JOSÉ SERRA REPRESENTA O AUMENTO VERTIGINOSO DAS INJUSTIÇAS, DA EXCLUSÃO E DA FOME 2

De acordo com uma das estrelas da campanha de Marina, o teólogo Leonardo Boff, há dois projetos em ação:

“Um que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. José Serra representa esse ideário.

O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Ora, o governo Lula produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistidas em nossa história”. Na visão de Boff, Dilma representa exatamente o aprofundamento e a continuidade deste projeto.

O “MIL-CARAS” , O PARTIDO DAS VERDES E O “LULA DE SAIAS” 1

EDITORIAL

“A caça a Marina”

Carlos José Marques, diretor editorial

Marina Silva, a presidenciável surpresa desta eleição, passou a alvo de cobiça dos adversários Serra e Dilma. De uma hora para outra Serra virou ambientalista aguerrido.Dilma, a colega ministerial de longa data. Marina tem princípios, projetos e propostas que deixou claros durante sua campanha. Marina quer se movimentar para um lado ou para o outro de acordo com o conteúdo programático a ser apresentado a ela. Nesse aspecto, o desenho de suas propostas se distancia principalmente do esboço imaginado por Serra. Exemplo: a de uma maior intervenção sobre o Banco Central, que “deve estar em sintonia com a Fazenda”, segundo ele prega – e que vai de encontro ao BC independente desejado por Marina. Antes do segundo turno, Marina não estava na régua de Serra. “Se eu fosse usar a minha régua, eu diria que você e a Dilma têm muito mais coisas parecidas do que qualquer outro candidato aqui”, assinalou Serra no último debate global. Em um contorcionismo tortuoso, ele agora se esforça para mostrar identidade com quem antes menosprezava. Puro casuísmo. Nesse quadro, a neutralidade aventada por Marina soa estranha e não vai funcionar na prática dada a predisposição dos verdes por uma aliança com os tucanos. Marina pode não oferecer apoio aberto a ninguém, mas nada evita que Serra, caso conquiste o aval do PV, diga em palanque e no seu programa que “o partido da Marina” o apoia. Várias das cabeças do PV são egressas da linha operacional do PSDB. Muitas delas acenaram alegre e rapidamente com a adesão.

O partido também já entabulou negociações fisiológicas de troca de ministérios (seriam quatro) pelo apoio, no velho e surrado balcão de negócios eleitoreiros – que nada tem a ver com os princípios éticos pensados por Marina. A candidata repudiou, irritada, a manobra. Mas dia a dia se aperta o cerco sobre sua escolha. A opção natural deveria levá-la de volta à origem política e de plataforma na qual foi moldada e com a qual mais se identifica. Todos dizem: Marina é – ideológica e historicamente pela trajetória – o “Lula de saias”. Poderia ter sido ela mesma a candidata do presidente, dado o fervor com o qual abraça bandeiras sociais do tipo Bolsa Família, prestes a evoluir nos planos de Dilma para “Bolsa Básica da Cidadania”. Marina, acalentando essa natural sintonia com Lula, sabe que qualquer direcionamento de voto em confronto com as pregações petistas trairia sua própria natureza. Não há no seu íntimo a dúvida. O impulso de uma decisão, a ser tomada até o dia 17, segundo pretensões partidárias, não contempla de qualquer maneira a certeza de que os quase 20 milhões de votos seguirão ao pé da letra a orientação da líder. No balaio de eleitores que se uniram para ungir Marina como a melhor opção mistura-se o voto dos inconformados – cativados pela onda oportunista de denúncias e boatos –, o dos jovens engajados atrás de um estandarte sustentável para chamar de seu e o de religiosos conservadores contaminados nas últimas semanas pelo ruído de uma falsa pregação pró-aborto. Marina está na cabeça de muitos, mas deveria seguir o instinto que a embala no berço partidário no qual se criou.

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ESPECIAIS

Para onde vai Marina?

Entre a pressão de partidários do PV, que querem apoiar o PSDB em troca de cargos, e a origem de sua formação política, Marina tem ainda uma grande decisão a tomar nesta eleição

 

Ao repudiar de forma preventiva a proposta de quatro ou cinco ministérios que os tucanos ofereceram ao Partido Verde (PV), a senadora Marina Silva não só rejeitou o fisiologismo como também mostrou o caminho que vai tomar daqui para a frente. Será o caminho da coerência com tudo que ela apresentou aos eleitores durante sua campanha à Presidência. “Quem estiver oferecendo cargo não entendeu nada do que as urnas disseram”, advertiu a senadora. A sinalização poderá representar ainda mais. Se Marina decidir manter coerência também com sua trajetória política, naturalmente estará muito mais próxima do pensamento do governo Lula do que dos tucanos. Até mesmo analistas internacionais já anotaram esse possível desfecho. O jornal “Le Figaro”, por exemplo, porta-voz da direita francesa, ressaltou durante a semana que a tendência natural será a aproximação de Marina com o PT. “A maioria dos dirigentes do Partido Verde apoiaria José Serra, em nome das alianças regionais costuradas entre os dois partidos. Mas um tal gesto de Marina seria julgado como uma traição à esquerda”, ressaltou o conservador “Le Figaro”. Seria também uma traição às origens políticas da senadora.

Marina já demonstrou que não pretende ficar refém dos interesses do PV. Dentro do partido, as críticas da senadora ao voraz apetite verde por cargos provocou reações. O comando do partido, de olho em prováveis empregos, chegou a ameaçar, na quinta-feira 7, com uma rebelião. Num encontro convocado às pressas, cerca de 20 membros da cúpula do PV se declararam desrespeitados por Marina e começaram a discutir estratégias para apoiar Serra de qualquer jeito. A ação dos dirigentes do PV acaba, porém, fechando as portas da neutralidade para Marina. A partir de agora, não se posicionar no segundo turno significaria, na prática, corroborar a adesão fisiológica do partido aos tucanos. No entanto, Marina sabe que dos 20 milhões de votos que recebeu das urnas, certamente não mais de 4% são atribuídos à influência do PV, que elegeu apenas 15 deputados federais. Levando isso em conta, ela não está disposta a se submeter a uma minoria depois do enorme sucesso eleitoral conquistado.

Na contramão do PV, Marina já enumerou também suas prioridades que, não por acaso, se aproximam das que são defendidas por Dilma Rousseff. Um exemplo é a questão que envolve a independência do Banco Central (BC). Enquanto o tucano José Serra fala em subordinar o BC ao ministro da Fazenda, Marina, já na campanha, adotou uma linha mais liberal, defendendo a autonomia da instituição. Outras questões de fundo aproximam Marina das bandeiras do PT, seu antigo partido. A senadora não cansou de ressaltar, mesmo quando ainda participava do embate eleitoral, que o governo Lula foi o que mais criou políticas públicas voltadas para a erradicação da miséria e a sustentabilidade socioambiental. Reconhece ainda que à frente do Ministério do Meio Ambiente teve apoio do presidente para reduzir o desmatamento da Amazônia e aumentar as áreas de preservação ambiental. Com o apoio de Lula, Marina levou ao Conselho Monetário Nacional a resolução que vincula critérios de sustentabilidade à liberação de recursos ao agronegócio. “A Marina participou dos dois programas de governo do PT, em 2002 e 2006, e o partido conservou os núcleos de meio ambiente que ela alimentava”, disse à ISTOÉ o coordenador de políticas públicas do Greenpeace, Nilo D’Ávila. “Suas ideias não são novas no PT e poderão ser mais rapidamente executadas num governo Dilma.” Assim, D’Ávila considera natural a aliança da senadora com a ex-ministra da Casa Civil.

Não faltam sinais sobre o rumo que Marina pretende tomar. No discurso em que comemorou seu sensacional desempenho nas urnas, ela se emocionou quando se referiu ao PT, partido que ajudou a fundar. Marina também sempre fez questão de deixar clara sua admiração pelo presidente. “Lula foi e ainda é inspiração para mim. Eventuais desencontros jamais irão suprimir o encontro de construção dos sonhos”, afirmou, durante a campanha. A senadora só deixou o governo Lula e o PT por desentendimentos na política ambiental, mas ninguém duvida que poderá voltar a suas raízes. “Pelo histórico do governo Lula, Dilma é que tem mais condições de adotar um projeto ambiental semelhante ao que Marina defende”, diz um dirigente da ONG WWF Brasil.

Ambientalistas amigos de Marina também são taxativos ao repelir o atrelamento da política tucana aos líderes ruralistas do DEM. Até mesmo Serra, num momento de irritação com a senadora do Acre, cometeu um ato falho, que demonstra seu distanciamento de Marina. No último debate da Rede Globo, diante da cobrança para que fizesse uma autocrítica sobre o programa Bolsa Família, deu uma resposta ríspida, sem direito a recuo: “Marina, não use sua régua para medir os outros. Se eu fosse usar minha régua, diria que você e a Dilma têm muito mais coisas parecidas do que qualquer outro candidato aqui.” Depois dessa declaração, Serra iniciou uma série de contorcionismos verbais para atrair a senadora no segundo turno. Os apelos ao cartorial PV, que cede sua legenda sem cobrar fidelidade a seus princípios, foram o ponto alto dessa tentativa. Serra não contava que Marina acusaria a proposta de indecente.

De acordo com uma das estrelas da campanha de Marina, o teólogo Leonardo Boff, há dois projetos em ação: “Um que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. José Serra representa esse ideário. O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Ora, o governo Lula produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres nunca assistidas em nossa história”. Na visão de Boff, Dilma representa exatamente o aprofundamento e a continuidade deste projeto.

Apesar do alvoroço da cúpula partidária, há um movimento no PV para organizar um grupo de 80 pessoas, entre militantes e personalidades convidadas, para debater pontos programáticos para levar aos dois candidatos que disputam o segundo turno. “Não vamos fazer exigências que não possam ser negociadas. Vamos discutir uma economia verde de baixo carbono, uma abordagem realista para a educação, saúde, segurança e colocar a sustentabilidade socioambiental na mesa”, disse Alfredo Sirkis (PV-RJ) à ISTOÉ. Mais objetivo, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, adiantou-se às negociações e elaborou uma proposta a ser apresentada a Marina. Nela, o PT trata de mudanças no Código Florestal, cria mecanismos de proteção dos direitos econômicos dos povos da floresta e defende uma reforma tributária verde. “Marina aceitou sentar para conversar, mas só depois de consultar sua base e as instâncias do PV. Vamos respeitar o tempo de decisão da senadora”, afirmou Dutra.

APAGÃO NO SISTEMA DO “BANESER TUCANO” INTERROMPE REGISTRO DE BOLETINS DE OCORRÊNCIA 8

 

Pane interrompe registro de boletins de ocorrência

O serviço ficou fora do ar das 9h às 17h15

 

11/10/2010 – 10:18

EPTV

 

 

 Uma pane no sistema de comunicação da Polícia Civil impediu o registro de boletins de ocorrências nas delegacias paulistas, neste domingo (10). Em Ribeirão Preto, o sistema ficou fora do ar das 9h às 17h15, segundo informações do Plantão Policial.

O problema começou após manutenção no servidor Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), em São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, durante a pane, o movimento nos dois plantões de Ribeirão Preto foi calmo.

http://eptv.globo.com/noticias/NOT,0,0,319083,Pane+interrompe+registro+de+boletins+de+ocorrencia.aspx

LISBOA: POLICIAL CIVIL DE SP PRESO COM TONELADA DE COCAÍNA 27

CORREIO DA MANHÃ

Lisboa: Mais quatro empresários foram apanhados pela Judiciária

Polícia preso com tonelada de ‘coca’

O agente da Polícia Civil de São Paulo, no Brasil, conhecia bem os passos das autoridades portuguesas e, por isso, era fundamental para a rede criminosa. No passado fim-de-semana, juntamente com mais quatro empresários, conseguiu trazer para Portugal quase duas toneladas de cocaína. O valor do produto, em elevado estado de pureza, ascende a cerca de 20 milhões de euros. Apesar de mostrarem ser profissionais, não escaparam à Polícia Judiciária, que os deteve. Já estão na cadeia.

Por:Magali Pinto

 

O grupo fez entrar a droga – proveniente da Colômbia – através do porto de Leixões. Foram seguidos até um armazém no Montijo, de onde a droga seguiria para Espanha, onde era vendida para países de toda a Europa. O esquema incluiu a criação de duas empresas: uma de fabrico de gesso e outra de transporte de mercadorias, destinada a receber a droga, que chegou dissimulada em placas de gesso.

“Começámos a investigação logo após a criação das empresas. Só um dos detidos estava a viver em Portugal. O investigador brasileiro aproveitou para trazer a mulher e dizer que estava a passar férias em Portugal”, referiu Ricardo Macedo, coordenador da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ. O líder, um empresário de 49 anos, também foi preso. Foram ainda apreendidos trinta mil euros.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/policia-preso-com-tonelada-de-coca

Google contesta decisão que manda retirar do ar vídeo do YouTube Resposta

Google contesta decisão que manda retirar do ar vídeo do YouTube

A Google Brasil Internet Ltda. ajuizou Reclamação (RCL 10757) no Supremo Tribunal Federal (STF), para contestar decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, que determinou a retirada do ar de um vídeo postado no YouTube que fazia referência a um candidato a senador às eleições 2010.

Fonte | Sumpremo Tribunal Federal – Segunda Feira, 11 de Outubro de 2010

 A Google Brasil Internet Ltda. ajuizou Reclamação (RCL 10757) no Supremo Tribunal Federal (STF), para contestar decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, que determinou a retirada do ar de um vídeo postado no YouTube que fazia referência a um candidato a senador às eleições 2010. A decisão mandava, ainda, que fossem fornecidos os dados do usuário responsável pelo vídeo.

Segundo a empresa, a decisão da corte eleitoral, tomada no dia 25 de agosto último, se baseou no artigo 45, incisos II e III, da Lei 9.504/97 – a chamada Lei das Eleições. Contudo, explica o advogado, esse dispositivo foi suspenso dois dias depois por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao analisar pedido de liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4451, no dia 27, diz o advogado, o ministro Ayres Britto suspendeu a vigência desses dispositivos.

“Diante da suspensão da eficácia dos dispositivos legais que embasaram a concessão da liminar, entende a Google que mesmo que os representantes forneçam a exata URL acerca do vídeo em comento, não deve a empresa removê-lo”, sustenta o advogado. Para a empresa, não existe mais ilegalidade, “e desaparecendo a ilegalidade, não existe mais razão para a determinada remoção”.

Além disso, sustenta a empresa, “há que se considerar que a Constituição Federal, em seus artigos 5º, IV e XIV, e 220, prevê que a liberdade de manifestação de pensamento é um bem jurídico superior, não devendo o Poder Público se impor sobre conteúdos virtuais criados por usuários para debate político, sejam blogs, redes sociais, fóruns de discussão ou vídeos por eles postados”.

OS NÚMEROS NÃO MENTEM: O CUSTO SOCIAL DO PLANO REAL – MANIPULADO PARA ATENDER A INSANIDADE DO TIME DE FHC E SERRA – JAMAIS SERÁ QUITADO…DESEMPREGARAM, DESGRAÇARAM E MATARAM MILHARES DE BRASILEIROS… 2

Jornal do Brasil

, 15/7/2003  

Plano Real, o que restou?

Luiz Fernando de Paula

Economista

 

O Real foi bem sucedido?

 Do ponto de vista estrito da estabilidade de preços, a resposta é positiva.

O Brasil saiu definitivamente de um regime de alta inflação (com inflação que chegou a ultrapassar

os 1.000% anuais!), para um ambiente de baixa inflação, em que pese o recente repique

inflacionário. Contudo, se analisado do ponto de vista da estabilidade macroeconômica, que se

relaciona a capacidade de crescer de forma sustentada acompanhada de estabilidade financeira, a

resposta é negativa.

Os números não mentem: o PIB, depois de um crescimento de mais de 4,0% em 1994/95, teve um

crescimento médio ao redor de 2,0% em 1996/2002, a relação dívida externa/PIB passou de 27,3%

do PIB em 1994 para mais de 39% a partir de 1999, a relação dívida pública/PIB cresceu de 30,4%

em 1994 para 41,7% em 1997, alcançando 57,4% em 2002. Concomitantemente, a taxa de

desemprego, que diminuiu rapidamente no início do Plano Real, de 9,0% em julho/94 para 7,8% em

dezembro/94, passou a oscilar a partir de então, atingindo seu pico recentemente, em abril de 2003

(13,6%), no que veio acompanhada por uma queda no salário real da indústria.

Fica, então, evidente que os ganhos obtidos no início do Plano Real, em termos de crescimento do

produto, emprego, salário etc., foram mais do que compensados pelos resultados negativos do

período subsequente. Por outro lado, os desequilíbrios macroeconômicos, em termos gerais, foram

ampliados, naquilo que ficou conhecido como ”herança maldita do governo FHC”.

As mudanças efetuadas na política econômica em 1999, com a adoção de um regime de taxas

flutuantes de câmbio e de um regime de metas de inflação, não resultaram em melhorias

significativas nas variáveis macroeconômicas. Por exemplo, esperava-se que a adoção de um regime

de taxas de câmbio flexíveis tornasse possível uma redução significativa da taxa de juros,

permitindo a economia brasileira crescer a um ritmo igual à taxa potencial de crescimento, estimada

em torno de 4,5 % ao ano.

Com efeito, depois do acentuado aumento nas taxas nominais de juros no período das crises

externas, quando chegou a alcançar mais de 40% a.a., a taxa nominal de juros de curto prazo

declinou a partir de abril de 1999, atingindo cerca de 15% a.a. no início de 2001, mas voltando a

crescer no decorrer de 2001/03, chegando a alcançar mais de 25% a partir de janeiro de 2003

http://www.ie.ufrj.br/moeda/pdfs/plano_real_o_que_restou.pdf

NÃO SEI QUEM É PAULO PRETO…NUNCA OUVI FALAR, DIZ JOSÉ SERRA 2

“Não sei quem é Paulo Preto; é um factóide”, diz Serra em GO
11 de outubro de 2010

O tucano paulista disse que ficou surpreendido com a atitude de Dilma no debate da Band. Foto: Cristiano Borges/Futura PressO tucano paulista disse que ficou surpreendido com a atitude de Dilma no debate da Band
Foto: Cristiano Borges/Futura Press

Direto de Goiânia

O candidato à presidência pelo PSDB, José Serra, disse na tarde desta segunda-feira (11), em Goiânia, que desconhece Paulo Vieira de Souza, ex-diretor do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) na gestão tucana em São Paulo (conhecido como Paulo Preto), que teria sumido com R$ 4 milhões de campanha eleitoral – questionamento feito pela candidata petista Dilma Rousseff neste domingo (10) em debate promovido pela Rede Bandeirantes .

“Eu não sei quem é o Paulo Preto. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês (imprensa) fiquem perguntando”. Serra disse ainda que não iria gastar horas de um debate nacional discutindo “bobagens”.

Durante entrevista, após uma caminhada pelas ruas do centro de Goiânia, Serra afirmou que ficou surpreendido com a atitude agressiva de sua adversária no debate. Serra lamentou a postura agressiva da petista no debate. “Campanha eleitoral é para discutir propostas, é para comparar os candidatos para eles apresentarem o que fizeram, o que vão fazer. Esse é o lado melhor da campanha eleitoral e não atacar reiteradamente a família de candidato”, acusou.

Porém, mais tarde, no aeroporto da capital goiana, comentou que o tom de Dilma era uma das hipóteses que o PSDB esperava. “Ela foi treinada para dar declarações durante o debate”, disse. Contudo, ele contestou que a candidata tenha pautado o encontro. “Eu teria feito um debate mais dentro de propostas, mas a gente está aí para o que vier”.

Serra ainda comentou sobre a insistência de Dilma em falar sobre as privatizações realizadas pelos governos tucanos. Segundo ele, o PT trouxe o tema porque é um momento eleitoral. “Eles são o partido mais privatizante do País”.

Na caminhada, críticas ao governo Lula

Durante o discurso em cima de um carro de som, no evento em Goiânia, Serra criticou indiretamente o governo Lula e afirmou acreditar que o PSDB vai fazer um governo de união e conseguirá governar com maioria.

Serra lembrou que respeita os poderes. “Não vou querer mandar no Senado e nem na Câmara. Eu prezo a independência dos poderes”, disse, afirmando que os parlamentares são “homens de diálogo”. Serra ainda mostrou otimismo de que, se eleito presidente, poderá alcançar um governo forte em sua sustentação. “Nós vamos conseguir governar com maioria no Congresso, estejam certos disso”, disse.

O tucano afirmou que tem muita confiança e esperança de que pode fazer no Brasil um governo de união de todas as regiões. “Não vamos dividir o Brasil, uma região contra a outra, como foi feito no caso do pré-sal”, disse. Serra também defendeu que o diálogo entre situação e oposição no Brasil seja mais equilibrado. “Para mim adversário não é inimigo. A oposição deve ser respeitada, ela faz parte da democracia”, disse, cobrando “civilidade” no trato da oposição no Brasil. “Presidente, governador, prefeito, têm que saber como se comportar na eleição”, alfinetou.

Serra garantiu que não vai alterar nada no país que esteja funcionando. “Eu vou mobilizar tudo aquilo que eu aprendi na vida, para aplicar na presidência da República, fazer todo o empenho para governar bem o país, para ter uma economia forte, para recuperar saúde, segurança e educação. E para que o Brasil ande para adiante”, disse. “Tudo aquilo que deve ser aproveitado, que eu encontrar será mantido e reforçado, aquilo que não estiver bom nós vamos corrigir”, ainda disse, garantindo, por exemplo, que vai fortalecer estatais, que estão enfraquecidas pela “privatização política”, e citou os Correios. José Serra disse ainda que o atual governo não reconhece o que os anteriores fizeram e é “ingrato” com o governo FHC.

O tucano falou também sobre suas propostas, como a criação do Ministério da Segurança, e que vai se aliar aos governadores no enfrentamento do crime, em especial ao narcotráfico. Prometeu, ainda, que vai fazer parceria com o candidato ao governo do estado, Marconi Perillo (PSDB), para trazer obras de infra-estrutura ao estado, como um novo aeroporto e um metrô para a capital.

O candidato foi recebido em Goiânia por correligionários locais, em especial o candidato pelo PSDB ao governo do Estado, Marconi Perillo. Ele participou de uma caminhada de 40 minutos pelas principais ruas do centro da cidade

RELEMBRANDO DA QUADRILHA CONTRATADA POR FERNANDO HENRIQUE CARDOSO E JOSÉ SERRA…ASSALTARAM O BANCO CENTRAL E FORAM FELIZES PARA SEMPRE 6

04/04/200516h46

Justiça condena ex-presidente do BC a dez anos de prisão

da Folha Online

A Justiça Federal do Rio de Janeiro condenou hoje o ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes a dez anos de prisão em regime fechado.

A juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio, também condenou o banqueiro Salvatore Cacciola (13 anos de prisão) e a ex-diretora de Fiscalização do BC Tereza Grossi (seis anos). Eles podem recorrer da sentença em liberdade, com exceção de Cacciola, que está foragido.

Lopes e Grossi eram acusados de ter favorecido os bancos Marka e FonteCindam às vésperas da desvalorização do real, em 1999, quando ocupavam a presidência e a diretoria do BC, respectivamente. Cacciola era dono do banco Marka.

À época, o BC elevou o teto da cotação do dólar de R$ 1,22 a R$ 1,32. Na contramão do mercado, os bancos Marka e FonteCindam haviam assumido pesados compromissos em dólar. O Banco Central vendeu dólares com cotação abaixo do mercado aos dois bancos.

O BC socorreu os dois bancos, evitando que quebrassem. A principal alegação para o socorro foi o risco de a quebra provocar uma ‘crise sistêmica’ no mercado financeiro.

A juíza, entretanto, decidiu condenar Grossi, Cacciola e Lopes pelo artigo 312 do Código Penal (peculato, ou utilizar-se do cargo exercido para apropriação ilegal de dinheiro). Além de peculato, Cacciola também foi condenado por gestão fraudulenta.

Segundo a sentença da juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, Cacciola valeu-se de Luiz Augusto Bragança, amigo íntimo de Francisco Lopes, para obter “ajuda ilícita de proporções monumentais para seu banco”. Ainda segundo a sentença, ele não relutou em proferir ameaças contra uma testemunha.

O crime favoreceu Cacciola com recursos públicos de cerca de R$ 900 milhões, segundo a sentença. A juíza destaca na sentença que parece bastante reprovável a alavancagem do Banco Marka no mercado de futuros em janeiro de 1999, que chegou a 20 vezes o valor do patrimônio líquido. A juíza destacou também manobras com o fundo Stock Máxima para salvar milhões de dólares do patrimônio pessoal do banqueiro.

Na sentença do ex-presidente do Banco Central, Francisco Lopes, a juíza destaca que embora a atuação em relação ao Banco Marka pudesse ser inicialmente justificada para evitar o risco sistêmico, “a forma imoral de intervenção bem demonstra sua concepção distorcida das relações entre o Estado e a iniciativa privada”.

A ex-diretora de Fiscalização do BC, Tereza Grossi, é citada como co-autora. Ela recebeu uma pena menor por ter uma posição hierárquica inferior em relação aos diretores que tomaram as decisões da operação. Grossi é representada pelos advogados do Banco Central, que vão recorrer da decisão.

Também foram condenados no mesmo caso os réus Cláudio Mauch, ex-diretor do BC, (dez anos), Demóstenes Madureira do Pinho Neto, ex-diretor de Assuntos Internacionais do BC, (dez anos), Luiz Augusto Bragança (cinco anos em regime semi-aberto), Luiz Antonio Gonçalves (dez anos) e Roberto José Steinfeld (dez anos).

Antes dessa operação, por ocasião da implantação do Plano Real, o BC, também sob a mesma alegação, havia definido uma mega-operação de socorro a vários bancos, por meio do Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional), que à época custou ao país o equivalente a US$ 27 bilhões (a paridade cambial, então, era de um dólar para um real). O Proer foi criado em 3 de novembro de 1995.

FOTO DE ARAREIRO PRESO EM FLAGRANTE NA 3 DIG – DEIC – ANO DE 2007 FALANDO AO CELULAR E NEGOCIANDO $$$$$$ 11

ola doutor
estamos colhendo informações  e recebendo material para acabar co a fama de santo dos Delegados do Deic em especial o que é mencionado nesta matéria
 
Peço permissão a Vossa Senhoria para postá-la em seu blog

http://augustopena.blogspot.com/2010/10/demorou-um-pouco-mas-ai-esta-foto-do.html

segunda-feira, 11 de outubro de 2010
DEMOROU UM POUCO – MAS AI ESTA – FOTO DO PRESO EM FLAGRANTE NA 3 DIG – DEIC – ANO DE 2007 – COM POSE DE DELEGADO DE POLICIA OU DE ADVOGADO – FALANDO AO CELULAR E NEGOCIANDO O VALOR A SER REMETIDO PARA LIVRAR-SE SOLTO – EM BREVE FOTO DOS POLICIAIS QUE ESTAVAM AO SEU LADO E FORNECERAM O TELEFONE CELULAR

“REALISTA FANTÁSTICO”, DÊ OS CRÉDITOS AO “PAI DA DESESTATIZAÇÃO” : FERNANDO COLLOR DE MELLO 7

PM/10/11 às 16:54 – REALISTA FANTÁSTICO

Escravente, as privatizações foram tão boas para o Brasil que permitem a uma escrivão de polícia, mesmo com os vencimentos em valores insatisfatórios, a ter um telefone em casa. Não sei a sua idade, mas, embora eu não seja tão velho – tenho 30 anos – lembro da época em que telefone era patrimônio e só quem tinha considerável grana podia tê-lo. Então, é de muito mal gosto a sua comparação da telefonia atual com a de um passado recente. Eu e você sabemos que as privatizações tiraram o Brasil do atraso.

_________________________________

O Fernandinho Collor  criou o PND – Programa Nacional de Desestatização; acabou com as reservas de mercado e  abriu as portas do Brasil para a modernização via importações.

SÃO PAULO POSSUI AS MAIS BAIXAS TAXAS DE HOMICÍDIOS EM FACE DA ORGANIZAÇÃO POLÍTICA PENITENCIÁRIA DENOMINADA PCC, POSSUI ESTRADAS DECENTES ( MEDÍOCRES ) COM PEDÁGIO MAIS CARO DO MUNDO, MODERNIDADE PARA MENOS DE 10% DA POPULAÇÃO, AS MELHORES UNIVERSIDADES PARA FAMÍLIAS COM RENDA SUPERIOR A R$ 15.000,00 MENSAIS; UMA ELITE ENDINHEIRADA: DESORDEIRA, BÊBADA E DROGADA QUE DEIXA LIXO POR ONDE PASSA DEGRADANDO O MEIO AMBIENTE…E MILHÕES DE ELEITORES QUE VENDEM O VOTO NO DIA DO SUFRÁGIO POR UMA OU DUAS NOTAS DE R$ 50,00 23

PM/10/11 às 16:47 – REALISTA FANTÁSTICO

Suely, à parte a piada de que vocês não são favoráveis a este ou àquele partido, quem dera o Brasil fosse São Paulo.

Teríamos as mais baixas taxas de homícidios, estradas decentes, modernidade, um povo ordeiro, as melhores universidades e uma maioria de pessoas que não pauta seu voto por um prato de comida.

MAIS UMA PÉROLA DO CARTEIRA PRETA: “O Ministério Público Militar deu ganho de causa à Folha de São Paulo”…(O Dr. CARLOS ALBERTO AUGUSTO QUIS DIZER:”BANHO DE CAUSA”) 8

dedireitavolver <direitavolver@uol.com.br>
para”delpol—pc@googlegroups.com” <delpol—pc@googlegroups.com>

data11 de outubro de 2010 00:12
assunto Arquivo militar sobre Dilma
assinado por uol.com.br

ocultar detalhes 00:12 (11 horas atrás)
Quando é para escancarar os atos daqueles que defenderam o Brasil da sanha comunista, tem de se abrir TUDO.
Quando queremos abrir os arquivos de uma “cumpanhera”, a comissária Dilma, daí é uso eleitoral.
O Ministério Público Militar deu ganho de causa à Foçjha de São Paulo. Nada justifica esconder os dados da madame.
Não tem nada a ver com revanche. Tem a ver com o direito à informação.
Para conhecimento dos colegas.
São Paulo, domingo, 10 de outubro de 2010
leitor@uol.com.br
PERGUNTA DA SEMANA

É importante que se abra agora o arquivo militar sobre Dilma Rousseff?
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/semanadoleitor/sl1010201001.htm

Gostaria que nenhum dos jovens perdessem suas vidas(em todos os sentidos) dentro desta instituição 13

O Flit nos trouxe além de outras coisas, um entendimento sobre a formação dos policiais,não só cultural mas religiosa e
o que percebo é o quanto somos pretensiosos e preconceituosos,poucos são imparciais,a maioria é debochado e imprevisível,
alguns de seus colegas insuportaveis,dos meus ignorantes e agressivos,poucos têm senso de humor,e visão mais humana dos
fatos.

Realmente somos uma torre de babel .
Não por causa de falta de hierarquia  (respeito) e sim pela hipocrisia,se este blog existisse há  vinte anos atrás   eu possivelmente
nem teria notado essas coisas,pena que só agora noto que estamos muito longe de um consenso,de nos respeitarmos,enfim
se de um lado,aprendi muito com a vida dos outros (vítimas e criminosos),fiquei com medo de me relacionar,desconfio de todos,
perdi a paciência com coisas triviais,me tornei fria,só agora,aposentada,a vida começa a entrar nos eixos.
Gostaria que nenhum dos jovens perdessem suas vidas(em todos os sentidos) dentro desta instituição.
E que pudessem viver plenamente ,uma vida normal e mais próximos de suas famílias, e bem longe de todo esse lixo social.
Só para desabafar, desculpe.

“PREFEITO ZÉ”, COM DELEGADOS COMO O CARLOS ALBERTO AUGUSTO – VULGO CARTEIRA PRETA – LAMBENDO MILICO NO DEPOL PC, A NOSSA CLASSE DEVERIA DEVOLVER (DIREITA, VOLVER! ) METADE DOS VENCIMENTOS…GANHAMOS MUITO BEM, MERECEMOS APANHAR DA PM, MERECEMOS PERDER O DETRAN E TUDO MAIS…BEM, A VERGONHA PERDEMOS FAZ TEMPO 8

———- Mensagem encaminhada ———-
De: direitavolver <direitavolver@uol.com.br>
Data: 10 de outubro de 2010 23:38
Assunto: Re: [DELEGADOS] FOLHA DE SÃO PAULO: FREI BETO: DILMA E A FÉ CRISTÃ.
Para: delpol—pc@googlegroups.com

Oi gente, esse frei Beto que postou abaixo seu testemunho foi quem entregou seu “companheiro Carlos Marighela” as forças de defesa da pátria,  portanto um “alcagueta de ouro”. Falei e daí?  Carlos Alberto


Em 10/10/2010 18:17, José Emílio Arantes < > escreveu:

Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária aos pr incípios do Evangelho e da fé cristã 


Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte.
Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência.
Anos depois, nos encontramos no presídio Tiradentes, em São Paulo. Ex-aluna de colégio religioso, dirigido por freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava de orações e comentários do Evangelho.
Nada tinha de “marxista ateia”.
Nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar, com violência, os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choq ue elétrico, ao afogamento e à morte.
Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula. De nossa amizade, posso assegurar que não passa de campanha difamatória -diria, terrorista- acusar Dilma Rousseff de “abortista” ou contrária aos princípios evangélicos.
Se um ou outro bispo critica Dilma, há que se lembrar que, por ser bispo, ninguém é dono da verdade.
Nem tem o direito de julgar o foro íntimo do próximo.
Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica.
Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que “a árvore se conhece pelos frutos”, como acentua o Evangelho.
É na coerência de suas ações, na ética de procedimentos políticos e na dedicação ao povo brasileiro que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abr açam.
Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria fazendas e sítios produtivos; implantaria o socialismo por decreto…
Passados quase oito anos, o que vemos? Um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.
Até o segundo turno, nichos da oposição ao governo Lula haverão de ecoar boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.
Certa vez indagaram a Jesus quem haveria de se salvar. Ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem os que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem quem se julga dono da doutrin a cristã e se arvora em juiz de seus semelhantes.
A resposta de Jesus surpreendeu: “Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; oprimido, e me libertastes…” (Mateus 25, 31-46). Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos vida digna e feliz.
Isso o governo Lula tem feito, segundo a opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.


FREI BETTO, frade dominicano, é assessor de movimentos sociais e escritor, autor de “Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre outros livros. Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004, governo Lula).

 


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FALTAM SEIS DIAS.
DIA 16 DE OUTUBRO – UM DIA QUE NÃO PODERÁ SER ESQUECIDO
 
GRUPO DELPOL-PC

CARTEIRA PRETA, Dr. DELEGADO LAMBEDOR DE MILICO...ESCREVI, E DAÍ?