Faltou o Palumbo – talvez a sua franqueza incomode …( tem a minha admiração ) 2
Deputado Reis do PT – Nosso respeito incondicional 14
Não Confio …Não Confiem nesse discurso …Vocês irão SIFU ( se fuder ) 5
SOMOS POLICIAIS CIVIS POR JURAMENTO E QUEREMOS CONTINUAR COMO POLICIAIS CIVIS 18
Agentes policiais “por mim” ( perdão pelo autoelogio ) sempre foram portariados e compromissados como investigadores 6
Explicitamente Presidente da AMLESP defende a permanecência dos médicos como policiais civis 3
O amanhã a Deus pertence…o policial civil demitido não retorna mesmo absolvido 1
Renato Martins – Do Jeito Que Está Não Dá Prá Ficar ….( Eu sou de Santos, porra! ) 1
Todos nós somos capazes e todos nós devemos chegar à classe especial – Jacqueline Valadares 11
Todos nós somos capazes e todos nós devemos chegar à classe especial

Uma voz firme pela valorização dos Delegados em São Paulo, por consequencia todas as carreiras.
A atuação da delegada Jacqueline Valadares da Silva Alckmin à frente do Sindicato dos Delegados da Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) merece reconhecimento e aplausos.
Com coragem e clareza, ela levantou questões fundamentais sobre o atual sistema de promoções dentro da Polícia Civil paulista, especialmente no que diz respeito à chegada à classe especial.
Por enquanto, analisando o vídeo anterior , foi a única que me pareceu compromissada com a Polícia Civil.
Respeitosa sem ser bajuladora !
Regulamentação da Lei Orgânica da Polícia Civil – Audiência Pública na Alesp…(Áudio sofrível…amplifiquem seus dispositivos) 1
A Carreira Meteórica do Delegado Alberto Pereira Matheus Junior – Suspeito de Corrupção que nem sequer poupou esposa e filho 5

Como explicar a trajetória meteórica de certos delegados na Polícia Civil de São Paulo?
Como justificar que um delegado desde estagiário à classe especial tenha galgado os degraus mais altos da hierarquia policial com tamanha facilidade e rapidez, sempre assumindo postos estratégicos justamente em departamentos conhecidos muito mais pelos escândalos de corrupção do que pelo compromisso com a sociedade?
Plantão em DP de periferia nunca fez!
Alberto Pereira Matheus Junior é o exemplo perfeito dessa inquietante contradição legislativa: promoção a classe especial pelo critério de merecimento.
No popular : QI – de quem indicou ou QI – do quanto investiu!
Delegado classe especial, chegou ao topo da carreira policial paulista com uma velocidade impressionante, acumulando passagens por unidades como o DEIC e o DENARC—departamentos que, historicamente, aparecem nas manchetes não apenas por operações contra o crime organizado, mas também por frequentes denúncias envolvendo extorsões e práticas ilícitas.
Como foi possível que alguém cuja trajetória agora se revela tão sombria tenha sido aprovado num concurso público rigoroso?
Como explicar que tenha galgado posições tão relevantes sem despertar suspeitas internas ou externas antes das operações da Polícia Federal ?
Ou será que tais suspeitas sempre existiram, porém foram convenientemente ignorada$ ou abafada$?
Mais grave ainda é constatar que Alberto não agia sozinho.
A sublime investigação da Polícia Federal revela um esquema estruturado de corrupção e extorsão envolvendo pagamentos periódicos feitos por subordinados diretamente nas contas bancárias de seus familiares próximos — esposa e filho.
Uma verdadeira “mesada” ilícita mensal, paga como se fosse pedágio pelo cargo ocupado.
Meus caros , além de ladrão burro é filho da puta !
O delegado não apenas maculou a própria carreira: envolveu sua família diretamente na lama da corrupção policial.
Receber dinheiro ilícito nas contas bancárias da esposa e do filho é a prova cabal do sentimento de impunidade – e falta de inteligência – que domina certos setores da Polícia Civil paulista.
E quando as autoridades finalmente bateram à sua porta para esclarecer os fatos, Alberto Pereira Matheus Junior perdeu misteriosamente seu celular na véspera da operação policial — uma coincidência tão conveniente quanto improvável.
Ele usa SIGMA…E não é para namorar!
A pergunta de alta indagação , afinal, quem protegeu Alberto Pereira Matheus Junior durante todo esse tempo ( mais de 30 anos ) ?
Quem foram seus padrinhos políticos e institucionais?
Como alguém tão burro pôde alcançar rapidamente postos-chave no Deic, Denarc e na Seccional de São José dos Campos — departamentos tradicionalmente marcados por escândalos recorrentes?
Essas perguntas precisam ser respondidas urgentemente pelas autoridades responsáveis pela fiscalização interna das polícias.
Não apenas para punir exemplarmente os culpados, mas sobretudo para resgatar a confiança da população em instituições essenciais ao Estado Democrático de Direito.
Enquanto isso não ocorre, cada dia em que Alberto Pereira Matheus Junior permanece livre, recebendo dos cofres públicos sem trabalhar e usufruindo do que “poupou e escondeu ” é mais um dia em que a justiça falha com as vítimas do crime organizado.
E falha , também, com os milhares de policiais honestos que sofrem diuturnamente por todas as formas de privações!
Falarei por mim: “quantos dias, quantas noites , quantos meses , quantos anos me senti um afogado”!
Também, é mais um dia em que a sociedade assiste perplexa à fragilidade moral daqueles que deveriam protegê-la.
As evidências atuais colhidas pela Polícia Federal sustentam abertura de ação penal por corrupção e organização criminosa, mas a eventual condenação dependerá de reforço ( com muito esforço ) probatório.
A relação entre as promoções de Alberto e o esquema é o elo mais frágil, exigindo apuração de esquemas políticos externos e internos na polícia.
É mais um caso para investigar infiltração criminosa em carreiras de Estado, com impacto na credibilidade da Polícia Civil.
Flit Paralisante – Quando o Corporativismo Mafioso Vence a/o Guerra
Há uma guerra silenciosa sendo travada nas delegacias, corredores palacianos e salas de fofocas.
Não é a guerra das armas, das drogas ou das quadrilhas.
É a guerra contra um inimigo visível, não letal e infinitamente criativo: o Flit paralisante.
Não se trata de um inseticida, mas de um inimigo de gente sem termômetro de dignidade que corrói a Instituição, desestimulando e engessando até os mais corajosos.
Ex-chefe do Deic blinda R$ 10 mi em imóveis após ser alvo de inquérito 7
Delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo pede inclusão no processo contra Alexandre de Moraes nos EUA 3

O delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo, Marçal Honda, solicitou formalmente sua inclusão em um processo judicial que corre na Justiça dos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
A ação original foi movida pela Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente norte-americano Donald Trump, e pela plataforma de vídeos Rumble.
O caso em questão tramita em tribunal federal na Flórida e questões decisões do ministro brasileiro relacionadas à restrição e bloqueio de conteúdos em plataformas digitais.
A Trump Media, responsável pela rede social Truth Social, e a plataforma Rumble alegaram que as determinações de Moraes violaram a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão .
Marçal Honda argumentou ter sido vítima de perseguição política por parte do ministro Moraes no Brasil. Segundo ele, suas denúncias anteriores feitas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) foram obstruídas, o que motivou sua decisão de buscar apoio na Justiça norte-americana.
O delegado acredita que suas acusações poderão ser comprovadas dentro do contexto da ação já existente, uma vez que ambos tratam da suposta atuação arbitrária do ministro brasileiro contra a liberdade de expressão e plataformas digitais .
O pedido de inclusão foi apresentado no último dia 6 de março e será analisado pelo tribunal federal da Flórida, onde tramita o processo original.
Caberá à Justiça norte-americana decidir se aceita ou rejeita a participação do delegado aposentado brasileiro na ação .
A ação nos EUA teve início após Moraes determinar a suspensão da conta do blogueiro Allan dos Santos na plataforma Rumble.
Allan dos Santos é considerado foragido pela Justiça brasileira, com mandado de prisão preventiva expedido pelo STF por propagação de desinformação e ofensas a ministros da Suprema Corte. Um pedido anterior para sua extradição foi negado pelo governo americano .
Em fevereiro deste ano, a Justiça norte-americana já havia negado um liminar solicitado pela Trump Media e pela Rumble contra Moraes.
Na ocasião, a juíza responsável apontou falhas formais no pedido e destacou não houve qualquer incidente concreto para importar o cumprimento das decisões brasileiras em território americano.
Especialistas consultados apontaram que o processo é incomum aos trâmites do direito internacional e pode ser juridicamente nulo .
Procurada pela imprensa brasileira sobre o pedido feito pela Honda, a assessoria do ministro Alexandre de Moraes ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto .
O anel PM pagará R$ 50 mil a Alexandre de Moraes 1

O advogado criminalista Celso Machado Vendramini foi condenado pela Justiça paulista a pagar R$ 50 mil de indenização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por danos morais após acusá-lo de ter sido “advogado do PCC” durante julgamento ocorrido em junho de 2023.
A decisão foi proferida pela 39ª Vara Cível de São Paulo, que recentemente ocorreu e inverídicas as declarações feitas por Vendramini contra Moraes, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Durante a sessão do Tribunal do Júri, Vendramini afirmou que Moraes teria atuado como advogado da facção criminosa e determinadas prisões ilegais relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro daquele ano.
Em sua defesa, Vendramini – já condenado criminalmente por ofensas homofóbicas contra Promotora deo Júri – argumentou ter utilizado a expressão apenas como recurso retórico exemplificativo, ressaltando o direito universal à defesa jurídica.
Verdadeiramente, tese própria de um gênio da advocacia!
A Justiça, no entanto, entendeu que as afirmações ultrapassaram os limites da crítica aceitável e configuraram dano moral ao ministro Alexandre de Moraes.
Cabe recurso da decisão.








