Que tal divulgarmos os dados do sargento torturador assim como a PM fez em relação ao delegado e sua noiva 109

Snap 2015-10-23 at 03.40.44CHARLES OTAGA CPF 116.XXX.XXX-69 – NASCIMENTO: 13/08/1974 –
MÃE:  I.H.O –PAI – D.O
MULHER – F.C.O – CPF 272.XXX.XXX-38
TELEFONES (11)xxxx-0734 (11)xxxxx-1548 (11)xxxxx-7267 (11)xxxxx-0147
R xxxxxxxxxxxABA xx2 – BL x APx – CIDADE xxxxx – SAO PAULO/SP – CEP XXXXX- X30

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Quem com ferro fere…

Pegadinha do FLIT, embora tenhamos os dados verdadeiros, aqui ninguém é safado e filho da puta como alguns PMs e admiradores que estão fazendo ameaças ao delegado e familiares!

Ah, mas que o japa tem cara de mau , isso tem ! 

Polícia Militar, uma força que abriga, entre os seus, esquadrões da morte 17

O delegado que ousou prender um PM por práticas de tortura

Os PMs foram até a casa do Afonso de Carvalho Oliveira Trudes, suspeito de ter roubado uma bicicleta. Mesmo sem mandado, detiveram-no, levaram-no a uma quebrada e o entregaram a uma Delegacia de Polícia de Itaquera, São Paulo, quatro horas depois, todo machucado.

Informado sobre o ocorrido, com a confirmação dos laudos médicos, o delegado Raphael Zanon, da 13a DP. ordenou a prisão do sargento Charles Otaga, por prática de tortura.

Imediatamente a delegacia foi cercada por PMs, ameaçando ir atrás do delegado em sua casa ou de sua namorada.

O delegado solicitou apoio do GOE (Grupo de Operações Especiais). PMs garantiam que o preso tinha se machucado ao cair da bicicleta. Os PMs bradavam que o delegado “estava mostrando as garras” e atualizavam a todo momento pelas redes sociais  o que estava ocorrendo na delegacia. Segundo a reportagem, um dos PMs disse aos colegas de farda “é hora da gente se unir e defender os nossos”, segundo reportagem da Folha.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou agressão com objeto de choque no pênis, bolsa escrotal, percoço e perna, machucados nas costelas e múltiplas lesões na parte esquerda da coxa e das nádegas, tudo devidamente documentado.

É um episódio pouco usual, menos pelas torturas, mais pela coragem de um delegado de polícia de fazer cumprir a lei.

O delegado Zanon sabia bem que, ao cumprir a lei, estaria expostos à represália de uma força que abriga, entre os seus, esquadrões da morte.

De seu lado, provavelmente o Secretário de Segurança Alexandre Moraes não vai se pronunciar. Marqueteiro, como seu colega Ministro da Justiça, Moraes veio a público se manifestar sobre a motorista de 28 anos que, embriagada, matou dois trabalhadores que pintavam faixas de ciclovias. Mas foge dos temas sérios. Virou assunto muito mais pela beleza da motorista do que por solidariedade às vítimas.

A exemplo do Ministro José Eduardo Cardozo com a Polícia Federal, Moraes não possui a menor ascendência sobre a PM. Se a imprensa insistir, anunciará a abertura de um procedimento qualquer que se perderá no tempo, quando a memória seletiva da mídia deixar de cobrar resultados.

Fonte: Luiz Nassif / Jornal GGN.

Sargento torturador foi cabo eleitoral do sincericida coronel Telhada: se todo delegado agir assim, ACABOU A POLÍCIA 10

CORONEL TELHADA CONDECOROU COM MEDALHA SARGENTO DA PM PRESO POR TORTURA

Para Telhada, se todo delegado for levar pra frente acusações de tortura “acabou a polícia”

Via Coletivo DAR

Como demonstrou reportagem da Folha de SP, três PM’s foram detidos na noite desta terça feira acusados de tortura de um suspeito de roubo. Um deles, o líder do bando, o Sargento Charles Otaga, permaneceu preso tendo sido encaminhado ao presídio. Segundo depoimento da vítima, fotos e laudo do IML,  os covardes de farda agrediram em grupo a uma pessoa rendida e desarmada com choques no pênis, bolsa escrotal, pescoço e perna. Foram encontrados também machucados feitos na região da costela e múltiplas lesões na parte esquerda da nádega e nas coxas.

Logo que soube da prisão, o excelentíssimo deputado Coronel Telhada (PSDB) correu para a delegacia para participar, junto com outras hienas, de tentativas de intimidação do delegado para que soltasse os PMs. Estranho? Não mais do que Charles Otaga ter recebido, das mãos de Telhada, uma CONDECORAÇÃO e uma MEDALHA, em ato solene realizado na Assembleia Legislativa do Estado no dia 1 de junho deste ano. Otaga foi agraciado com  a Medalha de Esplendor de São Miguel, e seja lá o que isso signifique representou um tempo da casa legislativa e de funcionários seus pagos pelos contribuintes para que fosse homenageado (ao menos um) torturador.

De acordo com texto da assessoria da Assembleia (leia texto completo aqui) , “O deputado citou o heroísmo dos policiais envolvidos nos três casos citados, que, com o risco da própria vida (porque as abordagens envolveram troca de tiros), cumpriram seu dever de promover a segurança pública, repelindo agressões injustas após terem sido alvo de disparos”.

Ao saber da prisão por tortura de seu homenageado, Telhada foi de uma sinceridade impressionante: se todo delegado agir assim, ACABOU A POLÍCIA. Não tenha dúvida, excelentíssimo passa pano de torturador, não tenha dúvida.

Coronel Telhada condecorou com medalha sargento da PM preso por tortura

Bancada da bala e da tortura intimida Tribunal de Justiça: ou livram o sargento torturador ou abandonam a segurança dos desembargadores 29

Três deputados federais  entraram  na disputa entre Polícia Militar e Polícia Civil de São Paulo , desencadeada com a prisão em flagrante delito do sargento Charles Otaga, acusado de torturar um assaltante para que confessasse o roubo de 60 reais de uma loja de sapatos de Itaquera.

O sargento foi preso por um delegado de polícia; a prisão foi ratificada e convertida em prisão preventiva por Juiz de Direito da Capital.

O policial militar – segundo o magistrado – agiu com requintes de crueldade contra preso dominado e indefeso.

As sevícias foram praticadas nos órgãos genitais, inclusive!

Absurdamente, os deputados Major Olímpio (PDT), Eduardo Bolsonaro (PSC) e Major Rocha (PSDB-AC) foram na tarde desta quinta (22) até o Quartel do Comando Geral da PM, na Luz, e depois levaram o pedido de habeas corpus do sargento ao Tribunal de Justiça.

Os três querem a soltura do sargento e, assim, uma vitória política na briga entre PM e Civil.

Para eles foi tudo armação do delegado; por ódio à PM e retaliação ao “full circle “.

O argumento da PM para os desembargadores é irrecusável.

Mas desnecessário,  é notória a simpatia da presidência do TJ-SP pelas causas da família policial- militar.

Naquilo que depender da “Promotoria” delegado que prendeu PM, literalmente: VAI TOMAR NA BUNDA!…O MP de São Paulo mantém relação de vassalagem com a PM…Instituições inimigas da Polícia Civil! 17

Entidades acionam Promotoria em defesa de delegado que prendeu PM

FOLHA DE SÃO PAULO

22/10/2015 22h39

Entidades de defesa de direitos humanos cobraram nesta quinta-feira (22) do Ministério Público um posicionamento para garantir a “autonomia e segurança” do delegado responsável pela prisão de um sargento da PM suspeito de torturar um assaltante na zona leste de São Paulo.

O texto, assinado pelo grupo Tortura Nunca Mais e outras oito instituições, pede que a Promotoria torne pública sua posição contra casos de tortura. O pedido acontece após o delegado Raphael Zanon ser hostilizado por policiais militares após dar voz de prisão ao sargento Charles Otaga.

“Não há dúvida que o objeto de tanta indignação por parte daqueles que apoiam o sargento preso é a legitimidade da prática do crime de tortura por agentes do Estado. Prova disso é o fato de constantemente ocorrerem prisões de policiais militares sem que haja qualquer manifestação de tal natureza”, afirma o texto das entidades.

Em outro documento divulgado, o grupo pede que a Promotoria e a Justiça “assumam seus papéis fundamentais para a apuração e responsabilização dos atores envolvidos na prática da tortura e no controle da atuação policial”.

“Não podemos aceitar que um agente do Estado, de qualquer setor, do cargo mais baixo ao mais alto na hierarquia do poder público, possa ficar impune à eventuais práticas de atos contra direitos tão básicos da população como a dignidade e a integridade física.”

O caso aconteceu entre a noite de terça (20) e a madrugada de quarta (21) na zona leste de São Paulo.

O desentendimento mobilizou dezenas de policiais armados e foi seguido de alertas das duas corporações de que a relação entre militares e civis está ruim e tende a se tornar ainda mais hostil.

Adolfo, o Flit não é do PCC, mas entre o “partido” e a PM respeito mais o primeiro…Menos perigoso o inimigo declarado do que o falso coirmão 37

Lixo de site e comentarios ?Deve ser do PCC

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E já que existe uma guerra institucional e funcional: O INIMIGO DO MEU INIMIGO MEU AMIGO É !

 

Aliás, quem matou o coronel  José Hermínio Rodrigues  ?

Praça nem sequer presta para eleger Praça – Jornalista afirma que entidades de classe da PM são organizações criminosas destinadas à lavagem de dinheiro e eleição de amigos do governo 14

UMA GUERRA QUE JÁ PERDEMOS. TODOS NÓS.

22/10/2015 18:17

AS POLÍCIAS DE SÃO PAULO ESTÃO NOVAMENTE EM GUERRA, APÓS UMA TRÉGUA DE SEIS ANOS. QUEM PERDE COM ISSO É A SOCIEDADE.
PATRULHEIRO, NÃO ENTRE NESSA GUERRA. ELA NÃO É SUA. QUALQUER QUE SEJA O RESULTADO, NÓS PERDEMOS.
DESDE 2008, APÓS O CONFRONTO nas proximidades do palácio do governo, na capital paulista, onde a Polícia Civil participava de uma manifestação salarial e caminhava em direção à sede do governo e foi obstada pela PM, o que acabou em um confronto entre as instituições, o qual refletiu diretamente nos patrulheiros, que lidavam diretamente com a polícia civil nas delegacias a cada ocorrência que conduziam até os distritos policiais.
Nós patrulheiros sentimos na pele o impacto dessa animosidade entre as instituições. Muitos foram obstados, constrangidos e até humilhados nas delegacias, por delegados e escrivães que tomaram as dores daqueles manifestantes.
Esse desconforto durou quase um ano, sendo dirimido aos poucos, pela persistência dos PATRULHEIROS, que de fato, CARREGAM AMBAS AS POLÍCIAS NAS COSTAS, sem falsa modéstia. Se o patrulheiro parar, o Estado vai à falência em menos de uma semana.
Agora, após seis anos de relativa paz, a guerra voltou. Só que desta vez, disfarçada de IDEOLOGIA DE TRABALHO CORPORATIVO. Os coronéis, ao escolherem o lado do governo em 2008, conquistaram a simpatia do governador e foram contemplados com inúmeros benefícios, cargos comissionados, diretorias de estatais, chegaram a comandar 30 das 31 sub-prefeituras da capital, receberam gordos aumentos e conquistaram posicionamento político de destaque, inclusive com verba pública para elegerem seus representantes, através da “associações” de policiais, verdadeiras máquinas de lavar dinheiro.
Em contrapartida, os delegados, que se mostraram rebeldes, foram rechaçados e passaram a perder cargos de confiança e comissionados, sendo relegados a um segundo plano, perdendo status e credibilidade.
Observem que em momento algum falo dos operários de ambas as polícias, porque eles não estão incluídos no contexto social da demanda. São peões. Movidos por seus gestores para “limpar o caminho” até o adversário.
Naquela passeata, a primeira linha de “combate” aos policiais civis, era composta por patrulheiros. Gente comum que trabalha de polícia e que, com conhecimento de causa, mas sem poder desobedecer aos seus “superiores”, montaram a primeira linha de contenção. Eles sabiam que a manifestação era legítima e que, se exitosa, seriam também beneficiados afinal, desde 1993 havia isonomia de salários através da lei complementar 731/93. O que a policia civil conseguisse, refletiria nos vencimentos da própria PM também. Isso é muito elementar.
A Polícia Civil não teve a menos dificuldade de romper esse obstáculo feito pelos patrulheiros que, acima de tudo, respeitaram a incolumidade física dos policiais civis. Isso despertou medo no governador que prometeu mundos e fundos para os coronéis se os policiais civis fossem impedidos de se aproximarem dele.
Aí começou o perigo.

A TROPA DE CHOQUE estava posicionada. São homens com treinamento diferenciado. Doutrinados. Vivem aquartelados, sem contato com o público. Vivem por um ideal militar. Não são socializados. São guerreiros. Os melhores que se pode conseguir, tanto em lealdade quanto em dedicação. Seu lema é:

“NO VÃO DO ESCUDO NÃO PASSA NINGUÉM”.
E não passou mesmo.

O governador teve ali a certeza que tinha escolhido a corporação certa para defender seu “campo santo”. Contabilizou o prejuízo e viu que era suportável.
O Brasil inteiro viu a PM baixando a lenha na Polícia Civil e o crime organizado comemorou como nunca. Ali começava a falência da segurança pública no estado de são Paulo.
Desde então os coronéis vem se organizando para assumir de vez o lugar dos delegados, mas com uma agravante: Não incluíram os praças em seus planos.
Isso mesmo. Não há lugar para praças no plano de poder dos coronéis.
Sua estratégia foi perfeita.

Aos poucos foram se aproximando do governador e sorrateiramente foram assumindo funções de outras secretarias, de outras instituições, de outras autarquias e sobrecarregando o operário na ponta da linha com escoltas de presos (função da secretaria de assuntos penitenciários), guarda de cadeias (função da polícia civil), guarda de fóruns, da ALESP, Palácio, câmaras, prédios públicos, bibliotecas, escoltas de valores, praças de padágios, segurança de empresas e empresários e mais uma série de serviços que se desviam da função constitucional da Polícia Militar, tudo para agradar ao governador, que não precisava mais gerenciar sua baixa competência, uma vez que a PM abraçava o problema e exigia cada vez mais do operário.
Com o passar dos anos, a Polícia Civil foi engessada e a PM, à custa do trabalho da linha de produção, foi galgando degraus valiosos do ponto de vista político, a ponto de fazer crer aos praças, 80% do efetivo, que os coronéis lutavam pela categoria, e não pela oligarquia, elegendo vários oficiais superiores para representarem os ideais de segregação da macro empresa Polícia Militar do estado de são Paulo.
Até pouco mais de um mês atrás, a PMESP dominava a cultura do resto do país com a idéia de usurpar as funções da Polícia Civil por completo, sacrificando seu operário e conseguindo poder absoluto sobre a persecução criminal, não só no estado, mas no país inteiro.
Por que estou dizendo “usurpar” se represento justamente os funcionários da PM? Não deveria defender seus ideais?
A APPMARESP defende o cidadão policial militar PRAÇA. Não defende a PMESP e nem sua segregação sobre o PRAÇA. Somos contrários à forma de exploração, que segrega, que humilha, separa, pune sem direito a defesa, rouba a dignidade e reprime o pensamento.
As alegações dos coronéis para usurpar o inquérito, a investigação e a polícia cartorária, são de que o policial perde tempo nas delegacias, que os delgados soltam os bandidos presos pela PM, que fazem meio policiamento, que começam e não terminam, que a polícia civil não tem condições de fazer o seu trabalho, entre outras.
Se de fato essas são as falhas, não são de caráter funcional, mas sim estrutural. Se o policial perde tempo nas delegacias, é só colocar em prática a resolução nº SSP-57/2015.
Se os delegados soltam os bandidos presos pela PM, caso isso seja ilegal, e não uma garantia do preso, é só DENUNCIAR OS DELEGADOS QUE FAZEM ISSO, sem virar guerra. Nos termos da lei, através de denúncia formal à corregedoria e ouvidoria da polícia. Não precisa ir um monte de oficiais na porta de uma delegacia gritar e xingar porque isso só piora a situação do pracinha que está sendo frito lá dentro. Acabado o circo os coronéis vão pros seus condomínios de luxo dormir um sono tranquilo e o praça vai pro Romão, como aconteceu.
Se a PM faz meio policiamento, e DISSO DISCORDO VEEMENTEMENTE, uma vez que fazemos não só o nosso como o da POLÍCIA CIVIL, o da SAP, o da CET, o das GCMs, POLICIAMENTO PARTICULAR, ATENDIMENTO SOCIAL, do SUS, etc, através do 190, que funciona como UMA CENTRAL DA POLÍCIA CIVIL, uma vez que atende ilícitos que “JÁ OCORRERAM”, o que por determinação constitucional, é dever da PC e não da PM.

Essa determinação para fazer o trabalho de todo mundo é requerida pelos PRÓPRIOS CORONÉIS, a fim de acumularem poder. Se querem que a PM faça o seu trabalho completo, podem começar por devolver as atribuições da Secretaria de assuntos Penitenciários, devolvendo a guarda e escolta de presos. Podem devolver o trabalho das empresas de vigilância, retirando milhares de policiais militares das guardas de fóruns, da Assembleia Legislativa, casa Militar, Casa civil, Escolta de autoridades, Palácio do Governo, Praças de pedágios e mais uma série de “usurpações” legitimadas por convênios escusos que sobrecarregam os praças na ponta da linha.
A PM COMEÇA E TERMINA SIM. Ela começa e termina o policiamento preventivo, sua função constitucional. Não tem que levar o preso até o juiz porque não é sua competência. Sua competência é ser vista pelo cidadão e evitar o cometimento de crimes e, caso se depare com o crime ocorrendo, cuidar para que cesse. A partir daí já não é mais sua competência, portanto a PM faz o trabalho completo sim.
Se a polícia Civil não tem meios materiais de fazer o seu trabalho, o mesmo ocorre com a PM. Não é retirando as funções de uma E DANDO PRA OUTRA que se resolverá o problema.
Se a PC tem uma baixa resolutividade de casos o correto seria revisar a LEI DE EXECUÇÕES PENAIS, que condenou o caseiro que matou a menina usando um jet ski a ficar solto. Isso mesmo. O cara que estava embriagado e matou uma menina, foi condenado a “REGIME ABERTO”. Alguém acha que um ladrãozinho de galinhas vai ficar preso só porque a PM o surpreendeu roubando?
Quanto ao atendimento ao patrulheiro, pergunto aos coronéis: qual policial é bem atendido internamente, nas sessões administrativas da PM? Na SJD, No P1,P2, P3, P4, P5? Quantos elogios individuais prescrevem por não terem sido lançados nos assentamentos individuais do policial? Quantas planilhas individuais estão atualizadas? Quantas medalhas de valor militar sequer foram pedidas? Quantas láureas prescreveram por não terem sido requeridas no prazo? Quantas unidades dispõem de um serviço de excelência? Estamos na mesma situação.
Quanto à capacidade investigativa, e essa é a pior argumentação possível para se utilizar, uma vez que na PM não existe o instituto da ampla defesa e do contraditório.
A constituição federal, artigo 5º diz que: LV – aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
A lei Federal 8906/94 diz que: Art. 2º O advogado é indispensável à administração da justiça.
Entretanto, nas investigações da PM esses direitos e deveres não existem. Não se pode administrar a justiça unilateralmente, como é feito nos quartéis e no próprio tribunal da PM. A sociedade não precisa de um novo AI-5.
AS INVESTIGAÇÕES NA PM SÃO PRODUZIDAS E RELATADAS POR QUEM NÃO TEM FORMAÇÃO JURÍDICA, NEM EXPERIÊNCIA INVESTIGATIVA, NEM CAPACIDADE ÉTICA E NEM DESVINCULAÇÃO FUNCIONAL COM OS INVESTIGADOS. SÃO CORPORATIVAS E DIRECIONADAS.
Se não servem para o público interno, como poderiam funcionar para o povo?
Nos colocamos à disposição para discutirmos esse assunto com qualquer coronel, onde e quando ele quiser, bem como a desmilitarização e criação de um setor de fiscalização externo das contas da PM.

Marco Ferreira – Jornalista

Leia mais: http://www.appmaresp.com/news/uma-guerra-que-ja-perdemos-todos-nos/

SOCIEDADE NÃO ESTÁ PREOCUPADA COM DISCUSSÃO INSTITUCIONAL, DIZ ALEXANDRE MORAES 12

AGÊNCIA ESTADÃO

Em meio à crise de relação entre as Polícias Civil e Militar, o secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quinta-feira, 22, que a “sociedade não está muito preocupada com a discussão institucional”, mas sim com o trabalho policial para “diminuir os índices de criminalidade”. A declaração foi feita após o secretário ter sido questionado sobre o “ciclo completo de polícia”, em discussão no Congresso Nacional, que propõe que uma força policial assuma uma ocorrência do início ao fim.

O “ciclo completo de polícia” é um dos principais pontos de atrito entre as classes militar e civil. A proposta é defendida pelos PMs, mas é alvo da oposição dos policiais civis. “Hoje, Polícia Civil faz polícia judiciária e a Polícia Militar faz polícia preventiva e ostensiva. Se amanhã o Congresso Nacional alterar isso, eu, como secretario da Segurança, vou cumprir”, afirmou Moraes, que, no entanto, preferiu não opinar sobre a proposta. “Eu estou secretário, mas sou professor de Direito Constitucional e atuo dentro da absoluta legalidade e constitucionalidade.”

Apesar de não assumir uma posição clara, o secretário defendeu que os policiais possam se expressar contra ou a favor da proposta. “É direito deles defender o que acham que é o melhor para sociedade. O que não pode ocorrer – e não será admitido – é que discussões no campo institucional prejudiquem o trabalho da SSP”, disse.

Outra divergência que serve como pano de fundo para a entender a rixa entre as duas Polícias é a Resolução 57/15 da SSP, que determina a rápida liberação dos PMs em delegacias para casos simples de flagrante e desobriga os militares a preservarem o local do crime em ocorrências menos graves.

“Isso abriu uma brecha que permite a interpretação de que a Polícia Militar tem atribuição para avaliar a extensão do local do crime, bem como a necessidade ou não de preservação do mesmo. Essa medida entrou em conflito com as atribuições da Polícia Civil. E aí essa rixa começou”, disse o deputado estadual delegado Antônio Olim (PP). Procurado pela reportagem por telefone, o deputado Coronel Telhada (PSDB) não foi localizado e não retornou as ligações.

Conflito

O mais recente episódio de atrito aconteceu nesta semana, quando o 103º Distrito Policial (Itaquera) foi cercado por PMs após o sargento Charles Otaga, de 41 anos, ser preso em flagrante ao apresentar um suspeito detido por praticar roubo na região. Ele foi autuado pelo delegado Raphael Zanon, sob suspeita de ter praticado tortura contra o ladrão.

Moraes, no entanto, negou que haja um conflito grave entre as instituições. “As polícias se respeitam, continuam trabalhando juntas e de forma coordenada. Fatos ocorridos pontualmente serão apurados”, disse. O secretário também negou que o delegado saiu do DP escoltado pelo Grupo de Operações Especiais (GOE). “Ele pegou uma carona com o supervisor do GOE.” “Se ele (Zanon) falar que foi ameaçado, nós vamos tomar providência imediatamente.”

“Nós tivemos algo que acaba mexendo com a questão corporativa – e isso foi acentuado com a presença de dois deputados, cada um, dentro do seu legitimo direito, puxando pro seu lado”, afirmou Moraes. O secretário também disse que a decisão do delegado tem respaldo na legislação, mas que se ele “acertou ou errou na análise do tipo penal, é a Justiça quem vai dizer”. “Não podemos dizer que houve tortura, isso vai ser apurado. Também ão podemos dizer que o delegado errou: ele agiu dentro da sua convicção e de forma legal.”

FR85 SÃO PAULO - SP - 02/01/2015 - CIDADES - GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN- O governador Geraldo Alckmin faz sua primeira reunião com os novos secretários do Estado de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes zona sul da cidade de São Paulo.Na foto Alexandre de Moraes(segurança pública). FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

 FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

O oficialato da Polícia Militar é carreira para imprestáveis inimigos do Erário; oficial só vai a fórum para puxar o saco e demandar a Fazenda Pública 8

Caros senhores policiais militares!

Não seria temerário iniciar uma disputa sobre materia de abusos funcionais neste momento?

Agora observem um detalhe funcional, que todos os operacionais tem em comum, que é o nosso querido RDO, que para os militares pode ser acessado via infocrim também, por favor façam a seguinte pesquisa lance o seu nome e observe o volume de ocorrências os artigos e etc…

Posteriormente rogo aos colegas que pesquisem o seu capitão de sua companhia, que acredito que a uns 12 anos atras mais ou menos era um aspirante ou 2º tenente, nessa época eu acredito que iniciou o sistema RDO.

Apos essa pesquisa que sugiro aos militares que a façam em uma delegacia, observem a discrepância do vosso trabalho com o superior, observem que o vadio passa menos de 10% de sua vida profissional atendendo ao povo senhores.

Certo certo certo já sei….., os delegados e os escrivães também não tem elevados números de condução e testemunho em ocorrências, calma lá senhores mas são as pessoas que estão ao seu lado durante todas as ocorrências que chegam a formalizar, chegam a decorar seu RG, no caso dos escrivães que conhecem também o modus operandi dos marginais que coube aos senhores enfrentar.

Outra questão, isso pode ser feito em casa, pesquise seu nome no TJSP, você vai se assustar, e pesquise também seus superiores “oficiais” lembre que cabo, sargento e sub não vale porque é tudo guerreiro como voce!

Senhores essa pesquisa vai chocá-los em ver como são vagabundos vossos oficiais, me recordo de um tenente japoneis chato, pensa num chato, pesquisei e batata 5 processos, 3 contra o estado por salario, 1 acidente de carro como vitima, e 1 flagrante de furto com testemunha em 10 anos de serviço publico.

Pessoalmente sempre gostei de enfrentar a meganha!
já usei o 190, sim ja usei sim!!!!! muito e por questões familiares, porque na rua não da tempo quando a casa cai é com o parceiro e nossa senhora que agente conta.

Briga, sim ja briguei via de fato sim ja apanhei e bati, quando bati segurei a bronca IP fórum comida de rabo do promotor do juiz aquela baixaria, e quando apanhei fiquei queto, “não arrumo fórum pra ninguém da civil da pm e gcm, é ponto minha conduta e ponto de vista.

Com relação ao 103, se os oficiais tivessem certeza do abuso do majura invadiam a delegacia e levariam pra consolação, mas não, eles abandonaram o sargento, e vão abandonar quem foi na porta da delegacia.

Beleza então, vao tudo a merda e vamo treta!

Consulta de Processos do 1ºGrau
Orientações
Processos distribuídos no mesmo dia podem ser localizados se buscados pelo número do processo, com o seu foro selecionado.
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Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
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Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes

1010978-69.2014.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Licença-Prêmio
Reqte: PAULO ADRIANO LOPES LUCINDA TELHADA
Recebido em: 20/03/2014 – 8ª Vara de Fazenda Pública
1048964-57.2014.8.26.0053
Ação Popular / Utilização de bens públicos
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 21/11/2014 – 1ª Vara de Fazenda Pública
1040299-52.2014.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Militar
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 25/09/2014 – 9ª Vara de Fazenda Pública
0043214-62.2012.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Pagamento
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 14/09/2012 – 14ª Vara de Fazenda Pública
0045068-28.2011.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Pagamento Atrasado / Correção Monetária
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 28/11/2011 – 2ª Vara do Juizado Especial da Fazenda Pública
0006787-66.2012.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Sistema Remuneratório e Benefícios
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 23/02/2012 – 6ª Vara de Fazenda Pública
0046618-58.2011.8.26.0053
Procedimento Ordinário / Pagamento Atrasado / Correção Monetária
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 07/12/2011 – 2ª Vara do Juizado Especial da Fazenda Pública
0608456-53.1985.8.26.0053 (053.85.608456-9)
Procedimento Ordinário
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 04/06/1985 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública
0130453-17.2006.8.26.0053 (053.06.130453-7)
Procedimento Ordinário
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 05/10/2006 – 11ª Vara de Fazenda Pública
0623095-37.1989.8.26.0053 (053.89.623095-9)
Procedimento Ordinário
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 13/12/1989 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública
0425031-32.1999.8.26.0053 (053.99.425031-5)
Procedimento Ordinário / Sistema Remuneratório e Benefícios
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 17/11/1999 – 1ª Vara de Fazenda Pública

Foro Central Cível

1086350-43.2015.8.26.0100
Interpelação / Provas
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 24/08/2015 – 23ª Vara Cível
1069180-92.2014.8.26.0100
Procedimento Ordinário / Lei de Imprensa
Reqte: PAULO ADRIANO LOPES LUCINDA TELHADA
Recebido em: 25/07/2014 – 24ª Vara Cível
1020013-43.2013.8.26.0100
Procedimento Ordinário / Indenização por Dano Moral
Reqte: PAULO ADRIANO LOPES LUCINDA TELHADA
Recebido em: 15/04/2013 – 33ª Vara Cível
0127284-75.2006.8.26.0100 (583.00.2006.127284)
Procedimento Ordinário / Espécies de Contratos
Reqte: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 15/03/2006 – 13ª Vara Cível

Foro Central Criminal – Juri

0005635-25.2008.8.26.0052 (583.52.2008.005635)
Ação Penal de Competência do Júri / Homicídio Simples
Declarante: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 26/11/2008 – 1ª Vara do Júri

Foro Regional XII – Nossa Senhora do Ó

1001694-32.2015.8.26.0011
Procedimento Ordinário / Indenização por Dano Moral
Reqdo: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada
Recebido em: 27/02/2015 – 1ª Vara Cível
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Desenvolvido pela Softplan em parceria com a Secretaria de Tecnologia da Informação – STI

Olha o manganão ligeiro!!!!!!!!!!!!!! o inimigo dele é o estado!

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Sérgio Olímpio Gomes
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Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes

0416279-18.1992.8.26.0053 (053.92.416279-9)
Procedimento Ordinário
Reqte: Sergio Olimpio Gomes
Recebido em: 15/10/1992 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública
Incidentes e recursos
0110200-71.2007.8.26.0053 (053.07.110200-7)
Embargos à Execução
Reqdo: Sérgio Olimpio Gomes
Recebido em: 19/04/2007 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública
0406197-25.1992.8.26.0053 (053.92.406197-9)
Procedimento Ordinário
Reqte: Sérgio Olimpio Gomes
Recebido em: 30/03/1992 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública
0509728-11.1984.8.26.0053 (053.84.509728-9)
Procedimento Ordinário
Reqte: Sérgio Olímpio Gomes
Recebido em: 03/12/1984 – Setor de Execuções contra a Fazenda Pública

Foro de Poá

0002237-43.2004.8.26.0462 (462.01.2004.002237)
Execução Fiscal / FGTS/Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço
Interesdo.: Sergio Olimpio Gomes
Recebido em: 30/03/2004 – SAF – Serviço de Anexo Fiscal

Diz que eu to errado pelo amor de Deus!!!!!!!!!!!!!!!!!! nao pode ser!!!!!!!!!

MADRES TERESA DA CASERNA – A Polícia Militar quer que a sociedade civil se foda, o ciclo completo é meramente “ad majorem Dei gloriam” 81

Major Olimpio fala às famílias policial civil e militares, sobre o lamentável episódio ocorrido ontem no qual um policial militar foi autuado e preso “por intransigência e posicionamentos pessoais de um delegado que não representa o pensamento da instituição polícia civil. Houve uma grande mobilização social e, aqui na Câmara dos Deputados, estamos constituindo uma comissão e vamos até o Governo de São Paulo, à Secretaria de Segurança Pública, ao Procurador Geral de Justiça, ao Tribunal de Justiça, à Delegacia Geral de Polícia e ao Comando Geral da PM, numa mobilização intensa para pedir que não aconteça mais esse tipo de conflito. Para que não haja mais esse tipo de interpretação equivocada e preconceituosa e individual que possa geral intriga e instabilidade entre as polícias.
Debatemos o ciclo completo de polícia, mas é preciso que haja isenção das partes nesse debate.
Vamos evoluir para o ciclo completo SIM e a cada dia convencemos mais a população brasileira, o próprio Congresso e os deputados.
O Ciclo vai ampliar as condições de trabalho de ambas as polícias, não vai tirar o poder de nenhuma instituição. Vai melhorar o atendimento das polícias ao cidadão.
Não serão coisas pequenas e atos INDIVIDUAIS que impedirão o avanço do novo sistema de segurança pública.
Até que o ciclo completo seja votado, é preciso que aqueles que estão na linha de frente, na ponta da linha, na luta, que se socorrem e se apoiam nas madrugadas, que lutem juntos.
Não vamos nos desagregar, nos desunir.
RESPEITO À PROFISSÃO
RESPEITO ÀS INSTITUIÇÕES
A luta é intensa, mas lutamos pelo bem maior que é o bem da sociedade.
Serenidade, tranquilidade e equilíbrio.
A própria sociedade brasileira vai impulsionar essa evolução para o ciclo completo a despeito de posicionamentos mesquinhos e individuais, QUE NÃO TRADUZEM O RESPEITO QUE AS INSTITUIÇÕES TÊM UMAS PELAS OUTRAS”.

Major Olímpio

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Argumento mentiroso e  acusação ridícula, o sargento foi preso em flagrante por ter cometido crime de tortura.

Tortura é crime hediondo; lugar de torturador é a cadeia. 

Aliás, verifica-se um certo sadismo de ordem sexual na conduta do PM…

Lesionar o órgão sexual  de um preso aberra as rotinas policiais.

De resto, o Major Olímpio – cativando seu eleitorado – quer politizar a questão ofendendo um delegado de polícia honrado;  que  – legitimamente – deve  ter interrompido os vinte e dois anos de carreira corrompida e arbitrária  do policial infrator.

Tortura na PM é vício; o sargento deve ser useiro e vezeiro em práticas violentas e assassinatos.  

O ciclo completo – além de mais chacinas e torturas impunemente; sem esquecer de mais dinheiro no bolso dos oficiais ( um ADPJ pra eles ) – significa o monopólio e vitaliciamento do militarismo à frente da Segurança Pública.

Seria a decretação do fim das Polícias Civis e de seus membros.

Não existe altruísmo e compromisso público nesse debate.

A Polícia Militar com desfaçatez  – por meio de seus deputados demagogos – emprega o nome da sociedade civil apenas para atingir seus mesquinhos objetivos corporativistas;  na verdade verdadeira querem que a sociedade se foda!

Não passará!

Por fim, não há respeito da PM em relação à Polícia Civil…

Mentira politicamente correta!

Lembrando, menos perigoso o inimigo declarado do que o falso amigo…

Coronel Telhada – em rede social – lança perdigotos mentais em ofensa aos Delegados de Polícia, caluniando, difamando e injuriando delegado do 103º DP que prendeu PM torturador e homicida 64

Terça feira, 20 de outubro, 22/00 horas saí da Assembleia Legislativa após mais um dia de trabalhos, reuniões, sessões plenárias ordinária e extraordinária, atendimento de munícipes, etc.
Em seguida me desloquei ao 103 DP em Itaquera, onde o Sargento Otaga foi indevidamente autuado em flagrante por tortura e agressão contra um bandido preso por roubo, baseando-se o delegado apenas nas palavras do ladrão. O Delegado totalmente tendencioso, recusou-se a receber a documentação do GPS da viatura entregue pelo Coronel Hernandes que inocentava o Sargento, praticando esse absurdo, cometendo portando no meu entendimento abuso de autoridade, o que com certeza responderá legalmente no devido tempo.
Infelizmente delegados mal preparados como esse, denigrem a imagem da Polícia Civil perante a sociedade e principalmente perante a Polícia Militar, deixando claro que passou da hora de ser implantado o Ciclo Completo de Polícia, pois se assim o fosse, com certeza esse absurdo não teria ocorrido.
Os advogados do sargento tomarão as medidas legais que o caso requer, pois infelizmente nossa legislação tacanha permite tais abortos jurídicos.
Passei no 103 DP para dar um abraço no Sargento Otaga e me colocar à disposição da família. Espero que a Polícia Militar tenha a altivez e o profissionalismo de apoiar o Sargento Otaga evitando assim que isso ocorra novamente.
Sai do 103 DP as 00:20 horas de quarta feira, fiz tudo o que estava a meu alcance, mas infelizmente a injustiça prevaleceu.
Grande abraço a todos.

Foto de Coronel Telhada.
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Esperamos que os advogados da ADPESP e do Dr. Raphael Zanon  adotem as medidas legais que o caso requer , buscando a responsabilização criminal , civil e política desse deputado falastrão .
Esperamos , também, que todos os delegados de polícia exerçam suas atribuições com total independência e isenção ; deixando – de uma vez por todas – de servir de quebra-galho para policiais militares truculentos.
Muitos  deles verdadeiros sádicos! 
Há muito a PM desrespeita e afronta os delegados e a Polícia Civil; há muito deixaram de ser parceiros; atualmente nem colegas de trabalho podem ser considerados.
Agora, além do seu sangue querem lhe tirar o  sustento, aviltando – por interesses pessoais – o valor do seu trabalho.
Agem como inimigos, sim !
Estão tentando mobilizar a sociedade civil contra a Polícia Civil.  
Assim, nada de condescendência criminosa para com essa gente.
Eles desferiram o primeiro golpe… 
Cumpra-se a lei.    

Defensores da tortura querem intimidar Delegados de Polícia – ( Delegados e demais policiais civis ) Unidos, ( PMs ) aqui não passarão ! 40

Comissão de Deputados da Câmara Federal, e Deputados Estaduais de São Paulo, visitarão nessa quinta-feira, dia 22 de outubro, no Estado de São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública, a Procuradoria Geral de Justiça, o Comando da Polícia Militar e a Delegacia Geral da Polícia Civil, preocupados com o acirramento e animosidade entre as policias por causa da discussão pelo Congresso Nacional sobre o Ciclo Completo de Policia, visando nessa visita alertar as autoridades constituídas sobre a iminência da ampliação de conflitos no âmbito do Estado e no País, pedindo equilíbrio e sensatez.

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