmotivam os funcionários

Andrezza Czech
do UOL, em São Paulo

  • Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

    Um dos chefes que mais desanima funcionários é o mal-educado

Uma das principais funções de um bom chefe é fazer com que seus funcionários se sintam motivados. Mas, infelizmente, nem sempre isso acontece. “Alguns não estão preparados para assumir uma equipe. Tentam se autoafirmar impedindo que os funcionários cresçam e se fortalecem maltratando os subordinados”, afirma Ana Cristina Limongi-França, professora do departamento de administração da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo), coordenadora da FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo) e do Núcleo de Gestão da Qualidade de Vida no Trabalho. Veja, a seguir, quais os chefes que mais desmotivam a equipe e aprenda a lidar com eles.

O competidor

Em vez de estimular a equipe para que todos possam atingir melhores resultados, esse tipo de chefe tem pavor de ser superado e acaba assumindo uma postura de competidor. Segundo a professora Renata Magliocca, do Progep (Programa de Estudos em Gestão de Pessoas) da FIA-USP, muitos gestores têm medo de perder seu lugar e, com isso, acabam querendo todas as atenções para si. “É como se só ele pudesse aparecer. Se um funcionário deu uma ideia, ele a repassa para os superiores sem dar os créditos”, diz. Para a mestre em administração Daniela do Lago, professora de cursos de MBA da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o bom chefe é aquele que faz todos avançarem. “Ele precisa entender que sua função é cooperar”, afirma. Para lidar com o chefe competidor, segundo Daniela, a melhor maneira é se mostrar parceiro dele. Dessa forma, ele tende a se sentir menos ameaçado.

O indeciso

Ele passa uma tarefa diferente a cada dez minutos e tudo é prioridade. De acordo com Daniela do Lago, isso é comum entre chefes que, por medo ou insegurança, não sabem dizer “não” a seus superiores. “Ele repassa o problema para seus subordinados”, diz. Para Renata Magliocca, nesse caso, o chefe deixa de exercer sua principal função: dizer à equipe o que é importante. Para lidar com o indeciso, exercite a paciência. Como você não pode mudá-lo, a saída é ser organizado e ter argumentos para negociar prazos. Para Daniela, se você souber quanto tempo leva para desempenhar cada tarefa, poderá dizer isso ao chefe e fazer com que ele diga o que é prioridade. “Provavelmente, ele já esqueceu que lhe pediu outras tarefas. Se você não souber negar e negociar prazos, é o seu trabalho que ficará comprometido”, afirma.

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O controlador

Você mal começou a executar a tarefa que lhe foi pedida e ele já vem perguntar sobre o andamento do trabalho. De tempos em tempos, mesmo longe do prazo de entrega, ele o interrompe para perguntar o que você está fazendo. E, em uma reunião com os superiores, faz questão de sempre estar presente. Chefes ansiosos e controladores desmotivam a equipe, segundo a professora Ana Cristina. “Esse comportamento revela despreparo e imaturidade. É alguém que não tem noção de liderança”, afirma. Daniela do Lago diz que para lidar com a cobrança excessiva, o segredo é conversar. “Pergunte quantos dias antes ele gostaria de checar o andamento do trabalho. Isso o deixará mais tranquilo e evitará cobranças o tempo todo”, diz.

O ausente

Você quase não o vê, não sabe o que ele espera e ele mal sabe qual é a sua função na empresa. Algo pode ser mais desmotivador do que isso? “É melhor um chefe chato, que pega no pé, a um chefe ausente”, diz a professora Ana Cristina Limongi-França. Para a mestre em administração Daniela do Lago, gestor deve estar sempre presente. “Ele precisa dar boas condições para que as pessoas trabalhem bem”, afirma. Para lidar com este tipo de gestor, segundo ela, a solução é bater à porta dele, pedir um retorno sobre seu desempenho e perguntar se há algo a mais que você possa executar. Isso deverá fazer com que ele tenha mais atenção com a equipe.

O crítico

Ele veta qualquer inovação, acha que tudo sempre dará errado e desmerece o que é diferente do que ele pensou. “Isso desmotiva. Ele deve considerar o que time tem a dizer”, diz Daniela do Lago. Segundo Renata Magliocca, o chefe pode agir dessa forma por ter medo de correr riscos ou por ser pessimista. “Ser avesso a inovações é um problema. Cada vez mais as empresas querem alguém capaz de trazer novidades”, afirma. Para contornar a situação, tenha paciência. Defenda suas ideias e pergunte o que ele acha que pode dar errado. Há, também, casos em que o chefe critica a equipe a ponto de falar mal dela para seus superiores. É o tipo que leva as glórias pelos acertos do time, mas culpa os funcionários por todos os erros. “A função do líder é corrigir e buscar a excelência. Se a equipe foi incompetente, a culpa é do chefe. Foi ele quem os escolheu”, diz Daniela. “Pontuar e celebrar os acertos também é importante. Não se pode agir como se a equipe não tivesse feito mais do que a obrigação”.

O insensível

Você está passando por uma enorme crise na vida pessoal e o chefe nem se esforça para compreender por que sua produtividade está prejudicada. Esse é o tipo de gestor que, por mais grave que seja o motivo, não vai deixá-lo sair um pouco mais cedo para resolver um problema. “O líder tem de ponderar. Um funcionário pode estar passando por um momento pessoal ruim, como um divórcio, por exemplo, e isso refletirá na produtividade”, afirma a professora da FGV Daniela do Lago. Nesse caso, resta conversar com o chefe, explicar toda a situação e torcer para que ele tenha um pouco de bom senso

O mal-educado

Quando o chefe dá ordens e distribui tarefas com grosseria, ironia ou menosprezo, não há quem tenha motivação para trabalhar. “Ele acaba afastando o time dele. As pessoas passam a ter medo de compartilhar qualquer coisa”, afirma Renata Magliocca. Para Ana Cristina Limongi-França, esse é um comportamento de chefes despreparados (e mal-educados, claro). “Ele pode ter sido instruído para agir assim ou repetir o que observou em seus próprios líderes. É perigoso, pois pode chegar a ser assédio moral”, diz. Para lidar com ele, segundo Daniela do Lago, mostre que você se sente desrespeitado. “Pergunte se é possível que ele não fale com você dessa forma. Se ele se recusar a mudar, você tem duas opções: aceitar a situação ou começar a buscar outro emprego”, diz. Denunciar o abuso do chefe no RH também é uma alternativa. Se a empresa for séria, investigará o caso sem que você perca seu emprego.

Reclamão injustiçado, preguiçoso , rebelde , insatisfeito com o salário , psicopata; qual é o perfil do policial-problema ? 23

Funcionários-problema prejudicam toda a equipe; conheça os cinco piores perfis e saiba como agir

Andrezza Czech
Do UOL, em São Paulo

  • Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

    Funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos -e enlouquecer toda a equipe

Você pode até acordar bem-humorado e chegar disposto ao trabalho, mas só de se lembrar que terá que passar no mínimo oito horas do seu dia ao lado daquele colega insuportável, perde a disposição. Essa é a ideia defendida pelos especialistas no mundo corporativo: quando há um funcionário-problema no grupo, todos são prejudicados –ou pior: contagiados. “Há uma tendência de contratação pela capacidade técnica, mas o comportamento dos funcionários gera reflexos positivos e negativos na equipe e na corporação”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira.

Segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio, os funcionários-problema podem reduzir a produtividade e a motivação de todos, e a equipe pode julgar mal o trabalho do chefe que não faz nada a respeito. “Cada funcionário espera que o gestor seja capaz de planejar, dividir e cobrar as tarefas”, diz ele. “Não há funcionário ruim, há má gestão”.

Para Ignácio, a existência desse tipo de profissional parte de um recrutamento malfeito, sem dinâmicas de grupo e entrevistas adequadas. Há algumas explicações para que ele aja dessa maneira. Entre elas o consultor cita divisão desproporcional do serviço, despreparo do indivíduo e da equipe para executá-lo, falta de orientação (o que deixa o funcionário sem saber o que é esperado dele), ou ainda falta de supervisão. Conheça cinco perfis de funcionário que prejudicam a equipe:

O reclamão injustiçado

Como age: é aquele que passa o dia se queixando de algo que está fazendo ou lamentando da vida difícil que leva no trabalho. Para ele, nada está bom. Ele sente que não é valorizado o bastante, não tem oportunidade para crescer, só tem tarefas burocráticas a realizar. Durante uma reunião, começa a se queixar –podendo por à prova a autoridade do chefe e desestabilizar a equipe. Depois, no café, ele reclama aos colegas que há algo errado, que a equipe não está crescendo…

Como prejudica a equipe: convivência gera influência, segundo o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio. O reclamão mina aos poucos o rendimento da equipe, que começa a questionar a falta de atitude do chefe. “Ele reclama tanto com todos que as pessoas não conseguem mais se concentrar e produzir”, diz Carlos Ferreira, diretor-executivo da 4hunter, empresa especializada em recrutamento e gestão de carreira. Para Fábio Cunha, gerente da Michael Page, o funcionário-problema que se faz de vítima cria a imagem de que a empresa não valoriza os profissionais e, de tanto que repete o tema, isso pode acabar sendo considerado verdade pelos colegas.

O que fazer: para José Carlos Ignácio, esse tipo de funcionário deve ser chamado imediatamente pelo chefe para uma conversa exigindo uma mudança de postura. Se essa transformação não acontecer, é hora de ter uma atitude mais radical. “Uma pessoa de gênio muito difícil tem que entender que aquele lugar não é a casa dela. Quem vive reclamando pode não estar com um problema na empresa, mas na vida”, diz.

O preguiçoso

Como age: é aquele funcionário que enrola para entregar as tarefas e que sempre inventa uma desculpa para não cumprir os prazos. Ele promete muito, mas entrega pouco.

Como prejudica a equipe: o acomodado reduz a média de desempenho da equipe e gera ansiedade em todos. “Os colegas não vão dizer que ele não está entregando, mas comentam entre si que todos terão que fazer hora extra por causa dele, e isso gera uma tensão”, diz Carlos Ferreira, diretor executivo da 4hunter. Se esse funcionário não é repreendido pelo chefe por ter um resultado abaixo dos outros profissionais, a equipe deixa de ver a necessidade de produzir com empenho e motivação.

O que fazer: esse é o funcionário-problema de resolução mais fácil para o chefe, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. Como ele não tem o mesmo desempenho que os demais, sua demissão é a mais simples de justificar. “É preciso expor os motivos do desligamento aos funcionários, dizendo que ele não entregava o resultado esperado”, diz Cunha.

O rebelde 

Como age: ele não aceita “feedback” ou não respeita as ordens e recomendações do chefe. Costuma agir assim ou porque colocaram outro em um cargo de chefia que ele esperava ocupar, ou por ter trabalhado em outro lugar e estar acostumado a ter maior independência.

Como prejudica a equipe: além de colocar todos em uma posição desconfortável ao desobedecer às ordens do chefe, ele tira a credibilidade do gestor. Além de deixar um clima péssimo no ambiente de trabalho.

O que fazer: esse é o funcionário-problema mais difícil de lidar, segundo Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page. “Se o chefe for demiti-lo, precisa mostrar para a equipe quais foram os motivos que o levaram a fazer isso, ou vai parecer algo pessoal. É bom contar com a ajuda do RH”, diz. Antes disso, é preciso ter sucessivas conversas para tentar eliminar o problema. Se a rebeldia desse funcionário começou quando você foi promovido no lugar dele e você não agir, vai passar a imagem de que não está preparado para o cargo.

Insatisfeito com o salário

Como age: de comportamento parecido com o do reclamão, mas com uma queixa mais específica: a de que ele não ganha bem. Tende a falar para os colegas que o salário não é suficiente para o tanto de atividades que ele executa e que em outros lugares há funcionários recebendo melhor.

Como prejudica a equipe: o insatisfeito com a remuneração pode influenciar os outros colegas, que até então estavam felizes na empresa. “O colega até podia achar que recebia um bom salário, mas de tanto ouvir as queixas do outro, começa a questionar se ele também não ganha mal. É um passo para que ele comece a procurar outros empregos”, diz Fábio Cunha, diretor de Recursos Humanos da Michael Page.

O que fazer: o problema é difícil de ser detectado. Afinal, dificilmente a reclamação será feita diretamente para o chefe. Se descobrir um insatisfeito com o salário na equipe, é preciso conversar e avaliar se ele realmente merece um aumento. Se além de ter um salário justo, ele ainda não tiver o desempenho esperado, é interessante contar com a ajuda do departamento de recursos humanos.

O psicopata corporativo

Como age: ele mente, toma crédito pelo trabalho alheio, espalha mentiras, faz fofocas frequentemente e até humilha os colegas sem sentir a menor culpa.

Como prejudica a equipe: mais do que sofrer com as mentiras e humilhações, os membros da equipe não se conformam com o fato de os psicopatas corporativos não serem desmascarados. Como costumam ser simpáticos e carismáticos com os chefes, a tarefa é difícil. E o superior deve ser muito atento para perceber quando um funcionário toma o crédito pelo trabalho alheio. “O gestor precisa ter proximidade com o trabalho de todos para perceber isso. Se só observar o resultado final, o mentiroso receberá a recompensa de um trabalho que não fez, o que vai desmotivar toda a equipe”, diz Fábio Cunha, da Michael Page.

O que fazer: esse funcionário exige uma atitude mais drástica: uma transferência ou demissão. “Tudo depende do trabalho de gestão. Um bom chefe não pode deixar que impere a falta de respeito”, diz o diretor da consultoria JCI Acquisition, José Carlos Ignácio.r.

Uma última chance
A demissão deve ser encarada como a última alternativa. O ideal é chamar o funcionário para uma conversa, assim o chefe pode dizer o que espera dele e ouvir as justificativas do subordinado. “Pode ser uma pessoa que sempre deu bons resultados e apenas está num mau momento. O que é melhor para a empresa? Contratar e treinar outro funcionário ou passar por esse momento com ele?”, pergunta Carlos Ferreira.

A conversa deve propor um acordo de expectativas, negociando prazos, postura e volume de trabalho. “É uma última chance”, diz José Carlos Ignácio. Se ele não melhorar ou se esforçar, é hora de pensar em uma transferência de departamento ou demissão.

Se o chefe não conseguir avaliar a razão para o funcionário ter esse comportamento, é importante pedir intervenção da área de recursos humanos da empresa. “Se assumir toda a responsabilidade sozinho, o gestor pode ser leviano ou tomar uma atitude drástica, quando o problema pode ser apenas uma falta de alinhamento de ideias”, diz Fábio Cunha, diretor de recursos humanos da Michael Page, empresa de consultoria especializada em recrutamento.

Mudar ou morrer – Delegados devem repensar postura em relação aos demais policiais civis 80

Enviado em 11/10/2015 as 12:10 – NADA SABE

Doutor Guerra respeito e compartilho suas opiniões, principalmente em relação a Dr Marilda. Atualmente, devido sua credibilidade, ela é a principal voz da Polícia Civil e não apenas dos delegados. Pessoalmente, acredito que se ela manter o discurso apenas em prol dos delegados, sofrerá resistência das demais carreiras, que nesse momento é muito importante para toda a instituição. Ou os delegados sobreviverão caso a Polícia Civil morrer?

PEC 431desvela todo o ódio institucional nutrido por PMs , policiais operacionais e peritos contra os Delegados de Polícia 81

Armados, delegados e PMs trocam provocações na Assembleia de SP

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

Os ânimos estavam exaltados. Os dois lados não economizavam caras feias, vaias e insultos. Apenas uma faixa vermelha os separava.

A dúvida era quem deveria ser chamado caso decidissem partir para a briga, já que a corda instalada no plenário Franco Montoro, na Assembleia Legislativa paulista, separava de um lado os policiais civis e, do outro, os militares. Todos armados.

O motivo da animosidade atende pelo nome de PEC 431, uma proposta de emenda constitucional que tramita no Congresso e que pretende dar à PM poderes semelhantes aos das polícias Civil e Federal, como investigar e levar casos diretamente à Justiça.

Embora seja assunto de competência federal, esse tema está sendo levado por uma comissão da Câmara aos Estados como forma de promover ampla discussão nacional.
São Paulo é a sexta unidade da Federação a receber tal debate e, também, onde está instalada a maior associação de delegados de Polícia Civil do país –que tem pesadelos só em pensar em ceder espaço aos oficiais da PM.

Uma clara demonstração disso estava estacionada do lado de fora da Assembleia pouco depois das 5h desta sexta-feira (9). Um ônibus com mais de 30 delegados da região de Marília (a 435 km de SP) trazia os primeiros participantes civis do evento previsto para começar às 9h.

Queriam os melhores lugares e não tolerariam que a PM tomasse todos os espaços. Não sabiam que a fita seria colocada para que cada grupo tivesse 120 vagas no plenário.

Zanone Fraissat/Folhapress

Parentes de vitimas da chacina de Osasco chegam com faixas em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo

CHACINA

Por volta das 6h30, já eram cerca de cem homens e mulheres de terno –que foram para lá em sete ônibus, quatro microônibus e três vans, além de carros particulares.

Os PMs não demoraram a chegar, alguns com carro oficial e motorista particular.

Policiais militares e civis se trombavam na entrada como se não existissem uns para os outros –não trocavam nem olhares entre si, embora muitos sejam obrigados a trabalhar juntos diariamente.

Às 9h, havia tantos policiais (cerca de mil) que a segurança da Assembleia abriu outros três auditórios com transmissão simultânea para abrigá-los –sempre separando delegados de PMs.

No plenário, o delegado Antonio Assunção de Olim, deputado estadual pelo PP, expôs a posição dos colegas, contrários à ampliação do poder da Polícia Militar.

“As delegacias estão muito cheias porque, às vezes, a PM também não faz o seu trabalho de evitar os roubos que acontecem em São Paulo. Se todos fizerem a sua parte, não teria essa fila”, afirmou.

Foi aplaudido efusivamente pelos de terno, que levaram para seu lado da plateia movimentos sociais com faixas críticas à maior chacina do ano na Grande SP, com ataques que deixaram 19 mortos em Osasco e Barueri –segundo a investigação, realizados por PMs em vingança à morte de um colega.

“Quem matou os 19 de Osasco?” e “Muito sangue inocente escondido por entre as fardas” eram alguns dos cartazes levados à disputa.

DITADURA

O delegado Olim recebeu resposta imediata do deputado federal Capitão Augusto (PR-SP), que se disse aberto ao diálogo, mas “não da forma como está sendo feito” “presenciando essas faixas aí” –que também vinculavam a PM à ditadura militar.

“Se quiser, nós podemos entrar nesse campo também e falar do DOI-Codi”, atacou ele, aplaudido pelo lado da plateia de farda por fazer referência ao grupo da Polícia Civil associado a ações violentas no regime militar.

Comemorações de um lado, vaias do outro, e a troca de “gentilezas” entre as partes se estendeu pelo encontro até o fim da tarde.

Um dos momentos mais tensos foi quando o mesmo deputado Capitão Augusto ameaçou retirar os representantes da sociedade civil que vaiavam os militares.

Os delegados reagiram dizendo que não permitiriam a expulsão de seus convidados. “Aqui não é quartel, não. Aqui não é soldado, não”, gritaram.

Entre as provocações, PMs riram de um erro de português de um delegado. Do outro, os civis tiraram sarro da apresentação de um coronel.

“Há uma faixa que, infelizmente, nos separa. Eu tenho certeza que, se fossemos pessoas realmente sérias naquilo que amamos, na defesa da sociedade, as faixas não seriam um impeditivo, uma barreira para que a gente se unisse num debate sério”, disse o coronel Azor L. da Silva Junior.

O deputado federal major Olímpio Gomes (PDT) resumiu, ao seu ver, a briga que presenciava na Assembleia Legislativa.

“Não adianta ficarmos nos digladiando enquanto 58 mil pessoas morrem por ano no país. Quando as polícias brigam, são dois carecas brigando por um pente. Não leva a nada”, afirmou.

Oficialato da PM, até o padre é ladrão! 24

G1

Escutas indicam que padre desviou R$ 2 milhões para comprar cobertura

Padre e coronel Osvaldo Palópito foi preso em maio e solto na quarta-feira.
Padre também falava para filhas de mulheres ‘darem em cima’ dele.

Escutas telefônicas mostram que o padre coronel Osvaldo Palópito, preso em maio deste ano por suspeita de ter desviado R$ 2 milhões doados por fiéis à igreja, teria usado dinheiro para comprar uma cobertura de luxo no litoral de São Paulo. Ele foi solto na última quarta-feira (7) e responde ao processo em liberdade.

Até o ano passado, padre Palópito comandou a Capela Militar de Santo Expedito, na região da Luz, São Paulo, e acumulava o cargo de coronel e rezava missas. As escutas obtidas pelo Jornal da Globo também mostram que ele pedia a mulheres para “darem em cima” dele e “ficarem nuas”.

Segundo o Ministério Público Militar, o dinheiro desviado dos fiéis teria sido usado para comprar imóveis, entre eles uma cobertura em um condomínio de luxo no litoral de São Paulo.

Em uma das escutas telefônicas utilizadas na investigação, o padre fala sobre compra de imóveis de luxo com um amigo.

“Padre: Tem apê ainda de 750 paus.
Amigo: 750 só? Padre: É hora de comprar pra se vender por R$ 3 milhões. A minha vontade é vender a cobertura aqui e comprar uns quatro lá.

Segundo o promotor de Justiça Militar Marcelo Alexandre de Oliveira, o padre não conseguiria comprar apartamentos e carros com seu salário.

“Tinha um salário razoável, mas que não lhe permitiria ter uma cobertura avaliada em mais de R$ 2 milhões, vários carros, imóveis, apartamentos”, disse.

Suspeito de desviar dízimo dos fiéis, capelão é preso e pode ser excomungado em São Paulo (Foto: Reprodução TV Globo)Suspeito de desviar dízimo dos fiéis, padre Palópito pode ser excomungado em São Paulo (Foto: Reprodução TV Globo)

Um padre que foi testemunha no processo contou à investigação que uma conta secreta era usada para desviar o dinheiro dos fiéis.

“Padre: Porque essa outra receita ia para o coronel.
Juiz: O senhor ia pessoalmente na boca do caixa?
Padre: Isso.
Juiz: O senhor ia quantas vezes por semana?
Padre: Vamos colocar, assim, diariamente.
Juiz: E as quantias eram determinadas ou eram variadas?
Padre: Eram variadas”, de acordo com depoimento.

À Justiça Militar, o padre negou as acusações. “Tenho plena consciência de que nunca precisei de um centavo da igreja. Pelo contrário, quando pude ajudar, eu ajudei. Meu patrimônio não chega a metade do que eu ganhei trabalhando na polícia”, disse no processo.

Segundo o Ministério Público Militar, o padre rezava missa na Capela de Santo Expedito toda semana, mas o comportamento dele fora da igreja era bem diferente do que ele pregava para os fiéis.

Em uma conversa com uma amiga, o padre nega que tenha tido relacionamento com uma mulher, mas confessa que pediu para as filhas darem em cima dele. “Padre: É maldita, é maldita. É horrorosa, ela é feia. Eu falei para ela: fala para as suas filhas ‘dar’ em cima de mim, não você que é horrorosa. Lembra disso?
Amiga: Eu lembro.”

Em outra conversa com a amiga, ele conta que pediu para que a filha de outra mulher ficasse nua. “Padre: O que ela falou?
Amiga: Falou para mim que o senhor que agarrou ela e jogou na mesa.
Padre: Filha da puta. Filha da puta. Ela me agarrou. Eu falei: a sua filha, sim, é uma gracinha. Fala para ela ficar nua perto de mim, não você”, diz padre em ligação telefônica.”

O comportamento em relação a mulheres ainda não é alvo da ação militar. Para o promotor Marcelo, o comportamento dele é diferente do esperado para padres e coronéis.

“Não é o comportamento que se espera de um padre como não é o comportamento que se espera de um comandante de uma unidade da Polícia Militar”, disse.

O advogado do padre Osvaldo disse ao Jornal da Globo que o cliente é inocente em relação ao desvio de dinheiro dos fiéis. Quanto ao comportamento em relação a mulheres, ele afirmou que não comentaria porque não faz parte do processo.

Em nota, o Ministério da Defesa, responsável pela capela militar, disse que vai analisar o caso, de acordo com as normas da igreja e que as conclusões serão enviadas ao Vaticano.

A Polícia Militar de São Paulo abriu processo administrativo que pode resultar na expulsão do padre.

Observem como a PM continua um lixo autoritário – DITADURA MILITAR COMANDANDO RELATOR DA PEC DO CICLO COMPLETO DE POLÍCIA 124

Publicado em 10 de out de 2015
APESAR DE NOS INSCREVERMOS FORMALMENTE PARA USAR A TRIBUNA, FOMOS PROIBIDOS DE NOS EXPRESSAR NUMA AUDIÊNCIA PÚBLICA EM DEFESA DOS INTERESSES DOS NOSSOS ASSOCIADOS. NOSSO BRASIL É UM REGIME DEMOCRÁTICO, MAS A PM PARECE NÃO SABER DISSO.
http://www.appmaresp.com/news/ditadur…

Nesta sexta feira, 09/10/2015, a APPMARESP foi preterida mesmo após se inscrever formalmente para utilizar a tribuna popular da ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) na AUDIÊNCIA PÚBLICA que discute a criação do CICLO COMPLETO DE POLÍCIA, a fim de expor as necessidades de nossos representados frente a esse embuste, sim embuste, foi isso mesmo que escrevi. Por que embuste?

 Porque não se discute nem a sombra do projeto a que se destina. Não passa de uma armadilha dos coronéis da PM a fim de dar legitimidade à sua sanha de busca pelo poder absoluto dentro da persecução criminal de polícia. Explico o porquê: A CRIAÇÃO DO CICLO COMPLETO passa obrigatoriamente por uma conscientização do por que as polícias no Brasil, do modo como estão, não funcionam.

 Querem corrigir o problema criando outro, maior ainda. De todos os que palestraram na ALESP ontem, nenhum deles conseguiu identificar as razões reais da ineficiência da Polícia Civil e nem as da Polícia Militar. Todos se esqueceram de que a eficiência começa no reconhecimento do cliente final, ou seja, do destinatário do serviço prestado. Tínhamos ontem, cerca de mil policiais, que poderiam estar nas ruas cumprindo sua atividade fim, mas estavam na ALESP, com a única finalidade de intimidar os adversários, numa busca por estatus, e não pela prestação de um serviço com excelência. MAS O POVO NÃO FOI CONVIDADO.

 Quinhentas viaturas que poderiam estar patrulhando, evitando o crime acontecer, e estavam onde? Dentro da ALESP, pressionando por um projeto de projeto de projeto. A PEC 430, assim como as outras seis apensadas a ela, está em fase pré-embrionária, ou seja, acabaram de ser fecundadas e sequer se tronaram embriões, dada a falta de um estudo coerente, de uma auditoria nas polícias, de características do funcionamento do ciclo e, fundamentalmente, da consulta popular, ou seja, falta quase tudo, e já estão querendo colocar uma farda nesse embrião, antes sequer que ele tenha uma identidade, antes que nasça, e querem coloca-lo para fazer policiamento nas ruas. AS POLÍCIAS NÃO FUNCIONAM PELAS MESMAS RAZÕES QUE FORAM CRIADAS. PELA FALHA DO ESTADO EM PROVER AS NECESSIDADES DO POVO.

A PM alega que perde tempo quando conduz a ocorrência até a delegacia de polícia. Que perde um tempo precioso esperando o atendimento do delegado de polícia, tempo esse que poderia estar “salvando vidas”. Daí eu pergunto: Se concederem o poder de inquérito à PM, o indivíduo vai sair da viatura da PM direto para a cadeia? E suas garantias constitucionais à liberdade, à ampla defesa e ao contraditório? E suas garantias constitucionais de só ser condenado após um julgamento pela autoridade judiciária competente? Caso contrário, se a PM pretende respeitar esse direito do cidadão, para onde irá conduzi-lo? Criar-se-ão delegacias de Polícia Militar? Quem estará nessas delegacias? De que forma será lavrada a prisão e realizados o inquérito e as investigações? Por quem? Ou serão presos no quartel? De que forma isso economizaria tempo ao patrulheiro? A POLÍCIA MILITAR NÃO FUNCIONA PORQUE NÃO TEM RECURSOS, E NEM PESSOAL, E NEM CONDIÇÕES DE TRABALHO. QUALQUER IDIOTA SABE DISSO. Mas os coronéis querem o CICLO, para que o seu trabalhador braçal trabalhe em dobro, e para que eles, os coronéis, tenham FORÇA POLÍTICA.

 Esse Projeto de Emenda Constitucional precisa ser definido em seus pormenores. Precisa ser discutido com as categorias que participarão da persecução criminal desde o patrulhamento, o atendimento ao público e a condução das partes, o registro, a investigação e a conclusão e relatório do inquérito, até chegar ao MINISTÉRIO PÚBLICO.

 O PROJETO PRECISA SER ESTUDADO, MONTAR-SE UMA ESTRUTURA DESDE O INÍCIO, COM AS DEVIDAS ATRIBUIÇÕES DE CADA INDIVÍDUO POLICIAL, PARA SÓ DEPOIS, SER LEVADO A CONSULTA POPULAR. QUANDO JÁ ESTIVEREM DEFINIDAS AS FUNÇÕES DE CADA INDIVÍDUO POLICIAL.

E essa consulta popular não pode ser imiscuída, furtiva, num plenário cheio de interessados, conduzida subliminarmente por quem não consegue dar as respostas que o povo precisa desde 1970, mas sim tem que ser direcionada ao POVO, através dos institutos CONSTITUCIONAIS do PLEBISCITO, REFERENDO ou INICIATIVA POPULAR. O destinatário final do serviço a ser prestado não está tendo oportunidade de se manifestar.

DEIXO AQUI, DIRECIONADO AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DEPUTADO FERNANDO CAPEZ, PRESIDENTE DA ALESP, MEU MAIS VEEMENTE REPÚDIO À FORMA PRECONCEITUOSA E VILIPENDIANTE COMO FUI TRATADO NA CASA DE LEIS DO POVO PAULISTANO, QUE PRESENCIOU UMA GRAVE AFRONTA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL, UMA CASTRAÇÃO DO MEU LIVRE DIREITO À MANIFESTAÇÃO, DENTRO DA CASA DO POVO.

Marco Ferreira – APPMARESP

Leia mais: http://www.appmaresp.com/news/ditadura-do-coronelismo-appmaresp-impedida-de-falar-na-alesp/

A Presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, não aceita os sofismas e falácias da bancada da PM na ALESP e exige participar dos debates 71

São Paulo recebe audiência pública sobre Ciclo Completo

comunicado

A Presidente da ADPESP, Marilda Pansonato Pinheiro, participou hoje, na Assembleia Legislativa, da audiência pública que discutiu o projeto do Ciclo Completo. O evento, que já aconteceu em outras capitais, faz parte de uma série de sessões programadas para acontecer ao longo do ano em outros estados. Ela reuniu-se com o presidente da sessão, o Deputado Federal Raul Jungmann, no final do evento, que garantiu que o debate não parou por ali. Ela apresentou também ao Deputado o Fórum Nacional de Entidades de Delegados de Polícia, o FONAED, e requereu participação da entidade em todos os trâmites do debate. A ADPESP esteve presente, junto com outros 600 Delegados de todo o estado, durante todo o evento e detalhes da cobertura serão divulgados na próxima semana.

Promotor amigo da PM – e do G7 de Santos – desapareceu com os autos da chacina 10

Promotor é homenageado com colar ‘Cadete PM Ruytemberg Rocha’
Publicado em Quarta, 29 Outubro 2014 11:13

Edson Correa Batista recebeu a honraria durante solenidade realizada na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, com presença de inúmeras autoridades civis e militares

O promotor de Justiça Edson Correa Batista foi homenageado em 22/10 com o colar “Cadete PM Ruytemberg Rocha”, durante solenidade na Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB). A honraria foi concedida pelos relevantes serviços prestados ao Núcleo Cadete Ruytemberg Rocha, à Sociedade Veteranos de 32, à Academia de Polícia Militar do Barro Branco e à Polícia Militar do Estado de São Paulo. Participaram da solenidade inúmeras autoridades civis e militares.

Na foto em anexo, o promotor Edson Corrêa Batista recebe os cumprimentos do comandante da APMBB, o coronel da Polícia Militar Reynaldo Rossi Simões.

promootoredson
Mudança de promotor pode anular processo sobre chacina na Grande SP
Em São Paulo

09/10/201510h32
A operação da força-tarefa para investigar a chacina que deixou 19 mortos na Grande São Paulo correu o risco de não acontecer porque um promotor do MPE (Ministério Público Estadual) teve de ser substituído às pressas, em razão de ter demorado para dar seu parecer a respeito dos pedidos de prisões dos policiais feitos pela Corregedoria da PM. A troca de promotores no caso pode anular todo o processo, segundo juristas ouvidos pela reportagem.

O jornal “O Estado de S. Paulo” apurou que os corregedores entregaram os pedidos de prisão e de busca e apreensão na terça-feira (6), na Justiça Militar. O promotor Edson Correa Batista pegou o inquérito original do caso e o levou para casa para estudar melhor o processo, antes de dar o seu parecer sobre o pedido.

Até as 19h de quarta-feira (7), nem o inquérito nem o promotor haviam aparecido no TJM (Tribunal de Justiça Militar). Sem a manifestação dele, não seria possível o juiz Dalton Abranches Safi decidir sobre os pedidos dos corregedores. A Corregedoria da PM até chegou a oferecer uma viatura para buscar os autos na casa do promotor, que mora no litoral, mas ele recusou.

Enquanto isso, policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) já tinham em mãos os mandados expedidos pela Justiça Comum de Osasco. Assim, a operação foi montada. Para contornar o atraso do promotor, o MPE decidiu que a promotora Carmen Pavão Pastorelo Kfouri iria despachar no lugar do colega. Foi feita cópia do inquérito da Corregedoria para que o procedimento fosse possível. Os mandados foram expedidos às 20h.

Para o presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Arles Gonçalves Júnior, não há motivos legais para trocar de promotor de um dia para o outro. “Isto fere o princípio da legalidade, do contraditório e da ampla defesa. Isso pode sim anular a investigação.”

O TJM informou que o “Ministério Público é uno e indivisível. Por isso, qualquer contestação deve ser feita judicialmente.” O MPE informou que o “Ministério Público se manifestou no inquérito e não houve prejuízo à investigação”.

As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.