CASUÍSMO ELEITORAL: FERIADO DO DIA 28 – POR PRESSÃO ELEIÇOEIRA – FOI ANTECIPADO PARA 11 DE OUTUBRO 22

FOLHA DE SÃO PAULO
São Paulo, sexta-feira, 08 de outubro de 2010
SP antecipa feriado após pressão de tucanos 

Serristas temem faltas no 2º turno; mudança é “praxe”, diz Casa Civil 

Dia do Servidor Público, transferido para 11 de outubro, seria dia 28, às
vésperas de Finados e da data da nova votação

DANIELA LIMA
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO 

O governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), decidiu antecipar o
feriado do Dia do Servidor Público, de 28 de outubro, para o próximo dia 11.
A medida coincide com apelos de tucanos preocupados com a possibilidade de
que a data original do feriado estimulasse a evasão de eleitores no segundo
turno das eleições presidenciais, que acontecerá no próximo dia 31, com
Dilma Rousseff (PT) contra José Serra (PSDB).
Procurada pela Folha, a Casa Civil disse que a transferência da data do
feriado é “praxe” e citou anos anteriores em que a data também foi ajustada
para cair em uma segunda, ou sexta-feira.
A assessoria da secretaria disse que, em 2002, por exemplo, o Dia do
Servidor Público passou para 1º de novembro. Em 2003, para o dia 27. Já no
ano passado, foi no dia 26. Em nenhum dos casos, porém, a data é antecipada
a ponto de casar com o feriado do dia 12 de outubro.

ABSTENÇÃO
A Folha apurou que houve movimentação de líderes do PSDB em defesa da
modificação do calendário oficial.
Aliados de José Serra demonstraram preocupação principalmente porque o Dia
de Finados será comemorado logo após o segundo turno, em 1º de novembro.
Assim, com um feriado no dia 28 (uma quinta-feira), um fim de semana e o Dia
de Finados (que cairá em uma segunda-feira), os 650 mil funcionários
públicos do Estado teriam até cinco dias de folga, o que poderia aumentar a
abstenção no dia 31.
Um dos argumentos apresentados contra o feriadão foi a vitória apertada de
Geraldo Alckmin (PSDB) na disputa pelo governo no primeiro turno por uma
diferença de 0,3 ponto percentual -cerca de 100 mil votos.
O líder do governo na Assembleia, deputado Vaz de Lima, disse que a medida é
“administrativamente correta”. Já o líder do PT, Antonio Mentor, chamou
alteração de “casuísmo eleitoral”.

Coordenadora do presidenciável tucano, Soninha discorda de Serra e diz ser a favor da descriminalização do aborto 15

SONINHA E O ABORTO:Soninha Francine, coordenadora da campanha de José Serra (PSDB-SP) na internet, já declarou publicamente que fez aborto. Ela discorda da posição do candidato sobre o tema. Mas diz que ele tem “direito de opinar”:

“DISCORDO DO MEU CANDIDATO”

 

Folha – Você já declarou que fez um aborto.
Soninha Francine – Sou a favor da mudança da lei [para descriminalizar o aborto].

O que acha de o tema voltar à pauta eleitoral?
Toda vez que esse tema entra em pauta, gera reações. E que elas sejam extremadas não é novidade, e não é só no Brasil. Agora, na eleição ele teve mais repercussão do que efeito no resultado. Ele estava presente o tempo todo. Nas primeiras sabatinas e entrevistas, sempre surgem essas pautas de aborto, união civil de homossexuais. As organizações contra a legalização do aborto se manifestam sempre energicamente.

O Serra defende que a lei seja mantida.
Ele sempre disse isso. A Dilma quase sempre também disse isso.

Pela lei [que prevê detenção de até três anos para aborto], você poderia ter sido presa.
Mas eu sou a favor da mudança da lei! Nesse ponto eu discordo do meu candidato.

Ele está equivocado?
Eu discordo.

Os candidatos estão emparedados pela igreja?
Não, o Serra sempre teve essa opinião. Se ela é pautada por uma visão religiosa ou pragmática, diferente da minha, é opinião dele. As minhas opiniões provavelmente façam com que eu perca votos. E é assim que é, que funciona.

Não é complicado homens públicos invocarem valores na discussão, já que o Estado tem que ser laico?
O Estado tem que ser laico, mas as pessoas podem ter suas convicções religiosas. A discussão sobre células-tronco passou por isso. As instituições não têm o direito de impor suas crenças para o conjunto da sociedade. Eu sou budista e não mato nem pernilongo. Mas não vou combater a dengue por isso?

Os candidatos estão debatendo o aborto como questão de saúde pública?
Eles se manifestam com cuidado. O que me interessa no debate eleitoral em relação à Dilma é ela ter dado declarações contraditórias

A MORTE DO SENADOR ROUBEI TOMA 16

A Morte do Senador:     
Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre. 

A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada. 

-‘Bem-vindo ao Paraíso!’; diz São Pedro 

-‘Antes que você entre, há um probleminha. 

Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você. 

-‘Não vejo problema, é só me deixar entrar’, diz o antigo senador. 

-‘Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores.. Vamos fazer o seguinte: 

Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade. 

-‘Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador.  

-‘Desculpe, mas temos as nossas regras.’ 

Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até  o   Inferno. 

A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. 

Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. 

Todos muito felizes em traje social. 

Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. 

Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. 

Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. 
Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. 

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe. 

Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperan do por ele. 

Agora é a vez de visitar o Paraíso. 

Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em  nuvem, tocando harpas e cantando. 

Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna. 

– E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. 

Agora escolha a sua casa eterna. Ele pensa um minuto e responde: 

-Olha, eu nunca pensei … O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno. 

Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. 

A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. 

Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos. 

O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador. 

– Não estou entendendo, – gagueja o senador  
– Ontem mesmo eu estive aqui  e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados !!!’ 

Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz: 

– Ontem estávamos em campanha. Agora , já conseguimos o seu voto!

MARILENA CHAUÍ: monopólio da imprensa no Brasil transforma a mídia em um agente antidemocrático e que a disputa não pode se tornar em um plebiscito sobre o aborto, baseado em boatos 38

Para Marilena Chauí, segundo turno não pode se tornar ‘plebiscito sobre aborto’

Em ato pró-Dilma em São Paulo, a professora de filosofia da USP sugere que petistas deixem de atender à mídia

Por: Guilherme Amorim, Rede Brasil Atual

Publicado em 08/10/2010, 15:48

Última atualização às 17:14

São Paulo – A filósofa Marilena Chauí fez palestra nesta sexta-feira (8), ao lado de intelectuais e membros do corpo docente da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (FDUSP) em um ato organizado para defender a candidatura da governista para a Presidência da República. Ela afirmou que o monopólio da imprensa no Brasil transforma a mídia em um agente antidemocrático e que a disputa não pode se tornar em um plebiscito sobre o aborto, baseado em boatos.

A maioria dos participantes usou seu espaço de discurso para, além de diferenciar os projetos de governo dos candidatos, fazer críticas ao comportamento da imprensa.

Marilena Chauí defendeu que lideranças de esquerda e do PT deixem de atender jornalistas da imprensa convencional, em uma espécie de boicote a pedidos de entrevista. “Para defender a liberdade de expressão é preciso não falar com a mídia”, propõe Marilena Chauí. Ela acredita que a mídia dá espaço para figuras do partido e de movimentos sociais apenas para “parecer plural”, mas promovendo um “controle de opinião” sobre o que é publicado.

A professora aludiu ao caso da dispensa da colunista Maria Rita Kehl pelo jornal O Estado de S. Paulo. “A democracia não é simplesmente um regime da lei e da ordem”, explicou, defendendo que é necessário haver diversidade de opinião na mídia. A professora esclareceu que não se pode permitir que três ou quatro famílias mantenedoras dos meios de comunicação pautem a agenda política do Brasil.

“Temos que impedir que o segundo turno das eleições se torne um plebiscito nacional sobre o aborto”, definiu. Para ela, a cada semana é definida uma nova temática para o debate político – se referindo às discussões eleitorais levantadas recentemente, como a da liberdade de imprensa e a da religião.

O ato abordou questões referentes ao segundo turno das eleições. Sobre a definição do apoio do PV a José Serra (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT), o professor de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito Otávio Pinto e Silva ironizou: “Serra não precisa do PV, ele já tem o ‘PVeja'”. A referência à revista semanal da Editora Abril. Recentemente, Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, assumiu a posição para a imprensa como partido de oposição no país. Para o professor, a mídia jogou a favor do candidato tucano nesta campanha.

A necessidade de garantir espaço para a diversidade de opiniões foi defendido também pelo deputado federal reeleito pelo PT de São Paulo Paulo Teixeira: “Defendemos uma democracia com liberdade de imprensa e liberdade de opinião; nós queremos diversidade de opinião na imprensa brasileira”. Para o ele, o governo nunca quis censurar a imprensa. “Isso nunca esteve no nosso horizonte”, afirmou

CIRO GOMES AFIRMA QUE A REVISTA VEJA É INSTRUMENTO PARA EXTORQUIR DINHEIRO POR MEIO DE ARDIL 4

A Veja passou da conta no primeiro turno?

A Veja? A Veja passa da conta. Vive a serviço do que há de mais espúrio na sociedade brasileira. É isso que a gente deve explicar para as pessoas. Que a Veja tenha longa vida, mas que todos fiquem sabendo que a Veja não é uma observadora neutra da  vida brasileira: ela está a serviço dos interesses internacionais, da privataria, da escória brasileira. Isso sempre foi. Desde que a turma de melhor nível saiu, virou isso (referindo-se a jornalistas mais antigos). Um instrumento de achaque. ( CIRO GOMES )
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/10/05/ciro-entende-de-serra-e-chama-veja-de-escoria/ 

ABORTO – Serra assinou projeto de lei que o legalizava no Brasil. E agora é contra? 13

Serra apoiou o aborto. E agora é contra?

Posted by Seja Dita Verdade On October – 8 – 2010
A impressionante sede de poder e a incontrolável ambição de José Serra levaram o debate político para o mais baixo nível já visto na história republicana.
Serra realizou uma campanha medíocre e errática, onde escondeu a figura controversa e impopular de Fernando Henrique Cardoso, além de se recusar, sistematicamente, a defender o governo ao qual serviu como titular de dois ministérios. O candidato tucano teve votação pífia e viu os partidos que o apoiaram (PSDB, DEM, PTB e PPS) saírem das urnas menores e apequenados, colecionando derrotas de seus principais líderes em vários Estados. Mas não desistiu do intento de satisfazer sua patológica ambição pela presidência da República e, com a utilização criminosa da calúnia e da reprodução de mentiras escabrosas, sua campanha transformou a internet num veículo aviltado e verdadeiramente demoníaco para a difusão e disseminação de toda sorte de inverdades, calúnias, ataques à honra de seus adversários políticos.
José Serra está promovendo um retorno à era das trevas, com a divisão flagrante de um país vitorioso e em evidente transformação social e econômica e que, por obra de suas mentiras, suas manipulações e a ação criminosa de seus sicários virtuais, se atola num debate falso, mesquinho, reacionário e perigoso. Serra está fazendo o Brasil regredir décadas em sua discussão política, em sua mentalidade coletiva, em sua perspectiva de futuro. Mas nada disso importa à sua personalidade patológica. Só o poder interessa ao obcecado candidato do PSDB.
Serra se diz contra o aborto, transformou essa questão delicada e traumática em bandeira de sua campanha terrorista e ataca Dilma Rousseff insinuando, de forma leviana e capciosa, que a candidata do PT seria favorável à tão dolorosa prática. Mas no Senado, foi ele quem assinou, apoiando, o projeto de lei do Senado nº 78, de 1993, da então senadora tucana Eva Blay (SP) que, na prática, legalizava o aborto em nosso país. Eva Blay, respeitada intelectual paulistana de origem judia e fundadora do PSDB, era a suplente de Fernando Henrique Cardoso, que servia ao governo de Itamar Franco como Chanceler e, depois, Ministro da Fazenda. Eva propôs a alteração do Decreto-Lei 2848, de 07 de dezembro de 1940 (Código Penal), descriminalizando a prática do aborto e legalizando sua realização, com o apoio e a assinatura de José Serra!
Serra foi, sim, um dos apoiadores do aborto. Serra assinou projeto de lei que o legalizava no Brasil. E agora é contra? E agora transforma esse espinhoso tema em arma eleitoral contra seus adversários?
Dos candidatos presidenciais do primeiro turno, apenas um apoiou o aborto: José Serra
Dos dois candidatos do segundo turno, apenas um, com sua assinatura e apoio aberto, já se manifestou em favor do aborto: José Serra
Chega de hipocrisia! Basta de falsidade!

Fonte: senado.gov.br (Clique aqui para ler)

http://www.sejaditaverdade.net/

QUEM ROUBA PARA O PODER TEM MAIS É QUE SE PHODER 12

Ex-diretores do Detran de SP são acusados por desvio

08 de outubro de 2010 | 9h 14

AE – Agência Estado

Quatro ex-diretores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e um ex-secretário adjunto da Segurança Pública são acusados de provocar, entre 1994 e 2006, um rombo que pode chegar a R$ 2 bilhões. A causa são supostas ilegalidades em contratos de emplacamento de carros – durante esse período, a taxa prevista em lei para lacrar veículos em São Paulo deixou de ser cobrada das empresas pelo Estado.

A acusação contra 15 empresários, delegados e o ex-secretário – além de seis empresas – consta de ação civil pública apresentada à 14.ª Vara da Fazenda Pública pelo promotor Roberto Antônio de Almeida Costa, da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social de São Paulo. É o resultado de um inquérito que se arrastou por dez anos e a primeira ação contra a chamada máfia das placas.

O suposto esquema começou em 1993. Segundo o promotor, foi quando o então diretor do Detran, delegado Cyro Vidal, desistiu de assinar o contrato das placas como concessão, mas licitou os serviços. Para o promotor Costa, o resultado foi o mesmo. Em vez de pagar para o Estado a taxa, o consumidor pagava para a empresa, fazendo o Estado perder o controle sobre uma atividade que é própria da polícia: a lacração.

Para se ter uma ideia do prejuízo que a ação pode ter causado aos cofres públicos, o promotor ouviu o delegado chefe da administração atual do Detran, José Paulo Giacomini Pimenta. Este disse que a previsão de arrecadação do Estado com a taxa de lacração em 2010 é de R$ 225 milhões – assim, em dez anos, o prejuízo chegaria a R$ 2 bilhões. Em 1998, a Promotoria soube que deveriam ter sido arrecadados (valores da época) R$ 33 milhões. É com base nesse valor, sem correção e juros, que a Promotoria deu à causa o valor de R$ 336 milhões – o valor final do prejuízo só será apurado em perícia durante a ação.

Defesa

O jornal O Estado de S. Paulo procurou o ex-secretário adjunto da Segurança entre 1995 e 1999, Luiz Antônio Alves de Souza, mas não o encontrou. O mesmo ocorreu com o delegado José Francisco Leigo, que dirigiu o Detran de 1999 a 2006.

A reportagem também procurou os ex-diretores do Detran Cyro Vidal (até 1994) e Orlando Miranda Ferreira (1997-1999). Vidal disse que as “licitações vinham de muitos anos antes, desde a década de 1970”. Afirmou que, ao contrário do que disse a Promotoria, “o governo estadual autorizou isso na época”. “Evidente que o Estado mandou fazer, isso não tem a menor dúvida. Tudo foi feito de forma limpa, tudo foi enviado para a Secretaria de Segurança Pública, como sempre foi feito.”

Já Ferreira disse à reportagem não estar preocupado com essa ação na Justiça. “Tudo foi feito de forma legal e transparente no período em que fui diretor do Detran.” O empresário Miguel Colagiovanni afirmou que só vai manifestar-se após tomar conhecimento dos detalhes da ação. Cássio Paoletti, advogado do empresário Humberto Verre, disse o mesmo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

MENTIRA DE “BAMBI” QUE DETESTA MULHER…ALIÁS, A COMUNICAÇÃO DO SUPOSTO ATO OBSCENO FOI EFETUADA POR UM TENENTE DA PM, CONFORME O ÁRBITRO CONSTOU EM SÚMULA 27

São Paulo processa delegada que invadiu vestiário
Margareth teria entrado no local acompanhada de policiais e ameaçou seguranças

Do R7

O São Paulo entrou com uma representação criminal contra a delegada Margareth Barreto alegando que ela invadiu o vestiário do Tricolor após a partida contra o Palmeiras.

Segundo o clube, acompanhada de policiais, a delegada ameaçou seguranças do time, que tentaram impedi-la de entrar no vestiário do clube para falar com Renato Silva, que teria feito um gesto obsceno para a torcida do Alviverde.

O promotor Paulo Castilho, que estava no estádio acompanhado a partida, também entrou com uma representação contra a delegada, que o teria destratado. O Record Notícias, da TV Record, teve acesso à imagens que mostram Margareth conversando com dirigentes do São Paulo. Veja a reportagem no link abaixo:

http://esportes.r7.com/futebol/times/sao-paulo/area-publica/noticias/sao-paulo-processa-delegada-que-invadiu-vestiario-20101007.html

 

FAUSTÃO, SE COMO BATERISTA TU ATRAVESSAR TAL COMO COMENTARISTA NEM PRECISA EXPLICAR O MOTIVO DE AMARRAR O BURRO NA POLÍCIA…ONTEM ELOGIAVA; HOJE ESCULHAMBA!…AH, NÃO SOU MÚSICO, SOU ROCKONHEIRO; GRANDE FÃ DO MILTON BANANA ( pingão e camonheiro dos bão ) 77

PM/09/20 às 16:14 – FAUSTO SOUZA NASCIMENTO

Dr.Guerra,não é mais possível as coisas continuarem do jeito que estão.A corregedoria,coloco em letra minúscula,pq a mesma não tem a dimensão de uma verdadeira Corregedoria que busca a verdade formal e a mais importante delas a material,ínsita aos fatos que por raciocínio lógico e nos liames do absolutismo,não cabendo exceptio veritatis,sempre é a razão maior.Sendo certo que no caso da colega DOUTORA JOANA D’ARC,só por ilação não se pode prender,condenar e colocar na prisão.Cabe sim interpelação judicial do lamentável feito e danos morais segundo a melhor e remansada jurisprudência.A Corregedoria será chamada sim para informar muito bem ao Judiciário,o porquê da trama urdida e montada,tanto que,a Justiça mandou liberar a Doutora Delegada e a Perita no lamentável episódio.Aguardemos o desenrolar dos fatos futuros que advirão de tudo que se viu e ouviu.Dr.Guerra,obrigado pelo espaço aos valorosos Policiais Civis de SP.
PM/10/07 às 19:32
Sou convidado a me manifestar,o Delegado que se esconde também em alcunha,e não se mostra,é muito estranho para uma AUTORIDADE,o grifo é meu,eu na minha vida funcional,32 anos na carreira,sempre convivi com o respeito,disciplina e hierarquia,não para humilhar,mas é fundamental para qualquer instituição,o cerne da hierarquia,sob pena de tudo desaparecer.O colega parece que quer seguir a CARTILHA DO TAMBÉM COLEGA DOUTOR GUERRA,quanto pior melhor.A Doutora Maria Ignês tece comentários sérios,ajustados a uma ótica de elegância,respeito,educação,cultura sem verborragia desnecessária e prejudicial.Será que o colega que ficou incomodado com as minhas sinceras e honestas observações,acredido ser o cargo de DELEGADO DE POLÍCIA COMPATÍVEL COM A CONOTAÇÃO DE CARREIRA JURÍDICA,mereceremos ganhar um vencimento bom e interessante com as coisas do jeito que estão,mormente em nossa específica carreira.Quando eu leio e observo o comentário de que a condição de músico seria um fato desabonador,ou seja,desconfiar de policial que tb seja músico,é bem hilariante.A música traduz sensibilidade difícil de se encontrar no ambiente de natureza policial.A música é UM DOM DE DEUS DADO AOSS SEUS AMADOS FILHOS,vivi os anos dourados da nossa querida mpb,o meu instrumento é a bateria(Bossa nova,Samba e jazz),participei de várias jam sessions,sempre estou sendo convidado para tocar aqui e alí,música de qualidade de escol.O colega GUERRA,SE DIZ MÚSICO TAMBÉM,então o mesmo tem que ter a sensibilidade de impedir os comentários desairosos que só tem o condão de ofender e execrar a tudo e a todos.Em suma,a colega Maria Ignêz consegue divisar bem com a sua própria dimensão o rumo que as coisas estão tomando,e ainda falamos em ISONOMIA,fazendo comparações com outras instituições jurídicas,tais como MP,lá estes lamentáveis episódios não ocorrem,os PROMOTORES SE ADMIRAM RECÍPROCAMENTE,diferentemente do que ocorre na Instituição Policial,principalemnte em SP.Obrigado

 

 

DETRAN: ação civil pública proposta contra o ex-secretário-adjunto de Segurança Pública Luiz Antonio Alves de Souza, os ex-diretores do DETRAN Cyro Vidal Soares da Silva, Enos Beolchi Junior, Orlando Miranda Ferreira, José Francisco Leigo e Manoel Messias Barbosa 12

Promotoria propõe ação contra ex-diretores do DETRAN

A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital ajuizou ação civil pública (ACP) contra 15 pessoas, entre elas ex-delegados de polícia (diretores do DETRAN), e um ex-secretário adjunto da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, acusados de cometer atos de improbidade administrativa, ao delegar a terceiros serviços de lacração e emplacamento de veículos no Estado de São Paulo, com renúncia fiscal e prejuízo ao erário e aos cidadãos, no período entre 1994 e 2005. Também são réus na ação as seis empresas beneficias e seus sócios.

As irregularidades foram constatadas no Departamento de Trânsito (DETRAN), na concessão dos serviços de lacração e emplacamento de veículos a terceiros com renúncia do recolhimento da taxa devida, concessão que não poderia ter sido feita da maneira contratada, pois essas atividades fazem parte do Poder de Polícia de trânsito, sendo de responsabilidade dos órgãos e servidores da Administração Pública.

De acordo com a ação civil pública, o esquema teve início em 1993 com a assinatura de contratos embasados em licitações viciadas por ilegalidades. Ao término desses contratos, novos eram firmados, com as mesmas ilegalidades e sem licitação, quando os réus argumentavam emergência para evitar a descontinuidade dos serviços de fornecimento de lacração, argumento criado artificialmente pelas empresas, agentes públicos e empresários envolvidos na fraude.

As concessões foram todas feitas contrariando decisão de órgãos superiores, inclusive parecer emitido pela Assessoria Jurídica do Governador do Estado à época.

O promotor de Justiça Roberto Antonio de Almeida Costa pede na ACP a nulidade dos contratos, a condenação de todos os réus (agentes públicos, empresas e empresários) por prática de improbidade administrativa, e também que sejam condenados a ressarcir aos cofres públicos os danos causados, além da condenação em danos morais a ser revertido ao Fundo Estadual de Reparação dos Interesses Difusos Lesados.

A ação foi proposta contra o ex-secretário-adjunto de Segurança Pública Luiz Antonio Alves de Souza, os ex-diretores do DETRAN Cyro Vidal Soares da Silva, Enos Beolchi Junior, Orlando Miranda Ferreira, José Francisco Leigo e Manoel Messias Barbosa, as empresas Reprinco, Comepla, Cassa Verre, Huver, Queiroz & Souza Comércio de Placas Automotivas e Placasil, e seus representantes Egídio Boffa, Paulo Abaté, Miguel Sérgio Colagiovanni, Osvaldo Paulo Roberge Martins, Carlos Verre Neto, Humberto Verre, Wagner Luiz Terra Martins, Jasiel Queiroz de Souza e Ilídio de Almeida.

A ação civil foi distribuída no último dia 21 de setembro e tramita na 14ª Vara da Fazenda Pública – processo nº 053.10.034567-3, sendo-lhe atribuído o valor de alçada de R$ 363 milhões.

Segundo consta da petição inicial, as ilegalidades também foram reconhecidas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo e cessaram por interferência do secretário-adjunto Marcelo Martins de Oliveira. Há outro inquérito civil instaurado na Promotoria (MP 14.0695.0000425/10-3), no qual as circunstâncias do pregão 020/05 e a execução dos contratos firmados com as empresas Cordeiro Lopes e Centercystem, nas gestões dos delegados de Polícia e ex-diretores do DETRAN Ivaney Cayres de Souza e Ruy Estanislau Silveira Mello estão sendo apuradas, em razão de notícia de fraude à licitação em razão da relação espúria das empresas Cordeiro Lopes e Centercystem com suas antecessoras Casa Verre e Comepla, cujos proprietários são os mesmos, bem como superfaturamento perante o DETRAN, fatos diversos na origem e forma, que precisam ser apurados diante da esfera de atribuição dos referidos diretores do DETRAN.

http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/noticias/publicacao_noticias/2010/Outubro_10/Promotoria%20propõe%20ação%20contra%20ex-diretores%20do%20DETRAN

CARO CAPITÃO ANDERSON, QUANTO VOSSA SENHORIA GANHA A MAIS POR FORA DO HOLERITE? 35

PM/10/07 às 16:38 – CAPITÃO PM

Vejam: O PM e o Policial Civil ganham praticamente a mesma coisa do governo (no hollerith), ganham muito menos do que suas importâncias sociais, é claro!! O ideal seria aumento substancial nos salários dos ativos e inativos, porém somos mais de 140.000 e qualquer aumento traria efeitos “cascatas” que iriam ferir a Legislação a que se submete o Chefe do Executivo….Sejamos realistas!!!!! (O Delegado de Polícia, por exemplo, teria de ter seus vencimentos alçados aos colegas de outros Estados, pois sem dúvida o cargo é árduo e de enorme responsabilidade…não há dúvidas, ainda mais em SP!!!!! Mas hoje seria possível??)

Opinião sobre “Bolsa-Família” leva Estadão a demitir colunista Maria Rita Kehl…OBVIAMENTE A ORDEM PARA DEMISSÃO PARTIU DO MAIOR CLIENTE DO JORNAL O ESTADO…QUEM SERÁ? 4

Publicado em: 07/10/2010 12:32
 
Opinião sobre “Bolsa-Família” leva Estadão a demitir colunista Maria Rita KehlPor Paula Franco/Redação Portal IMPRENSA

*Atualizado às 13h36

Em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, do Terra Magazine, a psicanalista e colunista do jornal O Estado de S. Paulo Maria Rita Kehl confirmou sua demissão do veículo paulista. No último sábado (02), Maria havia escrito o artigo “Dois Pesos…”, que falava sobre a “desqualificação” dos votos dos pobres e elogiava o programa Bolsa-Família, gerando grande repercussão na internet.

A colunista informou que foi notificada sobre sua saída do Estadão na última quarta-feira (06), e que a situação iria contra a defesa de liberdade de expressão feita pelo jornal: “Como é que um jornal que está, que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém só porque a opinião da pessoa é diferente da sua?”

Segundo Maria, o motivo de sua demissão foi o fato de o jornal ter considerado o texto um “‘delito’ de opinião”: “O argumento é que eles estavam examinando o comportamento, as reações ao que escrevi e escrevia, e que, por causa da repercussão (na internet), a situação se tornou intolerável, insustentável, não me lembro bem que expressão usaram”, declarou.

A ex-colaboradora do Estadão disse, ainda, que a repercussão gerada pelo seu artigo mostrava que há uma discussão entre os leitores que gostaram ou não de seu texto: “Eu disse que a repercussão mostrava, revelava que, se tinha quem não gostasse do que escrevo, tinha também quem goste. Se tem leitores que são desfavoráveis, tem leitores que são a favor, o que é bom, saudável…”

Para ela, em um momento em que a imprensa crítica os ataques feitos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra os veículos de comunicação do país, o fato de ter sido demitida seria uma situação absurda: “É tudo tão absurdo… a imprensa que reclama, que alega ter o governo intenções de censura, de autoritarismo”, declarou a psicanalista, que disse não concordar com os rumores de ações concretas “para cercear a imprensa”.

“Por outro lado a imprensa que tem seus interesses econômicos, partidários, demite alguém, demite a mim, pelo que considera um “delito” de opinião”, criticou. Na entrevista, Maria disse acreditar que, devido período de eleições, a repercussão gerada pelo artigo tenha se agravado, “pois, pelo que eles me alegaram agora, já havia descontentamento com minhas análises, minhas opiniões políticas”.

A coluna da psicanalista era publicada aos sábados no caderno “C2+Música”. Um dos trechos do texto polêmico elogiava o fato de o Estadão ter assumido seu apoio ao presidenciável José Serra (PSDB) e falava sobre a briga pelo eleitorado: “Se o povão das chamadas classes D e E – os que vivem nos grotões perdidos do interior do Brasil – tivesse acesso à internet, talvez se revoltasse contra as inúmeras correntes de mensagens que desqualificam seus votos.”

Enquanto ainda não se confirmava a demissão da colunista, o caso foi um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta semana. O jornalista Xico Sá, que assina uma coluna na Folha de S.Paulo, escreveu em seu perfil no microblog: “Maria Rita Kehl seria a 1ª demissão da história por ter elogiado a atitude de 1 jornal.” Sá declarou, ainda, que a publicação exigia que ela não escrevesse sobre política, “só psicanálise”.

Ao Portal IMPRENSA, o diretor de conteúdo do Estadão, Ricardo Gandour, declarou: “O projeto original, no caderno “C2+Música”, é ter aos sábados um espaço para a psicanálise, mas não era o enfoque que se vinha praticando. Assim, iniciou-se com a autora uma discussão em torno de novos rumos para a coluna, inclusive com a substituição da colunista, o que é normal numa publicação.”

Gandour disse, ainda, que a repercussão do assunto na internet “precipitou a decisão, o que lamentamos”, e que em nenhum momento houve censura: “A hipótese de ‘censura’ é incabível. Todas as colunas foram integralmente publicadas, como sempre serão”, disse o diretor.