ARQUIVOS DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA POLÍCIA CIVIL 1

Documentação do Departamento de Comunicação
Social da Polícia Civil de São Paulo é aberta ao…

Extraído de: Governo do Estado de São Paulo  –  1 hora atrás

Resolução estabelece que material é de livre acesso a todos interessados, desde que assinem documento próprio se responsabilizando pelo seu uso

O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou no dia 26 de março uma resolução da Secretaria da Casa Civil autorizando a abertura ao público do acervo da Divisão Policial de Informações Sociais do Departamento de Comunicação Social da Polícia Civil (DCS). Esses documentos atualmente estão sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

O Departamento funcionou de 1983 – ano da extinção do DEOPS – até 1999, e sua Divisão Policial se encarregava de reunir material sobre pessoas consideradas de interesse pelos órgãos de segurança da época, em dossiês estruturados como os do extinto DEOPS. A Resolução CC-12, de 25/3/2010, estabelece que o acesso a esse material é livre a todos os interessados, desde que estes assinem documento próprio se responsabilizando pelo seu uso. Pela mesma resolução, é reservado ao coordenador do Arquivo Público o direito de impedir o acesso aos documentos, caso estes contenham informações de caráter personalíssimo, prejudiciais à vida privada e à honra das pessoas fichadas pelo DCS.

O material da Divisão chegou à instituição em 1999, e desde então já foi tratado, sendo higienizado, acondicionado e catalogado. As fichas estão sendo digitadas para inserção em banco de dados. A documentação já pode ser acessada através de catálogo no setor de atendimento ao público do Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Do Arquivo Público do Estado

O projeto de integração das polícias – uma alternativa ao desejo do governo Covas de unificar as instituições – acabou ficando pelo caminho. 20

Polícia Civil repagina viaturas com visual retrô ( mas estrelas douradas )

03 de abril de 2010 | 9h 26

MARCELO GODOY – Agência Estado

A Polícia Civil entrou na onda retrô da Segurança Pública de São Paulo. A instituição recebeu o aval do governo para que seus veículos voltem a ostentar as cores preta e branca ou, como preferem os policiais veteranos, ônix e marfim. A medida não deve trazer custos, pois atingirá só novas viaturas – as atuais continuarão tricolores. O decreto foi assinado no dia 30 pelo governador José Serra (PSDB), em sua última semana de trabalho.

Ao mesmo tempo que volta a usar as cores que ostentou durante 90 anos – o padrão tricolor foi inaugurado em 1999, durante o governo Mário Covas (PSDB) -, a instituição pretende identificar os carros apenas com o nome Polícia Civil, acabando com nomes de delegacias e departamentos na lataria dos veículos. O plano do delegado-geral da Polícia Civil, Domingos de Paulo Neto, é reaproximar a imagem do órgão à população.

A medida é popular entre os investigadores e agentes. A manutenção da pintura das atuais viaturas é cara, ao contrário do antigo padrão. Além disso, a mudança pode baratear o custo dos novos carros, que seriam comprados da fábrica na cor branca. A frota atual da Polícia Civil é de cerca de 8,5 mil veículos.

Desde 2007 a Polícia Civil tentava recuperar suas cores tradicionais, na cor branca. Em janeiro, com a decisão de Serra de enviar à Assembleia Legislativa o projeto de lei que altera o nome da Polícia Militar, resgatando o histórico e tradicional nome da Força Pública, os delegados de São Paulo voltaram à carga na tentativa de recuperar sua identidade mais tradicional. A pressão acabou surtindo efeito e Serra resolveu encampar a ideia.

As cores preta e branca para a polícia no Brasil foram definidas pela primeira vez em 1808, pelo desembargador Paulo Fernandes Viana, da Intendência-Geral da Polícia da Corte e do Estado do Brasil, em substituição às cores verde e vermelha. Para o desembargador Fernandes Viana, o preto e o branco simbolizavam o trabalho diuturno da polícia.

Quando a pintura das viaturas das Polícias Civil e Militar foi alterada durante o governo Covas, o sentido era aproximar as duas polícias como parte do programa de integração das instituições. Assim, ambas passaram a exibir as cores da bandeira do Estado de São Paulo – vermelho, preto e branco.

Também deveriam trabalhar em prédios em comum – o que só ocorreu com os comandos das instituições -, ter centro de comunicações conjunto e dividir a mesma academia de formação, além de trabalharem em áreas administrativas comuns a fim de facilitar o planejamento integrado. O projeto de integração das polícias – uma alternativa ao desejo do governo Covas de unificar as instituições – acabou ficando pelo caminho. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

Eleições 2010: MERCADANTE FORTE CANDIDATO AO GOVERNO DE SÃO PAULO 66

Eleições 2010

Lula será arma de Mercadante na luta pelo governo de São Paulo

 

Agência Estado

Por trás da decisão de trocar uma reeleição quase certa ao Senado pela corrida ao Palácio dos Bandeirantes, Aloizio Mercadante (PT) arrancou do presidente Luiz Inácio Lula da Silva o compromisso de que não se lançará sem apoio na tentativa de vencer o favoritismo tucano no maior colégio eleitoral do País.

Como parte da fatura para enfrentar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que larga com mais de 50% nas pesquisas, o petista obteve a garantia de que Lula terá farta presença na propaganda eleitoral no rádio e na televisão e participará de comícios pelo Estado afora, independentemente da agenda da pré-candidata ao Planalto, Dilma Rousseff.

O reforço foi a maneira encontrada por Lula para amenizar a preocupação de Mercadante com o risco de ficar sem mandato a partir de 2011. Enquanto negociava a candidatura, o senador tentou sem sucesso buscar um ponto de apoio na eleição de 2012. Queria convencer a ex-prefeita Marta Suplicy a lhe dar prioridade para disputar a prefeitura paulistana, mas ouviu dela e de outros líderes petistas que era cedo demais para um acerto.

Com a promessa de Lula, Mercadante torce para abocanhar parte da popularidade do presidente. Entrou na conta a tese de que será mais fácil, por exemplo, atrair o voto de beneficiários de programas de transferência de renda. Só no Bolsa-Família, há 3,5 milhões de paulistas, distribuídos por 1,1 milhão de famílias no Estado, que até a semana passada estava sob comando do pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra. A conta do Planalto sobe para 8 milhões de pessoas, se considerados todos os programas assistenciais.

Ponto fundamental também a estratégia de Dilma, a promessa de Lula de entrar em campo em São Paulo alimenta o otimismo do time de Mercadante. “Estamos entrando nesta eleição para ganhar”, diz o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP).

Ao mesmo tempo em que colará no presidente, Mercadante dará prioridade total à desconstrução da gestão tucana. A ideia é casar o discurso com o da campanha de Dilma, quem sabe com a contratação de um marqueteiro próximo a João Santana, que está à frente da comunicação da pré-candidata petista.

Mesmo que a estratégia naufrague, petistas apostam que a candidatura valerá a pena para Mercadante. Dizem que é no mínimo uma oportunidade de cair nas graças de Lula, revertendo arranhões na relação entre o presidente e o senador.

Também predomina a avaliação de que as urnas vão enterrar o desgaste de 2006, quando Mercadante foi eliminado da corrida estadual em meio às denúncias sobre o dossiê dos aloprados. Mas petistas insistem que, mesmo com esse episódio e os vestígios do escândalo do mensalão, o senador teve 32% dos votos naquela eleição. “Agora, por outro lado, o cenário nunca foi tão favorável para o PT em São Paulo”, diz Vaccarezza. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Sindicalista e policial civil, Jeferson Cabral foi confundido com um professor, mantido preso e espancado por cerca de três horas dentro de uma viatura até que foi levado ao 34ª DP de Francisco Morato. 36

Policial civil é confundido com professor, preso e agredido por PMs


O policial civil  Jefferson Cabral sendo preso

do site da CUT, via Correio da Cidadania, dica de Ricardo Maciel 

Na sexta-feira passada, mais de 40 mil professores paulistas foram impedidos pela tropa de choque da Polícia Militar de chegar até o Palácio do Morumbi, sede do governo estadual, para apresentar suas reivindicações.

Na oportunidade, bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, gás pimenta e muitas balas de borracha transformaram as imediações do Palácio em palco de uma batalha campal.

Sindicalista e policial civil, Jeferson Cabral foi confundido com um professor, mantido preso e espancado por cerca de três horas dentro de uma viatura até que foi levado ao 34ª DP de Francisco Morato. Com a roupa rasgada e acompanhado por dirigentes do Sindicato dos Investigadores de Polícia, Jeferson foi até a Corregedoria denunciar os inumeráveis abusos dos quais foi vítima.

Ainda mancando com problemas no joelho e dores por todo o corpo, Jefferson Cabral falou sobre os descaminhos do desgoverno tucano e da importância da unidade de todos os servidores com a comunidade para derrotar a intransigência.

Como você foi preso?

Eu estava junto com os manifestantes quando começaram a atirar bombas. Em meio às nuvens de gás, comecei a tirar as pessoas dali, socorrê-las, levar para um lugar seguro. Quando estava tirando o segundo não vi que estava muito próximo de um policial militar motociclista. Entre vários, conseguiram me prender. (Na foto da UOL, vê-se que o cacetete está dobrado em seu pescoço). Disse que era delegado sindical dos investigadores. Foi quando me disseram: você vai pagar pelos outros.

E depois disso?

Fui colocado algemado e trancado numa viatura da Polícia Militar. Fui hostilizado, ofendido e ameaçado durante três horas e tratado como bandido, com todo tipo de ofensas, impublicáveis.

Houve ameaça?

Diziam a todo tempo que iam me levar para o “esquisito”, que na gíria é um local ermo, onde você pode ser submetido a qualquer agressão pois não haverá ninguém para testemunhar. Diziam que iam acabar com a minha raça. As ameaças vieram de alguns policiais, desavisados, que me dominaram e não sabiam o que estava acontecendo, que havia um movimento lutando por direitos, reivindicando melhorias para toda a sociedade.

E então?

Foi quando trouxeram o comandante da operação, o coronel Veloso, que então se deu conta do tamanho do erro cometido. Me perguntaram se eu atirei pedras. Eu retirei paus e pedras das mãos de muitos, porque acredito que o nosso inimigo não é a polícia, mas o governo que a manipula para reprimir.

E aí, junto com os advogados do Sindicato, te dirigiste à Corregedoria para denunciar os abusos…

Exatamente. Fiz um Boletim de Ocorrência (nº98/10) e fui ao IML fazer o exame de corpo delito. Não consigo andar devido aos chutes que levei no joelho, na cabeça, costas e barriga.

Quando foste agredido desta forma?

Antes, durante e depois de algemado. O pior é que sou asmático e me deixaram um bom tempo com o cacetete vergado, como dá para ver pela foto, inclusive, quase sem respirar. Tive medo que me matassem.

Apesar da intensa brutalidade a que foste submetido, fizeste questão de estabelecer uma diferença entre o comportamento de meia dúzia de covardes e o grosso da corporação.

Antes de ser investigador de Polícia e delegado sindical em Taubaté, fui policial militar por quatro anos. Meu pai é policial militar. As agressões de que fui vítima, assim como uma boa parte dos manifestantes, foi provocada por indivíduos isolados.

Que estavam cumprindo ordens do governo Serra…

Infelizmente, sim. É uma grande pena e um verdadeiro tiro no pé essa orientação do governo porque muitos professores têm filhos que são policiais militares, têm o mesmo sangue. Acho que essa agressão deve servir para a PM refletir e se unir à comunidade.

VI O MUNDO  – REPÓRTER AÇO

Operação Padrão da Civil já prejudica atendimento 19

Polícia 02/04/2010 08:00:17

Operação Padrão da Civil já prejudica atendimento
Iniciada no último dia 23, lentidão no atendimento começa a ser sentida

Operação Padrão começa a atrapalhar registros de ocorrências no Plantão Policial

Passados nove dias desde o início da ‘Operação Tartaruga’ ou Operação Padrão, onde delegados passaram a realizar estritamente todas as funções atribuídas a eles, os primeiros reflexos começaram a aparecer. E greve não está descartada. Deve ocorrer caso projeto com melhorias salariais não seja enviado à Assembleia Legislativa.

Foram registrados apenas duas ocorrências na madrugada e, em uma delas, vítima de furto passou quase 9h no Plantão Policial para ver o casal criminoso, pego em flagrante pela PM, ser liberado.

De acordo com a vítima, o carteiro Aparecido Quirino Medeiros, 54, um homem foi flagrado por vizinhos, na tarde de quarta-feira, entrando em imóvel de sua propriedade, na rua Lázaro Teixeira de Camargo, no Tóffoli, zona sul da cidade.

Ele foi ao local, por volta das 16h e os invasores Daniel de Matos Siqueira, 22 e Erica Vieira Fernandes, 20, com filhos de 2 anos e 1 ano, se comprometeram a sair da residência. Já no início da madrugada de ontem, ele foi informado que Daniel estaria furtando as portas.

“Corri até lá e vi que ele tentava arrancar a porta da frente e já tinha conseguido tirar a porta da cozinha. Chamei a Polícia Militar, que prendeu casal e acionou o Conselho Tutelar para as crianças. Por volta da 1h, acompanhei a viatura até o Plantão Policial para registrar o boletim de ocorrência e esperei pela finalização, que só aconteceu quase 10h”, relata.

Após a conclusão do boletim de ocorrência, o criminoso foi liberado. O delegado plantonista entendeu que não havia elementos suficientes para que ele fosse preso pelo crime. Os filhos do casal estavam sob tutela do Conselho Tutelar até o fechamento desta edição.

http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/81195/Operao-Padro-da-Civil-j-prejudica-atendimento

 

GOLDMAN GOVERNADOR… 7

Sexta-feira, 2 de abril de 2010 – 14h12

Substituição

Vice de Serra toma posse no governo de SP na terça-feira

 

Agência Estado

Créditos: Divulgação/Portal do Governo do Estado
Com a desincompatibilização nesta sexta-feira do governador José Serra (PSDB) assume o cargo interinamente o vice Alberto Goldman. A posse de Goldman, no entanto, só acontecerá na terça-feira, em cerimônia marcada para as 16 horas no Palácio dos Bandeirantes, após a diplomação na Assembleia Legislativa, prevista para as 15 horas.

Serra e Goldman são amigos há cerca de 30 anos e o novo titular do Palácio dos Bandeirantes governará sob a bandeira do continuísmo. Goldman finalizará as obras e projetos que serão destaques da campanha do governador ao Palácio do Planalto, como o Rodoanel e a expansão do metrô, e conduzirá o PSDB à sucessão em São Paulo.

Essa segunda missão, na avaliação de correligionários do tucano, será a mais difícil para Goldman, que atuará em um cenário distante do que avaliava como ideal.

Entusiasta da candidatura ao governo paulista do ex-secretário da Casa Civil Aloysio Nunes Ferreira, Goldman terá a habilidade testada em uma campanha encabeçada pelo ex-governador e ex-secretário de Desenvolvimento Geraldo Alckmin, que deverá ser oficializado como o nome tucano para a sucessão no Palácio dos Bandeirantes.

Em 2008, Goldman apoiava Gilberto Kassab (DEM) e contava com a desistência de Alckmin em disputar a Prefeitura. “Eles estavam em lados diferentes antes da campanha nacional de 2006, com a disputa entre Serra e Alckmin para ser o candidato a presidente, e também na eleição municipal de 2008, entre Alckmin e Kassab”, explicou uma liderança tucana. “Mas são naturais os desacordos”, amenizou.

“Pode ter havido diferença de opiniões, mas não houve diferença de princípios e isso pode ser superado”, reforça o presidente estadual do PSDB, deputado Mendes Thame.

Se mudanças no programa de governo não devem ser desencadeadas durante os nove meses da gestão Goldman, o mesmo não pode ser dito quanto ao “fuso horário” do Palácio dos Bandeirantes.

Diferente de seu antecessor, que se autodenomina notívago, o vice-governador, aos 72 anos de idade, faz questão de dormir antes da meia noite e acordar por volta das seis da manhã, hábito que deve antecipar as cerimônias e os compromissos de governo. O primeiro sinal nessa direção foi dado quinta-feira na inauguração do Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas: o evento teve início às 6h40.

Com Serra, as cerimônias da manhã costumavam ser marcadas a partir das 10 horas, acrescidos os habituais atrasos de até uma hora do governador. Goldman, por sua vez, procura cumprir os horários de forma espartana.

O tucano tem horário para os treinos de basquete semanais, para as aulas de inglês e para o café da manhã com a esposa Deuzeni Goldman, com quem é casado há 32 anos. Dedica espaço ainda na agenda para tocar piano e para frequentar as salas de cinema do Shopping Pátio Higienópolis. Cinéfilo, o vice-governador transferiu a paixão pela sétima arte para a filha Paula, que atua como cineasta em Londres.

Nascido em São Paulo em uma família de poloneses, em 1937, Goldman passou a infância no bairro do Bom Retiro, reduto das famílias judias que aportavam na cidade nas décadas de 30 e 40. O pai, Wolf Goldman, fazia questão de que o filho aprendesse piano e estudasse em uma universidade pública, o que levou Alberto, aos 18 anos, a ingressar na Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

No início, o adolescente tinha dúvida se abraçava a carreira de engenheiro ou estudava regência. Optou pelo primeiro caminho, que o levou ao movimento estudantil e, posteriormente, ao Partido Comunista Brasileiro (PCB).
Com o bipartidarismo imposto pela ditadura militar (1964-1985), Goldman se filiou ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), pelo qual foi eleito duas vezes deputado estadual por São Paulo (1971 e 1975) e duas vezes deputado federal (1979 e 1983).

Após a redemocratização, com a dissolução do MDB, Goldman ingressou no PMDB, por meio do qual foi ministro dos Transportes no governo do ex-presidente Itamar Franco, entre 1992 e 1993. Em 1997, entrou no PSDB.

Eleito mais duas vezes deputado federal pelo PSDB, em 1998 e 2002, Goldman foi indicado, em 2005, para o posto de líder da bancada tucana na Câmara.

A personalidade forte e a sinceridade por vezes cáustica marcaram sua atuação à frente da oposição, principalmente no caso do mensalão do PT.

Após as denúncias do esquema, Goldman chegou a ingressar com representação na Casa pedindo a instauração de processo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por improbidade administrativa. “Sua oposição é nítida, quente e às vezes desaforada”, definiu certa vez o presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1988, Ulysses Guimarães. “Goldman é do tipo que dá nome aos bois e não diz coisas diversas em cada canto da boca”, descreveu.

O Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu, sumariamente, o promotor de Justiça Pedro Baracat Guimarães Pereira. Ele foi acusado de matar com 10 tiros o motoqueiro Firmino Barbosa 33

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2010/04/01/promotor-que-executou-com-dez-tiros-motoqueiro-e-absolvido-pela-justica-se-fosse-um-ze-ninguem-seria-condenado/

TJ-SP absolve promotor acusado de matar motoqueiro

O Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu, sumariamente, o promotor de Justiça Pedro Baracat Guimarães Pereira. Ele foi acusado de matar com 10 tiros o motoqueiro Firmino Barbosa. Os disparos saíram de uma pistola calibre 9 milímetros, de uso restrito. A decisão, por maioria de votos, foi tomada na última quarta-feira (31/3) pelo Órgão Especial do TJ paulista. O colegiado entendeu que a denúncia, por eventual excesso culposo, em caso de legítima defesa, é improcedente.

O procurador-geral de Justiça, Fernando Grella, sustentou na denúncia a tese de legítima defesa, mas considerou que houve excesso por parte do promotor ao desferir dez tiros na vítima. O chefe do Ministério Público não levou em conta o porte de arma de uso restrito. Pedro Baracat usava uma arma de uso restrito das Forças Armadas na noite do crime. Grella disse que o resultado da ação não dependeu do calibre da arma – uma pistola 9 mm – uma vez que a legislação, que autoriza promotor de Justiça a andar armado, não faz distinção quanto ao tipo de armamento.

Grella se convenceu de que o delito praticado por Pedro Baracat só aconteceu porque o promotor de Justiça agiu com falta de cautela ao fazer 10 disparos sem considerar que a vítima, depois da primeira série de tiros (três ou quatros no total), não oferecia mais resistência ou não colocaria em risco a vida e segurança do acusado. O tipo da arma, na opinião de Fernando Grella, seria irrelevante, pois teria produzido o mesmo resultado qualquer que fosse o seu calibre.

Em outras palavras, o chefe do Ministério Público defendeu que o promotor de Justiça agiu em legítima defesa, mas censurou o número de disparos feito pelo colega. Por fim, o procurador-geral sustentou que Pedro Baracat não portava irregularmente a arma, pois ao contrário da lei ordinária, a Lei Orgânica do Ministério Público, ao outorgar o porte como uma prerrogativa funcional, não faz restrição ao calibre da arma.

O processo foi relatado pelo desembargador Armando Toledo que o recebeu e teve a concordância de seu colega José Santana. De acordo com a denúncia, o crime aconteceu, por volta das 22h30, do dia 5 de janeiro de 2008, na avenida República do Líbano (região do Parque Ibirapuera). O promotor, que dirigia seu carro, foi abordado por Firmino Barbosa, que estaria numa motocicleta. A vítima pediu que Baracat lhe entregasse o relógio.

“Na moral, na moral, passa o relógio”, teria falado Firmino, com a mão na cintura, fingindo estar armado. O promotor, então, sacou da arma e desferiu vários tiros contra o assaltante, que morreu no hospital. Na jaqueta da vítima, uma enfermeira encontrou vários relógios. Outras vítimas também reconheceram o assaltante fotograficamente.

O desembargador Penteado Navarro abriu divergência. Votou pela rejeição da denúncia. Walter Guilherme julgou absolveu o réu sumariamente e foi acompanhado.

Processo nº 170.189

Clique aqui para ler a denúncia.

JOW, O PARTIDO AINDA DEFINIRÁ O TUCANO QUE PODERÁ SER O FUTURO CANDIDATO A GOVERNADOR…MOMENTANEAMENTE GERALDO – O ALCKIMISTA – SÓ FIGURA COMO “TUNGANO”…TUNGANO , ENTENDE?…ALIÁS, GERALDO ALCKMIN ESTÁ NA LISTA DOS DERROTADOS; NADA ADIANTA AQUELE SORRISO LARGO DE COVISTA 10

Essa foi foda.. rss
O Governador Alberto Goldman elogiou a operação padrão. hahahaha!!!

Emissora:Rádio Bandeirantes AM – SP
Programa:Jornal Gente
Tipo de Clipping:Rádio
Data/Hora Fonte:1/4/2010 – 9:48

Entrevista com o vice-governador Alberto Goldman. O tucano comenta que ainda não pode ser chamado de governador, pois José Serra irá renunciar apenas na sexta-feira. Ele explica que a partir de sábado será governador em exercício e a oficialização ocorrerá apenas na terça-feira. Sobre a questão da vinculação do salário do governador do estado com o dos servidores públicos, Goldman comenta que esse é um assunto apenas para o ano que vem. Apesar disso, um projeto de reajuste deverá ser mandado para a Assembléia até o final do ano. Goldman diz que não há vinculação dos salários dos professores e delegados com o do governador. O vice-governador diz que praticamente não há greve de professores. Ele destaca que o governo pagou bônus neste mês para as escolas que alcançaram suas metas e também assinou um convênio com universidades para oferecer cursos de aperfeiçoamento aos professores. A respeito da Operação Padrão da Polícia Civil, o tucano ressalta que isso é ótimo, pois é exatamente o que o estado espera dos servidores públicos: servir bem a população. Alberto Goldman explica como funcionam os gastos da máquina pública e destaca que o dinheiro previsto no orçamento está sendo utilizado corretamente. O vice-governador disse que não inaugurou o Rodoanel, pois isso já havia sido feito por Serra. Ele ressalta que apenas abriu o tráfego de veículos hoje para ver quais problemas ainda existem. Como exemplo, ele revela que há ferros soltos perto de um posto de pedágio que irá existir na chega da Rodovia Anchieta. Ele também destaca que ainda falta uma ponte na Marginal Tietê. Goldman comenta que o Governo do Estado tem ajudado muito a Prefeitura de São Paulo. Sobre o nome para a disputa pela sucessão do governo estadual, ele diz que irá apoiar o nome que o partido definir, que deve ser o ex-governador Geraldo Alckmin.

VAMOS ROUBAR POR QUEM? Resposta

Dilma ataca viúvos do Brasil que crescia pouco

Na despedida do governo, pré-candidata do PT critica Serra e tucanos, sem citá-los, e se mostra otimista: Até breve

Chico de Gois e Luiza Damé

BRASÍLIA. A presidenciável do PT, Dilma Rousseff, de 62 anos, despediu-se ontem do governo Lula, depois de sete anos e três meses em postos-chaves na Esplanada dos Ministérios, com um discurso emocionado, de elogios ao presidente Lula e de ataques indiretos ao PSDB e a seu principal adversário nas eleições deste ano, o tucano José Serra. Ao passar o cargo na Casa Civil para sua principal auxiliar, Erenice Guerra — acusada de ter elaborado o dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique com cartão corporativo —, Dilma, otimista, despediu-se dos colegas de ministério com um “até breve”.

Embora sem citar PSDB e DEM, que estiveram no governo de Fernando Henrique Cardoso (1994-2002), Dilma foi contundente ao classificá-los como viúvos do poder: — Aqueles que lamentam, os viúvos do Brasil que crescia pouco, (o Brasil) da estagnação, fingem ignorar que esta mudança é substancial. Têm medo.

Não sabem o que oferecer ao povo, que hoje é orgulhoso e tem certeza que sua vida mudou.

Não aceita mais migalhas, parcelas ou projetos inacabados.

No nosso governo, o povo não é coadjuvante.

E atacou Serra indiretamente: — Não importa perguntar por que alguns não têm orgulho dos governos de que participaram.

Devem ter seus motivos. Temos um patrimônio, nós que fizemos parte da era Lula.

Em entrevista, afirmou estar preparada para o embate: — Fui preparada na vida para coisas muito mais duras do que disputar uma eleição. Minha vida não foi uma coisa muito fácil — disse, em referência ao fato de ter sido presa e torturada na ditadura. — A eleição é um momento do exercício da democracia. Difícil mesmo era aguentar a ditadura.

Chamado para defender governo

Dilma definiu a saída do governo como uma “alegria triste”.

— Sob sua inspiração, presidente, quem fez tanto está pronto para fazer mais e melhor. Estamos simplesmente dizendo até breve. Hoje, nós sabemos que o Brasil é um país pronto para dar um novo e decisivo passo rumo a um futuro de prosperidade econômica e social.

Dilma conclamou os outros nove colegas, que deixaram suas pastas para disputar as eleições, a não se dispersar e a defender o legado do governo Lula. O presidente, que discursou em seguida, elogiou os ministros que deixavam os cargos, e, em especial, a ministra, dizendo que ela é parte integrante do “sucesso” de sua gestão e que “foi de uma competência extraordinária”.

Mesmo admitindo que a pré-candidata não é um primor de simpatia, Lula viu nas atitudes dela um fato positivo: — A Dilma é o que ela é.

A pré-candidata falou por 30 minutos, em nome dos ministros que saíam. Para Dilma, Lula conseguiu realizar o sonho da geração dela — redemocratização, liberdade e justiça.

— Com o senhor, vencemos e vamos vencendo a cada dia.

Vencemos a miséria, a pobreza, a submissão, a estagnação, o pessimismo, o conformismo e a indignidade — disse.

E seguiu: — O povo brasileiro nos ensina a ser fortes. Com a alegria do nosso povo, aprendemos muito. Aprendemos que temos de ser otimistas. Com nosso povo, aprendemos que temos de ser resistentes. E com o senhor aprendemos que temos de ser corajosos. Nosso governo mudou o Brasil.

A POLÍCIA É UMA MERDA: Veio na minha casa xingando a Polícia, o Serra e o Diabo! 20

fiz um teste com uma prima minha, chata pra dedéu.

ela precisava fazer um BO simplezinho…

falei para ela ir na delegacia da casa dela, sem indicação nenhuma.

o colega tira do plantão mandou ela procurar a PM. A escrivã de plantão disse que ia demorar muito para ela ser atendida. O delegado não tava.

Depois de quase três horas de chá de pé ( não tinha nem banco pra sentar!), ela cansou e foi embora. Veio na minha casa xingando a Polícia, o Serra e o Diabo!

Pelo menos no maldito Serra ela não vota mais!

PRESTAÇÃO DE CONTAS – SERRA 6

Boa noite,
 
Estamos enviando ao douto delegado, duas fotos que retratam o evento ocorrido nesta data 31/03/2010 – Prestação de Contas do Governador José Serra.
 
Na primeira foto temos o dd. Governador do Estado, em um dos instantes do discurso;
 
Na segunda foto temos todo o Secretariado. Destacamos da esquerda para a direita:
 
o primeiro da primeira fileira de baixo para cima – Marrey – novo Chefe da Casa Civil; em substituição a Aloysio Nunes;
 
o sexto – dd. Secretario da Segurança Pública (que continua no cargo).
 
Na terceira fileira de baixo para cima, e da direita para a esquerda – Alckmin – (futuro candidato a governador de SP).
 
Vem mudanças por aí!!!
 
Saudações
 

Preta e branca, as cores da Polícia Civil 26

Decreto 55658/10 | Decreto Nº 55.658, de 30 de Março de 2010 de São Paulo

Padroniza a pintura externa, símbolos e inscrições de identificação dos veículos da frota da Delegacia Geral de Polícia, da Secretaria da Segurança Pública, e dá providências correlatas

JOSÉ SERRA, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, Decreta:

Artigo 1º – Os veículos oficiais da Polícia Civil, integrantes da frota fixada para a Delegacia Geral de Polícia, ou nela em uso, mediante convênio, ajuste ou acordo, usarão as seguintes cores indicativas, definidas como “Padrão Polícia Civil”:

I – os operacionais, as cores preta e branca;

II – os de apoio operacional, a cor preta;

III – os que prestam serviços reservados, a cor de fabricação;

IV – os que prestam serviços na área assistencial, a cor branca;

V – as motocicletas operacionais e as de apoio operacional, a cor preta aplicada em forma de faixas sobre a pintura branca, cor predominante;

VI – as motocicletas destinadas aos serviços reservados, a cor de fabricação.

§ 1º – Os veículos a que alude o inciso I deste artigo deverão receber a cor branca sobre a capota, tampas do capô e do porta-malas, na parte superior e no melhor ponto estético, reservando-se sua parte inferior à cor suplementar, devendo os paralamas e parachoques receberem a cor preta.

§ 2º – A adequação dos termos do presente decreto dos veículos em uso, através de convênio, ajuste ou acordo, é atribuída aos órgãos em que se encontram patrimoniados.

§ 3º – Os veículos especiais descaracterizados, utilizados para serviços reservados e investigações sigilosas, quando assim exigido pela natureza do trabalho, não exibirão identificação externa ostensiva e farão uso de placas reservadas, expedidas em estrita obediência ao previsto no Código de Trânsito Brasileiro e demais dispositivos legais concernentes à especie.

Artigo 2º – Os veículos abrangidos por este decreto, à exceção dos empregados em serviços reservados, serão identificados de acordo com as seguintes exigências:

I – emblema da Polícia Civil, instituído pelo Decreto nº 13.459, de 10 de abril de 1979, nas portas dianteiras, tampa do capô e porta-malas traseiro;

II – como indicação da frota, junto ao emblema referido no inciso I deste artigo, deverá constar a inscrição “POLÍCIA CIVIL”;

III – indicação da subfrota nas portas dianteiras, tampa do capô e porta-malas traseiro, junto da indicação da frota;

IV – indicação do Órgão Detentor nas portas dianteiras, tampa do capô e porta-malas traseiro, abaixo da indicação da subfrota;

V – indicação do número do patrimônio, na cor preta, sobre a capota, paralamas traseiros e porta-malas traseiro.

§ 1º – As inscrições de subfrota e Órgão Detentor na pintura do veículo oficial poderão ser feitas utilizando as siglas oficiais.

§ 2º – O uso de quaisquer outros ornamentos, inscrições ou símbolos nos veículos oficias da Polícia Civil dependerá de expressa autorização do Delegado Geral de Polícia.

Artigo 3º – Os veículos operacionais originariamente adquiridos em conformidade com as cores e características previstas no Decreto nº 51.813, de 16 de maio de 2007 , não precisarão ter suas pinturas alteradas, podendo permanecer com as cores originais de aquisição até o final arrolamento para baixa definitiva da frota.

Artigo 4º – A inscrição “POLÍCIA CIVIL” será adotada, para todos os fins, como nomenclatura de identificação da frota de veículos oficiais da Unidade Orçamentária Delegacia Geral de Polícia.

Artigo 5º – O Delegado Geral de Polícia baixará instruções complementares, que forem compreendidas necessárias, para a execução deste decreto.

Artigo 6º – As despesas decorrentes da execução deste decreto correrão por conta de dotação própria do orçamento vigente.

Artigo 7º – Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial o Decreto nº 51.813, de 16 de maio de 2007 .

Palácio dos Bandeirantes, 30 de março de 2010

JOSÉ SERRA

Publicado em: 31/03/2010

__________________

Colaboração Delta Uno