POLICIAIS CIVIS E MILITARES DE GUARULHOS CONDENADOS COMO INTEGRANTES DE MÁFIA DE JOGO 27

11/10/2010 – 07h29

11 policiais são condenados por explorar caça-níqueis em SP

JOW E ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

A Justiça condenou à prisão um grupo de 22 pessoas, 11 delas policiais civis e militares, acusadas de integrar a máfia que explorava máquinas caça-níqueis em Guarulhos (Grande São Paulo), segunda maior cidade paulista.

As penas de prisão foram aplicadas pelo juiz Clávio Kenji Adati, da 5ª Vara Criminal de Guarulhos, e variam de seis a 25 anos. Os réus podem recorrer.

A maior parte dos condenados está presa há um ano, quando o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público Estadual, e a Corregedoria da Polícia Civil fizeram uma operação contra o esquema.

Os policiais civis (oito) e militares (três, um deles da reserva) foram considerados culpados da acusação de cobrar propina para avisar donos de máquinas caça-níqueis sobre operações policiais em Guarulhos e, com isso, evitar apreensões e prejuízos ao jogo ilegal.

À época da chamada operação 11 de Setembro, que terminou com a prisão dos policiais acusados, em 2009, a Secretaria da Segurança Pública a tratou “como a maior operação da Corregedoria da Polícia Civil”.

A investigação sobre a máfia do jogo ilegal começou em dezembro de 2008, quando um montador de caça-níqueis resolveu denunciar o esquema por ter sido ameaçado de morte pelos donos das máquinas.

À Promotoria o montador apresentou uma radiografia detalhada sobre quem pagava e quem recebia propina para permitir o jogo ilegal.

A partir de endereços e telefones, escutas telefônicas autorizadas pela Justiça identificaram quem fazia parte da corrupção.

A estimativa de investigadores que atuaram contra a máfia dos caça-níqueis é que o esquema rendia aproximadamente R$ 150 mil semanais aos donos das cerca de 600 máquinas de Guarulhos.

POLICIAIS

Os policiais civis condenados são: Célio Ernesto Gatti (que teve a pena mais alta, 25 anos), José Orlando Souza, Marcos Viana Costa, Alex Estevam de Morais, Cleber de Castro, Antonio de Matos Tavares, Maurício Freitas Rocha e Carlos Roberto Ribeiro.

Os PMs: Ivaldo Batista da Silva (da reserva), o cabo Fabiano de Almeida Silva e Antonio César Correa.

Acusado de chefiar a máfia, Roberto de Assis Neto Filho foi condenado a 21 anos de prisão e está foragido.

Os advogados de defesa dos 11 policiais e de Neto Filho foram procurados pela reportagem ao longo de sábado e domingo, mas não foram localizados.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/812876-11-policiais-sao-condenados-por-explorar-caca-niqueis-em-sp.shtml

E O EX-SECCIONAL DE GUARULHOS JURANDIR CORREIA SANTANA? E OS TITULARES DOS DISTRITOS?

JOSÉ SERRA NÃO SAIU DO TROLOLÓ E PERDEU FEIO O DEBATE E O EMBATE 57

publicado em 11/10/2010, às 00h16:

Temas polêmicos marcam 1º debate do segundo turno entre presidenciáveis

Troca de acusações dominou embate entre Dilma e Serra na TV

Nelson Antoine/Agência Estado

Dilma e Serra trocaram farpas durante primeiro debate do segundo turno da corrida presidencial

 

 

Do R7

 

 

A troca de farpas entre os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), e o bate-boca em torno de temas polêmicos, marcaram o primeiro debate na TV do segundo turno da corrida eleitoral. Realizado na noite deste domingo (10), o embate também foi marcado pela comparação entre os governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

Temas como privatizações de empresas estatais, descriminalização do aborto e denúncias de corrupção foram recorrentes ao longo dos cinco blocos do debate, promovido pela Rede Bandeirantes.

POLÊMICA

 Logo no início do encontro, quando incitada a falar de suas prioridades para um eventual governo, a petista Dilma Rousseff aproveitou para mencionar alguns dos temas que são usados para criticar os 16 anos de gestões do PSDB em São Paulo. José Serra foi governador do Estado entre 2007 e março deste ano.

Ao direcionar sua primeira pergunta a Serra, Dilma cobrou o adversário por “calúnias e mentiras” que estariam sendo usadas para se referir a ela. A ex-ministra afirmou que a campanha rival estaria se valendo do “submundo” da política para tentar atingi-la. Um dos temas mencionados foi a insinuação de que ela e o PT seriam favoráveis à descriminalização do aborto.

Serra, na resposta, disse que também é vítima de ataques pessoais e citou blogs que, segundo ele, estão ligados à campanha da petista. Além disso, afirmou que os candidatos são responsáveis “pelo que pensam e falam” e lembrou as denúncias envolvendo a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.

Na réplica, Dilma lembrou que, após acusar sua campanha de estar por trás do caso de vazamento de dados fiscais na Receita Federal, Serra terá de responder na Justiça.

– Você precisa ter cuidado para não ter mil caras. O juiz denunciou, e hoje você é réu.

Ainda sobre a questão do aborto, Dilma afirmou que Serra foi quem regulamentou a prática do aborto no SUS (Sistema Único de Saúde), o que o tucano negou. Em determinado momento, a petista chegou a afirmar que foi alvo de “calúnias” por parte da mulher do tucano, Mônica Serra, que, segundo ela, teria dito que Dilma é “a favor da morte de criancinhas”.

– Isso é um absurdo!

Denúncias

Ao ser questionada sobre a criação do ministério da Segurança Pública, a petista aproveitou o tempo que lhe sobrou para lembrar que fica “indignada com a questão da Erenice”, e mencionou suspeitas de corrupção envolvendo um ex-assessor de Serra.

– É bom você lembrar, eu fico indignada com a questão da Erenice, mas você devia lembrar também o Paulo Vieira de Souza, seu assessor que fugiu com R$ 4 milhões.

Privatizações

Em diversos momentos, a candidata do PT afirmou que Serra omite que os tucanos são favoráveis à privatização das empresas estatais, citando a Petrobras como exemplo.

– Quando eu digo que o candidato Serra privatizou [quando foi ministro de Fernando Henrique Cardoso], é um fato histórico.

O tucano, por sua vez, negou a acusação e disse que a “questão da privatização volta sempre na época de eleição”.

Dilma também acusou Serra de ter suspendido programas na área da educação em São Paulo, quando governador, devido a supostas desavenças com Geraldo Alckmin (PSDB).

Já Serra rebateu afirmando que sua vida pública é “coerente” e aproveitando para atacar a adversária.

– Que coisa fenomenal. Ela fala, faz um monte de acusações e se põe como vítima.

Os eleitores voltam às urnas para escolher o presidente da República no próximo dia 31 de outubro.

PARTIDO DAS VERDES – MESMO COM OS EFEITOS DA TIRIRICA PRESIDENCIÁVEL – CONTINUA NANICO 21

CONGRESSO

“Onda verde” não amplia número de mandatos do PV nessa eleição

DE BRASÍLIA – Apesar dos quase 20 milhões de votos de Marina Silva (PV) na disputa pela Presidência, seu partido manteve o naniquismo.
Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 37 deputados estaduais do PV foram eleitos neste ano-em 2006, foram 34. Na Câmara Federal, subiu de 13 para 15 parlamentares verdes. Com a candidatura de Marina, o PV ainda perdeu seu único representante no Senado Federal.
Motivada pela candidatura nacional, a legenda lançou 1.400 candidatos no país -maior número entre todos os partidos. Para alguns dirigentes, o distanciamento entre a campanha de Marina e as dos demais candidatos contribuiu para o baixo desempenho.

ONDA VERDE E AMARELA

PT pede apuração da antecipação do feriado do Dia do Servidor em SP 12

09/10/2010 – 18h08

DE SÃO PAULO

O líder do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo, Antonio Mentor, enviou uma representação à Procuradoria Regional Eleitoral questionando a antecipação do feriado do Dia do Servidor Público.

Decisão do governo estadual, já publicada no “Diário Oficial”, o transferiu do dia 28 de outubro para o próximo dia 11

Na representação, Mentor afirma que o governador Alberto Goldman (PSDB) trata o caso com “casuísmo eleitoral e abuso de poder”.

O documento enviado ao Ministério Público cita reportagem da Folha do último dia 8, que afirma que a medida do governo de São Paulo “coincide com o apelo de tucanos preocupados com a possibilidade de que a data original do feriado estimulasse a evasão de eleitores do segundo turno das eleições presidenciais, que acontecerá no dia 31 de outubro, com Dilma Rousseff (PT) contra José Serra (PSDB)”.

Mentor argumenta que o Dia do Servidor, às vésperas do feriado de Finados e das eleições, iria permitir aos mais de 650 mil funcionários públicos do Estado até cinco dias de folga e possíveis viagens, o que aumentaria a abstenção eleitoral no segundo turno.

“Já houve antecipação do Dia do Servidor, mas nunca de tantos dias, a ponto de acontecer junto ao feriado de 12 de outubro”, diz o partido na representação.

Na verdade, em 2004 a antecipação foi quase idêntica. Naquele ano, José Serra (PSDB) foi candidato à Prefeitura de São Paulo.

A bancada do PT pede “apuração rigorosa de indícios de conduta de favorecimento de uma das candidaturas envolvidas no processo eleitoral”.

A maioria dos juízes e promotores brasileiros (78%) defende a descriminalização do aborto 9

Maioria dos promotores e juízes defende descriminalizar a prática

DE SÃO PAULO

A maioria dos juízes e promotores brasileiros (78%) defende que deveriam ser ampliadas as circunstâncias em que o aborto não é punido ou que a prática deveria deixar de ser considerada crime em qualquer situação.
Para mais de 80% deles, a interrupção da gravidez deveria ser liberada para casos de anencefalia e má-formação congênita grave.
Uma pequena parcela (9%) entende que o aborto deveria ser sempre proibido.
Dados do “Center for Reproductive Rights” mostram que em 56 países, que representam 39,2% da população mundial, o aborto é permitido sem restrição até 12ª ou 14ª semana gestacional.
O Brasil está incluído em um pequeno grupo de países em que o aborto é ilegal e só permitido em circunstâncias muito específicas -quando a vida da mulher está em jogo ou em caso de estupro.
Para o juiz João Ricardo dos Santos Costa, vice-presidente de direitos humanos da AMB, a posição amplamente favorável dos magistrados quanto à ampliação dos permissivos legais para o aborto reflete uma consciência de que o assunto é uma questão de saúde pública.

MORTALIDADE MATERNA
Relatório lançado pelo Ministério da Saúde em 2009 mostra que, a partir dos anos 1990, o aborto induzido se manteve entre a 3ª e a 4ª causa de mortalidade materna em várias capitais do país.
Todo ano o SUS registra 238 mil internações por problemas decorrentes de abortos feitos em más condições.
“Temos que mudar a legislação, mas a religião ofusca a racionalidade que deve pautar esse debate. O Estado brasileiro é laico, e o legislador tem que entender isso.”
Para ele, todo debate que está havendo reflete bem a dificuldade que os movimentos terão para tentar mudar a legislação brasileira.
Nos casos de anencefalia, Costa diz que o estudo refletiu a posição de muitos juízes, que vêm concedendo autorizações para o aborto. Mas ele admite que ainda há vários pedidos indeferidos.
“Pela ótica da mulher, é uma violência sonegar o direito de tirar um cadáver da barriga. Cientificamente, o anencéfalo não tem vida.”
Para a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), o feto anencéfalo é um ser humano, e o sofrimento da mãe “não justifica nem autoriza o sacrifício da vida do filho”. (CC )

Ao se confrontar com uma gravidez indesejada, a maioria dos juízes de direito opta pelo aborto, revela uma pesquisa da Unicamp 7

Juizes optam por aborto diante de gravidez indesejada, aponta estudo

De 207 entrevistados que tiveram parceiras que engravidaram “sem querer”, 79,2% abortaram

Pesquisa da Unicamp junto com a AMB é a primeira a retratar a opinião pessoal dos que operam a lei brasileira

CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO

Ao se confrontar com uma gravidez indesejada, a maioria dos juízes opta pelo aborto, revela uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) em parceria com a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros).
As informações constam de um levantamento maior, que investigou o que pensam os magistrados e promotores sobre a legislação brasileira e as circunstâncias em que o aborto provocado deveria ser permitido no país.
Entre os 1.148 juízes que responderam a questionários enviados pelos Correios, 207 (19,8%) relataram que já tiveram parceiras que engravidaram “sem querer”. Nessa situação, 79,2% abortaram.
Das 345 juízas que participaram do estudo, 15% disseram que já tiveram gravidezes indesejadas. Dessas, 74% optaram pelo aborto.
Apesar de não representar a opinião da maioria dos magistrados (só 14% deles participaram da pesquisa), o trabalho é o primeiro a retratar a opinião pessoal daqueles que operam as leis sobre o aborto, tema que ganhou força no debate eleitoral.
Os números refletem o que outras pesquisas populacionais já constataram: diante de uma experiência pessoal com a gravidez indesejada, grande parte das pessoas, mesmo as que seguem alguma religião, entende que a situação justifica o aborto.

MORAL
Na avaliação da antropóloga Debora Diniz, professora da Universidade de Brasília, o dado revela uma questão básica sobre temas moralmente sensíveis: uma coisa é como as pessoas agem e conduzem suas vidas, a outra é o que elas consideram moralmente correto responder sobre o tema.
“Aos 40 anos, uma em cada cinco mulheres já fez aborto no Brasil. Se perguntássemos a essas mesmas mulheres se elas são favoráveis ao aborto, a resposta seria incrivelmente diferente e contrária ao aborto”, afirma Diniz, também pesquisadora da Anis (Instituto de Bioética Direitos Humanos e Gênero).
Incoerência? Para a antropóloga, não. Ela explica que temas com forte regulação moral, em particular pelas religiões, geram uma expectativa nas pessoas de haver respostas “corretas”, que indicariam que elas são “pessoas boas”.
“Cria-se uma falsa expectativa de julgamento moral do indivíduo. Por isso, um plebiscito sobre aborto é algo desastroso. As mulheres abortam, seus companheiros as ajudam e as apoiam, mas ambos serão contrários à legalização do aborto.”
Hipocrisia? Na opinião do juiz João Ricardo dos Santos Costa, vice-presidente de direitos humanos da AMB, sim. “A sociedade é hipócrita e individualista. Não conseguimos nos colocar na condição do outro.”
Ele provoca. “Até padres quando se veem em uma situação em que suas parceiras engravidam optam pelo aborto para manter a sua integridade religiosa [permanecer na igreja]. Os juízes são como todas as pessoas. Têm suas vivências e cargas de preconceitos”, diz ele.
A pesquisa com os magistrados e promotores, publicada na “Revista de Saúde Pública”, se baseou em questionários enviados a 11.286 juízes e 13.592 promotores, por meio das associações que representam as categorias. A taxa de resposta entre os juízes foi de 14%, e entre os promotores, de 20%.

MÉDICOS
Seis anos atrás, o médico Anibal Faúndes, professor aposentado da Unicamp e coordenador do estudo com os magistrados e promotores, coordenou uma outra pesquisa com seus colegas de profissão, os ginecologistas e obstetras. Um total de 4.261 profissionais responderam a questionários enviados pela federação que representa a categoria (Febrasgo).
Um quarto das médicas e um terço dos médicos relataram já ter enfrentado uma gravidez indesejada.
A maioria (80%) optou pelo aborto. Mesmo entre os profissionais para os quais a religião era muito importante, 70% escolheram interromper a gravidez.
Quando a questão era a gestação indesejada de uma paciente, 40% dos médicos disseram já terem ajudado a mulher (indicando profissionais que faziam o aborto). A taxa subiu para 48% quando se tratava de um familiar e de quase 80% quando se tratava da sua parceira.
“As mais profundas convicções se rendem frente a circunstâncias absolutamente excepcionais. Todos somos contra o aborto, mas há situações em que ele é um mal menor”, diz Faúndes.

A Band realiza na noite deste domingo, a partir das 22h, o primeiro debate entre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial 13

Domingo, 10 de outubro de 2010

Band promove o 1º debate no 2º turno entre Dilma e Serra

 

Fotos: Rodrigo Coca/Foto Arena/AE e Roberto Stuckert Filho Zoom Dilma Rousseff, do PT, e José Serra (PSDB), enfrentam-se no primeiro debate do segundo turno Dilma Rousseff, do PT, e José Serra (PSDB), enfrentam-se no primeiro debate do segundo turno

Da Redação

brasil@eband.com.br

A Band realiza na noite deste domingo, a partir das 22h, o primeiro debate entre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) terão cinco blocos para discutir suas propostas.

No primeiro bloco do encontro, os candidatos responderão à mesma pergunta, em ordem definida por sorteio. Eles terão dois minutos.

Em seguida, ainda na primeira parte do debate, Dilma e Serra farão uma pergunta cada, com as questões sendo elaboradas em um minuto e respondidas em dois. Os candidatos terão também direito a réplica e tréplica de dois minutos.

O segundo bloco segue com as perguntas de candidato para candidato. O tucano e a petista poderão elaborar mais duas questões cada, seguindo os tempos estabelecidos na segunda parte do primeiro bloco.

A mesma estrutura (candidato pergunta para candidato) será adotada na terceira e quarta partes do programa. No quinto bloco, Dilma e Serra terão três minutos para fazer suas considerações finais, por ordem de sorteio.

O debate será transmitido ao vivo pela Band, pela Band News FM, pela Rádio Bandeirantes (AM e FM) e pelo eBand.

Primeiro debate

Durante a primeira semana de campanha do segundo turno, os candidatos comentaram a importância do debate promovido pela Band.

Dilma Rousseff ressaltou que o encontro vai servir para “mostrar as diferenças entre os concorrentes” e disse que os eleitores podem esperar uma discussão de “alto nível” e “extremamente esclarecedora”.

“A gente deve aproveitar o debate do segundo turno para ajudar a gerar um Brasil com valores claros”, comentou José Serra. Ele ainda comemorou a oportunidade de contar com mais tempo para discutir seu projeto de governo.

Redator: Samanta Dias

Arquiteto Oscar Niemeyer declara apoio: Dilma “representa” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que segundo ele “pela primeira vez deixou o povo brasileiro sorrir um pouco” 12

Arquiteto Oscar Niemeyer declara apoio a Dilma
09 de outubro de 2010 16h48 atualizado às 17h13 

Mesmo aos 102 anos, o arquiteto Oscar Niemeyer mantém-se ativo tanto na arquitetura como na vida política. Em vídeo divulgado neste sábado (9)declarou seu apoio à candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff.

Niemeyer argumentou que Dilma “representa” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que segundo ele “pela primeira vez deixou o povo brasileiro sorrir um pouco”.

No primeiro turno das eleições, realizada no domingo passado, a petista foi obteve 46,91% dos votos, contra 32,61% de José Serra (PSDB), mas não alcançou a maioria necessária para evitar o segundo turno, que será realizado no próximo dia 31.

O GOLPE TUCANO NO DETRAN…A FACÇÃO POLÍTICA QUE DESDE O GOVERNO FRANCO MONTORO SE LOCUPLETA COM “MÃO DE GATO”, COM A MÃO DO MP, CONSOLIDARÁ A TOTAL PRIVATIZAÇÃO DO ÓRGÃO ESTADUAL DE TRÂNSITO…O MELHOR DA TRAMA MAFIOSA: AS FRAUDES DURANTE OS GOVERNOS ALCKMIN E JOSÉ SERRA JAMAIS SERÃO “VERDADEIRAMENTE” APURADAS 9

Ex-diretor diz que contratos tinham o aval do governo

DE SÃO PAULO

O ex-diretor do Detran paulista Cyro Vidal, responsável pela terceirização dos serviços emplacamento em 1994, diz não ter havido irregularidades pois a operação foi autorizada pelo governo.
O parecer apresentado pelo Promotoria, segundo ele, é apenas uma parte do processo. “Ele [Ministério Público] está absolutamente equivocado”, afirma o ex-diretor.
Vidal diz que, na época, apenas regularizou a prática de terceirizar o serviço, algo que ocorria desde anos 1960.
Essa regularização, segundo o ex-diretor, ocorreu por meio de licitação pública realizada de forma “transparente”. Vidal nega ter ligação com uma das empresas contratadas, como cita a ação.
Na opinião do ex-diretor, essa ação apresentada agora -cerca de 16 anos depois- é apenas um argumento do governo para tirar o Detran da pasta da Segurança. “Estão procurando pelo em ovo.”
Já o ex-secretário adjunto Luiz Antonio Alves de Souza diz que o Ministério Público comete grande injustiça ao citá-lo na ação, assim como o ex-diretor Enos Beolchi.
“Eu não sei exatamente do que se trata. Tomarei conhecimento quando for citado, mas se foi proposta do dr. Enos eu prestigiei porque nunca vi ele propor algo que fosse absolutamente legal.”
Esse ex-diretor, segundo a Promotoria, teria consultado o então secretário sobre a prorrogação de contratos irregulares. A Folha não conseguiu contato na noite de ontem com os outros citados nem com as empresas.

JOSÉ SERRA É UM MANIQUEU…ADOTANDO O ESTILO AUTORITÁRIO E BÉLICO QUE MARCOU FERNANDO COLLOR DE MELLO FAZ DIVISÃO DOS BRASILEIROS EM “OS DE BEM” e “OS DO MAL”…OS DECENTES; OS INDECENTES 4

Os brasileiros “de bem” votarão nele; os brasileiros “do mal” votarão na apadrinhada do Lula.

Eu prefiro dividir os candidatos: Dilma é insossa; José Serra se mostra nauseabundo.

http://www.rodrigovianna.com.br/plenos-poderes/aiatola-serra-vai-apedrejar-a-soninha.html