NÃO PODEMOS RECUAR…PALAVRAS DA NOSSA DEPUTADA DELEGADA… Resposta

Queridos colegas,
Chegamos a um ponto em que não podemos mais recuar… já chegamos longe demais para isso.
Sabíamos de TODOS os riscos e os assumimos porque não somos apáticos (leia-se COVARDES).
Estamos prontos para a luta que será desigual porque o “puder” está do outro lado, assim como a traição, o interesse pessoal, a vaidade, enfim, todo sentimento ignóbil que o ser humano possa carregar dentro de si.
Mas já não estamos sozinhos e sentimos, vivemos e presenciamos isso.
Antes gritávamos e nossa súplica caia no vazio.
Hoje encontramos eco, muitas vozes em resposta…
Por mais que tenhamos que lutar, JÁ SOMOS VITORIOSOS… estamos resgatando nossa dignidade e nos tornando HOMENS e MULHERES de força e de fé… participamos da construção da história da nova POLÍCIA CIVIL em detrimento dessa velha e mofada fórmula que insistem em conservar, feita de “bondes”, interesses escusos, subserviência…
Já não há mais espaço para DGP que tenta a todo custo segurar-se na cadeira e se para ele já não há, que dirá para seus “blue caps”…
Chegamos ao fim de um caminho que se abre em duas únicas vertentes : OU LEVAMOS A POLÍCIA CIVIL PARA O LUGAR QUE PRECISA E MERECE OCUPAR ou ELES ACABARÃO COM ELA…
Bj

Colheita de provas no processo penal por vídeo-conferência: Carlos Fonseca Monnerat Resposta

Papel da Justiça
Administração judiciária é tema de evento em Curitiba
Começa na segunda-feira (1º/9), em Curitiba, o Congresso Internacional de Política Judiciária e Administração da Justiça.

O evento vai reunir juízes, advogados, professores, cientistas, jornalistas e entidades diversas para discutir alternativas para tornar a administração da do Judiciário mais eficiente.

As inscrições ainda podem ser feitas no http://www.ibrajus.org.br
Programação:
1º de setembro de 2008
14h – Apresentação e retirada do material
14h30min – Abertura do Congresso
Des. Vladimir Passos de Freitas, Presidente do Ibrajus. ( de Santos/SP)
Saudação aos presentes e homenagem do Ibrajus ao conferencista.
Conferência de abertura: O papel do Judiciário na sociedade contemporânea
Conferencista: Ministro Sidnei Beneti, Superior Tribunal de Justiça Presidência: Dr. Rogério Favreto, Secretário Nacional da Reforma do Judiciário.
16h15min – Intervalo
16h45min – Painel: Acesso e Efetividade da Justiça
Presidente: Desembargador Rogério Gesta Leal, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul
Estratégia e Fragmentação do Poder
Painelista: Prof. Mauriti Maranhão
Professor do Programa de Capacitação em Poder Judiciário da Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro.
A experiência da Defensoria Pública em Porto Alegre.
Painelista: Nilton Leonel Arnecke Maria
Defensor Público Coordenador da Defensoria Pública em Porto Alegre.
Liberdade de Expressão na Era Digital.
Painelista: Maurício Cardoso
Diretor de Redação do site Consultor Jurídico – Conjur, São Paulo.
Poder Judiciário: responsabilidade social e ambiental na gestão administrativa.
Painelista: Des.ª Federal Margarida Cantarelli
Tribunal Regional Federal da 5ª. Região, Recife.
18h45min – Encerramento
02 de setembro de 2008
9h – Painel: Poder Judiciário e Economia
Presidente: Dr. Marcelo Malucelli
Juiz Federal Diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná
Os reflexos das decisões judiciais na economia.
Painelista: Professor Judas Tadeu Grassi Mendes
Pós-doutor em Economia e Diretor Presidente da Estação Business School, Curitiba.
O estudo do Direito nos Estados Unidos da América.
Painelista: Rômulo Sampaio
Professor adjunto e doutorando da Pace University School of Law, Estado de Nova York, Estados Unidos da América.
Parâmetros necessários de reforma judiciária para enfrentar os desafios da sociedade do século XX.
Painelista: Cláudia Maria Barbosa.
Professora doutora da PUC/PR e Vice-Presidente do Ibrajus, Curitiba.
Os reflexos das decisões dos Juizados Especiais na economia.
Painelista: Roberto Portugal Bacellar
Juiz de Direito e Diretor da Escola da Magistratura do Paraná, Curitiba.
10h30min – Intervalo
10h45min – Painel: Poder Judiciário e Planejamento Estratégico
Presidente: Marcelo Vieira de Campos, Secretaria da Reforma do Judiciário
A gestão dos recursos humanos no Poder Judiciário.
Painelista: Ivete Rossoni
Diretora de Recursos Humanos do Tribunal Regional Federal da 4ª. Região, Porto Alegre.
O Código de Defesa dos Direitos coletivos e a efetividade na Administração da Justiça.
Painelista: Marcelo Buzaglo Dantas
Advogado em Florianópolis e Professor da Escola do Ministério Público, Florianópolis.
Judiciário na Alemanha e no Brasil: um estudo comparativo.
Painelista: Karin Kassmayer.
Professora e doutoranda da UFPR e Universidade de Turbinden, Alemanha.
O papel das ONGs no aprimoramento do Poder Judiciário na Argentina.
Painelista: Sandra Elena
Coordenadora de Relações Internacionais da FORES JUSTICIA, Buenos Aires, Argentina.
12h30min – Intervalo
14h30min – Painel: Poder Judiciário e Tecnologia
Presidente: Dr.ª Flávia da Silva Xavier, Presidente da Associação Paranaense dos Juízes Federais – Apajufe.
Colheita de provas no processo penal por vídeo-conferência.
Painelista: Carlos Fonseca Monnerat ( de Santos/SP)
Juiz de Direito em São Paulo
Processo eletrônico: futuro do Poder Judiciário?
Painelista: Paulo Cristóvão de Araújo Filho
Juiz Federal Substituto em Curitiba e membro da Comissão Nacional do Sistema Processual do CNJ, CJF e TRFs.
A tecnologia como ferramenta de apoio à administração da Justiça. Painelista:Cinthia Freitas
Professora doutora de Ciência e Engenharia da Computação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba.
Aprimoramento dos servidores do Judiciário através do ensino à distância.
Painelista: Braulio Gabriel Gusmão
Juiz da 1ª Vara do Trabalho de São José dos Pinhais e integrante da Comissão de Ensino à Distância do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, Curitiba.
16h – Intervalo
16h30min – Painel: Casos de sucesso no TRF da 4ª Região
Presidência: Des. Federal Paulo Afonso Brum Vaz, Diretor da Escola da Magistratura Federal do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Porto Alegre, RS
Painelistas: Dois juízes federais vencedores de concurso de monografias ou casos concretos indicados pela Escola da Magistratura Federal da 4ªRegião.
19h – Encerramento e entrega de certificados
Revista Consultor Jurídico, 31 de agosto de 2008

MARCO ANTÔNIO DE PAULA SANTOS Resposta

Delegado seccional de São Bernardo assume Decap–>
William Cardoso

Do Diário do Grande ABC
O delegado seccional de São Bernardo, Marco Antônio de Paula Santos, deixa o Grande ABC depois de seis anos para assumir o comando do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), em São Paulo, e deve iniciar os
trabalhos por lá já na próxima segunda-feira, em substituição a Aldo Galiano Júnior.
Marco Antônio iniciou a
carreira na Polícia Civil há 34 anos, como escrivão em Santos. O currículo do ex-delegado de São Bernardo inclui postos de destaque no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), além do comando de diversas seccionais.
Para o delegado, a participação em casos como o da morte do fotógrafo Luis Antônio da Costa, em 2003, e a prisão de vários representantes do crime organizado foram os grandes desafios de sua passagem pelo Grande ABC.
O delegado afirma que é grato a todas as pessoas com quem trabalhou em São Bernardo e na região. “Sem isso, minha carreira não seria completa se não tivesse passado por aqui”, explicou.
O
cargo antes ocupado por Santos ficará com o assistente Basílio Sanofalov até a definição do novo seccional.

VLADIMIR PASSOS DE FREITAS: DIA 4 DE SETEMBRO ESTARÁ EM DISCUSSÃO O PAPEL QUE SE QUER DA SEGURANÇA PÚBLICA Resposta

Segunda Leitura Salário de delegado de São Paulo é o mais baixo do país por Vladimir Passos de Freitas
No dia 20 de agosto passado, representantes dos sindicatos dos policiais civis paulistas e do governo do estado reuniram-se no Tribunal Regional do Trabalho, em tentativa de conciliação sobre o reajuste dos vencimentos. Em estado de greve, insatisfeitos com a remuneração, reivindicando 60% de aumento, policiais bateram às portas do Tribunal do Trabalho. A inusitada audiência atribui a um órgão do Poder Judiciário da União a tentativa de conciliar conflito de interesses típico do estado-membro.
A Polícia Civil paulista tem tradições gloriosas. Organizada em carreira desde 1905, o primeiro concurso público para delegado realizou-se em 1946 (João César Pestana, Manual de Organização Policial, Ed. TDI, São Paulo, 1955, p.334). Seus integrantes sempre tiveram orgulho da corporação.
O que os levou ao gesto extremo de deflagrar greve? A resposta é simples. Atualmente, mesmo sendo funcionários do estado com o maior PIB da Federação recebem remuneração inferior à de seus colegas de sul a norte. Uma das mais baixas do Brasil, quiçá a menor de todas.
Um delegado de Polícia em São Paulo, segundo a imprensa, ingressa com R$ 3.708,18 brutos (em municípios com população até 200 mil habitantes), ou seja, menos de R$ 3 mil líquidos. É bem menos do que os R$ 9.599,63 que se pagam no Paraná ou os R$ 6.196,40 do Acre (A Tribuna, 24.8.2008, A-17). Aprovado em concurso rigoroso, com 9 meses de curso na Academia de Polícia, recebe o novo delegado com muito menos que um analista judiciário do Tribunal Regional Federal, do que um policial rodoviário federal, do que um agente da Polícia Federal, menos da metade que um defensor público e algo como um quarto de um promotor ou juiz do seu estado. E se no começo ganha mal, no fim as coisas não melhoram muito, pois, aposentado, perde as gratificações por funções especiais.
Exercendo profissão estressante (ninguém vai feliz a uma Delegacia), com risco de vida permanente, sujeito a ser denunciado por abuso de autoridade ou prevaricação, conforme se suponha que fez ou deixou de fazer algo, tende o policial (não apenas o delegado, todos) a perder, em pouco tempo, o estímulo. Dependendo do seu caráter, poderá: a) deixar-se corromper; b) exercer atividades na área da segurança privada; c) tornar-se um apático burocrata; d) fazer concurso para outra carreira.
A Segurança Pública é uma das maiores preocupações dos brasileiros. O problema se agrava a cada dia. Sem exagero, o medo, a privatização da segurança (vêm crescendo as empresas particulares), põem em risco o próprio Estado Democrático de Direito, na medida em que justiceiros passam a assumir o papel do Estado, através de milícias, grupos organizados ou mesmo por linchamentos.
A Segurança Pública nos estados ― e agora não me refiro apenas a São Paulo ― ainda é tratada sem a atenção que merece. As investigações da Polícia Civil, regra geral, ainda são feitas sem as estruturas tecnológicas necessárias (p. ex. computadores de última geração, filmadoras modernas ou máquinas fotográficas potentes) ou métodos mais modernos (p. ex., infiltração de agentes, delação premiada, ação controlada, captação e interceptação ambiental, acesso a dados e informações bancárias e financeiras e outras tantas). A lavagem de dinheiro praticamente só existe na Polícia Federal. Muitos servidores públicos estaduais e municipais poderiam ser investigados e ter seu patrimônio seqüestrado se houvesse uma polícia científica nesta área.
Vai daí que a greve anunciada é só a ponta do iceberg, uma faceta do problema. Na verdade, é indispensável dar-se à Segurança Pública condições de trabalho dignas (dependências limpas, pintadas e que dêem bem-estar), veículos em boas condições (sem que seja preciso pedir favores a ninguém), capacitação nos crimes mais complexos (internet, lavagem de dinheiro e outros), estrutura tecnológica moderna (a todos e não apenas a unidades de inteligência) e vencimentos à altura das responsabilidades do cargo. Só assim o policial civil recuperará a auto-estima, o necessário orgulho de pertencer à corporação.
É fácil? Não, por certo. E, a bem da verdade, registre-se que em SP, nos últimos anos, vem se dando maior atenção ao assunto. Exemplo disto é a acentuada queda de homicídios na capital. Houve progresso e isto deve ser reconhecido. Mas não basta. No estado atual, o tratamento deve ser cirúrgico e não homeopático. Na outra ponta, o crime organizado atua com eficiência. Tem assessoria de profissionais competentes (advogados, contadores, psicólogos e até cirurgiões plásticos para mudança de identidade), divide-se em departamentos que não se comunicam e protegem a cúpula, e tem até tribunais para decidir as controvérsias internas.
Por tudo isto, a solução a ser dada ao movimento paredista sob exame do TRT, com nova audiência marcada para o dia 4 de setembro, exige bom- senso, equilíbrio e visão política. Não está em jogo, apenas, os vencimentos dos policiais. E nem é um problema apenas paulista. Na verdade, está em discussão o papel que se quer da Segurança Pública, que no Brasil é direito e responsabilidade de todos (CF, art. 144).
Vladimir Passos de Freitas: é desembargador aposentado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e professor de Direito Ambiental da PUC/ PR.
Revista Consultor Jurídico, 31 de agosto de 2008

PASSEATA DE BOTUCATU…PALAVRAS DA DEPUTADA DELEGADA MARILDA 1

Caros colegas, Estivemos hoje pela manhã em Botucatu (ai meu Deus como faz frio ali….) a fim de prestigiar a passeata promovida pelos colegas… Foi extremamente proveitosa, reunindo cerca de 80 Policiais Civis de todas as carreiras, incluindo-se colegas de Avaré que também prestaram seu apoio. Houve “apitaço”, entrega da “Carta aberta à População” e uma “caminhada” pelo centro com as faixas que todo mundo já conhece. Também foi dada a palavra aos colegas que fizeram muito bom uso do microfone e da oportunidade. A imprensa esteve presente e já divulgou na hora do almoço e à noite… Também BOTUCATU vai para o TRT com um ônibus e AVARÉ com mais um… BAURU vai com dois… por enquanto. É a força do interior paulista fazendo a história… São os “Roçapol” mudando a história da POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO… PARABÉNS BOTUCATU… Obrigada e parabéns AVARÉ… com um detalhe importante: AMBAS AS CIDADES PERTENCEM AO DEINTER DE SOROCABA e não parecem satisfeitos com seus salários… PARABÉNS… VOCÊS MERECEM. Marilda – Bauru

CONVITE DA NOSSA DEPUTADA DE BAURU E REGIÃO: 4 DE SETEMBRO 1

Caros colegas, CONVIDAMOS os colegas de Bauru e região para participarem de passeata AMANHÃ em Botucatu. Sairemos da frente do Plantão Policial às 8 horas e as despesas serão suportadas pelo fundo de greve, ou seja, QSA…
Temos poucos lugares (creio que 05 ou 06).
Assim, quem quiser ir, esteja lá no horário ok?
Também estamos convidando para o dia 04 de setembro, quando sairemos de madrugada da frente do DEINTER. São dois ônibus e as reservas já podem começar a ser feitas com Marcão (DIG) fone : 3224-3090 ou celular 9739-4344.
NÃO PRECISAMOS DIZER DA IMPORTÂNCIA DA NOSSA PRESENÇA EM SÃO PAULO…
Marilda –
CIDADÃ BAURUENSE

JOSÉ MIGUEL WISNIK – UM CALUNGA FAMOSO E GENIAL Resposta

José Miguel Wisnik (São Vicente, 27 de outubro de 1948) é um músico, compositor e ensaísta brasileiro. É também professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo.

Wisnik estudou piano clássico durante muitos anos, mas optou pela faculdade de Letras. Apresentou-se pela primeira vez como solista da Orquestra Municipal de São Paulo aos 17 anos, interpretando o Concerto nº 2, de Camille Saint-Saëns. Em 1968 participou do Festival Universitário da extinta TV Tupi, com a canção Outra Viagem, cantada por Alaíde Costa e gravada posteriormente por Ná Ozzetti.

Wisnik tem três discos gravados. Em 2000 gravou o disco independente José Miguel Wisnik. Em 2002 lançou o CD São Paulo Rio, que teve participação da cantora Elza Soares, com quem Wisnik realizou alguns shows em 2002, além de participar da direção artística de seu disco Do Cóccix até o Pescoço. Em 2003 lançou o CD Pérolas aos Poucos.

Wisnik escreve regularmente ensaios sobre música e literatura. Publicou O Coro dos Contrários – a Música em Torno da Semana de 22 (Duas Cidades, 1977), O Nacional e o Popular na Cultura Brasileira (Brasiliense, 1982) e O Som e o Sentido (Companhia das Letras, 1989), Sem Receita – Ensaios e Canções (Publifolha, 2004) e Veneno Remédio: O Futebol e o Brasil (Companhia das Letras, 2008), além de participar dos livros coletivos Os Sentidos da Paixão, O Olhar e Ética (Companhia das Letras, 1987, 1988 e 1992) e do Livro de Partituras (Gryphus, 2004).

Além de seus discos, livros, ensaios e aulas, Wisnik faz também música para cinema (Terra Estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas), teatro (As Boas, Hamlet e Mistérios Gozozos para o Teatro Oficina, e Pentesiléias, de Daniela Thomas, dirigida por Bete Coelho) e dança. Fez três trilhas sonoras para o grupo Corpo, uma delas, Parabelo, em parceria com Tom Zé, outra com Caetano Veloso.

DURANTE O PERÍODO DE GREVE Resposta

Os responsáveis pela manutenção dos serviços essenciais, não deverão conceder entrevistas “sobre a greve”.
Disse: “entrevistas sobre a greve”, sobre ocorrências relevantes deverão concedê-las normalmente.
Consignando-se que ninguém é obrigado a participar de entrevistas jornalísticas.
Não é obrigado a fazer, muito menos impedido de fazer.
Sobre “a greve” as entrevistas serão fornecidas pelos representantes das entidades de classe.
O policial civil poderá se manifestar sobre o movimento, apenas fora do ambiente de trabalho.
Atenção: sem buscar instalar pânico na população. Buscando, antes de tudo, a correta informação e a compreensão da Sociedade.

FAMÍLIA POLICIAL DESTE ESTADO E DO BRASIL…VAMOS RECUPERAR OS INSTRUMENTOS DA RITA LEE Resposta

Encarecidamente solicito especial empenho visando a recuperação do equipamento da banda da Rita Lee.
Não se trata de fraude; equipamentos de músicos contratos foram subtraídos pelos roubadores.
Não há seguro.
Apenas exemplificando: “um único teclado” representa toda a vida de trabalho de um dos seus músicos.
Nós recuperamos “obras de arte” para o Governo.
Vamos recuperar os instrumentos que nos proporcionam alegria…
Ela merece!
Os músicos merecem esse empenho.

VALE A PENA LER DE NOVO:“Estou há 42 anos nesta praia. Nunca vi tanta manipulação de informação na Secretaria de Segurança", Percival de Souza… 5

07/08/2008 10:58
GREVE DA POLÍCIA: VEJA O VÍDEO QUE SERRA CENSUROU

As associações e sindicatos da Polícia Civil de São Paulo produziram um vídeo publicitário para mostrar a dificuldade que a categoria tem para dialogar com o governador José Serra. O vídeo custou R$ 300 mil e foi pago pelas associações e sindicatos da Polícia Civil, para ser veiculado nas emissoras de TV. Mas o governador José Serra conseguiu uma liminar na Justiça para impedir a veiculação do vídeo.

(Clique aqui para assistir ao vídeo censurado pelo governador José Serra).

O deputado estadual de São Paulo Major Olímpio (PV) disse que as associações e sindicatos da Polícia Civil já entraram com um recurso no Tribunal de Justiça de São Paulo para tentar derrubar a liminar do governador José Serra.

“Nasceu o segundo ditador latino-americano. Nós temos o Hugo Chávez. Agora nós temos o Hugo Serra Chávez. Porque o direito de greve está consagrado no artigo 9º da Constituição, o direito de liberdade de associação é consagrado no artigo 5º da Constituição. O artigo 223 da Constituição fala da liberdade de expressão. O que ele fez foi um absurdo… E o governador para não ter esse resvalo político, entrou com essa medida. E com certeza absoluta essa liminar será derrubada pelo nosso Tribunal de Justiça e a população vai tomar contato com a peça publicitária doa a quem doer”, disse Major Olímpio.

Segundo o deputado Major Olímpio, os policiais civis de São Paulo devem entrar em greve a partir da zero hora do próximo dia 13. Ele disse que os policiais civis paulistas estão há 14 anos sem reajuste salarial. Ou seja, nenhum governador tucano de São Paulo deu aumento de salário para a polícia.

“Se ocorrer essa paralisação, quem está parando a polícia de São Paulo não são os policiais, quem está parando a polícia de São Paulo é o governador do Estado com essa intransigência e esse tratamento indigno. São Paulo tem o pior salário do Brasil em relação às polícias e arrecada 40% do PIB nacional. Nós não podemos admitir uma indignidade dessas”, disse Major Olímpio.

Em tempo: a Folha (da Tarde *) divulgou o mapa da violência em São Paulo, na edição de ontem – clique aqui para ler. Imediatamente, o sociólogo Túlio Kahn, da Secretaria e Segurança, explicou que a Secretaria não divulga o ranking do crime para não afetar o mercado !!! O valor dos imóveis, o valor do seguro. Coisa fina !!! O sociólogo tem uma explicação digna do Governo do presidente eleito José Serra: “a taxa por habitante e procedimentos geo-estatísticos de estimação de risco e co-krigeangem … “ são a metodologia adequada para analisar dados sobre a criminalidade. Coisa, portanto, fora do alcance dos mortais. Isso é a pura essência da ideologia tucana: enganar a sociedade com linguagem sofisticada. Ou, como diria o José Simão: “tucanaram o crime”. Ou, como ouvi na Secretaria de Segurança do Rio: os dados sobre o crime em São Paulo têm a credibilidade dos dados da tesouraria do Corinthians. (PHA)

Em tempo 2: acabo de encontrar nos corredores da Record o meu amigo Percival de Souza, que me disse o seguinte sobre o bestialógico do sociólogo Túlio Kahn, da Secretaria de Segurança: “Estou há 42 anos nesta praia. Nunca vi tanta manipulação de informação na Secretaria de Segurança. Nem no regime militar era assim. Com o Erasmo Dias a gente trabalhava com mais informações confiáveis do que hoje”. (PHA)

Clique aqui para ler a carta de Túlio Kahn, publicada na Folha.

Leia a íntegra da entrevista com o deputado Major Olímpio:

Paulo Henrique Amorim – Deputado Major Olímpio, qual é a reivindicação básica dos policiais de São Paulo?

Major Olímpio – Os policiais estão reivindicando, Paulo, dignidade de vida e sobrevivência. A polícia de São Paulo está há mais de 14 anos sem qualquer reajuste salarial. Simplesmente se criou alguns adicionais apenas para os ativos e ainda assim escalonados de acordo com o volume populacional onde o policial trabalha. Isso criou uma injustiça e insatisfações de toda a ordem. Chegou num ponto que tem que ter um “basta”, os policiais não suportam mais. Então, acabou se desencadeando um movimento em que nós só queremos 58% de reposição de perdas salariais dos últimos cinco anos, não estão se falando de aumento salarial, que se faça a incorporação do adicional do local de exercício a todos os policiais e de forma igualitária e não somente de acordo com o volume populacional, e também em relação às carreiras policiais civis, em relação às aposentadorias de policial aos 30 anos, porque São Paulo é o único estado em que o policial civil está trabalhando sem ter direito a aposentadoria especial. Nós temos aí uma reestruturação das carreiras policiais mais do que necessitadas, as carreiras estão todas estagnadas, paradas. Enfim, o momento do “basta” nesse movimento ocorre justamente por causa da intransigência governamental de fechar as portas para qualquer negociação. Você vê que a intransigência é de tal ordem que até mesmo no momento em que as associações e sindicatos da Policia Civil fizeram um filme publicitário, para que não fosse veiculado numa rede de televisão, o governador entrou com uma medida judicial e conseguiu, infelizmente uma liminar para que a população não tomasse contato com a problemática dos policiais e a problemática da segurança pública no estado de São Paulo. Isso é um absurdo, eu estive até a madrugada de hoje em Bauru, numa reunião com mais de 400 policiais civis e policiais militares aposentados, na OAB de Bauru. Há um ânimo total da esmagadora maioria do interior, da capital, uma adesão cada vez maior ao movimento de paralisação das atividades da Polícia Judiciária, da Polícia Civil. E como, pode ter absoluta certeza, os policiais militares, pelo artigo 42 da Constituição são proibidos de fazer greve e de serem sindicalizados, mas o coração dos policiais militares ativos estará com os policiais civis e os familiares, policiais inativos, a família policial como um todo estarão apoiando o movimento em todas as circunstância. Então, é uma coisa extremamente séria, nós não queremos que chegue a isso, tomara Deus que haja um mínimo de sensibilidade governamental para abrir o canal de negociações, mas não com situações de literalmente se empurrar com a barriga, dizer que vai se ver uma solução para 2009 ou 2010. Nós não suportamos mais. E nós policiais, é bom que o governo saiba, a nossa habilidade maior é negociação normalmente com marginais, não estamos muito acostumados a negociar com a área governamental não. Mas estelionatários criminosos não usam argumentos diferentes de estelionatários governamentais. E pode ter certeza: não venham com meias palavras desta feita porque a indignação já superou qualquer expectativa de ter o alento governamental. O que nós queremos é que fique claro para a população: se ocorrer essa paralisação, quem está parando a polícia de São Paulo não são os policiais, quem está parando a polícia de São Paulo é o governador do Estado com essa intransigência e esse tratamento indigno. São Paulo tem o pior salário do Brasil em relação às polícias e arrecada 40% do PIB nacional. Nós não podemos admitir uma indignidade dessas.

Paulo Henrique Amorim – Deputado, a greve está prevista para quando?

Major Olímpio – Para se iniciar à zero hora do dia 13, próximo. À zero hora do dia 13 vai ser desencadeado esse movimento nos 645 municípios do Estado de São Paulo.

Paulo Henrique Amorim – Outra pergunta: os policiais entraram com alguma ação na Justiça para derrubar a liminar que o governador obteve para impedir a divulgação do vídeo?

Major Olímpio – Sem a menor dúvida. Porque eu disse: nasceu o segundo ditador aqui latino-americano. Nós temos o Hugo Chávez. Agora nós temos o Hugo Serra Chávez. Por quê? Porque o direito de greve está consagrado no artigo 9º da Constituição, o direito de liberdade de associação é consagrado no artigo 5º da Constituição. O artigo 223 da Constituição fala da liberdade de expressão. O que ele fez foi um absurdo de cercear uma peça publicitária, paga pelas associações e sindicatos da Polícia Civil, foram gastos quase R$ 300 mil de contribuição de vários anos de policiais às suas entidades, para que a população possa tomar contato com a realidade da segurança pública, porque o governo mostra uma fachada, uma mentira, uma meia verdade, que muitas vezes é pior que a mentira. Na verdade, os policiais esperam nessa peça publicitária da intransigência de ter acesso ao Palácio dos Bandeirantes fechado completamente aos policiais. E o governador para não ter esse resvalo político, entrou com essa medida. E com certeza absoluta essa liminar será derrubada pelo nosso Tribunal de Justiça e a população vai tomar contato com a peça publicitária doa a quem doer.

Paulo Henrique Amorim – Deputado Major Olímpio, é sempre um prazer falar com o senhor, muito obrigado.

Major Olímpio – Um abraço Paulo Henrique, felicidades a você e muito obrigado por repercutir à sociedade as necessidades reais da sociedade.

Paulo Henrique Amorim – Nós vamos exibir esse vídeo no nosso site.

Major Olímpio – Ótimo, Paulo. Felicidades para você e muito obrigado. Nós vamos divulgar que no seu site é encontrável o vídeo.

Clique aqui para ler “Serra é o nosso Putin”.

Clique aqui para ler “Serra, o último autoritário”.

Clique aqui para ler “Foi Serra quem me demitiu?”

(*) Já estava na hora de a Folha tirar os cães de guarda do armário e confessar, como fez a Folha, que foi “Cão de Guarda” do regime militar. Instigado pelo Azenha – clique aqui para ir ao Viomundo – acabei de ler o excelente livro “Cães de Guarda – jornalistas e censores do AI-5 à Constituição de 1989”, de Beatriz Kushnir, Boitempo Editorial, que trata das relações especiais da Folha (e a Folha da Tarde) com a repressão dos anos militares. Octavio Frias Filho, publisher da Folha (da Tarde), não quis dar entrevista a Kushnir.