Dr. Rubens Liberatori – ”família e quadro a óleo são maravilhosos vistos de longe” 30

João Vicente, o  Dr. Liberat​ori está vivo , advoga​ndo, lúcido aos 86 anos, escritório em Pinheiros.

Reportagens



23 de abril de 1969
Um novo crime nas ruas

Contra a polícia de ontem, os
bandidos de hoje, mais audazes,
organizados e mais violentos

 

Segunda-feira, 14 de abril. São Paulo, 17 horas – Sem uma palavra e com uma chuva de balas 38 e 44, seis homens, com dois Volks, atacam uma Kombi do Banco Francês e Italiano, matam o guarda com oito tiros, ferem o motorista com quatro, dominam um funcionário a murros e pontapés e levam 20.000 cruzeiros novos. Tempo da operação: cinco minutos.

Terça-feira, 15 de abril. São Paulo, 11 horas e 30 minutos- Dois rapazes invadem uma oficina de alta costura, um deles com uma pistola automática. Há pânico. E tiros. Diante de uma espantada noiva a provar seu vestido, cai morta Dona Elizabeth, a proprietária do ateliê. Algumas horas depois, surpreendido ao assaltar um salão de cabeleireiro, o matador enfrenta um policial a bala. Acaba ferido e dominado.

Rio de Janeiro, meio dia – Dois rapazes, armados de revólver, entram numa loja no centro da cidade e, de possíveis fregueses, se transformam em assaltantes. Levam apenas 100 cruzeiros novos. Treze horas – Manuel Dutra, um açougueiro de 29 anos, única testemunha do assalto a uma agência do Banco Andrade Arnaud há um mês, é morto a tiros no seu açougue.

Quarta-feira, 16 de, abril. São Paulo, 15 horas – A prisão de Claudinho, um garoto de catorze anos, vem esclarecer uma série de crimes que vão do roubo ao assassinato, entremeados com vários atentados a bala. Uma das últimas proezas do grupo: assalto a um casal de noivos. O noivo tentou reagir e foi morto por Jailan, um bandido de quinze anos.

Belo Horizonte, 16 horas – Quatro homens vestindo fardas da Polícia Militar – um até fantasiado de tenente – esperam o carro pagador da mina de Morro Velho na estrada Raposos-Nova Lima. Um mineiro, suspeitoso com as perguntas que lhe foram feitas pelos “soldados”, alerta o pessoal, do carro pagador. E o carro, com os 160.000 cruzeiros novos, não sai nesse dia. A polícia procura até hoje os assaltantes fardados.

São Paulo, 17 horas. Em Jundiaí, Nelson Batista da Luz enfrenta a polícia com uma verdadeira fuzilaria, rompe o cerco e foge deixando sua carga preciosa: 194.000 cruzeiros novos de maconha.

Quinta-feira, 17 de abril. Porto Alegre. 15 horas e 30 minutos – Cinco homens, conduzidos por um muito parecido com Jack Palance, dominam quinze funcionários e dezoito clientes numa agência do Banco do Estado do Rio Grande do Sul, prendem todo mundo nos banheiros do subsolo, descem ao porão, entram no cofre e levam 84.000 cruzeiros novos. É o maior assalto da história do Rio Grande. “Jack Palance” e seus companheiros, todos com armas automáticas, gastaram no assalto cinco minutos.

Sexta-feira, 18 de abril. Rio de Janeiro – Um policial diz, brincando: “Bom mesmo é sábado e domingo”.

Sábado e domingo passam a ser o intervalo entre a violenta semana que termina e a que começa e promete. Isto já vale, desde o ano passado, para o Rio e São Paulo. E começa a valer também para Minas, Rio Grande do Sul, Estado do Rio, Paraná e Goiás. Este é o mapa da violência, dos assaltos a banco, da mão armada, da audácia e do crime organizado. De um crime que ganha em eficiência, técnica e brutalidade, faz adeptos entre meninos e engorda com entorpecentes. Há um novo crime na praça: mais ambicioso e mais duro. E um novo criminoso, que trocou a cachaça pela maconha, a faca pelo revólver e o pé-de-cabra pela sutileza: abre portas retirando o cilindro das fechaduras; antes arrancava as portas. E para enfrentar essa situação? Praticamente. a mesma polícia de sempre.

POLÍCIA NA ESCADA – Em todo o Brasil, hoje, a polícia é a mesma de ontem. Ou quase. No Rio, os policiais dizem que correm atrás de bandidos pela escada, enquanto os criminosos usam elevador. As 37 delegacias distritais com telefones sem linha, teletipos enguiçados e velhos arquivos não dão conta do seu recado. Um policial veterano, avaliando seus companheiros, salva 30% de bons, aponta 40% sem tarimba e sem entender nada de polícia e acusa os restantes 30% de ausentes por não quererem trabalhar. No Governo Goulart, 70% dos policiais optaram pela Polícia Federal e a Polícia da Guanabara substituiu-os por ex-condutores de bonde, ex-funcionáríos da Panair, etc. “E o nosso ordenado é uma piada”, diz um antigo policial. “Os bandidos estão aí de cabeça fresca. E a gente preocupado com a conta do armazém.” Já a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo declarou em nota oficial: “É fato notório que o serviço policial não acompanhou o progresso e o desenvolvimento do nosso Estado”. E esta confissão vale para todo o País, onde a falta de pessoal habilitado, a carência de aparelhamento e a pobreza dos vencimentos fazem polícias pouco eficientes, incapazes de ir além da rotina: diante de um assalto, correm aos velhos fichários onde selecionam os ladrões conhecidos que funcionam na área, e apresentam pilhas de fotos às testemunhas. Um arrastado trabalho que quase sempre não leva a lugar algum. Só no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) há mais de 100.000 fichas. E se o assaltante procurado for uma cara nova no crime, a polícia se perde entre as várias e contraditórias descrições de um único bandido. Mesmo conhecendo o caso ocorrido nos Estados Unidos, em que cinco funcionários de um banco assaltado, impedidos de se comunicar entre si logo após o roubo, escreveram completas descrições do ladrão solitário: deram-lhe de vinte a quarenta anos, de 1,60 m a 1,90 m de altura, vestiram-no com branco, azul e amarelo, indicaram-no corno loiro, moreno e ruivo. Concordaram, os cinco funcionários, apenas em três pontos: o assaltante era branco, carregava um saco de papel em uma das mãos e um revólver na outra. “Uma polícia mais bem preparada, reaparelhada e bem paga” – é o sonho do Professor Hely Lopes Meireles, Secretário da Segurança de São Paulo. E de todos os outros secretários.

Enquanto isso, 1969 promete ser um ano tão ou mais violento que 1968. Porque mesmo uma polícia eficiente não vence o crime. Apenas o segura. “Chicago é a um só tempo a mais violenta e a mais bem policiada cidade americana: três minutos após um crime chegam três carros de polícia; porém, três minutos depois há outro crime”, diz o sociólogo Ruy Coelho. Talvez haja aí um pouco de exagero. Mas só um pouco. Claude Julien, especialista francês em criminologia, aponta algumas causas do aumento de criminalidade nos Estados Unidos: “A miséria de certas camadas da população, os problemas psicológicos de numerosos indivíduos submetidos a fortes tensões sociais, a deficiência da educação e a busca do lucro fácil”. Isto vale para o Brasil?

MUNDO VIOLENTO – Ruy Coelho acha que sim. E traz mais um dado: “A própria transição da agricultura para a indústria acelera o índice de criminalidade, com a corrida para a cidade grande que estimula o crime até com o anonimato, a sensação de fazer o que quiser já que ninguém vai ficar sabendo”. Nas regiões rurais, especialmente no Nordeste, os crimes mais freqüentes sempre foram e ainda são os crimes contra a pessoa, com maioria para os chamados crimes de honra. Nos grandes centros urbanos, entretanto, ganham os crimes contra a propriedade. E o que leva a isso é uma mistura de pobreza material com indigência cultural. E a transição da agricultura para uma crescente industrialização tem a ver com tudo isso: quando estruturas existentes são construídas, ou mudam rápidamente, sem que as novas estejam bem fixadas, sopra um vento favorável ao crime. Para o delegado Vidal Pilar Fernandes, 43 anos de idade e 22 de polícia em São Paulo, explicar a violência é ainda mais fácil que explicar o crime. “Pois não vivemos em um mundo violento? Quando eu era garoto, brincava com pião, papagaio, bola de meia. E a garotada de hoje? Não está aí correndo de carro, kart, motocicleta?” Vidal Fernandes acredita que “a violência do mundo chegou de vez ao crime” e que isso aconteceu e se generalizou “com a divulgação do poder do revólver”. E lembra o Luz Vermelha, um bandido que fez fama em 1967, em São Paulo, e que lhe confessou: “Quando fui fazer o neu primeiro assalto, o dono da casa me surpreendeu. Não gostei. Puxei a arma e o dominei”. É o delegado quem conta: “Aí, Luz sentiu, pela primeira vez, o poder de uma arma na mão. E, por isso, nos assaltos seguintes, fez questão de surpreender em vez de ser surpreendido: acordava as vítimas, com uma lanterna vermelha e um revólver ameaçador”. Luz era o tipo do bandido difícil de cair nas mãos da polícia: agia sozinho, não era conhecido, não tomava entorpecentes e chegou a detalhes como o de agir em São Paulo e morar em Santos. Entretanto, Luz é exceção. Diz Vidal Fernandes: “O crime é como o futebol: existem milhares de jogadores, mas apenas meia dúzia de grandes craques”. E, geralmente, os mais perigosos atuam em grupos de cinco ou seis. “Então”, diz o delegado, “a violência se acentua por emulação ou, simplesmente, para assegurar lideranças.”

A comparação entre as estatísticas de 1967 e 1968 da Divisão de Crimes Contra o Patrimônio, de São Paulo, traz revelações: o número de inquéritos para estelionato – contos do vigário e golpes sem emprego de força – caiu de mil para quinhentos; enquanto isso, o furto qualificado ou não – arrombamento de residência é considerado furto qualificado – subiu de mil para 1.700; e o roubo – assalto a mão armada inclusive – pulou de 150 para quatrocentos. E é bom notar que as vítimas de assalto a mão armada são as que em maior número deixam de procurar a polícia, temendo represálias por parte dos assaltantes. O quadro de homicídios também é significativo. Enquanto os homicídios culposos (em que o agente não tinha a intenção de matar, e matou por imprudência, negligência ou imperícia) caíram de 560 para 510, os homicídios dolosos (inclusive latrocínios) subiram de 280 para 350. E só não subiram mais porque, na hora do “a bolsa ou a vida”, o assaltado, cada vez mais, entrega a bolsa sem resistência.

GREGOS PIONEIROS – Em São Paulo, 1965, houve um único assalto a banco: o dos gregos que levaram 500 milhões antigos de uma.camioneta do Banco Moreira Salles, ao meio dia, no centro da cidade, com muitos tiros e a morte de um funcionário do Banco. Só a prisão da quadrilha, um mês depois, tirou a notícia das manchetes. No ano seguinte, ainda um único assalto. Porém, em 1967, o número pulou para oito. E no ano passado chegou a 37. Este ano começa pior: nos três primeiros meses, nove assaltos a banco, contra três no primeiro trimestre de 1968. No Rio, seis assaltos a banco em 1968. E quatro até abril de 1969. Só em São Paulo, desde novembro de 1967, o total roubado apenas em bancos e carros que levavam dinheiro já passa de 1 milhão de cruzeiros novos. A soma roubada nos outros Estados vai chegando, também, a essa cifra.

No Rio, 75% dos assaltos em geral ocorrem na Zona Norte, 80% dos furtos de carteiras e bolsas são feitos no Centro e 60% dos furtos em residências ocorrem na Zona Sul. Essa geografia do crime tem feição própria, em cada cidade e se caracteriza especialmente nas áreas de deterioração: zonas residenciais que se afastam e dão lugar ao comércio e à casa de cômodos; zonas comerciais em declínio; e as divisas de zonas residenciais e comerciais. É o caso dos Campos Elíseos e Barra Funda, em São Paulo. E da Lapa, no Rio.

Rubens Liberatori, 43 anos, dezessete de polícia, um dos delegados mais conhecidos e eficientes de São Paulo, atualmente na chefia da Zona Sul, que abrange as delegacias dos jardins ricos, bairros de classe média como Vila Mariana e periféricos como Parelheiros, tem clara noção dessa geografia do crime. “Um telefonema de um bairro rico pode ser uma simples briga de empregadas. O telefonema dirá. Mas é preciso estar atento às franjas da cidade, onde mora gente pobre e honesta que não dispõe de telefone para pedir socorro e cuja humildade esconde dramas com o silêncio. É preciso colocar viaturas nessas áreas. E policiais capazes de ajudar essa gente.” Liberatori não se engana com a polícia: “Vivemos num pais onde as mães dizem aos filhos: toma a sopa ou eu chamo o soldado”. Ele sabe que “polícia é serviço e deve ser bom e acessível”. Costuma cair sobre os bairros em que o número de assaltos aumenta com um rolo compressor: três carros, doze homens, milhares de quilômetros rodados, uma limpeza. Ele vem de uma família de médicos. Dizem que é por isso que ataca o crime como doença. Há vinte anos, ou até há dez, em geral, quando um grupo de policiais cercava o esconderijo de um ou mais bandidos, ao grito de “é a polícia”, a porta se abria e os criminosos se entregavam, mãos ao alto. Um investigador, ferido com um tiro recente na perna, garante que a coisa mudou. “A gente cerca, mas – se grita – eles abrem e mandam bala.”

Essa coragem nova tem calibre grosso. Há dez anos, um revólver 32 na mão de um bandido era uma novidade. Hoje eles não se contentam com menos de 38. E gostam muito de armas 44 e 45, de uso do Exército. De onde sai tanta arma? Roubadas de porta-luvas de automóveis; tomadas a bisonhos guardas-noturnos; furtadas em residências particulares; compradas no comércio ilegal ou – as comuns – até mesmo adquiridas em suaves prestações mensais, numa casa de respeito, por preço inferior a um bom par de sapatos. E as armas exclusivas do Exército e polícias militares, as metralhadoras, por exemplo? As nacionais são roubadas nas corporações. E as estrangeiras vêm pelos caminhos do contrabando.

A coisa chega a tal ponto, que um dos grupos assaltantes usa rajadas de metralhadora para intimidar e se comunicar… Mário Perez Fernandes, 52 anos, diretor do Deic, São Paulo, não acredita em surto de violência: “Tanto a Polícia Civil como a Guarda Civil e a Força Pública têm galerias de heróis. Todos morreram no cumprimento do dever. Violência não é novidade”. Para ele, “a tendência do crime é ir-se aperfeiçoando na medida da polícia”. Se a polícia tem um carro que corre a 120, os bandidos escolhem para a fuga um carro mais possante. Mas há assaltos que dão o que pensar. Como este: São Paulo, outubro, 1968 – Na Rua Nazaré Paulista, em Pinheiros, bairro de médio para rico, um homem veste a farda azul da Guarda Civil, capa de chuva e capacete branco. Parece um policial em serviço. Na esquina próxima, outro homem, este com ar de empregado da Prefeitura, instala e vigia um cavalete que interrompe o trânsito. Sentados, na calçada, mais dois homens. Um Fissore branco da firma Massey-Ferguson entra na Rua Nazaré Paulista, com 80.000 cruzeiros novos, pagamento dos empregados da empresa. O “guarda-civil” apita e ergue os braços. O Fissore para. O “guarda-civil” saca o revólver, o “empregado” da Prefeitura aparece com uma metralhadora, os dois que descansavam na calçada chegam com pistolas. O grupo inocente vira quadrilha, põe os funcionários da Massey-Ferguson em fuga e desaparecem usando o Fissore branco. Nota: para facilitar o sumiço, os assaltantes distribuíram mais alguns cavaletes pelas imediações, dificultando uma possível perseguição.

O USO DA CABEÇA – É evidente que a onda de assaltos a bancos e carros pagadores, quase todos sem solução, sugere que o crime começou a trabalhar com a cabeça. O Secretário Hely Lopes Meireles atribui o massacre à Kombi do Banco Francês e Italiano a um grupo subversivo. Porém, é claro que nem todos esses assaltos partem de fanáticos políticos. E nem o Secretário afirmou isso. O que há, segundo a maioria dos policiais, é uma maré enchente do crime comum aproveitando as águas dos criminosos políticos. E a própria qualidade desses assaltos traz exigências: bons carros (sempre roubados) para a fuga, armas automáticas e longas, pequenos rádios transmissores e receptores, cronometragem e outras filigranas.

No crime leve também há progressos: um batedor de carteiras inventou um aparelho capaz de substituir os dedos com vantagem. Foi preso na estréia, mas, como todo bom inventor, deixou-se emocionar pela “inauguração”. Na polícia acabou provando que o seu invento é eficiente; outro ladrão utilizava um aspirador de pó para sugar arroz, feijão, farinha e açúcar de um armazém. Introduzia o tubo pela vidraça e transferia os produtos com êxito, até ser pilhado pelo proprietário; e é indispensável lembrar os empregados de uma empresa de ônibus de Belo Horizonte que introduziam besouros em caixas de coleta de fichas. Os bichos desciam amarrados por barbante e voltavam, invariavelmente, abraçados a fichas que eram recolocadas em uso para um faturamento suplementar.

Agora, com a simples posse de entorpecentes transformada em crime passível de prisão de três a cinco anos, a polícia ganha força para enfrentar a maconha, as bolinhas, as ampolas de psicotrópicos e a cara cocaína (1 grama a NCr$ 50). E os crimes nesse setor vão pular para as cabeças das estatísticas. Só em São Paulo, no ano passado, foram apreendidos 6 quilos de cocaína (valor de cerca de NCr$ 300.000), 9.000 ampolas de psicotrópicos, mais de 100.000 bolinhas e perto de 100.000 quilos de maconha. E o entorpecente anda junto com o banditismo. Mais da metade dos crimes contra a pessoa cometidos em Nova York foram por pessoas que usavam entorpecentes. Quase 90% dos bandidos, em São Paulo e no Rio, agem estimulados pela maconha.

O CARRO, UMA ARMA – Um detetive carioca assegura que os bandidos, hoje em dia, estão motorizados. No Rio roubam-se, em média, seis carros por dia; em Belo Horizonte, quatro; e, em todo o Estado de São Paulo, sessenta. E o próprio furto de automóveis se transfigura: do puxador que abre o carro e parte com ligação direta em um minuto, chega-se, atualmente, ao bandido com revólver que põe o motorista para correr e sai tranqüilamente com o veículo. A lei, ao não enquadrar o furto de uso – toma ali, dá um passeio, deixa lá – abre um buraco no setor. E os menores? Com catorze anos, ou até menos, já há bandidos perigosos, hábeis motoristas (aprendem manobrando em pontos de estacionamento, lavagem), quase sempre bem armados (gostam de roubar arma de guarda-noturno), matam, roubam e, quando detidos, caem nos institutos de menores de onde quase sempre conseguem fugir. Eles sabem que a idade lhes assegura a impunidade. Existindo ou não, o certo é que o Esquadrão da Morte de São Paulo já completou seu 44º presunto (nome que se dá às suas vítimas). O do Rio, mais antigo, já passou de duzentos. Seus integrantes garantem que com a justiça sumária e drástica diminuíram o número de assaltos. Pode ser verdade para algumas regiões. Mas, paralelamente à marcha batida do Esquadrão, o crime se aprimorou em qualidade. E enquanto os misteriosos relações-públicas dos esquadrões carioca e paulista (apelidados de Rosa Vermelha e Lírio Branco) telefonam para as redações dos jornais com os endereços de novos “presuntos”, quase sempre bandidos do segundo time, os titulares estão matando e roubando no centro das grandes cidades.

Outra constatação: o grande bandido, tipo Luz Vermelha, de São Paulo, ou Mineirinho e Cara-de-Cavalo, do Rio, que sozinhos desafiavam a polícia com a astúcia ou com a pontaria (Mineirínho, certa vez, algemado, simulou um duelo a bala com o detetive Perpétuo: ganhou Mineirinho; Cara-de-Cavalo matou o inspetor Le Cocq, crime que acabou por criar o Esquadrão da Morte), está dando lugar a um novo bandido, que funciona em equipe, capaz de escolher o melhor profissional disponível para urna empreitada em vez de dar o lugar a um parente ou amigo, ou a um cachaceiro qualquer cuja inexperiência ou língua solta ponha tudo a perder.

QUAL É O REMÉDIO? – Entre a polícia de hoje e um filme de James Bond pode estar o remédio para enfrentar o crime organizado. Alarmas ligados diretamente nas delegacias, circuitos de TV, máquinas fotográficas disfarçadas, portas que se fecham automaticamente e até gases imobilizantes podem deter ou revelar quadrilhas que agem em bancos. Um policial mais culto, mais humano e, sobretudo, preparado para a sua profissão terá sempre mais utilidade que um caminhão de soldados primários e inexperientes. Uma sociedade atenta para os seus problemas e disposta a resolvê-los até onde for possível pode atacar um índice de criminalidade com mais vigor que um batalhão inteiro, e com melhores resultados.

Edward Kennedy, um homem que tem pelo menos dois bons motivos para se preocupar com o controle do crime, afirma: “Nenhuma necessidade humana é mais básica do que a segurança pessoal. Nenhuma liberdade é mais instintiva que a liberdade do medo. Se não estamos seguros em nossas casas e nas nossas ruas, se estamos ameaçados – ou por um agente de um Estado policial ou por um único criminoso -, então não somos livres”.

http://veja.abril.com.br/arquivo_veja/capa_23041969.shtml

O MINISTRO 20 (milhões ) NÃO CONFIA NO BANCO DO BRASIL E NÃO ACONSELHA POUPANÇA EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS…HORRA PALOÇÇADA: INVISTA EM FUNDOS BB ( Banco do Brasil) ; NÃO INVISTA NO BRASIL PELOS FUNDOS ! 4

O que o sr. fez com o dinheiro que sobrou depois que o sr. gastou R$ 7,5 milhões para comprar um apartamento e um escritório em São Paulo?
Desde dezembro de 2010, os recursos financeiros da Projeto passaram a ser administrados por uma instituição especializada ( o nome? ).

Por contrato, é padrão que a gestão dos recursos nesses casos seja feita sem qualquer consulta à empresa ou seus sócios, seguindo unicamente os critérios técnicos escolhidos pela instituição gestora. Ou seja, não interfiro de qualquer modo no destino dos recursos. Esta medida foi tomada para evitar qualquer conflito de interesses e foi informada à Comissão de Ética Pública logo que assumi o ministério.

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Essa resposta foi enredada e redigida  por consultor jurídico ( de merda ).

Ora, se você me perguntar o que eu faço com meu dinheiro, a resposta é rápida e simples:

Tenho uma mixaria no VGBL do BB; outra mixaria na Caderneta de Poupança da CEF.  

Tá na declaração de 2011. Quer ver?   

Mas irei mudar de bancos. Já que o  Palocci não confia nas instituições oficiais: NÃO PRESTAM.

Tem gente roubando nossos rendimentos.

ENTREVISTA ANTONIO PALOCCI ( previamente enredada e redigida por consultor jurídico criminal ) 4

ENTREVISTA ANTONIO PALOCCI

 

 

Não entrei em detalhes com a presidente Dilma

 

PALOCCI FALA SOBRE AS ATIVIDADES DE SUA CONSULTORIA E AFIRMA QUE NÃO REVELOU À PRESIDENTE LISTA DE CLIENTES E FATURAMENTO

 

 

 

SÉRGIO DÁVILA

 

EDITOR-EXECUTIVO

 

VALDO CRUZ

 

DE BRASÍLIA

 

O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, afirmou ontem em entrevista à Folha que não informou à presidente Dilma Rousseff os nomes dos clientes de sua empresa de consultoria, a Projeto, nem a natureza dos serviços que ela prestou.
“Não entrei em detalhes sobre os nomes dos clientes ou sobre os serviços prestados para cada um deles”, disse Palocci, em sua primeira entrevista desde que a Folha revelou seu enriquecimento, há duas semanas.
Principal auxiliar da presidente desde o início do governo, o chefe da Casa Civil disse que não deu essas informações a Dilma nem quando discutiram o assunto em dezembro, antes da posse, nem depois da revelação de seu enriquecimento.
A entrevista foi feita em duas etapas. O ministro primeiro respondeu a um questionário com 20 perguntas. Depois, complementou as respostas respondendo a novas perguntas pessoalmente.
Palocci multiplicou seu patrimônio por 20 nos últimos quatro anos, usando os rendimentos da consultoria para comprar um apartamento de luxo e um escritório em São Paulo, como a Folha revelou em 15 de maio.
O ministro faturou R$ 20 milhões no ano passado, período em que chefiou a campanha de Dilma à Presidência e exerceu o mandato de deputado junto com as atividades da sua consultoria.

 

Folha – O sr. forneceu à presidente a lista dos clientes de sua consultoria antes de assumir o cargo de ministro?
Antonio Palocci –
Quando fui convidado pela presidente Dilma para assumir o cargo de ministro, comuniquei a ela que era sócio de uma consultoria e que teria que tomar providências a respeito. Antecipei que seguiria as normas e as determinações da Comissão de Ética Pública da Presidência. Não entrei em detalhes sobre nomes dos clientes ou serviços prestados para cada um deles.
Antes de minha posse, o objeto social da empresa foi alterado, todos os seus contratos e atividades encerrados e a administração de seus recursos foi repassada a uma instituição financeira.

< O sr. também não informou a presidente sobre o faturamento da empresa?
Não. Não achei que era adequado importunar a presidente com esse tipo de informação, esse tipo de detalhe. O que eu disse a ela claramente era sobre a existência da empresa, o que a empresa fazia, o que eu teria de resolver antes de entrar no governo. Se a empresa continuasse funcionando, haveria conflito de interesses.

E depois que a Folha revelou o faturamento de sua empresa em 2010?
Não falo sobre faturamento. O faturamento foi 100% informado aos órgãos de controle tributário e todos os impostos foram recolhidos. A Receita nunca multou a Projeto. Nem a Prefeitura de São Paulo. A empresa teve certidões de regularidade na Receita durante todo esse período. Isso para mim é que é o importante. Não acho adequado levar essas informações à presidente.

Mas nem depois que foi divulgado?
O que ela me sugeriu, o que me orientou, é que eu desse todas as informações necessárias à Procuradoria da República e explicasse os procedimentos da empresa.

Nem por curiosidade a presidente perguntou quem eram seus clientes e quanto o sr. faturou?
Não.

Por que o sr. não torna pública a lista de clientes, para que o país saiba se há conflitos de interesse na atuação do principal ministro do governo?
No governo da presidente Dilma não há ministros principais, sou um da equipe.
Nunca escondi minhas atividades de consultoria. A empresa [Projeto] sempre esteve registrada em meu nome e de meu sócio na Junta Comercial, com seu objeto social, sede e demais dados disponíveis para consulta de qualquer pessoa. Lembro-me que jornais e revistas chegaram a noticiar algumas das atividades que realizei como consultor.
Tomei cuidados adicionais, como, por exemplo, não prestar serviços para qualquer empresa, entidade ou órgão público e nunca permitir que a Projeto intermediasse ou defendesse interesses privados perante o poder público.
Não é por acaso que até agora ninguém apresentou qualquer fato concreto que possa sugerir algum desvio de conduta meu ou uma irregularidade nas atividades da empresa. Até agora não vi nenhuma acusação concreta, só luta política.
Quanto à lista de clientes, é praxe que as relações comerciais entre empresas privadas sejam regidas pela confidencialidade. Isso ocorre por várias razões, inclusive pela sensibilidade empresarial das informações envolvidas e para proteger as estratégias de negócios dos clientes. Além disso, seria irresponsabilidade da minha parte expor, neste contexto de embate político, um conjunto de empresas renomadas em seus setores.

É sabido que um de seus clientes foi a construtora WTorre, que fez negócios com estatais. Que serviços o sr. prestou e quanto recebeu?
O caso desta empresa é um bom exemplo de como a disputa política se sobrepôs aos fatos. Bastou o seu proprietário admitir publicamente que eu havia feito análises de cenários econômicos a seus diretores para que alguns parlamentares a acusassem de ter sido favorecida pela Receita Federal e ter obtido a restituição de impostos em tempo recorde. No mesmo dia, o Ministério da Fazenda esclareceu que a Receita apenas cumpriu uma ordem judicial, que determinava que ela decidisse sobre um processo que já tramitava havia quase dois anos. Dois anos é agora tempo recorde? E a Receita deveria passar a não cumprir ordens judiciais? Ou seja, a alegação de favorecimento foi rapidamente desqualificada.
Mesmo assim, é inegável que ocorreu uma forte exposição negativa da empresa, por motivação exclusivamente política.
Não duvido que algo semelhante ocorreria com qualquer outro cliente da Projeto que viesse a público.

O sr. sente-se impedido de lidar na Casa Civil com assuntos de interesse da WTorre?
Quanto à minha atuação como ministro, estou submetido a regras específicas para evitar conflito de interesses e à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Sigo e seguirei todas as recomendações e normas à risca.

Se algum representante da WTorre tiver um problema para resolver na Casa Civil, como o sr. acha que deve ser seu comportamento?
Não vou falar sobre isso.

Sua consultoria participou da venda das ações da Camargo Corrêa no grupo Itaú ao fundo de pensão Petros, manteve negócios com o banqueiro André Esteves e prestou serviços para o banco Safra?
Pelos motivos que já apontei, não vou tratar dos nomes dos clientes, mas repito que dentre eles não estavam empresas, entidades ou órgãos públicos e que a Projeto nunca atuou na defesa ou intermediação de interesses privados perante o poder público. Isso inclui os fundos de pensão das empresas estatais. Eles nunca foram clientes da Projeto e a empresa nunca defendeu qualquer interesse junto a tais fundos.

O senador Eduardo Suplicy disse que o sr. participou de uma operação de fusão de duas empresas em que sua consultoria teria faturado R$ 1 milhão. Que negócio foi esse? Sua consultoria trabalhou para viabilizar a operação no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)?
O senador negou publicamente que tenha afirmado isso. Na conversa que tive com os senadores do PT expliquei, como fiz ao procurador-geral da República e faço agora, o funcionamento da empresa e dos contratos. Naquela oportunidade falei sempre em tese e não sobre um ou outro episódio concreto. Como já disse, a Projeto nunca atuou junto a qualquer outro órgão público na defesa de seus clientes.

Mas o sr. trabalhou em operações de fusão de empresas?
Trabalhava em projetos de novos empreendimentos. Uma vez ou outra, esses novos empreendimentos poderiam ser a aquisição de empresas.

Operações desse tipo dependem da aprovação de órgãos federais como o Cade.
Essa parte nunca fiz. A Projeto nunca atuou junto ao Banco Central, ao Cade, ao Ministério da Fazenda, para resolver problemas das empresas. Meu papel era anterior. Era analisar cenários para as empresas, propor empreendimentos. Todo empreendimento que você vai fazer, por exemplo, uma fábrica nova, você precisa pedir autorização para o Ibama. A Projeto não atuava no Ibama, mas atuava na proposta de construção desse empreendimento.

Algum cliente propôs que o sr. resolvesse um problema no Cade?
Não. Sempre que eu fazia uma contratação com empresas, deixava claro o que podia fazer e o que não podia fazer, o que era legal, o que eu não poderia prestar. Na área tributária, nunca fiz serviço para empresas. A Projeto nunca atuou com empresa pública, só com empresa privada. Nem prestando serviço para empresa privada em órgão público.

Quantos contratos a Projeto assinou, quanto faturou e quanto lucrou desde o início de suas atividades?
O faturamento da empresa, mês a mês, em todos os seus detalhes, foi devidamente informado aos órgãos fiscais competentes, junto com o recolhimento de todos os tributos devidos.

Como ministro, o sr. lidou com temas de interesse de empresas que contrataram a Projeto, ou se declarou impedido de atuar nesses casos?
É importante que fique claro que antes de assumir a Casa Civil todos os contratos de consultoria da Projeto foram encerrados. Hoje, a empresa não tem mais clientes, nem pode exercer qualquer atividade dessa natureza.

Por que a Projeto recebeu mais dinheiro entre a eleição e a posse de Dilma, e por que continuou recebendo pagamentos após o anúncio de sua escolha como ministro?
Todos os valores recebidos pela Projeto naquele período se referem a serviços efetivamente prestados até 2010. Quando fui convidado a assumir o ministério, a Projeto tinha vários contratos em andamento. Foram tomadas providências necessárias para encerrá-los, mas isso não acontece da noite para o dia. Os contratos foram finalizados, e o objeto da empresa modificado antes da minha posse, evitando qualquer conflito.

O que o sr. fez com o dinheiro que sobrou depois que o sr. gastou R$ 7,5 milhões para comprar um apartamento e um escritório em São Paulo?
Desde dezembro de 2010, os recursos financeiros da Projeto passaram a ser administrados por uma instituição especializada. Por contrato, é padrão que a gestão dos recursos nesses casos seja feita sem qualquer consulta à empresa ou seus sócios, seguindo unicamente os critérios técnicos escolhidos pela instituição gestora. Ou seja, não interfiro de qualquer modo no destino dos recursos. Esta medida foi tomada para evitar qualquer conflito de interesses e foi informada à Comissão de Ética Pública logo que assumi o ministério.

O sr. aplicou todo o seu dinheiro no país ou remeteu uma parte para o exterior?
Todos os recursos foram aplicados no país. A Projeto não tem qualquer conta ou aplicação fora do país. Como pessoa física também não tenho recursos no exterior.

A Projeto justificou os pagamentos recebidos no fim de 2010 apontando o fim de suas atividades. Não havia multas e outras penalidades previstas para o encerramento dos contratos?
Os contratos previam a hipótese de rescisão a qualquer tempo e os termos de seu encerramento foram ajustados com os clientes. A empresa só recebeu pelos serviços efetivamente prestados até 2010.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po0406201111.htm

O MINISTRO PALOÇÇADA É UM IDIOTA, ASSESSORADO POR IDIOTAS: NÃO PRESTA NEM SEQUER PARA VERIFICAR A REGULARIDADE DA PRÓPRIA CASA…SÓ IDIOTAS CONTRATARIAM PALOÇÇADA COMO CONSULTOR ( esse cara é médico mesmo?)…ESPERAMOS QUE A PRESIDENTA TAMBÉM NÃO SEJA IDIOTA: DEMITA JÁ!…O BRASIL QUER CHEFES DE ESTADO; NÃO DE QUADRILHAS 6

04/06/2011 – 12h23

Em nota, Palocci responsabiliza imobiliária por apartamento alugado “de laranja”

Camila Campanerut
Do UOL Notícias
Em Brasília 

Em resposta à reportagem da revista “Veja”, a ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, respondeu neste sábado (4) por meio de nota oficial que a responsabilidade pelo apartamento que ele morava com a família em São Paulo é da imobiliária Plaza Brasil que contratou em 2007.

De acordo com a nota, o contrato foi firmado em “bases regulares de mercado” entre o ministro e a administradora de imóveis e os pagamentos dos aluguéis pelo ministro eram feitos “regularmente através de depósitos bancários”, dos quais o próprio Palocci teria como comprovar mediante apresentação de comprovantes.

“O ministro e sua família nunca tiveram contato com os proprietários, tendo sempre tratado as questões relativas ao imóvel com a imobiliária responsável indicada pelos proprietários”, justifica a nota oficial enviada pela Casa Civil.  

Segundo reportagem da revista “Veja” de hoje, Palocci vive há quatro anos em apartamento de 640 metros quadrados, cujo dono é uma “empresa de fachada que está em nome de um laranja de 23 anos, que mora em um casebre de fundos na periferia de Mauá, no ABC Paulista e ganha R$ 700 por mês e teve o celular bloqueado por falta de pagamento”.

A denúncia acontece um dia depois de o ministro quebrar o silêncio de 18 dias, vir a público e tentar explicar como conseguiu aumentar seu patrimônio em 20 vezes em quatro anos por meio de trabalhos de consultoria a empresas, enquanto cumpria o mandato de deputado federal.

O papel de articulador de Palocci vem perdendo força e o próprio partido, o PT, vem trabalhando para descolar da imagem da legenda e do governo qualquer possível irregularidade cometida por Palocci, o que o deixa ainda mais vulnerável para manter-se no cargo.

____________________________________

É tão idiota que tenta nos fazer de  idiotas
Será que chamar  um idiota de idiota é crime?  Não, gente!

Idiota apenas significa: PESSOA  POUCO INTELIGENTE.

Pouco inteligente “but” muito espertalhão , por experiência, em sua área de consultoria.

OS BOMBEIROS E POLICIAIS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COMUNICAM QUE AQUELE ESTADO NÃO REÚNE CONDIÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA PARA SEDIAR A COPA DO MUNDO 2014 E OLÍMPIADAS 2010…UM EXEMPLO QUE DEVERIA SER SEGUIDO POR TODAS AS POLÍCIAS ESTADUAIS 15

ABAIXO-ASSINADO DOS PMs e DOS BMs PARA FIFA E COI.

“Rio de Janeiro, 01 de junho de 2011.
Ilmo Sr Presidente da FIFA
Joseph S. Blatter
Ilmo Sr. Presidente do COI
Jacques Rogge
Os Bombeiros e Policiais do Estado do Rio de Janeiro, através desse abaixo-assinado, baseados no interesse público e por dever de ofício, comunicam que o Rio de Janeiro não reúne condições de segurança pública para sediar a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016, considerando que nós – os profissionais de segurança pública – estamos completamente desgastados fisicamente e estressados emocionalmente em virtude de termos que trabalhar em outras atividades (segundo emprego), sacrificando as nossas folgas, para complementar os salários miseráveis que recebemos; além disso, as nossas condições de trabalho são péssimas, inclusive com carência de equipamentos de proteção individual (EPI).
Na certeza de que medidas serão desenvolvidas para solucionar esses óbices.
Respeitosamente”.
Assinado: Bombeiros e Policiais Militares.
Imprimam e comecem a recolher as assinaturas:
Folha 1 (clique).
Folha suplementar (clique

Herói da PM Carioca – CORONEL PAULO RICARDO PAÚL – recebeu voz de prisão do comandante “mauricinho e empavonado” Mário Sérgio, marionete de ventríloquo do fodenador Sérgio Cabral…Motivo: PAÚL É “POLÍCIA” 20

sábado, 4 de junho de 2011

BOMBEIROS E POLICIAIS MILIATRES – MOBILIZAÇÃO – CORONEL PAÚL – PRISÃO.

 
O objetivo dessa postagem é tranquilizar a todos.
Comunico que por volta das 22:00 horas de ontem, o comandante geral da PMERJ, coronel Mário Sérgio, me deu voz de prisão, determinando que eu fosse conduzido para o Batalhão de Polícia de Choque.
Oportunamente, comentarei as circunstâncias que envolveram esse ato do comandante geral, esse não é o momento.
Fiz contato com o meu advogado para as providências cabíveis e estou devidamente orientado.
Peço tranquilidade a todos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

CONSULTORIA DO PALOFI 5

Enviado em 04/06/2011 as 16:29 – ANONIS

CONSULTORIA DO PALOFI

– Trimmmmmmmm

– Alô… é o Palofi?

– Aqui sou eu sim. O que quer?

– Uma consultoria, pode ser?

– Uma milha, pois não ?! Pagamento adiantado.

– Certo. Ja mandei depositar o dinheiro on lina na conta da empresa “Prontejo”. Caiu ai?

– OK. Dindim chegando. Pode dizer o que precisa de colsutoria.

– É o seguinte. Nosso banco recebeu uma oferta de fusão com o Banco Brasileiro de Descanso. Queremos saber se é conveniente essa fusão.

– Ah, é. Só isso.

– É só isso Palofi. Vai mandar o seu parecer quando?

– Não vou mandar nada por escrito. Minha consultoria é no gogô.

– Como assim? Eu já paguei uma milha ….

– É o seguinte. Funda-se.

– Palofi!? Nós pagamos grana preta e você vem com xingamentos!!

– Não é xingamento. É o meu parecer. Quer saber se é benefíca a fusão dos bancos, não é? Pois eu respondi. FUNDA-SE…..

PALOÇÇADA RIBEIRÃO-PRETANA: R$ 237 mil, entre notas de reais, doláres, euros e pesos custodiados ( por nove meses ) pela DIG não é motivo prá conjecturas…A culpa é do plantonista vagabundo que, em vez de providenciar o depósito judicial, empurrou a “mão-de-obra” prá DIG…Hehe! ( Pensamento dos Pms e dos plantonistas: “Horra, na próxima a gente se acerta; trabalhar prá outro roubar não dá!” ) 6

Quinta, 02 de Junho de 2011 – 16h23 ( Atualizado em 02/06/2011 – 23h42 )

Corregedoria investiga ex-titular da DIG de Ribeirão por dois crimes

Órgão fiscalizador apura prevaricação e peculato, após denúncia de que delegado teria engavetado BO de apreensão de joias e dinheiro

Jucimara de Pauda

Foto: Matheus Urenha / A CidadeO delegado José Gonçalves Neto, ex-titular da DIG

O delegado José Gonçalves Neto, ex-titular da DIG

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o delegado José Gonçalves Neto, ex-titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), e alguns integrantes da equipe dele por suspeita de prevaricação e peculato. Neto teria sido denunciado no órgão porque não instaurou inquérito para apurar uma apreensão feita pela Polícia Militar de R$ 237 mil, entre notas de reais, doláres, euros e pesos, encontrados em uma casa da zona Leste de Ribeirão Preto, em julho do ano passado. Ele também não teria depositado o dinheiro em juízo.

O boletim de ocorrência da apreensão foi registrado no Plantão Policial no dia 27 de julho de 2010 e tem 20 páginas por causa do volume de mercadorias apreendidas. O dinheiro e os objetos foram encontrados em uma casa alugada por Celso Luiz Franco Júnior, procurado em todo o interior do Estado de São Paulo por roubo. Ele tem vários mandados de prisão, mas continua solto.

O caso, segundo a denúncia, foi parar na DIG e Neto teria engavetado o boletim e os bens apreendidos. Uma pessoa ligada a Celso diz que foi várias vezes à delegacia em busca do paradeiro do dinheiro, mas foi informada de que era preciso aguardar as investigações sobre o caso.

Com base nas denúncias, a corregedoria quer ouvir a equipe da DIG para saber o motivo da demora na abertura do inquérito para investigar o caso. Os corregedores também querem ser informados por que o dinheiro não foi depositado em juízo, para ser devolvido ao dono ou apreendido no final do processo.

Prisão

No último dia 24 de maio, corregedores da Polícia Civil fizeram uma correição na DIG e prenderam Neto por posse irregular de arma. Ele não foi para a cadeia porque pagou fiança de R$ 1 mil. Na época, Neto apresentou aos corregedores o dono e a documentação da arma, que, segundo ele, estavam regulares.

Desde então, amigos e funcionários da Polícia Civil começaram a fazer manifestações para apoiar o delegado e criticar a atitude dos corregedores, que, segundo a categoria, agiu de forma arbitrária.

Outro lado

O delegado e ex-titular da DIG José Gonçalves Neto diz que foi informado no último dia 23 de que era investigado pela Corregedoria da Polícia Civil por peculato e prevaricação. Ele afirma que a DIG passou por duas correições feitas pelos delegados seccionais José Henrique dos Santos e Adolfo Silva Júnior e eles viram o dinheiro guardado na sala dele. “Tenho cópia do inquérito inteiro e o dinheiro foi visto pelos dois seccionais.”

Ele afirma que o dinheiro foi depositado em juízo em maio deste ano. “Não foi depositado antes porque a investigação identificou os donos dos euros e doláres que foram devolvidos ao dono de um posto de gasolina e a uma mulher”, conta.

Neto diz que está tranquilo e que a verdade vai prevalecer. “Tudo isso faz parte dessa armação política que montaram contra mim”, afirma o delegado.

______________________________________

Certa vez, em certo plantão Santista, quando não havia Especializada com cartório, apenas os denominados SIG e GARRA, três jovens investigadores apresentaram em plantão – composto por outros jovens – um argentino que mantinha em seu confortável apê no Gonzaga, 6 quilos de cocaína (aquela da boa que os apreciadores preparavam verdadeiro ritual), além de aproximadamente U$ 10.000. 

O gringo, distinto, educado e respeitoso com a Polícia, de modo muito cavalheiresco aventou a possibilidade de disponibilizar, em menos de uma hora, U$ 20.000 (quando o dólar era dólar: 4 por 1), em troca da liberdade. Além de falar algo tipo: se for de seus gostos, depois compro a coca por U$ 36.000. A oferta foi gentilmente recusada; um deles disse: a Polícia brasileira é diferente da argentina!

O gringo sorriu sem demonstrar ironia.

Pois bem, passaram-se meses e ninguém recebia ofício para depoimento em Juízo.

Até que num belo domingo o gringo ingressou na Delegacia para comunicar o furto do seu Gol GT.  

Alguém não resistindo:

Já tá solto!

Como?

Senhores, a Polícia daqui pode ser diferente da Polícia argentina, mas a Justiça é igual.

Disse apenas um pouquinho mais:  SÓ QUIS  SER AMIGO DE VOCÊS!

________________________________________________________

Obviamente, a Polícia daqui é igual a de lá.

Os novatos é que ainda estavam noutro mundo.

Moral da estória: O MAU EXEMPLO VEM SEMPRE DE CIMA!

A moral da Paloççada Ribeirão-Pretana:

O SILÊNCIO É DIREITO DOS CULPADOS, O BARULHO DIREITO DOS INOCENTES!

BENEDITO VALENCISE ESTAVA CERTO: Foi o delegado quem indiciou Palocci, no final de 2006, como “chefe” da quadrilha do lixo, que teria supostamente desviado mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos em contrato de varrição e coleta do lixo com a empresa Leão Leão. 14

27/02/2008 às 19:22:49 – Atualizado em 19/07/2008 às 16:42:30

Demitido delegado de Ribeirão Preto que indiciou Antônio Palocci

Agência Estado

Benedito Antonio Valencise, que comandou as investigações da chamada “máfia do lixo” em Ribeirão Preto, no interior paulista, e indiciou o deputado federal Antônio Palocci Filho, não é mais o seccional da região. Ele foi surpreendido na tarde de ontem, por telefone, ao saber que fora exonerado da função. Rafael Rabinovici, que estava no Departamento de Trânsito (Detran), em São Paulo, foi nomeado para o cargo.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública (SSP) justificou que a saída de Valencise foi uma “mudança administrativa”. O delegado não falou com jornalistas. Ele deverá tirar uma licença-prêmio e férias antes de saber o seu novo destino profissional.

A exoneração de Valencise, após quatro anos na cidade, ocorreu na semana seguinte aos novos episódios envolvendo o deputado federal e ex-prefeito e ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci Filho. Na semana passada, foi revelado que em junho de 2007 o advogado Rogério Tadeu Buratti registrou em cartório, em São Paulo, uma retratação em que negava as acusações que tinha feito contra Palocci, inocentando-o de todas as irregularidades no inquérito.

Foi o delegado quem indiciou Palocci, no final de 2006, como “chefe” da quadrilha do lixo, que teria supostamente desviado mais de R$ 30 milhões dos cofres públicos em contrato de varrição e coleta do lixo com a empresa Leão Leão. Valencise citou o ato da retratação de Buratti como “falcatrua”, pois ele era a testemunha central da promotoria na denúncia contra Palocci.

e-FLIT SOLUTION PRESTA CONSULTORIA DE CAIXA-DOIS: COMO LAVAR O MEU ENGORDANDO O SEU ( e outras consultorias especializadas) 4

Típico serviço de consultoria transcendental entre dois ladrões:   

A gente lavra um contrato simulado ( devidamente registradinho ).

Contrato de consultoria transcendental ( ninguém vê o serviço, o tolo crê, a maioria sabe que é roubalheira,  mas nem Leon Trotsky prova a inexistência  ). 

Eu emito a nota fiscal ( conforme a lei ).

Você deposita a quantia.

Em seguida pego aquela graninha escondida dentro do Americanflex e ponho na tua mão: engordando  teu caixa-dois para outros assuntos transcendentais. Você pode  tranquilamente dar um golpe nos sócios e  acionistas, inclusive. Afinal, quem duvidará dos resultados da minha consultoria.  Além de dar o golpe no Leão abatendo o valor dos serviços de terceiros. 

Compro imóvel bom, firme e de grife de empreendedor sério. Ah, A EMPRESA COMPRA!

Pago os impostos.

Tá limpo!  O risco é algum pilantra ficar conjecturando na imprensa golpista e blogs terroristas.

 EXEMPLOS DE CONSULTORIAS TRANSCENDENTAIS ORGANIZADAS :

Consultoria jurídica transcendental para políticos sob risco de cassação por atos de improbidade ( notória especialização ) 

 

Consultoria administrativa transcendental para prefeitos novatos: NOSSO CORPO ESPECIALIZADO OCUPA OS POSTOS CHAVES DA ADMINISTRAÇÃO…

É ETINERANTE, serve em qualquer ponto do país; perdemos uma cidade, tomamos outra. 

De  inconveniente apenas os comentários e questionamentos sobre a incompetência dos funcionários públicos de carreira locais. ( ESPECIALIDADE DO PARTIDO DOS TRABALHADORES,  darei exemplo corrente: CUBATÃO ).

CONSULTORIA DE SEGURANÇA TRANSCENDENTAL ( PALESTRAS PARA ESTUDANTES e GMs:  negócio bom de fazer com qualquer prefeitura de ladrão ).

Consultoria e desenvolvimento de LINUX transcendental (negócio bom de fazer COM TUCANO ).

Consultoria de licitações transcendentais ( consultores de alto escalão ).

Funciona assim: a gente libera a verba para tal negócio, mas nossa equipe cuida dos trâmites legais,  execução das formalidades e escolha dos prestadores de serviços. Você apenas empresta o nome.  Não trabalha, ganha um repasse e inaugura a obra. Nunca dá problema.  Se der: o nome é seu!  

Consultoria  transcendental de instalação de equipamentos de segurança  em prédios públicos: as câmeras todo mundo vê, mas filmar que é bom nada!

Consultoria  transcendental de segurança bancária: DESSA NÃO FALO!

Mas nem phodendooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

Do IG: Bombeiros invadem Quartel Central da corporação no Rio 57

Bombeiros invadem Quartel Central da corporação no Rio

Manifestantes querem conversar com governador e o secretário de Saúde e Defesa Civil

iG Rio de Janeiro | 03/06/2011 18:50 – Atualizada às 23:50

 

 

Foto: André Teixeira/Agência O Globo

Bombeiros ocupam pátio da unidade

 

A invasão de cerca de 2 mil bombeiros ao Quartel Central da Corporação, localizado na Praça da República, região central do Rio de Janeiro, é acompanhada de perto por homens do batalhão de choque da Polícia Militar. 

Apesar da ordem do governo para prender todos os que “invadiram o bem público” – tendo supostamente agredido um coronel da Polícia Militar –, integrantes da manifestação que pedem reajuste salarial disseram à reportagem do iG que a categoria não deixará o pátio enquanto não houver negociação com o governador Sérgio Cabral e o secretário estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes. Membros de outros quartéis também estariam paralisando suas atividades nas próximas horas.

Logo à frente do prédio está posicionado o blindado conhecido como “caveirão”, que geralmente é usado nas operações em favelas da cidade, acompanha os amotinados que ao lado de mulheres e filhos, cantam o hino da corporação.

 

Foto: André Teixeira/Agência O Globo Ampliar

Os manifestantes forçaram o portão principal do quartel para entrar

Mais cedo, a assessoria de imprensa do governador Sérgio Cabral informou que ele não se manifestaria sobre o caso. A Secretaria de Segurança Pública ainda não decidiu qual providência irá tomar.

O episódio desta sexta-feira retoma os protestos do início do último mês, quando a categoria já havia realizado uma série de manifestações nas ruas do centro. À época, dezenas de bombeiros permaneceram acampados por vários dias em frente à sede da Assembleia Legislativa do Rio.

A informação de deputados de que o governo aceitaria negociar com a categoria encerraria por ora a questão.

 

* Com reportagem de Mário Hugo Monken, iG Rio de Janeiro
 

PALOCCI É TÃO CARA-DE-PAU QUANTO DELEGADO DE POLÍCIA DONO DE EMPRESA DE SEGURANÇA PRIVADA ( será que aprendeu com ? )…ENCERRA MINA DE OURO POR ESPÍRITO PÚBLICO: TROCOU RENDA DE MILHÃO POR MÊS POR SUBSÍDIO DE R$ 25.000,00 19

Quem se lembra dos  Delegados donos de “consultoria de segurança”  que deixaram “seus grandes empreendimentos” para dedicação exclusiva  ao CARDILANATO POLICIAL?

 

De duas uma:

Palocci é um tolo! ( como os Delegados consultores )

Palocci deixou de ser  dono de consultoria para ser um dos sócios do BRASIL S.A. !

Pois bem, eis nosso parecer sobre o futuro financeiro de Palocci,  caso Ministro da Casa Civil por quatro anos:  

UM BILHÃO! ( ao completar 60 anos )

Quando deixar o cargo será admitido como sócio de vários Bancos e Empresas de grande porte (a maioria internacional).

Genialidade não tem preço tabelado!

Ganhará tanto quanto o Paul McCartney: um milhão de dólares por hora efetivamente trabalhada.

Genialidade não tem preço, mas no Brasil  espírito público há muito está congelado em ZERO REAL!

ODEIO TERNOS, ODEIO TERNOS e ODEIO TERNOS…Hehe! Adivinhem o porquê? 24

de
para
ccodipol@flitparalisante.com

data3 de junho de 2011 08:25
assuntoVejam só, a Polícia Militar compra ternos de grife com nosso dinheiro.
assinado porgmail.com

Vejam só, a Polícia Militar compra ternos de grife com nosso dinheiro.
 
 
Diante da informação da aquisição de ternos pela Polícia Militar realizei pesquisa junto ao sítio da Bolsa Eletrônica de Compras. Esclareço que referidas informações são de domínio público e estão acessíveis a toda pessoa que acessar o sítio www.bec.sp.gov.br, sendo que para o acesso não é necessário o uso de senha.
 
Levantei preliminarmente algumas licitações. Foram todas realizadas pelo Departamento de Suporte de Administração do Comando Geral, situado na Praça Coronel Fernando Prestes, 115, Bairro da Luz, São Paulo. Trata-se da unidade gestora executora 180152.
 
No ano de 2010 localizei sete licitações, ambas na modalidade convite eletrônico e realizadas pelo Departamento de Suporte de Administração do Comando Geral. A primeira é o Convite Eletrônico n.º 10.373/2010 (OC180152000012010OC00095). A licitação foi homologada em 01 de junho de 2010 e adquiriu setenta ternos pelo preço de R$ 337,80 cada um, da marca Via Veneto. O interessante desta licitação é que houve a interposição de recurso e grande parte das decisões a Comissão nem se preocupou em motivar a decisão de acolhimento ou não do recurso, em franco desrespeito à legislação que exige a motivação dos atos administrativos (vide artigo 111 da Constituição Estadual).
 
A outra licitação de 2010 é o Convite Eletrônico n.º 10.389/2010 (OC180152000012010OC00096) . A licitação também foi homologada em 01 de junho de 2010 e adquiriu também setenta ternos, no valor de R$ 337,80, da marca Via Veneto
 
Ressalto que em 2010 ainda localizei mais cinco licitações, todas na modalidade convite eletrônico, todas também realizadas pelo Departamento de Suporte de Administração do Comando Geral.
 
Outro fato que deve ser considerado é que estas últimas cinco licitações de 2010 que localizei foram apregoadas no mesmo período (29/09/2010 a 07/10/2010). Pela lei de licitações o limite máximo para gasto por meio de convite é de R$ 80.000,00. Ocorre que não pode haver fragmentação da aquisição, sob pena de se violar a obrigatoriedade do pregão. Desta forma por exemplo se pretendemos adquirir bens que totalizam o valor de R$ 400.000,00 devemos obrigatoriamente utilizar a modalidade do pregão. Neste caso, numa aquisição de bens que totalize R$ 400.000,00 (quatrocentos mil Reais) p ex., seria vedado instaurar  cinco convites da mesma natureza de despesa, de R$ 80.000,00 cada um, o que me parece, ressalvado melhor juízo, ter ocorrido neste caso. Esta fragmentação também parece ter ocorrido em 2009, onde localizei três convites eletrônicos, todos adquirindo ternos.
 
Numa soma bem rápida das sete licitações de 2010, que pode conter algumas imprecisões ante a pressa, cheguei ao seguinte número referente a 2010:  708 ternos adquiridos, sendo gasto R$ 312.548,00 (trezentos e doze mil e quinhentos e quarenta e oito Reais).
 
Já no ano de 2009 são três licitações que localizei e cheguei aos seguintes números, sem efetuar revisão de dados: 390 ternos, sendo gasto R$ 170.820,00 (cento e setenta Mil e oitocentos e vinte Reais). Anoto que as licitações de 2009 (despachos de homologaçãs respectivas OCs 466, 467 e 468 abaixo transcritas) foram todas instauradas no mesmo período (30/09/2009 a 08/10/2009) e portanto são aplicáveis, s.m.j., a observação que fiz referente à fragmentação do procedimento licitatório. Penso que neste caso, como se tratavam da mesma natureza de despesa, a ser gasta no mesmo mês, não poderia ter ocorrido esta fragmentação em três convites e sim se realizado um pregão eletrônico ou presencial.
 
 
Abaixo encaminho os despachos de homologação dos certames de 2010, a que me referi acima e que totalizam sete convites eletrônicos
 
 
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00095
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:05/05/2010 08:54:00 à 13/05/2010 13:03:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
108214036000180L&A Engenharia e Comércio LTDA – EPP70NacionalVIA VENETO337,800070

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO O ITEM 01; À EMPRESA CONSTANTE NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORA DO CERTAME.
Data do despacho:
01/06/2010-11:09:05
CPF do responsável:
89039149887
 
 
 
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00096
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:05/05/2010 09:00:00 à 13/05/2010 13:39:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
108214036000180L&A Engenharia e Comércio LTDA – EPP70NacionalVIA VENETO337,800070

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO O ITEM 01; À EMPRESA CONSTANTE NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORA DO CERTAME.
Data do despacho:
01/06/2010-11:11:54
CPF do responsável:
89039149887
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00493
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:29/09/2010 14:09:00 à 07/10/2010 10:15:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A72NacionalGARBO496,000072
261322970000106GARBO S/A38NacionalGARBO496,000038

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
25/11/2010-22:46:18
CPF do responsável:
Nrº. OC: 180152000012010OC00494
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:29/09/2010 14:17:00 à 07/10/2010 15:20:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP
 
ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A68NacionalGARBO438,000068
261322970000106GARBO S/A49NacionalGARBO496,000049

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
25/11/2010-22:41:11
CPF do responsável:
89039149887
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00495
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:29/09/2010 14:09:00 à 07/10/2010 10:45:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP
 
ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A57NacionalGARBO496,000057
261322970000106GARBO S/A68NacionalGARBO496,000068

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
25/11/2010-22:36:47
CPF do responsável:
89039149887
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00496
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:29/09/2010 14:17:00 à 07/10/2010 15:50:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP
 
ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A40NacionalGARBO438,000040
261322970000106GARBO S/A60NacionalGARBO438,000060

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
25/11/2010-22:32:23
CPF do responsável:
89039149887
 
Nrº. OC: 180152000012010OC00498
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:29/09/2010 14:17:00 à 07/10/2010 16:20:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP
 
ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A64NacionalGARBO438,000064
261322970000106GARBO S/A52NacionalGARBO438,000052

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
25/11/2010-17:45:42
CPF do responsável:
89039149887
 
Abaixo encaminho os despachos de homologação dos certames de 2009, a que me referi acima e que totalizam três convites eletrônicos, ambos instaurados no mesmo período 30/09/2009 a 08/10/2009
 
Nrº. OC: 180152000012009OC00466
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:30/09/2009 09:00:00 à 08/10/2009 15:40:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A70NacionalGARBO438,000070
261322970000106GARBO S/A60NacionalGARBO438,000060

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
20/10/2009-08:59:47
CPF do responsável:
69485887868
Nrº. OC: 180152000012009OC00467
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:30/09/2009 09:03:00 à 08/10/2009 10:17:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A70NacionalGARBO438,000070
261322970000106GARBO S/A60NacionalGARBO438,000060

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
15/10/2009-09:03:05
CPF do responsável:
69485887868
 
 
Nrº. OC: 180152000012009OC00468
Procedimento de negociação:ConviteStatus da OC:Convite Encerrado
Natureza da despesa:OUTROS MATERIAIS DE CONSUMO
Período de recebimento de propostas:30/09/2009 09:03:00 à 08/10/2009 10:40:00
 
Unidade compradora:DEPTO DE SUPORTE ADM. DO COMANDO GERAL-DSA/CG
Endereço:PCA. CORONEL FERNANDO PRESTES, 115 – LUZ
Localidade:SAO PAULO SP

ItemCNPJ/CPFLicitanteQtd. ofertadaProcedênciaMarca/ModeloPropostaQtd. comprada
161322970000106GARBO S/A70NacionalGARBO438,000070
261322970000106GARBO S/A60NacionalGARBO438,000060

Despacho de Homologação/Adjudicação
Despacho:
NOS TERMOS DAS COMPETÊNCIAS QUE ME SÃO ATRIBUÍDAS PELA COMBINAÇÃO DO ARTIGO 2º, INCISO III COM O ARTIGO 5º DO DECRETO Nº. 31.138, DE 09JAN90 (MODIFICADO PELO DECRETO Nº. 37.410, DE 09SET93) E POR FORÇA DA RESOLUÇÃO Nº SSP-335, DE 21AGO07 E ALTERAÇÕES POSTERIORES, HOMOLOGO A DECISÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÕES, NA MODALIDADE CONVITE, E ADJUDICO OS ITENS 01,02; ÀS EMPRESAS CONSTANTES NA GRADE DE CLASSIFICAÇÃO, COMO VENCEDORAS DO CERTAME.
Data do despacho:
23/10/2009-08:50:26
CPF do responsável: