O grande problema é que implantar sistema parlamentarista quando se está Presidente, equivale a marcar encontro com Deus; no céu…
Todo mundo quer o encontro no melhor dia do ano:
30, véspera de 1º de março.
O grande problema é que implantar sistema parlamentarista quando se está Presidente, equivale a marcar encontro com Deus; no céu…
Todo mundo quer o encontro no melhor dia do ano:
30, véspera de 1º de março.
CIDADÃO COMUM,
Você tem toda razão, mas peço que não julgue a classe dos Delegados de Polícia pela bizarra figura do Delegado Guerra, que suponho portador de sérios distúrbios psiquiátricos.
Saiba que o Delegado Guerra nem de longe representa a classe a que infelizmente pertence, que é formada por pessoas sérias e responsáveis.
O Delegado Guerra se julga o “pequeno ditador”. Acha que por ter criado um bloguezinho mequetrefe de quinta categoria pode menoscabar e perseguir quem supõe ser seus inimigos. Usa e abusa do cyberbullying para perseguir as pessoas que não gosta, tanto que responde a diversos inquéritos na corregedoria e processos na Justiça. Faça um busca no site do Tribunal de Justiça de São Paulo como o nome do blogueiro e confira você mesmo o que estou falando.
Tenha certeza que ele não é bem visto pela classe dos Delegados de Polícia nem pelos policiais civis como um todo, tanto que tirando uma meia dúzia de fakes covardes que o seguem não é apoiado por mais ninguém. O exemplo é que foi candidato a presidente da Associação dos Delegados e teve votação vexatória, humilhante e nem teve hombridade de comparecer na ocasião do pleito, pois é famoso “leão de teclado”, que só é valentão atrás do PC. Nunca foi ninguém na Polícia e só se destacou negativamente com a suas sandices e bizarrices.
Até o dia que montou seu blog nunca tinha ouvido falar desse cidadão.
Suas postagens são sempre de extremo mal gosto e baixo nível, como nos comentários inoportunos e deselegantes sobre a atriz Cissa Guimarães, que está passando pela dor da perda de seu filho.
Mas não tenha raiva do Delegado Guerra, pois quem faz as coisas que ele faz só pode ser doente mental e de doentes temos que ter pena e comiseração.
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DELPOL, obrigado pela piedade…
Sorte minha contar com a lucidez e benevolência de pessoas como você.
Só um reparo: É FELIZMENTE …
Eu sou muito feliz e grato por pertencer a classe.
O sr. Roberto C. Guerra é realmente o estereótipo do policial grosso, mal educado e ofensivo. Pior, desce vários degraus abaixo da pessoa a quem quer desqualificar.
Nunca vi nada mais lamentável do que o texto nojento e repugnante da Cissa Guimarães, chamando-a com adjetivos sensuais de baixo nível, com ilustrações da revista playboy, quando da ocasião do falecimento de seu filho…
Ela deveria processar o bloqguista que tantos despropósitos comete.
Ofende a todos, como se isto fosse uma conversa de botequim entre ébrios. Só ele tem a razão. Só ele tem a última palavra.
É o reflexo dele que impera na sociedade e na população, que enxerga nos policiais, indivíduos despreparados e mentalmente perturbados.
Lamentável.
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Meu caro Cidadão Comum, poderia ter acontecido com filho meu. Não se trata de tripudiar sobre a dor alheia. A minha finalidade é desmascarar a hipocrisia de tipos como você. Os que sob o pretexto de respeitar a dor da mãe, acabam deixando com que se desvie o foco das atenções que deveria ser A SAFADEZA DO GOVERNADOR DAQUELE ESTADO…Ora, se os dois Pms podem ser por ele chamdos de BANDIDOS AO QUADRADO, não será exagero dele dizer : BANDIDO ELEVADO A VIGÉSIMA POTÊNCIA.
A SAFADEZA DOS ÓRGÃOS DE IMPRENSA…
A SAFADEZA DO COMANDO DA POLÍCIA MILITAR DAQUELE ESTADO…
Pois bem, o rapaz de 18 anos que fosse buscar adrenalina lendo uma playboy ou tocar guitarra, em vez de, na madrugada, em companhia de outros desocupados, passear de skate em local público e proibido para tal finalidade…
Vítima de quem?
O vagabundo, bem grandinho de 25 anos, certamente, depois de umas biritas para matar a ressaca do final de semana, também já virou vítima.
E os policiais militares?
Inicialmente, um comandante, que pra mim não passa de um enrustido, afirma que não houve qualquer irregularidade. A defesa institucional. Ninguém acreditou, aliás, foi desmascarado pelas filmagens da Globo; assim – depois de reunião com o governador, com o secretário, com a mãe da vítima, determinou a representação pela prisão preventiva dos dois praças.
CORONEL CANALHA que divide a Polícia em duas espécies. A dos bem nascidos, como ele. E dos párias com defeito de educação familiar: as Praças.
Não farei defesa da corrupção…
MAS FAÇO A DEFESA DOS PRAÇAS… DOIS SANTOS SE COMPARADOS AO COMANDANTE GERAL DA PM…
DOIS MÁRTIRES SE COMPARADOS AO SECRETÁRIO E AO GOVERNADOR DAQUELE ESTADO…
Cada um compra casa e sustenta seus filhos conforme as oportunidades que seu trabalho pode propiciar.
Oportunidades e riscos, diga-se.
Receber propina é crime definido no Código Penal, pois um policial ainda que seja responsável por filhos com necessidades especiais não é dado justificar-se na necessidade para solicitação, aceitação ou exigência de vantagens para “aliviar” quem quer que seja.
A linda e talentosa Cissa criou três filhos, pelo que se sabe praticamente sozinha… Comprou o apartamento em que reside graças ao convite feito pela Playboy, aceito em razão de um ultimato da senhoria. Ou seja, a proprietária necessitava vender o imóvel e notificou Cissa dando-lhe a regular prioridade de compra.
NOSSOS ATOS SÃO DETERMINADOS PELAS CIRCUNSTÃNCIAS…
OU SEJA: A OPORTUNIDADE FAZ O LADRÃO!
Naquele instante, separada e com dois filhos, a conquista do imóvel próprio falou mais alto que seu pudores; assim ela, em 1994, aos 37 anos, com três filhos, Cissa posou nua para a Revista Playboy
Mas não há uma celebridade que goste de ficar lembrando que fez fotos peladas para DELEITE – DAR LEITE NO BANHEIRO – de rapazes e homens…
FOTO DE MULHER PELADA É PARA A RAPAZIADA SE MASTURBAR…
COM VAGINA, COM PELOS OU SEM PELOS, FICA PELADA PARA ESTIMULAR A FANTASIA E A LIBIDO DE OUTREM (acho que de meninos, meninas, adolescentes, adultos e até idosos)…
Continuando, o primeiro ensaio “pornofotográfico” foi motivado pela necessidade de comprar o apartamento e livrar-se do aluguel.
O segundo ensaio, conforme assistimos há pouco tempo no programa do JÔ, foi motivado “pela vaidade feminina” de uma quase cinquentona. Em 2005 Cissa posou nua novamente aos 48 anos, dessa vez pela revista SEXY.
Revista Sexy: assumidamente pornográfica.
Ora, figurar como modelo em ensaios pornofotográficos não é crime.
Mas – afastado qualquer falso moralismo, já que fui um grande leitor de revistas como a Ele e Ela, Playboy, Homem, pelos menos dos meus 18 aos 22 anos, quando da “abertura da ditadura”… NÃO É CRIME, MAS NÃO É NADA CONSTRUTIVO, ENGRANDECEDOR, DIGNO DE UM GRANDE ORGULHO.
Com efeito, beira e cheira a prostituição…
Friso: sem preconceito e sem defender tal impressão que não é minha, é de muita gente e até de quem já ficou pelada nessas revistas. Para ser verdadeiro: delas fui grande leitor e um grande punheteiro. Mas em 94, com 33, já não desperdiçava dinheiro, tampouco sêmen “lendo” Playboy. Em 2005, com quarenta e poucos anos nem sequer soube do tal ensaio; tampouco teria qualquer interesse por tal, apesar de a Cissa Guimarães ainda, aos 54 anos, ser atraente.
Retornando, na primeira vez foi a necessidade de comprar a casa e manter os três filhos…
Na segunda vez foi uma necessidade ainda maior: GANHAR UMA NOTA E MOSTRAR QUE AINDA MANTINHA UMA FORMA INVEJÁVEL.
Mais uma vez, sem falso moralismo e sem aquela mentira acerca de “estar escrito” ou pior: “castigo” pelos pecados dos pais, etc.
DAQUILO QUE NOS INTERESSOU NO CASO EM QUESTÃO:
Parece que os policiais não resistiram ao oferecimento de uma merreca.
Quem saberia que a vítima era mais qualificada que as rotineiras vítimas? Quem saberia que a vítima fatal era mais qualificada que o corruptor? E quem deles saberia que o acidentado se tratava do filho de artista nacionalmente querida e GLOBAL.
Deram a aliviada e já no dia seguinte constataram a puta cagada…
A corrupção ativa para o autor do atropelamento, em razão de ele escapar do local do evento, limitando a mero telefonema, poderia implicar em ACABAR NO TRIBUNAL DO JÚRI, pois cidadão comum comete crime doloso ao volante…
Se fosse Juiz ou Promotor não iria correr tal risco, responderia apenas como crime de trânsito.
E nunca soube alguém confessar “EU DEI INÍCIO AO ACERTAMENTO”…
Tinha interesse em corromper!
Com efeito, todos dizem: fui ameaçado, coagido, fiquei com medo, pois acabariam comigo…
Raramente é assim, ou seja, a exigência mediante coação moral ou física é rara…
O interessado aceita pagar por lhe ser conveniente, muitas vezes mais lucrativo para quem paga do que para aquele que recebe a propina.
“Cidadão Comum”, a corrupção também é questão de necessidade mais oportunidade. Contudo, no caso de policiais subalternos, pessimamente remunerados, a necessidade é sempre premente e a oportunidade constante.
Dirão: milhões ganham menos e não cometem crimes. De fato, pois esses milhões de trabalhadores não estão sujeitos a uma rotina de necessidade somada a oportunidade.
Policial comum – os praças militares e operacionais das policiais civis – é faminto a quem se dá a faca para tomar conta do queijo.
Policial comum – ganhando R$ 1.000,00 – é como um alcoólatra contratado para copeiro de botequim; pretendendo que ele tenha a desumana força de resistir ao vício.
Os nossos policiais comuns não são como a artista. Ela mostrou a sua beleza, primeiramente, por necessidade. A segunda vez: por vaidade e cupidez!
Policial sobrevive fragilmente, ninguém da imprensa, da puta que pariu, levanta o dedo contra um Governador exigindo tratamento mais digno para tais profissionais.
Essa elite de merda cospe na nossa cara o tempo todo; repugnante é alguém entre eles achar que fraqueza dos policiais seja mais repugnante do que a conduta do morto e do motorista.
O morto – ainda me lembro dos meus 18 até vinte e poucos anos – não passava de um PREGO (o tolo, o otário que se mete a práticas arriscadas sem coragem ou habilidade) OU DE UM SUICIDA INCONSCIENTE…
Fui assim: suicida inconsciente.
Sim, SUICIDA INCONSCIENTE…
N’algum Tribunal Transcendental seria condenado por suicídio doloso (uma espécie de dolo eventual no mundo do Chico Xavier). Assumiu o risco de morrer e, também, lentamente matar a mãe de tristeza.
Aliás, não acredito em tal Tribunal, mas espero que , verdadeiramente, exista.
Ele , como milhões de jovens, não aprendeu que jamais seria o dono da própria vida; talvez pelo mesmo motivo de a mãe não ter consciência de que não era dona do próprio corpo, ou seja, o corpo da mãe também pertence, em imagem e fisicamente, aos seus filhos, seus pais…Não falarei de companheiro, pois ela , pelo que sei, estaria solteira nas duas oportunidades.
Uma pessoa pertence aos seus entes, seus amigos, a coletividade, não possui o direito de tirar a própria vida ou de se expor mortalmente em “atividades radicais”.
Imprudência por imprudência nem se pode aferir quem, verdadeiramente, foi o mais culpado pelo evento. Assim, o motorista já tratou de escapar da acusação de omissão de socorro, alteração de provas, etc., pois no terreno da concorrência de culpas ele até pode ser absolvido.
Cidadão, você fala que a artista deveria nos processar. Olha, se for pelo título que dei a uma postagem que nem sequer terminei e publiquei, repetirei: A VERDADE NUA E CRUA NÃO É GOSTOSA COMO A CISSA GUIMARÃES…Não é ofensa, é elogio.
A verdade nua e crua é gélida como o cadáver da mulher mais bela…Gostosa para os necrófilos!
E fria como fotografia…
A verdade, aqui, é repugnante. Fosse um afro-descendente (pobre, né?) atropelado, fuzilado ou queimado vivo, o assunto não renderia duas frases.
Se os PMs tivessem aliviado, mediante a porcaria de R$ 1.000,00 ou R$ 10.000,00, ESTARIA TUDO CERTO…
Afinal, pelo morto nada mais se poderia fazer… Qual a razão de se punir um jovem branco, bem apessoado, com futuro brilhante?
Cidadão, da Sociedade nós somos espelho…
REFLETIMOS A FEALDADE DESSA SOCIEDADE IMUNDA…
Quem ler aquilo que escrevo pode pensar, achar, imaginar; nos julgar um monte de coisas…
Mas quem olha para a Polícia DEVE SABER QUE OLHA PARA SI…
Queira ou não, seja capaz de entender ou não a realidade.
A POLÍCIA É O ESPELHO DA FEIÚRA BRASILEIRA…
E mais: QUEM GOSTA DE ATIVIDADES ADRENALIZANTES DEVERIA SENTAR PRAÇA NAS POLÍCIAS…
Tem o Corpo de Bombeiros, tem BOPE, tem GOE, GER, ROTA…
Só não pode fumar durante o serviço…
E falando de processo: QUEM DEVERIA NOS PROCESSAR É O COMANDANTE DA PM DO RIO DE JANEIRO…
Acabei de assistir uma de suas intervenções típicas dos Sacerdotes: É UM VIADINHO…
O Bunda-mole já sacramentou a expulsão dos Praças. Para se manter, obviamente.
Ele deveria é pedir a prisão do Governador que – como de regra no Brasil – É O CORRUPTO E CORRUPTOR Nº 1 DO ESTADO.
A educação vem de berço?
Certamente é do berço que vem a educação afetiva, o desenvolvimento de carinho, de amor; de respeito ao outro.
A cultura vem de berço?
Sim do berço escolar; desde a professorinha do jardim da infância.
Mas a formação policial não tem por berço os seriados da TV.
O berço do policial é a respectiva academia; lá inicia a formação dos valores policiais e lá inicia nova postura na vida, transformando-se para melhor ou pior.
Meu caro, está na hora de ensinarmos nas academias de Polícia:
AQUI TODOS PRESUMIDAMENTE INGRESSAM HONESTOS, ASSIM QUEM ROUBAR MIRANDO-SE NOS NOSSOS (dos chefes) EXEMPLOS…
E NÃO FIZER BEM FEITO, SERÁ DURAMENTE CASTIGADO, POIS A SOCIEDADE RICA NÃO DEVE TER A CERTEZA DE QUE UM JOVEM AQUI INGRESSA PRESUMIDAMENTE HONESTO E SAI COMPROVADAMENTE CRIMINOSO ‘POR NOSSA CULPA“…
Assim, lembre-se: A CULPA SERÁ SUA, SERÁ DO SEU PAI E DA PUTA DA SUA MÃE…
E SE QUANDO ACONTECER TIVER ESPOSA E FILHOS, A CULPA TAMBÉM SERÁ DELES.
A IMPUNIDADE É “DIREITO” CONSUETUDINÁRIO DO MAIS FORTE, POR TAL QUANTO MAIS PODEROSO, MAIS CORRUPTO!
Se é que são tolos para acreditar em virtude institucional.
Os policiais do grupo majoritário (os sem boa família), por sua vez, devem ENTENDER E ENSINAR aos cidadãos:
AS POLÍCIAS BRASILEIRAS EXISTEM PARA IMPEDIR O POPULACHO DE EXERCER A PLENA IMPUNIDADE.
Não adianta o velho papo: O GRANDÃO PODE ROUBAR, TAMBÉM POSSO!
Uma fatal imbecilidade, POIS O GRANDÃO PODE ROUBAR TRANQUILAMENTE POR SER GRANDÃO E AINDA TER SEUS PRÓPRIOS POLICIAIS, NÉ?
Você como policial, verdadeiramente, trabalha para a segurança e prosperidade do GRANDÃO…
O policial é um pária que cuida para que os demais párias não subvertam a ordem das coisas, tomando para si os valores da casta.
Mas não será uma tarefa desagradável quando exercida conscientemente, pois quem sabe exatamente o papel que lhe cabe se liberta da soberba e da frustração.
A Polícia é uma empresa pública prestadora de serviços; seus membros são profissionais qualificados para tarefas QUE GENTE NASCIDA RICA JAMAIS REALIZARIA COMO OBRIGAÇÃO DIÁRIA…
Não são sacerdotes, não são heróis, não são pessoas dotadas de qualidades especiais e raras…
Aliás, nem poderiam ser sacerdotes, POIS SACERDOTE QUANDO NÃO É GRANDE PICARETA É DOENTE MENTAL.
ACABEMOS DE VEZ COM TODAS ESSAS MENTIRAS E ILUSÕES SOBRE QUALIDADES, HABILIDADES, VOCACIONAMENTOS, etc.
Mas retornando ao GRANDÃO…
Ora, quem invadiria um Palácio de Governo Estadual para efetivar busca e apreensão de toda a propina que financiará as bilionárias campanhas eleitorais?
Sabendo que, para dupla garantia, da sarjeta até a porta a PM faz a guarda… Mas a guarda mais interna e do telhado faz o militar “de verdade” (“de verde”).
Observação: estes dois parágrafos são referentes ao sistema da Venezuela, Bolívia ou México… Não é no Brasil, entendem?
Podem ficar tranqüilos que não há membros do Exército no telhado dos Bandeirantes.
O Grandão tem seu próprio exército, o atarracado “sua milícia”, o pequeno deve se conformar com a pequenez e andar sempre na linha.
Pois bem: quem erra deve assumir responsabilidades…
Melhor dizer: deveria!
Mas qual é o método das instituições públicas diante do próprio erro: “icso non ecziste” ou “fato isolado”.
A maioria é honesta! Pedofilia faz parte de um plano do Diabo.
Sim, a maioria (dos praças e dos operacionais) é honesta, mas não há quem – mesmo honesto – não cometa pequenos crimes diariamente.
A maioria dos dirigentes (Delegados, Oficiais) é formada por desonestos. A MAIORIA; eu, inclusive!
Quando escancaradamente se verifica um flagrante erro prejudicial à imagem da “instituição”, logo aparece um angelical porta voz DEFENDENDO APOSTOLICAMENTE A SUA POLÍCIA…
Se colar, colou!
Quando não cola, o sacerdotal chefe nascido em boa família – casado com boa mulher (algumas gostosíssimas, aliás) – IMEDIATAMENTE CRUCIFICA O MERO PEÃO.
Cabendo aqui uma observação, salvo o Vinicius de Moraes que comia com os olhos, pois não existia Viagra para atenuar os efeitos da cachaça, BELEZA É FUNDAMENTAL PARA OS ENRUSTIDOS.
Puto não casa com mulher mais ou menos…
PUTO SÓ CASA COM MULHER MUITO BONITA, ESPECIALMENTE QUANDO O PUTO, POR OCUPAR POSIÇÃO DESTACADA, É OBRIGADO – PARA ASCENDER POSIÇÕES MAIS ALTAS – APRESENTAR SUA FAMÍLIA…
Ora, já viu algum Governador, Presidente assumir publicamente sua homossexualidade? Ainda não, né?
Assim, tempestivamente eles contratam uma bela esposa.
E na Polícia, aliás, em todas as instituições, não é muito diferente: o enrustido casa para mostrar-se publicamente um honrado chefe de família.
A APARÊNCIA CONTRÁRIA A ESSÊNCIA É FUNDAMENTAL!
No mesmo sentido – como para ocupar os maiores postos e cargos NÃO SE PODE SER HONESTO – o CORRUPTO SE TRAVESTE DE SANTO…
PARA O CORRUPTO APARENTAR PUREZA É FUNDAMENTAL
SE ENRUSTE!
Ora, quem seria honesto e corajoso para assumir: SOU CORRUPTO AMORAL E POR TAIS QUALIDADES COMANDO.
continuando…
Depois ainda vem o secretário , também com cara sacerdotal e discurso pastoral: FRUTOS PODRES.
Não! São frutos em processo de putrefação. Pois eram fruta boa colocada no meio das podres.
O Secretário tem pinta, tom de voz, postura geral, de INCORRUPTÍVEL…ACIMA DE QUAISQUER SUSPEITAS.
Deveria ser contratado para participar do “NA FORMA DA LEI”…
É um excelente ator na vida real, não terá grandes dificuldades para estrelar papel de corrupto travestido de rigoroso defensor da moralidade policial.
A verdade nua e crua não é gostosa: É OBSCENA.
________________________________________
Dr. Guerra, só uma frase para o senhor:
VOCÊ NÃO PASSA DE UM BABACA!!!
fico envergonhado de pertencer a mesma instituição q o senhor.
sem mais.
—————–
Caro Rosan, não tenha vergonha, pois eu não pertenço a nenhuma instituição. Aliás, eu nem sei qual o significado de “Instituição” . Deve ser um conceito babaca feito para babacas como você.
TENDÊNCIAS/DEBATES
Internet, liberdade e responsabilidade
CLAUDIA LEITTE
Precisamos de uma legislação célere como a própria internet, capaz de responsabilizar e punir com o rigor da Justiça os que dela fazem mau uso
Passo o ano inteiro viajando e, por meio da internet, consigo me manter atualizada e ter domínio da minha vida, ainda que eu esteja distante. Acesso as câmeras de segurança da minha casa em Salvador pelo notebook, leio livros, jornais e faço pesquisas.
Até onde fama seja sinônimo de reputação, conceito, renome, celebridade, sou uma mulher famosa, mas também sou esposa e mãe, e a internet me ajuda nessa conciliação. É admissível que “preconceituem” minha carreira, muito embora não faça mistério algum em torno da minha vida pessoal, pois sou uma pessoa pública.
Acho graça da criatividade alheia quando afirmam que eu fiz abdominoplastia minutos depois de uma cesárea e por ouvir alguém dizer que pensou que eu havia tomado morfina para aguentar cantar no Carnaval 29 dias depois de dar à luz Davi.
E tudo isso se propaga pela internet como se verdade fosse, sem critérios, sem me darem ouvidos. Eu entendo que é mais difícil aceitar que eu lutei com o corpo e com a mente para estar lá em cima porque tenho amor ao que faço e respeito pelos que precisam do meu trabalho. Mas é justo querer fazer de uma ilação uma verdade?
Conceituar sobre teses sem qualquer fundamento, expondo a vida alheia a tamanho escárnio?
Quantos crimes contra a honra, a história, a família ou a memória, de anônimos ou não, são cometidos todos os dias na internet?
Quantos se valem de uma rede tão valiosa para nossos dias para arquitetar o mal e por meio dela disseminar todo tipo de leviandade, abrigados no perigoso manto da impunidade?
Se o que aconteceu comigo mereceu alguma repercussão por eu ser uma figura pública, quantos anônimos e menos afortunados passam pelo mesmo drama sem ter a quem recorrer? Ou encontram caminhos tão tortuosos a percorrer que desistem pelo meio, deixando mais um crime impune?
Presumo que esse conceito antecipado sobre o “fantástico mundo da fama”, associado à ociosidade e ao desrespeito, tenha levado alguém a colocar fotografias minhas num site que financia descaradamente o tráfico de mulheres.
Alguém que não acha que sou gente, que não se lembra que, apesar da suas liberdades de expressão e de escolha, sou filha, esposa e mãe de alguém.
Leis existem, ao menos no papel, mas precisamos de uma legislação célere como a própria internet, capaz de responsabilizar e punir com o rigor da Justiça aqueles que dela fazem mau uso.
E por ser mãe e também cidadã, eu desejo que no mundo virtual existam filtros o mais rápido possível. Enquanto isso não acontece, vou educar meu filho ensinando-lhe que “somos todos iguais, braços dados ou não” e que isso se estende à internet, essa terra de cegos, sem nomes ou imagens.
Também vou aconselhá-lo a ler Saramago: “Dói-me o mundo, não me conformo com o que os homens fazem aos homens”.
CLAUDIA CRISTINA LEITE INÁCIO PEDREIRA, ou Claudia Leitte, 30, é cantora.
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Respeitando-se a condição da pessoa humana, mulher, filha, mãe e esposa, posso dizer o seguinte:
Dnª Claudia, a Srª deveria envergonhar-se de subscrever um texto vagabundo elaborado a várias bundas; alguma de advogado, inclusive. Dissimuladamente defendendo a criação de instrumento de censura , policiamento e repressão da liberdade de manifestação e expressão.
Motivo: a Internet não lhe aproveita financeiramente; tampouco aos dependentes do “seu trabalho”.
De lembrar: o Casseta e Planeta a ridiculariza semanalmente; certamente muito lhe incomoda, mas é melhor não mexer com eles e com a Rede Globo, né ? No mínimo, se não for banida do plim-plim, o jaba quadruplicará.
A Internet disponibiliza sua imagem e arte para centenas de milhares de brasileiros que lhe apreciam “gratuitamente”. Certo?
Então veja pelo lado bom, lá a senhora, não ganha, mas também não paga nada para ser vista e ouvida.
Com efeito, “perigoso manto da impunidade” é juridiquês de bacharel em Direito que, muito mais do que a lei e livros, venera sim “um instrumento que sempre dá a mesma nota: Ra-tá-tá-tá“…
Ora, abrigada pelo mundo da impunidade vive Vossa Senhoria que – nem sequer demonstrando um mínimo de autocensura artística, posto disseminar um lixo musical nauseanbundo – gralha , balançando a bunda e os peitos, adornos que apenas potencializam a sua mediocridade.
A Srª não passa de uma “streepe” de bunda grande e com banda de apoio barulhenta.
O seu babado é velho; com certeza não é de Salvador…
É de São Gonçalo ( sua terra natal ).
E as loiras não são; nunca foram burras…
Burras são as falsificadas ( oxigenadas ).
Violência recua em SP no 2º trimestre
Casos de homicídios intencionais e de latrocínios (roubo seguido de morte) caíram 10 e 22%, respectivamente
Dados serão divulgados até o dia 31 de julho; governo deve atribuir queda à melhora na atividade econômica
DE SÃO PAULO
Após dois trimestres seguidos de alta no número de homicídios em São Paulo, a criminalidade caiu no Estado no segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2009.
Segundo a Folha apurou, dois dos crimes que mais assustam a população, o homicídio doloso (intencional) e o latrocínio (roubo seguido de morte), tiveram queda de 10% e 22%, respectivamente.
Também caíram furto, roubo, furto e roubo de veículos, roubo de carga e a bancos. Ações policiais envolvendo suspeitos de tráfico de drogas cresceram 11%.
Os dados completos, que ainda incluem sequestro e tentativa de homicídio, serão divulgados pelo governo paulista até o dia 31.
Tanto nos homicídios dolosos quanto nos latrocínios, as reduções se referem ao total de casos, não ao total de vítimas. Existem homicídios e latrocínios nos quais duas ou mais vítimas morrem.
Na cidade de São Paulo, a queda nos homicídios dolosos, ainda segundo a Folha apurou, foi ainda maior que no Estado: 12,6%.
No total, a capital paulista registrou 284 casos de homicídio nos meses de abril, maio e junho deste ano. Já em todo o Estado, foram 1.054 no mesmo período.
Mas, se comparados os primeiros semestres de 2009 e de 2010, houve aumento de 5% nos homicídios na capital e queda de 2% no Estado.
Apesar da queda, os números ainda impressionam.
Para a OMS (Organização Mundial da Saúde), a taxa de homicídio é “epidêmica” quando supera dez assassinatos por 100 mil habitantes. A avaliação dos últimos 12 meses no Estado aponta taxa de 10,71, para uma população de 42.173.043 habitantes, segundo a Fundação Seade.
As estatísticas no 2º trimestre deste ano serão as últimas a serem divulgadas pelo Estado antes das eleições de outubro -o ex-governador José Serra (PSDB) é candidato a presidente.
A Folha apurou que o governo deverá atribuir a queda à alta do emprego e da atividade econômica no país.
CHACINAS AUMENTARAM
Na contramão da tendência de queda da violência, conforme revelou a Folha dia no 23, estão as chacinas (atentado em que três ou mais pessoas são mortas).
Em 2009, 51 pessoas foram mortas em 16 chacinas no Estado. Neste ano, ao menos até a noite de ontem, são 53 vítimas em 13 chacinas, de acordo com levantamento feito pela reportagem.
Previdência regulamenta aposentadoria de servidor
Edna Simão, Felipe Recondo / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo
Forçado por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), o governo federal vai conceder aposentadoria especial aos servidores públicos que trabalhem em funções de risco de saúde e de integridade física. Ontem o Ministério da Previdência Social publicou no Diário Oficial da União a Instrução Normativa n.º 1, que prevê a concessão do benefício especial para os servidores públicos da União, Estados, Municípios e Distrito Federal.
Essas regras valem para servidores que conseguiram no STF o chamado mandado de injunção, usado para garantir um direito negado por omissão do poder público, nesse caso por falta de regulamentação da Constituição. A regra de concessão de aposentadorias especiais aos servidores vai vigorar até que o Projeto de Lei Complementar n.º 555/2010, do Executivo, seja aprovado pelo Congresso.
A Instrução Normativa do Ministério da Previdência estende ao servidor público um benefício que já é concedido aos trabalhadores das empresas privadas, que recebem pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em 2005, a Emenda Constitucional n.º 47 alterou o parágrafo 4.º do artigo 40 da Constituição e passou a prever a aposentadoria especial também aos servidores. O problema é que a falta de regulamentação levou o STF a ser bombardeado com mandados de injunção. Segundo alguns ministros do STF, esses processos passaram a representar uma das maiores demandas ao tribunal. Já asseguraram o direito servidores da saúde, delegados e investigadores da Polícia Civil, funcionários do Ministério da Agricultura e oficiais de justiça, entre outros.
SECRETARIA DE POLÍTICAS
DE PREVIDÊNCIA SOCIAL
INSTRUÇÃO NORMATIVA N
o- 1, DE 22 DE JULHO DE 2010Estabelece instruções para o reconhecimento
do tempo de serviço público exercido
sob condições especiais que prejudiquem a
saúde ou a integridade física pelos regimes
próprios de previdência social para fins de
concessão de aposentadoria especial aos
servidores públicos amparados por Mandado
de Injunção.
O SECRETÁRIO DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL,
no uso das atribuições que lhe conferem o art. 7º, IV, X e XV
do Anexo I do Decreto nº 7.078, de 26 de janeiro de 2010 e o art. 1º,
IV, X e XVII do Anexo IV da Portaria MPS nº 173, de 02 de junho
de 2008, resolve:
Art. 1o O tempo de serviço público exercido sob condições
especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física será reconhecido
pelos regimes próprios de previdência social da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios, nos termos desta Instrução
Normativa, nos casos em que o servidor público esteja amparado por
ordem concedida, em Mandado de Injunção, pelo Supremo Tribunal
Federal.
Art. 2o A caracterização e a comprovação do tempo de
atividade sob condições especiais obedecerão ao disposto na legislação
em vigor na época do exercício das atribuições do servidor
público.
§ 1º O reconhecimento de tempo de serviço público exercido
sob condições especiais prejudiciais à saúde ou à integridade física
pelos regimes próprios dependerá de comprovação do exercício de
atribuições do cargo público de modo permanente, não ocasional nem
intermitente, nessas condições.
§ 2º Não será admitida a comprovação de tempo de serviço
público sob condições especiais por meio de prova exclusivamente
testemunhal ou com base no mero recebimento de adicional de insalubridade
ou equivalente.
Art. 3o Até 28 de abril de 1995, data anterior à vigência da
Lei no 9.032, o enquadramento de atividade especial admitirá os
seguintes critérios:
I – por cargo público cujas atribuições sejam análogas às
atividades profissionais das categorias presumidamente sujeitas a condições
especiais, consoante as ocupações/grupos profissionais agrupados
sob o código 2.0.0 do Quadro anexo ao Decreto no 53.831, de
25 de março de 1964, e sob o código 2.0.0 do Anexo II do Regulamento
dos Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo Decreto
no 83.080, de 24 de janeiro de 1979; ou
II – por exposição a agentes nocivos no exercício de atribuições
do cargo público, em condições análogas às que permitem
enquadrar as atividades profissionais como perigosas, insalubres ou
penosas, conforme a classificação em função da exposição aos referidos
agentes, agrupados sob o código 1.0.0 do Quadro anexo ao
Decreto no 53.831, de 1964 e sob o código 1.0.0 do Anexo I do
Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo
Decreto no 83.080, de 1979.
Art. 4o De 29 de abril de 1995 até 5 de março de 1997, o
enquadramento de atividade especial somente admitirá o critério inscrito
no inciso II do art. 3o desta Instrução Normativa.
Art. 5o De 6 de março de 1997 até 6 de maio de 1999, o
enquadramento de atividade especial observará a relação dos agentes
nocivos prejudiciais à saúde ou à integridade física que consta do
aprovado pelo Decreto no 2.172, de 5 de março de 1997.
Art. 6o A partir de 7 de maio de 1999, o enquadramento de
atividade especial observará a relação dos agentes nocivos prejudiciais
à saúde ou à integridade física que consta do Anexo IV do
Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto no 3.048,
de 6 de maio de 1999.
Art. 7º O procedimento de reconhecimento de tempo de
atividade especial pelo órgão competente da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, incluídas as suas autarquias e
fundações, deverá ser instruído com os seguintes documentos:
I – formulário de informações sobre atividades exercidas em
condições especiais;
II – Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho –
LTCAT, observado o disposto no art. 9o, ou os documentos aceitos
em substituição àquele, consoante o art.10;
III – parecer da perícia médica, em relação ao enquadramento
por exposição a agentes nocivos, na forma do art.11.
Art. 8o O formulário de informações sobre atividades exercidas
em condições especiais de que trata o inciso I do art. 7º é o
modelo de documento instituído para o regime geral de previdência
social, segundo seu período de vigência, sob as siglas SB-40, DISESBE
5235, DSS-8030 ou DIRBEN 8030, que serão aceitos, quando
emitidos até 31 de dezembro de 2003, e o Perfil Profissiográfico
Previdenciário – PPP, que é o formulário exigido a partir de 1o de
janeiro de 2004.
Parágrafo único. O formulário será emitido pelo órgão ou
entidade responsável pelos assentamentos funcionais do servidor público
no correspondente período de exercício das atribuições do cargo.
Art. 9o O LTCAT será expedido por médico do trabalho ou
engenheiro de segurança do trabalho que integre, de preferência, o
quadro funcional da Administração Pública responsável pelo levantamento
ambiental, podendo esse encargo ser atribuído a terceiro que
comprove o mesmo requisito de habilitação técnica.
§ 1o O enquadramento de atividade especial por exposição
ao agente físico ruído, em qualquer época da prestação do labor,
exige laudo técnico pericial.
§ 2o Em relação aos demais agentes nocivos, o laudo técnico
pericial será obrigatório para os períodos laborados a partir de 14 de
outubro de 1996, data de publicação da Medida Provisória no 1.523,
posteriormente convertida na Lei no 9.528, de 10 de dezembro de
1997.
§ 3o É admitido o laudo técnico emitido em data anterior ou
posterior ao exercício da atividade do servidor, se não houve alteração
no ambiente de trabalho ou em sua organização, desde que haja
ratificação, nesse sentido, pelo responsável técnico a que se refere o
caput.
§ 4º Não serão aceitos:
I – laudo relativo a atividade diversa, salvo quando efetuada
no mesmo órgão público;
II – laudo relativo a órgão público ou equipamento diversos,
ainda que as funções sejam similares;
III – laudo realizado em localidade diversa daquela em que
houve o exercício da atividade;
Art. 10. Poderão ser aceitos em substituição ao LTCAT, ou
ainda de forma complementar a este, os seguintes documentos:
I – laudos técnico-periciais emitidos por determinação da
Justiça do Trabalho, em ações trabalhistas, acordos ou dissídios coletivos;
II – laudos emitidos pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo
de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro);
III – laudos emitidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego
– MTE, ou, ainda, pelas Delegacias Regionais do Trabalho – DRT;
IV – laudos individuais acompanhados de:
a) autorização escrita do órgão administrativo competente, se
o levantamento ambiental ficar a cargo de responsável técnico não
integrante do quadro funcional da respectiva Administração;
b) cópia do documento de habilitação profissional do engenheiro
de segurança do trabalho ou médico do trabalho, indicando
sua especialidade;
c) nome e identificação do servidor da Administração responsável
pelo acompanhamento do levantamento ambiental, quando a
emissão do laudo ficar a cargo de profissional não pertencente ao
quadro efetivo dos funcionários;
d) data e local da realização da perícia.
V – demonstrações ambientais constantes dos seguintes documentos:
a) Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA;
b) Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR;
c) Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção – PCMAT;
d) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional –
PCMSO.
Art. 11. A análise para a caracterização e o enquadramento
do exercício de atribuições com efetiva exposição a agentes nocivos
prejudiciais à saúde ou à integridade física será de responsabilidade
de Perito Médico que integre, de preferência, o quadro funcional da
Administração Pública do ente concessor, mediante a adoção dos
seguintes procedimentos:
I – análise do formulário e laudo técnico ou demais demonstrações
ambientais referidas no inciso V do art.10;
II – a seu critério, inspeção de ambientes de trabalho com
vistas à rerratificação das informações contidas nas demonstrações
ambientais;
III – emissão de parecer médico-pericial conclusivo, descrevendo
o enquadramento por agente nocivo, indicando a codificação
contida na legislação específica e o correspondente período de
atividade.
Art. 12. Considera-se especial a atividade exercida com exposição
a ruído quando a exposição ao ruído tiver sido superior a :
I – 80 decibéis (dB), até 5 de março de 1997;
II – 90 dB, a partir de 6 março de 1997 até 18 de novembro
de 2003; e
III – 85 dB, a partir de 19 de novembro de 2003.
Parágrafo único. O enquadramento a que se refere o inciso
III, será efetuado quando o Nível de Exposição Normalizado – NEN
se situar acima de oitenta e cinco decibéis ou for ultrapassada a dose
unitária, observados:
a) os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da
NR-15 do MTE;
b) as metodologias e os procedimentos definidos na Norma
de Higiene Ocupacional – NHO-01 da Fundacentro.
Art. 13. Consideram-se tempo de serviço sob condições especiais,
para os fins desta Instrução Normativa, desde que o servidor
estivesse exercendo atividade considerada especial ao tempo das seguintes
ocorrências:
I – períodos de descanso determinados pela legislação do
regime estatutário respectivo, inclusive férias;
II – licença/afastamento por motivo de acidente, doença profissional
ou doença do trabalho;
III – aposentadoria por invalidez acidentária;
IV – licença gestante, adotante e paternidade;
V – ausência por motivo de doação de sangue, alistamento
como eleitor, participação em júri, casamento e falecimento de pessoa
da família;
Art. 14. No cálculo e no reajustamento dos proventos de
aposentadoria especial aplica-se o disposto nos §§ 2º, 3º, 8º e 17, do
art. 40, da Constituição Federal.
Art. 15. O responsável por informações falsas, no todo ou
em parte, inserida nos documentos a que se referem os arts. 7º e 8º,
responderá pela prática dos crimes previstos nos artigos 297 e 299 do
Código Penal.
Art. 16. Aplicam-se as disposições da Instrução Normativa
INSS/PRES no 20, de 11 de outubro de 2007, para o reconhecimento
do tempo de serviço exercido sob condições especiais que prejudiquem
a saúde ou a integridade física e concessão da respectiva
aposentadoria, nos casos omissos desta Instrução Normativa, no que
couber, até que por outra forma se disciplinem as regras previstas no
inciso III, do § 4º, do art. 40 da Constituição federal.
Art. 17. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de
sua publicação.
FERNANDO RODRIGUES SILVA
27.jul.2010 Redação
Investigador morre em treinamento na Academia
Foto: Arquivo
FORMAÇÃO Os treinamentos são realizados na Academia da Polícia Civil, no Parque das Varinhas
O investigador Nildo Roberto Araujo Rollo, de 43 anos, morreu por volta das 14 horas do último sábado, de ataque cardíaco, durante um treinamento no campus II da Academia de Polícia Civil de São Paulo (Acadepol), “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, localizado na Estrada do Chinês, km 2, no Parque das Varinhas, Jundiapeba, em Mogi das Cruzes.
Segundo testemunhas que também teriam participado do treinamento, a morte ocorreu por falta de atendimento, porque não havia ambulância ou desfibrilador disponível para atendimento no local.
Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) informou que Rollo passava por um curso de capacitação para manuseio de armamento no local, quando teve um mau súbito e desmaiou. “No mesmo momento, ele recebeu socorro por alunos que eram médicos da própria academia, porém não conseguiram reanimá-lo. O helicópeto Pelicano o levou ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, porém o policial não resistiu”, descreve. O policial civil era casado com a delegada-assistente do Departamento de Polícia Judiciária da Grande São Paulo (Demacro), Flávia Rollo, responsável pela prisão do ex-jogador de futebol Janken Evangelista, acusado de assassinar a mulher a facadas em 2009. O casal tem um filho de 4 anos.
Rollo atuava na Unidade de Inteligência Policial (UIP) do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que investiga crimes contra saúde pública e desvios de verba do estado, dentre outros.
O enterro do investigador ocorreu na tarde do último domingo no cemitério de Iguape, cidade a 200 km da Capital.
Segundo especialistas de segurança, o procedimento padrão para treinamentos envolvendo policiais, quando há uso de armamento, explosivos ou gás, é sempre ter uma ambulância no local, o que não teria ocorrido no último sábado. Testemunhas que realizam o treinamento junto com a vítima contaram que ele desmaiou e, de imediato, recebeu os primeiro socorros por médicos e alunos da própria academia. Contudo, eles não conseguiram reanimá-lo.
O campus II da Academia da Polícia Civil foi inaugurado em agosto de 2009 no Parque das Varinhas, no Distrito de Jundiapeba. A área é resultado do investimento de R$ 4,7 milhões da Secretaria de Estado da Segurança Pública. No local, são realizados todos os treinamentos práticos para os policiais civis – em formação ou em fase de reciclagem -, num total de 97 cursos complementares, como de tiros e de direção defensiva, para o qual será construída uma pista específica.
Caro Dr. Guerra, quanto a informação sobre o prostíbulo denominado Fazendinha, estabelecido no município de Monte Mor, este é conhecido nacional e internacionalmente, segundo fontes bem frequentado, além de empresários, jogadores de futebol, tem suites especiais para Juízes e Promotores, mas, em Hortolandia, uma casa bem menos glamurosa está se tornando tradicional, apesar da mudança de nome na fachada a famigerada “Boate Curvinha” hoje “Café…” permanece afrontando os defensores dos bons costumes e, para alguns letrados, até o Código Penal, naquela casa vários crimes já ocorreram, inclusive contra policiais, qdo. um escrivão de polícia ali foi vítima de homicídio, mas, estranhamente, as Autoridades não interpretam os arts. 227 a 229 do CP com o mesmo rigor que aplicam na persecução de outros crimes. Assim as moçoilas seguem obtendo o seu suado ganha pão, mas o rufião, digo, patrão está muito bem, obrigado.
26 de julho de 2010 | 21h 03
Demitido há mais de um mês do cargo de secretário nacional de Justiça, por suspeita de envolvimento com o contrabandista chinês Li Kwok Kwen, o Paulo Li, o delegado Romeu Tuma Júnior, da Polícia Civil de São Paulo, recebeu uma ajuda de R$ 11,2 mil para levar a mudança de volta para a casa.
O depósito caiu na conta do ex-secretário em 16 de julho, conforme documento de ordem bancária que acaba de ser lançado no Sistema de Administração Financeira da União (Siafi). Prevista na lei 8.112/90 (Estatuto do Servidor Público), a ajuda é concedida a servidores convidados pelo governo, a cada eleição, para ocupar cargos comissionados fora do seu Estado de origem, a maioria em Brasília.
O auxílio é para compensar despesas com mudança de domicílio, incluindo passagens e o transporte da mobília. O mesmo benefício é concedido quando o servidor é demitido. Mas, se ele pedir exoneração, não tem direito. Pago também a militares transferidos de um Estado a outro, o benefício tem sido alvo de denúncias e sindicâncias sobre irregularidades na sua concessão.
O Ministério esclareceu hoje, por meio da assessoria de imprensa, que o benefício é um direito previsto em lei e vale para todos. Mas lembra que há condicionantes e Tuma pode ter de restituir o dinheiro se não atender às exigências. Uma delas é a de se apresentar à repartição de origem em 30 dias. Ele não abriu mão também de R$ 2,8 mil de auxílio moradia a que servidores têm direito nos 30 dias posteriores ao afastamento.
A descoberta dos pagamentos a Tuma foi feita pela ONG Contas Abertas, ao analisar o aumento recorde das despesas da União com ajuda a servidores nos últimos anos. Em 2009, os gastos somaram R$ 56,3 milhões, mais de 25% acima dos R$ 43,2 milhões pagos no ano anterior. Este ano, já foram desembolsados mais de R$ 31 milhões.
Histórico
Alvo de uma série de reportagens publicadas no jornal O Estado de S.Paulo sobre suas relações com Paulo Li, o ex-secretário responde à acusações por improbidade administrativa, tráfico de influência e formação de quadrilha, junto à Comissão de Ética da Presidência da República e à Polícia Federal.
Assessores do governo insistiram para que Tuma Júnior pedisse demissão, mas ele resistiu, porque considerava que o gesto significaria confissão de culpa. Ele acabou sendo demitido pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, em 14 de junho.
Em três transportadoras ouvidas pelo jornal, o valor de uma mudança de Brasília a São Paulo, para uma família de classe média, varia de R$ 4,5 mil a R$ 5,8 mil em caminhão médio, e de R$ 6 mil a R$ 6,4 mil se a bagagem exigir um caminhão grande. O preço inclui desmontagem dos móveis, embalagem de toda a carga – inclusive vidros e produtos frágeis – e remontagem de cada peça no destino.
Ah, o frescor noturno nada tem com a propalada frescura Campineira!
Aliás, apesar de o Quércia ser de Campinas, posso afirmar que aqui na Baixada há muito mais frescos…
Vejam que gozado:
– Como sou muito respeitador, fiel e recatado, demorei 3 anos para perceber o grande número de harmoniosas moças que , como eu, residem na praia, mas prestam serviços no campo…
Verdadeiramente, Hortolândia, embora sediando extraordinário parque industrial, ainda mantém muitas das peculiaridades campestres: grandes planícies que outrora formavam imensas fazendas.
Mas as tais moças trabalham em local ainda mais campesino; até no nome:
Fazendinha!
É certo que achava estranho, rotineiramente, ver jovens de 20 a 40 anos, portando dois ou três celulares ( como certos policiais ). E de modo quase ritual, no interior do Cometa, trocarem suas lindas botinhas cano extra longo, por sandálias ou tênis.
Depois de muito refletir deduzi: as botinhas são equipamento de trabalho…
Muitas cobras, ora!
Por conclusão, a necessidade de buscarem tão cansativo e perigoso trabalho naquelas plagas campineiras seria sintoma da migração dos veados do campo para a praia?
Veados descem competindo por alimento; as vacas sobem desacompanhadas dos respectivos bois.
Vixit, dia 13 último, completei 3 anos seguindo as bichas do Cometa!
24 de julho de 2010 | 16h 00

Jane e Telma. Detalhes ajudam a desvendar diversos casos de homicídio. Foto: Felipe Rau/AE
Ninguém imagina por onde já andaram a delegada, a perita e a fotógrafa da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. Ao lado de uma especializada e competente equipe, já desvendaram os mais escabrosos crimes. São mulheres com mais de uma década de experiência de trabalho na área criminal, e com envolvimento em situações duras e desafiadoras.
Perder o sono durante uma investigação não é novidade. Contam que lhes causa repulsa, por exemplo, ter de encarar um homem que se diz pai e estupra a filha de 2 anos. Por vezes, saem de si. “Dá vontade de matar. Fico abalada em ter de olhar para o autor, bem ali na minha frente”, desabafa a perita Jane Pacheco, chefe do setor de perícia da DHPP.
Batalhadoras e corajosas, lutaram contra o pré-conceito para chegarem onde estão. “Era eu e a Elisabete Sato entre 60 homens”, recorda-se Jane, referindo-se à delegada de polícia divisionária de homicídio da DHPP. Jane Pacheco é uma pianista que se formou em Biologia e Direito, e estudou sapateado. É casada há 25 anos com um coronel da PM, e mãe de um advogado de 23 e de uma farmacêutica de 21 anos.
Quem a vê tão bela, de unhas e lábios pintados, cabelo bem escovado e carregando um celular enfeitado com cristais, não imagina que foi a primeira perita criminal, profissão que a obriga a sair em busca de provas que apontem o autor de um homicídio. Apesar disso, não gosta de armas de fogo nem mexe em animal morto, pois sente pena. E sente aflição com agulhas. “Sou louca para aplicar botox, mas só se for com anestesia geral”, brinca.
Aos 21 anos, prestou concurso e, aos 22, já estava na rua. Como é filha única de um delegado renomado, diz que as pessoas pensavam que ela só queria se encostar. Olhava e pensava consigo: “coitados, não sabem quem eu sou.” Foram anos de batalha até chegar à chefia do setor de perícia da DHPP. Quando começou na profissão, não havia mulheres fazendo esse trabalho na rua.
Diz que aprendeu com a experiência do dia a dia, pois não encontrou informação em livro nenhum. Adquiriu a fama de “zica”, pois os crimes de repercussão acontecem sempre no seu plantão, mas, para ela, isso é sorte. Enfrentou desde o caso da morte do governador do Acre, Edmundo Pinto, em 1992, até o recente assassinato da advogada Mércia. Ainda, a morte do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, e dos garotos da Praia Grande; a queda do avião da Transbrasil; o crime de Suzane Von Richthofen.
Na entrada da sua sala, uma placa passa o recado: “no stress!”. Mas muito criminoso já cruzou aquela porta para ser interrogado por ela. Também é lá dentro que reúne sua equipe para desvendar os crimes. “O perito monta o quebra-cabeça. E quando uma peça não se encaixa, o acusado que achar que consegue blefar vai ter de provar a verdade. Na reconstituição é difícil mentir”, explica.
A perícia é a prova técnica. Mesmo quando o criminoso é confesso, é necessário fazê-la, para que não haja mal entendido durante um futuro interrogatório ou diante do juiz. O difícil é não se envolver emocionalmente. “Respiro fundo e faço”, diz. Apesar de tudo, Jane nunca pensou em desistir. “Sou muito realizada. Não poderia ter feito outra coisa na vida.”
Olhos de lince. Ela nasceu para ser policial. É daquelas que tem faro e paixão pelo que faz. Herdou do pai a vocação para a fotografia, sonha em ocupar a cadeira de delegada, mas se diz realizada com o trabalho que exerce hoje. A fotógrafa Telma Rocha formou-se em Magistério, mas justamente no dia da colação de grau, quando pegou o diploma, viu seu nome na primeira linha da lista de aprovados do concurso para fotógrafos da polícia. Deu adeus aos ex-futuros-alunos e entrou para o grupo de perícia da DHPP. Fez o curso preparatório da Academia de Polícia e, mais tarde, matriculou-se no curso de Direito.
Poderia ter sido fotógrafa de trânsito (acidentes), de patrimônio (roubos), de laboratório (peças que serão examinadas) ou de vistorias, mas escolheu o crime contra a pessoa. “Gosto de olhar na cara do suspeito, participar do interrogatório, tentar descobrir o autor, fazer diligência, abordagem e, principalmente, dirigir a viatura”, descreve. “Sou fotógrafa, dou palpite, e sou polícia.”
Com as fotos, pode montar a cena e a história do crime, para que o juiz seja “transportado” para o local do homicídio. As imagens também são importantes para o trabalho do desenhista, que geralmente monta um storyboard baseado no laudo técnico. Mas quando tem as fotos em mãos, não fica nenhuma peça fora do lugar. “É uma prova a mais”, resume.
Telma é a primeira a entrar na cena do crime e a última a sair. Fotografa todos os acessos, fechaduras, arrombamentos. Foi dela a foto que incriminou o “maníaco do parque”, a qual mostrava uma mordida no corpo de uma das vítimas. A partir disso, o acusado foi levado a uma perita dentária, que fez o molde de sua boca e traçou a arcada dentária daquela mordida. Até então, ele negava qualquer participação nos crimes.

Elisabete. Delegada não mede esforços quando se prepara para impor a lei. Foto: Felipe Rau/AE
Delegada tintureira. Quando era vivo, o pai da delegada de polícia divisionária de homicídio, Elisabete Sato, tinha uma lavanderia. Certa vez, ela, filha única que sempre o ajudava com as entregas, saiu para atender uma cliente. Quando a dona da casa abriu a porta, levou um susto: “Você não é a delegada que apareceu ontem no Fantástico?”, indagou. Sim, um dia após mostrar seu rosto em rede nacional, lá estava ela de volta à rotina de filha dedicada. Hoje, só guarda as lembranças. Desde que os pais faleceram, vai ao cemitério todo domingo para levar flores.
“O que sou hoje devo a Maria Cândida Sato, que saiu da miséria de Alfenas, em Minas Gerais, para trabalhar em casa de família, onde só podia comer resto de comida”, conta, enquanto as lágrimas correm pelo seu rosto alvo.
Elisabete é formada em Biologia e ingressou na Polícia Civil do Estado de São Paulo em 1976. Foi escriturária, investigadora e se apaixonou por investigação de homicídios. Voltou à faculdade para cursar Direito, pois queria ser delegada. “Foi um sacrifício, chegava em casa meia-noite e meia, e antes das sete horas, já estava de pé”, lembra. Em 1989, tornou-se delegada de carreira.
Para resumir seu extenso currículo, foi delegada da primeira Delegacia de Defesa da Mulher. Na DHPP, foi titular da delegacia de lesões corporais e tentativa de homicídio, chefiou o grupo especial de investigações sobre crimes contra a criança e adolescente, e foi delegada divisionária de proteção à pessoa. Depois foi convidada para trabalhar no Denarc, quando quatro delegados mal haviam esquentado a cadeira. Até que o secretário de segurança chegou à conclusão de que uma mulher poderia dar certo.
Hoje, como delegada divisionária, chefia cinco delegacias especializadas em homicídios, latrocínios e lesões corporais dolosas. Os colegas de trabalho contam que já viram muitos parentes de vítimas se consolarem no ombro de Elisabete. E ela corresponde.
É justamente o fato de não conseguir ficar insensível a um crime o que a impulsiona a descobrir seu autor.
Esse discurso sobre a “Importância da Defensoria Pública” como função essencial à justiça, e como consequência óbvia defende a melhoria salarial de seus profissionais é tão corporativista quanto os discursos de melhoria salarial das polícias ou quanto à importância do Ministério Público – e por isso seus altos salários – para o implemento dos direitos difusos, coletivos estritos, jus puniendi e outras baboseiras mais.
Nada se resolverá com uma defensoria forte – a não ser o padrão de vida de seus integrantes.
A Amazônia não ficou menos desmatada com os 20 anos de hegemonia, independência funcional e altos salários dos promotores e procuradores.
A Polícia Federal, mesmo com o bom padrão remuneratório de seus integrantes, não conseguiu e não conseguirá diminuir o tráfico internacional de drogas, de pessoas, de contrabando que reina nas fronteiras.
Todos esses discursos – essencialmente egoísticos, diga-se de passagem – tem a única função de promover as instituições jurídicas e policiais e seus integrantes.
É claro que todas essas instituições são importantes quando consideradas em cotejo, mas sem estrelismo de quaisquer delas.
Pra quê serve um promotor rico que baseará sua acusação em um inquérito mal feito por um delegado pobre e corrupto que já traçou todo o caminho de uma acusação possível beneficiando a quem lhe pagou?
Pra que serve um delegado rico se a informação de um flagrante, por exemplo, vem toda contaminada por policiais militares corruptos e violentos que intrujaram a droga no desafeto de um traficante amigo que lhes pagou.
Pra que defensor público com bons salários se uma grande parte de seus clientes provém de uma casta de miseráveis que dão graças a Deus em ingressar no sistema prisional para ter ao menos um auxílio reclusão e alimentação gratuita? E a outra parte da bandidagem não precisa de seus serviços pois fazem parte de organizações criminosas que vão dar apoio jurídico ao bandido até melhor do que o seria prestado pela Defensoria Pública bem remunerada?
Outro dia eu estava no plantão noturno quando a PM me trouxe ocorrência de máquinas caça-niqueis – dezenas de máquinas – e o meu tira, que conhecia o advogado dos contraventores me disse que se eu ouvisse somente duas pessoas já orientadas que estavam jogando e fizesse apenas um B.O. me pagaria um “café” – gíria policial para propina. O advogado, bem relacionado com a cúpula da polícia, no MP e do Judiciário, inclusive formado por uma renomada faculdade de direito havia me confidenciado que a ocorrência apenas me foi trazida pela PM porque o contraventor bam-bam-bam havia se “esquecido” de pagar para a PM.
Ouvi a todos em TC – aproximadamente 30 pessoas que jogavam – apreendi as máquinas, cuja “sangria” foi apreendida, em torno de 5000 reais, ouvi o contraventor laranja – porque nunca iriam me apresentar o verdadeiro!
A pesar de ter feito meu trabalho da forma mais invejável possível, de não ter me submetido ao desaforado “café” do nobre advogado, senti que absolutamente nada do que fiz tem real importância diante das possibilidades dessa gente se “safar” em outras instâncias, porque, infelizmente, e sem qualquer exagero, pelo menos metade da população brasileira sobrevive graças ao crime organizado e à corrupção. Qual a solução?
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Mui estimado Doutor Phermentum Purulentus, Vossa Excelência foi sublime…
Os acima referidos órgãos prestadores de serviços públicos contaram e contam, como porta vozes dessa retórica benemerente aos párias “brasilis”, “MISSIONÁRIOS” em total entrega aos interesses coletivos, máxime dos excluídos.
Os miseráveis do mundo são merecedores de Oficiais Militares, Defensores Públicos, Promotores Públicos e Magistrados, grandes autoridades nesta terra postas, regiamente subsidiadas para celestial júbilo, POIS PARA TAIS SANTIFICADOS – COMO PRESENTANTES DA DIVINDADE – OS MELHORES E MAIS RICOS ADORNOS, AROMAS E SEDAS; TAMBÉM OS MAIS RICOS PALÁCIOS, MANÁ, INIGUALÁVEIS VINHOS E AROMAS…
AS MAIS HARMONICAS E FACEIRAS PARCERIAS, INCLUSIVE.
A gosto!
De todas as terras, de todas as cores; de todos os sabores…
Deram-se ao mundo tal como nós, benedictus fundadores e construtores da SANTA MADRE IGREJA SATÂNICA TROPICALIENTE.
Certamente, nós, os seguidores de Satã, nada fazemos, só, por amor ao próximo.
DE VER SE QUE TODO O NOSSO AMOR AO PRÓXIMO – E AMOR COM AS NOSSAS MAIS PRÓXIMAS – DEPENDENTE É DA MAIOR GLÓRIA E EXPANSIONISMO DA NOSSA SANTA IGREJA SATÂNICA…
Da qual – humildemente – fomos auto-aclamamos , durante um soprar do divino espirito, “REI DE TODOS OS PROFETAS”.
Phermentum Pustulentos Purulentus , tu serás, de agora em diante, denominado irmão AAZARAÇÃO. Que nossos irmãos israelitas não se ofendam por soar algo como Aarão. Há diferenças; breves semelhnaças, idem. Por tal Aazaração, um irmão de Moshe azarado.
O Aazaração cuidará de todos os demais sacerdotes; de tudo darei a ti e a sua descendência. A décima parte meu irmão…
A décima parte das minhas terras; a décima parte dos meus tesouros…
Mas lembre-se: NÃO COMANDARÁS MEUS ARMADOS GUERREIROS…
Sob a minha constância, meus guerreiros, cuidarão de ti e da sua descendência…
Decretarei a morte daquele que te ofereceu UM CAFÉ…
Ora, quantos pés de café correspodem ao dízimo do CAFEZAL DO BARÃO DO CAFÉ?
Tu cuidarás de ser a minha boca: TRATANDO-SE DE ÉDITOS DIVINAMENTE INSPIRADOS…
E SEMPRE SEVEROS COMO OS SACRIFÍCIOS E OFERANDAS “EX LEX”…
JURAMENTO DAS BOAS NOVAS:
SÓ DA MINHA BOCA OUVIRÃO AS BOAS NOVAS; no mínimo, a cada sesquicentenário.
Salvo as proclamações de feriados e festividades, sempre rotineiras posto agradar-me da alegria do populacho…Também, da arrecadação “ex lex”.
Lembre-se: DAREI-TE O DÉCIMO DE TUDO QUE TROUXERES PARA A NOSSA MADRE IGREJA SATÂNICA…
Para que sejas fiel a mim, eu mero servo DO SAGRADO TEMPLO DE NOSSO MESTRE…
De tudo te ofertarei um pouco…
Ah, MENOS AS MULHERES!
Posto sacerdote não poder, sob pena de morte eterna, delas experimentar impurezas.
Assim, sua descendência será uma legião de sobrinhos…
Alimentarás, educarás e guardará meus filhos como se teus fossem…
Pois sempre estarei muito ocupado te dando outros sobrinhos.
MEUS FILHOS POR TI SERÃO DISCIPLINADOS SOBRE O SEGUINTE:
Ficarão desobrigados de torcer pelo Santos F.C.
Também, por mim, ficarão desobrigados de PRATICAR RELIGIÃO E CULTUAR O CRIADOR…
Aliás, nem precisarão acreditar n’ El, de sagrado e inviolável nome…
Posto, em’ EL qualquer mandrião, velhaco, salteador, assassino, CRÊ EXISTIR…
MELHOR SERÁ AOS MEUS FILHOS JAMAIS CREREM…
MUITO MELHOR SERÁ SEMPRE TEMEREM…
E PRINCIPALMENTE…
EL’ SEMPRE OBEDECEREM…
Lembrem-se de minha mais sábia lição: FAÇAM AQUILO QUE MANDO NUNCA AQUILO QUE FIZ; AQUILO QUE AGORA FAÇO OU FAREI PIONEIRAMENTE…
Com efeito, ninguém necessita comer merda para saber que é ruim; para tal serve a experiência deste Mestre.
Assim, filhos meus: COBREM DINHEIRO PARA EXERCER PROFISSÃO…
PARA PRESTAR DETERMINADO SERVIÇO…
DETERMINADA OBRA!
Sabendo que: SE POR TALENTO NATURAL, VOCAÇÃO ESCOLHEREM PRESTAR SERVIÇOS AOS POBRES…
DE REMEDIADOS JAMAIS PASSARÃO…
Muito provavelmente morrerão tão pobres quanto a clientela…
Talvez, morto por um deles durante uma “cobrança” há muito atrasada.
E nunca, mais nunca, acreditem naquilo que denominam INSTITUIÇÕES…
Elas não existem; e aquelas que acham que existem – como escreveu um sábio General de meu exército – de nome Paulus Domingos, filho de filho do Paulus Domingos velho, TODAS AS INSTITUIÇÕES PASSARÃO…
Nunca existiu Instituição eterna
Delas só o humano é perene.
Mais ou menos assim, escreveu o General prefaciando livro distribuído pela templária ordem: Ação.Lealdade.União. Obra de autoria do agora Legislador Régis de Oliveira; em autoria com um dos meus Coronéis da nobre família Barros Leite.
Sob o sol vi de tudo; nada haverá de novidade…
Sob o sol só matéria existe…
Há três tipos humanos: O TRABALHADOR…
O PREDADOR…
E O PARASITA.
Os últimos são os santificados presentantes dessas Instituições devotadas às causas e direitos dos demais membros da cidade; especialmente os ditos excluídos.
As “instituições” abundantes em assasssinos que por lema , emblema ou reforço psicológico tipo circuncisão, escrevem em seus papéis mentiras tais como: NÓS SOMOS COMPROMISSADOS COM A VIDA E COM OS DIREITOS DA PESSOA HUMANA…DOS POBRES…DOS PETROS…DOS MOTOBOYS E PRINCIPALMENTE OS SEMPRE EXCLUÍDOS FAVELADOS.
Que deverão permanecer todo o sempre excluídos para MAIOR GLÓRIA E RECEITA DA INSTITUIÇÃO.
Para não ser de todo injusto: DEFENSOR DE POBRE EM DELEGACIA CONTINUA SENDO UM TIPO DE DELEGADO QUASE EXTINTO: titulado como “veadus filigranus juridicus”…
Não colabora com a produção prisional da chefia, muito menos da PM.
Defensor de pobre em Juízo: SEMPRE FOI O BOM JUIZ…
E só o bom Juiz; nenhum outro tipo de sacerdote público.
Mas é de se ver que QUANDO UM BOM JUIZ É OBRIGADO A DEFENDER O POBRE, o coitado já sofreu nas garras de tudo quando foi sacerdote compromissado com os direitos coletivos, especialmente dos mais fracos.
DIREITOS ALHEIOS QUE BUSCAM MONOPOLIZAR E ADMINISTRAR SEGUNDO A LÓGICA DITADA PELO PESSOAL DESEJO…
DESEJO DE PODER E RIQUEZA…
Ambição!
Por fim, todos os excluídos orientados pelos mais humanos e abnegados Sacerdotes, obedientementente, em vez do DP, vão procurar a tal AJG, PROCOM, PEQUENAS CAUSAS, mas quando lá chegam logo outro Sacerdote dispara : cadê, o BO da Delegacia?
Cadê o BO do Delegado?
Ah, não fez!
Então retorna depois com o papel, pois sem BO do Delegado o Juiz indefere por não existir prova pré-constituida.
Não entendeu? Bem, o Juiz precisa de um documento para se cobrir! Assim o Delegado deve abrir um BO de “esbulho possessório de autoria desconhecida”, depois pode voltar aqui; então a Defensoria abrirá ação de reintegração…Entende? Não! Não tem um local para dormir? Já tentou na Prefeitura? Já; nada conseguiu!
Olha minha Senhora o único modo é orar para o Delegado não querer ter o trabalho de mandar alguém fazer o BO.
Vai lá, depois das 17h00, ela já estará no bar em frente ao DP …
Eu garanto: rapidinho o Delegado vai achar uma VTR que arrombará a porta e lhe reintegrará a casa.
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AINDA NÃO TERMINEI A “CRIAÇÃO ACIMA” …HÁ VÁRIOS ERROS
Cidade
Polícia Civil defasada
Faltam delegados Presidente da Associação dos Delegados diz que todo o Estado está com falta de delegados
ANA CRISTINA ANDRADE
Da Gazeta de Piracicaba
ana.andrade@gazetadepiracicaba.com.br
Piracicaba tem 12 delegados na área operacional, contando distritos e delegacias especializadas, quando deveria ter no mínimo o dobro para dar conta dos 377 mil habitantes (segundo dados da Fundação Seade), atender flagrantes e tocar inquéritos, além de substituir outros delegados em licença ou férias.
Para se ter ideia, segundo apurou a Gazeta, dos sete distritos policiais o único que tem dois delegados é o 2º DP, que fica no Nova América. O restante tem apenas um.
Na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) são dois, na de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) apenas um, como também é na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). Já no Deinter (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) são quatro. Na Seccional também há quatro delegados.
“Na Corregedoria são cinco para tomarem conta de apenas dois mil funcionários, enquanto que o restante, dependendo do local em que está, é responsável por um bairro inteiro que vai de 5 mil a mais de 50 mil habitantes”, disse um delegado que preferiu não se identificar.
Ainda de acordo com pesquisa feita pela Gazeta com a categoria, cidades como Saltinho, Águas de São Pedro e Santa Maria da Serra não têm delegados. Quem responde por Águas é o titular de São Pedro. Saltinho é atendida pelo profissional de Rio das Pedras e Santa Maria da Serra está há anos sob responsabilidade do delegado de Charqueada. Se há flagrantes nestas cidades, eles deixam o que estão fazendo e vão atender. Dependendo da ocorrência, dura o dia todo.
Segundo Marilda Pansonato Pinheiro, presidente da Adpesp (Associação dos Delegados do Estado de São Paulo), o Estado mais rico da nação, que é o de São Paulo, é o que paga o menor salário para os delegados.
“Por isso, temos policiais civis desmotivados e vivendo num regime de escravidão porque não podem reclamar. Quem sofre com isso é a população, que não encontra serviço de qualidade”, afirma.
Segundo ela, o Estado inteiro tem defasagem de 31% no número de delegados. “É uma defasagem assustadora. Dos 180 delegados que ingressaram na Polícia Civil no ano passado, 20 já abandonaram o cargo e foram em busca de outras profissões”.
Em Piracicaba, há quem tenha um segundo trabalho para poder garantir o sustento da família.
“Um oficial de justiça ganha o salário igual ao de um delegado. Isso não significa desmerecer o trabalho do oficial. Ele merece, mas acontece que o salário dos delegados deveria ser maior”, disse outro profissional.
VENCIMENTOS. De acordo com Marilda Pinheiro, um delegado do Estado de São Paulo recebe inicialmente, líquido, R$ 3,6 mil. “No Paraná, ultrapassa os R$ 7 mil. Em Brasília (DF), está em torno de R$ 15 mil”, declarou.
Do jeito que está a situação, segundo a presidente, “com gente entrando nas delegacias para assaltar e guardas metropolitanos ou funcionários de despachantes sendo levados para trabalhar nas unidades policiais, a tendência é piorar, porque a prestação de serviço não é ideal, os colegas estão se aposentando e cada vez mais a sociedade vai pagar o preço por não ter o serviço que merece”, destacou.
“O que estamos assistindo é a incompetência do Estado, com uma polícia que não tem condições de investigar por estar desmotivada e trabalhando dobrado, há grande sensação de impunidade porque não se chega facilmente à autoria dos crimes e o cidadão continua a delinquir”, afirmou.
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