Mais um exemplo de que os PMs de Campinas declararam guerra aos policiais civis…Orgasmo de PM é constranger e humilhar policiais civis e na frente dos filhos…Cuidado sargento, a roda da fortuna é caprichosa! 47

Histórico:
Presente neste Plantão Policial a vitima noticiando que é Investigador de Polícia
lotado na sede da 2a Delegacia Seccional de Polícia desta urbe, o qual nesta manha
como de praxe se dirigiu com familiares até a feira próxima de casa para comprarem
pastel. Nesta data e hora se encontrava pelo local dos fatos comendo pastel com seu
filho sentados em mesa do quiosque do Toshi quando foi abordado por três milicianos
(1o Sgt PM Oliveira, Sd PM Multini e Sd PM Rivaldo) sendo que este último de arma
em punho. De imediato se identificou como Policial Civil apresentando sua carteira
funcional para os militares ali presentes. O Sd PM Mulltini questionava a todo
tempo de que lugar a vitima era policial com sinal de deboche. Ao olhar para o lado
e avistar um sargento tentou cumprimentá-lo esticando a mão porém o mesmo recusou o
comprimento. Ainda de carteira funcional em mãos apresentou ao sargento dizendo:
“sou investigador de polícia da Segunda Delegacia Seccional de Campinas”, sendo que
o sargento apenas respondeu que não interessava e de imediato determinou que a
vitima deixasse de comer o pastel e fosse até onde seu carro estava estacionado
pois o mesmo estava com licenciamento atrasado.
A vitima questionou o sargento como sabia de tal fato se o carro já estava
estacionado pelo local acerca de aproximadamente 40 minutos, momento em que o
sargento determinou que a vitima se levantasse e o acompanhasse e, se não fosse até
a rua onde o carro estava estacionado seria algemado. A vitima ponderou que o carro
estava estacionado e não circulando, porém, em ato continuo, o sargento determinou
aos dois soldados que algemasse a vitima. A vitima disse que não era necessário
seria algemado por ninguém momento que o sargento determinou novamente para que
fosse algemado e tivesse retirada sua arma que pertence à Polícia Civil do Estado
de São Paulo. Frisa que no momento da abordagem a vitima conversava com um colega
de profissão, Investigador de Polícia Nagasse, o qual questionou o que acontecia
ali, tendo a vítima lhe dito que os milicianos queriam prendê-lo porque seu carro
estava com o licenciamento atrasado e queriam retirá-lo do local à força e
algemado. Colocou seu distintivo de forma ostensiva em seu peito para que todos ali
presentes visualizassem além de permanecer com sua carteira funcional na mão.
Diante do ocorrido e vendo seu filho muito nervoso e chorando, com medo dos
milicianos que ameaçam a todo tempo algemá-lo, resolveu acompanhá-los até o carro.
Antes de sair do feira atrás de um veículo Kombi, teve sua carteira funcional e
carteira nacional de habilitação retiradas da sua mão sem autorização. Momentos
depois ao se aproximarem do veiculo estacionado, os milicianos pegaram a chave do
veículo e começaram a revistá-lo a procura de ilícitos porém nada foi encontrado e,
além de tudo quando a vítima tentava contato com alguma unidade policial para
solicitar a presença da Autoridade Policial em seu apoio ou até mesmo a
Corregedoria, era impedida pelos milicianos. Destarte, a vitima por estar
constrangida, acuada e ameaçada pelos diversos militares ali presente com sinais de
ódio em seus rostos não pôde fazer nada além de permanecer quieta e consolar seu
filho que presenciava os fatos. Ainda no local, os policiais mandaram a vítima se
retirar do local com meus pertences e nada foi fornecido além da informação que meu
carro que estava estacionado no local e seria guinchado para algum lugar. No
decorrer dos fatos foi acionado o telefone para o 190 – COPOM para informar que o
sargento ali presente havia tomado os documentos da vitima e se recusava a devolvê-
lo e, por esse motivo foi solicitado a presença de um Oficial PM no local.
Compareceu ao local as viaturas I-35213, I-35203 e um Oficial da Polícia Militar, o
qual nada disse e, apenas acompanhou os fatos devolvendo os documentos após lavrar
diversos Autos de Infração no veículo. Frise-se que o carro se encontrava
estacionado em via publica de forma regular e na direção da via. A vitima
inconformada com os fatos procurou esta unidade para registrar o fato e espera que
sejam tomadas as devidas providências de Polícia Judiciária. Cabe ressaltar que a atuação dos policiais foi registrada em imagens e fotos o que será fornecido em
mídia em momento posterior por não haver meios para entregar neste momento. Que
retornou umas cinco horas após o fato ao local e seu veículo não se encontrava mais
ali.


 

Missa encomendada!

O investigador deve estar trepando com a mulher do sargento, pois prejudicar um outro policial por falta de licenciamento do veículo é coisa de canalhas!

Mais um ingênuo PM morre por total despreparo acadêmico…Não é herói, é mais um mau exemplo de desprezo pela vida dos policiais brasileiros 99

Sinto orgulho por ele ter sido policial, diz pai de PM morto em assalto

Mirthyani Bezerra

Do UOL, em Pirassununga (SP)

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  • Mirthyani Bezerra/UOL

    Elton foi enterrado no Cemitério Municipal de Pirassununga, sua cidade natal

    Elton foi enterrado no Cemitério Municipal de Pirassununga, sua cidade natal

O corpo do cabo da Polícia Militar Elton Ricardo Cunha, 38, morto durante um assalto dentro de um ônibus em São Paulo, foi enterrado na manhã deste sábado (21), no Cemitério Municipal de Pirassununga (216 km da capital paulista).

Cerca de 200 pessoas, entre parentes, amigos e colegas de farda foram à cidade natal de Elton para se despedir dele. Dois ônibus com colegas do 1ª Cia do 7º BPM saíram de São Paulo com destino ao enterro.

A família estava bastante abalada com a tragédia. A irmã mais velha dele, que se identificou como Elen à reportagem, disse que o irmão era uma pessoa muito querida e sonhadora.

“A gente sabe que vai acontecer, mas nunca espera que seja da forma que foi”, disse emocionada abraçada a uma amiga da família.

Reprodução

À paisana, Elton reagiu ao assalto e foi atingido por cinco tiros dentro do ônibus

À paisana, Elton reagiu ao assalto e foi atingido por cinco tiros dentro do ônibus, que fazia a linha que ele pegava todos os dias para ir ao trabalho.

Outras duas pessoas morreram na ação, incluindo um dos dois assaltantes. Um suspeito foi preso no dia seguinte.

“Sinto orgulho por ele ter sido um policial militar”, disse o pai de Elton, o agricultor Benedito Cunha, 64, bastante emocionado.

Segundo ele, Elton não costumava ir com frequência a Pirassununga por causa da profissão.

Elton era formado em Direito e foi morar em São Paulo quando passou no concurso da PM, há 14 anos.

No mesmo ano conheceu a mulher, Cristina, em São Paulo, quando começara a namorar. Há três anos, os dois se casaram e não tinham filhos. O casal vivia em um apartamento em Diadema.

O primo Valdenir Aparecido Ferreira, 56, contou sobre uma ceia de Natal há dois anos, quando o Elton disse que estava planejando prestar concurso para a Polícia Civil.

“Ele era um sonhador. Desde que se formou em direito, dizia que queria ser delegado. Ele entrou na PM, queria conquistar o espaço dele. Temos certeza que ele fez o que gostava de fazer e foi mais um guerreiro morrendo por cumprir a sua missão, que era proteger as pessoas”, disse.

PM se sente na obrigação de agir, diz comandante

O comandante do Policiamento da Área Metropolitana da PM de São Paulo, coronel Temístocles Telmo, disse que, como policial militar, Elton foi formado para defender a sociedade e reagiu ao assalto por causa dessa missão.
“Mesmo estando de folga, o PM se sente na obrigação de agir. E não foi diferente com ele. Ele era um bom policial, dedicado, conceituado”, disse.
O coronel afirmou que o sentimento da corporação é de dor. “Nenhum comandante deseja passar por um momento desses. Elton era como um filho”, disse.

O PM atuava na região central da capital paulista e atualmente trabalhava na praça Roosevelt, na Consolação.

Investigações

Um laudo da PM apresentado à Polícia Civil no início da noite desta sexta-feira (20) apontava sete elementos probatórios entre as imagens captadas do assalto que terminou com três mortos do ônibus em que o cabo Cunha foi morto e o suspeito preso, Raphael Teleforo Barbosa, 24.

O laudo foi enviado para a Justiça, que, em audiência de custódia realizada neste sábado (21), converteu o flagrante em prisão preventiva. Ele deve ficar em um CDP (Centro de Detenção Provisória) até ser julgado pelo caso.


Qualquer polícia civilizada de país civilizado não trata seus membros como simples coisas substituíveis.

A regra de ouro em qualquer situação crítica: PRESERVAÇÃO DA VIDA DOS POLICIAIS.

Nenhum policial de nenhuma polícia de elevado padrão de eficiência sacrifica a própria vida para impedir crimes patrimoniais.

Pura e simplesmente deixam que os criminosos executem o roubo!

Prendê-los, posteriormente, será uma questão de tempo… Dias, meses ou anos, pouco importa!

A única preocupação é com a vida!

Desde os anos 1970 as grandes polícias evitam o confronto, mas as brasileiras continuam disseminando essa doutrina.

Pior: inoculando a mentira de que o policial deve agir 24 horas por dia.

E alguns ingênuos acreditam!

Morrem por nada, por ninguém e sem direito a nada.

Fechada a tumba deles ninguém mais lembrará, salvo seus entes queridos que sofrerão eternamente.

Alguns com muito orgulho de o filho ter morrido pela polícia…

Deveria é ter vergonha!

O Escorpião ( Ministério Público ) e o Sapo ( Geraldo Alckmin ) , ou ainda: como o Ministério Público sempre morde a mão de quem lhe dá de comer e beber caviar e champanha 116

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Ministério Público de SP abre inquérito contra Alckmin por improbidade

Pré-candidato à Presidência teria se beneficiado de R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014

Do Estadão Conteúdo
20/04/2018 – 14:20 – Atualizado em 20/04/2018 – 14:23
O Ministério Público de São Paulo abriu inquérito contra o ex-governador do Estado Geraldo Alckmin (PSDB) por suposto ato de improbidade. Alckmin, pré-candidato à Presidência da República, teria se beneficiado de valores estimados em R$ 10,5 milhões repassados para suas campanhas de 2010 e 2014 via Caixa 2.
Assinam a peça Otávio Ferreira Garcia, Nelson Luis Sampaio de Andrade e Marcelo Camargo Milani, todos da promotoria de defesa do patrimônio público.
Os promotores usam o artigo 11 da Lei de Improbidade para embasar o procedimento. O artigo 11 estabelece que “constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade as instituições”.

Na semana passada, a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, remeteu para a Justiça Eleitoral de São Paulo o inquérito contra Alckmin que tramitava na Corte Superior.

Em tese, a prática de Caixa 2 da qual Alckmin supostamente se favoreceu é de competência eleitoral.

A reportagem busca contato com a assessoria do ex-governador do Estado de São Paulo. Até o fechamento deste texto, não havia obtido um posicionamento.]


O Escorpião e o Sapo é uma fábula sobre um escorpião que pede a um sapo que o leve através de um rio. O sapo tem medo de ser picado durante a viagem, mas o escorpião argumenta que se picar o sapo, o sapo iria afundar e o escorpião iria se afogar. O sapo concorda e começa a carregar o escorpião, mas no meio do caminho, o escorpião, de fato, ferroa o sapo, condenando ambos. Quando perguntado por que o escorpião havia picado, o escorpião responde: que esta é a sua natureza e que nada poderia ser feito para mudar o destino. ( Wikipedia )

 

Pois bem, verdadeiramente, todo partido e todo político que sempre rasgou seda para o Ministério Público   tem mais é que SIFU na mão dos doutos promotores e procuradores. 

O PT e Lula foram os primeiros; que outros tenham o mesmo destino!

Os delegados ( os “ex” , inclusive ) e demais policiais que tanto sofrem diante da desvalorização promovida pelos promotores de injustiças dão boas risadas. 

Mas que  ninguém se iluda, caso Alckmin seja eleito eles arquivarão a tal investigação de gaveta; isso se não fizerem algum acertamento no interregno da campanha presidencial. 

Foi assim ( com acertamentos )  que o ladrão JOSÉ MARIA MARIN – governador tampão nos anos de 1982 a 1983 – se tornou membro honorário do MP de São Paulo. 

Comprou – com o dinheiro do Erário – uma frota de Opalas de luxo para cada um dos procuradores e concedeu um aumento estratosférico para todos os membros do MP. 

Feito isso, foi esculpado – juntamente com Paulo Maluf – de toda a roubalheira por eles cometida.  

Caros flitadores: deixem o Lula cumprir a sua justa condenação em paz…Vida que segue, não vale a pena perdermos tempo com tal assunto ; ele voluntariamente se autoexplodiu moral e politicamente 111

Resumidamente:

Foi um grande estadista e presidente por um certo tempo.

Mas deixou – contra o direito e justiça – de  prestigiar novas lideranças e ainda expulsou os melhores quadros do PT.

Por egoísmo elegeu uma incompetente como sucessora.

Sendo que havia gente muito mais gabaritada e muito mais merecedora do seu apoio.

Verdadeiramente, se locupletou de todas as formas possíveis.

Acumulou cerca de DEZ MILHÕES apenas em previdência privada!

O triplex é o menor dos seus atos de corrupção.

Assim , respeitosamente, solicito a todos que deixem de fazer menção ao reeducando Luís Inácio Lula da Silva!

O único direito que deveria lhe ser conferido é o do cumprimento da pena nas proximidades do seu domicílio, ou seja, em unidade da  COESPE: Coordenadoria dos Estabelecimentos Penitenciários do Estado de São Paulo.

Basta!

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Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil 44

Márcio França mandará a deputados projeto sobre Polícia Civil

Objetivo é transferir corporação à Secretaria de Justiça e Cidadania

Sandro Thadeu
18/04/2018 – 22:30 – Atualizado em 18/04/2018 – 22:36
Para governador, Polícia Civil é órgão judiciário e deve mudar de pasta (Foto: Alexsander Ferraz/AT)

O governador Márcio França (PSB) enviará nos próximos dias um projeto de lei complementar à Assembleia Legislativa, com o objetivo de transferir a Polícia Civil da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) para a pasta da Justiça e da Defesa da Cidadania.

A Polícia Militar (PM) permanecerá na SSP, que deverá ser comandada por um oficial da PM. A ideia original era fazer essa mudança por decreto, mas a proposta caiu por terra, devido à existência da Lei Orgânica da Polícia, de 1979. Ela define que as duas polícias são subordinadas à SSP.

Presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e Assuntos Penitenciários da Assembleia Legislativa, Antonio Assunção de Olim, o Delegado Olim (PP), esteve reunido com França no final da tarde de ontem e afirmou à Reportagem que uma minuta da proposta está sendo elaborada pela equipe da Polícia Civil.

Posteriormente, o texto será enviado ao Palácio dos Bandeirantes e, se houver aval deste, para a Assembleia.

Em entrevista concedida na manhã de ontem ao programa 90 Minutos, da Rádio Bandeirantes, o governador afirmou que “o meu entendimento é que a Polícia Civil é Polícia Judiciária e deveria se preparar para ir à Secretaria de Justiça. O problema é que existe uma legislação, que é o Estatuto da Polícia Civil, uma lei complementar, que precisa ser alterada. E quem terá de fazer isso são os deputados estaduais”, declarou.

A Tribuna pediu entrevista com França, mas o Palácio dos Bandeirantes informou, por meio de nota, que a discussão sobre eventuais mudanças na segurança pública foi lançada pelo Governo “para que as entidades representativas das categorias, a Assembleia Legislativa, especialistas da área e a sociedade como um todo possam discutir as alterações no foro adequado, que é o parlamento paulista”.

Opiniões divididas

Por se tratar de um tema polêmico e por ser um ano eleitoral, é provável que a proposta do Executivo não tenha tramitação rápida nas comissões permanentes do Legislativo. Isso inviabilizaria qualquer mudança até dezembro.

Outro motivo para que a discussão não evolua rapidamente é a divisão da antiga base de sustentação do governador Geraldo Alckmin (PSDB): uma parte dos parlamentares apoia a reeleição de França, enquanto outra fará campanha para o ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB).

Favorável à candidatura tucana ao Governo do Estado, o presidente da Assembleia Legislativa, Cauê Macris (PSDB), defende que eventuais mudanças na estrutura da Polícia Civil sejam alvo de profundo debate com a sociedade civil organizada e com entidades de classe que representam a categoria. “Até o momento, não recebemos nenhuma proposta com informações sobre as alterações”.

O novo líder do Governo no parlamento paulista, deputado estadual Carlos Cezar (PSB), mencionou que essas mudanças buscam valorizar as carreiras da Polícia Civil e dar mais eficiência nos resultados nas investigações de crimes no Estado.

“Esse novo projeto será bom para a população e apreciado com tranquilidade pelas principais comissões da Casa. Vamos chamar a população e representantes da instituição para discutir o texto em audiências públicas”, destacou.

Delegado Olim (PP) entende que a medida defendida por França é positiva. Ele citou ainda que, anteontem, o Conselho da Polícia Civil esteve reunido com associações e sindicatos que representam a categoria. No encontro, os representantes do órgão se manifestaram favoráveis à proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça e de Defesa da Cidadania.

“Sinto que é necessário fazer algumas mudanças nas polícias. O novo governador está a fim de mudar para melhorar o trabalho dos policiais. Em pouco tempo de gestão, o novo governador já fez um gesto para valorizar o trabalho de investigação e, ao mesmo tempo, prestigiar as polícias de uma forma geral. Essa mudança será boa para ambas as partes”, disse.

Reações

Delegados de polícia aprovaram, em assembleia na noite desta terça-feira (17) ontem, a proposta de mudança da corporação para a Secretaria da Justiça. A reunião ocorreu na Associação dos Delegados de Polícia do Estado, na Capital.

A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, destacou que o governador Márcio França já havia conversado com a instituição no ano passado sobre o futuro projeto de lei.

Para ela, essa é a chance para a corporação sair de uma “situação caótica” e passar a receber mais investimentos do Estado. Para a sindicalista, a mudança será “extremamente positiva” por alguns aspectos práticos. “Não somos apenas uma instituição de segurança pública, mas integramos o sistema de justiça criminal. Vejo também que haverá um aprimoramento das relações de Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e entidades ligadas à Justiça, como de Cidadania e de Direitos Humanos”, frisou.

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Policiais Civis em Santos e Região (Sinpolsan), Márcio Pino, a atitude do governador é vista com bons olhos e acredita que a proposta terá o apoio da população.

“A intenção com essa medida é melhorar o trabalho da corporação, valorizando a investigação e o serviço de inteligência. Não haverá grandes mudanças. Em menos de 15 dias de mandato, França demonstrou a intenção de encarar esse problema. Isso não vai resolver todas as demandas, mas nos dá esperança por melhorias”, destacou.

No entanto, o Sindicato dos Investigadores da Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp) recebeu com “espanto e insatisfação” a proposta do chefe do Executivo. Os dirigentes da instituição esperam ser recebidos o quanto antes pelo socialista para tomar ciência do que realmente constará no projeto de lei.

“Até o presente momento, não obtivemos qualquer resposta. Toda a categoria operacional da Polícia Civil está apreensiva, preocupada e necessita de informações oficiais, para que possa se posicionar”, informou a entidade.

A Tribuna pediu um posicionamento da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, mas não obteve retorno até o momento.

Ao Exmº Delegado Geral interino: cadê o documento oficial assinado pelos Srs. Delegados Conselheiros? 14

17/04/2018 – Conselho da Polícia Civil manifesta-se favorável à proposta de mudança de Secretaria

comunicado

A ADPESP, na figura de seu presidente, Gustavo Mesquita Galvão Bueno e de seu vice-presidente, Abrahão José Kfouri Filho, o SINDPESP, na figura de sua presidente, Raquel Kobashi Gallinati e o deputado estadual Delegado Olim, reuniram-se na última segunda-feira, 16, com o Conselho da Polícia Civil, atendendo a convite do Delegado Geral, Julio Guebert.

Durante o encontro, o Conselho da Polícia Civil manifestou-se oficialmente favorável à proposta de mudança para a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania.

 

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Quer dizer que agora as reuniões “noturnas” do egrégio Conselho da Polícia Civil  deixaram de ser sigilosas e fechadas?

Partes interessadas  e políticos já podem participar das discussões e deliberações?

Brevemente, então, advogados e acusados em processos disciplinares também poderão se fazer presentes nos julgamentos, não é ?

Notícia falsa propalada pela ADPESP e SINDPESP, ainda não houve nenhuma reunião oficial do Conselho Superior da Polícia Civil apoiando a mudança da Segurança para a da Justiça…Quero ver a ata lavrada e assinada pelos Diretores da Polícia Civil 17

Cúpula da Polícia Civil se reúne em apoio à mudança de secretaria
Governo estuda transferência da instituição da pasta de Segurança para a da Justiça.

Alteração deve ser decidida na Assembleia Legislativa
SÃO PAULO
Kaique Dalapola, do R7
16/04/2018 – 23H16 (ATUALIZADO EM 16/04/2018 – 23H50)

Conselho da Polícia Civil se reuniu nesta segunda-feira
Divulgação/Sindicato dos Delegados

Representantes da Polícia Civil de São Paulo se reuniram na noite desta segunda-feira (16) para manifestar apoio à transferência da instituição da Secretaria de Segurança Pública para a pasta de Justiça e Cidadania do Estado.

Desde quando foi anunciada pelo atual governador paulista, Márcio França (PSB), a medida recebeu apoio das entidades de classe da Polícia Civil.

O encontro desta segunda-feira reuniu a presidente do Sindicato dos Delegados de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati; o presidente da Associação dos Delegados de São Paulo, Gustavo Mesquita, e o vice, Abrahão José Kfouri Filho; e o deputado estadual Delegado Olim (PP). Além deles, o encontro favorável à transferência contou com diretores e membros do conselho da Polícia Civil.

Em entrevista para a rádio Bandeirantes na manhã desta segunda-feira, o governador ressaltou sua posição de apoio à transferência da Polícia Civil de pasta, mas disse que “quem tem que decidir isso, a rigor, são as duas categorias e a Assembleia Legislativa”.

Segundo a delegada Raquel, presidente do Sindicato dos Delegados, “o governador irá propor a alteração do artigo 2º da lei complementar 207”, que prevê que a Polícia Civil é subordinada “hierárquica, administrativa e funcionalmente” à SSP-SP. Por isso, segundo a delegada, o projeto deve ser discutido na Assembleia Legislativa.

Para explicar a mudança, França afirma que as policias Civil e Militar têm rotinas diferentes e desenvolvem funções distintas, sendo que os policiais civis têm serviços investigativos, como polícia judiciária, por isso se enquadra melhor na Secretaria de Justiça.

Para o professor Rafael Alcadipani, membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a possível mudança significa “um grito de desespero da Polícia Civil”. No entanto, segundo o especialista, “o governador adotou uma solução muito rápida sem estudar devidamente quais seriam as consequências dessa mudança”.

Ainda na entrevista à rádio Bandeirantes, França disse que o governo deve auxiliar na recuperação da “autoestima” dos policiais civis e “para isso ela tem que ter carreira jurídica”. A mudança também colocaria um representante da PM no comando da pasta da Segurança Pública.

“Boa parte dos policiais civis sente que a instituição precisa evoluir, melhorar, e sente que precisa receber mais atenção do governo. Essa proposta de mudança é uma proposta que, na visão de muitos policiais, iria gerar essa melhoria que tanto querem”, afirma Alcadipani.

Para o especialista, a alteração de pasta pode satisfazer a vontade de mudança de membros da Polícia Civil. No entanto, ele destaca a necessidade de “fortalecer a integração entre as policiais e não um distanciamento”. Por fim, Alcadipani afirma que a mudança “diminuiria a interação entre Polícia Civil e Polícia Militar e acirraria a disputa entre as duas instituições”.

BALÃO DE ENSAIO – Governador Márcio França não transferirá a Polícia Civil da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça 140

SEGURANÇA

Resultado de imagem para balão de ensaioFrança também respondeu a questionamentos dos ouvintes sobre a discussão em torno da transferência da Polícia Civil da alçada da Secretaria da Segurança Pública para a pasta da Justiça. O governador disse que a mudança dependerá dos integrantes da categoria e da Assembleia Legislativa de São Paulo.

Sobre a declaração após tomar posse de que a polícia poderia ser mais eficiente se não atendesse a tantas brigas domésticas, França disse que não se referia a “brigas de casal”, exemplificando que a PM é chamada para resolver desde brigas no bar a crises de esquizofrenia e problemas de usuários de drogas com a família, o que na avaliação dele expõe o policial desnecessariamente. O governador defende que esses casos sejam direcionados para agentes sociais, que fariam o trabalho de modo mais apropriado.


 

Só que para Assembleia – constitucionalmente – discutir e aprovar tal transferência é imprescindível a iniciativa legislativa do Governador.

Logo, não se mudará nada!

Os “paquitos e paquitas ” da ADPESP e SINDPESP só agora – depois de lerem o FLIT – lembraram de consultar a classe…Só rindo! 41

15/04/2018 – ADPESP e SINDPESP realizam reunião conjunta nesta terça-feira

comunicado

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) e o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) convidam todos os Delegados de Polícia do estado para REUNIÃO CONJUNTA, a se realizar no dia 17/04/2018 às 18:00 horas, no auditório da ADPESP, onde serão debatidos assuntos de interesse da classe, entre os quais, a repercussão da proposta de mudança da Polícia Civil para a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania (SJDC), que contou com o apoio de ambas as entidades.

Na oportunidade, serão reafirmados os motivos que levaram as entidades a adotar esse posicionamento e ouvidos os colegas que eventualmente desejem outros esclarecimentos ou colaborar na discussão desse assunto.

Contamos com a presença de todos.

Diretoria da ADPESP
Diretoria do SINDPESP

https://flitparalisante.wordpress.com/2018/04/13/adpesp-e-sindpesp-com-dois-pifios-representantes-classistas-eleitos-por-menos-de-10-da-respectiva-categoria-falam-como-porta-vozes-de-mais-de-3000-delegados-nao-consultados-sobre-uma-mudanca-tao-r/

Depois de 18 anos, Rosana Valle encerrou o seu programa Rota do Sol na TV A Tribuna de Santos para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados…( Felicidades, futura deputada! ) 3

Programa de encerramento foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol (Foto: Nirley Sena/A Tribuna)

Após 18 anos, Rosana Valle encerrou o Rota do Sol na tarde deste sábado( 14 de abril )

Campo de girassóis

Depois de 18 anos explorando todas as praias, morros, cidades, rios, cavernas e cachoeiras da Baixada Santista e do Vale do Ribeira, a jornalista e apresentadora Rosana Valle se despediu neste sábado (14) dos 1,3 milhão de telespectadores do Rota do Sol, da TV Tribuna.

“Eu olho como um filme, uma história. É um ciclo da minha vida que vai se encerrando e, ainda bem, no auge. É uma bênção muito grande poder sair no auge, por vontade própria, para trilhar um caminho diferente. Sinto que já cumpri minha missão no Rota e no jornalismo, em geral”, revela.

À frente do programa desde o início do milênio, Rosana acredita ter restaurado o orgulho de quem nasceu no Vale do Ribeira e na Baixada Santista. “O Vale do Ribeira era tido como menos importante, por ser uma das regiões mais pobres do Estado. A gente mostrou que há riqueza por onde quer que se olhe. Potencial para investimentos em turismo e desenvolvimento em geral”.

A última edição foi uma retrospectiva dos 18 anos de Rota do Sol, com destaque para lembranças especiais da apresentadora. “Fiquei conhecida por propagar as belezas e a história dessas cidades. Ninguém andou tanto por todas as comunidades ribeirinhas, quilombolas e caiçaras quanto eu”.

No jornalismo

Em paralelo ao programa, Rosana continuou por 16 anos no jornalismo diário, com matérias de investigação e denúncia nas cidades da região.

“Em conjunto com a equipe da TV Tribuna, realizamos trabalhos para mudar a realidade de lugares carentes por aqui. Lutamos pela recuperação de áreas naturais em condições profundas de degradação”, diz.

Rosana lembra, ainda, das matérias com notícias levadas para todo o País. “Minha primeira matéria no Jornal Nacional foi sobre os avanços nos coquetéis para os pacientes com aids na Baixada Santista. Emocionante”.

Novos voos

Com o sentimento de missão cumprida no jornalismo, Rosana Valle faz as malas para novos voos, rumo ao Distrito Federal. “Comecei a sentir uma inquietação de fazer mais. Mais pela minha região, pelas cidades que me conhecem e que eu represento. Não vejo onde fazer mais que no Congresso”.

Pré-candidata a deputada federal pelo PSB, a apresentadora enumera causas locais que pretende defender. “É em Brasília onde poderei lutar por leis que fortaleçam o Porto, que defendam a recuperação de centros históricos, como de Santos, Cananeia e Iguape, leis para o nosso turismo, comércio…”.

Novo nome entre os políticos tradicionais, Rosana conta que tem a confiança dos prefeitos da região e o desafio de cativar adversários.

“Me questionam a respeito da minha falta de ‘experiência política’, que, na opinião deles, eu não tenho para ser deputada. Eu rebato com outro questionamento: se todo político tivesse experiência jornalística, de andar pelas ruas, saber das reais dificuldades da população, será que não teríamos representantes muito melhores?”.


Verdadeiramente, a Baixada Sanstista e o Vale do Ribeira ganharão uma combativa e excelente representante! 

Inimigos – como o Coronel Camilo – a favor, amigos – como o Major Olímpio – contra a desvinculação da Polícia Civil da SSP/SP 65

O deputado estadual Alvaro Batista Camilo, o Coronel Camilo (PSD),  diz que a decisão de separar as polícias não geraria um reflexo negativo ( Para a PM só benefícios , né? ). “Em São Paulo, já somos muito integrados. Tanto é que temos cursos de formação de delegados e tenentes-coronel juntos” (  “muito integrados” , mentiroooooso…rs )

 

Já para o deputado federal Major Olímpio (PSL), a Polícia Civil precisa de dignidade e investimento para recuperação e ampliação das suas estruturas e não mudança de secretaria para atender ao interesse político. “Sem salário digno e sem orçamento não vai virar nada”, critica.