O DOUTOR FERREIRA PINTO DEVERIA ORDENAR SEJA INSTAURADO INQUÉRITO PARA APURAÇÃO DA TENTATIVA DE PECULATO PRATICADA COM A VERBA RESERVADA DO DIRD…BASTA DE CAROCHAS!…APAFO NÃO CONHECIA, MAS SETOR DO “ABAFO” TEM POR TODO LADO 7

Por Marcelo Godoy, estadao.com.br, Atualizado: 26/9/2010 23:57

Inquérito apura desvio de verba secreta no Denarc

A origem do dinheiro usado para pagar parte da reforma do prédio do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) é a verba de operações policiais sigilosas. Essa é a principal hipótese investigada pela Corregedoria da Polícia Civil para justificar o pagamento de R$ 40 mil em dinheiro vivo supostamente feito pela tesouraria da Delegacia Geral de Polícia (DGP) sem recibo ou qualquer outro comprovante.

Dono da empresa responsável pela reforma, Wandir Francisco Falsetti contou ter recebido o dinheiro na tesouraria da DGP. Quem o teria levado até lá para receber o que a polícia lhe devia pela obra no prédio do Denarc, no Bom Retiro, no centro, teria sido o ex-diretor do Denarc, delegado de classe especial Everardo Tanganelli Júnior.

O chefe da tesouraria – oficialmente chamada de Assistência Policial para Assuntos Financeiros e Orçamentários (Apafo) -, o delegado Marcus Vinicius Vieira, negou ao depor na Corregedoria que tenha entregue o dinheiro. Admitiu, no entanto, que recebeu o empresário em seu apartamento, na zona leste, quando estava de férias. Politicamente, sua situação é delicada. Seus chefes acham que tudo está sendo investigado, mas querem saber por que ele aceitou encontrar-se em casa com o empresário.

O dinheiro, que teria saído diretamente da tesouraria da DGP, pagou parte das obras feitas no Denarc sem licitação ou qualquer documento que as comprovassem – a reforma foi feita em fevereiro de 2009. Ao todo, segundo o empresário, a obra ficou em R$ 200 mil. Tanganelli, diretor do Denarc à época, contou que alertou seu superior, o então delegado-geral Maurício Lemos Freire. Ele afirmou ao Estado que o fez diante de todo o Conselho da Polícia Civil. ‘Todos testemunharam isso’, disse Tanganelli.

O empresário afirmou ter recebido de policiais de delegacias do Denarc três parcelas de R$ 10 mil e uma de R$ 3 mil. Disse ainda que a chefia dos investigadores do departamento lhe deu uma Montana 2007, avaliada em R$ 28 mil, e a direção do Denarc lhe entregou R$ 20 mil até abril de 2009, quando a cúpula da Polícia Civil mudou. Freire deixou a DGP e Tanganelli, o Denarc.

Falsetti procurou o novo diretor do Denarc, delegado Eduardo Hallage. Ouviu que enquanto Hallage fosse diretor do Denarc Falsetti não receberia ‘um tostão’. O empresário procurou Tanganelli. Queria receber o que faltava – cerca de R$ 120 mil. Foi quando entrou na história o tesoureiro da DGP. Falsetti disse que o tesoureiro, alegando ter autorização dos superiores para fazer os pagamentos, deu-lhe mais R$ 40 mil até setembro de 2009.

Controle. Desde que assumira a Secretaria da Segurança, em março de 2009, o secretário Antônio Ferreira Pinto adotara uma série de medidas para acabar com a farra da verba de operações sigilosas. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) havia alertado em fevereiro a secretaria para a falta de controle dos gastos e pedido mudança na prestação de contas – o Estado revelara em 2008 que setores burocráticos da secretaria gastaram mais a verba do que departamentos operacionais, como o de Homicídios. Além disso, o dinheiro fora desviado para a compra de armas sem licitação e pagara contas particulares de funcionários.

Esse dinheiro, que devia ser usado em operações de combate ao crime organizado, era gasto sem comprovação. Ferreira Pinto retirou a verba dos departamentos da polícia em abril e a deixou na DGP – foi quando Falsetti deixou de receber no Denarc. Em outubro de 2009, o secretário apertou ainda o controle sobre a verba e a retirou da DGP, concentrando-a em seu gabinete. Desde então, para recebê-la, o delegado deve informar por escrito em documento sigiloso a natureza da operação.

Foi justamente depois de outubro de 2009 que Falsetti teria deixado de receber o dinheiro na DGP. Ele, então, procurou o gabinete da secretaria para se queixar. Ao saber da história, Ferreira Pinto determinou a abertura de inquérito sobre o caso.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/09/24/o-terreiro-la-de-casa-nao-se-varre-com-vassoura-varre-com-ponta-de-sabre-e-bala-de-metralhadora-cardeal-nao-praticou-peculato-pois-desistiu-voluntariamente-de-continuar-a-execucao-do-crime/

Assunto: 10 estratégias de manipulação através da mídia – Noam Chomsky 5

Chiko:

“10 estratégias de manipulação”, segundo Noam Chomsky

Posted by Correio de Imperatriz on ago 30th, 2010

O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.  – EXEMPLO PRÁTICOhttp://bit.ly/aibGsY

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto Armas silenciosas para guerras tranqüilas)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES. EXEMPLO PRÁTICO: http://bit.ly/b4YNZD

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO. EXEMPLO PRÁTICO: http://bit.ly/bWfMMS

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO. EXEMPLO PRÁTICO: http://www.youtube.com/watch?v=zrr2sg-etag&feature=player_embedded 

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.  –  EXEMPLO PRÁTICO: http://bit.ly/bUhkY8

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO. –  EXEMPLO PRÁTICO: http://www.youtube.com/watch?v=DEeNSkXn5mY

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE. – EXEMPLO PRÁTICO: http://www.youtube.com/watch?v=Q98_y2klaD8

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.  EXEMPLO PRÁTICO: http://bit.ly/ciNWJm

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.   EXEMPLO PRÁTICO:  http://bit.ly/cR31CT  vá em 5min25s

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM. EXEMPLO PRÁTICO: http://bit.ly/b20rrA

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

É hoje, grande comício da vitória em São Paulo com Lula, Dilma e Mercadante 9

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

É hora de São Paulo pensar grande e dar basta ao provincianismo tucano.

Grande comício da vitória com Dilma, Mercadante, Lula, Marta e Netinho.
Dia: 27/09/2010 (segunda-feira)
Hora: a partir da 18hs (os discursos devem começar as 19hs)
Local: Sambódromo, Anhembi

Nosso blog transmitirá ao vivo pela internet.

Chega dessa tucanada que governam São Paulo há 16 anos (na verdade, desde 1983, há 28 anos, considerando as brigas de compadres).

Chega de governo da PPPP, privatização, presídio, PCC, pedágio e paulada em professores e policiais.

Chega de governo onde obra rápida é praça de pedágio.

Chega de tucanos que dá apagão no trânsito, no metrô, na educação, na segurança pública, na sáude, nos salários dos professores, policiais e outros funcionários, nos empregos, no custo dos fretes, na limpeza dos rios e córregos, no tratamento de esgoto, na falta d’água, no controle das represas para evitar enchentes, na poluição do ar, nas moradias de risco, nos incêndios nas favelas.

Chega de alagão, chega de CPI’s abafadas, chega de desvio de dinheiro, que dava para construir mais quilômetros do metrô, e em vez disso, foi parar em contas de tucanos na Suiça (Caso Alstom).

Chega de corrupção jogada para baixo do tapete. Com tucano no poder a imprensa cala a boca. Com Mercadante, sofrerá marcação implacável da Folha, Estadão, Veja, Globo, JovemPan. Mesmo sofrendo acusações injustas, acaba fazendo um governo muito melhor, como fez Lula, que se depura.

Chega de pensar pequeno, daqueles que achavam que São Paulo era pequeno para ter um Banespa; que era pequeno para ter uma Nossa Caixa, que poderia estar financiando casas igual a CEF faz; que acha que São Paulo é pequeno para ter uma empresa de energia como a CESP; que acha que só espanhol sabe ter uma empresa de telefonia. Chega dessa mediocridade tucana que acha que só é bom o que vem dos EUA e Europa. Chega de São Paulo ficar para trás, pensando que está ganhando quando faz guerra fiscal com estados mais pobres, e acaba perdendo exportações de seus próprios produtos para aqueles estados, ao não deixar que também enriqueçam.

São Paulo precisa de Mercadante para fazer como Lula: apoiou os países pobres da América Latina a prosperarem, e exporta mais do que nunca para a região. O mesmo ocorre com países da África.

Chega de sossego, de se conformar com cinturões de pobreza em volta de bairros ricos, em vez de urbanizar, elevar para a classe média, com programas de moradia popular.

Chega de cracolândias sem destino, de meninos de rua sem rumo, de sem-tetos e de falta de apoio à agricultura familiar.

É hora da militância vestir a camisa, adesivar o carro, a janela, conversar com os amigos, com os companheiros de trabalho, da família, dos encontros com amigos, e explicar o quanto tudo pode ser melhor, se São Paulo pensar grande, parar de pensar pequeno e de forma submissa como fizeram Alckmin e Serra. É hora de colocar o estado sob nova direção. Com Mercadante em São Paulo e Dilma em Brasília, para fazer em Sâo Paulo o que Lula fez no Brasil, e que Dilma continuará fazendo.

AUGUSTO PEÑA: ANEXO DO OUTRO REQUERIMENTO ENCAMINHADO À CORREGEDORIA DA POLICIA CIVIL 57

LET’S GO – AQUI ESTÃO OS DOCUMENTOS PROMETIDOS – REQUERIMENTOS ENCAMINHADOS A CORREGEDORIA PARA A DEVIDA A PURAÇÃO – AUGUSTO PEÑA 8

COMO AFIRMADO NA SEMANA PASSADA , INÍCIO DE NOSSO CONTATO , ENCAMINHO NESTE ATO CÓPIA DOS DOIS REQUERIMENTOS ENCAMINHADOS A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO , MAIS ESPECIFICAMENTE :
A) UM REQUERIMENTO A DIRETORA DA CASA CENSORA
B) OUTRO A UM DOS INUMEROS PRESIDENTES DA 3ª UNIDADE PERMANENTE PROCESSANTE – UPP – CASA CENSORA
 
AO LER O TEOR DOS REQUERIMENTOS NOTAR-SE-Á QUE TODO O ALEGADO POR ESTE REQUERENTE ESTÁ DOCUMENTADO E INFORMADO A CORREGEDORIA DESDE JUNHO DE 2009 .
 
FORAM ENCAMINHADOS DOIS REQUERIMENTOS , HAJA VISTA O PRIMEIRO NÃO TER SIDO RESPONDIDO ( ARTIGO 5º XXXIII , XXXIV , A , B – CF ) , MELHOR ESCLARECENDO A ADMINISTRAÇÃO MANTEVEW-SE SILENTE  , OMISSA , NÃO EMITIU RESPOSTA , SEQUER PROCUROU O SUBSCRITOR PARA COLHER MAIORES INFORMAÇÕES E INVESTIGAR OS FATOS NARRADOS .
 
NO PORTUGUÊS CLARO :
ENGAVETARAM OS DOIS REQUERIMENTOS
 
APENAS RELEMBRANDO
UM DOS REQUERIMENTOS FOI DESTINADO A PRÓPRIA DIRETORA DA CASA CENSORA ( SEGUNDO CONSTA – MULHER DE PULSO FIRME , LEGALISTA , JUSTA E INCORRUPTÍVEL ) RELEMBRO DOS CONFETES LANÇADOS À MESMA EM UMA ENTREVISTA CEDIDA A UMA REVISTA DE GRANDE CIRCULAÇÃO NACIONAL .
 
ENFIM , QUANDO ESTE SUBSCRITOR TOMOU CONHECIMENTO DA ARMAÇÃO EM SEU DESFAVOR E DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO INSTAURADO – DE IMEDIATO PROCUROU BUSCAS PROVAS QUE DEMONSTRASSEM A INEXISTÊNCIA DE AUTORIA ( ARTIGO 386 – IV – CPP ) .
 
LOCALIZADAS AS PROVAS – ENCAMINHADAS AO ÓRGÃO RESPONSÁVELEM APURAR O ILÍCITO PRATICADO PELOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SÃO PAULO .
 
RESULTADO : GAVETA
RESULTADO : OMISSÃO
RESULTADO : NÃO JUNTADA DOS REQUERIMENTOS NO PAD 118/08
RESULTADO : NENHUMA INVESTIGAÇÃO SOBRE O INFORMADO
RESULTADO : SEQUER JUNTADA CÓPIA DO INQUÉRITO POLICIAL 112/07 – 3 DIG – PARA CORROBAR O ALEGADO PELO SUBSCRITOR , OU SEJA , O ELENCADO NO AUTO DE EXIBIÇÃO E APREENSÃO EM COMPARAÇÃO COM AS FOTOS
RESULTADO : OMISSÃO DOS FATOS ATÉ PELO DEFENSOR PUBICO DO ESTADO – DPE QUE RECEBEU AS MESMAS INFORMAÇÕES E IGNOROU – COPIA DE AR ( AVISO DE RECEBIMENTO ) DE CORRESPONDENCIA COMPROVA O ALEGADO .
RESULTADO : SEQUER A PRESENÇA DA CORREGEDORIA NO DEPÓSITO DO DEIC A FIM DE VERIFICAR OS FATOS
RESULTADO : DEMISSÃO A BEM DO SERVIÇO PUBLICO SEM NENHUMA FUNDAMENTAÇÃO PLAUSÍVEL OU LEGAL EM UM PROCESSO EIVADO DE FALHAS E VÍCIOS , BEM COMO DIRIGIDO E PRESIDIDO POR UM TRIBUNAL DE EXCEÇÃO .
 
HÁ VÁRIOS OUTROS RESULTADOS A SEREM ELENCADOS , MAS ACHO O SUFICIENTE PARA NÃO SE TORNAR CANSATIVO.

AUGUSTO PEÑA: faltaram 04 paginas em um dos requerimentos encaminhados a corregedoria pags 9 , 10 , 11, 12 Resposta

PREZADO DOUTOR VERIFICANDO AS POSTAGENS DO BLOG
VERIFIQUEI ESTAR FALTANDO O4 PAGINAS EM UM DOS REQUERIMENTOS ENCAMINHADOS A CORREGEDORIA E POSTADOS
PROVAVELMENTE , ALGUM ERRO DE TRANSMISSÃO QUANDO OS ENCAMINHEI
 
A FIM DE SANAR E COMPLEMENTAR A INFORMAÇÃO ENCAMINHO AS PAGINAS FALTANTES EM ANEXO
 
 
ABRAÇOS
AUGUSTO PEÑA

GOVERNO TUCANO BRINCA DE ADMINISTRADOR: o Estado comprou 15 mil computadores para a polícia com o sistema operacional Linux, que não funcionam, segundo ele. “Os policiais compram Word pirata para trabalhar” 21

OUTRO LADO

Não fizemos nada errado, defende-se investigador

DE SÃO PAULO

O investigador Oswaldo Cardenuto confirma que deu um carro ao empreiteiro no valor de R$ 28 mil. “Eu não tinha dinheiro. Perguntei ao empreiteiro se ele aceitava um carro e ele topou. Comprei por R$ 20 mil, R$ 22 mil e passei por R$ 28 mil”.
Cardenuto afirma que fez um empréstimo na Nossa Caixa para comprar o veículo que deu ao empreiteiro. “Essa foi a corrupção que fiz. Peguei dinheiro emprestado”.
Ele diz ter feito isso porque “é obrigado a trabalhar”. “O prédio estava inabitável. Tinha até pomba morta na caixa d’água. Se deixo de cumprir uma ordem, não é o Estado que é punido. Sou eu”.
Segundo ele, todos os distritos são reformados com dinheiro levantado pelos próprios policiais. O mesmo tipo de procedimento ocorre com viaturas e computadores.
Ele cita o que considera um exemplo: o Estado comprou 15 mil computadores para a polícia com o sistema operacional Linux, que não funcionam, segundo ele. “Os policiais compram Word pirata para trabalhar. O Estado brinca de administrador. Dizer que isso gera corrupção é uma visão simplista”.
O investigador Mario Lúcio Gonçalves diz que a informação do empreiteiro Wandir Falsetti de que ele deu R$ 10 mil está errada. “Dei uns R$ 4 mil, R$ 5 mil, de forma parcelada. Todo mundo fez vaquinha na delegacia. Não dava para entrar no prédio. Tinha mosca, barata, rato. Porque do lado do prédio tem um depósito de lixo”.
Gonçalves afirma ter dado dinheiro por “necessidade”. “Não fiz nada de errado. Eu precisava trabalhar”.
Um investigador que pediu para seu nome não ser citado diz ter trabalhado como peão na reforma. Relata ter caído de uma escada de três metros de altura. “Se eu tivesse dinheiro, não teria trabalhado como peão, pedreiro e eletricista”.
A Secretaria da Segurança diz que a investigação sobre irregularidades na reforma do prédio existe, mas não pode dar detalhes para não atrapalhar o caso. Segundo a secretaria, a investigação corre sob “sigilo policial”.
A Folha procurou o delegado Marcos Vinicius Vieira na última sexta-feira, mas não conseguiu localizá-lo.
O ex-secretário de Segurança Ronaldo Marzagão diz que reformas de prédios não passavam por seu gabinete.
“Eu só determinava a mudança, não acompanhava o processo.” Segundo ele, a autonomia dos órgãos da secretaria é tamanha que eles prestam contas diretamente ao Tribunal de Contas.

 

MARACUTAIA NA REFORMA DO DENARC: À época, o governador do Estado era José Serra (PSDB). 20

Empreiteiro diz que polícia usa caixa 2

“Recebi em dinheiro vivo”, afirma dono de empresa responsável por reformas em prédio que abriga o Denarc

A obra, orçada em R$ 200 mil, foi feita sem licitação ou qualquer documento, segundo o delegado

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO

A Polícia Civil de São Paulo pagou R$ 40 mil, em notas, a um empreiteiro, sem exigir recibo ou nota fiscal, segundo depoimento dele à Corregedoria obtido pela Folha. Dinheiro vivo e ausência de recibo são características clássicas de caixa dois.
O episódio ocorreu em outubro do ano passado, no 9º andar do Palácio da Polícia, onde funciona a cúpula da delegacia geral, na região central de São Paulo, de acordo com relato do empreiteiro Wandir Falsetti.
“Recebi em numerário, em dinheiro vivo. Nunca tinha visto isso antes”, disse ele em entrevista à Folha.
O dinheiro, ainda de acordo com Falsetti, foi entregue pelo delegado Marcus Vinicius Vieira, de um órgão chamado Apafo (Assistência Policial para Assuntos Financeiros e Orçamentários).
O empreiteiro conta que sua empresa, a Arte Nossa Soluções para Home & Office, reformou em 20 dias o prédio que desde fevereiro do ano passado abriga o Denarc (Departamento de Narcóticos), no Bom Retiro, também no centro da cidade.
À época, o governador do Estado era José Serra (PSDB).
A obra, orçada em R$ 200 mil, foi realizada sem licitação ou qualquer outro documento oficial, segundo o delegado Everardo Tanganelli Jr., chefe da divisão de narcóticos até fevereiro de 2009.
Os próprios policiais ajudaram a pagar a mudança e parte da reforma, afirma Tanganelli Jr. Ele diz ter dado R$ 20 mil para o empreiteiro.
O chefe dos investigadores entregou um carro, uma Montana 2007, no valor de R$ 28 mil. Outros três policiais deram R$ 33 mil, diz o empreiteiro. Ele reclama que o Estado lhe deve R$ 80 mil.
Tanganelli Jr. e os policiais que pagaram parte da obra estão sob investigação da Corregedoria da Polícia Civil.
O raciocínio por trás da investigação da Corregedoria é mais ou menos óbvio: policiais que dão dinheiro do próprio bolso a um empreiteiro vão tentar, um dia, recuperar esses valores.
O delegado diz que pagou parte da obra do próprio bolso porque não tinha saída.
“Não fiz nada de errado. Paguei porque precisava trabalhar. Tinha sala com um monte de rato e lixo”, disse Tanganelli Jr. à Folha.
Ele afirma também que a mudança foi imposta pelo então delegado-geral, Maurício Lemos, que não quis se pronunciar sobre o assunto.
Tanganelli Jr. foi afastado do Denarc no início do ano passado pelo secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, por causa das sucessivas suspeitas de que policiais de sua equipe recebiam propina de traficantes de droga.
O Denarc funcionava no prédio do Instituto de Criminalística, no Butantã, zona oeste. O ex-secretário Ronaldo Marzagão diz que o plano de tirar a divisão de narcóticos de lá visava melhorar as instalações da polícia científica. Diz que nunca soube que o prédio escolhido foi reformado à margem da lei.

CADERNETA DO TRÁFICO: É A TURMA DO GERALDO…ESSE É O JEITO DO PSDB GOVERNAR? 8

Cardenuto afirma que fez um empréstimo na Nossa Caixa para comprar o veículo que deu ao empreiteiro. “Essa foi a corrupção que fiz. Peguei dinheiro emprestado”, diz.

Ele diz ter feito isso porque “é obrigado a trabalhar”. “O prédio estava inabitável. Tinha até pomba morta na caixa d’água. Se deixo de cumprir uma ordem, não é o Estado que é punido. Sou eu”, afirma.

26/09/2010

Polícia Civil usa caixa 2, afirma empreiteiro

Folha de S.Paulo

A Polícia Civil de São Paulo pagou R$ 40 mil a um empreiteiro, em cédulas, sem exigir recibo ou nota fiscal, segundo depoimento dele à Corregedoria. Dinheiro vivo e ausência de recibo são características clássicas de caixa dois. O episódio ocorreu em outubro do ano passado, no 9º andar do Palácio da Polícia, onde funciona a cúpula da Delegacia-Geral, na região central de São Paulo, de acordo com relato do empreiteiro Wandir Falsetti.

“Recebi em numerário, em dinheiro vivo. Nunca tinha visto isso antes”, disse ele em entrevista à reportagem.

O dinheiro, segundo Falsetti, foi entregue pelo delegado Marcus Vinicius Vieira, de um órgão chamado Apafo (Assistência Policial para Assuntos Financeiros e Orçamentários).

O empreiteiro conta que sua empresa reformou em 20 dias o prédio que desde fevereiro de 2009 abriga o Denarc (Departamento de Narcóticos), no Bom Retiro (região central).

A obra, orçada em R$ 200 mil, foi realizada sem licitação ou qualquer outro documento oficial, segundo o delegado Everardo Tanganelli Jr., chefe da divisão de narcóticos até fevereiro de 2009.

ÊPA…ÊPA…ÊPA! MUDOU DE NOME?…TÁ ERRADO!…É OSWALDO “CADERNUTO” (de caderneta de poupança, caderneta da biqueira, carnet de tudo ) 3

26/09/2010

‘Não fizemos nada errado’

Folha de S.Paulo

O investigador Oswaldo Cardenuto confirma que deu um carro ao empreiteiro no valor de R$ 28 mil. “Eu não tinha dinheiro. Perguntei ao empreiteiro se ele aceitava um carro e ele topou. Comprei por R$ 20 mil, R$ 22 mil e passei por R$ 28 mil”.

Cardenuto afirma que fez um empréstimo na Nossa Caixa para comprar o veículo que deu ao empreiteiro. “Essa foi a corrupção que fiz. Peguei dinheiro emprestado”, diz.

Ele diz ter feito isso porque “é obrigado a trabalhar”. “O prédio estava inabitável. Tinha até pomba morta na caixa d’água. Se deixo de cumprir uma ordem, não é o Estado que é punido. Sou eu”, afirma.

Antes de ser transferido para o Bom Retiro (região central de SP), o Denarc funcionava no prédio do Instituto de Criminalística, no Butantã (zona oeste). O ex-secretário Ronaldo Marzagão diz que o plano de tirar a divisão de narcóticos de lá visava melhorar as instalações da polícia científica.

Marzagão que nunca soube que o prédio escolhido foi reformado à margem da lei.

A Secretaria de Estado da Segurança diz que a investigação sobre irregularidades na reforma do prédio existe, mas não pode dar detalhes para não atrapalhar o caso. Segundo a secretaria, a investigação corre sob “sigilo policial”.

A reportagem procurou o delegado Marcos Vieira na última sexta-feira, mas não conseguiu localizá-lo.

POLÍCIA CIVIL USA CAIXA 2, AFIRMA EMPREITEIRO…CAIXA 2 DA VERBA RESERVADA, CAIXA 2 DO ABADIA, CAIXA 2 DO “EL NEGRO MINERITO” E CAIXA 2 DO PCC 4

26/09/2010

Polícia Civil usa caixa 2, afirma empreiteiro

Folha de S.Paulo

A Polícia Civil de São Paulo pagou R$ 40 mil a um empreiteiro, em cédulas, sem exigir recibo ou nota fiscal, segundo depoimento dele à Corregedoria. Dinheiro vivo e ausência de recibo são características clássicas de caixa dois. O episódio ocorreu em outubro do ano passado, no 9º andar do Palácio da Polícia, onde funciona a cúpula da Delegacia-Geral, na região central de São Paulo, de acordo com relato do empreiteiro Wandir Falsetti.

“Recebi em numerário, em dinheiro vivo. Nunca tinha visto isso antes”, disse ele em entrevista à reportagem.

O dinheiro, segundo Falsetti, foi entregue pelo delegado Marcus Vinicius Vieira, de um órgão chamado Apafo (Assistência Policial para Assuntos Financeiros e Orçamentários).

O empreiteiro conta que sua empresa reformou em 20 dias o prédio que desde fevereiro de 2009 abriga o Denarc (Departamento de Narcóticos), no Bom Retiro (região central).

A obra, orçada em R$ 200 mil, foi realizada sem licitação ou qualquer outro documento oficial, segundo o delegado Everardo Tanganelli Jr., chefe da divisão de narcóticos até fevereiro de 2009.

Montana

Os próprios policiais ajudaram a pagar a mudança e parte da reforma, afirma Tanganelli Jr. Ele diz ter dado R$ 20 mil para o empreiteiro.

O chefe dos investigadores entregou um carro, uma Montana 2007, no valor de R$ 28 mil. Outros três policiais também deram dinheiro, diz o empreiteiro.

Tanganelli Jr. e os policiais que pagaram parte da obra estão sob investigação da Corregedoria da Polícia Civil.

Para a Corregedoria, policiais que dão dinheiro tentam, um dia, recuperar os valores. O delegado diz que pagou porque não tinha saída. “Paguei porque precisava trabalhar”.

Tanganelli Jr. foi afastado do Denarc no início do ano passado pelo secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, por causa das sucessivas suspeitas de que policiais de sua equipe recebiam propina de traficantes de droga.

FHC admite eleição de Dilma 10

25/09/2010 – 16h21

FHC admite eleição de Dilma e diz que isso fará país se desenvolver mais lentamente

DE SÃO PAULO

Em entrevista ao jornal britânico “Financial Times”, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso admitiu a possibilidade de Dilma Rousseff (PT) ser eleita presidente.

O repórter Jonathan Wheatley relata em seu texto que sugeriu, em entrevista há cerca de duas semanas e meia, que já se sabia quem seria eleito. FHC apenas respondeu “sim”.

“Isso vai nos impedir de desenvolver mais rapidamente. Mas isso não vai levar o Brasil para trás. A sociedade é muito forte para isso”, completou o ex-presidente, ao ser questionado o que isso significar.

FHC também criticou a forma como o PSDB fez oposição ao governo. “A oposição entendeu errado. Nós permitimos a mitificação de Lula. Mas Lula não é um revolucionário. Ele veio da classe trabalhadora e se comporta como se fizesse parte da velha elite conservadora.”

Para o ex-presidente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parou as reformas necessárias. “De certa forma, Lula tem anestesiado o Brasil. Nós esquecemos que o Brasil precisa continuar avançando. O que eu consegui fazer levou o país para frente. Mas então isso parou. Apenas parou.”

Segundo FHC, Lula será lembrado como um Lech Walesa que deu certo. Sindicalista, Walesa foi presidente da Polônia de 1990 a 1995.

“Acho que ele será lembrado pelo crescimento e pela continuidade, e por colocar mais ênfase nos gastos sociais.”